Tabela de Honorarios SENGE

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TABELA DE REFERÊNCIA DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS Julho/2008
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TABELA DE REFERNCIA DE HONORRIOS PROFISSIONAIS

Julho/2008

NDICEINTRODUO........................................................................................................................03 FUNDAMENTOS LEGAIS....................................................................................................04 CONDIES BSICAS PARA PRESTAO DE SERVIOS.....................................04 CLASSIFICAO DE CATEGORIAS...............................................................................05 PROFISSIONAL LIBERAL..................................................................................................09 MODALIDADES DE CONTRATAO.............................................................................12 TIPOS DE SERVIOS CONCEITUAO PROPOSTA..................................................13 HONORRIOS PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA PELO CRITRIO DO CUSTO GLOBAL.............................................................................................................20 EDIFICAO..........................................................................................................................20 PLANEJAMENTO DE LOTEAMENTOS............................................................................23 PAISAGISMO...........................................................................................................................24 ENGENHARIA ESTRUTURAL............................................................................................29 INTALAO ELTRICAS...................................................................................................38 PROJETOS HIDRULICOS, SANITRIOS E PREVENO DE INCNDIOS........46 FUNDAES E OBRAS DE TERRA...................................................................................47 HONORRIOS PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA PELO CRITRIO DA HORA TCNICA..............................................................................................................51 NORMAS GERAIS..................................................................................................................61 CLCULO DA HORA TCNICA.........................................................................................63

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INTRODUO

Aos amigos Engenheiros da Paraba:

H muito tempo o SENGE-PB vem sendo instado pelos profissionais da rea tecnolgica para que elabore uma tabela de honorrios profissionais para servios tcnicos de Engenharia. Aps intensa pesquisa de mercado junto aos profissionais das diversas modalidades representadas pelo SENGE-PB, conclumos a primeira verso desse trabalho. No se pretende com esse trabalho esgotar todos os aspectos relativos ao tema, mas oferecer aos profissionais um referencial para cobrana de honorrios de servios tcnicos de Engenharia. Participou na elaborao desse trabalho o Engenheiro Civil Armando Marinho, como coordenador. Cremos na importncia do presente trabalho como instrumento referencial nas negociaes de servios de engenharia, como orientador dos profissionais recm-formados e dos profissionais afasta de sua rea especifica de atuao, alm de servir como tambm como referencia para os contratantes de nossos servios. Pretendemos que esta tabela seja revisada permanentemente pelo SENGE-PB a partir da indispensvel contribuio dos nossos profissionais e de acordo naturalmente com as leis de mercado. Agradecemos a todos que participaram da construo deste trabalho em sua primeira verso e esperamos que com ele o SENGE-PB esteja contribuindo para o resgate da nossa dignidade profissional.

Eng. Herculano Marcelino Presidente do SENGE-PB

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ESTA TABELA UMA REFERNCIA BSICA PARA OS PREOS RELATIVOS PRESERVAO DOS SERVIOS DE PROJETOS DA EXECUO DA OBRA.

1. FUNDAMENTOS LEGAIS1.1. Cdigo Civil, de Processo Civil e Penal Brasileiros; 1.2. Decreto Federal n 23.569/33 (regula o exerccio profissional); 1.3. Lei Federal. 5.194/66 (consolida o exerccio profissional); 1.4. Lei Federal 8.078/90 (Cdigo de Defesa do Consumidor CDC); Dec 2.181/97 (regulamenta o CDC) 1.5. Lei Federal. 8.666/93 (normas p/ licitaes e contratos da Administrao Pblica); 1.6. Lei Federal. 9.610/98 (altera, atualiza e consolida o Direito Autoral); 1.7. Resolues do CONFEA n. 1002/02 e 1004/03 (Cdigo de tica Profissional); n. 218/73 (Atribuies Profissionais); n. 221/74 (direito do autor em vistoriar a execuo); N 1010/2005 (Atribuio de Ttulos profissionais) 1.8. Normas da ABNT - Associao Brasileira de Normas Tcnicas; 1.9. Legislao Estadual e/ou Municipal que regulam a espcie;

2. CONDIES BSICAS PARA PRESTAO DE SERVIOS2.1. Os parmetros aqui adotados objetivam to somente orientar os profissionais na proposta de honorrios para servios. No tem a pretenso de substituir a inarredvel formao de preos, porque num oramento criterioso, o BDI (benefcios e custos indiretos) peculiar do servio ponderado conjuntura econmica, capacidade de produo e administrativa de cada profissional bem como os meios de produo empregados, e principalmente a experincia, capacitao tcnica e artstica de cada profissional. 2.2. obrigatria a apresentao prvia de oramento, conforme dispe o art. 40 do Cdigo de Defesa do Consumidor (CDC) e, no mesmo expediente, mencionar tambm as condies inerentes do trabalho, funo ou ofcio. indispensvel torn-lo uma ORDEM DESERVIO que autoriza a consecuo dos trabalhos. Ainda assim, apesar do direito irrefutvel em receber os honorrios ajustados, o profissional pode ser agastado por litgios. Portanto, para evitar alegaes capciosas e/ou ser acusado de prtica abusiva, os servios devero ter incio aps a anuncia expressa do contratante (art.39, alnea VI do Cdigo de Defesa do Consumidor - CDC); 2.3. A produo de projetos e/ou obras assegura, automaticamente, os Direitos Autorais (art.17 da Lei 5.194/66 e art. 22 da Lei 9.610/98). O profissional deve recolher a Anotao de Responsabilidade Tcnica (ART) de forma a confirmar a titularidade. 2.4. A aquisio do original (projeto), ou de exemplar (obra), no confere ao adquirente quaisquer dos direitos patrimoniais do autor, salvo conveno em contrrio (entre as partes) e os casos previstos na Lei 9.610/98, como tambm, ilcito civil e penal sob pena de ao indenizatria - a utilizao indevida de projetos, esboos e obras plsticas concernentes arquitetura, engenharia, paisagismo, topografia, etc; 2.5. Os direitos patrimoniais perduraro por 70 anos aps o falecimento do autor, e a cesso dos direitos de autor sobre obras futuras abranger, no mximo, o perodo de 5 anos. (art.41 e 51 da Lei 9.610/98); 2.6. O projeto contratado s dever ser executado para os fins e locais indicados. A reproduo do projeto - com o respaldo da Constituio Federal (art. 5. alnea XXVII) e o art.29 da Lei 9.610/98 - depende de autorizao prvia e expressa do autor. Na repetio de projetos e4

obras com o consentimento do autor, a remunerao sugerida ser de 25% (vinte e cinco por cento) do valor atribudo ao projeto original ou do 1 exemplar, corrigido monetariamente; 2.7. O cliente obrigado a dispor previamente os subsdios para o exerccio profissional, sem que o autor do projeto seja onerado com os pr-requisitos indispensveis consecuo do contrato. 2.8. Para qualquer modificao na obra, durante a execuo ou apos concluda a obra, passveis ou no de regularizao, imprescindvel a anuncia do autor do projeto (art. 24, IV e 26 da Lei 9.610/98), porque - ressalvado o erro tcnico - se as mudanas no autorizadas depreciarem a reputao, comprometendo a segurana ou qualidade da obra, ou se tiver que repudiar a autoria, arcar o contratante com indenizao por violao do direito moral e contra a honra do profissional, e, tendo em vista o art. 18 da Lei 5.194/66, as alteraes s podero ser feitas pelo profissional que o tenha elaborado. Portanto, o autor fornecer, s suas expensas, apenas uma cpia dos projetos, desde que na verso oficial da obra;

3. CLASSIFICAO DE CATEGORIAS3.1. Para efeito de remunerao na prestao de servios de projetos, as obras so classificadas em 19 (dezenove) categorias - conforme o grau de complexidade e/ou porte da construo (definidas pela NBR 12721/2006 da ABNT):

Categoria Especificao Descrio____________________________________________________________________________ R1-B Residncia Unifamiliar - Baixo 02 dormitrios, sala, banheiro, cozinha e rea p/ tanque rea real = 58,64 m rea equiv. = 51,94 m ____________________________________________________________________________ R1-N Residncia Unifamiliar - Normal 03 dormitrios, sendo um sute com banheiro, banheiro social, sala, circulao, cozinha, rea de servio com banheiro e varanda (abrigo para automvel) rea real: 106,44 m rea equivalente: 99,47 m. ___________________________________________________________________________ R1-A Residncia Unifamiliar - Alto 04 dormitrios, sendo um sute com banheiro e closet, outro com banheiro, banheiro social, sala de estar, sala de jantar e sala ntima, circulao, cozinha rea de servio completa e varanda (abrigo para automvel) rea real; 224,82 m rea equivalente: 210,4-4 m. ____________________________________________________________________________ PP-4B Prdio Popular Multifamiliar 4 pvts. -Baixo Trreo: Hall de entrada, escada e quatro apartamentos por andar com dois dormitrios, sala, banheiro, cozinha e rea de servio. Na rea externa esto localizados o cmodo de lixo, guarita, central de gs, depsito com banheiro e 16 vagas descobertas5

Tipo (x3) Hall de circulao, escada e quatro apartamentos por andar, com dois dormitrios, sala, banheiro, cozinha e rea de servio rea real: 1.415,07 m rea equivalente: 927,08 m. _____________________________________________________________________________ PP-4N Prdio Popular Multifamiliar 4 pvts. -Normal Garagem Escada, elevadores, 32 vagas de garagem cobertas, cmodo de lixo, depsito e instalao sanitria Pilotis Escada, elevadores, hall de entrada, salo de festas, copa, dois banheiros, central de gs e guarita Tipo (x4) Hall de circulao, escada, elevadores e quatro apartamentos por andar, com trs dormitrios, sendo um sute, sala de estar/jantar, banheiro social, cozinha, rea de servio com banheiro e varanda rea real: 2.590,35 m rea equivalente: 1.840,45 m. _____________________________________________________________________________ PIS Projeto de Interesse Social Multifamiliar 4 pvts Trreo Hall, escada e quatro apartamentos por andar, com 02 dormitrios, sala, banheiro, cozinha e rea de servio. Na rea externa esto localizados o cmodo da guarita, com banheiro e central de medio Tipo (x4) Hall, escada e quatro apartamentos por andar, com 02 dormitrios, sala, banheiro, cozinha e rea de servio rea real: 991,45 m rea equivalente: 978,09 m. _____________________________________________________________________________ R8-B Edifcio Residencial Multifamiliar 8 pavts.- Baixo Trreo Hall de entrada, elevador, escada e quatro apartamentos por andar, com dois dormitrios, sala, banheiro, cozinha e rea para tanque. Na rea externa esto localizados o cmodo de lixo e 32 vagas descobertas Tipo (x7) Hall de circulao, escada e quatro apartamentos por andar, com dois dormitrios, sala, banheiro,cozinha e rea para tanque rea real: 2.801,64 m rea equivalente: 1.885,51 m. _____________________________________________________________________________ R8-N Edifcio Residencial Multifamiliar 8 pavts.- Normal Garagem: Escada, elevadores, 64 vagas de garagem cobertas, cmodo de lixo depsito e instalao sanitria Pilotis: Escada, elevadores, hall de entrada, salo de festas, copa, dois banheiros, central de gs e guarita Tipo (x8) Hall de circulao, escada, elevadores e quatro apartamentos por andar, com trs dormitrios, sendo um sute, sala estar/jantar, banheiro social, cozinha,6

rea de servio com banheiro e varanda rea real: 5.998,73 m rea equivalente: 4.135,22 m. _____________________________________________________________________________ R8-A Edifcio Residencial Multifamiliar 8 pavts.- Alto Garagem Escada, elevadores, 48 vagas de garagem cobertas, cmodo de lixo, depsito e instalao sanitria Pilotis Escada, elevadores, hall de entrada, salo de festas, salo de jogos, copa, dois banheiros, central de gs e guarita Tipo (x8) Halls de circulao, escada, elevadores e dois apartamentos por andar, com quatro dormitrios, sendo um sute com banheiro e closet, outro com banheiro, banheiro social, sala de estar, sala de jantar e sala ntima, circulao, cozinha, rea de servio completa e varanda rea real: 5.917,79 m rea equivalente: 4.644,79 m. _____________________________________________________________________________ R16-N Edifcio Residencial Multifamiliar 16 pavts. - Normal Garagem Escada, elevadores, 128 vagas de garagem cobertas, cmodo de lixo depsito e instalao sanitria Pilotis Escada, elevadores, hall de entrada, salo de festas, copa, dois banheiros, central de gs e guarita Tipo (x16): Hall de circulao, escada, elevadores e quatro apartamentos por andar, com trs dormitrios, sendo um sute, sala de estar/jantar, banheiro social, cozinha e rea de servio com banheiro e varanda rea real: 10.562,07 m rea equivalente: 8.224,50 m. _____________________________________________________________________________ R16-A Edifcio Residencial Multifamiliar 16 pavts. - Alto Garagem: Escada, elevadores, 96 vagas de garagem cobertas, cmodo de lixo, depsito e instalao sanitria Pilotis: Escada, elevadores, hall de entrada, salo de festas, salo de jogos, copa, dois banheiros, central de gs e guarita Tipo (x16): Halls de circulao, escada, elevadores e dois apartamentos por andar, com quatro dormitrios, sendo um sute com banheiro e closet, outro com banheiro, banheiro social, sala de estar, sala de jantar e sala ntima, circulao, cozinha, rea de servio completa e varanda rea real: 10.461,85 m rea equivalente: 8.371,40 m. _____________________________________________________________________________ CSL-8N Comercial, Salas e Lojas 8 pavts. - Normal Garagem Escada, elevadores, 64 vagas de garagem cobertas, cmodo de lixo, depsito e instalao sanitria Trreo:7

Escada, elevadores, hall de entrada e lojas Tipo (x8) Halls de circulao, escada, elevadores e oito salas com sanitrio privativo por andar rea real: 5.942,94 m rea equivalente: 3.921,55 m _____________________________________________________________________________ CSL-8A Comercial, Salas e Lojas 8 pavts. - Alto Garagem Escada, elevadores, 64 vagas de garagem cobertas, cmodo de lixo, depsito e instalao sanitria Trreo: Escada, elevadores, hall de entrada e lojas Tipo (x8) Halls de circulao, escada, elevadores e oito salas com sanitrio privativo por andar rea real: 5.942,94 m rea equivalente: 3.921,55 m _____________________________________________________________________________ CSL-16N Comercial, Salas e Lojas 16 pavts. - Normal Garagem Escada, elevadores, 128 vagas de garagem cobertas, cmodo de lixo, depsito e instalao sanitria Pavimento trreo: Escada, elevadores, hall de entrada e lojas Tipo (x16) Halls de circulao, escada, elevadores e oito salas com sanitrio privativo por andar rea real: 9.140,57 m rea equivalente: 5.734,46 m _____________________________________________________________________________ CSL-16A Comercial, Salas e Lojas 16 pavts. - Alto Garagem Escada, elevadores, 128 vagas de garagem cobertas, cmodo de lixo, depsito e instalao sanitria Pavimento trreo: Escada, elevadores, hall de entrada e lojas Tipo (x16) Halls de circulao, escada, elevadores e oito salas com sanitrio privativo por andar rea real: 9.140,57 m rea equivalente: 5.734,46 m _____________________________________________________________________________ CAL-8N Comercial, Andar Livre 8 pavts - Normal Garagem Escada, elevadores, 64 vagas de garagem cobertas, cmodo de lixo, depsito e instalao sanitria Pavimento trreo: Escada, elevadores, hall de entrada e lojas Tipo (x8) Halls de circulao, escada, elevadores e oito andares corridos com sanitrio privativo por andar rea real: 5.290,62 m rea equivalente: 3.096,09 m8

_____________________________________________________________________________ CAL-8A Comercial, Andar Livre 8 pavts - Alto Garagem Escada, elevadores, 64 vagas de garagem cobertas, cmodo de lixo, depsito e instalao sanitria Pavimento trreo: Escada, elevadores, hall de entrada e lojas Tipo (x8) Halls de circulao, escada, elevadores e oito andares corridos com sanitrio privativo por andar rea real: 5.290,62 m rea equivalente: 3.096,09 m _____________________________________________________________________________ GI Galpo Industrial rea composta de um galpo com rea administrativa, dois banheiros, um vestirio e um depsito rea real: 1.000,00 m2 _____________________________________________________________________________ RP1Q Residncia Popular 01 dormitrio, sala, banheiro e cozinha rea real: 39,56 m rea equivalente: 39,56 m

PROFISSIONAL LIBERAL 1 - Definio 1.1 - Profissional Liberal ou Profissional Autnomo sinnimo. "Pela adjetivao liberal, do latim liberais, de lber (livre), literalmente assim se deve entender toda profisso, que possa ser exercida com autonomia, isto , livre de qualquer subordinao a um patro ou chefe". Assim sendo, o carter distintivo do profissional liberal, para o seu exerccio depende do conhecimento e habilidades, cujo xito decorre da maior ou menor capacidade intelectual do profissional. Este profissional no regido pela CLT e sim pelo Cdigo Civil e normas jurdicas diversas. 1.2 - Todos os servios relacionados neste documento devero obedecer, em todas as fases de sua execuo, aos seguintes aspectos: Legislao Pertinente Normas da ABNT (Associao Brasileira de Normas Tcnicas) Tecnologia mais apropriada

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1.3 - As remuneraes constantes neste documento so considerados como HONORRIOS MNIMOS na relao do profissional com o cliente, no cumprimento do Cdigo de tica do Profissional e tambm de subsdio ao Poder Judicirio. 1.4 - Os preos especificados neste documento so considerados para todo o Estado da Paraba, para efeito de Fiscalizao do Cdigo de tica (Resoluo 205, do CONFEA, nos servios fiscalizados pelo CREA). Para clculo dos preos referentes hora de trabalho, so consideradas todas as despesas referentes a: pesquisas, consultas e outras, incluindo ainda deslocamento para outro local fora do escritrio, o tempo de viagem e o fim especfico. 1.5 - Paralelamente ao cumprimento da Tabela, o profissional liberal tem que balizar sua atuao pela Lei Federal 8078/90 - o Cdigo de Defesa do Consumidor - que estabelece deveres aos prestadores de servios. Dentre os vrios artigos desta Lei, destacam-se os seguintes: . Artigo 6, inciso VIII - direito bsico do consumidor a facilitao da defesa de seus direitos, inclusive com a inverso de nus da prova, a seu favor, no processo civil, quando a critrio do juiz, for verossmil a alegao ou quando for hiposuficiente, segundo as regras ordinrias de experincia. Artigo 39, inciso VI - executar servios sem a prvia elaborao de oramento e autorizao expressa do consumidor, ressalvadas as decorrentes de prticas anteriores entre as partes. Artigo 40 - o fornecedor de servios ser obrigado a entregar ao consumidor o oramento prvio discriminando do valor da mo de obra, dos materiais e equipamentos a serem empregados, as condies de pagamento, bem como as datas de inicio e trmino dos servios. Artigo 50 - a garantia contratual complementar legal e ser conferida mediante termo escrito. 1.6 - Nenhum servio ser iniciado, se no houver ART, podendo ainda, ter Contrato ou Convnio. Neste documento deve ser explicado detalhadamente o servio como determina o CREA e o Cdigo de Defesa do Consumidor. 1.7 - Os servios apresentados por escrito devero ser claros e objetivos, confeccionados em papel timbrado do profissional, impressos, datados e assinados pelo profissional, sobre carimbo, contendo o nome, nmero de registro no CREA e rubrica em todas as folhas do documento. 1.8 - As remuneraes aqui apresentadas so consideradas como honorrio mnimo, sendo calculadas tomando por base, principalmente: a) tempo gasto pelo profissional; b) complexidade, especificidade e dificuldade dos servios; c) as medidas lineares, de rea ou volume. Eventualmente: Insalubridade, Custo efetivo dos projetos, obras e servios, O valor dos contratos analisados ou das causas judiciais submetidas a exame.10

1.9 - Nos servios em zonas insalubres, perigosas ou de difcil acesso, as taxas de honorrios devero ser majoradas mediante contrato prvio e de acordo com os percentuais aplicados pela legislao trabalhista. 1.10 - Todas as despesas necessrias para os trabalhos executados fora do municpio - sede do profissional, correro por conta do cliente, mediante prvia estipulao e constatao dos gastos de viagens (estadias, conduo, hospedagem, alimentao, despesas auxiliares de transporte, sobretaxas de ordenados e outras) devido ao deslocamento de pessoal, material, etc., atendendo o que dispe o Cdigo de defesa do Consumidor. Caso o cliente fornea transporte, alimentao, estadia, etc., esses itens no entraro nos clculos do custo do servio. 1.11 - Algumas despesas realizadas ao longo do trabalho profissional no esto includas nos preos constantes neste documento e devero ser somadas ao clculo dos respectivos valores, como: anlise de solo, materiais diversos, salrios de auxiliares, contribuio social, servios de terceiros, aluguel de equipamentos, ART, taxas pblicas, etc., atendendo o que dispem o Cdigo de Defesa do Consumidor. 1.12 - Estudo alternativo ao projeto original ou estudo de novos servios para um mesmo empreendimento, executado a pedido do cliente dar ao profissional direito a uma remunerao suplementar correspondente, tambm acordada previamente. 1.13 - Os projetos e demais trabalhos profissionais so direitos autorais do profissional, e os clientes s podero utiliz-los para os locais indicados, salvo expressa estipulao em contrrio. 1.14 - A forma de pagamento dos trabalhos profissionais dever ser acordada previamente entre as partes sendo que a 1 parcela dever cobrir no mnimo, as despesas iniciais do profissional para a realizao do trabalho. 1.15 - Em qualquer situao em que os trabalhos profissionais forem interrompidos, por desistncia do cliente, devero ser cobrados o nmero de horas trabalhadas. 1.16 - Caso os pagamentos no sejam efetuados nos prazos estabelecidos, ser cobrada uma multa de 5% ao ms, acrescida de juros de mora de 1% para o mesmo perodo. 1.17 - Para toda obra ou servio na rea da Engenharia Civil dever ser feito o recolhimento da Anotao de Responsabilidade Tcnica (A.R.T.), de responsabilidade do profissional, devendo o seu valor ser considerado no preo dos servios contratados, segundo legislao vigente do CREA. 2 - Despesas Extras 2.1 - Quando no viabilizadas pelo cliente, as despesas de transporte com carro prprio, sero cobradas base de 33,3% do custo do litro de gasolina por quilmetro rodado. 2.2 - As despesas extras, em viagem, com alimentao e estadias sero de responsabilidade do cliente, mediante comprovao pelo profissional. 2.3 - Despesas com certides, anlise de laboratrio e servios de terceiros sero reembolsadas mediante comprovao.

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Para clculo dos honorrios especficos para os profissionais da Engenharia Civil, por trabalhos prestados, sero indicados especificamente por atividades tcnico-profissional. O pagamento ao pessoal poder ser efetuado baseando-se principalmente no tempo utilizado para a execuo do trabalho ou no custo global do empreendimento. Cabe realar que deve ser considerado na avaliao profissional outras referncias, tais como, conhecimentos de lnguas estrangeiras, informtica, competncia interpessoal, trabalho em equipe, apresentao pessoal e etc. Ou ainda, cursos de extenso e especializao, psgraduao, mestrado e doutorado. MODALIDADE DE CONTRATAO extremamente importante a escolha do tipo de contrato e caber, na maioria das vezes, ao cliente esta incumbncia. Sabemos que o preo dos servios est diretamente relacionado com o prazo de execuo e com a qualidade dos servios. Em geral, podemos definir a forma de contratao em funo do tipo de servios. A ttulo de sugesto, apresentamos a forma de contratao, conforme a seguir:

DESCRIO DOS SERVIOS FORMA DE CONTRATAO DESCRIO DOS SERVIOS Estudos de um modo geral ou de viabilidade Projetos bsicos e executivos de qualquer natureza Hora tcnica individual ou coletiva Consultorias ou assistncia tcnica Superviso, fiscalizao ou acompanhamento de obras Gerenciamento de empreendimentos Servios especiais com grande incidncia de mo-de-obra em funo do servio, principalmente Construes em geral FORMA DE CONTRATAO Preo global Preo global ou misto Preo unitrio Preo unitrio Preo unitrio Preo unitrio Preo unitrio Preo unitrio, misto ou global

fundamental especificar claramente o critrio de medio para cada caso. A definio correta e precisa do escopo das atividades fundamental elaborao consciente do preo de venda dos servios. responsabilidade do interessado na contratao apresentar tais informaes. Portanto, a perfeita caracterizao do escopo do trabalho consiste na identificao clara dos seus objetivos, em especificar adequadamente todos os produtos que devero ser produzidos e entregues ao interessado, com cronologia e demais informaes que propiciem ao prestador de servio a identificao fiel do oramento. O preo de venda dos servios ser calculado a partir da anlise adequada destes dados recebidos do cliente. O preo adequado e justo para um determinado servio diretamente proporcional qualidade do escopo oferecido pelo interessado na contratao. 1. - Quando o trabalho profissional for realizado s custas de valores baseados no custo global do empreendimento, dever ser adotado

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O critrio dos honorrios profissionais pelo custo global.2. - Quando o trabalho do profissional for executado tendo por base as horas gastas, atravs de acordo prvio com o cliente, aplicar-se- o critrio dos honorrios pela hora tcnica.

TIPOS DE SERVIO - CONCEITUAO PROPOSTA Os servios relacionados com a Engenharia Civil podem ser resumidos no seguinte: 1. Estudos de um modo geral ou viabilidade - Projetos bsicos e executivos de qualquer natureza; 2. Gesto de empreendimentos, coordenao, superviso, fiscalizao e acompanhamento de obras; 3. Consultorias ou assistncias tcnicas; 4. Laudos, vistorias, arbitramentos, pareceres, avaliaes e percias. Os servios acima relacionados so discriminados da seguinte forma: 1- Estudos de um modo geral ou viabilidade - Projetos bsicos e executivos de qualquer natureza, subdividem-se em: 1.11.21.31.41.51.61.71.81.9Levantamento de dados; Estudos preliminares; Anteprojetos; Projeto Bsico ou Legal; Projetos definitivos (executivos); Especificaes de servios e materiais; Detalhes construtivos em geral; Estimativas de custos, oramentos, planejamentos e cronogramas fsicos- financeiros; Assessoria - coordenao, superviso, fiscalizao, compatibilizao, acompanhamento e controles; 1.10- Levantamentos tcnicos de obras, servios, instalaes e afins; 1.11- Levantamentos topogrficos e sondagens; 2 - Gesto, Coordenao, Superviso, Fiscalizao e Acompanhamento de obras em geral que se subdividem em: 2.1 - Gerenciamento das obras e projetos em geral; 2.2 - Programaes e dimensionamentos de servios, materiais, equipamentos e pessoal; 2.3 - Projetos do canteiro de obra; 2.4 -Planejamentos, programaes e controles, dimensionamentos de servios, materiais, equipamentos e pessoal; 2.5 - Administrao e Controle contbil; 2.6 - Coordenao, superviso, fiscalizao e acompanhamento de obras em geral; 2.7 - Medies de servios, controle fsico-financeiro e da Qualidade;13

3- Consultorias e Assistncia tcnica que se subdividem em: 3.1- Consultoria em geral permanente e elaborao de contratos; 3.2- Consultas espordicas; 3.3- Assessoria; 3.4- Fiscalizao e Superviso de servios tcnico-administrativos; 3.5- Anlise econmico-financeiras da empresa; 3.6- Orientao tcnico-administrativa; 3.7 - Orientao geral e tcnicas de controle, produtividade e qualidade. 4 - Vistorias, Arbitramentos, Laudos, Pareceres, Avaliaes e Percias em geral, Engenharia Legal, que se subdivide em: 4.1- Vistorias, laudos tcnicos, arbitramentos, fundamenta dos sobre servios ou obras; 4.2- Pareceres tcnicos sobre assunto tcnico especializado; 4.3- Avaliaes tcnicas de um determinado bem, ou avaliao de direitos; 4.4- Servios em geral de Engenharia Legal; 4.5- Julgamentos de trabalhos em geral. Os servios relacionados nos itens anteriores se aplicam ao ramo da Engenharia Civil, a saber: 1. Estudos, projetos, direo, fiscalizao e construes prediais, industriais e reformas com todas as suas obras complementares; 2. Estudos, projetos, direo, fiscalizao e construo de estradas de rodagem e de ferro, tneis, grandes estruturas metlicas e de concreto armado, barragens, viadutos e outros; 3. Estudos, projetos, direo, fiscalizao e construo de obras de arte especiais, tneis, grandes estruturas metlicas e de concreto armado, barragens, viadutos e outros; 4. Estudos, projetos, direo, fiscalizao e construo de obras hidrulicas de saneamento e urbanizao, captao, aduo, abastecimento de gua, drenagem, irrigao, saneamento urbano e rural; 5. Estudos, projetos, direo, fiscalizao e construo de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos s mquinas e fbricas; 6. Estudos, projetos, direo, fiscalizao e construo das obras relativas a portos, rios e canais. nico - O Engenheiro Civil atuar tambm em assuntos de Engenharia Legal e de Custos, bem como fazer oramentos, planejamentos, controles, percias, avaliaes, arbitramentos, emitir laudos e pareceres relacionados com a especialidade profissional. - Vamos conceituar o que representam os servios indicados nos itens acima, a saber: 1- Estudo de um modo geral ou viabilidade - Projetos bsicos e executivos de qualquer natureza;

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1.1- Levantamento de dados - Levantamento de um conjunto de informaes, visando montar um programa bsico do projeto, com informaes sobre o terreno, legislao local, solicitaes do Cliente, etc. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato. 1.2- Estudos preliminares - Anlise e avaliao de todas as informaes recebidas na primeira etapa e definio do partido arquitetnico da edificao e as condies de viabilidade, gerando os seguintes documentos; Memorial Descritivo - descreve e justifica a soluo arquitetnica proposta, acompanhado de quadro de reas estimadas; Plantas Baixas - principais nveis da edificao; localizao, dimenso e articulao dos ambientes, permitindo sempre que possvel uma primeira avaliao da estrutura; Estudo de Fachada - em perspectiva ou elevao, apresentando um padro de cor ou textura. 1.3- Anteprojeto - A partir do Estudo Preliminar aprovado ser desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura, abordando os seguintes aspectos: Concepo, dimensionamento e caracterizao dos pavimentos, contendo a definio de todos ambientes; Concepo e tratamento da volumetria do edifcio, com especificaes e detalhamento das fachadas e esquadrias externas; Definio do esquema estrutural e das instalaes. 1.4- Projeto Bsico ou Legal - Aps a aprovao pelo cliente do anteprojeto, com as modificaes sugeridas, ser apresentado o projeto legal, formatando o Anteprojeto, em plantas, cortes, perfis, elevaes, fachadas, de acordo com o servio a executar e obedecidas s posturas legais para cada caso possibilitando obter licenas e alvars, de acordo com as normas vigentes. Em anexo, completando o projeto, dever ser apresentado o Memorial Descritivo elucidativo do partido adotado, bem como, esclarecedor de circunstncias especiais. 1.5- Projeto Executivo - Conjunto de documentos elaborados, em escala conveniente, de todos elementos da obra ou servio necessrios perfeita execuo tcnica e artstica da edificao. A partir da interface entre os Projetos Arquitetnicos e os Projetos Complementares, gera-se um documento nico, com todas as informaes necessrias execuo da obra. Atravs da compatibilizao e otimizao dos diversos projetos e processos, so identificadas e eliminadas eventuais interferncias entre os mesmos e futuros retrabalhos nas obras. 1.6- Especificaes de servios e materiais - Tem como objetivo caracterizar as condies de execuo e padro de acabamento para cada tipo de servio. Faz parte integrante das especificaes a indicao de materiais relacionados nos desenhos do projeto, as normas aprovadas e recomendadas, aplicao correta dos materiais, etc. Dever apresentar uma descrio completa da obra, com a listagem dos diversos servios a executar, bem como a especificao para cada tipo de servio, com indicao das condies tcnicas de execuo e de todas as exigncias indispensveis concretizao da obra. Especificaes detalhadas de todos os materiais que sero utilizados nas obras, com a indicao das caractersticas tcnicas, e indicar os ensaios de laboratrios indispensveis.

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1.7- Detalhes construtivos em geral - So desenhos complementares, necessrios a uma melhor compreenso e execuo da obra. Cada tipo de obra, em funo de sua complexidade, exige detalhes particulares para facilitar ou mesmo permitir a sua execuo. Estes detalhes devero ser apresentados em desenhos, na escala convenientemente adequada, com todos os elementos necessrios fiel execuo do empreendimento. 1.8- Estimativas de custos, oramentos, planejamentos e cronogramas fsicos - financeiros Engenharia de Custos conhecido os projetos definitivos, os detalhes e as especificaes de servio e materiais, poder ser apresentado um oramento. Consiste na apresentao de uma planilha, contendo as quantidades de servios a executar, a unidade considerada e os preos unitrios. Na composio dos preos unitrios devero ser apresentados os coeficientes de consumo e produtividade. Os respectivos percentuais para cobrir as despesas diretas e indiretas, como impostos, leis fiscais, encargos sociais, despesas financeiras, administrativas, comerciais, tcnicas e outras, que de qualquer maneira onerem os custos do empreendimento. Conhecidos o oramento e o prazo de execuo da obra ou servio, dever ser apresentado o cronograma fsico-financeiro (grfico de Gantt), capaz de oferecer uma viso global da execuo da obra e o conhecimento das necessidades financeiras ms a ms; atravs dos coeficientes de produtividade, consumo e do cronograma fsico-financeiro, podem-se estabelecer as necessidades dirias de material e mo-de-obra para a execuo da obra ou servio. 1.9- Assessoria - coordenao, superviso, fiscalizao, compatibilizao, acompanhamento e controle; - quando na elaborao de um projeto, houver a participao de profissionais de vrias modalidades, aparece a figura do Assessor. A finalidade oferecer uma assessoria tcnica especializada elaborao do projeto ou servio. Por outro lado, permite ainda, com sua participao, a coordenao de todos os processos e os integrantes da equipe, segundo uma sintonia perfeita. 1.10- Levantamentos tcnicos de obras, servios, instalaes e afins j executados e que por circunstncias, os projetos existentes no reproduzem a verdade. Consiste, pois de um levantamento completo no local que permita definir as quantidades, condies de funcionamento ou estado de conservao, elaborando desenhos e especificaes dos servios e dos materiais empregados. Anexo dever ser apresentado um memorial descritivo, que englobe todos os elementos considerados no estudo. A responsabilidade funcional do levantamento levado a efeito dever ser assumida pelo profissional executante do servio. Para cada tipo ou especialidade de engenheiro teremos obras que lhe so afetas. 1.11- Levantamento topogrfico e sondagens - Neste caso admite-se o trabalho profissional de levantamento completo no campo, com detalhes do relevo, representando as curvas de nvel de metro em metro, alm do trabalho de escritrio de clculo das cadernetas, avaliao dos cortes e aterros e outras medidas de interesse na elaborao de um determina do projeto. Caso seja do interesse do cliente e tendo em vista a extenso da rea a levantar, dever ser apresentado um relatrio circunstanciando todas as medidas levadas a efeito. Quanto s sondagens devero constar o perfil do terreno para avaliao do solo e posio do lenol fretico.

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2- Gesto, coordenao, superviso, fiscalizao e acompanhamento de obras em geral, com os seguintes sub-tens: 2.1- Gerenciamento das obras e projetos em geral. Trata-se de assumir a responsabilidade dos encargos tcnicos, legais decorrentes da organizao levada a efeito, de desenvolver as diversas reas da obra. Verificar a eficincia e eficcia dos trabalhos, licitude das compras e fornecimentos, enfim, gerncia integral, no tocante administrao da empresa. Consiste em ser assumido pelo profissional tico o encargo tcnico-administrativo da direo e execuo da obra, respondendo pela fiel execuo dos servios. Alm do mais, o profissional dever prever coordenar, dirigir e controlar a qualidade da obra, como seu gestor, exercendo as funes de acordo com as normas legais vigentes e entregando a obra ou servio em condies de ser utilizada pelo cliente e em concordncia integral com os projetos, especificaes, detalhes e demais elementos tcnico fornecidos. 2.2- Programaes e dimensionamentos de servios, materiais, equipamentos e pessoal. Uma vez conhecido o oramento da obra, determinado pelas quantidades de servios e preos unitrios, est o engenheiro em condies de dimensionar a equipe de trabalho, baseando-se ainda no cronograma fsico-financeiro, no mercado de trabalho, nas disponibilidades financeiras da empresa, em funo da seqncia dos trabalhos a executar. Neste caso devero ser determinados os homens/hora indispensveis, por categoria, com previso das datas do recrutamento, admisso, demisso, bem como previses de treinamento,incentivos para aumento de produtividade e qualidade. 2.3- Projeto de canteiro de obra. Dever ser apresentado o projeto do canteiro de obras, contendo todas as instalaes a fazer, como o dimensionamento, oramento, necessidades de material, mo-de-obra e as especificaes dos servios. Apresentao das programaes e relatrios indispensveis administrao da obra ou servio e relao de equipamentos necessrios. 2.4- Planejamentos, programaes e controles, dimensionamentos do fsico, dos servios, materiais, equipamentos, pessoal e do financeiro; Trata-se de medidas indispensveis verificao da quantidade e qualidade do trabalho, permitindo ainda um controle, quanto aos preos de material, mo-de-obra, execuo dos servios, planos de trabalhos, programaes, controles e apropriaes de custos. Apresentao do planejamento completo para execuo e controle da obra ou servio, indicando os processos de trabalho, a modalidade de medio de servios, o plano para melhoria da produtividade e qualidade. Feitas as programaes e o planejamento, face ao controle preconizado, dever ser apresentado o organograma, indicando inclusive o dimensionamento da equipe, apresentao do esquema organizacional com a discriminao das tarefas, rotinas, procedimentos, diretrizes, relatrios, memoriais grficos e fotogrficos. 2.5- Administrao e controle contbil. Atividade indispensvel verificao do controle da qualidade e produtividade, estudo de preos e materiais. Flexibilidade do mercado fornecedor e consumidor. Elaborao de sistemas de controle de materiais e mo-de-obra. Sistemas de controle do almoxarifado. Tipos de notas, estudo dos contratos de fornecimento e pessoal. Determinao do estoque mnimo. Escriturao dos custos de obra. Sistema de apresentao das diversas contas a receber e a pagar. Tipo de contabilidade, estabelecimento do plano de contas e contabilidade gerencial. 2.6- Coordenao, superviso, fiscalizao e acompanhamento de obras em geral. Consiste em fiscalizar a fiel execuo de uma obra ou servio, oferecendo uma assistncia tcnica permanente e responsabilizando-se pelas orientaes e instrues prestadas na obra e ao cliente. Exigir nvel, esquadro e prumo, como tambm o cumprimento das especificaes de servios e materiais.17

Conferir todas as medidas, todos os detalhes mtricos, todos os acabamentos. Dar assistncia tcnica efetiva quando solicitado, principalmente na elaborao dos contratos entre fornecedores, empreiteiros e outros. Verificar e assinar autorizando os pagamentos de fornecimento de material e mo-de-obra. Dirimir as dvidas ou resolver os problemas tcnicos surgidos, durante a execuo da obra ou servio, inclusive quanto responsabilidade sobre despesas. Enfim, fiscalizar durante todo o tempo de execuo da obra ou servio, visando enquadrar as normas pr-determinadas, atendendo a boa tcnica requerida, bem como o controle da qualidade apurado. 2.7- Medies de servios e controles fsicos - financeiros e da qualidade. Medies "in loco", dos servios executados, apresentando os detalhes mtricos e demais elementos capazes de orientar o cliente quanto licitude do pagamento. Apresentar em relatrio o sistema de medida e critrios adotados. Apresentar quando solicitado os esclarecimentos requeridos, bem como o cronograma fsico-financeiro para controle do andamento da obra, o a receber e o a pagar. 3- Consultorias e assistncia tcnica, com os seguintes sub-tens: 3.1- Consultoria permanente em geral e elaborao de contratos. Trata-se de prestao sistemtica do trabalho profissional, no que tange a orientao tcnica-administrativa e durante a venda dos trabalhos profissionais em carter permanente, sendo o nico responsvel pelos xitos ou insucessos preconizados. Aqui desejamos esclarecer que a participao do profissional se faz somente na parte tcnica-administrativa do contrato. Neste caso o profissional dever fazer uma listagem dos elementos que devem constar do contrato como proteo empresa, lembrando de clusulas de regulamento do prazo, reajustamento de preos, prevendo multas por atrasos no cronograma de pagamento e pelo no cumprimento das exigncias contratuais. Em memorial descritivo o profissional apresentar as consideraes que devem ser obedecidas. 3.2- Consultas espordicas. Consiste na prestao de servio tcnico de engenharia prestada por profissional que oferece ao cliente soluo verbal ou por escrito, sobre determinados problemas; uma vez oferecidos os elementos para o exame tcnico da soluo, apresentar a resposta consulta formulada. 3.3- Assessoria. Servios profissionais prestados por profissionais, assessorando tcnico administrativamente os diversos rgos da empresa. Pode ser antes, durante e posterior implantao de uma obra ou servio. O servio de assessoria, pode ser em carter permanente ou ento por contrato temporrio, para prestao de servios durante uma certa etapa do desenvolvimento empresarial. 3.4- Fiscalizao de servios tcnicos. Consiste na observncia das normas brasileiras para a execuo de obras e servios. O fiscal dever constatar a boa qualidade durante a execuo das obras, utilizando-se de testes da boa qualidade, em laboratrios oficiais, quando julgar necessrios, com poderes de sustar qualquer servio executado fora dos padres do projeto. 3.5- Anlise econmica - financeira da empresa - estudo dos elementos patrimoniais da empresa, como segue: Levantamento geral dos bens patrimoniais da empresa; Levantamento dos imveis, executando plantas ou conferindo os existentes, bem como indicao da distribuio do equipamento dentro do imvel;

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Estimativa do valor do patrimnio em imveis; Cadastramento do equipamento e avaliao; Avaliao da produo , diria, mensal e anual da empresa; Determinao do fluxo de caixa, da rentabilidade da obra, servios ou da empresa; Apresentao de um parecer tcnico, fruto dos elementos patrimoniais oferecidos. 3.6- Orientao tcnico-administrativa. Consiste em, uma vez conhecido o projeto ou os contratos de execuo, estabelecer a poltica administrativa da empresa no setor tcnico. Trata-se de um servio de alta repercusso tcnica pelos efeitos decorrentes. Por meio de um relatrio apresentar-se- a orientao tcnico-administrativa, com vistas a: Sistemtica dos servios; Ampliao da faixa de empreendimentos da empresa; Procura de novos mercados; Medidas preventivas a preconizar; Contatos de qualquer natureza. 3.7- Orientao geral e tcnicos de controle. Apresentao de um esquema tcnico geral, capaz de orientar a empresa no sistema global de controle, determinando-se o sistema de apropriao de custo, normas de controle para o material e mo-de-obra. Fornecimento de um memorial descritivo com o dimensionamento das diversas sees da empresa, de modo a executar os servios em andamento, bem como, a projeo de um estudo para ampliao da empresa, face as tendncias do mercado. 4 - Vistorias, laudos, pareceres, avaliaes e percias em geral. Engenharia Legal, com os seguintes sub-tens: 4.1- Vistorias, laudos tcnicos fundamentados, sobre servios ou obras. Os laudos tcnicos compreendem a informao profissional a respeito de determinado assunto, servio ou obra. Assim, o laudo tcnico a constatao de um determinado fato, verificado em uma determinada condio existente e que constitui, por assim dizer, a vistoria. No entanto, se acompanhado das causas e das concluses tcnicas cabveis, temos o laudo tcnico. Feita a vistoria e elaborado o laudo tcnico, ser complementado o parecer final, com um memorial descritivo, no qual se esclaream as causas e fiquem estabelecidas as medidas tcnicas a tomar. 4.2- Pareceres tcnicos sobre assunto tcnico especializado. Nem sempre a vistoria e o laudo vem acompanhado de um parecer tcnico. s vezes pode ser tambm solicitado. O parecer uma opinio tcnica abalizada e fundamentada em requisitos tcnicos. s vezes o parecer tcnico de tal envergadura e envolve tcnicos to especializados que s pode ser dado em conjunto por uma comisso de alto gabarito. O parecer poder ser acompanhado de plantas, de especificaes, de servios e materiais, bem como da exigncia de testes de laboratrio e exames locais. Em cada caso, ser estudada a linha a ser seguida e a orientao a ser obedecida. 4.3- Avaliao tcnica de um determinado bem ou direito. Aqui reside um dos assuntos mais srios. Sim, porque, na avaliao tcnica de um determinado bem, existem elementos mensurveis, capazes de oferecer a medida exata do valor. Neste caso, o memorial descritivo dar as informaes colhidas, os elementos computados, as consideraes levadas a efeito, o critrio adotado e outros elementos que objetivaram a avaliao. J no caso do Direito, vai depender de um estudo muito mais aprimorado e a conseqente avaliao, na maioria das vezes, pode ser aleatria. Nestas condies o parecer tcnico ser o elemento de deciso.

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4.4 - Servios em geral de Engenharia Legal. Relativamente Engenharia Legal pode ser solicitado ao profissional o seguinte: Vistoria - Nada mais que a verificao de uma situao existente, pelo oferecimento de um relatrio minucioso do fato, sem entrar em detalhes; o caso, por exemplo, da "vistoria ad perpetuum i n rei memoriam", feita com o objetivo de se verificar um estado das coisas. Percia - Que uma vistoria na qual so indicadas as causas tcnicas, causadoras de uma determinada situao. Na percia de um modo em geral, o parecer tcnico deve ser documentadas e tiradas as concluses. Parecer - Trata-se, pois de uma opinio fundamentada das causas possveis, apresentado inclusive a ou as solues para o problema. Avaliao - a apresentao tcnica fundamentada do valor encontrado, estimado, calculado ou arbitrado para um bem ou direito. Como se v, cada modalidade de engenharia tem o mbito de ao de sua atividade, baseado, claro, nas atribuies profissionais. 4.5- Julgamento de trabalhos em geral. Aqui neste ttulo englobamos a deciso requerida em relatrio minucioso, contendo as razes do julgamento, assim como, os fundamentos tcnicos que serviram de suporte deciso final. Podemos julgar concursos de trabalhos tcnicos de projetos, concorrncia, concursos de provas e ttulos, enfim, tudo o que depender de julgamento. Dever ser apresentado um laudo circunstanciado e tcnico, inclusive com a classificao dos concorrentes.

Honorrios Profissionais da Engenharia pelo critrio do Custo GlobalCAPTULO I EDIFICAES 01 - Projeto de Edificao 1.1 - Estudo Preliminar - Determinao de viabilidade econmica e legal da edificao, o projeto a ser adotado e as caractersticas genricas do projeto. 1.2 - Anteprojeto - Soluo geral com definio do projeto adotado, de concepo estrutural e das instalaes em geral, possibilitando clara compreenso da obra a ser executada. 1.3 - Projeto Legal - Soluo definitiva do anteprojeto, representado em plantas, cortes, elevaes, especificaes e memoriais de acordo com as exigncias dos poderes pblicos a que sero submetidos. 1.4 - Projeto de Execuo - Projeto com especificaes detalhadas, representaes em escalas adequadas e necessrias boa compreenso na execuo da obra e os desenvolvimento dos demais projetos. 1.5 - Detalhes - Detalhes e especificaes de esquadrias, mobilirios fixos, localizao de aparelhos hidrulicos, pontos de luz e mais componentes da edificao, em escalas adequadas execuo da obra.20

1.6 - Modalidades e Remunerao. 1.7 - As edificaes para efeito de remunerao so divididas em oito categorias, classificadas a seguir:

TIPO 1-HABITAO 1.1-PERMANENTE a) Conjunto de edifcios populares de at 4 pavimentos b) Edifcios de apartamentos padro mdio c) Edifcios de apartamentos padro elevado d) Residncias padro simples e) Residncias padro mdio f) Residncias padro elevado 1.2 TEMPORRIA a) Albergues, pousadas, hotis simples e motis b) Hotis de luxo 1.3 COLETIVA a) Alojamentos, asilos, orfanatos, internatos, conventos e mosteiros b) Quartis c) Presdios e penitencirias 2 TRABALHO 2.1 - AGROPECURIA a) Galpes para mquinas, armazns, estbulos, cocheiras, pocilgas, avirios rurais simples b) Matadouros e instalaes rurais especializadas 2.2 - INDSTRIA a) Galpes, oficinas e depsitos b) Fbrica simples c) Laboratrio simples d) Usinas, fbricas especializadas e) Laboratrios especializados 2.3 - COMRCIO a) Armazns, depsitos, supermercados, hortomercados, pavilhes para a realizao de feiras e exposio. b) Lojas de departamentos, magazines,, centros comerciais e shopping centers c) Mini-shopping d) Lojas, butiques, stands e show-rooms 2.4 - SERVIOS 2.4.1 - Administrao e finanas a) Edifcios de escritrios e edifcios administrativos b) Bancos, sede de empresas, instituies e rgos pblicos c) Centros de processamento de dados 2.4.2 - Educao a) Creches, escolas primrias e secundrias b) Escolas tcnicas, especializadas, superiores e universidades 2.4.3 - Sade21

CATEGORIA

II III IV IV VI VIII III V III V VI

I III I II IV IV VI I II IV VIII

III V VII III V

a) Ambulatrios e postos de sade b) Clnicas e consultrios c) Hospitais 2.4.4 - Transporte a) Garagens simples / estacionamento b) Edifcios-garagem, pedgios e postos de servios c) Terminais e estaes rodovirias, hidrovirias e ferrovirias d) Aeroportos 2.4.5 - Comunicaes a) Agncias e centrais postais, telegrficas e telefnicas b) Estdios e estaes de gravao, cinema, rdio e televiso 3 - LAZER 3.1 - Esporte a) Quadras cobertas e galpes para barcos b) Clubes, ginsios e instalaes esportivas simples c) Estdio e instalaes esportivas especializadas 3.2 - Entretenimento a) Restaurante, boates, casa de espetculo, cinema e teatro simples b) Planetrios e teatros especializados 3.3 - Acervos Artsticos-Culturais a) Galerias de artes, salas de exposio, arquivos, bibliotecas e museu simples b) Arquivos, bibliotecas e museus especializados 4 - DIVERSOS a) Templos religiosos, capelas morturias e cemitrios b) Monumentos c) Auditrios, salas de conferncias e pavilhes para a realizao de congressos CUSTO POR CATEGORIA CUSTO POR ETAPA I - 0.012 0.020 Estudo preliminar - 20% II - 0.020 0.025 Anteprojeto - 20% III - 0.025 0.030 Projeto legal - 20% IV - 0.030 0.035 Projeto Executivo - 20% V - 0.035 0.040 Detalhes - 20% VI - 0.040 0.045 VII - 0.045 0.050 VIII - 0.050 0.050 ou mais CUB/M2 CUB/M2 CUB/M2 CUB/M2 CUB/M2 CUB/M2 CUB/M2 CUB/M2

III V VI II III V VIII V VII

I IV VII VI VIII V VIII

VI VIII VI

NOTA No caso de repeties de unidades iguais (uma loja, uma residncia, um pavimento, um galpo, um projeto padro, etc) aplica-se apenas a primeira unidade, cabendo a remunerao de 25% do valor da primeira para cada repetio.22

REPETIES EM CONJUNTO DE EDIFCIOS da 1 a 10a - 25% do valor para cada repetio da 11 a 20 a - 20% do valor para cada repetio da 21 a 30 a - 15% do valor para cada repetio acima de 30 a - 10% do valor para cada repetio IMPLANTAO: Para cada conjunto de edifcios aos custos acima ser acrescido 25% do valor encontrado, considerando-se sempre como tratando-se do 1o conjunto. - CUB (custo unitrio bsico) - SINDUSCON - Qualquer projeto ter custo mnimo de 2 CUBs. CUSTOS DIVERSOS - Os servios discriminados a seguir, sero cobrados aplicando seus coeficientes sobre o valor encontrado do projeto de arquitetura de edificao, como segue: - Coordenao de todos os projetos - Levantamentos arquitetnicos - Estudos e viabilidade (tcnica e legal) arquitetnica - Memorial descritivo e oramento - Lay-outs - Projetos de acrscimo edificao existente - Projetos de reforma e/ou revitalizao de edificaes existentes - Projeto de restaurao de edificaes existentes - Projetos de legalizao de obras executadas (inclusive levantamentos arquitetnicos) - Projetos complementares de comunicao visual - Projetos legais extras (quando necessrios)

0.15 0.10 0.05 0.10 0.15 1.15 1.30 2.00 0.30 0.10 0.10

2- Planejamento de Loteamentos 2.1 - Reememoramento e/ou desmemoramento - So os projetos de unificao e/ou parcelamento de lotes ou glebas que no implicam na abertura de vias. 2.1.1 - A remunerao destes projetos aplicando-se o coeficiente 0, 00035 CUB/m2. 2.2 - Loteamentos- So os projetos de urbanizao de glebas, que implicam no estudo de sua integrao ao meio ambiente, s condies scio-culturais e malha urbana existente. 2.2.2 - Estudo Preliminar- Determinao da viabilidade tcnica-econmica e legal do projeto, a determinao das reas destinadas a cada funo, a soluo esquemtica do sistema e o nmero aproximado de lotes. 5.02.2 - Anteprojeto- Consiste na soluo conceitual e fsica do projeto com o traado de vias de circulao, lotes, reas verdes e sistema de recreio, definio do partido paisagstico e tabelas de reas. 2.2.3 - Projeto executivo - Consiste em planta geral do loteamento onde esto expressos graficamente e cotados os elementos que o compe, com ruas, praas, jardins, lotes, PCs e PTs de curvas, sentido de escoamento das guas, reas de cada um desses componentes, identificao de ruas, quadras, lotes, etc., cortes transversais e longitudinais das vias de circulao, detalhes de compatibilizao de cruzamentos, tabela calculada analiticamente de reas pblicas, institucionais e privadas, memorial descritivo. 2.2.4 - A remunerao dos projetos de loteamentos calculada aplicando-se os coeficientes abaixo:23

02 HA 10 HA 20 HA 50 HA Acima de 50 HA

At

-

7,10 CUB/HA 5,40 CUB/HA 4,20 CUB/HA 3,20 CUB/HA 2,50 CUB/H

- Para reas intermedirias ente os valores acima, interpolar os coeficientes segundo o exemplo abaixo: 10 HA = 5,4 X = 5,4 - [(5,4 - 4,2) x 15 - 10 ] = 4,8 CUB/HA 20-10 resultado: 20 HA = 4,2 2.2.5- A remunerao do item anterior dever ser multiplicada pelos fatores abaixo, em funo do tamanho do lote: at 250 m2 1,00 0,86 at 500 m2 2 at 1.000 m 0,73 acima de 1.000 m2 0,62 2.2.6- No caso de contratao de etapas do projeto, a remunerao ser a seguinte, em percentual ao clculo nos itens 5.02.4 e 5.02.5 Lotes - ESTUDO PRELIMINAR - ANTEPROJETO - PROJETO DEFINITIVO PAISAGISMO 3 - Projetos de Paisagismo 3.1- O Projeto Paisagstico dever compor-se das seguintes fases de desenvolvimento, representados graficamente, de forma a fazer compreender literalmente a concepo global do projeto, bem como todos os elementos nele contidos: 3.1.1 - Estudo Preliminar - Anlise do espao fsico mediante reconhecimento dos diversos aspectos nele envolvidos e apresentao de soluo conceitual do problema para a determinao da viabilidade do programa e partido a serem adotados. 3.1.2 - Anteprojeto - Apresentao da soluo conceitual e fsica do problema com a definio do partido adotado, distribuio das funes e das reas de interveno com seus elementos principais, naturais e/ou edificveis em escala adequada perfeita compreenso da obra a ser executada, sob a forma de plantas e, quando necessrios, cortes esquemticos. 3.1.3 - Projeto de Execuo - Desenvolvimento com base no Anteprojeto aprovado, apresentado atravs de plantas, cortes, elevaes e detalhes construtivos, contendo cotas e indicaes dos materiais e equipamentos, indicando os sistemas de irrigao, iluminao e drenagem, memorial descritivo e especificaes. 3.1.4 - Projeto de Plantao - Desenvolvido com base no Anteprojeto aprovado, consta de desenho de locao e especificao das espcies vegetais, tabela de especificaes e quantidades, o nome vulgar, cientfico e porte das espcies a serem empregadas, manual de preparo do solo e plantio. 3.2 - Remunerao do Projeto Paisagstico. 3.2.1 - Os Projetos paisagsticos so classificados de acordo com o nvel de complexidade, em trs categorias: CATEGORIA A: Espaos urbanos, parques urbanos, monumentos, praias, portos.24

15 HA =

20% 40% 40%

CATEGORIA B: Educao/treinamento, sade, esporte, comrcio, administrao, instituies religiosas, cemitrios, conjuntos de edifcios habitacionais, cultura, recreao, turismo, indstria, feiras de exposies, terminais de transporte, residncias unifamiliares. CATEGORIA C: Rodovias/ ferrovias, reas rurais. 3.2.2 - Os projetos paisagsticos no remunerados em funo da rea do projeto, critrio de clculo: X = valor da remunerao Y = rea do projeto em m2, calculada como rea do terreno a ser tratada, subtrada as reas de ocupao das edificaes. - rea inferior a 500 m2 todas as categorias - A, B, C - rea superior a 500 m CATEGORIA A CATEGORIA B CATEGORIA C2

X = 0,15 X = 0,15 X = 2,45 + 0,09

Y

CUB

Y CUB Y - 200 Y - 400 CUB CUB

X=1,27 + 0,12

3.2.3 - Correo do Clculo por complexidade- Considera-se a correo do clculo para as reas superiores a 500 m2, nos seguintes casos: a - Projetos de habitao unifamiliar b - Projetos sobre lage c - Projetos sobre terrenos de topografia acidentada 3.3 - Os honorrios de Projeto Paisagstico, no inclui os demais projetos. OUTROS SERVIOS 4 - Remuneraes de Outros Servios 4.1 - Levantamentos Topogrficos: 0, 001 CUB/m2 4.2 - Consultas e/ou hora tcnica: 0,10 a 0,15 CUB/m2. 4.3 - Visitas Tcnicas s Obras: 0,15 a 0,20 CUB/hora- perodo disposio durante o horrio comercial at o limite de 6 (seis) horas/dia. 4.4 - Fiscalizao (tcnica) da Execuo da Obra: 0,10 a 0,15 CUB/hora- servios prestados para acompanhar a execuo da obra e/ou servios contratados com outro profissional ou empresa, com o objetivo de verificar a fiel observncia do que foi projetado, especificado e contratado, at o limite de 6 (seis) oras/dia. As horas adicionais sero pagas em dobro. 4.5 - Direo Geral de Execuo de Obras: 0,15 a 0,20 CUB/hora servios prestados para dirigir tecnicamente certa e determinada obra e/ou servio coordenando a execuo realizada por outro profissional, empresa ou entidade, at o limite de 6 (seis) horas/dia. As horas adicionais sero pagas em dobro. 4.6 - Execuo de obras por Administrao: 15% a 20% do valor total apropriado durante a execuo da obra - servios prestados para a execuo, assumindo a responsabilidade tcnica, civil, criminal e administrativa. 4.7 - Planos Diretores Municipais: At 19.999 - 0,006 CUB/hab 20.000 50.000 - 0,006 50.001 100.000 - 0,010 100.001 500.000 - 0,011 acima de 500.000 - 0,01325

0,010 0,011 0,013 0,015 CUB/hab

4.8- Planos Diretores Regionais: 60% dos valores acima. 5 - Despesas Reembolsveis - No esto includos nos honorrios fixados na presente Tabela, devendo ser cobrados parte, as seguintes despesas: 5.1 - Viagens: Transporte, estadia e alimentao. 5.2 - Aprovao de Projetos nos rgos Pblicos: taxas, alvars, impostos, emolumentos, honorrios de despachantes e horas tcnicas do profissional. 5.3 - Cpias e Fotografias. TIPO 1-HABITAO 1.1-PERMANENTE a) Conjunto de edifcios populares de at 4 pavimentos b) Edifcios de apartamentos padro mdio c) Edifcios de apartamentos padro elevado d) Residncias padro simples e) Residncias padro mdio f) Residncias padro elevado 1.2 - TEMPORRIA a) Albergues, pousadas, hotis simples e motis b) Hotis de luxo 1.3 - COLETIVA a) Alojamentos, asilos, orfanatos, internatos, conventos e mosteiros b) Quartis c) Presdios e penitencirias 2 - TRABALHO 2.1 - AGROPECURIA a) Galpes para mquinas, armazns, estbulos, cocheiras, pocilgas, avirios rurais simples b) Matadouros e instalaes rurais especializadas 2.2 - INDSTRIA a) Galpes, oficinas e depsitos b) Fbrica simples c) Laboratrio simples d) Usinas, fbricas especializadas e) Laboratrios especializados 2.3 - COMRCIO a) Armazns, depsitos, supermercados, hortomercados, pavilhes para a realizao de feiras e exposio. b) Lojas de departamentos, magazines,, centros comerciais e shopping centers c) Mini-shopping d) Lojas, butiques, stands e show-rooms 2.4 - SERVIOS 2.4.1 - Administrao e finanas a) Edifcios de escritrios e edifcios administrativos b) Bancos, sede de empresas, instituies e rgos pblicos c) Centros de processamento de dados 2.4.2 - Educao a) Creches, escolas primrias e secundrias26

CATEGORIA

II III IV IV VI VIII III V III V VI

I III I II IV IV VI I II IV VIII

III V VII III

b) Escolas tcnicas, especializadas, superiores e universidades 2.4.3 - Sade a) Ambulatrios e postos de sade b) Clnicas e consultrios c) Hospitais 2.4.4 - Transporte a) Garagens simples / estacionamento b) Edifcios-garagem, pedgios e postos de servios c) Terminais e estaes rodovirias, hidrovirias e ferrovirias d) Aeroportos 2.4.5 - Comunicaes a) Agncias e centrais postais, telegrficas e telefnicas b) Estdios e estaes de gravao, cinema, rdio e televiso 3 - LAZER 3.1 - Esporte a) Quadras cobertas e galpes para barcos b) Clubes, ginsios e instalaes esportivas simples c) Estdio e instalaes esportivas especializadas 3.2 - Entretenimento a) Restaurante, boates, casa de espetculo, cinema e teatro simples b) Planetrios e teatros especializados 3.3 - Acervos Artsticos-Culturais a) Galerias de artes, salas de exposio, arquivos, bibliotecas e museu simples b) Arquivos, bibliotecas e museus especializados 4 - DIVERSOS a) Templos religiosos, capelas morturias e cemitrios b) Monumentos c) Auditrios, salas de conferncias e pavilhes para a realizao de congressos CUSTO POR CATEGORIA CUSTO POR ETAPA I - 0.012 0.020 CUB/M2 Estudo preliminar - 20% II - 0.020 0.025 CUB/M2 Anteprojeto - 20% III - 0.025 0.030 CUB/M2 Projeto legal - 20% IV - 0.030 0.035 CUB/M2 Projeto Executivo - 20% V - 0.035 0.040 CUB/M2 Detalhes - 20% VI - 0.040 0.045 CUB/M2 VII - 0.045 0.050 CUB/M2 VIII - 0.050 0.050 ou mais CUB/M2 NOTA No caso de repeties de unidades iguais (uma loja, uma residncia, um pavimento, um galpo, um projeto padro, etc) aplica-se apenas a primeira unidade, cabendo a remunerao de 25% do valor da primeira para cada repetio. REPETIES EM CONJUNTO DE EDIFCIOS da 1 a 10a - 25% do valor para cada repetio da 11 a 20 a - 20% do valor para cada repetio da 21 a 30 a - 15% do valor para cada repetio acima de 30 a - 10% do valor para cada repetio27

V III V VI II III V VIII V VII

I IV VII VI VIII V VIII VI VIII VI

IMPLANTAO: Para cada conjunto de edifcios aos custos acima ser acrescido 25% do valor encontrado, considerando-se sempre como tratando-se do 1o conjunto. - CUB (custo unitrio bsico) - SINDUSCON - PR - Qualquer projeto ter custo mnimo de 2 CUBs. CUSTOS DIVERSOS - Os servios discriminados a seguir, sero cobrados aplicando seus coeficientes sobre o valor encontrado do projeto de arquitetura de edificao, como segue: - Coordenao de todos os projetos - Levantamentos arquitetnicos - Estudos e viabilidade (tcnica e legal) arquitetnica - Memorial descritivo e oramento - Lay-outs - Projetos de acrscimo edificao existente - Projetos de reforma e/ou revitalizao de edificaes existentes - Projeto de restaurao de edificaes existentes - Projetos de legalizao de obras executadas (inclusive levantamentos arquitetnicos) - Projetos complementares de comunicao visual - Projetos legais extras (quando necessrios) INTERIORES CUSTO POR ETAPA - at 10.00 m2 0.1 CUB/m2 Estudo Preliminar 30% - de 10.00m2 a 20.00m2 0.075 Anteprojeto 40% - de 20.00 m2 a 30.00m2 0.065 Projeto de Execuo 30% - de 30.00 m2 a 60.00m2 0.060 - acima de 60.00m2 0.055

0.15 0.10 0.05 0.10 0.15 1.15 1.30 2.00 0.30 0.10 0.10

28

CAPTULO II ENGENHARIA ESTRUTURAL

1. 1. PRESCRIES GERAIS

1.1- Nas propostas ou contratos para elaborao do projeto definitivo, dever ser citada esta tabela como referncia do trabalho contratado. A tabela servir como elemento de referncia para dirimir dvidas, omisses ou complementaes do trabalho contratado. 1.2- Se o anteprojeto for entregue como trabalho nico, e servir de orientao para a elaborao do projeto definitivo, executado por terceiros, o autor do anteprojeto ter direito a honorrios correspondentes a 40% do valor do projeto, independentemente do ajuste que for feito com o ltimo contratado. 1.3- O contrato de prestao de servios ou a correspondente proposta aceita obrigam ao cumprimento do trabalho proposto, nos termos que seguem: No caso de protelamento da execuo do projeto, por perodo superior a 3 (trs) meses, por falta de elementos que devam ser fornecidos pelo contratante, os servios que somente possam ser desenvolvidos aps este perodo tero o seu valor corrigido pela frmula: V = 1,20 Vo P --Po

V = valor corrigido Vo = valor correspondente ao ajuste inicial 1,20 = coeficiente de recoordenao do projeto P = valor do m3 de estrutura de concreto armado no ms da cobrana do trabalho em pauta, ou do m3 de peroba para seo 6x16cm, at 5,00m de comprimento, ou 300 kg de estrutura metlica fabricada, sem montagem e pintada com uma demo de primer anticorrosivo. Po = valores acima, no ms da proposta

2. SERVIOS DE ENGENHARIA ESTRUTURAL

2.1- Clculo dos Honorrios

2.1.1 - Modalidade A - por valor porcentual sobre o custo convencional de estrutura a ser projetada, incluindo-se infra-estrutura (ou estrutura de fundao e apoios) e super estrutura, de acordo com a classificao que se indica a seguir: TABELA BSICA - para o valor dos honorrios, em porcentagem sobre o custo convencional da estrutura.

29

I - CONCRETO Volumes Bsicos at 50 100 200 500 1000 2000 5000 10000 >10000 II - METLICA Pesos Bsicos at 12 25 50 120 250 500 1200 2500 2500 Obras de Arte 7,50 6,80 6,40 6,10 5,50 5,00 4,90 4,80 4,70 Edificaes 8,50 8,10 7,80 7,30 6,90 6,40 6,10 5,70 5,40 Obras Industriais 9,60 9,00 8,60 8,00 7,30 7,00 6,40 6,00 5,40 Obras de Arte 7,50 6,80 6,40 6,10 5,50 5,00 4,90 4,80 4,70 Edificaes 8,50 8,10 7,80 7,30 6,90 6,40 6,10 5,70 5,40 Obras Industriais 9,60 9,00 8,60 8,00 7,30 7,00 6,40 6,00 5,40

III - MADEIRA (Telhados e Mezzaninos) Preo do projeto - s x p onde: "s" = rea a projetar (ou de um mdulo, se for o caso), "q" = preo do m2 de rea a projetar, dado por: q = 1,43 p (Tm x Np x Te x Ta x Tt x Ti x Td) ---------------------------------- e 1000 Po = valor definido no tem 1.4 - peroba. Tm = Tipo de madeira peroba ....................................... 1,00 pinho ..........................................1,40 ip e demais ................................2,45 laminadas e compensadas...........2,20 mistas .....................coeficiente mdio

30

Np = Nmero de panos de cobertura 1 pano . . . . . . . . . . . 1,00 2 panos......................1,05 3 panos . . . . . . . . . . 1,10 4 panos......................1,15 diversificado. . . . . . . 1,20 Te = Tipo de estrutura at12m +de12m plano inclinado ................................ 1,00 1,00 tesouras............................................ 1,00 1,35 arcos ................................................ 1,15 1,35 arcos invertidos .................................1,15 1,40 prticos e arcos articulados ...............1,20 2,50 mistas . . . . . . ....................... coeficiente mdio Ta = reas at 250 m2 . . . . . . . ...... 1,00 de 251 a 500m2 .............. 1,10 de 501 a 1000m2 . . . . . . 1,15 de 1001 a 5000m2.......... 1,20 acima de 5000m2 . . . . . . 1,25 Tt = Tipo de telha fibro-cimento e plstica. . 1,00 alumnio e madeirit........... 1,10 telha de barro..................... 1,20 telha de cimento................. 1,25 Ti = Inclinao do telhado at 30% . . . . . . . . . . 1,00 acima de 30%........... 1,30 Td = Fatores adicionais vide tem 2.3

2.1.2 - Modalidade B - para as obras cujo volume ou rea estrutural convencionais sejam de difcil definio ou cujo detalhamento se apresenta de forma pouco previsvel (por exemplos silos, hangares, residncias, reservatrios elevados, etc). Preo por m2 de desenho de projeto = 3p a 6p 2.1.3 - Modalidade C - para qualquer tipo de obra a ser projetada e para remunerao de trabalhos de modificao de projetos, contratados por uma das modalidades anteriores "A" ou "B", por Hora Tcnica dos profissionais aplicada aos servios. Valor mnimo da Hora Tcnica

31

2.1.3.1 - Engenheiro Consultor . . . . . 0,25 p 2.1.3.2 - Engenheiro Senior A............0,16 p - Engenheiro Senior B . . . . . 0,14 p - Engenheiro Senior C............0,12 p 2.1.3.3 - Engenheiro Junior A . . . . . 0,10 p - Engenheiro Junior B............0,07 p - Engenheiro Junior C . . . . 0,04 p 2.1.3.4 - Projetista A ....................... 0,10 p - Projetista B . . . . . . . . .......... 0,07 p 2.1.3.5 - Desenhista A ................... 0,05 p - Desenhista B . . . . . . . . 0,03 p 2.1.3.6 - Desenhista Auxiliar ou Copista 0,02 p onde p = valor definido no tem 1.4. Considera-se: 2.1.3.1 - Profissional de nvel superior com 15 (quinze) ou mais anos de experincia na especialidade ou grau equivalente. Nota: Grau equivalente o mrito tcnico na especialidade, correspondente a um acrscimo de anos de experincia profissional, como segue: Mestrado = +2 (dois) anos Doutorado = +5 (cinco) anos 2.1.3.2 - A - dem, com mais de 12 (doze) anos B - dem, com mais de 10 (dez) anos C - dem, com mais de 8 (oito) anos 2.1.3.3 - A - dem, com mais de 5 (cinco) anos B - dem, com mais de 2 (dois) anos C - dem, com mais de 2 (dois) anos de atividade na especialidade Equipara-se: 2.1.3.4 - Projetista ou tecnologista 2.1.3.5 - Desenhista ou tcnico (nvel mdio) 2.1.3.6 - desenhista auxiliar ou moldador

Observao: No projeto da fundao, a escolha do tipo tcnica e economicamente mais indicado ser atribuio de Consultor de Fundaes, contratado e remunerado diretamente pelo cliente.

32

2.2 - Ante-projeto e Oramento

a) Para obras de arte, obras industriais e todas as obras especiais que se torne necessria a apresentao de ante-projeto, com quantidades de materiais especificados, para efeito de oramento, licitao ou concurso: 40% do valor do projeto quando vitorioso na licitao ou concurso, porm no contratado para o desenvolvimento do projeto 20% do valor do projeto quando no vitorioso b) dem, dem para edificaes: 20% do valor do projeto

quando vitorioso na licitao ou concurso, porm no contratado para o desenvolvimento do projeto 10% do valor do projeto quando no vitorioso

2.3 - Adicionais (percentagens adicionais sobre os valores calculados pela tabela bsica) 1 Ar condicionado 2 Calefao 3 Ar condicionado, calefao e furao em pisos ind. 4 Esconsidade 5 Ao do vento (salvo em pontes) 6 Pontes em curva 7 laje de transio 8 Peas pr-moldadas - postes e torres para ptios e linhas de transmisso: no mnimo 30 vezes o valor da tabela para pea isolada +5% +5% +10% +20% +10% +25% +15%

Repetio de obras: n = num de repeties 1a5 6 a 10 9 11 a 20 21 a 40 41 em diante Estes adicionais correspondem 1a taxa de responsabilidade pelo risco estatstico inerente ao uso repetido do projeto. 10 Protenso em obras que no sejam pontes (aplicvel frao da obra submetida protenso) Edificaes com estrutura arquitetonicamente aparente ou integrando elementos de fechamento ou decorativos

25n% 25+20n% 75+15n% 175+10n% 375+5n%

+ 40% +40% +20%

11 Estruturas pr-fabricadas 12

13 Lajes de sub-presso, muros e cortinas de arrimo, sero considerados33

como rea convencional estrutural, quando se aplica a "Modalidade A" 14 Memria de clculo (se solicitada) em obras que no sejam pontes 15 Sobrecargas especiais 16 Pilares macios ou compostos de madeira 17 Anlise dinmica simples com um grau de liberdade

+25% +10% +25% +20%

2.4 - Casos Especiais 1 - Reforos e adaptaes de fundaes e estruturas. Barragens de terra ou pontes

de grande vulto. Grandes obras hidrulicas e tneis: ajuste prvio, em percentagem sobre o valor da obra. 2 - Para obras constitudas de edifcios isolados ou grupos estruturais diferentes e bem definidos, a tabela deve ser aplicada para cada edifcio ou grupo estrutural, separadamente. 3 - Estruturas que, devido irregularidade do terreno ou a outros fatores, tenham seus elementos principais desiguais: adicionais tabela bsica conforme ajuste prvio. 4 - Projeto de infra-estruturas no previstas na tabela sero objeto de ajuste prvio. Consideram-se includas neste tem as fundaes de mquinas. 5 - Anlise dinmica com mais do que um grau de liberdade.

2.5 - Servios de Consultoria 2.5.1 - Consultas e vistorias 2.5.1.1 - Consulta tcnica, sem fornecimento de desenhos, clculos ou

croquius. Mnimo = 1 HT (classificada conforme 2.1.3) 2.5.1.2 - Consulta ao arquivo de obra encerrada, iniciada no mximo a 8 (oito) anos. = 1 HT (clusulo 2.1.3) 2.5.1.3 - Vistorias: sero remuneradas de acordo com a tabela da Diviso de Avaliao e Percias, ressalvando o mnimo de cobertura s horas tcnicas aplicadas na sede. 2.5.1.4 - Visita obra: aplicar as horas tcnicas gastas, incluindo tempo de locomoo. 2.5.1.5 - Visita obra fora da sede: acrescentar despesas de viagem e estadia.

2.5.2 - Mobilizao de equipe tcnica Em servios de consultoria que tiverem carter de atendimento a situaes imprevisveis (ex: caso de reforos de obras ou outras emergncias), alm das horas tcnicas aplicadas, ser debitado ao cliente um "quantum" correspondente mobilizao de equipe ou escritrio tcnico, de acordo com o nmero de horas tcnicas solicitadas mensalmente como segue: de 01 a 08 HT = 6p de 09 a 16 HT = 5p de 17 a 24 HT = 4p de 25 a 32 HT = 3p de 33 a 40 HT = 2p acima de 40HT = 0p

34

2.6 - Diversos 2.6.1 - Cpias heliogrficas opacas ou transparentes, cpias xerox ou de outra

natureza, necessrias ao atendimento e desenvolvimento do projeto, sero debitadas diretamente ao cliente em conta aberta em seu nome em copiadora mutuamente indicada. 2.6.2 - Do reajustamento de honorrios a) em perodo de oscilao do valor da moeda, o pagamento dos honorrios, se fixo e parcelado em mais de 3 (trs) pagamentos mensais, dever ser mensalmente corrigido, pela aplicao dos ndices de variao publicados por rgo Oficial. b) a mesma correo deve ser feita na hiptese de suspenso ou atraso de pagamento, salvo quando o atraso for motivado pelo projetista estrutural. 2.6.3 - Despesas pagas diretamente pelo projetista, tais como: viagens, estadias, cpias, emolumentos, tudo enfim quanto no for includo no servio a ser prestado, sero debitadas ao cliente, para reembolso nos sucessivos 30 dias, com acrscimo de 20% a ttulo de administrao e antecipao. 3. ASSISTNCIA TCNICA E TECNOLOGIA APLICADA

3.1 - Assistncia Tcnica e Controle Tecnolgico 3.1.1 - Assistncia tcnica s obras compreendendo:

- esclarecimento de dvidas da fiscalizao relativas ao projeto em execuo, na fase de construo das obras; - fornecimento de informaes complementares que se fizerem necessrias ou forem requeridas; - reviso dos desenhos, de modo a registrar todas as alteraes que porventura venham a ser feitas durante a construo, afim de que eles venham a corresponder fielmente obra executada; - fornecimento de detalhes complementares para bem definirem o projeto, sejam aqueles solicitados pelos outros projetistas, sejam aqueles requeridos pelo executor das obras, a juzo de fiscalizao; - participao de reunies, tantas quantas forem necessrias. Observao: A responsabilidade do contrato fica limitada ao que diz respeito aos elementos por ele fornecidos, no lhe cabendo qualquer responsabilidade por procedimentos adotados pela fiscalizao ou executora da obra, sem sua prvia aprovao ou em desacordo com suas recomendaes. 3.1.2 - Estudos e ensaios sobre os materiais bsicos 3.1.2.1 - Agregados Qualidade (ensaio comparativo) Granulometria Matria Orgnica Teor de Argila 3.1.2.2 - gua Qualidade (ensaio comparativo) Anlise (quando necessrio) 3.1.2.3 - Cimento Resistncia aos 1, 3, 7 e 28 dias Finura35

Pega Expansibilidae (quando necessrio) 3.1.2.4 - Ao Escoamento Ruptura Alongamento Desbitolamento Aderncia Soldas em barras, resistncia, etc. 3.1.2.5 - Ao Estrutural Chapas e perfis Elementos de ligao como parafusos, eletrodos, soldas, etc 3.1.2.6 - Frmas Qualificao conforme: Instituto do pinho ABIMCE (Associao Brasileira Madeira Compensada Especial) 3.1.2.7 - Materiais de cobertura 3.1.2.8 - Materiais de acabamento Tintas Galvanizao, etc. 3.1.2.9 - Aditivos Qualificao Efeitos

3.1.3 - Dosagem e acompanhamento das dosagens executadas, de modo a garantir,

face ao projeto, aos materiais, equipamento e materiais disponveis, as tenses requeridas pelo Engenheiro Estrutural. 3.1.4 - Moldagem, segundo instrues fornecidas ao pessoal tcnico da obra por

Engenheiro ou Tecnologista diplomado, de corpos de prova em nmero adequado, conforme a ABNT, cura no canteiro e remessa ao laboratrio, devidamente marcados, para ensaio e ruptura. Ensaios no destrutivos em elementos pr-moldados. 3.1.5 - Verificao dos resultados obtidos, por anlise estatstica, inclusive com

fornecimento de coeficiente de variao, desvio padro e tenso mnima esttistica. 3.1.6 - Ensaio no destrutivo para verificao, por meios escleromtricos e

ultrasom, ou raio X, quando os resultados dos ensaios de compresso ou trao no atingirem as tenses de ruptura estabelecidas. 3.1.7 - Verificao da ferragem e da frma, ou da estrutura metlica, quando s suas

dimenses, qualidades e conformidade com o projeto, exclusive os ensaios.

3.2 - Clculos dos Honorrios 3.2.1 - A remunerao mnima dos servios enumerados no tem 3.1.1 ser de

1,50% do valor "p" definido no tem 1.4. 3.2.2 - A remunerao dos servios especificados no tem 3.1.2 ser feita com base

na tabela de preos do Instituto de Pesquisas Tecnolgicas de so Paulo, vigente36

na poca do procedimento dos ensaios, ou a ltima tabela publicada na revista "A Construo em So Paulo". 3.2.3 - A remunerao global dos servios especificados nos tens 3.1.3 a 3.1.6, ser

de 1,30% do valor de "p" definido no tem 1.3. 3.2.4 - A remunerao dos servios requeridos no tem 3.1.7 ser de 1,00% do valor

de "p" definido no tem 1.3.

3.3 - Diversos 3.3.1 - Os ensaios especiais no especificados, quando necessrios, sero feitos e

cobrados conforme tabela de preos unitrios de ensaios do Instituto de Pesquisas Tecnolgicas IPT, ou a ltima tabela publicada na revista "A Construo em so Paulo". 3.3.2 - Os servios de Assistncia Tcnica, em seus diversos nveis so objeto do

Anexo num. 1

4. PROCEDIMENTO PARA APLICAO DA TABELA ESTRUTURA DE CONCRETO

4.1 - Estabelecer a modalidade do oramento, de acordo com a natureza da obra, ou mediante entendimento com o cliente. 4.2 - Na aplicao da Modalidade A, calcula-se o custo convencional da entrutura (C), multiplicando-se o volume convencional de Concreto (Vc) pelo preo do metro cbico de estrutura de concreto armado (p) definido no tem 1.3. O referido volume poder ser estimado a partir de comparaes com obras semelhantes j projetadas, ou determinado a partir de um ante-projeto. 4.3 - No caso de edificaes, o volume de concreto armado, para fins de aplicao do tem 4.2, poder ser calculado como segue: 4.3.1 - Para cada nvel, incluindo-se o de fundao e os das coberturas, calcula-se a correspondente rea, em projeo horizontal. 4.3.2 - Havendo laje de sub-presso, muros ou cortinas de arrimo, calculam-se as reas destes elementos. 4.3.3. - Calcula-se a rea estruturada convencional (So) somando-se as reas calculadas no tem 4.3.1 com as calculadas no tem 4.3.2. Havendo andares superpostos iguais, que no exijam fornecimento de desenhos de frma e detalhes de armao, contar-se-, no clculo da rea estruiturada convencional, um destes andares com sua rea integral, e cada um dos outros com 50% de sua rea. 4.3.4 - Estabelece-se a espessura mdia (Em) da obra, com base nos dados disponveis e em experincia de obras anteriores, no se adotando valor inferior a 0,17m. Na falta de dados mais precisos, permite-se adotar as indicaes do quadro abaixo, que fornece o valor de Em em metros, para edifcios com sobrecarga at 0,30 tf/m2, em funo do nmero de pavimentos e dos vos caractersticos.

37

Num pav. vo caractersticos at 5 m 10 m 15m 10 0,17 0,20 0,25 15 0,18 0,21 0,26 20 0,20 0,23 0,28 25 0,25 0,28 0,33 30 0,30 0,33 0,38 >30 4.3.5 - O volume convencional de concreto armado (Vc) finalmente obtido

multiplicando-se a rea convencional (So) pela espessura mdia (Em) 4.4 - Na categoria de "Obras de Arte" e "Especiais", para pontes, viadutos e passarelas, a espessura mdia a adotar no ser inferior a 1 m, e a largura mnima a considerar ser de 10m. Poder ser adotada espessura inferior a 1 m somente quando for possvel avaliar, com razovel aproximao, o custo real da obra, levando-se em conta os materiais e mtodos construtivos a serem empregados, custos de protenso, etc. 4.5 - Calculados os custos real ou convencional da estrutura, com base nos tens 4.2, 4.3 e 4.4, os honorrios sero calculados pela aplicao, a este custo, da porcentagem da tabela bsica do tem 2.1.1. 4.6 - Ao valor anteriormente encontrado, somar os adicionais cabveis, de acordo com o tem 2.3, obtendo-se finalmente o valor do projeto. Frmula Esquemtica So = rea estruturada convencional (m2) Vc = volume convencional de concreto de estrutura = So x Em = m3 C = Custo convencional da estrutura = Vc x po = R$ VALOR DO PROJETO = % (ndice da tabela anexa) x C + Adicionais = R$

CAPTULO III INSTALAES ELTRICAS, TUBULAES TELEFNICAS E AFINS 1. ROL DE TAREFAS BSICAS 1.1. DESENHOS E PARTES DOS PROJETOS Os trabalhos de elaborao dos projetos e desenhos constaro sumariamente de: - plantas baixas de cada pavimento e de cada setor, conforme subdiviso indicada no projeto arquitetnico, mostrando a posio e tipo dos pontos de consumo ( iluminao , tomadas , esperas de fora ); - localizao e tipo dos dispositivos de acionamento ( interruptores , chaves ); - interligao dos pontos de consumo, acionamento, caixas de passagem e quadros de distribuio, atravs de condutos claramente identificados, bem como fiao correspondente ; - localizao do(s) quadro(s) de distribuio e respectiva(s) alimentao(s) ; - localizao dos pontos, e tubulao de interligao dos sistemas auxiliares bsicos ( telefone, antena de TV e interfone ) ;38

- detalhe de determinados pontos de instalao, onde se julgue necessria uma perfeita compreenso do que foi projetado, facilitando a sua execuo e fiscalizao; - entrada de energia eltrica em baixa tenso, indicando ponto de entrega, caixas de passagem, seccionamento, medio e distribuio para as unidades consumidoras; - entrada de telefone, indicando ponto de entrega, caixas de passagem, distribuidor geral, e distribuio para as unidades consumidoras; - sistema de proteo contra descargas atmosfricas, se necessrio; - esquema e especificao dos diversos quadros de distribuio eltrica, incluindo potncia e proteo de cada circuito; O projeto eltrico em locais/equipamentos especficos, tais como lavanderias e cozinhas (no residenciais), sala de caldeira, central de ar condicionado, sala de elevadores, saunas, etc., limitar-se- a prever um ponto de utilizao de fora, convenientemente dimensionado, na entrada desses locais, ou prximo aos equipamentos, para instalao de um futuro quadro de distribuio e/ou comando (normalmente sob a responsabilidade do fornecedor do equipamento), estando excludo o projeto da distribuio interna de fora para tais equipamentos. O memorial descritivo constar de uma dissertao ampla e detalhada, contendo descrio pormenorizada das instalaes, sua concepo fundamental, princpios de funcionamento, bem como recomendaes quanto tcnica de sua execuo, quando esta se revestir de caractersticas especiais. As especificaes de materiais devero abordar as caractersticas fundamentais dos materiais a serem utilizados nas instalaes, com indicao e normas com as quais devero observar conformidade, caractersticas de fabricao, de acabamento e dimensionais, capacidade, dados nominais e demais parmetros necessrios a uma perfeita especificao, citando, quando proceder, eventuais alternativas. 2. CRITRIOS DE ORAMENTOS Os trabalhos profissionais de estudos e projetos compreendidos nesse regulamento, sero renumerados segundo o critrio do Valor Global, que o critrio de renumerao onde o valor do projeto fixado em funo do tipo de obra e por um percentual de seu valor. normalmente utilizado quando o escopo dos trabalhos perfeitamente definido. Nesse caso, o valor do projeto fixo. Quanto ao tipo de obra onde se aplica este mtodo, distinguem-se trs categorias principais : I) Edificaes prediais caracterizadas pela rea construda (Categoria I). II) Obras caracterizadas pela sua extenso linear ou superficial (Categoria II). III) Obras cujas caractersticas no se enquadram nas categorias anteriores (Categoria III).

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3. CATEGORIA I 3.1. CLASSES DE EDIFICAES Para edificaes prediais em geral, caracterizadas pela sua rea construda e custo vinculado construo civil, so admitidas trs classes de construo, cujos oramentos de custos por metro quadrado diferenciam-se por escalas. As trs classes de construo definem trs nveis de complexidade das instalaes sendo estabelecidas para cada classe as taxas de honorrios correspondentes aos projetos de instalaes eltricas. CLASSE 1: residncias simples at 300 m2, galpes; depsitos; garagens pblicas; grandes armazns (1); grandes armazns frigorficos (1);grandes oficinas (1) (4); trapiches; edificaes simples e extensas; hangares. CLASSE 2: prdios ou edifcios residenciais; hotis de categoria simples; edifcios de escritrios de uso privado ou pblico com ar condicionado; edifcios pblicos para atividade parlamentar, reunies, congressos; edificaes para atividades mltiplas de pequena complexidade; lojas, centros comerciais, mercados, supermercados; lojas de departamentos; bancos; estabelecimentos industriais com prdios administrativos e industriais; escolas , creches; grandes restaurantes; cinemas; torres para castelo d gua, antenas de TV, monumentos, outros (3); penitencirias; grandes oficinas (5); clubes, instalaes esportivas. CLASSE 3: Hotis com grandes reas sociais e de lazer; hospitais; laboratrios; teatros (6); edificaes para atividades mltiplas de grande complexidade (shopping p/ex.); setores industriais restritos de grande complexidade (somente rea de processo). OBSERVAES: ( 1 ) - Mais de 10.000 m2 . Com rea menor, classificar na Classe 2. ( 2 ) - Prevalece a Classe da rea predominante. ( 3 ) - rea total = rea mdia x ( altura / 3m ). ( 4 ) - Com distribuio de fora simples e leve ( instalaes prediais ). ( 5 ) - Com distribuio de fora complexa e pesada.. ( 6 ) - Sem iluminao cnica do palco.

3.2. VALORES DE REFERNCIA O valor de referncia bsico ( VR ) para o clculo do custo da construo o CUB (Custo Unitrio Bsico), publicado mensalmente pelo Sinduscon CLASSE 1: VR1 = 0,70 VR2 CLASSE 2: VR2 = 1 x CUB CLASSE 3: VR3 = 1,30 VR2 Nota: Para determinao dos valores em "R$", considerar o valor do CUB [R$/m2], como sendo [ R$ ], uma vez que os ndices das tabelas esto referidos a esta unidade. 3.3. HONORRIOS BSICOS O clculo do custo global da construo ( CC ) feito multiplicando-se o valor de referncia ( VR ), em CUB, pela rea total da edificao ( As ) : CC = VR x As

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A partir do custo global da construo ( CC ), o valor dos honorrios bsicos para projetos eltricos completos, ser o produto da "taxa de honorrios " pelo custo global da construo ( CC ), conforme tabela : HB = CC x Thb

3.4. TABELA 01 TAXAS DE HONORRIOS BSICOS PARA PROJETOS ELTRICOS COMPLETOS Custo Global da Construo CC ( CUB / m2 )

Taxas de Honorrios ( Thb )

145 301 351 401 451 501 601 701 801 901 1.001 1.251 1.501 2.001 2.501 3.126 3.751 5.001 6.251 7.501 8.751 10.001 15.001 20.001 25.001 37.501 50.001 75.001 100.001 150.001 acima de

a 300 a 350 a 400 a 450 a 500 a 600 a 700 a 800 a 900 a 1.000 a 1.250 a 1.500 a 2.000 a 2.500 a 3.125 a 3.750 a 5.000 a 6.250 a 7.500 a 8.750 a 10.000 a 15.000 a 20.000 a 25.000 a 37.500 a 50.000 a 75.000 a 100.000 a 150.000 a 200.000 200.000

Classe 1 0,0190 0,0176 0,0166 0,0157 0,0149 0,0139 0,0130 0,0121 0,0115 0,0109 0,0101 0,0092 0,0083 0,0074 0,0066 0,0061 0,0055 0,0049 0,0045 0,0041 0,0039 0,0036 0,0035 0,0034 0,0033 0,0032 0,0030 0,0029 0,0028 0,0027 0,0024

Classe 2 0,0251 0,0233 0,0218 0,0206 0,0196 0,0184 0,0170 0,0160 0,0151 0,0143 0,0133 0,0122 0,0109 0,0097 0,0088 0,0080 0,0072 0,0065 0,0059 0,0055 0,0052 0,0048 0,0046 0,0043 0,0042 0,0041 0,0038 0,0036 0,0034 0,0033 0,0030

Classe3 0,0343 0,0318 0,0298 0,0282 0,0268 0,0251 0,0233 0,0218 0,0206 0,0196 0,0182 0,0166 0,0149 0,0133 0,0121 0,0110 0,0099 0,0088 0,0080 0,0075 0,0070 0,0066 0,0064 0,0062 0,0058 0,0055 0,0053 0,0050 0,0047 0,0045 0,0042

Obs.: As taxas de honorrios para valores de construo inferiores a 145 CUB.m2 devero ser fixadas atravs de acordo prvio entre contratante e contratado.41

3.5. REDUES E ACRSCIMOS As taxas de honorrios indicadas na Tabela 01 determinam o oramento para trabalhos bsicos comuns a todas as edificaes da mesma Classe. O afastamento das condies em relao aos trabalhos bsicos implica correes dos honorrios, os quais sero acrescidos ou reduzidos em funo da presena de uma ou mais tarefas extensivas a realizar ou a suprimir. 3.5.1. REDUES Para os casos de projetos onde existem reas que se repetem, como no de edifcios com pavimentos-tipo, deve-se levar em conta uma reduo no valor dos honorrios bsicos, de acordo com o abaixo indicado : K = { Ao + At /4 ( n + 3 ) } / As onde : K = coeficiente de reduo dos honorrios bsicos . Ao = rea dos ambientes que no se repetem para efeito das instalaes. At = rea tipo. N = nmero de reas tipos (n ). As = rea total ( Ao + n At )