sobre a biblia

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A Magnitude da Jerusalém Celestial O texto está escrito no livro de Apocalipse 21.16, “e mediu a cidade com uma cana até doze mil estádios, e o seu comprimento, largura e altura eram iguais”. O (estádio), antiga medida usada pelos romanos, equivale a 185,00 metros, convertendo os 12.000 estádios para metros, teremos 2.220.000,00 metros ou 2.220,00 km. No gráfico abaixo, Veja a projeção da Cidade Santa sobre o oriente médio, considerando que o centro da Jerusalém Celeste está sobre o centro da Jerusalém terrestre. Figura 01 – mapa do oriente médio com projeção da Cidade Santa. A área da projeção da Cidade Santa é de 4.928.400.000.000,00 m2 ou 4.928.400,00 km2, essa projeção corresponde aproximadamente 57,90% da área do Brasil, ou seja, um pouco maior que a metade do país. Considerando que essa área seja um grande condomínio horizontal que cada casa possuiria uma área construída de 1.000,00 m2, teríamos aproximadamente umas 2.032.965.000 casas construídas nessa projeção. Agora veja que em Apocalipse 21.16, “e mediu a cidade com uma cana até doze mil estádios, e o seu comprimento, largura e altura eram iguais” a altura também é de 220.000.000 metros de altura. Veja que esta altura não se refere ao muro, mas sim a cidade, pois a altura do muro possui 144 côvados, apocalipse 21.17, que equivale a 63,90 metros. Agora imagine entrarmos em uma casa com uma área de 1.000,00m2 e um pé direito de 2.220.000,00 metros de altura. Aqui começa o fundamento de todo o texto escrito, da grandiosidade da Jerusalém Celestial por Deus apresentada. Para tentar estipular a quantidade de pavimentos para a cidade, teremos que pré-definir a altura do pé direito da casa. Fixaremos uma altura, somente para efeito de cálculos, de 3,50 metros. Ao dividirmos a altura da cidade pela altura do pé direito adotado, teremos aproximadamente 634.285 pavimentos. Uma construção possuir 2.200.000,00 de altura, implica em ultrapassar as camadas da atmosfera terrestre. Sabe-se que a camada da atmosfera, estende-se até 600 km de altura e que esta divida em camadas com alturas e características próprias. A primeira camada, a troposfera, estende até 14,50 km.

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A Magnitude da Jerusalm Celestial O texto est escrito no livro de Apocalipse 21.16, e mediu a cidade com uma cana at doze mil estdios, e o seu comprimento, largura e altura eram iguais. O (estdio), antiga medida usada pelos romanos, equivale a 185,00 metros, convertendo os 12.000 estdios para metros, teremos 2.220.000,00 metros ou 2.220,00 km. No grfico abaixo, Veja a projeo da Cidade Santa sobre o oriente mdio, considerando que o centro da Jerusalm Celeste est sobre o centro da Jerusalm terrestre.

Figura 01 mapa do oriente mdio com projeo da Cidade Santa. A rea da projeo da Cidade Santa de 4.928.400.000.000,00 m2 ou 4.928.400,00 km2, essa projeo corresponde aproximadamente 57,90% da rea do Brasil, ou seja, um pouco maior que a metade do pas. Considerando que essa rea seja um grande condomnio horizontal que cada casa possuiria uma rea construda de 1.000,00 m2, teramos aproximadamente umas 2.032.965.000 casas construdas nessa projeo. Agora veja que em Apocalipse 21.16, e mediu a cidade com uma cana at doze mil estdios, e o seu comprimento, largura e altura eram iguais a altura tambm de 220.000.000 metros de altura. Veja que esta altura no se refere ao muro, mas sim a cidade, pois a altura do muro possui 144 cvados, apocalipse 21.17, que equivale a 63,90 metros. Agora imagine entrarmos em uma casa com uma rea de 1.000,00m2 e um p direito de 2.220.000,00 metros de altura. Aqui comea o fundamento de todo o texto escrito, da grandiosidade da Jerusalm Celestial por Deus apresentada. Para tentar estipular a quantidade de pavimentos para a cidade, teremos que pr-definir a altura do p direito da casa. Fixaremos uma altura, somente para efeito de clculos, de 3,50 metros. Ao dividirmos a altura da cidade pela altura do p direito adotado, teremos aproximadamente 634.285 pavimentos. Uma construo possuir 2.200.000,00 de altura, implica em ultrapassar as camadas da atmosfera terrestre. Sabe-se que a camada da atmosfera, estende-se at 600 km de altura e que esta divida em camadas com alturas e caractersticas prprias. A primeira camada, a troposfera, estende at 14,50 km.

A segunda camada, a estratosfera, e estende de 14,50 km at 64,5 km. A terceira camada, a Mesosfera, e estende de 64,5 km at 80 km. A quarta camada a termosfera, e estende-se de 80 km at 600 km de altura. Alm das camadas que compem a atmosfera, existe a Exosfera, que estende-se de 600 km a 1.280 km de altura, aps essa distncia comea o espao sideral. Veja que a Cidade Santa possui altura de 2.200 km, sendo que quase a metade de sua construo encontra-se no espao sideral.

Figura 02 Planeta Terra, as Camadas que o envolvem e a Cidade Santa, proporcionalmente ao tamanho real.

Ser adotada para efeito de clculos uma rea que corresponda grandeza da Cidade Santa, 1.000,00m2 por casa.

Essa quantidade de casas na verdade correspondem aos nmeros calculados para cada pavimento, ou seja: Apenas para o pavimento trreo, para sabermos o total de unidades a serem construdas, teremos que multiplicar pelos outros pavimentos.

Veja se voc capaz de pronunciar esta quantidade de apartamentos a serem construdos. Outro dado surpreendente da Cidade Santa que ao multiplicarmos, o valor da rea livre para a construo e pela quantidade de pavimentos, teremos uma rea superior rea do planeta terra, veja o quadro abaixo.

O nmero encontrado acima, refere-se a quantas vezes a rea dos pavimentos da Jerusalm Celestial corresponde ao valor da rea da terra. Isso significa que precisaramos de 2.988 planetas terra para receber a populao da Cidade Santa. Outro dado surpreendente o numero de habitantes da Cidade Santa, considerando que cada pessoa ocupe uma rea de 1.000,00 metros teremos um total de 1.523.929.969.575.000 habitantes. Os 144.000 no Santurio

Ao pesquisarmos de maneira um pouco mais profunda, verificamos que os 144.000 se encontram exemplificados dentro das prprias medidas do santurio! Para compreendermos isto, precisamos entender o seguinte: 1 - O santurio terrestre foi construdo em figura e sombra do santurio celestial (Hebreus 8:5). Portanto, as medidas do santurio terrestre so proporcionais s medidas do santurio, ou templo, celestial. 2 Na Bblia, encontramos trs ocasies nas quais Deus d as medidas para que os homens construam o santurio terrestre. A primeira quando as medidas so dadas a Moiss, para a construo do tabernculo. A segunda, quando as medidas foram dadas para Davi, objetivando a construo do templo de Salomo, que permaneceu fixo na cidade de Jerusalm. A terceira vez dada quando o profeta Ezequiel recebe as medidas do templo. Nesta terceira vez, o profeta recebe no somente as medidas do templo, mas tambm as medidas da cidade so-lhe passadas por inspirao divina. O relato encontrado em Ezequiel captulos 40-48. As medidas que temos que considerar para verificarmos a razo de proporcionalidade entre o santurio terrestre e o santurio celestial so as medidas dadas para Davi e Ezequiel, por duas razes:

Eram as medidas dos templos nos quais os reis da linhagem de Davi, ascendentes de Cristo em linha genealgica, vinham adorar a Deus; Era uma edificao permanente, edificada por rochas, representando tambm a perpetuidade do reino de Cristo, a verdadeira rocha, expressa pela pedra de Daniel 2, e estava localizada em Jerusalm, que era tambm um tipo da Nova Jerusalm que est nos cus.

As medidas dadas para o templo de Jerusalm a Davi e Ezequiel eram as mesmas. Assim sendo, poderamos pegar qualquer uma delas como base comparativa. Usaremos as medidas que so dadas no livro de Ezequiel, por encontrarmos l mais detalhes, e tambm porque temos a facilidade de comparar as medidas da cidade de Jerusalm, dadas por inspirao divina, com as medidas da nova Jerusalm, encontradas no livro de Apocalipse. Vamos ento para a anlise: Apocalipse 21:16, nos d a medida da Nova Jerusalm, a cidade que descer dos cus para a Terra: A cidade quadrangular, de comprimento e largura iguais. E mediu a cidade com a vara at doze mil estdios. O seu comprimento, largura e altura so iguais. Segundo a Bblia, a medida da lateral da Nova Jerusalm, a Jerusalm celestial, onde est o templo celestial, de doze mil estdios, o que equivale aproximadamente 2.200km. Agora, vejamos qual o comprimento da Jerusalm literal, dado por inspirao divina a Ezequiel: 30 So estas as sadas da cidade: do lado norte, que mede quatro mil e quinhentos cvados, 31 trs portas: a porta de Rben, a de Jud e a de Levi, tomando as portas da cidade os nomes das tribos de Israel;

32 do lado oriental, quatro mil e quinhentos cvados e trs portas, a saber: a porta de Jos, a de Benjamim e a de D; 33 do lado sul, quatro mil e quinhentos cvados e trs portas: a porta de Simeo, a de Issacar e a de Zebulom; 34 do lado ocidental, quatro mil e quinhentos cvados e as suas trs portas: a porta de Gade, a de Aser e a de Naftali. 35 Dezoito mil cvados em redor; e o nome da cidade desde aquele dia ser: O SENHOR Est Ali. Ezequiel 48:30-33 A medida da Jerusalm terrestre, dada por inspirao divina, que portanto tinha medidas proporcionais s medidas da Jerusalm celestial (Nova Jerusalm), era de quatro mil e quinhentos cvados em cada uma das suas laterais. Quatro mil e quinhentos cvados equivalem a aproximadamente 2,2km. Agora, comparemos as medidas da Jerusalm terrena, dada em Ezequiel, com a Nova Jerusalm, dada em Apocalipse: Nova Jerusalm = 2.200km Jerusalm = 2,2km Vemos que a relao entre elas 1000, ou seja, A NOVA JERUSALM 1000 VEZES MAIOR QUE A JERUSALM DE ISRAEL. Assim, o santurio celestial ao qual se refere Apocalipse 3:10 tambm 1000 vezes maior que o santurio da terra. As colunas do templo do santurio da terra, cujas medidas foram apresentadas a Ezequiel, tem as seguintes medidas:

Lugar Santo: quarenta cvados de comprimento e vinte cvados de largura (Ez. 41:2); Lugar Santssimo: vinte cvados de comprimento e vinte cvados de largura (Ez. 41:4); Havia duas colunas que ficavam na diviso dos dois compartimentos, com 2 cvados de comprimento cada uma (Ez. 41:3)

Assim, se somarmos as dimenses das paredes do santurio, teremos: 20 cvados de fundo (compartimento santssimo) + 2 x 60 cvados de largura para cada parede lateral (contando os compartimentos santo 40 cvados - e santssimo 20 cvados) + 2 x 2 cvados de largura das colunas que fazem separao entre os compartimentos = 20 + 120 + 4 = 144 cvados. Sabemos que o cvado representa a medida de um homem. Assim, o santurio terrestre representava em seus dois compartimentos mais importantes, internos ao templo, a medida de 144 homens. Como o santurio celestial 1000 maior que o santurio terrestre, vemos que o santurio representa a medida de: 144 x 1000 = 144.000 homens.

Bem-aventurados os humildes de esprito, porque deles o reino dos cus (Mt 5.6). Bem-aventurados os que so perseguidos por causa da justia, porque deles o reino dos cus (Mt 5.10). Alegrai-vos e exultai, porque grande o vosso galardo nos cus; porque assim perseguiram aos profetas que foram antes de vs(Mt 5.12). No se turbe o vosso corao; credes em Deus, crede tambm em mim. Na casa de meu Pai h muitas moradas; se no fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vs tambm(Jo 14.13) Pois eu vos digo que, se a vossa justia no exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos cus (Mt 5.20). (O primeiro homem, sendo da terra, terreno; o segundo homem do cu I Co 15.47). Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernculo se desfizer, temos de Deus um edifcio, uma casa no feita por mos, eterna, nos cus. Pois neste tabernculo ns gememos, desejando muito ser revestidos da nossa habitao que do cu, (II Co 5.1-2). Conheo um homem em Cristo que h catorze anos (se no corpo no sei, se fora do corpo no sei; Deus o sabe) foi arrebatado at o terceiro cu (II Co 12.2). Mas a nossa ptria est nos cus, donde tambm aguardamos um Salvador, o Senhor Jesus Cristo (Fl 3.20). por causa da esperana que vos est reservada nos cus, da qual antes ouvistes pela palavra da verdade do evangelho (Cl 1.5). universal assemblia e igreja dos primognitos inscritos nos cus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espritos dos justos aperfeioados(Hb 12.23) ainda I Pedro 1.4

OS MAGOS NO ERAM REIS NEM VIRAM JESUS NA MANJEDOURA

interessante como a tradio a respeito dos magos que foram ver a Jesus INVENTOU trs coisas que, de modo algum, fazem parte do fidedigno relato bblico.A primeira delas encontramos nas gravuras que aparecem em todo o mundo, tentando retratar a clebre visita. Nelas, vemos os magos entregando seus presentes diante de um beb NA MANJEDOURA. Isto jamais poderia acontecer, pois os magos chegaram em torno de dois anos depois do nascimento de Jesus. Vemos isto claramente descrito em Mateus 2.16. "Vendo-se iludido pelos magos, enfureceu-se Herodes grandemente e mandou matar todos os meninos de Belm e de todos os seus arredores, DE DOIS ANOS para baixo, conforme o tempo do qual COM PRECISO se informara dos magos". Est vendo? Herodes informou-se "com preciso" dos magos sobre o tempo em que a estrela aparecera no Oriente. O resto das informaes que queria no se obteve porque os magos foram embora para casa "por outro caminho". (Mateus 2.12). O fato que os magos jamais estiveram ao lado daquela manjedoura. Quando viram Jesus, Jos e Maria, eles estavam EM UMA CASA!(Mateus 2.11). A segunda iluso a respeito dos magos que eram TRS. A Bblia jamais revela isto. Existe somente a inferncia, deduzida dos presentes que ofertaram (ouro, incenso e mirra) (Mateus 2.11). O fato de serem trs presentes no quer dizer que eram trs magos. Podiam ter sido dois ou quatro, ou at mais. Tambm podiam ser trs. O ponto que no se pode afirmar com certeza, baseado nos presentes. Um deles poderia ter trazido o ouro, ou ento, se fossem quatro ou cinco, dois ou at trs, poderiam ter trazido ouro, dois teriam trazido incenso e um, mirra. A terceira coisa criada pela imaginao popular a respeito dos magos, que eles eram REIS! No existe qualquer evidncia bblica de que aqueles homens sbios, ou magos (no original "magi"), eram monarcas poderosos. No se pode deduzir isto de suas ofertas. Podemos apenas entender que eram ricos, porm reis, no. Ainda h aqueles que afirmam que eram trs reis de pases e raas completamente diferentes. Um branco, um negro e um amarelo. Quando se trata da Bblia, no h lugar para muita imaginao. A Bblia afirma que "todos os reis se prostraro perante ele" (Salmo 72.11), mas ainda no foi daquela vez.

Aqueles homens eram simplesmente estudiosos a quem Deus quis brindar com a gloriosa experincia de verem Seu Filho ainda criana.

Cogitemos agora um pouco sobre a origem dos Magos de Mateus. O evangelho diz apenas que os Magos vieram do Oriente. A fonte do evangelho mais antiga que se conhece a grega. O historiador grego Herdoto de Halicarnasso (sc.V), conhecido como o pai da Histria, deixou escrito que magos (no texto grego a palavra referida magoi e vem no plural) era o nome dado a uma casta de sacerdotes eruditos que estudavam os livros sagrados e observavam os cus e que viviam na regio de Mdia, na Prsia, que hoje o Iro. Considera-se que uma grande parte da Prsia seguia a religio zoroastriana, fundada por Zaratustra h mais de 3500 anos. Esta religio tinha tradies messinicas e seguia ideias de dualismo moral, como o cu e o inferno, semelhantes s da religio judaica, pelo que algumas teorias apontam para que os Magos tenham sido uma espcie de sacerdotes astrlogos, seguidores do zoroastrismo. Falamos de Magos e no de reis. Alis, Mateus no fala de reis. Julga-se que ter sido Tertuliano de Cartago quem no incio do sec. III D.C. ter escrito que os Magos do Oriente eram reis. Mais uma vez, o motivo pode vir de algumas referncias do Antigo Testamento, como o caso do Salmo (68:29): Por amor do teu templo em Jerusalm, os reis te traro presentes. O nmero dos Magos variado, nas representaes dos primeiros tempos. Algumas imagens mostram apenas dois, mas na catacumba de Santa Domitilla, em Roma, aparecem quatro e podem chegar a doze em representaes da Idade Mdia. Pensa-se que o nmero trs ter a ver com as prendas oferecidas: ouro, incenso e mirra, e tambm com o facto de se ter estabelecido, talvez por razes populares, que cada um tivesse uma cor de pele diferente. Jesus Tinha Cabelo comprido? Aparncia de Jesus. Jesus tinha o voto de Nazireu? Jesus era nazareu porque era da cidade de Nazar; no era nazireu, que algo completamente diferente. Este termo (nazireu) prende-se com um voto perante o Senhor Deus quanto ao servio e dedicao que alguns fizeram. Foi o caso, por exemplo, de Sanso (cfr. Juzes 13:5; 16:17). Os nazireus estavam sujeitos a regras muito estritas. E quanto a estas, cumpre notar que o Senhor Jesus bebeu vinho (Mat. 11;:19) e numa ocasio tocou num cadver (Mat.9:25) e ambos estes atos eram proibidos aos que faziam voto de nazireu (Nm.6:3,6). O cabelo comprido que alguns usam hoje fruto da cultura moderna. Abramos a Bblia em 1Cor. 11:14. Ali lemos: no vos ensina a mesma natureza que desonra para o varo ter cabelo crescido ? Se Paulo assim escreveu era impossvel Jesus ter cabelo comprido.

Os que faziam voto de nazireu deixavam crescer o cabelo em sinal de humildade e submisso. Era precisamente uma vergonha. Por isso, suportavam-na por amor a Deus. Devemos notar que quando terminava o perodo do voto, o nazireu devia cortar de imediato o seu cabelo (Nmeros 6:18). NO. Jesus no tinha cabelo comprido. O seu aspecto era similar ao de qualquer judeu da sua poca. Na noite anterior da Sua crucificao, veio uma multido para o prender. Mas esta multido no reconheceu quem era Jesus dentre os homens (Jesus e os seus discpulos) que ali estavam. Foi necessrio Judas usar um sinal especialmente combinado para O revelar aos seus inimigos: um beijo na face (Mat. 26:48-49). Ele no teria necessidade de o fazer se Jesus tivesse um aspecto que o distinguisse dos demais. Como explicamos acima, o erro que fazem aqueles que pensam que Jesus tinha o cabelo comprido o de crer que Jesus Cristo era um Nazireu (um Hebreu que tinha feito o voto de nazireado), o qual segundo a lei no devia fazer passar navalha sobre a sua cabea por todo o tempo do seu nazireado conforme est escrito: "Por todos os dias do seu voto de nazireado, navalha no passar sobre a sua cabea; at que se cumpram os dias pelos quais ele se tenha separado para o Senhor, ser santo; deixar crescer as guedelhas do cabelo da sua cabea" (Num. 6:5). Mas Jesus no podia ser um Nazireu porque o Nazireu segundo a lei no podia beber nenhuma bebida feita com uva conforme est dito: "Quando algum, seja homem, seja mulher, fizer voto especial de nazireu, a fim de se separar para o Senhor, abster-se- de vinho e de bebida forte; no beber, vinagre de vinho, nem vinagre de bebida forte, nem bebida alguma feita de uvas, nem comer uvas frescas nem secas. Por todos os dias do seu nazireado no comer de coisa alguma que se faz da uva, desde os caroos at as cascas" (Num. 6:2-4), e Jesus bebeu vinagre conforme est escrito: "Depois, sabendo Jesus que j todas as coisas estavam consumadas, para que a Escritura se cumprisse, disse: Tenho sede. Estava pois ali um vaso cheio de vinagre. E encheram de vinagre uma esponja, e, pondo-a num hissope, lha chegaram boca. E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Est consumado. E, inclinando a cabea, entregou o esprito" (Joo 19:28-30). O Nazireu depois no podia tocar nenhum morto conforme est escrito: "Por todos os dias da sua separao para o Senhor, no se aproximar de cadver algum. No se contaminar nem por seu pai, nem por sua me, nem por seu irmo, nem por sua irm, quando estes morrerem; porquanto o nazireado do seu Deus est sobre a sua cabea" (Num. 6:6-7), e Jesus tocou o corpo de um morto, mais precisamente o da filha de Jairo que j estava morta quando ele chegou a casa de Jairo, de facto ele a tomou pela mo (cfr. Lucas 8:54). Mais uma vez, quando pois a Escritura chama Jesus Nazareno, no se deve entender que ele era um Nazireu, mas simplesmente um habitante de Nazar onde ele foi criado. Mateus faz perceber bem isto quando diz: "Ouvindo porm, que Arquelau reinava na Judia em lugar de

seu pai Herodes, temeu ir para l; mas avisado em sonho por divina revelao, retirou-se para as regies da Galilia, e foi habitar numa cidade chamada Nazar; para que se cumprisse o que fora dito pelos profetas: Ele ser chamado Nazareno" (Mat. 2:22-23).

Ado teve dois filhos: Caim e Abel, Caim mata Abel e foge para uma terra distante; l conhece uma mulher, e casa-se com ela. Com quem se casou se no havia habitantes na Terra? No diz o texto bblico que Caim saiu para uma terra distante, e l casou-se, como querem os que formulam a pergunta. O relato diz simplesmente: - E saiu Caim de diante da face do Senhor, e habitou na terra de Node, da banda do oriente do den. E conheceu a sua mulher, e ela concebeu, e teve a Enoque. Gnesis: 4:16,17. A regio para onde Caim se mudou era chamada terra de Node, mas isto na ocasio em que Moiss escrevia o fato, isto , cerca de 2.500 anos depois da criao do mundo. Mas, surpreenda-se o leitor, o mundo j poderia ter na ocasio em que Caim prostrou morto seu irmo, segundo clculos de grandes estudiosos, quase meio milho de habitantes. Sabia disso? Ento vejamos: Segundo boas autoridades, o assassnio de Abel ocorreu no ano 128 ou 130 da criao do mundo. Ora, ns sabemos que alm de Caim, Abel e Sete, os trs primeiros filhos mencionados, Ado e Eva tiveram filhos e filhas. Gnesis 5:4 Quantos poderiam ter sido os descendentes diretos de ambos at o ano 128, quando ocorreu a morte de Abel? No exagero supor que os primeiros filhos de Ado tenham sido mulheres. Mas para no sermos rigorosos, vamos supor que somente aos 19 anos o filho primognito de Ado, Caim, tenha tido uma irm em idade de casar-se (no se espante o leitor com o fato de haverem os filhos de Ado casado com as irms. At o tempo de Davi, isto ainda era comum entre todos os povos do mundo). Casando-se aos 19 anos, no ano 128 da criao do mundo cada um dos dois filhos de Ado poderia ter tido 8 filhos, entre homens e mulheres. Mais ou menos no ano 55, poderiam ter procedido deles cerca de 60 pessoas. No ano 80, haveria cerca de 520. No ano 100, haveria pelo menos 4.100 pessoas. E no ano 122 esta populao estaria elevada a 33.000. Mas nesta linha de descendncia no estamos incluindo os outros filhos de Caim e Abel, nem os filhos dos filhos destes, mas apenas os 8 que poderiam ter tido at o ano 128 da criao do mundo. Incluindo os outros filhos de Ado, e os descendentes destes, a populao do mundo no seria inferior a 450.000 pessoas no ano em que morreu Abel, isto no incluindo mulheres de idade inferior a 17 anos, e as de mais de 45. Se, porm, levarmos em conta que no ano 128, ou 130 da morte de Abel, Ado poderia ter tido mais de uma centena de filhos, pois foi criado adulto, fcil de imaginar o vulto da populao do mundo quando

Caim, o assassino, saiu de diante da face do Senhor, indo habitar a Terra de Node, que ficava ao oriente do den. Gnesis 4:16. Mas esta Segunda hiptese no deve ser considerada, porquanto Sete, o terceiro filho, nasceu aos 130 anos da vida de Ado. - (Baseado no Comentrio de Clark) Caim ao sair de diante da face do Senhor, levou sem dvida a esposa e filhos. A expresso conheceu Caim a sua mulher, que produz a confuso na mente de alguns, supondo referir-se ao conhecimento de uma nova pessoa, uma expresso muito bblica, um delicado eufemismo para denotar a unio da qual resulta uma nova vida. No caso de Caim, o verbo conhecer a empregado com o fim de chamar a ateno para o nascimento de Enoque (no confundir com o Enoque justo, que foi trasladado), de cuja descendncia direta viria de Lameque, o primeiro bgamo e segundo assassino. (ver Gnesis 4:18,19, 5:22 e 30) O que diz a Bblia a respeito dos dinossauros? Encontramos dinossauros na Bblia? gotquestions.org: O tema dos dinossauros na Bblia parte de um debate que se desenvolve dentro da comunidade crist a respeito da idade da terra, da interpretao correta do Gnesis e de como interpretar as evidncias fsicas que nos cercam. Aqueles que acreditam em uma idade mais antiga para a terra tendem a concordar que a Bblia no menciona os dinossauros, pois, de acordo com seu paradigma, os dinossauros desapareceram milhes de anos antes que o primeiro homem andasse sobre a terra. Os homens que escreveram a Bblia no poderiam ter visto dinossauros ainda vivos. Aqueles que crem que a terra mais jovem tendem a acreditar que a Bblia menciona os dinossauros, apesar de jamais haver usado a palavra dinossauro. Ao invs, usa a palavra tanniyn, vinda do Hebraico. Tanniyn traduzida de algumas poucas maneiras diferentes nas Bblias de lngua inglesa; s vezes como monstro do mar, s vezes como serpente. mais comumente traduzida como drago. Tanniyn parece ter sido algum tipo de rptil gigante. Estas criaturas so mencionadas quase trinta vezes no Antigo Testamento e so encontradas tanto em terra quanto no mar. Alm de mencionar estes rpteis gigantes quase trinta vezes no Antigo Testamento, a Bblia descreve algumas criaturas de tal modo que alguns estudiosos acreditam que os escritores poderiam estar descrevendo dinossauros. Behemoth descrita como a mais poderosa de todas as criaturas de Deus, um gigante cuja cauda comparada rvore de cedro (J 40:15 em diante). Alguns estudiosos tentaram identificar Behemoth como um elefante ou hipoptamo. Outros dizem que tanto elefantes quanto hipoptamos tm caudas muito finas, nada que se possa comparar ao cedro. Os dinossauros como o Braquiossauro e o Diplodocus, por outro lado, tinham caudas enormes que poderiam facilmente ser comparadas rvore do cedro. Quase toda a civilizao antiga tem algum tipo de arte descrevendo criaturas rpteis gigantes. Desenhos ou entalhes sobre rocha, artefatos e at pequenas esttuas de barro descobertas na Amrica do Norte se parecem com representaes modernas de dinossauros. Entalhes em rochas na Amrica do Sul representam homens montando criaturas parecidas com o Diplodocus e, assombrosamente, assemelham-se com imagens familiares como o Triceratops, Pterodctilo e Tiranossauro Rex. Os Mosaicos romanos, a cermica maia e muros da cidade babilnica so testemunhos dessa fascinao cultural e geograficamente sem fronteiras do homem com essas criaturas. Srias narrativas como as de Il Milione de Marco Polo se mesclam com fantsticos contos de bestas que acumulam tesouros.

Narraes atuais de observaes sobrevivem, apesar de serem tratadas com espantoso ceticismo. Alm do volume substancial de evidncias antropolgicas e histricas a favor da coexistncia de dinossauros e homens, h outras evidncias fsicas, como as pegadas fossilizadas de humanos e dinossauros, descobertas juntas em lugares da Amrica do Norte e oeste da sia central. Para finalizar, encontramos dinossauros na Bblia? Este assunto est longe de ser resolvido. Depende de como se interpreta as evidncias disponveis e de como se v o mundo ao redor. Aqui em GotQuestions.org, acreditamos na interpretao da terra jovem e aceitamos que os dinossauros e homens coexistiram. Cremos que os dinossauros desapareceram algum tempo depois do Dilvio devido combinao de dramticas mudanas ambientais e por terem sido incessantemente caados pelo homem, at a completa extino. H nveis diferentes de Cu?" gotquestions.org: 2 Corntios 12:2 o mais prximo que as Escrituras chegam a mencionar a existncia de nveis diferentes de cu: Conheo um homem em Cristo que h catorze anos (se no corpo, no sei, se fora do corpo, no sei; Deus o sabe) foi arrebatado ao terceiro cu. Alguns interpretam isso como uma indicao de que h trs nveis diferentes de cu divididos da seguinte forma: um nvel para Cristos super comprometidos, quer dizer, Cristos que obtiveram um nvel alto de espiritualidade; um nvel para Cristos comuns e um nvel para os Cristos que no foram fiis em servir ao Senhor. Essa concepo no pode ser sustentada biblicamente. Paulo no est dizendo que h trs cus ou trs nveis de cu. Em muitas culturas da Antiguidade, as pessoas usavam o termo "cu" para descrever trs tipos diferentes de "esferas" o firmamento, o espao e um cu espiritual. Apesar desses termos no serem especificamente bblicos, eles so tambm conhecidos como cu terrestrial, telestial e celestial. Paulo estava dizendo que Deus o levou ao cu "celestial", quer dizer, a esfera onde Deus habita. O conceito de nveis diferentes de cu talvez tenha surgido da Divina Comdia de Dante, onde ele descreve o cu e o inferno como tendo nove nveis diferentes. A Divina Comdia, no entanto, um trabalho de fico. A idia de nveis diferentes de cu no pode ser encontrada nas Escrituras.

O Cu real? gotquestions.org: O Cu com certeza um lugar real. A Bblia nos diz que o cu o trono de Deus (Isaas 66:1, Atos 7:48-49, Mateus 5:34-35). Depois da ressurreio e apario de Jesus na terra aos Seus discpulos, Ele: ...foi recebido no cu e assentou-se destra de Deus (Marcos 16:19, Atos 7:55-56). Porque Cristo no entrou em santurio feito por mos, figura do verdadeiro, porm no mesmo cu, para comparecer, agora, por ns, diante de Deus (Hebreus 9:24). Jesus no s foi adiante de ns, entrando a nosso favor, mas Ele est vivo e tem um ministrio atual no cu, servindo como nosso sumo sacerdote no verdadeiro tabernculo feito por Deus (Hebreus 6:19-20; 8:1-2). Jesus tambm nos disse que h muitas moradas na casa de Deus e que Ele foi preparar um lugar para ns. Temos a garantia de Sua palavra que um dia Ele voltar terra para nos levar com Ele de volta ao Cu (Joo 14:1-4). Nossa crena em um lar eterno no cu baseada em uma promessa explcita de Jesus. O Cu com certeza um lugar real. O Cu realmente existe.

Quando as pessoas negam a existncia do cu, negam no s a escrita Palavra de Deus, mas tambm os desejos mais ntimos de seu corao. Paulo se dirigiu a esse assunto com os Cristos da igreja de Corinto, encorajando a todos eles a se apegarem esperana do cu para que no se desanimassem: Sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernculo se desfizer, temos da parte de Deus um edifcio, casa no feita por mos, eterna, nos cus. E, por isso, neste tabernculo, gememos, aspirando por sermos revestidos da nossa habitao celestial; se, todavia, formos encontrados vestidos e no nus. Pois, na verdade, os que estamos neste tabernculo gememos angustiados, no por querermos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida (2 Corntios 5:1-4). Ele os encorajou a ter grande antecipao por seu lar eterno no cu, tal perspectiva iria capacit-los a aguentar as dificuldades e decepes dessa vida. Porque a nossa leve e momentnea tribulao produz para ns eterno peso de glria, acima de toda comparao, no atentando ns nas coisas que se vem, mas nas que se no vem; porque as que se vem so temporais, e as que se no vem so eternas (2 Corntios 4:17-18). Assim como Deus colocou nos coraes dos homens o conhecimento de que Ele existe (Romanos 1:1920), assim tambm somos programados para desejar o cu. O cu o tema principal de inmeros livros, msica e obras de arte. Infelizmente, nosso pecado barrou a nossa entrada ao cu. J que o cu a morada de um Deus perfeito e santo, o pecado no pode entrar l, e nem pode ser tolerado. Felizmente, Deus nos providenciou uma Chave para abrir as portas do cu Jesus Cristo. Todo aquele que cr em Jesus e pede por perdo do pecado vai ver que as portas do cu vo abrir-se completamete para sua entrada. Tendo, pois, irmos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo vu, isto , pela sua carne, e tendo grande sacerdote sobre a casa de Deus, aproximemo-nos, com sincero corao, em plena certeza de f, tendo o corao purificado {purificado: aspergido} de m conscincia e lavado o corpo com gua pura (Hebreus 10:19-22).

Como o Cu? gotquestions.org: A Bblia descreve o Cu como um lugar real. A palavra cu mencionada 276 vezes apenas no Novo Testamento. As Escrituras se referem a trs cus. O Apstolo Paulo foi arrebatado at ao terceiro cu, mas foi proibido de revelar o que l presenciou (2 Corntios 12:1-9). Se existe um terceiro cu, ento tambm deve existir dois outros cus. O primeiro geralmente chamado no Velho Testamento de firmamento, o qual aparece como um arco que cobre toda a terra. Esse o cu que contm nuvens, a rea onde os passarinhos voam. O secundo cu o espao interestelar, o qual a residncia de seres anglicos supernaturais e objetos celestiais (Gnesis 1:14-18). O terceiro cu, cuja localidade no revelada, a residncia do Deus Trino. O plano de Deus de encher o cu com os seguidores de Jesus Cristo. No de estranhar que a palavra cu usada com o mesmo sentido que vida eterna! Jesus prometeu preparar um lugar para os Cristos verdadeiros no cu (Joo 4:12). Cu tambm o destino dos santos do Velho Testamento que morreram confiando na promessa de Deus de um Redentor (Efsios 4:8). Aquele que cr em Cristo no vai perecer, mas vai ter vida eterna (Joo 3:16). O Apstolo Joo foi muito privilegiado em ver e relatar sobre a cidade celestial (Apocalipse 21:10-27).

Joo viu que o cu possui a glria de Deus (Apocalipse 21:11). Essa a glria do Shekinah, quer dizer, a presena de Deus. Porque o cu no tem noite e o Senhor a luz, o sol e a lua no sero mais necessrios (Apocalipse 22:5). A cidade cheia do brilho de pedras preciosas e jaspes claros como os cristais. O cu tem 12 portas (Apocalipse 21:12) e 12 fundamentos (Apocalipse 21:14). O paraso do Jardim do den restaurado: o rio da gua da vida corre livremente e a rvore da vida est disponvel novamente, dando fruto mensalmente com folhas que so para a cura dos povos (Apocalipse 22:1-2). Por mais eloquente que Joo tenha sido em sua descrio do cu, a realidade do cu vai muito alm do que um homem finito pode descrever (1 Corntios 2:9). No entanto, podemos saber que o cu mais real do que essa terra que um dia passar. O Cu um lugar de no mais. No Cu, no vai ter mais lgrimas, no mais dores e no mais sofrimento (Apocalipse 21:4). No haver mais separao porque a morte vai ser conquistada (Apocalipse 20:6). A melhor coisa sobre o Cu a presena do nosso Senhor e Salvador. Estaremos face a face com o Cordeiro de Deus que tanto nos amou e Se sacrificou para que pudssemos gozar de Sua presena por toda a eternidade. O inferno real? O inferno eterno? gotquestions.org: O inferno real? Estudos mostram que mais de 90% das pessoas no mundo crem em um cu, enquanto menos de 50% crem em um inferno eterno. De acordo com a Bblia, o inferno sim real! A punio dos mpios no inferno to eterna como a felicidade dos justos no Cu. A punio dos perdidos mortos em pecado descrita atravs da Escritura como fogo eterno (Mateus 25:41), fogo que nunca se apagar (Mateus 3:12), vergonha e desprezo eterno (Daniel 12:2), um lugar onde o seu bicho no morre, e o fogo nunca se apaga (Marcos 9:44-49), um lugar de tormentas e chamas (Lucas 16:23-24), eterna perdio (II Tessalonicenses 1:9), um lugar de tormento com fogo e enxofre onde a fumaa do seu tormento sobe para todo o sempre (Apocalipse 14:10-11) e lago de fogo e enxofre onde os mpios de dia e de noite sero atormentados para todo o sempre (Apocalipse 20:10). O prprio Jesus indica que a punio no inferno eterna, e no meramente a fumaa e as chamas (Mateus 25:46). Os mpios so para sempre sujeitos fria e ira de Deus no inferno. Eles sofrem conscientemente de vergonha, desprezo e das torturas de uma conscincia acusadora, juntamente com a veemente ira de uma divindade ultrajada, por toda a eternidade. Mesmo aqueles que estiverem no inferno reconhecero a perfeita justia de Deus (Salmos 76:10). Aqueles que estiverem no inferno, real como , sabero que sua punio justa e que eles sozinhos tm a culpa (Deuteronmio 32:3-5). Sim, o inferno real. Sim, o inferno um lugar de tormento e punio que dura para todo o sempre, que jamais tem fim! Glria a Deus, pois atravs de Jesus podemos escapar deste destino eterno (Joo 3:16-18-36). O que so os Novos Cus e Nova Terra? gotquestions.org: Muitas pessoas tm uma concepo errada de como realmente o Cu. Apocalipse (captulos 21-22) nos d uma descrio detalhada dos Novos Cus e Nova Terra. Depois do fim dos tempos, os atuais Cus e Terra sero eliminados e substitudos por Novos Cus e Nova Terra. O lugar de habitao eterna dos crentes ser a Nova Terra. A Nova Terra o Cu onde passaremos a eternidade. na Nova Terra, onde a Nova Jerusalm, a cidade celestial, se estabelecer. a Nova Terra o lugar onde

haver portes de prolas e ruas de ouro. Cu a Nova Terra o lugar fsico onde habitaremos com corpos fsicos glorificados (veja I Corntios 15:35-58). O conceito de que o Cu nas nuvens no bblico. O conceito de que seremos espritos flutuando pelo Cu no bblico. O Cu onde os crentes vivero ser um novo e perfeito planeta no qual habitaremos. O Novo Cu ser livre de pecado, mal, enfermidade, sofrimento e morte. Ser provavelmente muito parecido com nossa Terra atual, ou talvez at uma recriao de nossa terra atual mas sem a maldio do pecado. E quanto aos Novos Cus? importante lembrar que na mente antiga cus se referia aos cus e espao sideral, como tambm esfera na qual Deus habita. Ento, quando Apocalipse 21:1 se refere aos Novos Cus, est provavelmente indicando que todo o universo ser criado, uma Nova Terra, novos cus, um novo espao sideral. Parece que o Cu de Deus ser recriado tambm, para que seja dado um novo comeo a tudo no universo, seja fsico ou espiritual. Teremos acesso aos Novos Cus na eternidade? Possivelmente... mas teremos que esperar para descobrir! Que possamos permitir que a Palavra de Deus molde nosso entendimento sobre o Cu!

Os cristos devem guardar o Sabbath (sbado)? gotquestions.org: Freqentemente se diz que Deus instituiu o Sabbath no den por causa de sua conexo com a criao em xodo 20:11. Apesar do descanso de Deus no stimo dia (Gnesis 2:3) ter sugerido uma futura lei do Sabbath, no h registro bblico do Sabbath antes dos filhos de Israel terem deixado a terra do Egito. Em nenhum lugar das Escrituras h qualquer indcio de que guardar o Sabbath tenha sido praticado de Ado a Moiss. A Palavra de Deus deixa muito claro que guardar o Sabbath era um sinal especial entre Deus e Israel: E subiu Moiss a Deus, e o Senhor o chamou do monte, dizendo: Assim falars casa de Jac, e anunciars aos filhos de Israel: Vs tendes visto o que fiz aos egpcios, como vos levei sobre asas de guias, e vos trouxe a mim; Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliana, ento sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra minha (xodo 19:3-5). Guardaro, pois, o sbado os filhos de Israel, celebrando-o nas suas geraes por aliana perptua. Entre mim e os filhos de Israel ser um sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor os cus e a terra, e ao stimo dia descansou, e restaurou-se (xodo 31:16-17). Em Deuteronmio 5, Moiss reafirma os dez mandamentos prxima gerao de israelitas. Aqui, aps ordenar que se guardasse o Sabbath nos versos 12-14, Moiss d a razo por que o Sabbath foi dado nao de Israel: Porque te lembrars que foste servo na terra do Egito, e que o Senhor teu Deus te tirou dali com mo forte e brao estendido; por isso o Senhor teu Deus te ordenou que guardasses o dia de sbado (Deuteronmio 5:15). Repare na expresso por isso. A inteno de Deus em dar o Sabbath a Israel no foi que se lembrassem da criao, mas que se lembrassem de sua escravido egpcia e o livramento do Senhor. Observe os requisitos para se guardar o Sabbath: A pessoa sob a lei do Sabbath no poderia deixar sua casa no Sabbath (xodo 16:29), no poderia acender fogo (xodo 35:3) e no poderia fazer ningum

trabalhar (Deuteronmio 5:14). A pessoa que quebrasse a lei do Sabbath seria colocada morte (xodo 31:15; Nmeros 15:32-35). Um exame das passagens do Novo Testamento nos mostra quatro pontos importantes: 1) Sempre que Cristo aparece em Sua forma ressuscitada (e o dia mencionado), sempre o primeiro dia da semana (Mateus 28:1, 9, 10; Marcos 16:9; Lucas 24:1, 13, 15; Joo 20:19, 26). 2) A nica vez em que mencionado o Sabbath, desde Atos at Apocalipse, isto feito para fins evangelsticos aos judeus e sempre no contexto da sinagoga (Atos captulos 13-18). Paulo escreveu: E fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus; para os que esto debaixo da lei, como se estivesse debaixo da lei, para ganhar os que esto debaixo da lei (I Corntios 9:20). Paulo no foi sinagoga para ter comunho com os santos ou edific-los, mas para convencer os perdidos e salv-los. 3) Desde o momento em que Paulo afirma e desde agora parto para os gentios (Atos 18:6), o Sabbath no mais mencionado. 4) Ao invs de sugerir que se observe o Sabbath, o restante do Novo Testamento sugere o oposto (incluindo a nica exceo, no ponto 3 acima, encontrada em Colossenses 2:16). Olhando mais de perto o ponto 4 acima, este revela que no h obrigao para o crente do Novo Testamento de guardar o Sabbath, e mostra tambm que a idia de um domingo (Sabbath cristo) tambm no se encontra nas Escrituras. Como discutido acima, apenas uma vez o Sabbath mencionado depois que Paulo objetiva os Gentios: Portanto, ningum vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sbados, Que so sombras das coisas futuras, mas o corpo de Cristo (Colossenses 2:16-17). O Sbado Judeu (Sabbath) foi abolido na cruz onde Cristo riscou o escrito de dvida que havia contra ns nas suas ordenanas, o qual nos era contrrio, removeu-o do meio de ns, cravando-o na cruz (Colossenses 2:14). Esta idia repetida mais de uma vez no Novo Testamento: Um faz diferena entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em sua prpria mente. Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz e o que no faz caso do dia para o Senhor o no faz (Romanos 14:5-6a). Mas agora, conhecendo a Deus, ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir? Guardais dias, e meses, e tempos, e anos (Glatas 4:9-10). Alguns afirmam, entretanto, que um mandato de Constantino em 321 d.C. mudou o Sabbath de sbado para domingo. Em que dia a igreja primitiva se reunia para adorao? As Escrituras nunca mencionam o Sabbath (sbado) como dia de reunies pelos crentes para comunho ou adorao. Entretanto, h passagens claras que mencionam o primeiro dia da semana. Por exemplo, Atos 20:7 afirma: E no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discpulos para partir o po. Em I Corntios 16:2 Paulo exorta aos crentes corntios: No primeiro dia da semana cada um de vs ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade. Uma vez que Paulo designa esta oferta como servio em II Corntios 9:12, esta coleta deve ter sido ligada com a adorao do culto de domingo da assemblia crist. Historicamente, domingo, no sbado, era o dia normal de encontros dos cristos na igreja, e sua prtica vem desde o primeiro sculo. O Sabbath foi estabelecido para Israel, no para a igreja. O Sabbath ainda sbado, no domingo, e nunca foi mudado. Mas o Sabbath parte da Lei do Velho Testamento, e os cristos so livres da servido da Lei (Glatas 4:1-26; Romanos 6:14). Guardar o Sabbath no algo cobrado dos cristos, seja um sbado ou domingo. O primeiro dia da semana, domingo, o Dia do Senhor (Apocalipse 1:10) celebra a Nova Criao, com Cristo como nossa Cabea ressuscitada. No somos obrigados a seguir o Sabbath de Moiss - descansando, mas somos agora livres para seguir o Cristo ressuscitado servindo. O Apstolo

Paulo disse que cada cristo deveria decidir se observa ou no o descanso do Sabbath: Um faz diferena entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente convicto em sua prpria mente (Romanos 14:5). Devemos adorar a Deus todos os dias, no somente no sbado ou domingo.

O que diz a Bblia a respeito do dzimo? gotquestions.org: A questo do dzimo gera dificuldade e resistncia em muitos cristos. Em muitas igrejas, o dzimo recebe excessiva nfase. Ao mesmo tempo, muitos cristos no se submetem exortao bblica em ofertar ao Senhor. O dzimo e as ofertas deveriam ser uma alegria, uma bno. Mas raramente o que acontece nas igrejas hoje, infelizmente. Dar o dzimo um conceito do Velho Testamento. O dzimo era exigido pela lei na qual todos os israelitas deveriam dar ao Tabernculo/Templo 10% de todo o fruto de seu trabalho e de tudo o que criassem (Levtico 27:30; Nmeros 18:26; Deuteronmio 14:22; II Crnicas 31:5; Malaquias 3:8-10). Alguns entendem o dzimo no Velho Testamento como um mtodo de taxao destinado a prover pelas necessidades dos sacerdotes e Levitas do sistema sacrificial. O Novo Testamento, em nenhum lugar ordena, e nem mesmo recomenda que os cristos se submetam a um sistema legalista de dizimar. Paulo afirma que os crentes devem separar uma parte de seus ganhos para sustentar a igreja (I Corntios 16:12). O Novo Testamento, em lugar algum, determina certa porcentagem de ganhos que deva ser separada, mas apenas diz conforme a sua prosperidade (I Corntios 16:2). A igreja crist basicamente tomou esta proporo (10%) do dzimo do Velho Testamento e a incorporou como um mnimo recomendado para o ofertar cristo. Entretanto, os cristos no deveriam se sentir obrigados a se prender sempre quantia de 10%. Deveriam sim dar de acordo com suas possibilidades, conforme sua prosperidade. s vezes, isto significa dar mais do que 10%, s vezes, dar menos que 10%. Tudo depende das possibilidades do cristo e das necessidades da igreja. Cada cristo deve cuidadosamente orar e buscar a sabedoria vinda de Deus no tocante a sua participao com o dzimo e/ou a quanto deve dar (Tiago 1:5). Cada um contribua segundo props no seu corao; no com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que d com alegria (II Corntios 9:7). Pergunta: "Quem so os 144.000?" gotquestions.org: O livro do Apocalipse tem sempre sido um desafio para os seus intrpretes. Esse livro cheio de imagens vvidas e simbolismo, que muitas pessoas tm interpretado de forma diferente, dependendo das suas pressuposies do livro como um todo. H quatro abordagens principais para interpretar o livro de Apocalipse: 1) Preterista (que v todos ou quase todos os eventos no livro de Apocalipse como j tendo ocorrido antes do fim do primeiro sculo); 2) Historicista (que v o livro de Apocalipse como uma anlise da histria da Igreja dos tempos apstolicos at o presente); 3) Idealista (que v o livro de Apocalipse como uma representao da luta entre o bem e o mal); 4) Futurista (que v o livro de Apocalipse como proftico dos eventos que ho de vir). Dos quatro, apenas a abordagem futurista interpreta o livro de Apocalipse com o mesmo mtodo gramtico-histrico que o resto das Escrituras. Esse mtodo tambm se encaixa melhor com a declarao do livro de Apocalipse de ser profecia (Apocalipse 1:3; 22:7, 10, 18, 19).

Ento, a resposta para a pergunta: quem so os 144,000? vai depender de qual abordagem de interpretao voc usa para o livro de Apocalipse. Com exceo da abordagem futurista, todos as outras abordagens interpretam os 144.000 simbolicamente, como sendo representativos da Igreja, e o nmero 144,000 simblico da totalidade quer dizer, do nmero completo da Igreja. Mesmo assim, ao ler a passagem de forma literal: Ento, ouvi o nmero dos que foram selados, que era cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel (Apocalipse 7:4), no h nada nessa passagem que encoraje a interpretao dos 144.000 de qualquer outra forma que no seja um nmero literal de 144.000 judeus, 12.000 tirados de cada tribo dos filhos de Israel. O Novo Testamento no oferece nenhum texto bem definido para substituir Israel com a Igreja. Esses judeus foram selados, o que significa que eles tm uma proteo especial de Deus de todos os julgamentos divinos e do anticristo para que possam executar a sua misso durante o perodo da Tribulao (veja Apocalipse 6:17, em cuja passagem pessoas vo desejar saber quem vai poder suster-se da ira que h de vir). O periodo da Tribulao um futuro perodo de sete anos no qual Deus vai executar julgamento divino a todo aquele que O rejeitou, e completar seu plano de salvao para a nao de Israel. Tudo isso acontecer de acordo com a revelao de Deus ao profeta Daniel (Daniel 9:2427). Os 144.000 judeus so uma espcie de primcias (Apocalipse 14:4) de um Israel remidido, o qual tem sido profetizado anteriormente (Zacarias 12:10; Romanos 11:25-27), e sua misso evangelizar o mundo aps o arrebatamento e proclamar o evangelho durante o perodo da Tribulao. Como resultado do seu ministrio, milhes (Depois destas coisas, vi, e eis grande multido que ningum podia enumerar, de todas as naes, tribos, povos e lnguas, em p diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mos) vo ter f em Cristo (Apocalipse 7:9). Muito da confuso em relao aos 144.000 o resultado das falsas doutrinas das Testemunhas de Jeov. As Testemunhas de Jeov clamam que 144.000 um limite ao nmero de pessoas que vo reinar com Cristo no cu e passar a eternidade com Deus. Os 144.000 tm o que as Testemunhas de Jeov chamam de esperana celestial. Aqueles que no so nascidos de novo vo gozar do que eles chamam de esperana terrestre um paraso na terra governado por Cristo e os 144.000. Podemos ver claramente que o ensinamento das Testemunhas de Jeov funda uma sociedade casta depois da morte com uma classe dominante (os 144.000) e aqueles que so dominados. A Bblia no ensina uma doutrina de dupla classe. verdade que de acordo com Apocalipse 20:4 haver pessoas reinando no Milnio com Cristo. Essas pessoas sero da Igreja (seguidores de Jesus Cristo), santos do Velho Testamento (seguidores que morreram antes do primeiro Advento de Cristo) e os santos da Tribulao (aqueles que aceitam a Cristo durante o perodo da Tribulao). Mesmo assim, a Bblia no coloca nenhum limite numrico a esse grupo de pessoas. Alm do mais, o Milnio diferente do Estado Eterno, o qual vai ocorrer no final do Milnio. Naquela hora, Deus vai habitar conosco na Nova Jerusalm. Ele ser o nosso Deus, e seremos o seu povo (Apocalipse 21:3). A herana prometida a ns em Cristo e selada pelo Esprito Santo (Efsios 1:13-14) ser nossa e seremos todos co-herdeiros com Cristo (Romanos 8:17). O que aconteceu com a Arca da Aliana? gotquestions.org: O que aconteceu com a Arca da Aliana uma pergunta que tem fascinado telogos, estudantes da Bblia e arqueologistas por vrios sculos. No dcimo oitavo ano do seu reino, o rei de Jud chamado Josias ordenou que aqueles que zelavam pela Arca da Aliana a retornassem ao templo em Jerusalm (2 Crnicas 35:1-6; veja tambm 2 Reis 23:21-23). Essa a ltima vez que a Arca da Aliana mencionada nas Escrituras. Quarenta anos depois, o Rei Nabucodonosor da Babilnia capturou

Jerusalm e assaltou o templo. Menos de quarenta anos depois, ele retornou, levou o que ainda sobrava no templo, e queimou a cidade e o templo por completo. Ento o que aconteceu com a Arca? Foi pega por Nabucodonosor? Foi destruda com a cidade? Ou foi removida e escondida antes de tudo isso acontecer, assim como evidentemente foi o caso do Fara Sisaque no Egito, o qual assaltou o templo durante o reino do filho de Salomo, o Rei Roboo? (Eu digo evidentemente porque se a Arca no tivesse sido escondida de Sisaque e ele tivesse tomado posse da arca, como alguns acham veja o enredo do filme Indiana Jones e os caadores da Arca Perdida - ento por que Josias teria pedido que os Levitas devolvessem a Arca tantos anos depois, se eles no a tivessem em sua posse em primeiro lugar?) O livro no cannico de 2 Macabeus registra que bem antes da invaso babilnica, Jeremias pela f da revelao, havia desejado fazer-se acompanhar pela arca e pelo tabernculo, quando subisse a montanha que subiu Moiss para contemplar a herana de Deus[quer dizer, Monte Nebo; veja tambm Deuteronomy 31:1-4]. No momento em que chegou, descobriu uma vasta caverna, na qual mandou depositar a arca, o tabernculo e o altar dos perfumes; em seguida, tapou a entrada (2:4-5). No entanto, Alguns daqueles que o haviam acompanhado voltaram para marcar o caminho com sinais, mas no puderam ach-lo. Quando Jeremias soube, repreendeu-os e disse-lhes que esse lugar ficaria desconhecido, at que Deus reunisse seu povo e usasse com ele de misericrdia. Ento revelar o Senhor o que ele encerra e aparecer a glria do Senhor como uma densa nuvem, semelhante que apareceu sobre Moiss e quando Salomo rezou para que o templo recebesse uma consagrao magnfica (2:6-8). No se sabe se essa narrativa de segunda mo correta, mas se for, no saberemos de certeza o que aconteceu at que o Senhor retorne, como a passagem fala no final. Outras teorias sobre onde a Arca perdida pode estar so dadas pelo rabinos Shlomo Goren e Yehuda Getz, os quais acreditam que a Arca est escondida embaixo da Montanha do Templo e foi l enterrada antes que Nabucodonosor pudesse roub-la. Infelizmente, o Templo do Monte onde se encontra a Cpula da Rocha, mesquita sagrada de Jerusalm, e a comunidade muulmana local se recusa a deixar que o territrio seja escavado para tentar achar a Arca. Por isso no podemos saber se os rabinos esto corretos ou no. O explorador Vendyl Jones, entre outros, acredita que um artefato encontrado entre os Pergaminhos do Mar Morto, o enigmtico Pergaminho de Cobre da Caverna 3, na verdade um mapa de tesouro que detalha a localizao de vrios tesouros preciosos tirados to Templo antes da chegada dos Babilnicos, incluindo a Arca da Aliana. Se isso verdade ou no, ainda no sabemos, pois ningum pde achar todos os marcos geogrficos listados no pergaminho. interessante que alguns estudiosos especulam que o Pergaminho de Cobre pode ser o registro ao qual 2 Macabeus 2:1 e 4 se refere e que descreve Jeremias escondendo a Arca. Enquanto essa pode ser uma especulao interessante, ainda permanece sem fundamento. O antigo correspondente da frica Oriental para O Economista, Graham Hancock, publicou um livro em 1992 chamado de O Sinal e o Selo: a busca da Arca da Aliana, no qual ele argumentou que a Arca tinha sido armazenada na Igreja de Santa Maria de Sio em Aksum, uma cidade primitiva da Etipia. O explorador Robert Cornuke, do Instituto B.A.S.E. de Colorado, tambm acredita que a Arca pode estar em Aksum. No entanto, ela ainda no foi encontrada. Da mesma forma, arqueologista Michael Sanders acredita que a arca est escondida em um templo primitivo do Egito na vilagem Israelita de Djaharya, mas ele ainda no a encontrou. Uma tradio irlandesa bem duvidvel acredita que a Arca est enterrada sob o Monte de Tara na

Irlanda. Alguns estudiosos acreditam que essa a fonte da lenda irlandesa de um pote de ouro no fim do arco-ris. Lendas mais duvidosas ainda so as de Ron Wyatt e Crotser; Wyatt afirmando que j viu a Arca da Aliana enterrada sob o Monte Calvrio, e Crotser afirmando que a viu no Monte Pisgah, perto do Monte Nebo. Esses dois homens no tm qualquer credibilidade com a comunidade arqueolgica, pois nenhum deles pde apresentar qualquer evidncia para suas teorias. No fim das contas, apenas Deus realmente sabe onde a Arca est. Teorias interessantes como as que descrevemos nesse artigo j foram apresentadas, mas ningum pde encontr-la ainda. O escritor de 2 Macabeus talvez estava certo em dizer que talvez nunca saberemos o que aconteceu com a Arca da Aliana at que o Senhor retorne. Quem era Melquisedeque? gotquestions.org: Melquisedeque, cujo nome significa rei de justia, foi um rei de Salm (Jerusalm) e sacerdote do Deus Altssimo (Gnesis 14:18-20; Salmo 110:4; Hebreus 5:6-11; 6:20-7:28). O aparecimento e desaparecimento repentinos de Melquisedeque no livro de Gnesis so misteriosos. Melquisedeque e Abrao se conheceram pela primeira vez depois da vitria de Abro contra Quedorlaomer e seus trs aliados. Melquisedeque ofereceu po e vinho a Abrao e aos seus homens que estavam muito cansados, demonstrando amizade. Ele abenoou Abrao no nome de El Elyon ("Deus Altssimo") e louvou a Deus por ter dado a Abrao vitria na batalha (Gnesis 14:18-20). Abrao ofereceu a Melquisedeque um dzimo de tudo que tinha conquistado. Ao fazer isso Abrao indicou que ele reconhecia que Melquisedeque acreditava no Deus verdadeiro e era Seu seguidor, assim como um sacerdote de posio mais elevada que o prprio Abrao. A existncia de Melquisedeque mostra que outras pessoas alm de Abrao e sua famlia tambm serviam ao Deus verdadeiro. Em Salmo 110, um salmo messinico escrito por Davi (Mateus 22:43), Melquisedeque visto como um tipo de Cristo (modelo ou figura de Cristo). O tema repetido no livro de Hebreus, onde Melquisedeque e Cristo so considerados reis da justia e da paz. Ao citar Melquisedeque e seu sacerdcio especial como um tipo, o autor mostra que o novo sacerdcio de Cristo superior ordem levtica e ao sacerdcio de Aro (Hebreus 7:1-10). Alguns acreditam que Melquisedeque era uma apario do Cristo pr-encarnado. Isso possvel mas pouco provvel. Melquisedeque era o rei de Salm. Ser que Cristo teria vindo terra e reinado em uma cidade? Melquisedeque semelhante a Cristo porque os dois so sacerdotes e reis; por isso Melquisedeque pode ser chamado de um tipo de Cristo, mas os dois no so as mesmas pessoas. Por que os judeus e os rabes/muulmanos se odeiam? gotquestions.org: Primeiro, importante entender que nem todos os rabes so muulmanos, e nem todos os muulmanos so rabes. Enquanto a maioria dos rabes muulmana, h muitos rabes nomuulmanos. Alm disso, h significantemente mais muulmanos no-rabes (em reas como a Indonsia e a Malsia) do que muulmanos rabes. Segundo, importante lembrar que nem todos os rabes odeiam os judeus, que nem todos os muulmanos odeiam os judeus, e que nem todos os judeus odeiam os rabes e os muulmanos. Ns devemos ter o cuidado de no estereotipar as pessoas. No entanto, dito isso, falando em sentido geral, rabes e muulmanos tm desgosto e desconfiana dos judeus, e vice-versa.

Se h uma explicao bblica explcita para esta animosidade, ela remonta aos tempos de Abrao. Os judeus so descendentes de Isaque, filho de Abrao. Os rabes so descendentes de Ismael, tambm filho de Abrao. Sendo Ismael filho de uma mulher escrava (Gnesis 16:1-6) e Isaque sendo o filho prometido que herdaria as promessas feitas a Abrao (Gnesis 21:1-3), obviamente haveria alguma animosidade entre os dois filhos. Como resultado das provocaes de Ismael contra Isaque (Gnesis 21:9), Sara disse para Abrao mandar embora Agar e Ismael (Gnesis 21:11-21). Isto causou no corao de Ismael ainda mais contenda contra Isaque. Um anjo at profetizou a Agar que Ismael viveria em hostilidade contra todos os seus irmos (Gnesis 16:11-12). A religio do Isl, qual a maioria dos rabes aderente, tornou essa hostilidade mais profunda. O Alcoro contm instrues de certa forma contraditrias para os muulmanos em relao aos judeus. Em certo ponto, ele instrui os muulmanos a tratar os judeus como irmos, mas em outro ponto, ordena que os muulmanos ataquem os judeus que se recusam a se converter ao Isl. O Alcoro tambm introduz um conflito sobre o qual filho de Abrao era realmente o filho da promessa. As Escrituras hebraicas dizem que era Isaque. O Alcoro diz que era Ismael. O Alcoro ensina que foi Ismael a quem Abrao quase sacrificou ao Senhor, no Isaque (em contradio a Gnesis captulo 22). Este debate sobre quem era o filho da promessa contribui para a hostilidade de hoje em dia. No entanto, a antiga raiz de hostilidade entre Isaque e Ismael no explica toda a hostilidade entre os judeus e os rabes de hoje. Na verdade, por milhares de anos durante a histria do Oriente Mdio, os judeus e os rabes viveram em relativa paz e indiferena entre si. A causa primria da hostilidade tem uma origem moderna. Aps a Segunda Guerra Mundial, quando as Naes Unidas deram uma poro da terra de Israel para o povo judeu, a terra na poca era habitada principalmente por rabes (os palestinos). A maioria dos rabes protestou veementemente contra o fato da nao de Israel ocupar aquela terra. As naes rabes se uniram e atacaram Israel em uma tentativa de extermin-los da terra mas eles foram derrotados por Israel. Desde ento, tem havido grande hostilidade entre Israel e seus vizinhos rabes. Se voc olhar num mapa, Israel tem uma pequena faixa de terra e est cercado por naes rabes muito maiores, como a Jordnia, a Sria, a Arbia Saudita, o Iraque e o Egito. O nosso ponto de vista que, biblicamente falando, Israel tem o direito de existir como uma nao em sua prpria terra Deus deu a terra de Israel aos descendentes de Jac, neto de Abrao. Ao mesmo tempo, ns acreditamos que Israel deveria buscar a paz e mostrar respeito pelos seus vizinhos rabes. Salmos 122:6 declara: Orai pela paz de Jerusalm! Sejam prsperos os que te amam. As mulheres deveriam servir como pastoras e pregadoras? gotquestions.org: Talvez no haja assunto mais debatido nas igrejas hoje do que a questo das mulheres servindo como pastoras e pregadoras no ministrio. Por este motivo, muito importante que no se veja esta questo como uma competio entre homens e mulheres. H mulheres que acreditam que mulheres no devam servir como pastoras e que a Bblia coloca restries ao ministrio das mulheres - e h homens que crem que as mulheres podem servir como pregadoras e que no h restries quanto atuao das mulheres no ministrio. Esta no uma questo de machismo ou discriminao. uma questo de interpretao bblica. I Timteo 2:11-12 proclama: A mulher aprenda em silncio, com toda a sujeio. No permito, porm, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silncio. Na igreja, Deus designa papis diferentes a homens e mulheres. Isto resultado da forma como a humanidade foi

criada (I Timteo 2:13) e da forma pela qual o pecado entrou no mundo (II Timteo 2:14). Deus, atravs do que escreveu o Apstolo Paulo, estabelece que as mulheres no sirvam em papis de autoridade em ensino espiritual acima dos homens. Isto impede as mulheres de servirem como pastoras, o que definitivamente inclui pregar a homens, ensinar a homens e ter autoridade espiritual sobre eles. H muitas objees a esta viso em relao s mulheres no ministrio ou mulheres pastoras. Uma objeo comum que Paulo restringe as mulheres de ensinar porque, no primeiro sculo, as mulheres, tipicamente, no possuam uma educao formal. Entretanto, I Timteo 2:11-14, em nenhum momento menciona o status educacional. Se a educao formal constitua em qualificao para o ministrio, a maioria dos discpulos de Jesus, provavelmente, no teria sido qualificada. Uma segunda objeo comum que Paulo restringiu apenas as mulheres de feso quanto questo do ensino. (I Timteo foi escrito a Timteo, que era pastor da igreja em feso). A cidade de feso era conhecida por seu templo a rtemis, a falsa deusa greco-romana. As mulheres eram autoridade na adorao a rtemis. Entretanto, o livro de I Timteo, em momento algum, menciona rtemis, tampouco Paulo menciona a adorao a rtemis como razo para as restries em I Timteo 2:11-12. Uma terceira objeo comum que Paulo est se referindo apenas a maridos e esposas, no a homens e mulheres em geral. As palavras gregas em I Timteo 2:11-14 poderiam se referir a maridos e esposas. Entretanto, o significado bsico das palavras homem e mulher. Alm disso, as mesmas palavras gregas so usadas nos versos 8-10. Apenas os maridos devem levantar as mos santas em orao sem iras ou contendas (verso 8)? Somente as esposas devem se vestir com recato, com boas obras e adorao a Deus (versos 9-10)? Claro que no! Os versos 8-10 se referem claramente a homens e mulheres em geral, no apenas a maridos e esposas. No h nada no contexto que possa indicar uma mudana para maridos e esposas nos versos 11-14. Mais uma objeo freqente a esta interpretao sobre mulheres pastoras/pregadoras em relao a Miri, Dbora, Hulda, Priscila, Febe, etc. mulheres que ocuparam posies de liderana na Bblia. Esta objeo falha em perceber alguns fatores relevantes. Em relao a Dbora, ela era a nica juza entre 13 juzes homens. Em relao a Hulda, era a nica profeta mulher entre dzias de profetas homens mencionados na Bblia. A nica ligao de Miri com a liderana era devido ao fato de ser irm de Moiss e Aro. As duas mulheres mais importantes do tempo dos reis foram Atalia e Jezebel pssimos exemplos de boa liderana feminina. No Livro de Atos, captulo 18, Priscila e quila foram apresentados como ministros fiis a Cristo. O nome de Priscila foi mencionado primeiro, provavelmente indicando que era mais importante no ministrio que seu esposo. Entretanto, Priscila, em lugar algum, descrita como participante em uma atividade ministerial que esteja em contradio com I Timteo 2: 11-14. Priscila e quila trouxeram Apolo at sua casa e ambos o discipularam, explicando a ele a Palavra de Deus de modo mais preciso (Atos 18:26). Em Romanos 16:1, mesmo que Febe seja considerada uma diaconisa ao invs de serva, isto no indica que fosse uma professora na igreja. Apto a ensinar um ttulo dado aos ancios, mas no aos diconos (I Timteo 3:1-13; Tito 1:6-9). Ancios/bispos/diconos so descritos como maridos de uma s esposa, e um homem no qual os filhos crem e homem digno de respeito. Alm disso, em I Timteo 3:1-13 e Tito 1:6-9, apenas pronomes masculinos so usados para se referir a ancios/bispos/diconos. A estrutura de I Timteo 2:11-14 faz a razo ser perfeitamente clara. O verso 13 inicia com porque e d o motivo do que Paulo afirmou nos versos 11-12. Por que no devem as mulheres ensinar ou ter

autoridade sobre os homens? Porque primeiro foi formado Ado, depois Eva. E Ado no foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgresso. Este o motivo. Deus criou Ado primeiro, e depois criou Eva para ser uma ajudadora de Ado. Esta ordem da Criao tem aplicao universal para a humanidade na famlia (Efsios 5:22-33) e na igreja. O fato de Eva ter sido enganada tambm dado como razo para as mulheres no poderem servir como pastoras ou ter autoridade espiritual sobre os homens. Isto leva alguns a crerem que as mulheres no devem ensinar por serem mais facilmente enganadas. Este conceito duvidoso... mas se as mulheres so mais facilmente enganadas, por que se deveria deixar que ensinem a crianas (que so facilmente enganadas) e outras mulheres (que supostamente so mais facilmente enganadas)? No isso que diz o texto. As mulheres no devem ensinar ou ter autoridade espiritual sobre os homens porque Eva foi enganada. Como resultado, Deus deu aos homens a autoridade primria de ensinar na igreja. As mulheres so excelentes em dons de hospitalidade, misericrdia, ensino e ajuda. Muito do ministrio da igreja depende das mulheres. As mulheres na igreja no esto restritas ao ministrio de orar e profetizar (I Corntios 11:5), mas o esto em relao autoridade de ensino espiritual sobre os homens. A Bblia, em nenhum lugar, faz restries quanto a mulheres no exerccio de dons do Esprito Santo (I Corntios captulo 12). As mulheres, tanto quanto os homens, so chamadas a ministrar aos outros, para demonstrar o fruto do Esprito (Glatas 5:22-23) e a proclamar o Evangelho aos perdidos (Mateus 28:1820; Atos 1:8; I Pedro 3:15). Deus ordenou que somente homens servissem em posies de autoridade de ensino espiritual na igreja. Isto no porque os homens sejam necessariamente professores com melhor qualificao ou porque as mulheres sejam inferiores ou menos inteligentes (o que no o caso). simplesmente a maneira que Deus designou para o funcionamento da igreja. Os homens devem dar o exemplo na liderana espiritual em suas vidas e atravs de suas palavras. As mulheres devem ter um papel de menos autoridade. As mulheres so encorajadas a ensinar a outras mulheres (Tito 2:3-5). A Bblia tambm no faz restrio a que as mulheres ensinem crianas. A nica atividade que as mulheres so impedidas de fazer ensinar ou ter autoridade espiritual sobre homens. Isto logicamente inclui mulheres servindo como pastoras e pregadoras. Isto no faz, de jeito algum, com que as mulheres sejam menos importantes, mas, ao invs, d a elas um foco ministerial mais de acordo com o dom dado a elas por Deus. O que diz a Bblia sobre o consumo de bebidas alcolicas/vinho? gotquestions.org: Vrios versculos encorajam as pessoas a que se mantenham longe do lcool (Levtico 10:9; Nmeros 6:3; Deuteronmio 14:26; 29:6; Juzes 13:4,7,14; I Samuel 1:15; Provrbios 20:1; 31:4,6; Isaas 5:11,22; 24:9; 28:7; 29:9; 56:12; Miquias 2:11; Lucas 1:15). Entretanto, as Escrituras no necessariamente probem que um cristo beba cerveja, vinho ou qualquer outra bebida alcolica. Aos cristos se ordena que evitem a embriaguez (Efsios 5:18). A Bblia condena a embriaguez e seus efeitos (Provrbios 23:29-35). Aos cristos tambm se ordena que no permitam que seus corpos sejam controlados por coisa alguma (I Corntios 6:12, II Pedro 2:19). As Escrituras tambm probem que os cristos faam qualquer coisa que possa ofender outros cristos ou que possa encoraj-los a pecar contra sua conscincia (I Corntios 8:9-13). luz desses princpios, seria extremamente difcil para um cristo dizer que esteja consumindo bebidas alcolicas para a glria de Deus (I Corntios 10:31). Jesus transformou a gua em vinho. E em algumas ocasies, muito provavelmente bebeu vinho (Joo 2:1-11; Mateus 26:29). No tempo do Novo Testamento, a gua no era muito limpa. Sem as modernas conquistas no campo sanitrio, a gua era cheia de bactrias, vrus e todos os tipos de impurezas (o que

ainda acontece na maioria dos pases de terceiro mundo). Como resultado, freqentemente as pessoas bebiam vinho (ou suco de uva), pois era muito mais improvvel que estas bebidas estivessem contaminadas. Em I Timteo 5:23, Paulo instruiu Timteo a parar de beber gua (que provavelmente estaria causando seus problemas estomacais) e ao invs, beber vinho. Na Bblia, a palavra grega para vinho a mais corriqueira. Naqueles dias, o vinho era fermentado, mas no tanto quanto hoje. incorreto dizer que era suco de uva, mas tambm incorreto dizer que era o mesmo vinho que usamos hoje em dia. Repetindo, as Escrituras no necessariamente probem que os cristos bebam cerveja, vinho ou qualquer outra bebida alcolica. O lcool em si no pecaminoso. Mas da bebedeira e do vcio do lcool que o cristo deve se afastar (Efsios 5:18; I Corntios 6:12). Entretanto, na Bblia h princpios que fazem difcil que se aceite que o consumo de bebidas alcolicas pelo cristo, em qualquer quantidade, agrade a Deus. o papa o vigrio de Cristo? gotquestions.org: O termo vigrio vem do latim vicarius, que quer dizer ao invs de. Na Igreja Catlica, o vigrio o representante de um oficial de posio superior, com toda a autoridade e poder do oficial. Chamando o papa de vigrio de Cristo, estaremos dizendo que ele tem o mesmo poder e autoridade que Cristo teve sobre a Igreja. O ttulo deriva das palavras de Jesus a Pedro em Joo 21:1617: Apascenta as minhas ovelhas...Apascenta as minhas ovelhas. Isto, de acordo com o raciocnio catlico, define Pedro como o Prncipe dos Apstolos, o primeiro papa, e satisfaz as palavras de Jesus em Mateus 16:18-19 (quando chamou Pedro a rocha sobre a qual Jesus edificaria Sua igreja). Para compreendermos melhor se ou no bblico considerar que um mero homem seja o representante de Cristo, viramos as pginas das Escrituras para encontrarmos o que dizem sobre o papel de Jesus em nossas vidas, quando Ele andava sobre a terra e o que Ele continua fazendo agora. A carta de Hebreus faz a comparao entre Jesus e o sumo sacerdote Melquisedeque (Gnesis captulo 14), e contrasta isto com o velho sacerdcio levtico. A pergunta que se prope : se a perfeio pudesse ser obtida pelo cumprimento da lei, por que um outro sacerdote deveria vir (Hebreus 7:11)? O escritor diz: Visto ser manifesto que nosso Senhor procedeu de Jud, e concernente a essa tribo nunca Moiss falou de sacerdcio. E muito mais manifesto ainda, se semelhana de Melquisedeque se levantar outro sacerdote, Que no foi feito segundo a lei do mandamento carnal, mas segundo a virtude da vida incorruptvel. Porque dele assim se testifica: Tu s sacerdote eternamente, Segundo a ordem de Melquisedeque. Porque o precedente mandamento abrogado por causa da sua fraqueza e inutilidade (Pois a lei nenhuma coisa aperfeioou) e desta sorte introduzida uma melhor esperana, pela qual chegamos a Deus (Hebreus 7:14-19). Isto faz de Jesus superior aos sacerdotes, e principalmente, aos sumo sacerdotes. Este o texto-chave: E, na verdade, aqueles foram feitos sacerdotes em grande nmero, porque pela morte foram impedidos de permanecer, Mas este, porque permanece eternamente, tem um sacerdcio perptuo. Portanto, pode tambm salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles (Hebreus 7:23-25). Isto significa que Jesus nosso sumo sacerdote para sempre. Por ser santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores, e feito mais sublime do que os cus (Hebreus 7:26), Ele diferente dos outros sacerdotes: Que no necessitasse, como os sumos sacerdotes, de oferecer cada dia sacrifcios, primeiramente por seus prprios pecados, e depois pelos do povo; porque isto fez ele, uma vez,

oferecendo-se a si mesmo (Hebreus 7:27). Os homens so constitudos pela Lei, e os homens so fracos. Mas o Filho foi constitudo pela Nova Aliana, e Ele foi constitudo perfeito para sempre (Hebreus 7:28). O ministrio de Jesus superior ao antigo, e fundado em melhores promessas (Hebreus 8:6). A Bblia diz de Jesus que no h outro nome pelo qual os homens possam ser salvos (Atos 4:12). H somente um mediador entre Deus e os homens, e este Jesus Cristo (I Timteo 2:5). Podemos agora ver que no h qualquer base bblica para se afirmar em ser um representante de Cristo na terra. Nenhum homem poderia fazer o que Cristo j fez, ou o que Cristo est agora fazendo em benefcio da humanidade. Mas o ttulo de vigrio tambm carrega consigo uma outra implicao: aquele que o carrega tem o mesmo poder jurisdicional do oficial que representa. Em Mateus 16:18, Jesus Cristo aquele que diz que edificar Sua igreja; Ele nunca delega este poder. Ao clamar para si o ttulo de vigrio de Cristo, o papa em vigor est, de fato, prometendo fazer o que Cristo prometeu. Jesus, sim, prediz um vigrio, no sentido de um substituto para Sua presena fsica aqui na terra. Entretanto, este vigrio de Cristo no um sacerdote, sumo sacerdote, bispo ou papa. O nico Vigrio de Cristo, biblicamente falando, o Esprito Santo. Joo 14:26 declara: Mas aquele Consolador, o Esprito Santo, que o Pai enviar em meu nome, esse vos ensinar todas as coisas, e vos far lembrar de tudo quanto vos tenho dito. Joo 14:16-18 proclama: E eu rogarei ao Pai, e ele vos dar outro Consolador, para que fique convosco para sempre; O Esprito de verdade, que o mundo no pode receber, porque no o v nem o conhece; mas vs o conheceis, porque habita convosco, e estar em vs. No vos deixarei rfos; voltarei para vs. O Esprito Santo o substituto de Cristo na terra. O Esprito Santo nosso Consolador e Mestre (Joo 14:26), e guia verdade (Joo 16:3). Ao alegar que o papa o vigrio de Cristo, a Igreja Catlica rejeita a suficincia e supremacia do sacerdcio de Cristo, e concede ao papa papis que o prprio Cristo declarou que seriam do Esprito Santo. , portanto, blasfmia atribuir ao papa o ttulo de vigrio de Cristo. O Catolicismo uma falsa religio? Os catlicos so salvos? gotquestions.org: O mais urgente problema com a Igreja Catlica Romana sua crena de que somente a f em Cristo no suficiente para a salvao. A Bblia claramente e consistentemente afirma que recebendo a Jesus Cristo como Salvador, pela graa atravs da f, nos concedida a salvao (Joo 1:12; 3:16,18,36; Atos 16:31; Romanos 10:9-10,13; Efsios 2:8-9). A Igreja Catlica Romana rejeita isto. A posio oficial da Igreja Catlica Romana que uma pessoa deve crer em Jesus Cristo E ser batizada E receber a Eucaristia junto com os outros sacramentos E obedecer aos decretos da Igreja Catlica Romana E fazer boas obras E no morrer com qualquer pecado mortal E etc., etc., etc... A divergncia do Catolicismo com a Bblia nestes assuntos to importantes como a salvao faz com que sim, o Catolicismo seja uma falsa religio. Se uma pessoa cr no que a Igreja Catlica oficialmente ensina, ela no ser salva. Qualquer afirmao de que obras ou rituais devem ser acrescentados f para se alcanar a salvao uma afirmao de que a morte de Jesus no foi suficiente para comprar completamente a salvao. Enquanto a salvao pela f a questo mais importante, se compararmos o Catolicismo Romano com a Palavra de Deus, h tambm muitas outras diferenas e contradies. A Igreja Catlica Romana ensina muitas doutrinas que esto em contradio com o que a Bblia declara. Entre elas esto a sucesso

apostlica, a adorao a santos ou Maria, a orao a santos ou Maria, o papa/papado, o batismo de bebs, a transubstanciao, as indulgncias plenrias, o sistema de sacramentos e o purgatrio. Apesar da afirmao dos catlicos de que h base nas Escrituras para estes conceitos, nenhum destes ensinamentos tem base slida e clara nos ensinamentos das Escrituras. Estes conceitos so baseados em tradio catlica, no na Palavra de Deus. De fato, todos eles claramente contradizem os princpios bblicos. A segunda pergunta, Os catlicos so salvos?, mais difcil de responder. impossvel dar uma afirmao universal a respeito da salvao de todos os membros de alguma denominao do Cristianismo. NEM TODOS os Batistas so salvos. NEM TODOS os Presbiterianos so salvos. NEM TODOS os Luteranos so salvos. A salvao determinada pela f pessoal somente em Jesus Cristo para a salvao, no por ttulos ou identificao denominacional. Apesar das crenas e prticas no-bblicas da Igreja Catlica Romana, h crentes genunos que freqentam as Igrejas Catlicas Romanas. H muitos catlicos que verdadeiramente colocaram sua f somente em Jesus Cristo para a salvao. Entretanto, estes cristos catlicos so crentes, apesar do que a igreja catlica ensina, e no por causa do que ensina. Em graus variveis, a Igreja Catlica ensina a partir da Bblia e mostra s pessoas Jesus Cristo como o Salvador. Como resultado, as pessoas so s vezes salvas nas Igrejas Catlicas. A Bblia tem impacto sempre que proclamada (Isaas 55:11). Os cristos catlicos continuam na Igreja Catlica por ignorncia do que a Igreja Catlica realmente significa, por motivo de tradio familiar e presso de pessoas prximas, ou por desejo de alcanar outros catlicos para Cristo. Ao mesmo tempo, a Igreja Catlica tambm leva muitas pessoas para longe de um genuno relacionamento de f com Cristo. As crenas e prticas no-bblicas da Igreja Catlica Romana tm frequentemente dado aos inimigos de Cristo oportunidade para blasfemar. A Igreja Catlica Romana no a igreja que Jesus Cristo estabeleceu. Ela no a igreja que baseada nos ensinamentos dos Apstolos (como descrito no Livro de Atos e nas epstolas do Novo Testamento). Apesar das palavras de Jesus em Marcos 7:9 terem sido direcionadas aos fariseus, elas descrevem com preciso a Igreja Catlica Romana: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradio. Qual a origem da Igreja Catlica? gotquestions.org: A Igreja Catlica Romana declara que sua origem a morte, ressurreio e ascenso de Jesus Cristo em aproximadamente 30 d.C. A Igreja Catlica proclama a si prpria como a Igreja pela qual Jesus Cristo morreu, a Igreja que foi estabelecida e construda pelos Apstolos. esta a verdadeira origem da Igreja Catlica? Pelo contrrio. Mesmo uma leitura superficial no Novo Testamento ir revelar que a Igreja Catlica no tem sua origem nos ensinamentos de Jesus, ou de Seus apstolos. No Novo Testamento, no h meno a respeito do papado, adorao a Maria (ou a imaculada concepo de Maria, a virgindade perptua de Maria, a ascenso de Maria ou Maria como co-redentora e mediadora), petio por parte dos santos no Cu pelas oraes, sucesso apostlica, as ordenanas da igreja funcionando como sacramentos, o batismo de bebs, a confisso de pecados a um sacerdote, o purgatrio, as indulgncias ou a autoridade igual da tradio da igreja e da Escritura. Portanto, se a origem da Igreja Catlica no est nos ensinamentos de Jesus e Seus apstolos, como registrado no Novo Testamento, qual a verdadeira origem da Igreja Catlica? Pelos primeiros 280 anos da histria crist, o Cristianismo foi banido pelo Imprio Romano, e os cristos foram terrivelmente perseguidos. Isto mudou depois da converso do Imperador Romano Constantino. Constantino legalizou o Cristianismo pelo Edito de Milo, em 313 d.C. Mais tarde, em 325

d.C., Constantino conclamou o Conclio de Nicia, em uma tentativa de unificar o Cristianismo. Constantino imaginou o Cristianismo como uma religio que poderia unir o Imprio Romano, que naquela altura comeava a se fragmentar e a se dividir. Mesmo que isto aparente ser um desenvolvimento positivo para a igreja crist, os resultados foram tudo, menos positivos. Logo Constantino se recusou a abraar de forma completa a f crist, mas continuou com muitos de seus credos pagos e prticas. Ento, a igreja crist que Constantino promoveu foi uma mistura de verdadeiro Cristianismo e paganismo romano. Constantino achou que, com o Imprio Romano sendo to grande, vasto e diverso, nem todos concordariam em abandonar seus credos religiosos e abraar o Cristianismo. Ento, Constantino permitiu, e mesmo promoveu a cristianizao de crenas pags. Crenas completamente pags e totalmente no-bblicas ganharam nova identidade crist. Seguem-se alguns claros exemplos disso: (1) O Culto a sis, deusa-me do Egito e esta religio, foram absorvidas no Cristianismo, substituindo-se sis por Maria. Muitos dos ttulos que eram usados para sis, como Rainha dos cus, Me de Deus e theotokos (a que carregou a Deus) foram ligados a Maria. A Maria foi dado um papel exaltado na f crist, muito alm do que a Bblia a ela atribui, com o fim de atrair os adoradores de sis para uma f que, de outra forma, no abraariam. Na verdade, muitos templos a sis foram convertidos em templos dedicados a Maria. A primeira indicao clara da Mariologia Catlica ocorre nos escritos de Origen, que viveu em Alexandria, Egito, que por acaso era o lugar principal da adorao a sis. (2) O Mitrasmo foi uma religio no Imprio Romano do 1 ao 5 sculo d.C. Foi muito popular entre os romanos, em particular entre os soldados romanos, e foi possivelmente a religio de vrios imperadores romanos. Mesmo que jamais tenha sido dado ao Mitrasmo um status oficial no Imprio Romano, foi de fato religio oficial at que Constantino e imperadores romanos que o sucederam substituram o Mitrasmo pelo Cristianismo. Uma das principais caractersticas do Mitrasmo era a refeio sacrificial, que envolvia comer a carne e beber o sangue de um touro. Mitras, o deus do Mitraismo, estava presente na carne e no sangue do touro, e quando consumido, concedia salvao queles que tomavam parte da refeio sacrificial (teofagia, comer o prprio deus). O Mitrasmo tambm possua sete sacramentos, o que faz com que as semelhanas entre o Mitrasmo e o Catolicismo Romano sejam to numerosas que no as podemos ignorar. Constantino e seus sucessores encontraram um substituto fcil para a refeio sacrificial do Mitrasmo no conceito da Ceia do Senhor/Comunho Crist. Infelizmente, alguns cristos primitivos j haviam ligado o misticismo Ceia do Senhor, rejeitando o conceito bblico de uma simples e adorativa rememorao da morte e sangue derramado de Cristo. A romanizao da Ceia do Senhor completou a transio para a consumao sacrificial de Jesus Cristo, agora conhecida como a Missa Catlica/Eucaristia. (3) A maioria dos imperadores romanos (e cidados) era henotesta. Um henotesta algum que cr na existncia de muitos deuses, mas d ateno especial a um deus em particular, ou considera um deus em particular como supremo e acima dos outros deuses. Por exemplo, o deus romano Jpiter era supremo acima do panteo romano de deuses. Os marinheiros romanos eram freqentemente adoradores de Netuno, o deus dos oceanos. Quando a Igreja Catlica absorveu o paganismo romano, ela simplesmente substituiu o panteo de deuses pelos santos. Assim como no panteo romano de deuses havia um deus do amor, um deus da paz, um deus da guerra, um deus da fora, um deus da sabedoria, etc, da mesma forma, na Igreja Catlica havia um santo responsvel por cada uma destas coisas, e muitas outras categorias. Assim como muitas cidades romanas tinham um deus especfico para ela, tambm a Igreja Catlica providenciou santos padroeiros para as cidades.

(4) A supremacia do bispo romano (o papado) foi criada com o apoio de imperadores romanos. Com a cidade de Roma sendo o centro do governo para o Imprio Romano, e com os imperadores romanos vivendo em Roma, a cidade de Roma alcanou proeminncia em todos os aspectos da vida. Constantino e seus sucessores deram apoio ao bispo de Roma como governante supremo da Igreja. Logicamente o melhor para a unidade do Imprio Romano que o governo e estado religioso sejam centralizados no mesmo lugar. Mesmo a maioria de outros bispos (e cristos) resistindo idia da supremacia do bispo romano, o bispo romano ascendeu supremacia, por causa do poder e influncia dos imperadores romanos. Quando houve a queda do Imprio Romano, os papas tomaram para si o ttulo que anteriormente pertencia aos imperadores romanos - Mximo Pontfice. Muitos outros exemplos poderiam ser dados. Estes quatro devem ser suficientes para demonstrar a verdadeira origem da Igreja Catlica. Logicamente a Igreja Catlica Romana nega a origem pag de seus credos e prticas. A Igreja Catlica disfara suas crenas pags sob camadas de teologia complicada. A Igreja Catlica desculpa e nega sua origem pag sob a mscara de tradio da igreja. Reconhecendo que muitas de suas crenas e prticas so em essncia estranhas Escritura, a Igreja Catlica forada a negar a autoridade e suficincia da Escritura. A origem da Igreja Catlica a trgica mistura de Cristianismo com religies pags que o cercavam. Ao invs de proclamar o Evangelho e converter os pagos, a Igreja Catlica cristianizou as religies pags e paganizou o Cristianismo. Embaando as diferenas e apagando as distines, sim, a Igreja Catlica se fez atraente s pessoas do Imprio Romano. O resultado foi que a Igreja Catlica se tornou a religio suprema no mundo romano por sculos. Contudo, um outro resultado foi a mais dominante forma de apostasia crist do verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo e da verdadeira proclamao da Palavra de Deus. II Timteo 4:3-4 declara: Porque vir tempo em que no suportaro a s doutrina; mas, tendo comicho nos ouvidos, amontoaro para si doutores conforme as suas prprias concupiscncias; E desviaro os ouvidos da verdade, voltando s fbulas. Qual foi a primeira igreja, a igreja original? a primeira igreja, a igreja original, a verdadeira igreja? gotquestions.org: A capacidade de desenhar uma linha no tempo que volte ao passado at a primeira igreja atravs da sucesso apostlica um argumento usado por vrias igrejas diferentes para afirmar que sua igreja a nica igreja verdadeira. A Igreja Catlica Romana faz tal alegao. A Igreja Ortodoxa Grega faz esta alegao. Algumas denominaes protestantes fazem esta alegao. Alguns dos cultos cristos fazem esta alegao. Como saberemos que igreja a correta? A resposta bblica : isto no importa! A primeira igreja, seu crescimento, doutrinas e prticas foram registradas para ns no Novo Testamento. Jesus, assim como Seus apstolos, previram que falsos mestres se levantariam, e sim, visvel em algumas epstolas do Novo Testamento que estes apstolos tiveram que lutar contra falsos mestres ainda no passado. Ter um pedigree de sucesso apostlica ou ser capaz de encontrar as razes de uma igreja no passado, na primeira igreja, no algo que esteja dito em lugar algum das Escrituras como um teste para ser a verdadeira igreja. Mas as Escrituras registram repetidas comparaes entre o que um falso mestre ensina e o que a primeira igreja ensinava. Se uma igreja a igreja verdadeira ou no, determinado se compararmos seus ensinamentos e prticas com os da igreja do Novo Testamento, como registrado nas Escrituras.

Por exemplo, em Atos 20:17-38, o Apstolo Paulo tem uma oportunidade de falar aos lderes da igreja na grande cidade de feso uma ltima vez, face a face. Nesta passagem, ele os adverte que falsos mestres no somente surgiro entre eles, mas tambm DENTRE eles (versos 29-30). Paulo no expressa o ensino de que eles deveriam seguir a primeira igreja organizada como segurana para a verdade, mas ele os encomenda a segurana de Deus e palavra de Sua graa (verso 32). Por esta razo, a verdade poderia ser determinada ao se depender de Deus e da palavra de Sua graa (ou seja, as Escrituras; veja Joo 10:35). Esta confiana na Palavra de Deus, ao invs de seguir certos fundadores individuais, vista mais uma vez em Glatas 1:8-9, onde Paulo afirma: Mas, ainda que ns mesmos ou um anjo do cu vos anuncie outro evangelho alm do que j vos tenho anunciado, seja antema. Assim, como j vo-lo dissemos, agora de novo tambm vo-lo digo. Se algum vos anunciar outro evangelho alm do que j recebestes, seja antema. Por isto, a base para se diferenciar a verdade da mentira no baseada em QUEM est ensinando, ns mesmos ou um anjo do cu, mas se o mesmo evangelho que eles j receberam: e este evangelho est registrado nas Escrituras. Outro exemplo desta confiana na Palavra de Deus encontrado em II Pedro. Nesta epstola, o Apstolo Pedro est em luta contra falsos mestres. Fazendo isto, Pedro comea mencionando que ns temos mui firme palavra para confiar, mais do que at ouvir a voz de Deus dos cus como aconteceu na transfigurao de Jesus (II Pedro 1:16-21). Esta mui firme palavra a escrita Palavra de Deus. Pedro diz a eles novamente para serem cuidadosos das palavras que primeiramente foram ditas pelos santos profetas, e do nosso mandamento, como apstolos do Senhor e Salvador (II Pedro 3:2). Tanto as palavras dos santos profetas quanto os mandamentos que Jesus deu aos apstolos esto registrados nas Escrituras. Como determinamos se uma igreja est ensinando a correta doutrina ou no? O nico padro infalvel que temos, segundo as Escrituras, a Bblia (Isaas 8:20; II Timteo 3:15-17; Mateus 5:18; Joo 10:35; Isaas 40:8; I Pedro 2:25; Glatas 1:6-9). A tradio faz parte de qualquer igreja, mas esta tradio deve ser comparada com a Palavra de Deus, sob pena de ir contra o que verdadeiro (Marcos 7:1-13). Mesmo sendo verdade que os cultos e s vezes as igrejas ortodoxas toram a interpretao das Escrituras para apoiar suas prticas, as Escrituras, quando tomadas em contexto e estudadas com f, so capazes de guiar-nos verdade. A primeira igreja a igreja que est registrada no Novo Testamento, especialmente no Livro de Atos e nas Epstolas de Paulo. A igreja do Novo Testamento a igreja original e a igreja verdadeira. Podemos saber disto porque ela est descrita, em grandes detalhes, nas Escrituras. A igreja, como registrada no Novo Testamento, o padro de Deus e base para Sua igreja. Sobre esta base, vamos agora examinar a alegao dos catlicos romanos de que constituem a primeira igreja. Em nenhum lugar do Novo Testamento encontraremos a nica igreja verdadeira fazendo qualquer das seguintes coisas: orando a Maria, orando aos santos, venerando Maria, submetendo-se ao papa, tendo um sacerdcio selecionado, batizando um beb, observando as ordenanas do batismo e a Ceia do Senhor como sacramentos ou passando a autoridade apostlica a sucessores dos apstolos. Todos estes so elementos centrais da f catlica romana. Se a maioria dos elementos centrais da Igreja Catlica Romana no so praticados pela Igreja do Novo Testamento (a primeira e nica igreja verdadeira), como ento pode a Igreja Catlica Romana ser a primeira igreja? Um estudo do Novo Testamento claramente revelar que a Igreja Catlica Romana no a mesma igreja descrita no Novo Testamento.

O Novo Testamento registra a histria da igreja desde aproximadamente 30 d.C. a aproximadamente 90 d.C. No segundo, terceiro e quarto sculos, a histria registra vrias doutrinas e prticas catlicas romanas entre os cristos primitivos. No lgico que fosse mais provvel que os cristos primitivos entendessem o que os apstolos queriam realmente dizer? Sim, lgico, mas h um problema. Os cristos do segundo, terceiro e quarto sculos no eram realmente os primeiros. Repetimos, o Novo Testamento