Transcrição da Teleconferência Resultados do 4T10 Banco do ... · PDF file...

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  • Transcrição da Teleconferência Resultados do 4T10

    Banco do Brasil (BBAS3 BZ) 18 de fevereiro de 2011

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    Operadora: Bom dia a todos. Iniciamos neste momento a teleconferência do Banco do Brasil para discussão de resultado do 4T10. Todos os participantes estão conectados apenas como ouvintes e, mais tarde, será aberta a sessão de perguntas e respostas, quando serão dadas as instruções para participação. Caso precise da ajuda de um operador durante a teleconferência, basta teclar *0. Cabe lembrar que esta conferência está sendo transmitida ao vivo pelo Portal BB, no endereço www.bb.com.br, site de Relações com Investidores, onde há, inclusive, a possibilidade de visualizar os slides e enviar perguntas que serão respondidas na sessão de perguntas e respostas ou posteriormente por e-mail. Antes de prosseguir, gostaria de esclarecer que esta apresentação faz referências e declarações sobre expectativas, sinergias planejadas, estimativas de crescimento, projeções de resultados e estratégias futuras sobre o Banco do Brasil, suas subsidiárias coligadas e controladas. Estas expectativas são altamente dependentes das condições do mercado, do desempenho econômico geral do País, do setor e dos mercados internacionais. O Banco do Brasil não se responsabiliza em atualizar qualquer estimativa contida nesta apresentação. Conosco, hoje, estão os senhores Ivan de Souza Monteiro, Vice-Presidente de Finanças, Mercado de Capitais e Relações com Investidores; Gilberto Lourenço da Aparecida, Gerente Geral de Relações com Investidores; e Eduardo César Pasa, Contador Geral. Inicialmente serão apresentados detalhes do resultado. Ao final, os executivos responderão às questões que forem formuladas. Agora, passo a palavra ao Sr. Gilberto, que dará início à teleconferência. Gilberto Lourenço da Aparecida: Bom dia a todos. Sejam bem-vindos à nossa teleconferência para divulgação dos resultados do Banco do Brasil no 4T10. Em 2010 apresentamos o melhor resultado da história do Banco. Como chegamos a esse resultado? Bem, na elaboração do orçamento de 2010 fixamos algumas premissas, como a do crescimento do País, que acabou apresentando crescimento acima de 7,5%. Apesar da opinião de alguns observadores de que o Banco do Brasil poderia ter sua participação de mercado ameaçada pelos nossos concorrentes, fomos capazes de crescer e preservar nossa participação de mercado. O vetor de crescimento continuou sendo a carteira de crédito do Banco do Brasil junto com nossos compromissos nesses 202 anos de história, de estar sempre apoiando a atividade produtiva. Sempre esteve claro para nós que a inadimplência teria uma tendência de queda associada à melhoria do ambiente econômico do País, e era claro que precisávamos diversificar as diversas fontes de receita do Banco do Brasil atuando em outras áreas de negócios. Diante dessas premissas, o sucesso da estratégia adotada pela Administração foi confirmado. Mantivemos nossa liderança na indústria bancária brasileira e entregamos um resultado operacional consistente.

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    Seguindo para o slide número quatro, vemos que mantivemos nossa liderança nos principais segmentos da indústria bancária. Baseamos nossa liderança em ativos de crédito, na nossa capacidade de captar recursos, como vemos na liderança em depósitos e administração de recursos de terceiros. No slide número cinco mostramos que o Banco do Brasil atingiu, em 2010, o maior lucro de sua história. Mais importante do que isso, mantivemos rentabilidade por volta de 25%, mesmo após a oferta de ações realizada em junho de 2010. O lucro líquido atingiu R$11,7 bilhões, e o lucro recorrente se destacou crescendo mais de 25% sobre o ano anterior. No slide número seis, mostramos que as receitas com operações de crédito mantiveram-se como um dos nossos principais drivers de crescimento. A vocação e expertise do Banco do Brasil para a concessão de crédito permitiram que em 2010 essas receitas registrassem crescimento de 30%. Como mostramos no slide sete, tanto em 2010 como no 4T houve redução no spread das operações de crédito, e esse movimento decorre de mudança de mix nas carteiras Pessoa Física e Pessoa Jurídica, com maior direcionamento para operações de melhor risco. Embora tenha havido redução no spread global, as mesmas mudanças de mix vêm permitindo uma recuperação consistente e constante da margem ajustada pelo risco nos últimos trimestres. No slide oito, mostramos a expansão da base de depósitos, a extensa rede de agências do Banco, localizado em todos os pontos do País, permitiu a manutenção da liderança em depósitos e o crescimento das captações em linhas de baixo custo. Destaque para a poupança, que registrou crescimento próximo a 18% no ano. O Banco do Brasil também teve acesso a mais fontes de captação no exterior. No slide oito mostramos que o montante captado vem registrando crescimento expressivo, tanto na comparação trimestral quanto anual. A solidez do Banco do Brasil e o reconhecimento do mercado internacional são evidenciados pelo comportamento das emissões, que cresceram 65%, e das captações no mercado interbancário, que além de apresentarem crescimento nos saldos, estão dispersas, pulverizadas em uma maior quantidade de bancos doadores de recursos. Não apenas os depósitos vêm registrando expansão, mostramos no slide dez que o Banco do Brasil mantém sua liderança histórica na administração de recursos de terceiros, com market share próximo a 22%. Seguindo aqui para o slide número 11, mostramos que o Banco do Brasil manteve sua liderança no mercado de crédito, com market share próximo a 20% em dezembro de 2010. A carteira de crédito alcançou R$358 bilhões; somando títulos privados e garantias essa carteira somou R$388 bilhões. Nosso foco continua no financiamento ao consumo, que passou a representar 31,6% do total no final de 2010. Observem que essa participação era de 19,9% em 2007. No slide número 12, ainda em relação ao crédito Pessoa Física, constatamos o crescimento das operações de melhor perfil de risco, protegidas por colateral, tais como aquelas relacionadas a folha de pagamento, aquisição de veículos e imobiliário, que em dezembro representavam 78% do total da carteira Pessoa Física.

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    No slide número 13 vemos que no crédito imobiliário crescemos o número de desembolsos e a quantidade de contratos mensais em 2010. É óbvio o rápido crescimento desse negócio no Banco do Brasil. Em dezembro originamos 3x mais do que originamos em janeiro. No slide número 14 apresentamos a evolução do saldo das operações de financiamento para Pessoa Jurídica, que em 12 meses registrou o crescimento de 19,5%. Observe que a expansão maior ocorreu nas operações com médias e grandes empresas, face que explica a redução do spread dessas operações, porém com melhoria de risco. No segmento de micro e pequenas empresas, no slide número 15, temos priorizado a utilização de mitigadores, como a utilização do FGO, Fundo Garantidor, para linhas de capital de giro. Em dezembro de 2010 havia mais de 353.000 operações, que atingiram saldo de R$7 bilhões, ou seja, 14% das operações com micro e pequenas empresas. Como pode ser visto no slide 16, temos a abertura de nossa carteira Pessoa Jurídica por linha de crédito, com destaque para a participação das operações de investimento, que representaram 22,1% da carteira e apresentaram crescimento de 31,3% no ano. Iremos detalhar os desembolsos das principais linhas de investimentos nos próximos três slides. Mas o importante aqui é frisar que o financiamento a investimentos trará grandes oportunidades aos bancos brasileiros nos próximos anos como um indutor de fidelização. No slide 17 nós temos o desembolso mensal de operações de crédito para investimento, que superou a marca de R$23 bilhões desembolsados ao longo do ano de 2010. No slide 18 vemos que o Banco do Brasil manteve-se como líder em repasses globais do sistema BNDES, com desembolso de R$18,2 bilhões no ano. Com esse desempenho o Banco do Brasil deteve 19,4% de participação de mercado nessa modalidade de financiamento. No slide 19 apresentamos a modalidade cartão BNDES, produto em que o Banco do Brasil tem liderança total em valores desembolsados, quantidade de cartões e quantidade de transações. A boa performance dos desembolsos decorre em especial da facilidade operacional do produto, dos prazos praticados e da possibilidade de reutilização dos valores amortizados. Na mesma linha, o slide 20 mostra que os desembolsos em operações com recursos do FGO superaram R$3 bilhões. Este é o melhor desempenho desde a criação do fundo. Os slides 21 e 22 trazem informações importantes sobre o posicionamento no agronegócio. O Banco do Brasil detém market share próximo a 61% e se consolida como o maior parceiro do agronegócio brasileiro. A carteira vem crescendo de forma consistente, e é importante destacar também que na safra 2010/2011, próximo slide, número 22, o Banco do Brasil financia 17% da produção dos principais grãos, como soja, milho, trigo, feijão.

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    No slide 23 apresentamos uma evolução da qualidade do ri