Twilight Ellen Caroline

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Esse é um livro de Romance. Conta a historia de Edward e Bella num romance fabuloso. Começa com Bella reclamando que não quer sair de Phoenix pq ama o hot de lá. Ai ela vai pra Forks que é a cidade onde seu pai vive e a cidade onde a sua mãe o abandonou a levando consigo. Ela pega dois aviões, um pra Seattle e outro para Port Angeles. Ai aí o pai dela ~Charlie Swan~ a pega em seu carro patrulha. Sim, ele é chefe de pólicia e bla bla bla

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  • 1. NDICE 1. PRIMEIRA VISTA..............................................................................................................4 2. LIVRO ABERTO ..................................................................................................................14 3. FENMENO.........................................................................................................................24 4. CONVITE .............................................................................................................................31 5. TIPO SANGUNEO..............................................................................................................39 6. HISTRIAS ASSUSTADORAS...........................................................................................50 7. PESADELO...........................................................................................................................58 8. PORT ANGELES..................................................................................................................68 9. TEORIA................................................................................................................................80 10. INTERROGAES............................................................................................................88 11. COMPLICAES...............................................................................................................98 12. OSCILANDO....................................................................................................................106 13. CONFISSES..................................................................................................................117 14. A MENTE DOMINA A MATRIA ...................................................................................128 15. OS CULLEN .....................................................................................................................139 16. CARLISLE........................................................................................................................148 17. O JOGO ...........................................................................................................................154 18. A CAADA.......................................................................................................................166 19. DESPEDIDAS ..................................................................................................................172 20. IMPACINCIA.................................................................................................................178 21. TELEFONEMA .................................................................................................................186 22. ESCONDE-ESCONDE .....................................................................................................190 23. O ANJO............................................................................................................................198 24. UM IMPASSE...................................................................................................................201 EPLOGO: UM ACONTECIMENTO ESPECIAL....................................................................211
  • 2. PREFCIO Eu nunca pensei muito sobre como eu iria morrer - achei que eu tinha motivos suficientes nos ltimos meses - mas mesmo que eu no tivesse, eu no iria imaginar assim. Eu encarei sem respirar atravs do longo aposento, dentro dos olhos escuros do caador, e ele olhou agradavelmente de volta pra mim. Com certeza essa foi uma boa forma de morrer, no lugar de outra pessoa, outra pessoa que eu amava. Nobre, at. Que deve ser levado em conta pra alguma coisa. Eu sabia que se eu nunca fosse para Forks, eu no estaria encarando a morte agora. Mas, aterrorizada como eu estava, eu no podia me fazer lamentar a deciso.
  • 3. 1. PRIMEIRA VISTA Minha me me levou ao aeroporto com as janelas abaixadas. Estava fazendo 24C em Phoenix, o cu estava um azul perfeito e sem nuvens. Estava vestindo minha camiseta preferida: sem mangas, de renda furadinha. Usava-a como um gesto de despedida. Minha bagagem de mo era um parka. Na Pennsula Olmpica, no noroeste do estado de Washington, nos Estados Unidos, existe uma cidadezinha chamada Forks que est quase que constantemente coberta por nuvens. Nessa cidade desimportante chove mais do que em qualquer outro lugar do pas. Foi dessa cidade e da sua sombra depressiva e onipresente que minha me fugiu comigo quando eu tinha s alguns meses de vida. Era nessa cidade que eu era obrigada a passar todos os veres at completar 14 anos. Aquele foi o ano em que bati o p. Ento, nos ltimos trs veres, meu pai, Charlie, passou duas semanas de frias comigo na Califrnia. Agora era em Forks que ia me exilar, algo que fiz com muito custo. Eu detestava Forks. Eu amava Phoenix. Amava o sol e o calor escaldante. Amava a cidade vigorosa e grande. - Bella - minha me me disse - pela milsima vez - antes de eu entrar no avio. - Voc no precisa fazer isso. Minha me parece-se comigo, exceto pelo cabelo curto e pelo rosto risonho. Senti um espasmo ao encarar os olhos infantis e bem abertos dela. Como poderia deixar minha amorosa, errtica e ingnua me para se cuidar sozinha? Claro, ela tinha o Phil agora, ento as contas provavelmente seriam pagas, haveria comida na geladeira, gasolina no carro, e algum pra ligar quando ela se perdesse, mas ainda assim... - Eu quero ir - eu menti. Sempre fui uma pssima mentirosa, mas j estava contando essa mentira to freqentemente por esses dias que agora j soava quase convincente. - Diz 'oi' para o Charlie por mim. - Pode deixar. - Verei voc logo - ela insistiu. - Pode voltar pra casa quando quiser. Virei assim que voc precisar. Mas pude perceber o sacrifcio em seus olhos, por trs da promessa. - No se preocupe comigo - eu pedi - Vai ser timo. Amo voc, me. Ela me abraou apertado por um tempo, ento entrei no avio e ela se foi. De Phoenix para Seatle o vo dura quatro horas, mais uma hora num pequeno avio at Port Angeles, e ento uma hora de carro at Forks. O vo no me incomodava, j passar uma hora num carro com Charlie estava me preocupando. Charlie estava sendo at legal sobre essa histria toda. Ele parecia genuinamente feliz que eu iria morar com ele quase que permanentemente pela primeira vez. Ele j tinha me matriculado na escola e ia me ajudar a arranjar um carro. Mas com certeza ia ser estranho morar com Charlie. Nenhum de ns era o que se poderia chamar de falantes, e nem sei o que haveria para ser dito. Sabia que ele estava mais do que confuso com a minha deciso - como minha me j havia feito antes de mim, eu nunca tinha escondido que no gostava de Forks. Quando o avio pousou em Port Angeles, estava chovendo. No achei que fosse um mau pressgio, s era inevitvel. J tinha me despedido do sol. Charlie estava me esperando no carro-patrulha. J era de se esperar. Charlie o Chefe de Polcia para os bons cidados de Forks. Meu motivo maior para comprar um carro, apesar da escassez dos meus rendimentos, era que eu me negava ser levada pela cidade num carro com luzes vermelhas e azuis em cima. Nada melhor pra fazer o trnsito andar devagar do que um policial. Charlie me deu um abrao meio estranho, de um brao s, quando sai tropeando do avio. - Bom te ver, Bells. - ele disse sorrindo, enquanto automaticamente me segurava para eu no cair. - Voc no mudou muito. Como vai Rene? - Mame vai bem. bom te ver tambm, pai. - ele no me deixava cham-lo de Charlie.
  • 4. S tinha trazido algumas malas. A maior parte das roupas que usava no Arizona eram muito permeveis para usar em Washington. Minha me e eu tnhamos nos juntado para suplementar meu guarda-roupa com roupas de inverno, mas ainda tinha pouca coisa. Coube tudo na mala do carro-patrulha, facilmente. - Achei um bom carro para voc, bem barato. - ele anunciou quando j estvamos no carro. - Que tipo de carro? - achei suspeito a maneira como ele disse "carro bom para voc", ao invs de s "carro bom". - Bem, na verdade uma caminhonete, um Chevrolet. - Onde o achou? - Lembra-se de Billy Black, de La Push? - La Push a pequena reserva indgena na costa. - No. - Ele costumava ir pescar conosco no vero. - Charlie ofereceu ajuda. Isso explicaria porque eu no lembrava dele. Me dou bem em bloquear da minha memria coisas dolorosas e desnecessrias. - Ele est numa cadeira de rodas agora - Charlie continuou quando no respondi - ento no pode dirigir mais, por isso se ofereceu para vender a caminhonete bem barato. - De que ano ? - pude ver pela mudana de expresso que essa era uma pergunta que ele esperava que eu no fosse fazer. - Bem, Billy trabalhou bastante no motor - s tem alguns anos. Esperava que ele no fosse achar que eu desistiria assim to fcil. - Quando ele comprou a caminhonete? - Acho que foi em 1984. - Era nova quando ele comprou? - Na verdade, no. Acho que era nova no comeo dos anos 60 - ou no fim dos 50, no mximo. - ele admitiu, envergonhado. - Ch... pai, no sei muito sobre carros. No saberia consertar nada se estragasse, e no poderia pagar um mecnico... - Realmente, Bella, a coisa anda direito. No fazem mais carros como aquele. A coisa, pensei comigo mesma... era uma possibilidade - como apelido, no mnimo. - Barato quanto? - afinal, essa era a parte onde eu no podia abrir mo. - Bem, querida, eu meio que j comprei ele pra voc. Um presente de boas-vindas. - Charlie espiou para o meu lado, com uma expresso esperanosa no rosto. Uau. De graa. - No precisava fazer isso,