Webgincana ppra

of 33/33
SECITEC – ROO-MT SECITEC – ROO-MT Curso: Técnico em Segurança do Trabalho Curso: Técnico em Segurança do Trabalho Habilidade:........................................... Habilidade:........................................... Professor: Cláudio Hessel Professor: Cláudio Hessel PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS RISCOS AMBIENTAIS (PPRA) (PPRA) Ely-Angela Olímpio Ely-Angela Olímpio
  • date post

    03-Jul-2015
  • Category

    Education

  • view

    257
  • download

    5

Embed Size (px)

description

PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS

Transcript of Webgincana ppra

  • 1. SECITEC ROO-MTSECITEC ROO-MT Curso: Tcnico em Segurana do TrabalhoCurso: Tcnico em Segurana do Trabalho Habilidade:...........................................Habilidade:........................................... Professor: Cludio HesselProfessor: Cludio Hessel PROGRAMA DE PREVENO DEPROGRAMA DE PREVENO DE RISCOS AMBIENTAISRISCOS AMBIENTAIS (PPRA)(PPRA) Ely-Angela OlmpioEly-Angela Olmpio

2. Rondonpolis - MT-2013Rondonpolis - MT-2013 Programa de Preveno de Riscos Ambientais Lei N 6.514 da Portaria 3.214 da Norma Regulamentadora NR-09 Responsvel pela elaborao: Nome Ely-Angela Olmpio Endereo Chcara Alegria Bairro Jardim Atlntico Municpio Rondonpolis-mt Email [email protected] Telefone (66)9631 2569 Estabelecimento REPBLICA FEDERATIVA DO BRASIL CADASTRO NACIONAL DA PESSOA JURDICA COMPROVANTE DE INSCRIO E DE SITUAO CADASTRAL 2 MATRIZ NOME EMPRESARIAL M SAPATOS E COMPANHIA ................................................................... TIITULO DO ESTABELECIMENTO(nome fantasia) SAPATOS E CIA CDIGO E DESCRIO DA ATIVIDADE ECONMICA PRINCIPAL .............................................................................................................. CDIGO E DESCRIO DA ATIVIDADE ECONMICA SECUNDRIAS ................................................................................................................ CDIGO E DESCRIO DE NATUREZA JURDICA ............................................................................................................... LOGRADOURO N COMPLEMENTO RUA: O9 103 QUADRA 26 CEP BAIRRO: MUNICIPIO UF 78.760.000 Jardim Atlntico Rondonpolis MT SITUAO CADASTRAL DATA DA SITUAO CADASTRAL ATIVA 1010/06/2013 MOTIVO DE SITUAO CADASTRAL ................................................... SITUAO ESPECIAL DATA SITUAO INDUSTRIAL ...................................................... ......................................... DATA DE ABERTURA 10/03/2013 NMERO DE INSCRIO ................................ 3. Figura 1 INTRODUOINTRODUO Elaborao e Implantao PPRA Setembro de 2013 a Setembro deElaborao e Implantao PPRA Setembro de 2013 a Setembro de 2014. Atendendo as exigncias do MTE /Lei 6.514.2014. Atendendo as exigncias do MTE /Lei 6.514. Esses dados so variveis, no momento da fiscalizao pode ter havidoEsses dados so variveis, no momento da fiscalizao pode ter havido alguma alterao.alguma alterao. ESTRUTURA DO PPRA A) - PLANEJAMENTO ANUAL METAS: Cumprir as etapas bsicas determinadas pela Norma Regulamentadora- 9, a saber: 1) Antecipar e reconhecer os riscos ambientais. Foi realizado e encontra-se anexado ao presente trabalho. 2) Estabelecer as prioridades e metas da avaliao e controle. O Cronograma sugere prioridades, metas e formas de controle e de envolvimento com os vrios nveis hierrquicos em contato direto com os riscos levantados. 3) Avaliar os riscos e a exposio dos trabalhadores Os riscos ambientais e a exposio aos trabalhadores j foram avaliados. Observao: Estas etapas visam obter os dados e subsidiar a anlise da situao inicial, a gerao de alternativas para as recomendaes pertinentes e a proposio de medidas para a melhoria e controle dos riscos ambientais, como se pode observar no cronograma de ao 3 4. anexo. Os dados obtidos nestas etapas sero prontamente encaminhados ao Mdico Coordenador do PCMSO para subsidiar o seu trabalho de avaliao clnica e informar sobre os exames complementares, quando necessrios, para o controle e monitoramento da sade dos trabalhadores expostos a riscos cujos ndices devam ser controlados biologicamente. 4) Implantar as medidas e avaliar a sua eficcia: A implantao de medidas e o estabelecimento do cronograma de ao para a adoo das medidas de controle so de responsabilidade direta da Empresa, a fim de que se possa encaminhar a execuo e o controle das medidas recomendadas nas etapas de reconhecimento e de avaliao dos riscos ambientais. Implantadas e mantidas as medidas de controle, estas sero avaliadas com a periodicidade necessria sua eficcia. 5) Monitorar a exposio aos riscos: Os riscos ambientais e a sua exposio sero monitorados pela Empresa e por seus trabalhadores. 6) Registrar e divulgar os dados: Registro e a divulgao dos dados sero realizados pelos meios especificados neste Programa. PRIORIDADES As medidas recomendadas devero ser estudadas pela Empresa, que dever estabelecer as prioridades para o desenvolvimento e controle do PPRA. CRONOGRAMA Os itens 1, 2 e 3 cumprem-se com a execuo do trabalho anexo concludo, e com o presente planejamento. 4 5. O item 4 dever ser cumprido aps estudo das prioridades, por ordem de importncia e disponibilidade da Empresa, tendo-se em conta a gravidade de cada situao agressiva presente. Enquanto as medidas de ordem geral no puderem ser implementadas, os recursos de ordem administrativa e individual Devero ser imediatamente colocados em prtica para atenuar a agressividade dos riscos sobre o trabalhador, bem como a promoo de treinamentos pertinentes para dar conhecimento e para dar conscientizao aos trabalhadores sobre os riscos ambientais a que esto expostos, para que possam se prevenir de maneira adequada, inclusive colaborando para que os controles sejam mais eficazes. Este Programa informa os riscos ambientais a controlar, as medidas e meios de controle, bem como o cronograma de ao anual. As prioridades sero fixadas e implantadas pela Empresa. Os itens 5 e 6 sero postos em prtica logo aps a implantao do PPRA, ou seja, juntamente com o item 4. O Monitoramento ser realizado atravs de inspees sistemticas e frequentes nos ambientes de trabalho, para observar as condies de exposio aos riscos e dar cincia para os responsveis e trabalhadores sobre os riscos encontrados e os cuidados que devero tomar para evitar acidentes e doenas no trabalho. A Reavaliao das medidas de controle implantadas ser realizada periodicamente, no mnimo uma vez por ano. B) - ESTRATGIA E METODOLOGIA DE AO 5 6. A estratgia e a metodologia de ao visam garantir a adoo de medidas de controle nos ambientes de trabalho para a efetiva proteo dos trabalhadores, obedecendo-se hierarquicamente o seguinte: Eliminar ou reduzir a utilizao ou a formao de agentes prejudiciais sade ou integridade fsica dos trabalhadores. Prevenir o aparecimento, a liberao ou disseminao de agentes prejudiciais sade no ambiente de trabalho. Reduzir os nveis ou a concentrao de agentes prejudiciais sade no ambiente de trabalho. Treinar os trabalhadores informando-os sobre a agressividade dos riscos identificados (fsicos, qumicos e biolgicos), e seus possveis efeitos sobre o organismo. NORMAS REGULAMENTADORAS Abaixo um resumo das principais normas que foram consultadas para a elaborao deste PPRA e, que sempre devero ser observadas e consultadas para desempenho das atividades com segurana e sade no trabalho. NR-01 DISPOSIES GERAIS Dispe a primeira Norma Regulamentadora elencada na Portaria 3.214/78, sobre a obrigatoriedade das empresas privadas e pblicas em geral, que possuem empregados regidos pela Consolidao Trabalhista, ao cumprimento dos preceitos legais e regulamentares relativos segurana e medicina do trabalho, estabelecendo as obrigaes que so exigidas do empregador e do empregado e, dos rgos de fiscalizao competentes (Secretaria de Segurana e Sade no Trabalho - SSST, em mbito nacional e, Delegacia Regional do Trabalho - DRT, em mbito estadual). 6 7. NR-02 INSPEO PRVIA Esta Norma Regulamentadora estabelece a obrigatoriedade de todo o estabelecimento novo encaminhar ao rgo regional do MTE, uma declarao das instalaes ou, solicitar deste mesmo rgo, que realize uma inspeo prvia, para fins de obteno do CAI - Certificado de Aprovao de Instalaes. A inspeo prvia e a declarao de instalaes so exigidas para assegurar que o estabelecimento inicie suas atividades livres de riscos de acidentes e/ou doenas do trabalho. O no cumprimento das exigncias previstas na NR-02 impede o incio do funcionamento das atividades do estabelecimento novo. NR-03 EMBARGO OU INTERDIO Trata a Norma Regulamentadora em questo do ato de embargo ou de interdio, medidas promovidas pelo rgo competente do MTE que importam na paralisao total ou parcial da obra ou do estabelecimento, setor de servio, mquina ou equipamento, sempre que, atravs de laudo tcnico, vier demonstrada a existncia de grave e iminente risco ao trabalhador, considerada assim, toda condio ambiental de trabalho que possa causar acidente ou doena profissional com leso grave sua integridade fsica (do trabalhador). NR-04 SERVIO ESPECIALIZADO EM ENGENHARIA DE SEGURANA Segundo o preceito contido na NR em questo, as empresas que possuam empregados regidos pela CLT, devero manter ou no, Servios Especializados em Engenharia de Segurana e em Medicina do Trabalho, na forma estabelecida, considerando a graduao do risco da atividade principal da empresa e o nmero total de empregados existentes, conforme 7 8. demonstrativos constantes no quadro II*, que integram a referida Norma (NR- 04). NR-05 COMISSO INTERNA DE PREVENO DE ACIDENTES CIPA Segundo as revises desta Norma, primeiro dever ser verificada qual sua atividade econmica (Classificao Nacional de Atividades Econmicas - CNAE) e posteriormente o enquadramento do respectivo Grupo com o nmero mdio de funcionrios do estabelecimento. Isto feito ficar determinado se h ou no necessidade de organizar e manter em funcionamento uma Comisso Interna de Preveno de Acidentes - CIPA, composta de representantes do empregador e dos empregados. NR-06 EQUIPAMENTO DE PROTEO INDIVIDUAL A empresa dever fornecer para os funcionrios somente EPI homologados pelo MTE, ou seja, todos os equipamentos fornecidos devem possuir Certificado de Aprovao. O fornecimento do EPI obrigatrio, eis que, em alguns locais de trabalho, no possvel adotar medidas de proteo coletiva. Com isto, os EPI foram adotados para proteo contra os riscos de acidentes e/ou doenas profissionais do trabalho, durante o perodo em que as medidas de proteo coletivas (se possvel) estiverem sendo implantadas ou para atender situaes de emergncia. A empresa dever fornecer os EPI aos empregados gratuitamente e, em estado de funcionamento e conservao. A comprovao do fornecimento deve ser feita atravs de um "Recibo de EPI", onde deve constar a relao dos EPI entregues ao empregado, a data da entrega, orientaes sobre a obrigatoriedade e o modo de uso e informaes sobre as sanes impostas no caso do no uso, devidamente assinado pelo empregado, atestando o efetivo recebimento dos mesmos. NR-07 Programa de Controle Mdico e Sade Ocupacional 8 9. Estabelece a obrigatoriedade da elaborao e implementao, por parte do empregador, do Programa de Controle Mdico e Sade Ocupacional - PCMSO, com o objetivo de promoo e preservao da sade do conjunto dos seus trabalhadores. NR-08 EDIFICAES Estabelece os requisitos tcnicos mnimos que devem ser observados nas edificaes, para garantir segurana e conforto aos que nela trabalham. Assim, temos: altura mnima de 3,00 metros de p direito, do piso ao teto; pisos sem salincias nem depresses, possibilitando a circulao das pessoas e a movimentao dos materiais; aberturas nos pisos e paredes, protegidas, impedido a queda de pessoas ou objetos; os pisos, escadas e rampas devem oferecer resistncia suficiente para suportar cargas mveis e fixas; escadas e rampas fixas devem ser construdas, de acordo com as normas tcnicas oficiais e mantidas em perfeito estado de conservao nos locais (corredores, passagens, escadas, etc.) onde houver perigo de escorregamento, devem ser empregados materiais anti-derrapantes; os andares acima do solo, que no forem vedados por paredes externas, devem dispor de guarda-corpo de proteo contra quedas. Alm destes requisitos tcnicos, devero ser observadas tambm, formas de proteo contra intempries, de acordo com as normas relativas resistncia ao fogo, isolamento trmico, isolamento e condicionamento acstico, resistncia estrutural e impermeabilidade. NR-09 Programa de Preveno de Riscos Ambientais 9 10. Estabelece a norma, em foco, a obrigatoriedade de elaborao e implementao por parte de todos os empregadores e instituies que admitam trabalhadores como empregados, do Programa de Preveno de Riscos Ambientais - PPRA. Devem constituir objeto do PPRA os riscos ambientais, agentes fsicos, qumicos e biolgicos existentes no ambiente do trabalho e que possam causar danos a sade do trabalhador. NR-10 INSTALAES E SERVIOS EM ELETRICIDADE Conforme estabelece esta NR, a empresa deve possuir aterramento de todas as mquinas e equipamentos, resultando com isto, uma maior segurana para os funcionrios que ali trabalham. Por outro lado, a instalao eltrica dever estar de acordo com o que preconiza esta NR no tocante a proteo contra incndios, perigo de contato, bem como, na proteo contra curtos circuitos. NR-11 TRANSPORTE, MOVIMENTAO, ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS Dispe sobre os critrios de segurana para a movimentao, transporte, armazenagem e manuseio de materiais, mquinas e equipamentos e das reas de trabalho onde so instalados. Desta forma temos: as reas reservadas para corredores e armazenamento de materiais devero ser demarcadas com faixas pintadas no piso com a cor branca; os poos dos elevadores devero ser cercados e isolados com material resistente. As portas de acesso ao mesmo devero conter sistema de bloqueio de abertura nos vrios pavimentos, a fim de evitar que algum funcionrio abra a mesma quando na ausncia deste elevador no pavimento em questo; devero ser instaladas nos elevadores, placas indicando a carga mxima admissvel nos mesmos; 10 11. o operador de empilhadeira e de outros equipamentos de movimentao de materiais motorizados, dever possuir curso de treinamento especfico para tal, com diploma e crach diferenciado dos demais, sendo que a cada ano o funcionrio dever passar por exame de sade completo, por conta do empregador; os equipamentos utilizados na movimentao de materiais, tais como ascensores, elevadores de carga, guindastes, monta- cargas, pontes-rolantes, talhas, empilhadeiras, guinchos, esteiras- rolantes, transportadores de diferentes tipos, sero calculados e construdos de maneira que ofeream as necessrias garantias de resistncia e segurana, e conservados em perfeitas condies de trabalho; em todo equipamento ser indicada, em lugar visvel, a carga mxima de trabalho permitida; as empilhadeiras e outros equipamentos de movimentao de materiais devero possuir sinal sonoro de advertncia, quando do seu deslocamento; o armazenamento de material no dever obstruir os equipamentos de combate a incndio (extintores, hidrantes, caixas de mangueiras, etc.), bem como sadas de emergncia. NR-12 MQUINAS E EQUIPAMENTOS Dispe sobre os critrios de segurana para a instalao de mquinas e equipamentos e das reas de trabalho onde so instalados. Desta forma temos: armazenagem e manuseio de materiais, mquinas e equipamentos e das reas de trabalho onde so instalados. Desta forma temos: as mesas de trabalho bem como o ponto de operao das prensas ou de outros equipamentos devem estar na altura e posio adequadas para evitar a fadiga dos funcionrios; 11 12. os reparos, a limpeza, os ajustes e a inspeo somente devem ser executados por pessoas devidamente credenciadas (mecnicos e eletricistas da manuteno), sendo expressamente proibido que os funcionrios que trabalhem em tais mquinas efetuem qualquer tipo de reparo emergencial. NR-13 CALDEIRAS E RECIPIENTES SOB PRESSO Trata dos aspectos relativos utilizao devida dos equipamentos que produzem vapor, ar comprimido ou outro tipo qualquer de fludo sob presso superior atmosfrica, impondo para tanto: a observncia de limite de tolerncia permissvel quanto ao maior valor de presso efetiva de vapor ou ar comprimido; a utilizao de dispositivos de segurana; a freqente atualizao dos dados que constituem o histrico da vida til dos equipamentos e especificaes tcnicas relativas para fins de segurana, critrios para instalao dos equipamentos; exigncia de inspees peridicas nos equipamentos por profissional habilitado e treinamento obrigatrio para operadores. Se a empresa possuir caldeira e/ou reservatrio de ar comprimido, os mesmos devero passar por uma inspeo de segurana por profissional habilitado para tal, conforme preceitua a Portaria n 023 de 27 de Dezembro de 1994, a qual modificou a NR-13. . NR-14 FORNOS Esta Norma Regulamentadora trata especificamente da utilizao de fornos, especificando os critrios e exigncias que devem ser observados na construo e instalao destes equipamentos. Os fornos, para qualquer utilizao, devem ser construdos solidamente, revestidos com material refratrio, de forma que o calor radiante no ultrapasse os limites de tolerncia estabelecidos pela Norma Regulamentadora - NR 15. Devem ser instalados de forma a evitar acmulo de gases nocivos e altas temperaturas em reas vizinhas, ou seja, em locais adequados, oferecendo o mximo de segurana e conforto aos trabalhadores. 12 13. NR-15 ATIVIDADES E OPERAES INSALUBRES Consideram-se atividades insalubres aquelas, que, por sua natureza, condies ou mtodos de trabalho, exponham os empregados a agentes nocivos sade, acima dos limites de tolerncia fixados em razo da natureza, intensidade do agente e do tempo de exposio aos seus efeitos. A eliminao ou neutralizao da insalubridade dever ocorrer com a adoo de medida de ordem geral que conserve o ambiente de trabalho dentro dos limites de tolerncia e/ou com a utilizao de equipamento de proteo individual. A adoo de medida de ordem coletiva implica na implantao dos denominados Equipamentos de Proteo Coletiva - EPC - e a medida de ordem individual implica na implantao de Equipamentos de Proteo Individual - EPI. NR-16 ATIVIDADES E OPERAES PERIGOSAS So consideradas atividades e operaes perigosas as constantes dos Anexos n 1 e 2 desta NR, EXPLOSIVOS e INFLAMVEIS, respectivamente. Tambm, temos as atividades e operaes perigosas com RADIAES IONIZANTES ou SUBSTNCIAS RADIOATIVAS, Anexo acrescentado pela Portaria 3.393/87 e pela Portaria 518/03. E nos trabalhos com ENERGIA ELTRICA regulamentada pelo Decreto 93412/86. So consideradas em condies de periculosidade as atividades ou operaes executadas com explosivos sujeitos a degradao qumica ou autocataltica; ao de agentes exteriores, tais como calor, umidade, fascas, fogo, fenmenos ssmicos, choque e atritos. Entretanto a empresa no deposita nem muito menos manipula com tais produtos. As operaes de transporte de inflamveis lquidos ou gasosos liqefeitos, em quaisquer quer vasilhames e a granel, so considerados em condio de periculosidade, com excluso para o transporte em pequenas quantidades, at o limite de 200 litros para os inflamveis lquidos e 135 kg para os inflamveis gasosos liqefeitos. As quantidades de inflamveis, contidas nos tanques de consumo prprio dos veculos no sero consideradas para efeito desta Norma. 13 14. NR-17 ERGONOMIA Esta Norma Regulamentadora visa estabelecer os parmetros que possibilita a adaptao das condies de trabalho s caractersticas psicofisiolgicas dos trabalhadores, de forma a proporcionar o mximo de conforto, segurana e desempenho eficiente. Trata dos aspectos que envolvam o levantamento, transporte e descarga de materiais, o mobilirio, os equipamentos, as condies ambientais do posto de trabalho e a prpria organizao do mesmo. A empresa dever, dentro de suas possibilidades, efetuar um Programa Ergonmico dos postos de trabalho em que haja esforos e condies que prejudiquem a sade do trabalhador. Por outro lado, quanto iluminao, sabemos que o Anexo 04 da NR-15 foi revogado pela Portaria 3.751 de 23/11/90, sendo que passou para esta NR, baseando-se na NBR-5413 da ABNT. NR-20 LQUIDOS COMBUSTVEIS E INFLAMVEIS LQUIDOS COMBUSTVEIS todo aquele que possua ponto de fulgor igual ou superior a 70C e inferior a 93,3C e considerado lquido combustvel de classe III. LQUIDOS INFLAMVEIS todo aquele que possua ponto de fulgor inferior a 70C e, quando tiver o ponto de fulgor abaixo de 37,7C ser classificado como lquido combustvel da classe I e, quando tiver o ponto de fulgor superior a 37,7C e inferior a 70C ser classificado como lquido combustvel da classe II. 14 15. NR-21 TRABALHO A CU ABERTO Esta Norma Regulamentadora define as medidas especiais que devem ser exigidas nos trabalhos realizados a cu aberto, visando proteger a sade e integridade fsica do trabalhador. NR-23 PROTEO CONTRA INCNDIOS Esta Norma Regulamentadora define medidas e critrios que determinaro o enquadramento, instalao, identificao, manuseio e operacionalidade dos dispositivos de combate contra incndios. Requer-se a adequao desta norma para a obteno do certificado de habite-se e na ocasio em que realizado o seguro das instalaes. NR-24 CONDIES SANITRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO Esta Norma Regulamentadora determina critrios quantitativos e qualitativos para que haja conforto e higiene nos locais de trabalho para os trabalhadores. A empresa dever atender as normas, nos aspectos apresentados abaixo: instalaes sanitrias; vestirios; refeitrios; cozinhas; alojamento; por ocasio das refeies; disposies gerais. 15 16. NR-25 RESDUOS INDUSTRIAIS A empresa deve controlar a emisso de resduos, sejam gasosos, lquidos e slidos, de forma que no possam causar poluio do local de trabalho, bem como do meio ambiente. Para tal, a mesma deve depositar tais resduos em locais apropriados, conforme normas dos rgos que regulam tal procedimento (FEPAM, Secretaria da Sade, IBAMA, etc.). NR-26 SINALIZAO DE SEGURANA Sinalizao colorida de segurana A empresa dever adotar as cores padro para sinalizao de segurana, conforme preceitua esta NR, tais como: tubulaes de ar comprimido, gua potvel, inflamveis, produtos qumicos e outro. No esquecendo as delimitaes de corredores, reas de circulao, equipamentos de combate a incndios, protees de partes mveis em mquinas, partes de puno, etc. ROTULAGEM PREVENTIVA DE PRODUTOS QUMICOS A rotulagem dos produtos perigosos ou nocivos sade dever ser feita segundo as normas previstas nesta NR. Para tal, a empresa deve possuir um levantamento de todos os produtos qumicos utilizados na mesma e efetuar a sua rotulagem de forma que estes sejam breves, precisos, redigidos em termos simples e de fcil compreenso. NR-28 FISCALIZAO E PENALIDADES 16 17. Essa norma trata da ao fiscalizadora dos Agentes de Inspeo do Trabalho do MTE nas empresas, visando garantia do cumprimento das disposies legais e regulamentares vigentes, relativas segurana e sade do trabalhador, e da aplicao das penalidades previstas para cada caso, de conformidade com o disposto no quadro de gradao das multas e no quadro de classificao das infraes (Anexos I e II integrantes da NR-28). NR-33 SEGURANA E SADE NO TRABALHO EM ESPAOS CONFINADOS Esta Norma tem como objetivo estabelecer os requisitos mnimos para identificao de espaos confinados e o reconhecimento, avaliao, monitoramento e controle dos riscos existentes, de forma a garantir permanentemente a segurana e sade dos trabalhadores que interagem direta ou indiretamente nestes espaos. Entende-se por Espao Confinado qualquer rea ou ambiente no projetado para ocupao humana contnua, que possua meios limitados de entrada e sada, cuja ventilao existente insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficincia ou enriquecimento de oxignio. ESTRATGIA E METODOLOGIA As anlises das condies de trabalho foram realizadas por seo, levando em considerao, funo, descrio do local de trabalho, atividade desenvolvida bem como, a identificao dos riscos potenciais, sobre os quais so sugeridas medidas de controle para sua eliminao e/ou neutralizao. . RECONHECIMENTO DE RISCOS E MONITORAMENTO AMBIENTAL 1. Antecipao e Reconhecimento de Riscos: 17 18. Anlise das condies de trabalho no processo produtivo, visando identificar os riscos potenciais e sugerir medidas de proteo para a sua reduo ou, eliminao. 2. Avaliao Quantitativa - Monitoramento: Avaliar a exposio dos trabalhadores a riscos mensurveis. EQUIPAMENTOS USADOS NO MONITORAMENTO: Decibelmetro Analgico Radioshack Sound Level Meter 33-2050 Luxmetro Digital Lux Meter Ld - 201 RUDO - A legislao brasileira considera como prejudicial sade, as atividades que implicam em exposies a nveis de rudo contnuo ou intermitente acima dos limites de tolerncia fixada na tabela abaixo. A norma Regulamentadora NR-15, anexo 1 da portaria 3.214 de 08 de junho de 1978, do Ministrio do Trabalho, estabelece, critrio de tempos mximos de exposio, para ouvidos nus, em funo do nvel de presso sonora incidente. Para fins de aplicao dos limites de tolerncia considerado rudo contnuo ou intermitente o rudo que no de impacto. Rudo de impacto o que apresenta picos de energia acstica de durao inferior a 1 (um) segundo, a intervalos superiores a 1(um) segundo. Os "Limites de Tolerncia" relacionam nveis de presso sonora com tempos de exposio e representam as condies sob as quais a maioria dos trabalhadores pode ficar continuamente exposta, durante toda sua vida laboral, sem sofrer efeitos adversos a sua capacidade de ouvir e compreender uma conversao normal. 18 19. As exposies mximas permissveis referem-se ao termo total de exposio a um mesmo nvel por dia de trabalho, quer a exposio seja contnua ou composta de vrios perodos de curta exposio. TABELA II Limites de Tolerncia para rudo contnuo ou intermitente NVEL DE RUDO dB(A) MXIMA EXPOSIO DIRIA PERMISSVEL NVEL DE RUDO dB(A) MXIMA EXPOSIO DIRIA PERMISSVEL 85 8 horas 98 1 hora e 15 minutos 86 7 horas 100 1 hora 87 6 horas 102 45 minutos 88 5 horas 104 35 minutos 89 4 horas e 30 minutos 105 30 minutos 90 4 horas 106 25 minutos 91 3 horas e 30 minutos 108 20 minutos 92 3 horas 110 15 minutos 93 2 horas e 40 minutos 112 10 minutos 94 2 horas e 15 minutos 114 08 minutos 95 2 horas 115 07 minutos 96 1 hora e 45 minutos (*) No permitido exposio a nveis acima de 85 dB(A) para indivduos que no estejam adequadamente protegidos. Para os valores encontrados de nvel de rudo intermedirio aos estabelecidos na tabela II, ser considerada a mxima exposio diria permissvel relativa ao nvel imediatamente superior. LUXMETRO Digital Lux Meter ILUMINAMENTO - Os nveis de iluminao foram quantificados utilizando-se o medidor de nvel de iluminao devidamente calibrado. As Medies foram feitas no campo de trabalho, com o trabalhador a postos e 19 20. plano horizontal a 0,75m do piso, quando o referido campo no estiver definido utilizando-se o luxmetro. Tabela I (Anexo IV) Classificao dos Principais Riscos Ocupacionais em Grupos, de Acordo com sua Natureza e a padronizao das Cores Correspondentes. Grupo 1 Verde Grupo2 Vermelho Grupo 3 Marrom Grupo 4 Amarelo Grupo5 Azul Riscos Fsicos Riscos Qumicos Riscos Biolgicos Riscos Ergonmicos Riscos de Acidentes Rudos Vibraes Radiaes ionizantes Radiaes no ionizantes Frio Calor Presses anormais Umidade Poeiras Fumos Nvoas Neblinas Gases Vapores Substncias, compostos ou produtos qumicos. Virus Bactrias Protozorios Fungos Parasitas Bacilos Esforo fsico intenso Levantamento e transporte manual de peso Exigncia de postura inadequada Controle rgido de produtividade Imposio de ritmos excessivos Trabalho em turno e noturno Jornadas de trabalho prolongadas Monotonia e repetitividade Outras situaes causadoras de stress fsico e/ou Arranjo fsico inadequado Mquinas e equipamentos sem proteo Ferramentas inadequadas ou defeituosas Iluminao inadequada Eletricidade Probabilidade de incndio ou exploso Armazenamento inadequado Animais peonhentos Outras situaes de risco que podero contribuir para a ocorrncia de acidentes 20 21. psquico ORDEM DE SERVIO Fbrica Nome: Admisso: 10/10/2013 Funo: Auxliar de Produo ATIVIDADES DESENVOLVIDAS - Auxiliar os profissionais do outros setores - Executar outras atribuies semelhantes, conforme necessidade; - Movimentao de mercadorias - Servios Gerais. RISCO DA OPERAO - Iluminao insuficiente / excessiva; - Movimentao de produtos qumicos; - Poeira; - Projeo de Partculas - Inalao de cola de sapateiro - Queda de objeto. EPIS - USO OBRIGATRIO - Luvas de borracha - Mscara com filtro - culos de Segurana - Sapato fechado - Protetor de ouvido de silicone - Respirador purificador de ar MEDIDAS PREVENTIVAS - Manter a limpeza e organizao do local, sendo proibido manter, ainda que por pequeno perodo, alimentos de qualquer espcie; - Posicionar-se corretamente ao executar a atividade, mantendo a coluna sempre ereta; -No levantar nem transportar peso acima da sua capacidade fsica, se precisar pea ajuda; - Uso permanente de lixeira com tampa de pedal e sabo lquido e papel toalha; - Utilizar os EPI's recomendados para a funo; - proibida a utilizao de MP3, celulares, aparelhos eletrnicos em geral; NORMAS INTERNAS - Cumprir as disposies legais e regulamentadoras sobre Segurana e Medicina do Trabalho; - Cumprir e respeitar o horrio de expediente e intervalos, no se admitindo atrasos ou faltas injustificados; - Evitar o uso de adereos como bons, colares, piercing e outros, se assim for solicitado pelo Supervisor; - Manter seu posto de trabalho limpo e organizado; - No consumir bebida alcolica ou qualquer tipo de entorpecente, no local de trabalho e durante a jornada de trabalho; - No fazer uso do copo coletivo; 21 22. - No fumar no interior da empresa; -Ter ateno para no danificar as mercadorias; - No realizar nenhum tipo de reparo ou manuteno em equipamentos/mquinas energizadas; - No se alimentar (ainda que lanches leves) dentro da empresa, a no ser no local reservado e apropriado para tal; - No relacionamento e comunicao com os demais colaboradores, clientes, fornecedores, diretoria, etc., seja pessoalmente, ou ao telefone, por e-mail, ou ainda por qualquer outro meio, devem ser observadas regras mnimas de sadia convivncia social, gentileza mtua e respeito pessoa humana, sendo terminantemente vedado o uso de palavras, gestos e expresses chulas e de baixo calo, alm de brincadeiras que venham a constranger ou denegrir a imagem dos companheiros de trabalho; - Paralisar seu servio sempre que constatar qualquer irregularidade quanto a sua segurana, comunicando imediatamente a sua superviso; - Submeter-se aos exames mdicos previstos nas Normas Regulamentadoras; - Utilizar os EPIs somente para a finalidade que se destina; - Zelar pela sua guarda e conservao; - Vestir roupas adequadas e/ou uniformes, quando exigido, para transitar no interior da empresa ou de acordo com a tarefa que vai executar; - Participar das eleies da CIPA; - Participar dos treinamentos de segurana oferecido pela empresa TREINAMENTO(S) NECESSRIO(S) - Noes Bsicas de Combate Incndio; - Treinamento sobre o uso de EPIs. PROCEDIMENTO EM CASO DE ACIDENTE DE TRABALHO - Acionar brigadista quando constatada necessidade; - Comunicar imediatamente a superviso quando da ocorrncia de acidente do trabalho, de trajeto ou surgir qualquer tipo de doena profissional; - Prestar informaes verdadeiras para o preenchimento da ficha de investigao de acidente. CARACTERIZAO DA EXPOSIO Adicional de Insalubridade: No caracteriza como atividade ou operao insalubre de acordo com o disposto na Norma Regulamentadora NR 15. Adicional de Periculosidade: No caracteriza como atividade ou operao periculosa de acordo com o disposto na Norma Regulamentadora NR 16. TERMO DE RESPONSABILIDADE De acordo com o Artigo 158, Pargrafo nico, da lei 6.514/77 e da Norma Regulamentadora NR 1, a recusa ao fiel cumprimento desta ORDEM DE SERVIO, no todo ou em parte, constituir ATO FALTOSO sujeitando o funcionrio s penalidades previstas na lei. Declaro que fui plenamente orientado quanto aos procedimentos de segurana do trabalho, estando ciente dos riscos decorrentes da atividade e dos sanses disciplinares a que estou sujeito quanto ao seu descumprimento. Data Ass. Funcionrio Ass. Supervisor/ / 22 23. PPRA Programa de Preveno dos Riscos Ambientais PPRA Programa de Preveno dos Riscos Ambientais SETOR DE TRABALHO: TURNO DE TRABALHO JORNADA DE TRABALHO Fbrica A 08 horas/dia FUNO: Auxiliar de Produo ATIVIDADE: Auxilia todas as atividades na fbrica DESCRIO DO AMBIENTE: Galpo arejado com 15 m de altura CONDIES AMBIENTAIS DO LOCAL DE TRABALHO: Local amplo, arejado e ventilado. Risco Fsico Agentes Limite Mnimo Medio Fonte Geradora Medidas de Controle Propostas Rudo 85 Db 78 a 90 Db Esmeril e Lixadeira Fazer uso de Protetor Auricular Iluminao 200 LUX De 100 a 150 LUX Ambiente Melhorar a iluminao em alguns pontos Risco Qumico Agentes Limite Mnimo Medio Fonte Geradora Medidas de Controle Propostas Cola de Sapateiro Ambiente Fazer uso de mscara PFF3 e continuar ventilao exaustora Cola de Sapateiro Ambiente Fazer uso de luvas de ltex quando estiver manuseando o produto Risco Biolgico Agentes Limite Mnimo Medio Fonte Geradora Medidas de Controle Propostas No foi encontrado nenhum agente causador Observaes Providenciar treinamento sobre uso de EPIs que so usados pelos colaboradores 23 24. SETOR DE TRABALHO: TURNO DE TRABALHO JORNADA DE TRABALHO Fbrica A 08 horas/dia FUNO: Limpeza ATIVIDADE: Auxilia todas as atividades na fbrica DESCRIO DO AMBIENTE: Galpo arejado com 15 m de altura CONDIES AMBIENTAIS DO LOCAL DE TRABALHO: Local amplo, arejado e ventilado. Risco Fsico Agentes Limite Minimo Medio Fonte Geradora Medidas de Controle Propostas Rudo 85 Db 78 a 90 Db Esmeril e Lixadeira Fazer uso de Protetor Auricular Iluminao 200 LUX De 100 a 150 LUX Ambiente Melhorar a iluminao em alguns pontos Risco Qumico Agentes Limite Minimo Medio Fonte Geradora Medidas de Controle Propostas Cola de Sapateiro Ambiente Fazer uso de mscara PFF3 e continuar ventilao exaustora Cola de Sapateiro Ambiente Fazer uso de luvas de ltex quando estiver manuseando o produto Risco Biolgico Agentes Limite Minimo Medio Fonte Geradora Medidas de Controle Propostas Bactrias e Microorganismo s xxx xxx Banheiros Fazer uso do EPI adequado ao fazer a limpeza no local: Luvas e Botas de Borracha. Uso permanente de lixeira com tampa. Observaes Providenciar treinamento sobre uso de EPIs que so usados pelos colaboradores 24 25. PPRA Programa de Preveno dos Riscos Ambientais SETOR DE TRABALHO: TURNO DE TRABALHO JORNADA DE TRABALHO Fbrica nico 08 horas/dia FUNO: Montador ATIVIDADE: Montam Sandlias na esteira usam formas de plstico DESCRIO DO AMBIENTE: Galpo arejado com 15 m de altura CONDIES AMBIENTAIS DO LOCAL DE TRABALHO: Local amplo, arejado e ventilado. Risco Fsico Agentes Limite Minimo Medio Fonte Geradora Medidas de Controle Propostas Rudo 85 Db 78 a 90 Db Esmeril e Lixadeira Fazer uso de Protetor Auricular Iluminao 200 LUX de 100 a 150 LUX Ambiente Melhorar a iluminao em alguns pontos Risco Qumico Agentes Limite Minimo Medio Fonte Geradora Medidas de Controle Propostas Cola de Sapateiro Ambiente Fazer uso de mscara PFF3 e continuar ventilao exaustora Cola de Sapateiro Ambiente Fazer uso de luvas de ltex quando estiver manuseando o produto Risco Biolgico Agentes Limite Minimo Medio Fonte Geradora Medidas de Controle Propostas No foi encontrado nenhum agente causador Observaes: Providenciar treinamento sobre uso de EPIs que so usados pelos colaboradores 25 26. PPRA Programa de Preveno dos Riscos Ambientais SETOR DE TRABALHO: TURNO DE TRABALHO JORNADA DE TRABALHO: Administrativo nico 08 horas/dia FUNO: Auxiliar Administrativo, Gerncia, Departamento Financeiro ATIVIDADE: Atividades administrativas em geral DESCRIO DO AMBIENTE: Salas de alvenaria CONDIES AMBIENTAIS DO LOCAL DE TRABALHO: Local arejado e ventilado. Risco Fsico Agentes Limite Minimo Medio Fonte Geradora Medidas de Controle Propostas Iluminao 200 LUX 90 a 150 LUX Ambiente Melhorar a iluminao em alguns pontos Risco Qumico Agentes Limite Minimo Medio Fonte Geradora Medidas de Controle Propostas No foi encontrado nenhum agente causador Risco Biolgico Agentes Limite Minimo Medio Fonte Geradora Medida de Controle Propostas No foi encontrado nenhum agente causador Observaes: Melhorar a iluminao nas salas: Gerncia e Administrao. 26 27. PPRA Programa de Preveno dos Riscos Ambientais SETOR DE TRABALHO: TURNO DE TRABALHO JORNADA DE TRABALHO Fbrica nico 08 horas/dia FUNO: Solador ATIVIDADE: Sola sandlias DESCRIO DO AMBIENTE: Galpo arejado com 15 m de altura CONDIES AMBIENTAIS DO LOCAL DE TRABALHO: Local amplo, arejado e ventilado. Risco Fsico Agentes Limite Minimo Medio Fonte Geradora Medidas de Controle Propostas Rudo 85 Db 78 a 90 Db Esmeril e Lixadeira Fazer uso de Protetor Auricular Iluminao 200 LUX de 100 a 150 LUX Ambiente Melhorar a iluminao em alguns pontos Risco Qumico Agentes Limite Minimo Medio Fonte Geradora Medidas de Controle Propostas Cola de Sapateiro Ambiente Fazer uso de mscara PFF3 e continuar ventilao exaustora Cola de Sapateiro Ambiente Fazer uso de luvas de ltex quando estiver manuseando o produto Risco Biolgico Agentes Limite Minimo Medio Fonte Geradora Medidas de Controle Propostas No foi encontrado nenhum agente causador Observaes Providenciar treinamento sobre uso de EPIs que so usados pelos colaboradores 27 28. PPRA Programa de Preveno dos Riscos Ambientais SETOR DE TRABALHO: TURNO DE TRABALHO JORNADA DE TRABALHO Fbrica nico 08 horas/dia FUNO: Costureira e costureira Prespondareira ATIVIDADE: Costura couros sintticos e outros DESCRIO DO AMBIENTE: Galpo arejado com 15 m de altura CONDIES AMBIENTAIS DO LOCAL DE TRABALHO: Local amplo, arejado e ventilado. Risco Fsico Agentes Limite Minimo Medio Fonte Geradora Medidas de Controle Propostas Rudo 85 Db 78 a 90 Db Esmeril e Lixadeira Fazer uso de Protetor Auricular Iluminao 200 LUX de 100 a 150 LUX Ambiente Melhorar a iluminao em alguns pontos Risco Qumico Agentes Limite Minimo Medio Fonte Geradora Medidas de Controle Propostas Cola de Sapateiro xxx xxx Ambiente Fazer uso de mscara PFF3 e continuar ventilao exaustora Risco Biolgico Agentes Limite Minimo Medio Fonte Geradora Medidas de Controle Propostas No foi encontrado nenhum agente causador Observaes Providenciar treinamento sobre uso de EPIs que so usados pelos colaboradores 28 29. SISTEMAS MVEIS DE COMBATE A INCNDIO Os SISTEMAS MVEIS => EXTINTORES, nesta empresa, so mantidos limpos, desimpedidos, e sinalizados e h um controle de carga e descarga, bem como de fiscalizao e de inspees feitas. CONTROLE DE ENTREGA DE EPIS Todos os funcionrios, para retirar o EPI, assinam a FICHA DE EPI e somente depois retiram estes EPI's, Abaixo o modelo de ficha de EPI. Sapato & cia FICHA DE CONTROLE DE EPI ( Equipamento de Proteo Individual ) Nome: __________________________ Funo: ______________ Data entrega Descrio equipamento Assinatura empregado Observaes OBS: ORIENTAES NO VERSO 29 30. Recebi da Empresa sua empresa , para meu uso obrigatrio os EPI's (Equipamentos de proteo Individual) constantes nesta ficha, o qual obrigo-me a utiliz - los corretamente durante o tempo que permanecerem ao meu dispor, observando as medidas gerais de disciplina e uso que integram a NR-06 - Equipamento de Proteo Individual - EPI's - da portaria n. 3.214 de 08/jun /1970. 1. Usar o EPI Indicado apenas para as finalidades a que se destina. 2. Somente iniciar o servio se estiver usando os EPI's indicados na tarefa a realizar. 3. Responsabilizar-se pela guarda e conservao dos EPI's. 4. Comunicar qualquer dano ou extravio no EPI, para aquisio de outro. 5. Responder perante a empresa pelo custo integral ao preo de mercado do dia, quando: a) Alegar Perda ou Extravio. b) Alterar seu padro. c) Inutiliz-lo por procedimento inadequado. d) desligar-se da empresa sem devolver o EPI. 6. A recusa em no usar os EPI's, gerar punio em lei. (CLT art 482). Declaro haver recebido treinamento sobre o uso dos EPI's e estar de pleno acordo com as normas dos equipamentos de proteo individual, acima estipulado. Rondonpolis -MT ________/________/________ _____________________________________________________ Assinatura do funcionrio ORIENTAES GERAIS Os sanitrios da empresa, j dispem de: Sacos de plstico descartvel nos cestos; Cestos para papel usados, fechados; Toalhas de papel descartvel; Sabonete lquido; Vaso sanitrio com assento e tampa; O sanitrio com porta; Piso e paredes de materiais lavveis; Sanitrios identificados por sexo. 30 31. RESPONSABILIDADES: Do empregador: Estabelecer programar e assegurar o cumprimento do PPRA, como atividade permanente dessa empresa. Do empregado: Colaborar e participar da implementao e execuo do PPRA; Seguir as orientaes recebidas nos treinamentos; Informar ao superior imediato ocorrncias que, a seu julgamento, possam implicar riscos sade dos trabalhadores. Este PPRA um Programa dinmico, ou seja, no para ser guardado num cofre para somente ser apresentado fiscalizao e sim para ser constantemente, diariamente manipulado, lido, atualizado, acrescentando registros, grficos, catlogos de EPIs, catlogos de outros produtos, ficha de segurana de produtos qumicos, diplomas CIPAs, Ordens de Servio, e outros. Os riscos e recomendaes levantados nesse trabalho devero ser constantemente atualizados, pois a ocorrncia e o aparecimento de novos riscos seguem uma dinmica que devem ser acompanhados constantemente. Os dados devero ser mantidos por um perodo mnimo de 20 anos, e os registros devem ser de fcil acesso aos trabalhadores, interessados, ou representantes e para as autoridades competentes. 31 32. CRONOGRAMA DE AES MINISTRAR PALESTRA SOBRE USO DE PROTETORES AURICULARES EM CONFORMIDADE COM A PORTARIA 3.275 DE 1987 ART. I. VI. PREVISO PARA EXECUO 10/2013 DATA DA EXECUO 10/10/2013 Ass. Responsvel ORGANIZAO DE SIPAT: EM CONFORMIDADE COM A NR 5. PREVISO PARA EXECUO 2013 DATA DA EXECUO 11/2013 Ass. Responsvel MINISTRAR PALESTRA SOBRE USO DE CULOS DE PROTEO EM CONFORMIDADE COM A PORTARIA 3.275 DE 1987 ART. I. VI. PREVISO PARA EXECUO 11/2013 DATA DA EXECUO 10/11/2013 Ass. Responsvel RECARGA DOS EXTINTORES: CONFORME VENCIMENTO DOS MESMOS. Ass. Responsvel 32 33. CRIAR E IMPLANTAR O PCMSO: PREVISO PARA EXECUO: 10/10/13 DATA DA EXECUO 10/2013 Ass. Responsvel ADIQUIRIR KIT DE PRIMEIROS SOCORROS PARA ATENDIMENTOS DE EMERGNCIAIS. PREVISO PARA EXECUO: 05/05/13 DATA DA EXECUO 05/2012 Ass. Responsvel CONSIDERAES FINAIS BIBLIOGRAFIA: LEI 6.514 DE 22 DE DEZEMBRO DE 1977 E NORMA REGULADORA DA PORTARIA 6.214 DE 8 DE JUNHO DE 1978. 33