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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS 1 PROCESSO SELETIVO PARA OS PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL E EM ÁREA PROFISSIONAL DA SAÚDE EDITAL 01/2018 ANEXO I PROGRAMA DAS PROVAS OBJETIVAS 1 PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE DA FAMÍLIA (POLO MONTES CLAROS), RESIDÊNCIA DE ENFERMAGEM EM SAÚDE DA MULHER (POLO PIRAPORA) E RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE DA FAMÍLIA E COMUNIDADE (POLO TAIOBEIRAS) 1.1 CONTEÚDOS DA ÁREA DE ENFERMAGEM Programas de Residência Multiprofissional em Saúde da Família (Polo Montes Claros), Residência de Enfermagem em Saúde da Mulher (Polo Pirapora) e Residência Multiprofissional em Saúde da Família e Comunidade (Polo Taiobeiras) Saúde da Família/Saúde Pública/Epidemiologia Sistema Único de Saúde (SUS): legislação, objetivos, atribuições, doutrinas e competências.Princípios que regem a organização do SUS. Pacto pela Saúde, de Gestão e pela Vida. Políticas de Saúde: Modelos de atenção à saúde. Vigilância à Saúde: noções básicas. Programas Nacionais de Saúde. Redes de atenção à saúde. Sistema Municipal de Saúde: estrutura, funcionamento e responsabilidades. Políticas e Sistemas de Saúde no Brasil: retrospectiva histórica; reforma sanitária. Promoção à saúde. Controle social: conselhos e conferências municipais de saúde. Atenção Primária à Saúde história, conceitos, princípios e organização no Brasil e no mundo. Política de Atenção Básica no Brasil. Atenção à Saúde da Família Estratégia de Saúde da Família: histórico, processo de implantação no Brasil, organização e normatizações. Princípios e Diretrizes do Programa de Saúde da Família e do Programa de Agentes Comunitários de Saúde. Núcleo de Apoio à Saúde da Família. Melhor em casa. Consultório na Rua. Sistema de Informação em Saúde.Trabalho com Famílias. Raciocínio epidemiológico. Desenhos de estudos epidemiológicos. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA BRASIL. Constituição Federal. Artigos 196, 197, 198, 199 e 200. BRASIL. Decreto Nº 7.508 de 28 de junho de 2011. BRASIL. Lei Complementar nº 141, de 13 de janeiro de 2012. BRASIL. Lei n° 8.080, de 19 de setembro de 1990. BRASIL. Lei n° 8.142, de 28 de dezembro de 1990. BRASIL. Portaria Nº 4.279/GM, de 30 de dezembro de 2010. BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Coletânea de normas para o controle social no Sistema Único de Saúde. 2. ed. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2006. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Manual de estrutura física das unidades básicas de saúde: saúde da família. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2008. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. e-SUS Atenção Básica: manual do prontuário eletrônico do cidadão PEC versão 2.1. Brasília: Ministério da Saúde, 2016 (versão preliminar). (Disponível em: http://dab.saude.gov.br/portaldab/esus/manual_pec_2_2/index.php). BRASIL. Ministério da Saúde.Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Núcleo de Apoio à Saúde da Família. v. 1. Brasília: Ministério da Saúde, 2014. (Cadernos de Atenção Primária, n. 39). BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Departamento de Apoio à Descentralização. Coordenação-Geral de Apoio à Gestão Descentralizada. Diretrizes operacionais dos Pactos pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 76 p. (Série A. Normas e Manuais Técnicos).

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    PROCESSO SELETIVO PARA OS PROGRAMAS DE RESIDNCIA MULTIPROFISSIONAL E EM REA PROFISSIONAL DA SADE

    EDITAL 01/2018

    ANEXO I PROGRAMA DAS PROVAS OBJETIVAS

    1

    PROGRAMAS DE RESIDNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SADE DA FAMLIA (POLO MONTES CLAROS), RESIDNCIA DE ENFERMAGEM EM SADE DA MULHER (POLO

    PIRAPORA) E RESIDNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SADE DA FAMLIA E COMUNIDADE (POLO TAIOBEIRAS)

    1.1 CONTEDOS DA REA DE ENFERMAGEM

    Programas de Residncia Multiprofissional em Sade da Famlia (Polo Montes Claros), Residncia de Enfermagem em Sade da Mulher (Polo Pirapora) e Residncia Multiprofissional em Sade da Famlia e Comunidade (Polo Taiobeiras)

    Sade da Famlia/Sade Pblica/Epidemiologia

    Sistema nico de Sade (SUS): legislao, objetivos, atribuies, doutrinas e competncias.Princpios que regem a organizao do SUS. Pacto pela Sade, de Gesto e pela Vida. Polticas de Sade: Modelos de ateno sade. Vigilncia Sade: noes bsicas. Programas Nacionais de Sade. Redes de ateno sade. Sistema Municipal de Sade: estrutura, funcionamento e responsabilidades. Polticas e Sistemas de Sade no Brasil: retrospectiva histrica; reforma sanitria. Promoo sade. Controle social: conselhos e conferncias municipais de sade. Ateno Primria Sade histria, conceitos, princpios e organizao no Brasil e no mundo. Poltica de Ateno Bsica no Brasil. Ateno Sade da Famlia Estratgia de Sade da Famlia: histrico, processo de implantao no Brasil, organizao e normatizaes. Princpios e Diretrizes do Programa de Sade da Famlia e do Programa de Agentes Comunitrios de Sade. Ncleo de Apoio Sade da Famlia. Melhor em casa. Consultrio na Rua. Sistema de Informao em Sade.Trabalho com Famlias. Raciocnio epidemiolgico. Desenhos de estudos epidemiolgicos.

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

    BRASIL. Constituio Federal. Artigos 196, 197, 198, 199 e 200.

    BRASIL. Decreto N 7.508 de 28 de junho de 2011.

    BRASIL. Lei Complementar n 141, de 13 de janeiro de 2012.

    BRASIL. Lei n 8.080, de 19 de setembro de 1990.

    BRASIL. Lei n 8.142, de 28 de dezembro de 1990.

    BRASIL. Portaria N 4.279/GM, de 30 de dezembro de 2010.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Conselho Nacional de Sade. Coletnea de normas para o controle social no Sistema nico de Sade. 2. ed. Braslia: Editora do Ministrio da Sade, 2006.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Manual de estrutura fsica das unidades bsicas de sade: sade da famlia. 2. ed. Braslia: Ministrio da Sade, 2008.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. e-SUS Ateno Bsica: manual do pronturio eletrnico do cidado PEC verso 2.1. Braslia: Ministrio da Sade, 2016 (verso preliminar). (Disponvel em: http://dab.saude.gov.br/portaldab/esus/manual_pec_2_2/index.php).

    BRASIL. Ministrio da Sade.Secretaria de Ateno Sade, Departamento de Ateno Bsica. Ncleo de Apoio Sade da Famlia. v. 1. Braslia: Ministrio da Sade, 2014. (Cadernos de Ateno Primria, n. 39).

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria Executiva. Departamento de Apoio Descentralizao. Coordenao-Geral de Apoio Gesto Descentralizada. Diretrizes operacionais dos Pactos pela Vida, em Defesa do SUS e de Gesto. Braslia: Ministrio da Sade, 2006. 76 p. (Srie A. Normas e Manuais Tcnicos).

    http://dab.saude.gov.br/portaldab/esus/manual_pec_2_2/index.php
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    BRASIL. Portaria GM/MS n 2.436, de 21 de setembro de 2017. Aprova a Poltica Nacional de Ateno Bsica, estabelecendo a reviso de diretrizes para a organizao da Ateno Bsica, no mbito do Sistema nico de Sade (SUS).

    BRASIL. Portaria N 399/GM, de 22 de fevereiro de 2006.

    BRASIL. Portaria N 1.654/GM, de 19 de julho de 2011.

    BRASIL. Portaria N 978/GM, de 16 de maio de 2012.

    BRASIL. Portaria N 1.089/GM, de 28 de maio de 2012.

    BRASIL. Portaria N 122, de 25 de janeiro de 2012.

    BRASIL. Portaria N 123, de 25 de janeiro de 2012.

    BRASIL. Portaria N 1.922, de 5 de setembro de 2013.

    BRASIL.Portaria N 1.029, de 20 de maio de 2014.

    BRASIL. Portaria MS 2.355, de 10 de outubro de 2013.

    BRASIL. Portaria N 562/GM, de 4 de abril de 2013.

    BRASIL. Portaria N 1.645, de 2 de outubro de 2015.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Caderno de ateno domiciliar. v. 1. Braslia, Ministrio da Sade, 2012.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Caderno de ateno domiciliar. v. 2. Braslia, Ministrio da Sade, 2013.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Ateno Bsica (PMAQ): manual instrutivo para as equipes de ateno bsica e NASF. Braslia, Ministrio da Sade, 2017.

    MENDES E.V. Distrito sanitrio: o processo social de mudana das prticas sanitrias do Sistema nico de Sade. 3 ed. Rio de Janeiro: Hucitec/Abrasco, 1995, 310p.

    MENDES E.V. Uma agenda para a sade. 2 ed. So Paulo: Hucitec, 1996.

    MENDES, E. V. A Ateno Primria Sade no SUS. Fortaleza: Escola de Sade Pblica do Cear, 2002.

    MENDES, E. V. A construo social da Ateno Primria Sade. Braslia: Conselho Nacional de Secretrios de Sade, 2015.

    MENDES, E. V. As Redes de Ateno Sade. Braslia: Organizao Pan-Americana da Sade, 2011.

    ROUQUAYAOL, M. Z.; ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia e Sade. 7 ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 2013.

    STARFIELD, Brbara. Ateno Primria: equilbrio entre necessidades de sade, servios e tecnologia. Braslia: UNESCO, Ministrio da Sade, 2013. 709 p.

    WRIGHT, L.M.; LEAHEY, M. Enfermeiras e Famlias: Um guia para Avaliao e Interveno na Famlia. 5 ed. So Paulo: Roca, 2012.

    Sade da criana e do adolescente

    Assistncia de enfermagem ao recm-nascido, criana e ao adolescente. Semiologia e semiotcnica aplicadas ao recm-nascido, criana e ao adolescente. Assistncia de enfermagem criana sadia e com afeces prevalentes da infncia; aes de preveno e controle das infeces; acompanhamento do crescimento e desenvolvimento; puericultura; imunizao; triagem neonatal; amamentao e alimentao da criana. A sade do adolescente no Pas. Perfil epidemiolgico das doenas prevalentes e fatores de risco sade do adolescente. Determinantes de morbimortalidade juvenil. Programa Nacional de Ateno Sade do Adolescente. Processo do Adolescer. Aspectos nutricionais do adolescente. Agravos e riscos sade do adolescente.

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

    BRASIL. Ministrio da Sade, Organizao Mundial da Sade, Organizao Pan-Americana da Sade. AIDPI Ateno Integrada s Doenas Prevalentes na Infncia: curso de capacitao: avaliar e

    http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2012/prt0122_25_01_2012.htmlhttp://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2012/prt0122_25_01_2012.htmlhttp://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2013/prt1922_05_09_2013.htmlhttp://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2014/prt1029_20_05_2014http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/documentos/pmaq/prt_1645_02_10_2015.pdf
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    classificar a criana de 2 meses a 5 anos de idade: mdulo 2. 2. ed. rev. Braslia: Ministrio da Sade, 2003.

    BRASIL. Ministrio da Sade, Organizao Mundial da Sade, Organizao Pan-Americana da Sade. AIDPI Ateno Integrada s Doenas Prevalentes na Infncia: curso de capacitao: introduo: mdulo 1. 2. ed. rev. Braslia: Ministrio da Sade, 2002.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Calendrio Nacional de vacinao 2017. Disponvel em: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/leia-mais-o-ministerio/197-secretaria-svs/13600-calendario-nacional-de-vacinacao

    Brasil. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. A estimulao precoce na Ateno Bsica: guia para abordagem do desenvolvimento neuropsicomotor pelas equipes de Ateno Bsica, Sade da Famlia e Ncleo de Apoio Sade da Famlia (NASF), no contexto da sndrome congnita por zika [recurso eletrnico] / Ministrio da Sade, Secretaria de Ateno Sade, Departamento de Ateno Bsica. Braslia: Ministrio da Sade, 2016.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Crescimento e desenvolvimento. Braslia: Ministrio da Sade, 2012. (Cadernos de Ateno Bsica, n 33).

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Programa Nacional de Suplementao de Ferro: manual de condutas gerais. Braslia, Ministrio da Sade, 2013.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Manual de condutas gerais do Programa Nacional de Suplementao de Vitamina A. Braslia: Ministrio da Sade, 2013. 34 p.: il.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Especializada. Manual de normas tcnicas e rotinas operacionais do programa nacional de triagem neonatal. 2. ed. ampl. Braslia: Editora do Ministrio da Sade, 2005.

    MINAS GERAIS. Ncleo de Aes e Pesquisa em Apoio Diagnstico (NUPAD). Programa de Triagem Neonatal de Minas Gerais: contedo tcnico cientfico seo 02 normas tcnicas para coleta, armazenamento e envio de amostras. Disponvel em: http://www.nupad.medicina.ufmg.br/

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Sade da criana: nutrio infantil: aleitamento materno e alimentao complementar. Braslia: Editora do Ministrio da Sade, 2009. (Cadernos de Ateno Bsica, n. 23)

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Dez passos para uma alimentao saudvel: guia alimentar para crianas menores de dois anos: um guia para o profissional da sade na ateno bsica. 2. ed. Braslia: Editora do Ministrio da Sade, 2010.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno em Sade. Departamento de Aes Programticas Estratgicas. Diretrizes nacionais para a ateno integral sade de adolescentes e jovens na promoo, proteo e recuperao da sade, Braslia: Ministrio da Sade, 2010. 132 p.: il. (Srie A. Normas e Manuais Tcnicos).

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Vigilncia em Sade. Departamento de Vigilncia das Doenas Transmissveis. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinao. Braslia: Ministrio da Sade, 2014.

    DUNCAN, B. B.; SCHMIDT, M. I.; GIUGLIANI, E. R. J. Medicina ambulatorial: condutas de ateno primria baseadas em evidncias. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2013.

    MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Sade. Ateno Sade do Adolescente. Belo Horizonte: SAS/MG, 2006.

    UNICEF. O direito de ser adolescente: Oportunidade para reduzir vulnerabilidades e superar desigualdades. Fundo das Naes Unidas para a infncia. Braslia, DF: UNICEF, 2011.

    WAISELSZ, J J. Mapa da violncia 2012: crianas e adolescentes do Brasil. Rio de Janeiro, 2012.

    Sade da Mulher

    http://www.nupad.medicina.ufmg.br/
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    Semiologia e Semiotcnica aplicada Sade da Mulher. Assistncia de Enfermagem ao Pr-natal e Puerprio, Planejamento Familiar, Controle de Infeces Sexualmente Transmissveis. Cncer de mama e do colo do tero. Climatrio.Violncia sexual.

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

    BARROS, A.L.B.L. Anamnese e Exame Fsico: avaliao diagnstica de enfermagem no adulto. 3.ed. Porto Alegre: Artmed,2016.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Protocolos da Ateno Bsica: Sade das Mulheres. Ministrio da Sade, Instituto Srio-Libans de Ensino e Pesquisa Braslia: Ministrio da Sade, 2016.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Ateno ao pr-natal de baixo risco. Braslia: Editora do Ministrio da Sade, 2012.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Preveno e tratamento dos agravos resultantes da violncia sexual contra mulheres e adolescentes: norma tcnica. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Aes Programticas Estratgicas. 3. ed. atual. e ampl., 1. reimpr. Braslia: Ministrio da Sade, 2012.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica.Controle dos cnceres do colo do tero e da mama. 2. ed. Braslia: Editora do Ministrio da Sade, 2013. 124 p.: il. (Cadernos de Ateno Bsica, n. 13).

    BRASIL. Instituto Nacional de Cncer Jos Alencar Gomes da Silva.Coordenao de Preveno e Vigilncia. Diviso de Deteco Precoce e Apoio Organizao de Rede. Diretrizes brasileiras para o rastreamento do cncer do colo do tero.2. ed. Rio de Janeiro: INCA, 2016.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Humanizao do parto e do nascimento / Ministrio da Sade. Universidade Estadual do Cear. Braslia: Ministrio da Sade, 2014. 465 p.: il. (Cadernos Humaniza SUS; v. 4).

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Vigilncia em Sade Departamento de Vigilncia, Preveno e Controle das Infeces Sexualmente Transmissveis, do HIV/Aids e das Hepatites Virais. Braslia, 2017.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Sade sexual e sade reprodutiva / Ministrio da Sade, Secretaria de Ateno Sade, Departamento de Ateno Bsica. Braslia: Ministrio da Sade, 2010. 300 p.: il. (Srie A. Normas e Manuais Tcnicos) (Cadernos de Ateno Bsica, n. 26).

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Aes Programticas Estratgicas. Manual dos comits de mortalidade materna / Ministrio da Sade, Secretaria de Ateno Sade, Departamento de Aes Programticas Estratgicas. 3. ed. Braslia: Editora do Ministrio da Sade, 2009.104 p.: il (Srie A. Normas e Manuais Tcnicos).

    BRASIL.Portaria n 1.459, de 24 de junho de 2011. Institui, no mbito do Sistema nico de Sade - SUS - a Rede Cegonha. Disponvel em: .

    BRASIL. Ateno Humanizada ao Abortamento: norma tcnica. Braslia: Ministrio da Sade, 2005. Disponvel em: .

    BRASIL. Gestao de alto risco: manual tcnico. 5. ed. Braslia: Editora do Ministrio da Sade. 2010. 302 p. Disponvel em: .

    BRASIL. Poltica Nacional de Ateno Integral Sade da Mulher: Princpios e Diretrizes. Braslia: Editora do Ministrio da Sade. 2011. 82 p. Disponvel em: http://conselho.saude.gov.br/ ultimas_noticias/2007/politica_mulher.pdf>.

    BRASIL. Poltica Nacional de Enfrentamento Violncia Contra as Mulheres. Braslia: Ministrio da Sade. 2011. 46 p. Disponvel em: https://www12.senado.leg.br/institucional/omv/entenda-a-violencia/pdfs/politica-nacional-de-enfrentamento-a-violencia-contra-as-mulheres.

    BRASIL. Sade sexual e sade reprodutiva. Braslia: Ministrio da Sade, 2010. 300 p.Disponvel em: .

    KING, F S. Como ajudar as mes a amamentar. 2001. 4 ed. Ministrio da Sade. Disponvel em: .

    http://conselho.saude.gov.br/
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    DUNCAN, B. B.; SCHMIDT, M. I.; GIUGLIANI, E. R. J. Medicina ambulatorial: condutas de ateno primria baseadas em evidncias. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2013.

    NETTINA, S. M. Prtica de Enfermagem. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.

    SCHIMIDT, M. I.et al. Medicina Ambulatorial: Condutas de Ateno Primria Baseadas em Evidncia. 3. ed. So Paulo: Artmed, 2004.

    Sade do Adulto

    Semiologia e Semiotcnica aplicada Sade do adulto. Assistncia de enfermagem aos portadores de Hipertenso Arterial Sistmica e Diabetes Mellitus. Cuidado aos portadores de Obesidade. Acompanhamento dos pacientes portadores de Hansenase e Tuberculose. Assistncia de Enfermagem ao paciente com Dengue, Zika e Chicungunha, e com doenas sexualmente transmissveis/AIDS. Doenas infecciosas e parasitrias. Acidente com animais peonhentos. Ateno sade do homem. Cuidado a pessoa tabagista.

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

    BRASIL. Ministrio da Sade. Estratgias para o cuidado da pessoa com doena crnica: o cuidado da pessoa tabagista. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Braslia: Ministrio da Sade, 2015. (Cadernos de Ateno Primria, n. 40).

    BRASIL. Ministrio da Sade. Manual do p diabtico: estratgias para o cuidado da pessoa com doena crnica. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade, Departamento de Ateno Bsica. Braslia: Ministrio da Sade, 2016.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Poltica Nacional de Ateno Integral Sade do Homem (Princpios e Diretrizes). Ministrio da Sade, 2008.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Rastreamento. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Braslia: Ministrio da Sade, 2010. (Cadernos de Ateno Primria, n. 29).

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. HIV/Aids, hepatites e outras DSTS. Braslia: Ministrio da Sade, 2006. (Cadernos de Ateno Bsica, n. 18)

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Preveno clnica de doenas cardiovasculares, cerebrovasculares e renais. Braslia: Ministrio da Sade, 2006. 56 p. (Cadernos de Ateno Bsica; 14) (Srie A. Normas e Manuais Tcnicos).

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Vigilncia em Sade: Dengue, Esquistossomose, Hansenase, Malria, Tracoma e Tuberculose. 2. ed. rev. Braslia: Ministrio da Sade, 2008. 195 p.: il. (Srie A. Normas e Manuais Tcnicos) (Cadernos de Ateno Bsica, n. 21).

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Vigilncia em Sade. Departamento de Vigilncia Epidemiolgica. Doenas infecciosas e parasitrias: guia de bolso. 6. ed. rev. Braslia: Ministrio da Sade, 2005. 320 p. (Srie B. Textos Bsicos de Sade).

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Vigilncia em Sade. Departamento de Vigilncia Epidemiolgica. Manual de recomendaes para o controle da tuberculose no Brasil. Braslia: Ministrio da Sade, 2011. 284 p. (Srie A. Normas e manuais tcnicas).

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Vigilncia em Sade. Departamento de anlise de situao de sade. Sade Brasil 2004. Braslia, DF, 2004, 364 p.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Vigilncia em Sade. Secretaria de Ateno Bsica Chikungunya: Manejo Clnico. Ministrio da Sade, Secretaria de Vigilncia em Sade, Secretaria de Ateno Bsica. Braslia: Ministrio da Sade, 2017.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Vigilncia em Sade/Secretaria de Ateno Sade. Orientaes integradas de vigilncia e ateno sade no mbito da Emergncia de Sade Pblica de Importncia Nacional. Ministrio da Sade, Secretaria de Vigilncia em Sade, Secretaria de Ateno em Sade. Braslia: Ministrio da Sade, 2016.

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    BRASIL. Ministrio da Sade. Estratgias para cuidado da pessoa com doena crnica: obesidade. Secretaria de Ateno Sade, Departamento de Ateno Bsica. Braslia: Ministrio da Sade, 2014. (Cadernos de Ateno Primria, n. 38).

    BRASIL. Ministrio Da Sade. Secretaria de Polticas de Sade. Departamento de Ateno Bsica. rea Tcnica de Dermatologia Sanitria. Hansenase: atividades de controle e manual de procedimentos. Braslia, 2001.

    DUNCAN, B. B.; SCHMIDT, M.I.; GIUGLIANI, E. R. J. Medicina ambulatorial: condutas de ateno primria baseadas em evidncias. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2013.

    Estratgias para o cuidado da pessoa com doena crnica: diabetes mellitus. Braslia: Ministrio da Sade, 2013. 128 p.: il. (Cadernos de Ateno Bsica, n. 36).

    Estratgias para o cuidado da pessoa com doena crnica: hipertenso arterial. Braslia: Ministrio da Sade, 2013. 128 p.: il. (Cadernos de Ateno Bsica, n. 37).

    MENDES, E. V.O cuidado das condies crnicas na Ateno Primria Sade: O imperativo da consolidao da Estratgia da Sade da Famlia. Braslia: Organizao Pan-Americana da Sade, 2012.

    MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Sade. Linha-guia de ateno sade Dengue. Belo Horizonte: SAS/MG, 2009.

    MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Sade. Linha-guia de hipertenso arterial sistmica, diabetes mellitus e doena renal crnica. Belo Horizonte: SAS/MG, 2013.

    Sade do Idoso

    Semiologia e semiotcnica aplicadas ao idoso. Assistncia de enfermagem ao idoso. Avaliao global da pessoa idosa (alimentao e nutrio, acuidade visual e auditiva, incontinncia urinria e fecal, sexualidade, vacinao, mobilidade e queda, avaliao cognitiva, avaliao funcional, avaliao funcionalidade familiar). Polticas pblicas para a sade da pessoa idosa.

    Bibliografia Sugerida:

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Envelhecimento e sade da pessoa idosa. Braslia: Ministrio da Sade, 2006. (Cadernos de Ateno Bsica, n. 19).

    BRASIL. Ministrio da Sade. Estatuto do Idoso. Braslia: Ministrio da Sade, 2003.

    BULECHECK, GM.; BUTCHER, HK.; DOCHTERMAN, JM.; WAGNER, CM. Classificao das Intervenes de Enfermagem (NIC). 6 ed.Porto Alegre: Elsevier, 2016.

    CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resoluo 429: Dispe sobre o registro das aes profissionais no pronturio do paciente, e em outros documentos prprios da Enfermagem, independente do meio de suporte tradicional ou eletrnico.Maio 2012.

    DUNCAN, B. B.; SCHMIDT, M. I.; GIUGLIANI, E. R. J. Medicina ambulatorial: condutas de ateno primria baseadas em evidncias. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2013.

    FREITAS EV, Py L. Tratado de geriatria e gerontologia. 4 ed. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara Koogan; 2016.

    GARCIA, TR. Classificao Internacional para a prtica de Enfermagem- CIPE: aplicao realidade brasileira / Organizadora Telma Ribeiro Garcia. Porto Alegre: Artmed, 2015.

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    Sade Mental

    A Sade Mental no Brasil e no mundo. Reforma psiquitrica brasileira. A organizao da assistncia em Sade Mental. Conceitos bsicos de sade mental. O acolhimento em Sade Mental. Cuidado clnico de enfermagem em Sade Mental. Consulta de Enfermagem em Sade Mental. Processo de enfermagem e a Sistematizao da Assistncia de enfermagem em Sade Mental e a pessoas acometidas de transtornos mentais e do comportamento. Vnculo e responsabilizao do cuidado. A atuao em equipe. A rede de ateno Sade Mental. A ateno em Sade Mental nas unidades de Ateno Primria de sade. Os CAPS ou CERSAMS. Outros servios e recursos. Concepo de reabilitao psicossocial. Mecanismos sociais e psicolgicos que influenciam na assistncia prestada a esse grupo especfico de indivduos. Oficinas teraputicas, centros de convivncia e espaos afins. Servios residenciais teraputicos ou moradias. Conselhos de sade e instncias afins. Quadros clnicos do sofrimento mental grave. Os quadros psiquitricos orgnicos. As psicoses. As neuroses. Enfermagem no Cuidado da Pessoa com Necessidades Especiais. A abordagem e o tratamento do sofrimento mental. O projeto teraputico. A ateno crise. Visitas domiciliares e outras formas de busca do paciente. A ateno famlia. O recurso aos psicofrmacos. O uso abusivo de lcool e outras drogas. A legislao em Sade Mental.

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

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    TANNURE, M.C.H.; PINHEIRO, A.M. SAE: Sistematizao da Assistncia de Enfermagem: Guia Prtico. 2. ed. [Reimpr] Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

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    1.2 CONTEDOS DA REA DE ODONTOLOGIA

    Programas de Residncia Multiprofissional em Sade da Famlia (Polos Montes Claros e Pirapora) e Residncia Multiprofissional em Sade da Famlia e Comunidade (Polo Taiobeiras)

    Sade Pblica

    Concepo Sade-doena. Modelos e Polticas de Sade. Ateno Primria Sade. Sistema nico de Sade (SUS): legislaes, princpios, avanos e desafios. Planejamento de Aes em Sade. Pacto pela Sade/Consolidao do SUS. Redes de Ateno Sade. Desenhos de estudos epidemiolgicos. Epidemiologia e suas contribuies para a Sade Bucal. Polticas de Sade Bucal no Brasil. Redes de ateno e organizao de aes e servios de Sade Bucal.

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    BRASIL. Lei n 8.142, de 28 de dezembro de 1990.

    BRASIL. Portaria N 1.645/GM, de 2 de outubro de 2015.

    BRASIL. Portaria N 399/GM, de 22 de fevereiro de 2006.

    BRASIL. Portaria N 4.279/GM, de 30 de dezembro de 2010.

    BRASIL. Portaria N 562/GM, de 4 de abril de 2013.

    BRASIL. Portaria N 978/GM, de 16 de maio de 2012.

    BRASIL. Portaria N 518/GM, de 25 de maro de 2004.

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    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Guia de recomendaes para o uso de fluoretos no Brasil. Braslia: Ministrio da Sade, 2009.

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    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Cadernos temticos do PSE Promoo da Sade Bucal. Ministrio da Sade, Secretaria de Ateno

    http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes%20/cadernos_atencao_basica_34_saude_mental.pdfhttp://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes%20/cadernos_atencao_basica_34_saude_mental.pdf
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    PEREIRA, A. C. e cols. Tratado de Sade Coletiva em Odontologia. Nova Odessa: Napoleo, 2009. 704 p. 1 reimpresso 2013.

    PINTO, V. G. Sade Bucal Coletiva. 6 ed. So Paulo: Editora Santos, 2013.

    SILVA, Slvio Fernandes da. Organizao de redes regionalizadas e integradas de ateno sade: desafios do Sistema nico de Sade (Brasil). Cincia & Sade Coletiva, 16(6):2753-2762, 2011. TURATO, E. R. Mtodos qualitativos e quantitativos na rea da sade: definies, diferenas e seus objetos de pesquisa. Rev. Sade Pblica (2005) 39(3): 507-514. (Disponvel em: http://www.scielo.br/pdf/rsp/v39n3/24808.pdf).

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    Princpios da Ateno Primria Sade. Diretrizes e Normas para a Organizao da Ateno Bsica no Brasil. Legislao. Princpios da Estratgia de Sade da Famlia. Sistema de Informao da Ateno Bsica. A Sade Bucal na Ateno Primria. Legislao da Sade Bucal na Estratgia de Sade da Famlia. Indicadores de Sade Bucal na Ateno Primria Sade. Processo de Trabalho em Equipe. Organizao da Demanda.

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

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    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Diretrizes do NASF: Ncleo de Apoio a Sade da Famlia / Ministrio da Sade, Secretaria de Ateno Sade, Departamento de Ateno Bsica. Braslia: Ministrio da Sade, 2010.

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    MINAS GERAIS. Deliberao CIB-SUS/MG N 814, de 18 de maio de 2011.

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    MOYSS, S. T.; KRIGER, L.; MOYSS, S. J. Sade Bucal das Famlias: trabalhando com evidncias. So Paulo: Artes Mdicas, 2008. 307 p.

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    Clnica Odontolgica Integrada

    A ateno em sade bucal nos ciclos de vida e por condio sistmica. Controle de infeco na prtica odontolgica biossegurana. Diagnstico das doenas bucais: crie, malformaes dentrias, doenas periodontais, leses de mucosa, leses de tecido sseo, leses glandulares, distrbios articulares. Planejamento de tratamento odontolgico (anamnese, exames complementares, pronturio). Prescrio na clnica odontolgica. Preveno das doenas bucais: crie, doena periodontal e neoplasia individual e coletiva. Anestesiologia indicaes, anestsicos e tcnicas. Tratamento das doenas bucais: crie, doenas periodontais, leses de mucosa, leses de tecido sseo, leses glandulares e distrbios articulares; tratamento conservador da polpa dentria. Cirurgias bucais bipsia, exodontia, sutura, tratamento de complicaes cirrgicas e infeces. Fundamentos de ocluso e disfuno temporomandibular.

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

    ABOPREV. Promoo de Sade Bucal. So Paulo, Artes Mdicas, 2003.

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    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Ateno ao pr-natal de baixo risco [recurso eletrnico] / Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. 1. ed. rev. Braslia: Editora do Ministrio da Sade, 2013. 318 p.: il. (Cadernos de Ateno Bsica, n 32)

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Estratgias para o cuidado da pessoa com doena crnica: diabetes mellitus / Ministrio da Sade, Secretaria de Ateno Sade, Departamento de Ateno Bsica. Braslia: Ministrio da Sade, 2013. 160 p.: il. (Cadernos de Ateno Bsica, n. 36)

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Estratgias para o cuidado da pessoa com doena crnica: hipertenso arterial sistmica / Ministrio da Sade, Secretaria de Ateno Sade, Departamento de Ateno Bsica. Braslia: Ministrio da Sade, 2013. 128 p.: il. (Cadernos de Ateno Bsica, n. 37)

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    LOPES, H.P.; SIQUEIRA JNIOR, J.Endodontia - Biologia e Tcnica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.

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    WHITE, S. C. & PHAROAH, M. J. Radiologia Oral - Fundamentos e Interpretao. 5. ed. [S.l.]: Elsevier, 2007.

    CHAIN, Marcelo Carvalho. Materiais Dentrios: Srie Abeno: Odontologia Essencial-Parte Clnica. Artes Mdicas Editora, 2013.

    NARESSI, Wilson Galvo; ORENHA, Eliel Soares; NARESSI, Suely Carvalho Mutti. Ergonomia e Biossegurana em Odontologia: Srie Abeno: Odontologia Essencial-Parte Clnica. Artes Mdicas Editora, 2009

    PEREIRA, Antonio Carlos. Sade Coletiva: Mtodos Preventivos para Doenas Bucais-Srie Abeno: Odontologia Essencial-Temas Interdisciplinares. Artes Mdicas Editora, 2009.

  • UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS

    13

    DE GOES, Paulo Svio Angeiras. Gesto da Prtica em Sade Bucal: Srie Abeno: Odontologia Essencial-Temas Interdisciplinares. Artes Mdicas Editora, 2014.

    1.3 CONTEDOS DA REA DE PSICOLOGIA

    Programa de Residncia Multiprofissional em Sade da Famlia (Polo Montes Claros):

    Sade Pblica; Ateno Primria Sade; Epidemiologia; Legislao em Sade; Redes de ateno sade; Polticas de Sade Mental, lcool e Outras Drogas; Ateno Psicossocial; Recovery; Reduo de Danos; Ciclos da Vida; Psicopatologia; Psicofarmacologia; Teoria da Clnica; Abordagem de Grupos.

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

    ALBERTI, S. Esse sujeito adolescente. 3ed. Rio de Janeiro: Rios ambiciosos/Contra Capa, 2009.

    AMARANTE, P. (Coord.) Loucos pela vida: a trajetria da reforma psiquitrica no Brasil, Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2001.

    AMARANTE, P. Ensaios: subjetividade, sade mental, sociedade. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2006.

    BEE. Helen. O ciclo vital. Porto Alegre: Artes Mdicas, 1997.

    BIRMAN, J. Cadernos sobre o mal. Agressividade, violncia e crueldade. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2009.

    BRASIL. Constituio Federal. Artigos 196, 197, 198, 199 e 200.

    BRASIL. Decreto 2708, de 28 de junho de 2011.

    BRASIL. Lei 10.216, de 6 de abril de 2001.

    BRASIL. Lei Complementar n 141, de 13 de janeiro de 2012.

    BRASIL. Lei n 8.080, de 19 de setembro de 1990.

    BRASIL. Lei n 8.142, de 28 de dezembro de 1990.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Centro de Estudo e Pesquisa em Sade Coletiva. Guia prtico de matriciamento em sade mental. Braslia, 2011.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Clnica ampliada, equipe de referncia e projeto teraputico singular. 2ed. Braslia, 2008.

    Brasil. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Aes Programticas Estratgicas. Diretrizes de Ateno Reabilitao da Pessoa com Transtornos do Espectro do Autismo (TEA) / Ministrio da Sade, Secretaria de Ateno Sade, Departamento de Aes Programticas Estratgicas. Braslia: Ministrio da Sade, 2014.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Poltica Nacional de Ateno Bsica. Braslia: Ministrio da Sade, 2012.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Departamento de Aes Programticas Estratgicas. Cadernos de Ateno Bsica 34: Sade Mental. Braslia: Ministrio da Sade, 2013.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Ncleo de Apoio Sade da Famlia / Ministrio da Sade, Secretaria de Ateno Sade, Departamento de Ateno Bsica. Cadernos de Ateno Bsica, n. 39. Braslia: Ministrio da Sade, 2014.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Aes Programticas Estratgicas. Preveno e tratamento dos agravos resultantes da violncia sexual contra mulheres e adolescentes: norma tcnica. Braslia: Ministrio da Sade, 2011.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria Executiva. Departamento de Apoio Descentralizao. Coordenao-Geral de Apoio Gesto Descentralizada. Diretrizes operacionais dos Pactos pela Vida, em Defesa do SUS e de Gesto. Braslia: Ministrio da Sade, 2006. 76 p. (Srie A. Normas e Manuais Tcnicos).

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    BRASIL. Portaria GM/MS N 154, de 24 de janeiro de 2008.

    BRASIL. Portaria GM/MS N 3.088, de 23 de dezembro de 2011 Republicao de 28 de maio de 2013.

    BRASIL. Portaria N 1.654/GM, de 19 de julho de 2011.

    BRASIL. Portaria n 399/GM/MS, de 22 de fevereiro de 2006.

    BRASIL. Portaria N 4.279/GM, de 30 de dezembro de 2010.

    CIRINO, O.; MEDEIROS, R. lcool e outras drogas: escolhas, impasses e sadas possveis. Belo Horizonte: Autentica, 2006.

    CONSELHO NACIONAL DE SADE. Resoluo n453, de 10 de maio de 2012.

    CORDIOLI, A. V. et al. Psicofrmacos: consulta rpida. 4ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.

    DALGALARRONDO, P. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.

    DAVIDSON, L; RIDGWAY P; WIELAND M; OConnell, M. A Capabilities Approach to Mental Health Transformation: A Conceptual Framework for the Recovery Era. Canadian journal of community mental health. v. 28, n.2, p.35-46, 2009.

    ESCOLA BRASILEIRA DE PSICANLISE MINAS GERAIS. Psicanlise e Sade Mental. Curinga. Belo Horizonte, n.13, Set 99.

    FREIRE, A.B. & MALCHER, F. (Orgs). Circulando: Jovens e suas invenes no autismo e na psicose. Rio de Janeiro: Subversos, 2014.

    FREUD, S. Artigos Sobre Metapsicologia. Obras Completas. Edio Standard. Rio de Janeiro: Imago, Vol. XIV;

    FREUD, S. Artigos Sobre Tcnica. Obras Completas. Edio Standard. Rio de Janeiro: Imago, Vol. XII.

    FREUD, S. Psicologia de grupo e anlise do Ego. Obras Completas. Edio Standard. Rio de Janeiro: Imago, Vol. XVIII.

    FREUD, S. Trs Ensaios Sobre a Teoria da Sexualidade. Obras Completas. Edio Standard. Rio de Janeiro: Imago, Vol. VII;

    GIOVANELLA, L. (Org.). Polticas e sistema de sade no Brasil. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2008.

    GROVA, T.; MACHADO, O. (Orgs). Psicanlise na favela projeto Diga-Mar: a clnica dos grupos. Rio de Janeiro: Subversos, 2008.

    GUERRA, A. M. C. A psicose. Coleo passo a passo. Rio de Janeiro: Zahar, 2010.

    LACAN, J. A relao de objeto. O Seminrio. Livro 4. Rio de Janeiro: Zahar, 1995.

    LACAN, J. Nota sobre a criana. In: LACAN, J. Outros Escritos. Rio de Janeiro: Zahar, 2003.

    LACAN, J. Os complexos familiares. Rio de Janeiro: Zahar, 1997.

    OLIVEIRA PRETO BACCARI, I.; ONOCKO CAMPOS, R.T.; STEFANELLO, S., Recovery: reviso sistemtica de um conceito. Cincia & Sade Coletiva 2015, 20. Acesso em 14 de julho de 2016. Disponvel em: ISSN 1413-8123

    ORGANIZAO MUNDIAL DE SADE. Classificao de transtornos mentais e de comportamento da CID 10: descries clnicas e diretrizes diagnsticas. Porto Alegre: Artmed, 1993.

    ORGANIZAO MUNDIAL DE SADE. Organizao Mundial De Mdicos De Famlia. Integrao da Sade Mental nos Cuidados de Sade Primrios: uma perspectiva global. Portugal, 2009.

    PICHON-RIVIRE, E. O processo grupal. So Paulo: Martins Fontes; 1983.

    SANTIAGO, A. L.; MEZNCIO, M. (Orgs). A Psicanlise do Hiperativo e do desatento. Belo Horizonte: Scriptum, 2013.

    STARFIELD, B. Ateno Primria: equilbrio entre necessidade de sade, servios e tecnologia. Braslia: UNESCO, Ministrio da Sade, 2002. 726.

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    1.4 CONTEDOS DA REA DE FARMCIA

    Programa de Residncia Multiprofissional em Sade da Famlia e Comunidade (Polo Taiobeiras)

    Sade Pblica Concepo Sade-doena. Modelos e Polticas de Sade. Ateno Primria Sade. Sistema nico de Sade (SUS) e seus princpios. Planejamento de Aes em Sade. Pacto pela Sade/Consolidao do SUS. Legislao em Sade. Redes de Ateno Sade.

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

    BRASIL. Constituio Federal. Artigos 196, 197, 198, 199 e 200.

    BRASIL. Lei Complementar n 141, de 13 de janeiro de 2012.

    BRASIL. Lei n 8.080, de 19 de setembro de 1990.

    BRASIL. Lei n 8.142, de 28 de dezembro de 1990.

    BRASIL. Portaria N 1.645/GM, de 2 de outubro de 2015.

    BRASIL. Portaria N 399/GM, de 22 de fevereiro de 2006.

    BRASIL. Portaria N 4.279/GM, de 30 de dezembro de 2010.

    BRASIL. Portaria N 562/GM, de 4 de abril de 2013.

    BRASIL. Portaria N 978/GM, de 16 de maio de 2012.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Departamento de Aes Programticas Estratgicas. Cadernos de Ateno Bsica 34:Sade Mental. Braslia: Ministrio da Sade, 2013. (Disponvel em: http://bvsms.saude.gov.br/ bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_34_saude_mental.pdf).

    PAIM, J.; TRAVASSOS, C.; ALMEIDA, C.; BAHIA, L.; MACINKO, J. The Brazilian health system: history, advances and challenges. Lancet. 2011;377(9779):1778-1797.

    Sade da Famlia

    Princpios da Ateno Primria Sade. Diretrizes e Normas para a Organizao da Ateno Bsica no Brasil. Legislao. Princpios da Estratgia de Sade da Famlia. Sistema de Informao da Ateno Bsica. A Sade Bucal na Ateno Primria. Legislao da Sade Bucal na Estratgia de Sade da Famlia. Indicadores de Sade Bucal na Ateno Primria Sade. Processo de Trabalho em Equipe. Organizao da Demanda.

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

    BRASIL. Ministrio da Sade. Guia Prtico do Programa Sade da Famlia. Braslia: Ministrio da Sade, 2001.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Diretrizes do NASF: Ncleo de Apoio a Sade da Famlia / Ministrio da Sade, Secretaria de Ateno Sade, Departamento de Ateno Bsica. Braslia: Ministrio da Sade, 2010.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade, Departamento de Ateno Bsica. Ncleo de Apoio Sade da Famlia. v. 1. Braslia: Ministrio da Sade, 2014. (Cadernos de Ateno Primria, n. 39).

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. SIAB: Manual do Sistema de Informao de Ateno Bsica. Braslia: Ministrio da Sade, 2003. 96p. il (Srie A. Normas e Manuais Tcnicos).

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. e-SUS Ateno Bsica: manual do sistema de coleta de dados simplificada CDS verso 2.1. Braslia: Ministrio da Sade, 2016 (verso preliminar).

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. e-SUS Ateno Bsica: manual do pronturio eletrnico do cidado PEC verso 2.1. Braslia: Ministrio da Sade, 2016 (verso preliminar).

    http://bvsms.saude.gov.br/%20bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_34_saude_mental.pdfhttp://bvsms.saude.gov.br/%20bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_34_saude_mental.pdf
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    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Instrutivo do Sistema de Informao da Ateno Bsica- SIAB. Braslia: Ministrio da Sade, 2011.

    BRASIL. Poltica Nacional da Ateno Bsica - Portaria MS 2.488 de 21 de outubro 2011.

    BRASIL. Poltica Nacional da Ateno Bsica - Portaria MS 2.355, de 10 de outubro de 2013.

    BRASIL. Portaria N 1.412, de 10 de julho de 2013 (Institui o Sistema de Informao em Sade para a Ateno Bsica - SISAB).

    STARFIELD, B. Ateno Primria: equilbrio entre necessidade de sade, servios e tecnologia. Braslia: UNESCO, Ministrio da Sade, 2002. 726p.

    Assistncia Farmacutica no SUS

    Legislao farmacutica. Poltica Nacional de Medicamentos. Boas prticas para o controle sanitrio de medicamentos e correlatos. Cuidado farmacutico em pacientes com doenas crnicas. Aspectos legais sobre o ato de dispensar ateno farmacutica. O mtodo clnico do cuidado com o paciente. Anlise e interpretao de exames laboratoriais. Farmacoterapia e uso racional de medicamentos.

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

    ALMEIDA DE MOURA, Roberto. Tcnicas de laboratrio. 3 Ed. So Paulo: Atheneu; 2008.

    BRASIL: Organizao Pan Americana da Sade, 2012GOMES, C. A. P. et al. A assistncia farmacutica na ateno sade. 2 ed. Belo Horizonte: FUNED, 2010.

    BRASIL. Lei Federal n5.991, de 17 de dezembro de 1973. Que dispe sobre o controle sanitrio de drogas, medicamentos, insumos farmacuticos e correlatos e d outras providncias.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Portaria n 3.916, de 30 de outubro de 1998. Dispe sobre a aprovao da poltica Nacional de Medicamentos. Dirio Oficial da Unio, Poder Executivo, Braslia, DF, 10 nov. 1998. Seo 1, n. 215.

    BRASIL. Conselho Federal de Farmcia. Portaria n 344, de 12 de maio de 1988, que aprova o Regulamento Tcnico sobre substncias e medicamentos sujeitos a controle especial.

    BRASIL. Ministrio da Sade; Secretaria de Assistncia Sade; Departamento de Sistemas e Redes Assistenciais. Protocolos clnicos e diretrizes teraputicas: medicamentos excepcionais. Braslia: MS, 2002. Disponvel em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolos_clinicos_diretrizes.pdf.

    BRASIL.Conselho Federal de Farmcia. Resoluo de n 417, de 29 de setembro 2004, que aprova o Cdigo de tica da Profisso Farmacutica.

    BRASIL. Ministrio da Sade; Agncia Nacional de Vigilncia Sanitria. Resoluo RDC n 44, de 17 de agosto de 2009. Dispe sobre boas prticas farmacuticas para o controle sanitrio do funcionamento, da dispensao e da comercializao de produtos e da prestao de servios farmacuticos em farmcias e drogarias e d outras providncias. Dirio Oficial da Unio, Poder Executivo, Braslia, DF, 18 ago. 2009.

    BRASIL, Ministrio da Sade. LYRA JUNIOR DP. &MARQUES TC (Orgs.). Relatrio do 1 Seminrio Internacional para Implementao da Ateno Farmacutica no SUS. Braslia: Ministrio da Sade, 2009.114 p.

    BRASIL. Ministrio da Sade; Secretaria de Cincia, Tecnologia e Insumos Estratgicos; Departamento de Assistncia Farmacutica e Insumos Estratgicos. Diretrizes para estruturao de farmcias no mbito do Sistema nico de Sade. Braslia: MS, 2009.

    BRASIL. Conselho Federal de Farmcia. Resoluo n. 542, de 19 de janeiro de 2011. Dispe sobre as atribuies do farmacutico na dispensao e no controle de antimicrobianos. Dirio Oficial da Unio, Poder Executivo, Braslia, DF, 28 jan. 2011a. Seo 1, p. 237.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Portaria n834, de 14 de maio de 2013. Redefine o Comit Nacional para a Promoo do Uso Racional de Medicamentos. Dirio Oficial da Unio, Poder Executivo, Braslia/DF,30 de maio 2013.

    BRASIL. Ministrio da Sade; Secretaria de Ateno Sade; Departamento de Ateno Bsica. Estratgias para o cuidado da pessoa com doena crnica: diabetes mellitus. Braslia: MS, 2013.

  • UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS

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    BRASIL. Ministrio da Sade; Secretaria de Ateno Sade; Departamento de Ateno Bsica. Estratgias para o cuidado da pessoa com doena crnica: hipertenso arterial sistmica. Braslia: MS,2013.

    BRASIL. Conselho Federal de Farmcia. Resoluo n. 585, de 29 de agosto de 2013, que regulamenta as atribuies clnicas do farmacutico e d outras providncias. Dirio Oficial da Unio, Poder Executivo, Braslia, DF, 25 set. 2013d. Seo 1,p.1868.

    BRASIL. Conselho Federal de Farmcia. Resoluo n. 586, de 29 de agosto de 2013, que regula a prescrio farmacutica e d outras providncias. Dirio Oficial da Unio, Poder Executivo, Braslia, DF, 26 set. 2013e. Seo 1, p. 136-8.

    BRASIL. Conselho Federal de Farmcia. Resoluo n. 578, de 06 de julho de 2013. BRASIL. Conselho Federal de Farmcia. Regulamenta as atribuies tcnico-gerenciais do farmacutico na gesto da assistncia farmacutica no mbito do Sistema nico de Sade (SUS). Dirio Oficial da Unio, Poder Executivo, Braslia, DF, 19 ago. 2013c. Seo 1, p.151.

    BRASIL. Lei n 13.021, de 08 de agosto de 2014. Dispe sobre o controle sanitrio do comrcio de drogas, medicamentos, insumos farmacuticos e correlatos. Dirio Oficial da Unio, Poder Executivo, Braslia, DF, 11 ago. 2014c. Seo 1, p. 1, Edio Extra.

    BISSON, M.P. Farmcia Clnica e Ateno Farmacutica. So Paulo: Medfarma, 2003.

    CORRER, C. J.; OTUKI, M. F.; SOLER, O. Assistncia farmacutica clnica na ateno primria sade por meio do Programa Sade da Famlia. RevBras Farm. v. 1, n. 91, p.3745, 2010.

    CORRER,C.J.:OTUKI, M.F. A Prtica Farmacutica na Farmcia Comunitria. Porto Alegre: Artmed, 2013.

    CARVALHO,M.F.C. A polifarmcia em idosos no Municpio de So Paulo - Estudo SABE-Sade,Bem-estar e Envelhecimento. So Paulo: Universidade de So Paulo, Escola de Sade Pblica.2007. Disponvel em: http://www.scielosp.org/pdf/rbepid/v15n4/13.pdf.

    GILMAN, A. G.; RALL, T. W.; NIES, A. S.; TAYLOR, P. Goodman& Gilman. As bases Farmacolgicas da Teraputica. 8 edio. Ed. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 1991.

    JARAMILLO NM et al. Ateno Farmacutica no Brasil: trilhando caminhos. Relatrio de Oficina de Trabalho. Fortaleza: Organizao Pan-americana da Sade, 2001. 25p. Disponvel em:http://www.ceatenf.ufc.br/ceatenf_arquivos/Artigos/CONSENSO%20BRASILEIRO%20DE%20ATENFAR.pdf

    KATZUNG, B. G.; Farmacologia Bsica & Clnica. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 10.

    LYRA JNIOR DP. Impacto de um programa de Ateno Farmacutica, no cuidado de um grupo de idosos atendidos na Unidade Bsica Distrital de Sade Dr. talo Baruffi, Ribeiro Preto (SP). 2005. 156 f.Tese (Doutorado em Cincias Farmacuticas)Universidade de So Paulo, So Paulo, 2005.

    MINISTRIO DA SADE. Secretaria de Cincia, Tecnologia e Insumos Estratgicos. Departamento de Assistncia Farmacutica e Insumos Estratgicos. Relatrio do 1 Seminrio Internacional para Implementao da Ateno Farmacutica no SUS. Braslia. Editora do Ministrio da Sade, 2009. Disponvel em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/relatorio_seminario_implementacao_ atencao_farmaceutica.pdf.

    MARQUES, L. A. M., Ateno Farmacutica em Distrbios Menores. 2 ed. Ed. Medfarma. So Paulo, 2008.

    STORPIRTIS, S.et al. Farmcia clnica e ateno farmacutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.

    SILVA, P.Farmacologia. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 1400 p.

    OPAS Organizao Pan-Americana da Sade; OMS Organizao Mundial da Sade; CFF Conselho Federal de Farmcia. O Papel do Farmacutico no Sistema de Ateno Sade.Disponvelem:http://iris.paho.org/xmlui/bitstream/handle/123456789/3598/PapelFarmaceutico.pdf?sequence=1

    http://www.ceatenf.ufc.br/ceatenf_arquivos/Artigos/CONSENSO%20BRASILEIRO%20DE%20ATENFAR.pdfhttp://www.ceatenf.ufc.br/ceatenf_arquivos/Artigos/CONSENSO%20BRASILEIRO%20DE%20ATENFAR.pdfhttp://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/relatorio_seminario_implementacao_%20atencao_farmaceutica.pdfhttp://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/relatorio_seminario_implementacao_%20atencao_farmaceutica.pdfhttp://iris.paho.org/xmlui/bitstream/handle/123456789/3598/PapelFarmaceutico.pdf?sequence=1http://iris.paho.org/xmlui/bitstream/handle/123456789/3598/PapelFarmaceutico.pdf?sequence=1
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    2

    PROGRAMA DE RESIDNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SADE MENTAL (POLO MONTES CLAROS)

    2.1 Contedos comuns a todas as reas do Programa de Residncia Multiprofissional em Sade Mental

    Sade Pblica; Epidemiologia; Legislao em Sade; Polticas de Sade Mental, lcool e Outras Drogas; Ateno Psicossocial; Recovery; Reduo de Danos; Psicopatologia; Psicofarmacologia; Clnica Ampliada; Equipe de Referncia; Projeto Teraputico Singular; Prticas Interdisciplinares; Gesto do Cuidado; Gesto de RAPS; Acolhimento; Participao em sade mental.

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA:

    AMARANTE, P. (Coord.) Loucos pela vida: a trajetria da reforma psiquitrica no Brasil, Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2001.

    AMARANTE, P. Ensaios: subjetividade, sade mental, sociedade. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2006.

    BRASIL. Constituio Federal. Artigos 196, 197, 198, 199 e 200.

    BRASIL. Decreto 2708, de 28 de junho de 2011.

    BRASIL. Lei 10.216, de 6 de abril de 2001.

    BRASIL. Lei Complementar n 141, de 13 de janeiro de 2012.

    BRASIL. Lei n 8.080, de 19 de setembro de 1990.

    BRASIL. Lei n 8.142, de 28 de dezembro de 1990.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Guia prtico de matriciamento em Sade Mental / Dulce Helena Chiaverini (Organizadora) ... [et al.]. [Braslia, DF]: Ministrio da Sade: Centro de Estudo e Pesquisa em Sade Coletiva, 2011.236 p.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Centro de Estudo e Pesquisa em Sade Coletiva. Guia prtico de matriciamento em Sade Mental. Braslia, 2011.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Clnica ampliada, equipe de referncia e projeto teraputico singular. 2ed. Braslia, 2008.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Manual sobre o cuidado sade junto a populao em situao de rua / Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Braslia: Ministrio da Sade, 2012.98 p. (Srie A. Normas e Manuais Tcnicos).

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Aes Programticas Estratgicas. Linha de cuidado para a ateno s pessoas com Transtornos do Espectro do Autismo e suas famlias na Rede de Ateno Psicossocial do SUS / Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Aes Programticas Estratgicas. Braslia: Ministrio da Sade, 2013.160, p. (Srie F. Comunicao e Educao em Sade).

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria Executiva. Departamento de Apoio Descentralizao. Coordenao-Geral de Apoio Gesto Descentralizada. Diretrizes operacionais dos Pactos pela Vida, em Defesa do SUS e de Gesto. Braslia: Ministrio da Sade, 2006. 76 p. (Srie A. Normas e Manuais Tcnicos).

    BRASIL. Portaria GM/MS N 3.088, de 23 de dezembro de 2011 Republicao de 28 de maio de 2013.

    BRASIL. Portaria n 399/GM/MS, de 22 de fevereiro de 2006.

    CIRINO, O.; MEDEIROS, R. lcool e outras drogas: escolhas, impasses e sadas possveis. Belo Horizonte: Autentica, 2006.

    CONSELHO NACIONAL DE SADE. Resoluo n453, de 10 de maio de 2012.

    CORDIOLI, A. V. et al. Psicofrmacos: consulta rpida. 4ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.

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    DALGALARRONDO, P. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.

    DAVIDSON, L; RIDGWAY P; WIELAND M; OConnell, M. A Capabilities Approach to Mental Health Transformation: A Conceptual Framework for the Recovery Era. Canadian journal of community mental health. v. 28, n.2, p.35-46, 2009.

    ESCOLA BRASILEIRA DE PSICANLISE MINAS GERAIS. Psicanlise e Sade Mental. Curinga. Belo Horizonte, n.13, Set 99.

    FOUCAULT, M. Histria da Loucura. So Paulo: Editora Perspectiva, 1972.

    FOUCAULT, M. O nascimento da clnica. Rio de Janeiro: Forense Universitria, 2008.

    GIOVANELLA, L. (Org.). Polticas e sistema de sade no Brasil. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2008.

    LUZ, Madel T. Complexidade do campo da Sade Coletiva: multidisciplinaridade, interdisciplinaridade, e transdisciplinaridade de saberes e prticas - anlise scio-histrica de uma trajetria paradigmtica. Sade soc. So Paulo, v. 18, n. 2, p. 304-311, June 2009. Disponvel em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-12902009000200013&lng=en&nrm=iso.

    MENDES, E. V. As Redes de Ateno Sade. Braslia: Organizao Pan-Americana da Sade, 2011.

    NACIONAL DE SADE. Resoluo n453, de 10 de maio de 2012.

    OLIVEIRA PRETO BACCARI, I.; ONOCKO CAMPOS, R.T.; STEFANELLO, S., Recovery: reviso sistemtica de um conceito. Cincia & Sade Coletiva 2015, 20. Acesso em 14 de julho de 2016. Disponvel em: ISSN 1413-8123

    ORGANIZAO MUNDIAL DE SADE. Classificao de transtornos mentais e de comportamento da CID 10: descries clnicas e diretrizes diagnsticas. Porto Alegre: Artmed, 1993.

    SILVEIRA, A.R; BRANTE. A. R. S. D; STRALEN, C.J. Prticas discursivas na participao social em sade mental. Sade Debate. Rio de Janeiro, v. 38, n. 103, p. 783-793, out./ dez., 2014.

    2.2 CONTEDOS ESPECFICOS DA REA DE ENFERMAGEM

    Programa de Residncia Multiprofissional em Sade Mental

    Planejamento, execuo e avaliao da assistncia de enfermagem pessoa com transtorno mental e/ou em uso abusivo de lcool e outras drogas e sua famlia. Intervenes psicossociais com familiares de usurios da RAPS. Abordagem da crise. Gesto do Cuidado nos Centros de Ateno Psicossocial (CAPS), Hospitais, Residncia Teraputica, Equipe da Estratgia Sade da Famlia, NASF e Unidade de Acolhimento; Gesto do Cuidado nos com leitos psiquitricos. Comunicao Teraputica. Cuidado clnico de enfermagem em Sade Mental. Consulta de Enfermagem em Sade Mental. Processo de enfermagem e a Sistematizao da Assistncia de enfermagem em Sade Mental. Abordagem em Grupos de Sade Mental. Aes nas contenes Teraputicas. Administrao e manejo de psicofrmacos.

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

    ALMEIDA, A.N.S; FEITOSA, R.M.M; BOESMANS, E.F.; et al. Cuidado clnico de enfermagem em sade mental: reflexes sobre a prtica do enfermeiro. Revista de pesquisa Cuidado fundamental Online, Jan./mar. 6(1):213-231, 2014. Disponvel em: http://www.seer.unirio.br/index.php/ cuidadofundamental/article/view/3396/pdf_1402

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Sade mental / Ministrio da Sade, Secretaria de Ateno Sade, Departamento de Ateno Bsica, Departamento de Aes Programticas Estratgicas. Braslia: Ministrio da Sade, 2013. 176 p.: il. (Cadernos de Ateno Bsica, n. 34).

    CAMPOS, C.M.S.; BARROS, S. Reflexes sobre o processo de cuidar da enfermagem em sade mental. Revista Escola Enfermagem USP, v.34, n.3, p. 271-6, set. 2000. Disponvel em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0080-62342000000300008.

    CARPENITO, L. J. Diagnstico de Enfermagem: Aplicao prtica clnica. Porto Alegre: ArtMed, 2000.

    http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-12902009000200013&lng=en&nrm=iso
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    CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resoluo 358: dispe sobre a Sistematizao da Assistncia de Enfermagem e a implementao do Processo de Enfermagem em ambientes, pblicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de Enfermagem, e d outras providncias. Outubro 2009.

    CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resoluo 429: Dispe sobre o registro das aes profissionais no pronturio do paciente, e em outros documentos prprios da Enfermagem, independente do meio de suporte tradicional ou eletrnico. Maio 2012.

    ESPERIDIO, E. et al. A enfermagem Psiquitrica, a ABen e o departamento Cientfico de enfermagem Psiquitrica e Sade mental: avanos e desafios. Revista Brasileira Enfermagem; 66(esp):171-6, 2013. Disponvel em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-71672013000700022.

    GARCIA, T.R. Classificao Internacional para a prtica de Enfermagem- CIPE: aplicao realidade brasileira / Organizadora Telma Ribeiro Garcia. Porto Alegre: Artmed, 2015.

    HERDMAN, T.H. (Ed.) [NANDA International nursing diagnoses: definitions and classification, 2015-2017]. Porto Alegre (RS): Artmed; 2015. (Portugus).

    AGUIAR, D. T.; SILVEIRA, L. C.; PALCIO, P. D. De B.; DUARTE, M. K. B A clnica de enfermagem em sade mental. Revista Baiana de Enfermagem, Salvador, v. 25, n. 2, p. 107-120, maio/ago. 2011.Disponvel em: https://portalseer.ufba.br/index.php/enfermagem/article/view/5549.

    LIMA, DEIVSON WENDELL DA COSTA ET AL. Referenciais tericos que norteiam a prtica de enfermagem em sade mental. Esc. Anna Nery, Rio de Janeiro, v. 18, n. 2, p. 336-342, June 2014. Disponvel em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S141481452014000200336&lng =en&nrm=iso

    MARCOLAN, Joo Fernando. Enfermagem em sade mental e psiquitrica: desafios e possibilidades do novo contexto do cuidar. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 544 p.

    MARQUES, N.A.; TOLEDO, V.P.; GARCIA, A.P.R.F. Significao da psicose pelo sujeito e seus efeitos para a clnica da enfermagem. Revista Brasileira Enfermagem. Jan-fev; 65(1): 116-20, 2012. Disponvel em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-71672012000100017.

    OLIVEIRA, L.C.; SILVA, R.A.R.; MEDEIROS; M.N.; et al. Cuidar humanizado: descobrindo as possibilidades na prtica da enfermagem em sade mental. Revista de pesquisa Cuidado fundamental. On line. Jan./mar. 7(1):1774-1782, 2015. Disponvel em: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=505750945003

    PERGOLA, A.M.; GARCIA, A.P.R.F. O aprendizado da construo de caso clnico em Sade Mental. Revista Escola de enfermagem da USP, 42(2):383-8, 2008. Disponvel em: http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v42n2/a23.pdf

    Sade mental na ateno bsica: a territorializao do cuidado / organizado por Simone Paulon e Rosana Neves. Porto Alegre: Sulina, 2013. 151 p.

    SOUZA, R.C.; PEREIRA, M.A.; KANTORSKI, L.P. Escuta teraputica: instrumento essencial do cuidado em enfermagem. Revista de Enfermagem UERJ; 11:92-7, 2003. Disponvel em: http://www.facenf.uerj.br/v11n1/v11n1a15.pdf.

    STEFANELLI, M.; FUKUDA, I.; ARANTES, E. Enfermagem Psiquitrica em suas dimenses assistenciais. So Paulo: Manoli, 2008.

    TANNURE, M.C.H; PINHEIRO, A.M. SAE: Sistematizao da Assistncia de Enfermagem: Guia Prtico. 2. ed. [Reimpr] Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

    TOWNSEND, Mary C. Enfermagem Psiquitrica / Conceitos de Cuidados na Prtica Baseada em Evidncias. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.

    VIEIRA AN, SILVEIRA LC, SILVA LMS ET AL. Reflexo acerca das contribuies da psicanlise para o cuidado e para a clnica da enfermagem. Revista enfermagem UFPE on line., Recife, 8(2):450-6, fev., 2014.Disponvel em: http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/ article/download/5843/8527

    WRIGHT, L. M.; LEAHEY, M. Enfermeiras e famlias: um guia para avaliao e interveno na famlia. 5. ed. So Paulo: Roca, 2012.

    http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S141481452014000200336&lng%20%20=en&nrm=isohttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S141481452014000200336&lng%20%20=en&nrm=isohttp://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/%20article/download/5843/8527http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/%20article/download/5843/8527
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    2.3 CONTEDOS ESPECFICOS DA REA DE PSICOLOGIA

    Programa de Residncia Multiprofissional em Sade Mental

    Entrevista Psicolgica. Psicodiagnstico. Estruturas Clnicas. Teoria da Clnica. Direo do Tratamento. Clnica dos Novos Dispositivos Assistenciais. Teorias e Tcnicas Grupais. Aes na RAPS.

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

    ALBERTI, S. Esse sujeito adolescente. 3ed. Rio de Janeiro: Rios ambiciosos/Contra Capa, 2009.

    BIRMAN, J. Cadernos sobre o mal. Agressividade, violncia e crueldade. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2009.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Aes Programticas Estratgicas. Diretrizes de Ateno Reabilitao da Pessoa com Transtornos do Espectro do Autismo (TEA) / Ministrio da Sade, Secretaria de Ateno Sade, Departamento de Aes Programticas Estratgicas. Braslia: Ministrio da Sade, 2014.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Departamento de Aes Programticas Estratgicas. Cadernos de Ateno Bsica 34:Sade Mental. Braslia: Ministrio da Sade, 2013. (Disponvel em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/ cadernos_atencao_basica_34_saude_mental.pdf).

    FINK, B. O sujeito lacaniano: entre a linguagem e o gozo. Rio de Janeiro: Zahar, 1998.

    FREIRE, A.B.; MALCHER, F. (Orgs). Circulando: Jovens e suas invenes no autismo e na psicose. Rio de Janeiro: Subversos, 2014.

    FREUD, S. Artigos Sobre Tcnica. Obras Completas. Edio Standard. Rio de Janeiro: Imago, Vol. XII.

    FREUD, S. Psicologia de grupo e anlise do Ego. Obras Completas. Edio Standard. Rio de Janeiro: Imago, Vol. XVIII.

    FREUD, S. Trs Ensaios Sobre a Teoria da Sexualidade. Obras Completas. Edio Standard. Rio de Janeiro: Imago, Vol. VII;

    FREUD, S. Artigos Sobre Metapsicologia. Obras Completas. Edio Standard. Rio de Janeiro: Imago, Vol. XIV;

    GROVA, T.; MACHADO, O. (Orgs). Psicanlise na favela projeto Diga-Mar: a clnica dos grupos. Rio de Janeiro: Subversos, 2008.

    GUERRA, A. M. C. A psicose. Coleo passo a passo. Rio de Janeiro: Zahar, 2010.

    LACAN, J. Nota sobre a criana. In: LACAN, J. Outros Escritos. Rio de Janeiro: Zahar, 2003.

    LACAN, J. Os complexos familiares. Rio de Janeiro: Zahar, 1997.

    MEZENCIO. M.; ROSA, M.; FARIA, M.V. (Org.). Tratamento possvel das toxicomanias com Lacan. Belo Horizonte: Scriptum,2014

    MILLER, Jacques-Alain. Efeito do retorno psicose ordinria. Opo Lacaniana online nova srie. Ano 1, n.3. Novembro de 2010. Disponvel em: http://www.opcaolacaniana.com.br/nranterior/numero3 /texto1.html

    PICHON-RIVIRE, E. O processo grupal. So Paulo: Martins Fontes; 1983.

    RIBEIRO, C.T.; NASCIMENTO, Z. (Org.). A psicanlise na cidade [recurso eletrnico]:dispositivos clnicos em sade mental.Natal, RN: EDUFRN, 2017.177p.Modo de acesso: http://repositorio.ufrn.br

    SANTIAGO, A. L. & MEZNCIO, M. (Orgs). A Psicanlise do Hiperativo e do desatento. Belo Horizonte: Scriptum, 2013.

    2.4 CONTEDOS ESPECFICOS DA REA DE SERVIO SOCIAL

    Programa de Residncia Multiprofissional em Sade Mental

    Cdigo de tica do/a Assistente Social. Lei de regulamentao da profisso. Parmetros para a atuao de assistentes sociais na Sade. Servio Social e Sade Mental. A relao famlia com o

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    portador de transtorno mental. Reflexes Crticas sobre Prticas Teraputicas. Servio Social e interdisciplinaridade. O trabalho do Servio Social nos CAPSs e o empoderamento de usurios e familiares em Sade Mental.

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

    BISNETO. Jos Augusto. Servio Social e Sade Mental: Uma anlise institucional da prtica. 2. ed. So Paulo: Cortez, 2007. p.17-63.

    BRASIL. Cdigo de tica do/a Assistente Social. 10 ed. rev e atual. Braslia: Conselho Federal de Servio Social, 2012. Disponvel em: .

    BRASIL. Lei n. 8.662, de 7 de junho de 1993. Incluso alteraes trazidas pela Lei n. 12.317 de 26 de agosto de 2010. Braslia: Conselho Federal de Servio Social, 2010. Disponvel em: < http://www.cfess.org.br/arquivos/L8662.pdf>.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Ateno Sade. Departamento de Ateno Bsica. Departamento de Aes Programticas Estratgicas. Cadernos de Ateno Bsica 34:Sade Mental. Braslia: Ministrio da Sade, 2013. (Disponvel em: http://bvsms.saude.gov.br/ bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_34_saude_mental.pdf).

    CFESS; CRESS. Servio Social e Reflexes Crticas sobre Prticas Teraputicas. Braslia, 2010. Disponvel em .pdf.

    CFESS. Parmetros para a atuao de assistentes sociais na Sade. Braslia, 2010.

    MACHADO, Graziela S. O trabalho do Servio Social nos CAPS. Revista Textos & Contextos, Porto Alegre, v. 8 n. 2, p. 241-254, jul./dez. 2009. Disponvel em: .

    ROSA, Lcia Cristina dos Santos. Transtorno mental e o cuidado na famlia. So Paulo: Cortez. 2003. p.235-349.

    ROSA, Lucia Cristina dos Santos; CAMPOS, Rosana Teresa Onocko. Sade Mental e classe social: CAPS, um servio de classe e interclasses. Revista ServioSocial e Sociedade, So Paulo, n. 114, abr/jun. 2013. Disponvel em: .

    SCHEFFER, Graziela; SILVA, Lahana Gomes. Sade Mental, intersetorialidade e questo social: um estudo na tica dos sujeitos. Revista Servio Social e Sociedade, So Paulo, n. 118, abr/jun. 2014. Disponvel em: .

    VASCONCELOS, Eduardo Mouro. Empoderamento de usurios e familiares em sade mental e em pesquisa avaliativa/interventiva: uma breve comparao entre a tradio anglosaxnica e a experincia brasileira. Revista Cincias de sade coletiva, Rio de janeiro, vol.18 no.10 Outubro/ 2013. Disponvel em: .

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    PROGRAMA DE RESIDNCIA DE ENFERMAGEM EM OBSTETRCIA

    (POLO MONTES CLAROS)

    Polticas Pblicas de Sade das Mulheres. Direitos Sexuais e Reprodutivos. Cuidado Integral s Mulheres nos Diversos ciclos da Vida. Ateno Integral s Mulheres no Trabalho de Parto e ao Recm-nascido.

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

    BARROS, A.L.B.L. Anamnese e Exame Fsico: avaliao diagnstica de enfermagem no adulto. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2016.

    BARROS, S. M. O. Enfermagem Obsttrica e Ginecolgica: Guia para prtica assistencial. 2. ed. So Paulo: Roca, 2009.

    COFEN. Conselho Federal de Enfermagem. Resoluo 311/2007 - Anexo. Aprova a reformulao do Cdigo de tica dos Profissionais de Enfermagem. Braslia, 2009. Disponvel em:

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    COFEN. Conselho Federal de Enfermagem. Resoluo 516/2016 - Normatiza a atuao e a responsabilidade do Enfermeiro, Enfermeiro Obstetra e Obstetriz na assistncia s gestantes, parturientes, purperas e recm-nascidos nos Servios de Obstetrcia, Centros de Parto Normal e/ou Casas de Parto e outros locais onde ocorra essa assistncia; estabelece critrios para registro de ttulos de Enfermeiro Obstetra e Obstetriz no mbito do Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Departamento de Aes Programticas Estratgicas. Ateno Integral para Mulheres e Adolescentes em situao de Violncia Domstica e Sexual: matriz pedaggica para formao de redes. Braslia: Ministrio da Sade, 2011. (Srie B. Textos Bsicos de Sade)

    BRASIL. Ministrio da Sade. Departamento de Aes Programticas Estratgicas. Poltica Nacional de Ateno Integral Sade da Mulher: Princpios e Diretrizes/Ministrio da Sade. Braslia: Ministrio da Sade, 2011. (Srie C. Projeto, Programas e Relatrios)

    BRASIL. Ministrio da Sade. Departamento de Ateno Bsica. Ateno ao Pr-Natal de Baixo Risco. Braslia: Ministrio da Sade, 2012. (Cadernos de Ateno Bsica; n.32) (Srie A. Normas e Manuais Tcnicos)

    BRASIL. Ministrio da Sade. Departamento de Ateno Bsica. Controle dos Cnceres do Colo do tero e da Mama. Braslia: Ministrio da Sade, 2013. (Cadernos de Ateno Bsica; n.13) (Srie A. Normas e Manuais Tcnicos)

    BRASIL. Ministrio da Sade. Protocolos da Ateno Bsica: Sade das Mulheres/Ministrio da Sade, Instituto Srio-Libans de Ensino e Pesquisa Braslia: Ministrio da Sade, 2015.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Polticas de Sade. rea Tcnica de Sade da Mulher. Sade Sexual e Sade Reprodutiva. Braslia: Ministrio da Sade, 2010. (Cadernos de Ateno Bsica; n.13) (Srie A. Normas e Manuais Tcnicos; n.40)

    BRASIL. Ministrio da Sade. Protocolo Clnico e Diretrizes Teraputicas Infeces Sexualmente Transmissveis. Secretaria de Cincia, Tecnologia e Insumos Estratgicos. Braslia: 2015.

    BRASIL. Portaria n 1.459, de 24 de junho de 2011. Institui, no mbito do Sistema nico de Sade - SUS - a Rede Cegonha. Disponvel em: .

    BRASIL. Ateno sade do recm-nascido: guia para os profissionais de sade. Cuidados Gerais. Braslia: Ministrio da Sade, 2011. v1. Disponvel em: .

    BRASIL. Portaria n 1.459, de 24 de junho de 2011. Institui, no mbito do Sistema nico de Sade - SUS - a Rede Cegonha. Disponvel em: .

    BRASIL. Diretriz nacional de assistncia ao parto normal Relatrio de Recomendaes. Braslia: Ministrio da Sade, 2017. Disponvel em: .

    BRASIL. Gestao de alto risco: manual tcnico. 5. ed. Braslia: Editora do Ministrio da Sade. 2010. 302 p. Disponvel em: .

    BRASIL. Parto, Aborto, Puerprio - Assistncia Humanizada a Mulher. 2001. Disponvel: .

    BRASIL. Poltica Nacional de Humanizao Humaniza SUS. 2004. Disponvel em: .

    BRASIL. Poltica Nacional de Ateno Integral Sade da Mulher: Princpios e Diretrizes. Braslia: Editora do Ministrio da Sade. 2011. 82 p. Disponvel em: http://conselho.saude.gov.br/ ultimas_noticias/2007/politica_mulher.pdf>.

    BRASIL. Poltica Nacional de Enfrentamento Violncia Contra as Mulheres. Braslia: Ministrio da Sade. 2011. 46 p. Disponvel em: https://www12.senado.leg.br/institucional/omv/entenda-a-violencia/pdfs/politica-nacional-de-enfrentamento-a-violencia-contra-as-mulheres.

    BRASIL. Recomendaes para Profilaxia da Transmisso Vertical do HIV e Terapia Antirretroviral em Gestantes: manual de bolso. Braslia: Ministrio da Sade. 2010. Disponvel em: .

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    CUNNINGHAM, F.G. et al. Obstetrcia de Williams. 23. ed. MacGraw Hill; Artmed, 2012. 1404 p.

    SAFFIOTI, H. I.B. Gnero, patriarcado, violncia. So Paulo: Fundao Perseu Abramo, 2004.

    http://www.grupoa.com.br/autor/f-gary-cunningham.aspx