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COLGIO PROFESSOR JOS GUIMARES

ANIELI MOREIRA FRANCISCO ANDRESSA APARECIDA FERREIRA TACIANE OLIVETTO DA SILVA TATIANE DE OLIVEIRA ALMEIDA

DOCE CULTURA

CURITIBA 2012

ANIELI MOREIRA FRANCISCO ANDRESSA APARECIDA FERREIRA TACIANE OLIVETTO TATIANE DE OLIVEIRA ALMEIDA

DOCE CULTURA Trabalho de concluso de curso apresentado como requisito parcial concluso do Curso de Administrao do Colgio Estadual Professor Jos Guimares.

CURITIBA 2012

AGRADECIMENTO

Professora Jurema pelo apoio ao desenvolvimento deste trabalho pela sua ateno e dedicao. E aos demais professores que nos ajudaram no decorrer do ano. A nossa famlia, pela confiana e motivao e compreenso pela ausncia involuntria. Aos professores e colegas de Curso, pois juntos trilhamos uma etapa importante de nossas vidas. Aos profissionais entrevistados, pela concesso de informaes valiosas para a realizao deste estudo. A todos que, com boa inteno, colaboraram para a realizao e finalizao deste trabalho e aos que no impediram a finalizao de estudo.

Pode-se viver no mundo uma vida magnfica. Quando sabemos trabalhar e amar. Trabalhar pelo que se ama, e amar aquilo que se trabalha. Tolstoi

RESUMO

Este trabalho tem como objetivo o preparo e elaborao de um plano de negocio, a abertura de uma empresa voltada para o setor cultural da cidade de Curitiba Um Sebo aonde encontrara livros novos usados, e tambm degustar de um lugar de laser com lanches leves e um delicioso Caf. A Doce Cultura vem para inovar, trazendo tardes recreativas, de laser para todas as idades, no intuito de despertar a imaginao dos frequentadores e ao mesmo tempo facilitar a leitura, em um ambiente agradvel proporcionando cultura, aprendizado, pesquisa e laser para voc e toda sua famlia. Muitas pessoas tm uma viso desfavorecida sobre a comercializao de livros usados: sujos, velhos, feio. Porem A Doce cultura trar uma viso mais ampla, que um Sebo tambm pode ter livros usados com preos acessveis em perfeito estado para todas as classes ter oportunidade de adquiri-los. E tambm tara um servio de pronta entrega que basta voc acessar o site e se cadastrar e poder receber seu livro em casa sem se incomodar. Palavras-chave: Livros

ABSTRACT

This work aims at preparing and drafting a business plan, opening a company dedicated to the cultural sector in the city of Curitiba where A Sebo find new books used, and also can taste a place with laser light snacks and a delicious Coffee The Sweet Culture comes to innovate, bringing recreational afternoons, Laser for all ages, in order to awaken the imagination of visitors and at the same time readability in a pleasant environment providing culture, learning, research and laser for you and all his family. Many people have a vision disadvantaged on the marketing of used books: dirty, old, ugly. However Doce The culture will bring a broader vision, a Sebo could also have used books at affordable prices in a perfect state for all classes have the opportunity to acquire them. And tara prompt delivery of a service that you simply access the site and register and you can receive your book at home without bothering. Keywords: Books

LISTA DE TABELAS

PLANO DE NEGCIOS ................................................................................. CONSTITUIO LEGAL ................................................................................ ESTRUTUTURA ORGANOGMICA DE FUNCIONAMENTO ....................... GESTO DE RECURSOS HUMANOS .......................................................... LEGISLAO ................................................................................................. GESTO DE MATERIAIS ............................................................................... OPERAES MERCADORIAS ...................................................................... GESTO CONTBIL E FINANCEIRA ............................................................

XX XX XX XX XX XX XX XX

SUMRIO

1. INTRODUO ....................................................................................................................7 1.1 TEMA DO TRABALHO....................................................................................................8 1.2 PROBLEMAS DE PESQUISA..........................................................................................8 1.3 OBJETIVO .........................................................................................................................8 1.4 JUSTIFICATIVA................................................................................................................9 2. FUNDAMENTAO TERICA......................................................................................10 2.1 ADMINISTRAO..........................................................................................................10 2.2 EMPREENDEDORISMO................................................................................................12 3. EMPREENDEDOR............................................................................................................15 3.1 PLANOS DE NEGCIO..................................................................................................17 4. DIFERENCIAIS PARA O CLIENTE...............................................................................19 4.1 MTODOS DE COMERCIALIZAO.......................................................................19 4.2 POLTICAS DE PREO E CRDITO..........................................................................19 5. FLUXOGRAMA.................................................................................................................20 6. METODOLOGIA...............................................................................................................22 7. CONCLUSO.....................................................................................................................23 8. REFERNCIAS..................................................................................................................24 9. ANEXOS..............................................................................................................................25

1. INTRODUO

As Livrarias e sebos surgiram no sec. XVI na Europa ate esse perodo os livros eram produzidos a mo um a um, que se tornava um comrcio extremamente limitado, com o surgimento da impresso o desenvolvimento da literatura, e o nmero de livros comeou a ter uma maior circulao progressivamente e assim o surgimento de estabelecimento de comercio dedicado a esse produto tornou-se necessidade. O Presente plano de negocio tem com meta abordar a viabilidade de um sebo junto a uma livraria na regio Central de Curitiba, pois essa regio tem um maior desenvolvimento socioeconmico, a escolha desse plano foi com o intuito de trazer mais cultura, a populao brasileira. Um dos primeiros incentivos comercializao de livros usados (Sebo) foi na Europa por parte dos colecionadores e estudiosos que procuravam livros antigos e raros, somente na metade do sec. XIX que comeou a criao dos sebos no Brasil, nesse perodo s existiam 50 livrarias no Rio De Janeiro e 10 no Salvador. A utilizao da palavra Sebo e da poca que no existia energia eltrica e as pessoas tinham de ler livros luz de velas. A vela feitas de produtos gordurosos. Aquecida pela chama essa gordura derrete e escorre sobre os livros, sujando e engordurando as paginas. Os Sebos foram e uma alternativa para quem precisa adquirir livros e no tem capacidade financeira para compr-los, hoje em dia difcil encontrar uma cidade que no tem pelo menos uma livraria (sebo) de livros usados. No Brasil atingiu grandes propores, tornando corpo, principalmente nas capitais e nas grandes cidades, especialmente naquelas, onde o ensino superior esta presente.

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1.1 TEMA DO TRABALHO

O objetivo deste projeto consistir num sebo junto a uma livraria, que trar livros novos e usados, proporcionando assim um fcil acesso literatura e pesquisa para todas as reas intelectuais. Neste sebo, o acervo contar com obras infantis, infanto juvenis, adultos e tcnicos. Alm do mais o estabelecimento contar com um espao recreativo que proporcionar o prazer pela leitura.

1.2 PROBLEMAS DE PESQUISA

Temos vrios problemas de pesquisa que podero ser prejudiciais ao desenvolvimento da pesquisa; como por exemplo: avaliao dos alimentos a serem ofertados aos clientes; Avaliar quais sero as editoras que iro compor a nossa lista de fornecedores para mensurar quais sero os ttulos que iremos disponibilizar aos nossos clientes; Como iremos definir a quantidade dos itens em nosso estoque; Um dos problemas mais preocupantes a definio do ponto comercial, talvez seja necessrio desenvolver uma pesquisa quantitativa e qualitativa junto ao pblico de algumas regies.

1.3 OBJETIVO

Proporcionar livre acesso para todas as classes sociais, oportunizando a compra de obras jamais lidas pelos clientes. Acesso aos idosos, por falta de locomoo, pois a Doce Cultura ter entrega a domicilio. Criar um ambiente favorvel a conquista do leitor tanto para as obras j manuseadas por outros leitores, assim como as novas. Oportunizar momentos recreativos, utilizando-se da 8

riqueza dos contadores de histrias, que alm de desenvolver o interesse pela leitura, tambm incentivaro a compra de outros produtos ofertados pelo estabelecimento. Apresentar inmeras oportunidades de obras consagradas com preos que atraiam o consumidor. Separar o acervo do estabelecimento por reas especficas, promovendo a cada ambiente um clima diferenciado, ou seja, para as crianas um mundo mgico cheio de drages, fadas, bruxas, para os adolescentes, um mundo de magias, de emoes e para os adultos um ambiente prprio para o prazer de ler. Promover ofertas especiais que incentivem o cliente a buscar a loja. Criar um site especfico da loja com novidades e diferenciais que levem o consumidor at o local.

1.4 JUSTIFICATIVA

Atualmente muitas pessoas no veem a leitura como algo primordial em suas vidas, elas acreditam que ler no faz parte da rotina diria do ser humano, afinal todo brasileiro coloca outras atividades como sendo. Apresentar inmeras oportunidades de obras consagradas com preos que atraiam o consumidor. Separar o acervo do estabelecimento por reas especficas, promovendo a cada ambiente um clima diferenciado, ou seja, para as crianas um mundo mgico cheio de drages, fadas, bruxas, para os adolescentes, um mundo de magias, de emoes e para os adultos um ambiente prprio para o prazer de ler. Promover ofertas especiais que incentivem o cliente a buscar a loja. Criar um site especfico da loja com novidades e diferenciais que levem o consumidor at o local.

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2. FUNDAMENTAO TERICA

Neste captulo, so abordados os principais conceitos e definies tericas necessrias para o desenvolvimento e compreenso do trabalho. So apresentadas ideias de autores referentes administrao, ao empreendedorismo, a como identificar oportunidades, ao plano de negcio, bem como, a estrutura do mesmo em questo.

2.1 ADMINISTRAO

De acordo com Chiavenato (1997, p. 12) a palavra administrao vem do latim ad (direo para, tendncia) eminister (subordinao ou obedincia) e significa quele que realiza um a funo abaixo do comando de outrem, isto , aquele que presta servio a outro. Conforme o autor acima citado, administrao uma cincia que estuda os principais problemas da empresa, visando melhorar o desempenho atravs de tcnicas de planejamento, organizao, direo e controle. Henri Fayol, um dos principais contribuintes para o desenvolvimento do conhecimento administrativo moderno, foi o pioneiro no reconhecimento de que a administrao deveria ser vista como uma funo separada das demais funes da empresa, principalmente, devido a sua complexidade e importncia para uma organizao. Chiavenato (2004), afirma que a administrao um fenmeno universal no mundo moderno. As organizaes precisam alcanar objetivos em um cenrio de concorrncia acirrada, tomar decises, coordenar mltiplas atividades, conduzir pessoas, avaliar o desempenho dirigido a metas, obter e alocar recursos. Devido a tudo isso se percebe que a administrao fundamental na sociedade moderna, imprescindvel para a existncia e sobrevivncia das organizaes, at por que, as organizaes atuais esto cada vez maiores se tornando complexas, necessitando dessa forma de que se tenha uma administrao, 10

para que se possa assim conduzir as atividades da organizao, almejando assim obter o sucesso em, consequentemente, obtendo lucro. A administrao tem como tarefa interpretar os objetivos da organizao e transform-los em ao por meio de 4 processos administrativos, esses processos so a chave para a verificao e soluo dos problemas que afetam grande parte das organizaes Conforme Maximiano (200, p.27), Entender a administrao como processo que se compe de outros processos e funes a essncia do chamado enfoque funcional, ou abordagem funcional da administrao. Qualquer administrao de uma empresa, sem distino de tamanho, se souber utilizar corretamente os 4 processos administrativos, representados a seguir, tem grande possibilidade de sempre manter a empresa competitiva no mercado que atuam.

Figura 1 - Os processos administrativos Fonte: Maximiano (2000).

A administrao no est s ligada somente a organizaes, ela pode ser muito bem aplicada em diversos locais, definindo e procurando realizar objetivos pessoais, como planos de carreira, metas pessoais, entre outros. Como exemplo tem a dona de casa que pode utilizar a administrao para elaborar um oramento de gastos domsticos, o professor que pode se fazer valer da administrao para elaborao de um cronograma de aulas bem definido e estratgico, no contando aqui com outras reas que tambm podem fundamentar-se administrativos ao seu favor. 11 nos 4 processos

2.2 EMPREENDEDORISMO

O empreendedorismo , sem dvida, um combustvel para o crescimento da economia do pas, pois alm de gerar riquezas tanto para o empreendedor na forma de lucro e para o pas na forma de pagamento de impostos, ainda gera novas oportunidades de emprego para muita gente, fazendo com isso um ciclo onde todos podem ganhar. Segundo Hisrich e Peters (2002, p. 33),O papel do empreendedorismo no desenvolvimento econmico envolve mais do que apenas o aumento de produo e renda per capita; envolve iniciar e construir mudanas na estrutura do negcio e da sociedade. Tal mudana acompanhada pelo crescimento e por maior produo, o que permite que mais riqueza seja dividida pelos vrios participantes.

O autor Degen (1989, p.9). Expe da mesma forma que os autores Hisrich e Peters, sobre a necessidade do empreendedorismo para a formao de um pas melhor.A riqueza de uma nao medida por sua capacidade de produzir, em quantidade suficiente, os bens e servios necessrios ao bem estar da populao. Por esse motivo, acreditamos que o melhor recurso de que dispomos para solucionar os graves problemas socioeconmicos pelos quais o Brasil passa a liberao da criatividade dos empreendedores, atravs da iniciativa, para produzir esses bens e servios (DEGEN, 1989, p.9).

Muitos autores descrevem que o momento atual em que estamos passando pode at ser chamado de a era do empreendedorismo, j que o crescimento no setor quantitativo e cresce a cada dia de forma acelerada. Os empreendedores esto cada vez mais se especializando, eliminando barreiras comerciais e, at mesmo culturais, esto desenvolvendo produtos ou servios inovadores, surpreendendo cada vez mais os consumidores e sempre buscando um diferencial competitivo no mercado. Segundo Hisrich e Peters (2002, p.29),

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Empreendedorismo o processo de criar algo novo com valor dedicando o tempo e o esforo necessrios, assumindo os riscos financeiros, psquicos e sociais correspondentes e recebendo as consequentes recompensas da satisfao e independncia econmica e pessoal.

O processo do empreendedorismo algo que deve ser identificado e planejado com extrema compreenso de todos os aspectos pertinentes, pois o empreendedor estar assumindo grandes riscos financeiros com investimentos, compromissos que devero ser cumpridos. O empreendedor dever compreender que ter que dedicar tempo para o empreendimento, grande esforo para seguir os objetivos traados, a fim de obter os resultados esperados. Dornelas (2003) destaca que o empreendedorismo no uma nova teoria administrativa que veio para resolver todos os problemas empresarias, o empreendedorismo permite que as empresas busquem a identificao de oportunidades, atravs da sistematizao de aes internas baseadas na inovao.Para Degen (1989, p.4), O desenvolvimento de novos empreendimentos fundamental, no s para aqueles que decidem viver diretamente de seu trabalho como empreendedores, mas tambm para os executivos que atuam em empresas.

Dornelas (2001) afirma que boas ideias inovadoras, como know-how, um bom planejamento e, principalmente, uma equipe competente e motivada, so elementos poderosos que, quando somados no momento adequado podem gerar negcios grandiosos. Conforme Baron e Shane (2007, p. 5),O empreendedorismo, como rea de estudo de negcios, busca entender como as oportunidades para criar novos produtos ou servios surgem e so descobertas ou criadas por pessoas especficas. Essas pessoas, ento, usam diversos meios para explor-las ou desenvolv-las, produzindo assim uma vasta gama de efeitos.

Agora apesar de termos vrios aspectos positivos no que diz respeito ao empreendedorismo, um fato que preocupa grande parte dos empreendedores so os ndices de mortalidade dos empreendimentos. Mas segundo dados, divulgados pelo SEBRAE, os motivos desse fator no estar ocorrendo aponta que entre os anos de 2002 a 2005 houve uma reduo na taxa de mortalidade de 27,4%, conforme tabela 1 abaixo: 13

Tabela 1- Taxa de mortalidade das empresas. Ano de Ano de constituio constituio Variao da Anos de Taxa de Taxa de formal das formal das taxa de existncia das mortalidade mortalidade empresas empresas mortalidade empresas (A) (B) (Trinio 2002(Trinio 2005(B-A) 2000) 2003) At 2 anos 2002 49,40% 2005 22,00% -27,40% At 3 anos 2001 56,40% 2004 31,30% -25,10% At 4 anos 2000 59,90% 2003 35,90% -24,00%Figura 2 Taxa de mortalidade das empresas. Fonte: SEBRAE (2009)

Segundo a pesquisa, o ndice de mortalidade est reduzindo, pois cada vez mais os empreendedores esto se qualificando , obtendo mais experincia antes de abrir o prprio negcio, dessa forma esto mais preparados para enfrentar os desafios, alm do fato do ambiente econmico ter melhorado muito. Nem todas evoluem igualmente, algumas saltam estgios, outras desenvolvem estgios paralelamente, outras, ainda, param de crescer e pouqussimas chegam a percorrer todos os estgios (DEGEN, 1989, p.4). Conforme Drucker (1987, p.34), O empreendimento um comportamento, e no um trao de personalidade. E suas bases so o conceito e a teoria, e no a intuio. Para Dornelas (2001, p.21), O contexto atual propcio para o surgimento de um nmero cada vez maior de empreendedores. Por esses motivos o nmero de curso para capacitao est crescendo para que cada vez mais os empreendedores estejam preparados para as adversidades que podero ocorrer.

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3. EMPREENDEDOR

O empreendedor aquele que descobre uma oportunidade, com isso cria um negcio para assim obter retorno sob seu investimento feito, sempre correndo riscos calculados. Conforme Schumpeter (1949 apud DORNELAS, 2001 p.37) o empreendedor aquele que destri a ordem econmica existente pela introduo de novos produtos e servios, pela criao de novas formas de organizao. Segundo Dornelas (2001 p. 19),Os empreendedores so pessoas diferenciadas, que possuem motivao singular, apaixonadas pelo que fazem no se contentam em ser mais um na multido quer ser reconhecidas e admiradas, referenciadas e imitadas, querem deixar um legado.

Realmente, os empreendedores no buscam s os resultados financeiros, eles querem ser reconhecidos pelo esforo exercido em prol da realizao do empreendimento, querem servir de exemplo para outras pessoas, at mesmo para a famlia, filhos, pais e etc. Conforme Chiavenato (2008, p.7),Na verdade, o empreendedor a pessoa que consegue fazer as coisas acontecerem, pois dotado de sensibilidade para os negcios, tino financeiro e capacidade de identificar oportunidades. Com esse arsenal, transforma ideias em realidade, para beneficio prprio e para beneficio da comunidade. Por ter criatividade e um alto nvel de energia, o empreendedor demonstra imaginao e perseverana, aspectos que, combinados adequadamente, o habilitam a transformar uma ideia simples e mal estruturada em algo concreto e bem-sucedido no mercado.

De

acordo

com

Schumpeter

(apud

DORNELAS,

2001

p.37)

o

empreendedor mais conhecido como aquele que cria novos negcios. A grande maioria das pessoas que optam por ser empreendedor buscam algumas vantagens no mercado competitivo, que podem estar desde ter como, fazer o prprio horrio, no ter chefe, entre outros. As facilidades que o empreendimento pode oferecer fascina a quem quer ser dono do seu prprio negcio. Degen (1989, p.15), cita alguns motivos, 15

Existe uma grande variedade de motivos que levam as pessoas a ter seu prprio negcio. Alguns dos mais comuns so: vontade de ganhar muito dinheiro, mais do que seria possvel na condio de empregado; desejo de sair da rotina e levar suas prprias ideias adiante; vontade de ser seu prprio patro e no ter de dar satisfaes a ningum sobre seus atos; a necessidade de provar a si e aos outros de que capaz de realizar um empreendimento e o desejo de desenvolver algo que traga benefcios, no s para si, mas para a sociedade.

Mesmo com todas essas vantagens, o futuro empreendedor dever ter um planejamento muito bem elaborado, objetivando identificar se realmente vivel sair da empresa onde atua e j possui estabilidade, para montar o seu prprio empreendimento. Abaixo, identificamos as vantagens de ser empregado e as vantagens de ser dono do prprio negcio.

Figura 3 - As vantagens de ser funcionrio e de ser empreendedor. Fonte: Chiavenato, (2008).

Agora cabe a cada pessoa realizar as possibilidades e identificar as oportunidades, realizar uma anlise detalhada sobre o futuro empreendimento, verificando se realmente vivel sair do emprego que tem para construir seu prprio negcio.

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3.1 PLANOS DE NEGCIO

Dornelas (2003) expe que depois da identificao, anlise e deciso de explorar uma oportunidade, o prximo passo a ser tomado pelo empreendedor o desenvolvimento de um plano de negcio, que ter como finalidade: ajudar no planejamento das atividades relacionadas ao projeto. Segundo Baron e Shane (2007, p.186),Um plano de negocio muito mais do que um documento projetado para persuadir pessoas cticas a investir em um novo empreendimento. Tambm um guia detalhado para a converso de suas ideias e de sua viso em um negcio real e em funcionamento.

Conforme Dornelas (2001, p.96), O plano de negcios um documento usado para descrever um empreendimento e o modelo de negcios que sustenta a empresa. Segundo Dolabela (1999, p.65), Atrs de uma oportunidade sempre existe uma ideia, mas somente um estudo de viabilidade, que pode ser feito atravs do plano de negcios, indicar seu potencial de transformar-se em um bom negcio. Para Dolabela (1999, p.81), Para elaborar o plano de negcios, exigem-se conhecimentos sobre o setor dos negcios e o contexto mercadolgico, bem como percepo gerencial e habilidade em lidar com assuntos tcnicos e legais, em diversas reas, e em vencer barreiras no relacionamento interpessoal. Com o desenvolvimento do plano de negcios, o empreendedor poder traduzir os passos para a implementao do projeto, poder ter uma percepo maior do empreendimento, bem como, reconhecer os riscos que estaro presentes, evitando assim que seu ramo de empreendimento acabe abrindo falncia. Segundo Dornelas (2003, p.95),O plano de negcios uma ferramenta que se aplica tanto para lanamento de novos empreendimentos quanto ao planejamento de empresas maduras, ou seja, tambm til no caso do planejamento dos negcios e projetos j em andamento.

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Dornelas (2001) afirma que todo o plano de negcio dever ser elaborado seguindo algumas regras bsicas, mas que nem todas elas so impossibilitadas de alteraes, elas no so estticas, podendo assim, o empreendedor utilizar sua criatividade e bom senso, enfatizando um ou outro aspecto que mais interessa ao pblico como alvo do plano de negcio que est sendo preparado. Alguma dessas regras tem muito a ver com a estrutura do plano de negcios, pois cada autor defende uma posio, alguns preferem uma estrutura mais detalhada com vrios elementos, outros j argumentam que a estrutura precisa ser simples para um bom entendimento. Cabe a cada empreendedor decidir a estratgia mais adequada ao seu setor de criao.

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4. DIFERENCIAIS PARA O CLIENTE

Disponibilizar uma variada quantidade de produtos, atendendo todo o tipo de pblico, zelando pelo atendimento e, com isso, atendendo as expectativas do cliente so os diferenciais que encantaro o cliente diante das possibilidades do nosso mercado competitivo.

4.1 MTODOS DE COMERCIALIZAO

Os mtodos que tambm fazem a diferena no mercado competitivo estaro voltados para uma venda direta, no prprio balco e tambm atravs de pedidos pela internet e telefone. O que, com certeza, poder acarretar em aspectos positivos no setor que est sendo apresentado.

4.2 POLTICAS DE PREO E CRDITO

Os preos sero fixados conforme a mdia aplicada pelo mercado, e de forma sustentvel, que gere lucro para a empresa.

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5. FLUXOGRAMA

Abaixo na figura 4, demonstramos o trajeto do atendimento ao cliente atravs do fluxograma. Cliente entra na loja. Vendedor aborda o cliente. Cliente efetua o pagamento. Vendedor v a necessidade do cliente e oferece opes. Cliente escolhe o produto que deseja comprar ou ler. Cliente sai da Livraria satisfeito. Cliente se dirige ao caixa para efetuar pagamento.

Fim Produt o no agradaSim No

Vendedor pergunta se deseja consumir algo na cafeteria?

Negocia o OKSim

No

1 20

A Doce Cultura, o empreendimento em questo, ficar localizada na Rua Marechal Deodoro da Fonseca, no centro da cidade de Curitiba- PR, conforme figura 5. Essa localizao foi escolhida devido ao fcil acesso e a grande circulao de pessoas prximas do local. O que alm de facilitar a insero no mercado competitivo, trar razes empresa, que ter grandes chances de dar certo.

Figura 5 - Mapa de localizao Fonte: Google maps (2012).

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6. METODOLOGIA

Pesquisas de mercado tambm sero realizadas, para a identificao das necessidades dos consumidores, essas pesquisas serviro para poder identificar algumas oportunidades de servios que hoje no so desenvolvidas dentro do ramo de livrarias at mesmo para criar um diferencial, alguma vantagem competitiva, essa pesquisa de mercado poder ser feita atravs de preenchimento de formulrios ou entrevistas. Visitas aos fornecedores sero planejadas, at para alinhar a questo de fornecimento dos produtos que sero comercializados na loja, desenvolvimento de algumas estratgias especficas de logstica, pois como se trata de produtos com grande rotatividade, eles precisam ser produzidos pelos fornecedores, depois de feito o pedido ser encaminhado o mais rpido possvel para a venda aos consumidores. As visitas aos concorrentes sero realizadas para poder identificar os pontos fortes e fracos, utilizando essas informaes para traar estratgias para aprimorar o que est sendo feito e tambm para evitar as deficincias que hoje fazem parte dos negcios.

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7. CONCLUSO

Sendo assim, este trabalho de concluso de curso alm de proporcionar uma base como empreendedor de sucesso tambm nos trar gratificaes, pois atravs dele poderemos verificar que com planejamento, direo e controle ser possvel montar uma empresa e lucro, no abrindo falncia j nos seus primeiros ciclos, j que os riscos de falncia logo nos primeiros anos de existncia, como apontam as estatsticas so minimizados se o empreendedor planejar e conhecer o mercado de atuao. Nos dias atuais, onde muitas empresas morrem antes mesmo de completar um ano de existncia, percebe-se como fundamental a elaborao de um bom plano de negcio, antes de aplicar o capital que, muitas vezes, acumulado durante anos, em um sonho ou vontade irresponsvel de ser dono do prprio negcio. Ter o esprito empreendedor, coragem para assumir riscos e vontade de trabalhar para si j um bom incio, mas no o suficiente. O plano de negcio tornou-se essencial para o empreendedor, antes da abertura de um negcio, pois atravs dele que se conhecer todo o ambiente em que a futura empresa estar inserida, as facilidades e dificuldades que sero enfrentadas, e atravs da anlise financeira conhecer se o negcio vivel ou no, evitando-se aplicar o dinheiro em um negcio que no render aos investidores o retorno desejado. No caso deste plano de negcio, para abertura de uma Livraria, buscou-se primeiramente nas fundamentaes tericas, respaldo literrio para o desenvolvimento das informaes, e atravs dos dados adquiridos por pesquisas realizadas no prprio mercado, foi possvel tomar um conhecimento ainda mais aprofundado do setor de atuao da empresa. Diante de todos os estudos e pesquisas realizadas e utilizadas no desenvolvimento deste trabalho, chegou-se concluso que, se considerados rigidamente todos os dados, e seguidas todas as orientaes estabelecidas neste plano de negcio, a abertura da empresa tornar-se vivel, sendo incentivador realizar o investimento.

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8. REFERNCIAS

BARON, Robert A.; SHANE, Scott A. Empreendedorismo. Uma viso do processo. So Paulo: Thomson, 2007. CECCONELLO, Antonio Renato; AJZENTAL, Alberto. A construo do plano de negcio. So Paulo: Saraiva, 2008. CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo. Dando asas ao esprito empreendedor. 2 ed. So Paulo: Saraiva, 2008. Introduo teoria geral da administrao. 3.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. DEGEN, Ronald Jean; MELLO, lvaro Augusto Arajo. O empreendedor. Fundamentos da iniciativa empresarial. So Paulo: McGraw-Hill, 1989. DORNELAS, Jos Carlos Assis. Empreendedorismo. Transformando idias em negcios. Rio de Janeiro: Campus, 2001. DRUCKER, Peter F. Inovao e esprito empreendedor. Prtica e princpios. 2.ed. So Paulo: Pioneira, 1987. HASHIMOTO, Marcos. Esprito empreendedor nas organizaes. Aumentando a competividade atravs do intra-empreendedorismo. So Paulo: Saraiva, 2006. HISRICH, Robert D.; PETERS, Michael P. Empreendedorismo. 5.ed. Porto Alegre: Bookman,2004. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introduo administrao. 5.ed. So Paulo: Atlas, 2000.

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9. ANEXOS

1.1 . Resumo dos principais planos de negcio. Sistema de kanban, fcil localizao do produto no interior da loja; Assistncia on line com divulgao atravs de um site para acesso pela internet; Disque entrega com objetivo de facilitar acesso para pessoas idosas e deficientes; Tardes recreativas com horas de laser para todas as idades; Ambiente diferenciado; Bom atendimento; Acesso para todas as classes sociais;

Indicadores de viabilidade Lucratividade Rentabilidade Prazo de retorno do investimento Ponto de equilbrio (PE)

Valor

1.2. Dados dos empreendedores, experincia profissional e atribuies. Scio 1 Nome Anieli Moreira Francisco Endereo Rua Victalina Veiga, 564 Cidade Curitiba Estado Pr. Telefone 1 (41) 3298-1362 Telefone 2 (41) 9164-1926 Perfil Atualmente trabalho em uma empresa de Ar Condicionado Automotivo na rea 25

do PCP gerando O.P., imprimindo Pedidos, fazendo requisies internas e externas da Produo. Auxliando os Vendedores em Pedidos que se encontram parados devido a falta de peas. Atribuies do scio 1 Entrada e sada de N.F faturamento, compra de insumos, copa e cozinha, material de escritrio, mantendo contato com fornecedores e clientes, via internet, telefone e e-mail. Buscando novidades em produtos em forma de garantir a satisfao de nossos Clientes.

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Scio 2 Nome Tatiane de Oliveira Almeida Endereo Rua Joo Viana Seiler, 116. Cidade Curitiba Telefone 1 (41) 3051-4388

Estado Pr Telefone 2 (41) 9643-4528

Perfil Trabalha na rea administrativa da empresa Sinduscon Seconsi h 11 meses, auxiliando os pacientes em agendamento de consultas e exame, desmarcando reunies e palestras.

Atribuies do scio 2 Contas a pagar e receber, movimentao bancria, gerncia de equipe, fluxo de caixa, arquivamento de documentos, auxiliando a Contabilidades em folhas de pagamento,frias, admisses e rescises.

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1.2 .Dados do empreendimento Nome da empresa Doce Cultura Ltda. CNPJ /CPF 12.143.102/0001-13 1.3 . Misso da empresa Garantir a livraria Doce Cultura seja a melhor experincia e a primeira lembrana de cada consumidor ao buscar a cultura, entretenimento e a informao 1.4 . Setores de atividade

Agropecuria IndstriaX Comrcio Servios

Outros 1.5 . Forma Jurdica

EmpresrioX Sociedade limitada

Outros .1.6 Capital Social Nome do scio Scio 1 Scio 2 Total1.7 Enquadramento tributrio

Valor (R$) R$ 50.000,00 R$ 50.000,00

% de participao 50% 50% 100,00 %

Anieli Moreira Francisco Tatiane de Oliveira Almeida

1.7.1. mbito federal Empreendedor individual Regime simples X Regime normal IRPJ Imposto de Renda Pessoal Jurdica PIS Contribuio para os Programas de Integrao Social COFINS - Contribuio para Financiamento da Seguridade Social

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CSLL Contribuio Social sobre o Lucro Lquido IPI Imposto sobre Produtos Industrializados (apenas para indstria) 1.7.2. mbito estadual ICMS Regime Simplificado X ICMS Imposto sobre Circulao de Mercadorias e Servios (SISTEMA DBITO E CRDITO) 1.7.3. mbito municipal X ISS Imposto sobre Servios

X 1.9. Fonte de recursos Os recursos para implantao do empreendimento so de origem igualitria de ambas as partes dos proprietrios. Venda de bens proprietrios.

2. Anlise de mercado 2.1. Estudo de clientes Pblico alvo (perfil dos clientes) Universitrios, idosos e crianas; Pessoas com dificuldades financeiras; Deficientes fsicos, famlias que gostam de fazer algo diferente no seu horrio de lazer.

Comportamento

dos clientes (interesses e o que os levam a comprar)

Fcil acesso; Tardes recreativas em um ambiente agradvel; Preos acessveis; Disque-entrega;

rea

de abrangncia (onde esto os clientes?) 29

Universitrios; Escolinhas e creches; Associao de moradores da regio;

30

3. Plano de Marketing 3.1. Descrio dos principais produtos e servios Panfletos; Divulgao em colgios, creches e universidades; Site; Divulgao uma vez por semana no jornal da cidade com os ltimos lanamentos; Rede social de amigos ( Facebook, twiter, msn, orkut etc.)

3.2. Preo Panfletos 2.000 unidades a R$ 49,90; Carto de visita 1.000 unidades a R$ 39,90 Divulgao em colgios da regio entre R$ 80,00 a R$ 100,00 Site atualizado mensalmente de R$100 a R$ 150,00;

3.3. Estratratgias promocionais Carto fidelidade; Promoes em determinados produtos; Pacotes de frias com escolas e creches; Momentos de leitura em um ambiente agradvel; Tardes de autgrafos com autores famosos lanando seus livros; Tardes recreativas para todas as idades; Podendo degustar de deliciosas guloseimas e um delicioso caf;

3.4. Estrutura de comercializao Carto em 2x vezes acima de R$ 100,00 Visa; Master; Hipercad; Senff; Credirio prprio da loja;

31

3.5. Localizao do negcio Endereo Rua Marechal Deodoro, 110 Bairro Centro Cidade Curitiba Fone 1(41) 3296-1016 Fone 2

Estado Pr. Fone 3

Consideraes sobre o ponto (localizao), que justifiquem sua escolha: Um dos problemas mais preocupantes a definio do ponto comercial, talvez seja necessrio desenvolver uma pesquisa quantitativa e qualitativa junto ao pblico de algumas regies. 4. Plano operacional 4.1. Layout ou arranjo fsico Desenhe abaixo um esquema de como ficaro as principais reas e como sero alocadas mquinas, equipamentos, mveis, etc.

32

4.2. Capacidade produtiva / comercial / servios Qual ser a capacidade mxima de produo (ou servios) e comercializao? Qual ser o volume de produo (ou servios) e comercializao iniciais? Capacidade de venda entre o 1 e o 2 ms ser de 5%; Capacidade de venda entre o 1 e o 2 ms ser de 10%; Capacidade de venda entre o 1 e o 2 ms ser de 70%;

33

4.3. Processos operacionais Descreva como sero feitas as principais atividades do negcio. Descrevendo a qualidade e a praticidade dos produtos como argumentos de venda mostrando aos consumidores , o que de mais novo ofertado no mercado literrio. autores respeitados ao qual voc poder ter a oportunidade de conhece-los, pois haver tardes de autgrafos, com livros de tima qualidade e com preos acessveis para todas as classes sociais. Clientes fiis podero concorrer a prmios no final de cada semestre com brindes e viagens a eventos literrios.

34

4.4. Necessidade de pessoal CARGO/FUNO Balconista Caixa Vendedor

QUALIFICAES NECESSRIAS Necessria experincia em atendimento de balco, Ensino Mdio Completo e Informtica Bsica. Ensino Mdio Completo, ter experincia na rea; Informtica Bsica, Bom atendimento ao pblico. Possuir experincia com vendas em livrarias, gostar de leitura e msica, Ensino Mdio Completo.

35

5. Plano financeiro 5.1. Estimativa dos investimentos fixos A - Mquinas e equipamentos Descrio Qtde. X = 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Micro Computador X Impressora X Telefone sem Fio X Calculadora X Mquina de Cartes X Geladeira Consul X Microondas X Fogo X TV 32 Samsung X 03 01 01 03 03 01 01 01 01 01 = = = = = = = = = = = = = =

Valor Unitrio R$ 989,00 R$ 250,00 R$ 189,00 R$ 10,00 R$ 100,00 R$ 949,00 R$ 279,00 R$ 270,00 R$ 1.299,00 R$ 169,00 R$ 899,00 R$ 432,67 R$ 550,00 R$ $

Total R$ 2.967,00 R$ 250,00 R$ 189,00 R$ 30,00 R$ 300,00 R$ 949,00 R$ 279,00 R$ 270,00 R$ 1.299,00 R$ 169,00 R$ 2.697,00 R$ 432,67 R$ 550,00

10 Aparelho de DVD X 11

Ar Condicionado Consul 03 X 01 01

12 Impressora Fiscal Trmica X 13 Impressora Matricial X Epson 14 X

SUB TOTAL (A)

R$ 10.381,67

36

B Mveis e utenslios Descrio X 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Vitrine X Estufa Salgados X Pia c/ Balco X Jg de Sof Jueli c/ 2 X lugar Poltronas Decorativas X Conj. Mesa c/ cadeiras X infantil Mesa de Plstico QuadradaX c/ cadeiras Mesa Escritrio X Cadeiras Escritrio X Mesinha de Centro X

Qtde. 01 01 01 01 02 02 02 02 03

= = = = = = = = = = = = = = =

Valor Unitrio R$ 3.500,00 R$ 199,00 R$ 269,00 R$ 599,00 R$ 129,00 R$ 120,00 R$ 135,00 R$ 190,00 R$ 139,00 R$ 80,00 R$ 78,00 R$ 315,00 R$ 600,00 R$ 45,00 $

Total R$ 3.500,00 R$ 199,00 R$ 269,00 R$ 599,00 R$ 258,00 R$ 240,00 R$ 270,00 R$ 380,00 R$ 417,00 R$ 160,00 R$ 156,00 R$ 315,00 R$ 600,00 R$ 360,00 R$ 7.723,00

1 02 0 11 Criado Mudo 02 X 1 Caixa Registradora 01 X 2 Fiscal 1 Balco Atendimento 01 X 3 Caixa 1 Banquetas 08 X 4 SUB TOTAL (B)

37

C Veculos Descrio X 1 2 3 4 5 X X X X X

Qtde.

= = = = = =

Valor Unitrio

Total

SUB TOTAL (C) 5.2. Capital de giro A Estimativa do estoque inicial Descrio Qtde. X = 1 2 3 4 5 6 7 8 Economia X Lies de texto, leitura e X interpretao Regio e organizao X social Introduo histria da X Arte Como falar em pblico X Estrutura da Poltica X Trabalhando com X Mapas Brasil Formao educacional X TOTAL DE A 350 150 110 200 300 200 250 300 = = = = = = = =

$

Valor Unitrio R$ 21,00 R$ 15,50 R$ 14,95 R$ 9,50 R$ 19,95 R$ 11,45 R$ 7,75 R$ 22,50

Total R$ 7.350,00 R$ 2.325,00 R$ 1.644,50 R$ 1.900,00 R$ 5.985,00 R$ 2.290,00 R$ 1.937,50 R$ 8.700,00 $ 32.132,00

38

B Caixa mnimo 1 Passo: Contas a receber Clculo do prazo mdio de vendas Prazo mdio de (%) Nmero de dias Mdia ponderada em dias X = vendas A vista A prazo (1) A prazo (2) A prazo (3) A prazo (4) X X X X X 50% 25% 25% 100% = = = = = PRAZO MDIO TOTAL 2 Passo: Fornecedores Clculo do prazo mdio de compras Prazo mdio de (%) Nmero de dias X = compras A vista X A prazo (1) X A prazo (2) X A prazo (3) X A prazo (4) X = 50% 30% 20% = = = = PRAZO MDIO TOTAL 17 0 30 60 90 15,0 18,0 18,0 10,5 0 14 28 0 3,5 7,0

Mdia ponderada

3 Passo: Estoques Clculo da necessidade mdia de estoques Necessidade mdia de estoques Nmero de dias 15

39

4 Passo: Clculo da necessidade lquida de capital de giro em dias Recursos da empresa fora do seu caixa Nmero de dias 1. Contas a Receber prazo mdio de vendas 2. Estoques necessidade mdia de estoques Subtotal 1 (item 1 + 2) Recursos de terceiros no caixa da empresa 3. Fornecedores prazo mdio de compras

Necessidade Lquida de capital de Giro em dias (subtotal 1- subtotal 2) B Caixa Mnimo 1. Custo fixo mensal (Quadro 5.11 Estimativa dos Custos Fixos operacionais mensais) 2. Custos variveis mensal (Subtotal 2 do quadro 5.12 Demonstrativos de Resultados) 3. Custo tatal da empresa (item 1 + 2) 4. Custo total dirio (item 3 30 dias) 5. Necessidade Lquida de Capital de Giro em dias (vide resultado do quadro anterior) Total de B Caixa Mnimo (item 4 x 5) 5.2. Capital de giro (resumo) Descrio A Estoque Inicial B Caixa Mnimo TOTAL DO CAPITAL DE GIRO (A+B) R$ dias

40

5.3. Investimento pr-operacional Investimento Pr-Operacional Despesas de legalizao Obras civis e/ou reformas Divulgao Cursos e treinamentos Monitoras dia trabalhado R$ 857,00 R$ 80,00 R$ 150,00 R$ 75,00

R$

Outras despesas Total 5.4. Investimento total (resumo) Descrio dos investimentos 1. Investimentos Fixos Quadro 5.1 2. Capital de giro Quadro 5.2 3. Investimento Pr-Operacional Quadro 5.3 TOTAL (1+2+3) Fontes de recursos 1. Recursos prprios 2. Recursos de terceiros 3. Outros Total (1+2+3) Valor (R$)

R$ 1.162,00

Valor (R$)

(%)

100,00 % (%) 100%

R$ 100.000,00

R$ 100.000,00

100,00

41

5.5. Estimativa do faturamento mensal da empresa Produtos / Servios Quantidade Preo de vendas X = (Estimativa de Unitrio (em R$) Vendas) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Economia X Lies de texto, X leitura e interpretao Regio e organizaoX social Introduo a X histria da arte Como falar em X pblico Estrutura da X poltica Trabalhando com X mapas Brasil Formao EducacionalX Didticos X X 30 50 75 56 82 50 75 44 22 85 = = = = = = = = = = R$ 44,00 R$ 31,00 R$ 22,90 R$ 19,00 R$ 39,90 R$ 22,90 R$ 15,50 R$ 43,80 R$ 29,90 R$52,80

Faturamento Total(em R$) R$ 1.320,00 R$ 1.550,00 R$ 1.717,50 R$ 1.064,00 R$ 3.271,80 R$ 1.145,00 R$ 1.162,50 R$ 1.927,20 R$ 6.578,00 R$ 4.488,00 R$ 24.224,00

1 Potugus 0 TOTAL

42

5.6. Estimativa dos custos de matria-prima, materiais diretos e terceirizaes Produto 1: Materiais/insumos usados Qtde Custo Unitrio Total (R$) X = R$ X X X X X X X X X X Total Produto 2: Materiais/insumos usados X X X X X X X X Total = = = = = = = = = =

Qtde

= = = = = = = =

Custo Unitrio R$

Total (R$)

43

Produto 3: Materiais/insumos usados X X X X X X X X X X X Total

Qtde

= = = = = = = = = = =

Custo Unitrio R$

Total (R$)

Produto 4: Materiais/insumos usados X X X X X X Total

Qtde

= = = = = =

Custo Unitrio R$

Total (R$)

44

5.7. Estimativa dos custos de comercializao Descrio % Faturamento X = Estimado (quadro 5.5) 1. Impostos Impostos Federais SIMPLES X IRPJ PIS COFINS IPI X X X X = = = = = =

Custo Total (R$)

CSLL Contribuio social X Sobre o Lucro lquido Impostos Estaduais ICMS Impostos sobre Circulao X de Mercadorias E Servios Impostos Municipais ISS Impostos sobre Servios X Subtotal 1 2. Gastos com vendas Comisso X Propaganda X Taxa de administrao do Xcrdito Carto de Subtotal 2 TOTAL (Subtotal 1+2)

=

=

= = = = = R$ 80,00

45

5.8. Apurao do custo dos materiais direto e/ou mercadorias vendidas Produtos / Servios Estimativa Custo Unitrio CMD/CMV X = de vendas de Materiais/ (R$) (em unidade) Aquisio (R$) 1 Economia 39 R$ 21,00 R$ 819,00 X = 2 Lies de texto, 57 R$ 15,50 R$ 883,50 X = leitura e interpretao 3 Regio e 82 R$ 14,95 R$ 1.225,90 = organizaoX social 4 Introduo a 61 R$ 9,50 R$ 579,50 X = histria da arte 5 Como falar em 89 R$ 19,95 R$ 1.775,55 X = pblico 6 Estrutura da 58 R$ 11,45 R$ 664,10 X = poltica 7 Trabalhando com 77 R$ 7,75 R$ 596,75 X = mapas Brasil 8 Formao 44 R$ 29,00 R$ 1.276,00 = educacional X 9 Didticos 25 R$ 21,90 R$ 547,50 X = 1 Portugus X 0 TOTAL 86 = R$ 45,00 R$ 3.870,00 R$ 12.237,80

5.9. Estimativa dos custos com mo de obra N de Salrio Frias e Funo X 1.Balconista 1 X 2.Caixa 1 X 3.Vendedor 1 X 4. 5. TOTAL X X XEmpregados

= = = = = = =

Mensal (R$)

13

(%) de encargos sociais

Encargos sociais (R$)

Total (R$)

682,98 750,00 682,90

X X X X X X

136,60 150,00 136,58

= = = = = =

8 8 8

65,57 885,15 72,00 972,00 65,56 885,04

R$ 2.742,19

46

5.10. Estimativa do custo com depreciao Valor do Ativos fixos Bem Vida til (R$) em Anos 5.1.A - Mquinas e R$ 10.381,67 10 equipamentos 5.1.B Mveis e R$ 7.723,00 10 mquinas 5.1.C Veculos TOTAL R$ 18.104,67 20

Depreciao Anual (R$) R$ 1.038,17 R$ 772,30

Depreciao Mensal (R$) R$ 86,51 R$ 64,35

R$ 1.810,47

R$ 150,86

5.11. Estimativa de custos fixos operacionais mensais Descrio Custo Total Mensal (em R$) Aluguel R$ 9.000,00 Condomnio IPTU gua R$ 91,67 Energia eltrica R$ 125,45 Telefone R$ 143,60 Honorrios do contador R$ Pr-labore R$ 4.000,00 Manuteno dos equipamentos R$ 75,00 formatao PC Salrios + encargos quadro 5.9 R$ 2.742,19 Material de limpeza R$ 195,80 Material de escritrio R$ 264,60 Combustvel Taxas diversas Servios de terceiros Depreciao quadro 5.10 R$ 150,86

Outras despesas TOTAL

R$ 16.789,17

47

5.12. Demonstrativo de resultados Quadro Descrio 5.5. 1. Receita Total com Vendas 2. Custos Variveis Totais 5.8. (-) Custos com materiais diretos e/ou CMV (*) 5.7. (Subtotal 1) (-) Impostos sobre vendas 5.7. (Subtotal 2) (-) Gastos com vendas Subtotal de 2 3. Margem de Contribuio (1 2) 5.11 4. (-) Custos Fixos Totais 5. Resultados Operacionais (Lucro/Prejuzo) (3 4)(*) CMV Custo das Mercadorias Vendidas

(R$)

%

5.13. Indicadores de viabilidade 5.13.1. Ponto de equilbrio PE

___________________=

5.13.2. Lucratividade

5.13.2. Lucratividade LUCRATIVIDADE R$ R$

5.13.3. Rentabilidade RENTABILIDAE R$________________= R$

5.13.4. Prazo de retorno do investimento PRAZO PARA RETORNO R$________________= R$

48

Aes corretivas e preventivas

49

7. Avaliao Estratgica 7.1 Anlise da Matriz F.O.F.AFATORES INTERNOS

(controlveis)

FATORES EXTERNOS (incontrolveis)

PONTOS FORTES

FORAS Diversidades de livros; Bom relacionamento das scias; Diversificao nos produtos; Campanhas Publicitrias;

oPORTUNIDADES Bom atendimento; Divulgao; Empresa localizada no centro da cidade;

FRACOS

FRAQUEZAS Falta de experincia no mercado; Aumento de custos;

AMEAAS Principal concorrente com mais tempo de mercado e com a Marca j conhecida; Atrasos na Entrega dos produtos pelos Fornecedores; Impostos com taxas altas;

8. Avaliao do plano de negcio

PONTOS

50

CONTRATO SOCIAL DOCE CULTURA LTDA 1. Anieli Moreira Francisco, Nacionalidade Brasileira, Naturalidade Tomazina, Estado Civil Solteira, Data de Nascimento 14/04/1988,Auxiliar Administrativo, n do CPF 066257999-20,Documento de Identidade 10.090.178-1,rgo Expedidor: SSP- PR, domiciliada na Av. Sta. Rita de Cssia dos Impossveis ,N 1701,Bairro Tatuquara, Municpio: Curitiba, Unidade Federativa do Brasil, CEP 86470-086. 2. Tatiane de Oliveira Almeida, Nacionalidade Brasileira, Naturalidade Curitiba, Estado Civil Solteira, Data de Nascimento 12/01/1990, Auxiliar Administrativo, n do CPF 066-084749-38,Documento de Identidade 7.847.522-7,rgo Expedidor: SSP-PR domiciliada na R: Joo Viana Seiler,N116,Bairro Parolin ,Municpio Curitiba, Unidade Federativa do Brasil, CEP 81770-330 (art.997,I,CC/2002)constituem uma sociedade limitada, mediante as seguintes clusulas: CLUSULA PRIMEIRA A sociedade girar sob o nome empresarial DOCE CULTURA LTDA e ter sede e domiclio na (Rua Marechal Deodoro, N110, Bairro Centro, Municpio de Curitiba, Unidade Federativa do Brasil, CEP: 80010-010(art. 997, II, CC/2002) CLUSULA SEGUNDA O capital social ser R$ 100.000,00 (Cem Mil Reais (dividido em cem mil quotas de valor nominal R$ 1,00 real cada uma sub escrita e j integralizada, em moeda corrente do Pas, pelos scios e distribudas da seguinte forma: SCIO Anieli Moreira Francisco Tatiane O. Almeida TOTAL CLUSULA TERCEIRA O objetivo ser venda de livros novos e usados, incluindo uma cafeteria e com prestao de servios a nossos clientes. CLUSULA QUARTA A sociedade iniciar suas atividades em 02 de Fevereiro de 2012 e seu prazo de durao indeterminado. (art. 997, II, CC/2002) CLUSULA QUINTA As quotas so indivisveis e no podero ser cedidas ou transferidas a terceiros sem o consentimento do outro scio, a quem fica assegurado, em igualdade de condies e preo direito de preferncia para a sua aquisio se postas venda, formalizando, se realizada a cesso delas, a alterao contratual pertinente. (art. 1.056, art. 1.057, CC/2002) 51 % 50 50 100 QUOTAS 50 50 100 VALOR 50.000,00 50.000,00 100.000,00

CLUSULA SEXTA A responsabilidade de cada scio restrita ao valor de suas quotas, mas todos respondem solidariamente pela integralizao do capital social. (art. 1.052, CC/2002) CLUSULA STIMA A administrao da sociedade caber Tatiane de Almeida Pereira com os poderes e atribuies de Servio Autorizado o uso do nome empresarial, vedado, no entanto, em atividades estranhas ao interesse social ou assumir obrigaes seja em favor de qualquer dos quotistas ou de terceiros, bem como onerar ou alienar bens imveis da sociedade, sem autorizao do outro scio. (artigos 997, Vl; 1.013. 1.015, 1064, CC/2002) CLUSULA OITAVA Ao trmino da cada exerccio social, em 31 de dezembro, o administrador prestar contas justificadas de sua administrao, procedendo elaborao do inventrio, do balano patrimonial e do balano de resultado econmico, cabendo aos scios, na proporo de suas quotas, os lucros ou perdas apurados. (art. 1.065, CC/2002) CLUSULA NONA Nos quatro meses seguintes ao trmino do exerccio social, os scios deliberaro sobre as contas e designaro administrador quando for o caso. ( arts. 1.071 e 1.072, 2o e art. 1.078, CC/2002) CLUSULA DCIMA A sociedade poder a qualquer tempo, abrir ou fechar filial ou outra dependncia, mediante alterao contratual assinada por todos os scios. CLUSULA DCIMA PRIMEIRA Os scios podero, de comum acordo, fixar uma retirada mensal, a ttulo de pro labore, observadas as disposies regulamentares pertinentes. CLUSULA DCIMA SEGUNDA Falecendo ou interditado qualquer scio, a sociedade continuar suas atividades com os herdeiros, sucessores e o incapaz. No sendo possvel ou inexistindo interesse destes ou do(s) scio(s) remanescente(s), o valor de seus haveres ser apurado e liquidado com base na situao patrimonial da sociedade, data da resoluo, verificada em balano especialmente levantado. Pargrafo nico - O mesmo procedimento ser adotado em outros casos em que a sociedade se resolva em relao a seu scio. (art. 1.028 e art. 1.031, CC/2002) CLUSULA DCIMA TERCEIRA Os Administradores declaram, sob as penas da lei, de que no esto impedidos de exercer a administrao da sociedade, por lei especial, ou em virtude de condenao criminal, ou por se encontrar sob os efeitos dela, a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos pblicos; ou por crime falimentar, de prevaricao, peita ou suborno, concusso, peculato, ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra normas de defesa da concorrncia, contra as relaes de consumo, f pblica, ou a propriedade. ( art. 1.011, 1, 52

CC/2002)

CLUSULA DCIMA QUARTA Fica eleito o foro de Curitiba para o exerccio e o cumprimento dos direitos e obrigaes resultantes deste contrato. E por estarem assim justos e contratados assinam o presente instrumento em 3 vias.

Curitiba, 02 de Fevereiro de 2012

Anieli Moreira FranciscoAlmeida

Tatiane

de

Oliveira

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ALVAR PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA ALVAR N 204.3355 A SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANAS concede o presente Alvar de Licena para Localizao, conforme processo N 01078970/2012, a: DOCE CULTURA LTDA R: MARECHAL DEODORO DA FONSECA, N 110. INSC. IMOB.: 65.3.0117.0252.00-0 INSCRIO MUNICIPAL: 0000644.707-8 CNPJ: 12.143.102/0001-13 TAXAO: COM SERV. TIPO DE INSTALAO: Prestao de servio e comrcio. APS O INCIO DAS ATIVIDADES DEVER (O) SER PROVIDENCIADA (S) LICENA (S) DO (S) SEGUINTE (S) RGO (S): CB VALIDADE: 31/12/2012 E ENQUANTO SATISFAZER AS EXIGNCIAS DA LEGISLAO EM VIGORIMPORTANTE A assinatura no alvar de licena expedido por meio eletrnico fica dispensado nos termos do Decreto n 1.398/2007. A verificao de sua autenticidade dever ser confirmada no endereo www.curitiba.pr.gov.br link alvar comercial, em consulta dados alvar. obrigatria a comunicao imediata em caso de encerramento, paralisao alterao de endereo, de ramo ou qualquer outra alterao, evitando as penalidades previstas na legislao.

Curitiba, 01de Janeiro de 2012 DIVISO DE ALVARS E ATENDIMENTOS Simoni Elisa Fagundes MATRCULA: 78640

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OFCIO 09/11 RECEPO IAP 2012

Curitiba, 22 de Janeiro de

DECLARAO DE DISPENSA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL ESTADUAL -DLAEDe acordo Resoluo CONAMA 237/98, referente competncia dos Estados para o licenciamento ambiental. Resolues SEMA 031/99 e CEMA 065/09, especifcas sobre o licenciamento estadual, alm da Resoluo SEMA 051/09 que trata da dispensa do licenciamento ambiental, a empresa DOCE CULTURA LTDA, com sede em Curitiba/PR, est Dispensada do Licenciamento Ambiental para a Venda de Livros, desde que possua a devida do Estado de origem. Obs.: A parte interessada apresentou cpia da Licena de Funcionamento sob. N599/2012 emitida atravs da Agncia Ambiental de Curitiba do prprio IAP, portanto, cumpre atualmente as condicionantes para a validade desta Declarao.

lvaro Lcio Nunes Eng Florestal Responsvel Recepo IAP Rua Engenheiros Rebouas, 1375 80215-100 - Curitiba Paran - Brasil Fone: 41 3213-3700 Fax: 41 3333-6508

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SIMPLES DOCUMENTO DE ARRECADAO DO SIMPLES NACIONAL DAS

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SIMPLES DOCUMENTO DE ARRECADAO DO SIMPLES NACIONAL DAS

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SIMPLES DOCUMENTO DE ARRECADAO DO SIMPLES NACIONAL DAS

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RECIBO DE PAGAMENTO DE SALRIOS

Ms de Referncia Fevereiro/2012 DOCE CULTURA LTDA CNPJ 12.143.102 / 0001-12 IE 904.32530-90 RUA: MARECHAL DEODORO,110 Cidade: CURITIBA / PR Funcionrio: 00100 ANDRESSA APARECIDA FERREIRA Admisso: 02/02/2012 Funo: Balconista Evento Descontos Referncia Acumulado Vencimentos30,00 682,98 8,00 6,00 40,98 5,00

0001 SALRIO BASE 682,98 0005 I.N.S.S. S/ SALRIOS 54,64 628,34 0043 VALE TRANSPORTE 587.36 0202 VALE REFEIO 40,98 546.38

SALRIO BASE VENCIMENTOS R$ 682,98 DE DESCONTOS

SAL. BASE INSS SAL. BASE FGTS VALOR FGTS SAL. BASE IRRF FAIXA R$ 682,98 R$ 682,98 R$ 682.98 R$ 54,64 R$ 136.60 R$ 546.38

TOTAL DE TOTAL

LIQUIDO A RECEBER

Recebi a Importncia Liquida Descriminada Neste Recibo de Pagamento em: _______________________________

__/__/____

RECIBO DE PAGAMENTO DE SALRIOS

Ms de Referncia Fevereiro/2012 DOCE CULTURA LTDA CNPJ 12.143.102 / 0001-12 IE 904.32530-90 RUA: MARECHAL DEODORO,110 Cidade: CURITIBA / PR Funcionrio: 00101 TACIANE OLIVETTO DA SILVA Admisso: 02/02/2012 Funo: Caixa Evento Referncia Vencimentos Descontos Acumulado0001 SALRIO BASE 750,00 0005 I.N.S.S. S/ SALRIOS 60,00 690,00 0043 VALE TRANSPORTE 45,00 645,00 0202 VALE REFEIO 45,00 600,00 30,00 750,00 8,00 6,00 5,00

61

SALRIO BASE SAL. BASE INSS SAL. BASE FGTS VALOR FGTS SAL. BASE IRRF FAIXA VENCIMENTOS R$ 750,00 R$ 750,00 R$ 750,00 R$ 750,00 R$ 60,00 DE DESCONTOS R$ 150,00 LIQUIDO A RECEBER R$ 600,00

TOTAL DE TOTAL

Recebi a Importncia Liquida Descriminada Neste Recibo de Pagamento em: _______________________________

__/__/____

62

RECIBO DE PAGAMENTO DE SALRIOS

Ms de Referncia fevereiro/2012 DOCE CULTURA LTDA CNPJ 12.143.102 / 0001-12 IE 904.32530-90 RUA: MARECHAL DEODORO,110 Cidade: CURITIBA / PR Funcionrio: 00102 VINICIUS GUSTAVO DA SILVA Admisso: 02/02/2012 Funo: Vendedor Evento Descontos Referncia Acumulado Vencimentos30,00 8,00 6,00 5,00 682,90 54,64 40,98 40,98

0001 SALRIO BASE 682,90 0005 I.N.S.S. S/ SALRIOS 628,26 0043 VALE TRANSPORTE 587.28 0202 VALE REFEIO 546.30

SALRIO BASE SAL. BASE INSS SAL. BASE FGTS VALOR FGTS SAL. BASE IRRF FAIXA VENCIMENTOS R$ 682,90 R$ 682,90 R$ 682,90 R$ 682.90 R$ 54,63 DE DESCONTOS R$ 136.60 LIQUIDO A RECEBER R$ 546.30

TOTAL DE TOTAL

Recebi a Importncia Liquida Descriminada Neste Recibo de Pagamento em: _______________________________

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63

RECIBO DE PAGAMENTO DE SALRIOS

Ms de Referncia Maro/2012 DOCE CULTURA LTDA CNPJ 12.143.102 / 0001-12 IE 904.32530-90 RUA: MARECHAL DEODORO,110 Cidade: CURITIBA / PR Funcionrio: 00100 ANDRESSA APARECIDA FERREIRA Admisso: 02/02/2012 Funo: Balconista Evento Descontos Referncia Acumulado30,00

Vencimentos682,98 8,00 6,00 5,00

0001 SALRIO BASE 682,98 0005 I.N.S.S. S/ SALRIOS 54,64 628,34 0043 VALE TRANSPORTE 40,98 587.36 0202 VALE REFEIO 40,98 546.38

SALRIO BASE SAL. BASE INSS SAL. BASE FGTS VALOR FGTS SAL. BASE IRRF FAIXA VENCIMENTOS R$ 682,98 R$ 682,98 R$ 682,98 R$ 682.98 R$ 54,64 DE DESCONTOS R$ 136.60 LIQUIDO A RECEBER R$ 546.38

TOTAL DE TOTAL

Recebi a Importncia Liquida Descriminada Neste Recibo de Pagamento em: _______________________________

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RECIBO DE PAGAMENTO DE SALRIOS

Ms de Referncia Maro/2012 DOCE CULTURA LTDA CNPJ 12.143.102 / 0001-12 IE 904.32530-90 RUA: MARECHAL DEODORO,110 Cidade: CURITIBA / PR Funcionrio: 00101 TACIANE OLIVETTO DA SILVA Admisso: 02/02/2012 Funo: Caixa Evento Referncia Vencimentos Descontos Acumulado0001 SALRIO BASE 750,00 0005 I.N.S.S. S/ SALRIOS 60,00 690,00 0043 VALE TRANSPORTE 45,00 645,00 0202 VALE REFEIO 45,00 600,00 30,00 750,00 8,00 6,00 5,00

64

SALRIO BASE SAL. BASE INSS SAL. BASE FGTS VALOR FGTS SAL. BASE IRRF FAIXA VENCIMENTOS R$ 750,00 R$ 750,00 R$ 750,00 R$ 750,00 R$ 60,00 DE DESCONTOS R$ 150,00 LIQUIDO A RECEBER R$ 600,00

TOTAL DE TOTAL

Recebi a Importncia Liquida Descriminada Neste Recibo de Pagamento em: _______________________________

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65

RECIBO DE PAGAMENTO DE SALRIOS

Ms de Referncia Maro/2012 DOCE CULTURA LTDA CNPJ 12.143.102 / 0001-12 IE 904.32530-90 RUA: MARECHAL DEODORO,110 Cidade: CURITIBA / PR Funcionrio: 00102 VINICIUS GUSTAVO DA SILVA Admisso: 02/02/2012 Funo: Vendedor Evento Descontos Referncia Acumulado30,00

Vencimentos682,90 8,00 6,00 5,00

0001 SALRIO BASE 682,90 0005 I.N.S.S. S/ SALRIOS 54,64 628,26 0043 VALE TRANSPORTE 40,98 587.28 0202 VALE REFEIO 40,98 546.30

SALRIO BASE SAL. BASE INSS SAL. BASE FGTS VALOR FGTS SAL. BASE IRRF FAIXA VENCIMENTOS R$ 682,90 R$ 682,90 R$ 682,90 R$ 682.90 R$ 54,63 DE DESCONTOS R$ 136.60 LIQUIDO A RECEBER R$ 546.30

TOTAL DE TOTAL

Recebi a Importncia Liquida Descriminada Neste Recibo de Pagamento em: _______________________________

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RECIBO DE PAGAMENTO DE SALRIOS

Ms de Referncia Abril/2012 DOCE CULTURA LTDA CNPJ 12.143.102 / 0001-12 IE 904.32530-90 RUA: MARECHAL DEODORO,110 Cidade: CURITIBA / PR Funcionrio: 00100 ANDRESSA APARECIDA FERREIRA Admisso: 02/02/2012 Funo: Balconista Evento Descontos Referncia Acumulado Vencimentos30,00 8,00 6,00 5,00 682,98 54,64 40,98 40,98

0001 SALRIO BASE 682,98 0005 I.N.S.S. S/ SALRIOS 628,34 0043 VALE TRANSPORTE 587.36 0202 VALE REFEIO 546.38

SALRIO BASE SAL. BASE INSS SAL. BASE FGTS VALOR FGTS SAL. BASE IRRF FAIXA VENCIMENTOS R$ 682,98 R$ 682,98 R$ 682,98 R$ 682.98 R$ 54,64 DE DESCONTOS R$ 136.60 LIQUIDO A RECEBER R$ 546.38

TOTAL DE TOTAL

Recebi a Importncia Liquida Descriminada Neste Recibo de Pagamento em: _______________________________

__/__/____

RECIBO DE PAGAMENTO DE SALRIOS

Ms de Referncia Abril/2012 DOCE CULTURA LTDA CNPJ 12.143.102 / 0001-12 IE 904.32530-90 RUA: MARECHAL DEODORO,110 Cidade: CURITIBA / PR Funcionrio: 00101 TACIANE OLIVETTO DA SILVA Admisso: 02/02/2012 Funo: Caixa Evento Referncia Vencimentos Descontos Acumulado0001 SALRIO BASE 750,00 0005 I.N.S.S. S/ SALRIOS 60,00 690,00 0043 VALE TRANSPORTE 45,00 645,00 0202 VALE REFEIO 45,00 600,00 30,00 750,00 8,00 6,00 5,00

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SALRIO BASE SAL. BASE INSS SAL. BASE FGTS VALOR FGTS SAL. BASE IRRF FAIXA VENCIMENTOS R$ 750,00 R$ 750,00 R$ 750,00 R$ 750,00 R$ 60,00 DE DESCONTOS R$ 150,00 LIQUIDO A RECEBER R$ 600,00

TOTAL DE TOTAL

Recebi a Importncia Liquida Descriminada Neste Recibo de Pagamento em: _______________________________

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RECIBO DE PAGAMENTO DE SALRIOS

Ms de Referncia Abril/2012 DOCE CULTURA LTDA CNPJ 12.143.102 / 0001-12 IE 904.32530-90 RUA: MARECHAL DEODORO,110 Cidade: CURITIBA / PR Funcionrio: 00102 VINICIUS GUSTAVO DA SILVA Admisso: 02/02/2012 Funo: Vendedor Evento Descontos Referncia Acumulado30,00

Vencimentos682,90 8,00 6,00 5,00

0001 SALRIO BASE 682,90 0005 I.N.S.S. S/ SALRIOS 54,64 628,26 0043 VALE TRANSPORTE 40,98 587.28 0202 VALE REFEIO 40,98 546.30

SALRIO BASE SAL. BASE INSS SAL. BASE FGTS VALOR FGTS SAL. BASE IRRF FAIXA VENCIMENTOS R$ 682,90 R$ 682,90 R$ 682,90 R$ 682.90 R$ 54,63 DE DESCONTOS R$ 136.60 LIQUIDO A RECEBER R$ 546.30

TOTAL DE TOTAL

Recebi a Importncia Liquida Descriminada Neste Recibo de Pagamento em: _______________________________

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RECIBO DE PAGAMENTO DE SALRIOS

Ms de Referncia Maio/2012 DOCE CULTURA LTDA CNPJ 12.143.102 / 0001-12 IE 904.32530-90 RUA: MARECHAL DEODORO,110 Cidade: CURITIBA / PR Funcionrio: 00100 ANDRESSA APARECIDA FERREIRA Admisso: 02/02/2012 Funo: Balconista Evento Descontos Referncia Acumulado30,00

Vencimentos682,98 8,00 6,00 5,00

0001 SALRIO BASE 682,98 0005 I.N.S.S. S/ SALRIOS 54,64 628,34 0043 VALE TRANSPORTE 40,98 587.36 0202 VALE REFEIO 40,98 546.38

SALRIO BASE SAL. BASE INSS SAL. BASE FGTS VALOR FGTS SAL. BASE IRRF FAIXA VENCIMENTOS R$ 682,98 R$ 682,98 R$ 682,98 R$ 682.98 R$ 54,64 DE DESCONTOS R$ 136.60 LIQUIDO A RECEBER R$ 546.38

TOTAL DE TOTAL

Recebi a Importncia Liquida Descriminada Neste Recibo de Pagamento em: _______________________________

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RECIBO DE PAGAMENTO DE SALRIOS

Ms de Referncia Maio/2012 DOCE CULTURA LTDA CNPJ 12.143.102 / 0001-12 IE 904.32530-90 RUA: MARECHAL DEODORO,110 Cidade: CURITIBA / PR Funcionrio: 00101 TACIANE OLIVETTO DA SILVA Admisso: 02/02/2012 Funo: Caixa Evento Referncia Vencimentos Descontos Acumulado0001 SALRIO BASE 750,00 0005 I.N.S.S. S/ SALRIOS 60,00 690,00 0043 VALE TRANSPORTE 45,00 645,00 0202 VALE REFEIO 45,00 600,00 30,00 750,00 8,00 6,00 5,00

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SALRIO BASE SAL. BASE INSS SAL. BASE FGTS VALOR FGTS SAL. BASE IRRF FAIXA VENCIMENTOS R$ 750,00 R$ 750,00 R$ 750,00 R$ 750,00 R$ 60,00 DE DESCONTOS R$ 150,00 LIQUIDO A RECEBER R$ 600,00

TOTAL DE TOTAL

Recebi a Importncia Liquida Descriminada Neste Recibo de Pagamento em: _______________________________

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71

RECIBO DE PAGAMENTO DE SALRIOS

Ms de Referncia Maio/2012 DOCE CULTURA LTDA CNPJ 12.143.102 / 0001-12 IE 904.32530-90 RUA: MARECHAL DEODORO,110 Cidade: CURITIBA / PR Funcionrio: 00102 VINICIUS GUSTAVO DA SILVA Admisso: 02/02/2012 Funo: Vendedor Evento Descontos Referncia Acumulado30,00

Vencimentos682,90 8,00 6,00 5,00

0001 SALRIO BASE 682,90 0005 I.N.S.S. S/ SALRIOS 54,64 628,26 0043 VALE TRANSPORTE 40,98 587.28 0202 VALE REFEIO 40,98 546.30

SALRIO BASE SAL. BASE INSS SAL. BASE FGTS VALOR FGTS SAL. BASE IRRF FAIXA VENCIMENTOS R$ 682,90 R$ 682,90 R$ 682,90 R$ 682.90 R$ 54,63 DE DESCONTOS R$ 136.60 LIQUIDO A RECEBER R$ 546.30

TOTAL DE TOTAL

Recebi a Importncia Liquida Descriminada Neste Recibo de Pagamento em: _______________________________

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RECIBO DE PAGAMENTO DE SALRIOS

Ms de Referncia Junho/2012 DOCE CULTURA LTDA CNPJ 12.143.102 / 0001-12 IE 904.32530-90 RUA: MARECHAL DEODORO,110 Cidade: CURITIBA / PR Funcionrio: 00100 ANDRESSA APARECIDA FERREIRA Admisso: 02/02/2012 Funo: Balconista Evento Descontos Referncia Acumulado30,00

Vencimentos682,98 8,00 6,00 5,00

0001 SALRIO BASE 682,98 0005 I.N.S.S. S/ SALRIOS 54,64 628,34 0043 VALE TRANSPORTE 40,98 587.36 0202 VALE REFEIO 40,98 546.38

SALRIO BASE SAL. BASE INSS SAL. BASE FGTS VALOR FGTS SAL. BASE IRRF FAIXA VENCIMENTOS R$ 682,98 R$ 682,98 R$ 682,98 R$ 682.98 R$ 54,64 DE DESCONTOS R$ 136.60 LIQUIDO A RECEBER R$ 546.38

TOTAL DE TOTAL

Recebi a Importncia Liquida Descriminada Neste Recibo de Pagamento em: _______________________________

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RECIBO DE PAGAMENTO DE SALRIOS

Ms de Referncia Junho/2012 DOCE CULTURA LTDA CNPJ 12.143.102 / 0001-12 IE 904.32530-90 RUA: MARECHAL DEODORO,110 Cidade: CURITIBA / PR Funcionrio: 00101 TACIANE OLIVETTO DA SILVA Admisso: 02/02/2012 Funo: Caixa Evento Referncia Vencimentos Descontos Acumulado0001 SALRIO BASE 750,00 0005 I.N.S.S. S/ SALRIOS 60,00 690,00 0043 VALE TRANSPORTE 45,00 645,00 0202 VALE REFEIO 45,00 600,00 30,00 750,00 8,00 6,00 5,00

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SALRIO BASE SAL. BASE INSS SAL. BASE FGTS VALOR FGTS SAL. BASE IRRF FAIXA VENCIMENTOS R$ 750,00 R$ 750,00 R$ 750,00 R$ 750,00 R$ 60,00 DE DESCONTOS R$ 150,00 LIQUIDO A RECEBER R$ 600,00

TOTAL DE TOTAL

Recebi a Importncia Liquida Descriminada Neste Recibo de Pagamento em: _______________________________

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RECIBO DE PAGAMENTO DE SALRIOS

Ms de Referncia Junho/2012 DOCE CULTURA LTDA CNPJ 12.143.102 / 0001-12 IE 904.32530-90 RUA: MARECHAL DEODORO,110 Cidade: CURITIBA / PR Funcionrio: 00102 VINICIUS GUSTAVO DA SILVA Admisso: 02/02/2012 Funo: Vendedor Evento Descontos Referncia Acumulado30,00

Vencimentos682,90 8,00 6,00 5,00

0001 SALRIO BASE 682,90 0005 I.N.S.S. S/ SALRIOS 54,64 628,26 0043 VALE TRANSPORTE 40,98 587.28 0202 VALE REFEIO 40,98 546.30

SALRIO BASE SAL. BASE INSS SAL. BASE FGTS VALOR FGTS SAL. BASE IRRF FAIXA VENCIMENTOS R$ 682,90 R$ 682,90 R$ 682,90 R$ 682.90 R$ 54,63 DE DESCONTOS R$ 136.60 LIQUIDO A RECEBER R$ 546.30

TOTAL DE TOTAL

Recebi a Importncia Liquida Descriminada Neste Recibo de Pagamento em: _______________________________

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CONTRATO DE TRABALHO A TTULO DE EXPERINCIAEntre a firma DOCE CULTURA LTDA, com sede em CURITIBA, estado do PR, RUA MARECHAL DEODORO DA FONSECA, 110-CENTRO, doravante designada EMPREGADORA e ANDRESSA APARECIDA FERREIRA, portador(a) da Carteira de trabalho e Previdncia Social (CTPS) N 001295558022 Srie n 001, a seguir chamado apenas EMPREGADO, celebrado o presente CONTRATO DE EXPERINCIA, que ter a vigncia a partir da data de incio da prestao de servios, de acordo com as condies a seguir especificadas: 1 Fica o EMPREGADO admitido no quadro de funcionrios da EMPREGADORA para exercer as funes de BALCONISTA CBO 5134-35, mediante a remunerao de: Salrio-fixo: R$ 682,98,(SEICENTOS E OITENTA E DOIS REAISE NOVENTA E OITO CENTAVOS), Forma de pagamento: MENSAL, A circunstncia, porm de ser a funo especificada no importa a instransferibilidade do EMPREGADO para outro servio, no qual demonstre melhor capacidade de adaptao desde que compatvel com sua condio pessoal. 2- O horrio de trabalho ser anotado na sua ficha de registro e a eventual reduo da jornada, por determinao da EMPREGADORA, no inovar este ajuste, permanecendo integra a obrigao do EMPREGADO de cumprir o horrio que lhe for determinado, observando o limite legal. 3 - Obriga-se tambm o EMPREGADO, a prestar servios em horar extraordinrias, sempre que lhe for determinado pela EMPREGADORA, na forma prevista em Lei. Na hiptese desta faculdade pela EMPREGADORA, o EMPREGADO receber as horas extraordinrias com o acrscimo legal, salvo a concorrncia de compensao, com a consequente reduo da jornada de trabalho em outro dia. 4- Aceita o EMPREGADO, expressamente, a condio de prestar servios em qualquer dos turnos de trabalho, isto , tanto durante o dia como o da noite, desde que sem simultaneidade, observadas as prescries legais reguladoras do assunto, quanto remunerao. 5- Fica ajustado nos termos do que dispe o pargrafo 1 do artigo 469 da Consolidao das Leis do Trabalho, que o EMPREGADO acatar ordem emanada da EMPREGADORA para prestao desservio tanto na localidade do Contrato de Trabalho, como em qualquer outra Cidade, Capital ou Vila do Territrio Nacional, que essa transferncia seja transitria ou definitiva. 6- No ato da assinatura desde contrato, o EMPREGADO recebe o Regulamento Interno da Empresa, cujas clausulas fazem parte do Contrato de Trabalho, e a violao de qualquer delas implicara em sano, cuja graduao dependera da gravidade da mesma, culminado com a resciso do contrato. 7 Em caso de dano causado pelo EMPREGADO fica a EMPREGADORA, autorizada a efetuar o desconto da importncia correspondente ao prejuzo, o qual fara, com fundamento no paragrafo 1 do artigo 462 da Consolidao das Leis do Trabalho, j que essa possibilidade fica expressamente prevista em Contrato. 8- O EMPREGADO a partir da assinatura do presente Contrato de Trabalho, autoriza a EMPREGADORA a descontar em sua folha de pagamento os seguintes itens Despesas com farmcias, supermercados, seguro de vida, vale refeio ou alimentao, plano de sade, emprstimo pessoal junto empregadora, adiantamento salarial etc. PARAGRFO PRIMEIRO - Autoriza o crdito em conta corrente dos seguintes itens salario, adiantamento de salario, frias, 13 salrio e etc. 9- O presente Contrato vigera no perodo, 02/02/2012 a 19/03/2012, sendo celebrado para as partes verificarem reciprocamente, a convenincia ou no de se vincularem em carter definitivo a um Contrato de Trabalho. A empresa passando a conhecer as aptides do EMPREGADO e suas qualidades pessoais e morais, o EMPREGADO verificando se o ambiente e os mtodos de trabalho atendem a sua convenincia. 10- Opera-se a resciso do presente Contrato pela decorrncia do prazo supra ou por vontade de uma das partes/rescindindo-se por vontade do EMPREGADO ou pela EMPREGADORA com justa causa, nenhuma indenizao devida, rescindindo-se antes do prazo, pela EMPREGADORA, fica esta obrigada a pagar 50% dos salrios devidos at o final (metade do tempo restante), nos termos do artigo 479da C.L.T.,sem prejuzo do disposto do regulamento do FGTS. Nenhum aviso prvio devido pela resciso do presente Contrato. 11- Na hiptese deste ajuste transformar-se em Contrato de Prazo Indeterminado, pelo decurso do tempo, continuaro em plena vigncia as clausulas de 1 (um) a 8 (oito),enquanto durarem as relaes do EMPREGADO com a EMPREGADORA. E por estarem de pleno acordo, a partes contratantes, assinam o presente Contrato de Experincia em duas vias, ficando a primeira em poder da EMPREGADORA, que dela dera o competente recibo. CURITIBA, 02 de Fevereiro de 2012

Andressa Ap. Ferreira_______________________________________ _______________________________________ DOCE CULTURA LTDA _______________________________________ Testemunha EMPREGADO

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CONTRATO DE TRABALHO A TTULO DE EXPERINCIAEntre a firma DOCE CULTURA LTDA, com sede em CURITIBA, estado do PR, RUA MARECHAL DEODORO DA FONSECA, 110-CENTRO, doravante designada EMPREGADORA e TACIANE OLIVETTO DA SILVA, portador(a) da Carteira de trabalho e Previdncia Social (CTPS) N 001295558022 Srie n 001, a seguir chamado apenas EMPREGADO, celebrado o presente CONTRATO DE EXPERINCIA, que ter a vigncia a partir da data de incio da prestao de servios, de acordo com as condies a seguir especificadas: 1 Fica o EMPREGADO admitido no quadro de funcionrios da EMPREGADORA para exercer as funes de CAIXA CBO 4211-25, mediante a remunerao de: Salrio-fixo: R$ 750,00,(SETECENTOS E CINQUENTA REAIS), Forma de pagamento: MENSAL, A circunstncia, porm de ser a funo especificada no importa a instransferibilidade do EMPREGADO para outro servio, no qual demonstre melhor capacidade de adaptao desde que compatvel com sua condio pessoal. 2- O horrio de trabalho ser anotado na sua ficha de registro e a eventual reduo da jornada, por determinao da EMPREGADORA, no inovar este ajuste, permanecendo integra a obrigao do EMPREGADO de cumprir o horrio que lhe for determinado, observando o limite legal. 3 - Obriga-se tambm o EMPREGADO, a prestar servios em horar extraordinrias, sempre que lhe for determinado pela EMPREGADORA, na forma prevista em Lei. Na hiptese desta faculdade pela EMPREGADORA, o EMPREGADO receber as horas extraordinrias com o acrscimo legal, salvo a concorrncia de compensao, com a consequente reduo da jornada de trabalho em outro dia. 4- Aceita o EMPREGADO, expressamente, a condio de prestar servios em qualquer dos turnos de trabalho, isto , tanto durante o dia como o da noite, desde que sem simultaneidade, observadas as prescries legais reguladoras do assunto, quanto remunerao. 5- Fica ajustado nos termos do que dispe o pargrafo 1 do artigo 469 da Consolidao das Leis do Trabalho, que o EMPREGADO acatar ordem emanada da EMPREGADORA para prestao desservio tanto na localidade do Contrato de Trabalho, como em qualquer outra Cidade, Capital ou Vila do Territrio Nacional, que essa transferncia seja transitria ou definitiva. 6- No ato da assinatura desde contrato, o EMPREGADO recebe o Regulamento Interno da Empresa, cujas clausulas fazem parte do Contrato de Trabalho, e a violao de qualquer delas implicara em sano, cuja graduao dependera da gravidade da mesma, culminado com a resciso do contrato. 7 Em caso de dano causado pelo EMPREGADO fica a EMPREGADORA, autorizada a efetuar o desconto da importncia correspondente ao prejuzo, o qual fara, com fundamento no paragrafo 1 do artigo 462 da Consolidao das Leis do Trabalho, j que essa possibilidade fica expressamente prevista em Contrato. 8- O EMPREGADO a partir da assinatura do presente Contrato de Trabalho, autoriza a EMPREGADORA a descontar em sua folha de pagamento os seguintes itens Despesas com farmcias, supermercados, seguro de vida, vale refeio ou alimentao, plano de sade, emprstimo pessoal junto empregadora, adiantamento salarial etc. PARAGRFO PRIMEIRO - Autoriza o crdito em conta corrente dos seguintes itens salario, adiantamento de salario, frias, 13 salrio e etc. 9- O presente Contrato vigera no perodo, 02/02/2012 a 19/03/2012, sendo celebrado para as partes verificarem reciprocamente, a convenincia ou no de se vincularem em carter definitivo a um Contrato de Trabalho. A empresa passando a conhecer as aptides do EMPREGADO e suas qualidades pessoais e morais, o EMPREGADO verificando se o ambiente e os mtodos de trabalho atendem a sua convenincia. 10- Opera-se a resciso do presente Contrato pela decorrncia do prazo supra ou por vontade de uma das partes/rescindindo-se por vontade do EMPREGADO ou pela EMPREGADORA com justa causa, nenhuma indenizao devida, rescindindo-se antes do prazo, pela EMPREGADORA, fica esta obrigada a pagar 50% dos salrios devidos at o final (metade do tempo restante), nos termos do artigo 479da C.L.T.,sem prejuzo do disposto do regulamento do FGTS. Nenhum aviso prvio devido pela resciso do presente Contrato. 11- Na hiptese deste ajuste transformar-se em Contrato de Prazo Indeterminado, pelo decurso do tempo, continuaro em plena vigncia as clausulas de 1 (um) a 8 (oito),enquanto durarem as relaes do EMPREGADO com a EMPREGADORA. E por estarem de pleno acordo, a partes contratantes, assinam o presente Contrato de Experincia em duas vias, ficando a primeira em poder da EMPREGADORA, que dela dera o competente recibo. CURITIBA, 02 de Fevereiro de 2012

Taciane Olivetto da Silva_______________________________________ _______________________________________ DOCE CULTURA LTDA _______________________________________ Testemunha EMPREGADO

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CONTRATO DE TRABALHO A TTULO DE EXPERINCIAEntre a firma DOCE CULTURA LTDA, com sede em CURITIBA, estado do PR, RUA MARECHAL DEODORO DA FONSECA, 110-CENTRO, doravante designada EMPREGADORA e VINCIUS GUSTAVO DA SILVA, portador(a) da Carteira de trabalho e Previdncia Social (CTPS) N 001295558022 Srie n 001, a seguir chamado apenas EMPREGADO, celebrado o presente CONTRATO DE EXPERINCIA, que ter a vigncia a partir da data de incio da prestao de servios, de acordo com as condies a seguir especificadas: 1 Fica o EMPREGADO admitido no quadro de funcionrios da EMPREGADORA para exercer as funes de VENDEDOR CBO 5241-05, mediante a remunerao de: Salrio-fixo: R$ 682,90,(SEICENTOS E OITENTA DOIS REIAS E NOVENTA CENTAVOS), Forma de pagamento: MENSAL, A circunstncia, porm de ser a funo especificada no importa a instransferibilidade do EMPREGADO para outro servio, no qual demonstre melhor capacidade de adaptao desde que compatvel com sua condio pessoal. 2- O horrio de trabalho ser anotado na sua ficha de registro e a eventual reduo da jornada, por determinao da EMPREGADORA, no inovar este ajuste, permanecendo integra a obrigao do EMPREGADO de cumprir o horrio que lhe for determinado, observando o limite legal. 3 - Obriga-se tambm o EMPREGADO, a prestar servios em horar extraordinrias, sempre que lhe for determinado pela EMPREGADORA, na forma prevista em Lei. Na hiptese desta faculdade pela EMPREGADORA, o EMPREGADO receber as horas extraordinrias com o acrscimo legal, salvo a concorrncia de compensao, com a consequente reduo da jornada de trabalho em outro dia. 4- Aceita o EMPREGADO, expressamente, a condio de prestar servios em qualquer dos turnos de trabalho, isto , tanto durante o dia como o da noite, desde que sem simultaneidade, observadas as prescries legais reguladoras do assunto, quanto remunerao. 5- Fica ajustado nos termos do que dispe o pargrafo 1 do artigo 469 da Consolidao das Leis do Trabalho, que o EMPREGADO acatar ordem emanada da EMPREGADORA para prestao desservio tanto na localidade do Contrato de Trabalho, como em qualquer outra Cidade, Capital ou Vila do Territrio Nacional, que essa transferncia seja transitria ou definitiva. 6- No ato da assinatura desde contrato, o EMPREGADO recebe o Regulamento Interno da Empresa, cujas clausulas fazem parte do Contrato de Trabalho, e a violao de qualquer delas implicara em sano, cuja graduao dependera da gravidade da mesma, culminado com a resciso do contrato. 7 Em caso de dano causado pelo EMPREGADO fica a EMPREGADORA, autorizada a efetuar o desconto da importncia correspondente ao prejuzo, o qual fara, com fundamento no paragrafo 1 do artigo 462 da Consolidao das Leis do Trabalho, j que essa possibilidade fica expressamente prevista em Contrato. 8- O EMPREGADO a partir da assinatura do presente Contrato de Trabalho, autoriza a EMPREGADORA a descontar em sua folha de pagamento os seguintes itens Despesas com farmcias, supermercados, seguro de vida, vale refeio ou alimentao, plano de sade, emprstimo pessoal junto empregadora, adiantamento salarial etc. PARAGRFO PRIMEIRO - Autoriza o crdito em conta corrente dos seguintes itens salario, adiantamento de salario, frias, 13 salrio e etc. 9- O presente Contrato vigera no perodo, 02/02/2012 a 19/03/2012, sendo celebrado para as partes verificarem reciprocamente, a convenincia ou no de se vincularem em carter definitivo a um Contrato de Trabalho. A empresa passando a conhecer as aptides do EMPREGADO e suas qualidades pessoais e morais, o EMPREGADO verificando se o ambiente e os mtodos de trabalho atendem a sua convenincia. 10- Opera-se a resciso do presente Contrato pela decorrncia do prazo supra ou por vontade de uma das partes/rescindindo-se por vontade do EMPREGADO ou pela EMPREGADORA com justa causa, nenhuma indenizao devida, rescindindo-se antes do prazo, pela EMPREGADORA, fica esta obrigada a pagar 50% dos salrios devidos at o final (metade do tempo restante), nos termos do artigo 479da C.L.T.,sem prejuzo do disposto do regulamento do FGTS. Nenhum aviso prvio devido pela resciso do presente Contrato. 11- Na hiptese deste ajuste transformar-se em Contrato de Prazo Indeterminado, pelo decurso do tempo, continuaro em plena vigncia as clausulas de 1 (um) a 8 (oito),enquanto durarem as relaes do EMPREGADO com a EMPREGADORA. E por estarem de pleno acordo, a partes contratantes, assinam o presente Contrato de Experincia em duas vias, ficando a primeira em poder da EMPREGADORA, que dela dera o competente recibo. CURITIBA, 02 de Fevereiro de 2012

Vincius Gustavo da Silva_______________________________________ _______________________________________ DOCE CULTURA LTDA _______________________________________ Testemunha EMPREGADO

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DECLARAO DE BENEFCIOSEu, Andressa Aparecida Ferreira, Portador da CTPS n 000.294.557, serie 0022 Pr, abaixo assinado, autorizo a empresa Doce Cultura Ltda. para os fins previstos maior clareza, ratifico desconto dos itens assinalados com com X 1 e 4 do artigo 462 da CLT, a descontar de meus vencimentos, os itens e valores abaixo recreativo discriminados e assinalados. ( ) assistncia mdica (x) refeio ( ) grmio ( ) farmcia ( ) seguro de vida ( ) super- mercado (x) INSS ( ) outros para X acima, o qual firmo a presente para que produza os seus efeitos legais.

Ass:

Andressa Aparecida Ferreira

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DECLARAAO DE BENEFCIOSEu, Taciane Olivetto da Silva, Portador da CTPS n 001.295.558, serie 0022 Pr, abaixo assinado, autorizo a empresa Doce Cultura Ltda. para os fins previstos maior clareza, ratifico desconto dos itens assinalados com com X 1 e 4 do artigo 462 da CLT, a descontar de meus vencimentos, os itens e valores abaixo recreativo discriminados e assinalados. ( ) assistncia mdica (x) refeio ( ) grmio ( ) farmcia ( ) seguro de vida ( ) super- mercado (x) INSS ( ) outros para X acima, o qual firmo a presente para que produza os seus efeitos legais Ass: TACIANE

OLIVETTO DA SILVA

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DECLARAAO DE BENEFCIOSEu, Vincius Gustavo da Silva, Portador da CTPS n 96868, serie 00058 Pr, abaixo assinado, autorizo a empresa Doce Cultura Ltda. para os fins previstos maior clareza, ratifico desconto dos itens assinalados com com X 1 e 4 do artigo 462 da CLT, a descontar de meus vencimentos, os itens e valores abaixo recreativo discriminados e assinalados. ( ) assistncia mdica (x) refeio ( ) grmio ( ) farmcia ( ) seguro de vida ( ) super- mercado (x) INSS ( ) outros para X acima, o qual firmo a presente para que produza os seus efeitos legais Ass: Vincius Gustavo da Silva.

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DECLARAAO DA OPAO DE VALE-TRANSPORTEEu Andressa Aparecida Ferreira, Brasileira, Divorciada, Balconista, Carteira de identidade n 10.090178-1, CPF n 077.259.001-20, Carteira de Trabalho n 000.294.557.22, serie n 000, declaro para os devidos fins, que resido na Rua Rancho Alegre, bairro Col. Dona Cristina, CEP 81910-130, Cidade Colombo, no estado PR, optando por: ( ) no receber vales-transportes (X) receber vales-transportes, comprometendo-me: -A utiliz-los exclusivamente para o meu deslocamento residncia-trabalho e viceversa -A renovar o endereo residencial acima declaro, anualmente, ou sempre que houver alteraes do meu endereo residencial, ou dos meios de transportes mais adequados ao meu deslocamento residncia-trabalho e vice-versa. Declaro estar igualmente ciente de que ate 6% do meu salrio bsico ou vencimento poder ser utilizado para custear os vales-transportes, e que a afirmao falsa ou o uso indevido do vale-transporte constituem falta grave. Declaro, para todos os fins, inclusive para fazer jus opo de recebimento de valetransporte, residir no endereo declarado neste documento, sendo de minha inteira responsabilidade a improcedncia das informaes declaradas.

DECLARAAO DE TRAJETOResidncia- Trabalho Tipo: Empresa transportadora: Tipo: Empresa transportadora: Trabalho- Residncia Tipo: Tipo: Empresa transportadora: Empresa transportadora: Tarifa Atual R$ Tarifa Atual R$ Tarifa Atual R$ Tarifa Atual R$

Curitiba, 02 de Fevereiro de 2012.

Andressa Aparecida FerreiraDoce Cultura 93

1. FICHA DE REGISTRO DE EMPREGADOS Empresa: Doce Cultura Ltda Endereo: Marechal Deodoro, 110 Bairro: Centro Cidade: Curitiba UF:PR CNPJ:12.143.1021/0001-13 Data de Emisso: 02/02/2012 Nome: Andressa Filiao: Pai: Autenticao Matricula:

Aparecida Ferreira Ferreira

0001

Me: Sandra Aparecida

Cart. Profissional / Srie: 000.294.557.22 Cart. Reservista: Ttulo de Eleitor: 21022615795 Cart. Identidade: 10.090 C.P.F: Ex. Admissional Emisso: 05/01/2004 P.I.S: 22330015017

Data CTPS: 13/07/2004

Ex. Mdico Org. Emissor: SESP-PR Data Cad.PIS

178-1

077.259.001-20

13/07/2004

Especificaes do Conselho Regional Nome Conselho Regional: Data de Nascimento : 31/07/1987 Local Nascimento Cor Cabelos Endereo Atual Cidade Quando Estrangeiro Naturalizado: N.Reg. Geral: Filhos Brasileiros: Validade Cart.Ident.: N. de Filhos: Tipo de Visto: Data Opo FGTS: Salrio Atual: R$ Data de Chegada: Validade Carteira de Trabalho: N.Cart.Mod.19: : Curitiba : Branca Sigla Conselho: Estado Civil Nacionalidade Altura : Solteiro : Brasileiro : 1,53 : Verde : Pr N.Registro: Regio do Registro: Grau Instruo : Mdio Completo Sexo : Feminino Peso : 52

KG

: Castanhos Olhos : Rua Rancho Alegre : Colombo Estado

Defeitos Bairro CEP

: : Col. Dona Cristina : 81910-130

Data Admisso: 02/02/2012 Cargo Atual:

Forma Pagamento: MENSALISTA Tipo Salrio: Deposito

Balconista Ltda

682,98

em Conta Corrente s 16__:_00_

Local Trabalho: Doce Cultura Horrio: 08:00 s 19:00 Observaes: Dependentes Nome Parentesco Frias: 02/02/2013 Alterao de Cargos/Salrios Contribuio Sindical: Movimentos/Afastamentos Anotaes Gerais

Membro CIPA: NAO Almoo: 11:30 s 12:30

Sbados: _09_:_00_

Dt.Nasc

Salrio Famlia

Imposto Renda

Salrio Educao

Data de Sada : Assinatura Empregador Assinatura Empregado: Admisso Ex.Demissional : ________________________ ___________________________ Cod. Afastamento:

Assinatura Empregado : Desligamento _______________________________

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2. FICHA DE REGISTRO DE EMPREGADOS Empresa: Doce Cultura Ltda Endereo: Marechal Deodoro, 110 Bairro: Centro Cidade: Curitiba UF:PR CNPJ:12.143.1021/0001-13 Data de Emisso: 02/02/2012 Nome: Autenticao Matricula:

Taciane Olivetto da Silva Filiao: Pai: Joo Carlos OlivettoMe: Marli

0002

Silva Olivetto 001.295.558.022Categoria: Ex. Admissional: Emisso: 09/01/2011 P.I. S: Data CTPS :

Cart. Profissional / Srie: Cart. Reservista: Ttulo de Eleitor: Cart. Identidade:

06/11/2011

12310148131 87768449

Ex.Mdico: Org.Emissor : SESP-PR Data Cad.PIS:

C.P. F: 066.084.749-48 Especificaes do Conselho Regional Nome Conselho Regional: Data de Nascimento : Sigla Conselho:

01/09/2011

N.Registro:

Regio do Registro: Grau Instruo:

12/01/1984

Estado Civil: Soleira Nacionalidade: Brasileira Altura: 1,69 Olhos: Castanho

Ensino Mdio Completo

Local Nascimento: Curitiba Cor: Morena Cabelos: Preto Endereo Atual:Rua Cidade : Curitiba Quando Estrangeiro Naturalizado: N.Reg. Geral:

Sexo : Feminino Peso: 60KG Defeitos: Bairro : Uberaba CEP: 81770-400

Escuro

Marilndia do Sul, N 43Estado :

PRN. de Filhos: Tipo de Visto:

Filhos Brasileiros: Validade Cart.Ident.:

Data de Chegada: Validade Carteira de Trabalho: Forma Pagamento:

N.Cart.Mod.19:

Data Admisso: 02/02/2012 Cargo Atual: Caixa Local Trabalho: Doce Cultura Horrio: 08:00 s 19:00 Observaes: Dependentes Nome Parentesco Frias: 02/02/2013 Alterao de Cargos/Salrios Contribuio Sindical: Movimentos/Afastamentos Anotaes Gerais Dt.Nasc

Data Opo FGTS: Salrio Atual: R$

MENSALISTA em Conta Corrente s 16__:_00_

750,00

Tipo Salrio: Deposito Sbados: _09_:_00_

Ltda

Membro CIPA: NO Almoo: 12:30 s 13:30

Salrio Famlia

Imposto Renda

Salrio Educao

Data de Sada : Assinatura Empregador Assinatura Empregado: Admisso Ex.Demissional : ________________________ ___________________________ Cod. Afastamento:

Assinatura Empregado : Desligamento _______________________________

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3. FICHA DE REGISTRO DE EMPREGADOS Empresa: Doce Cultura Ltda Endereo: Rua Marechal Deodoro, 110 Bairro: Centro Cidade: Curitiba UF: PR CNPJ:12.143.1021/0001-13 Data de Emisso: 02/02/2012 Nome:

Autenticao

Vincius Gustavo da SilvaMe:

Matricula:

0003

Filiao: Pai: Carlos da SilvaRenata da Silva 00058-PREx. Admissional Emisso: 01/09/2000 P.I.S: 079073380671 Data CTPS: 07/02/2000 Cart. Profissional / Srie: 96868SRIE Cart. Reservista: Ttulo de Eleitor: 00702250606-04 Cart. Identidade: C.P.F: Ex. Mdico Org. Emissor: SESP-PR Data Cad.PIS :

8896779-8

047.344.809-23

01/09/2011

Especificaes do Conselho Regional Nome Conselho Regional: Data de Nascimento Completo : 12/01/1984 Sigla Conselho: Estado Civil : Solteiro N.Registro: Regio do Registro: Grau Instruo: Mdio

Local Nascimento :Curitiba Cor : Pardo Cabelos Endereo Atual Cidade : Castanhos : Rua Valria : Curitiba

Nacionalidade Altura : 1,80 Olhos :

: BrasileiroPeso Defeitos Bairro CEP

Sexo : Masculino : 85 KG : : Alto Boqueiro : 81.770.400

Castanhos

Pugsley, N 564Estado : Pr

Quando Estrangeiro Naturalizado: N.Reg.Geral: Filhos Brasileiros: Validade Cart.Ident.: N. de Filhos: Tipo de Visto: Data de Chegada: N.Cart.Mod.19: Validade Carteira de Trab