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  • 8/17/2019 Petição Inicial - FINAL

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    Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa

    Ano Letivo 2015/20164º Ano, Subturma 2

    Petição Inicial

    Direito do Ambiente

    Ana Milho

    Filipa Marconi

    Margarida Duarte

    Miguel Marques

    Paula Marques

    Soraia Filipe

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    Telefone: +351 210 0000 000 | Fax: +351 210 0000 001 | wwww.falconassociadosrl.pt

    Falcon & Associados, Sociedade de Advogados, RL Rua Maria Antonieta, Lote 123 - A 1070 - 302 , Campolida, Lisboa

    Tribunal Administrativo de Círculo de Montemor-Já-Um-Pouco-Careta

    Ex.mo Senhor Dr. Juiz de Direito

    Jó Trambolhões, solteiro, portador do cartão de cidadão n.º 12345678, emitido em17.03.2014, com domicílio na Rua Pedrito Saltitante, Lote 130, 1070-201, Campalide,

    Lisboa, e com contribuinte fiscal n.º 87654321, representado por fiel mandatário

    Jerónimo Sabe-Tudo, com a cédula profissional nº 0978, da Falcon  &  Associados  – 

    Sociedade de Advogados, RL., Rua Maria Antonieta, Lote 123-A 1070-302, Campalide,

    Lisboa,

    Vem instaurar ação contra

    Ministério das Infraestruturas, com sede em Praceta do Zé Povinho, 124-C, 1º Andar,

    Direito, 170-146, Campalide, Lisboa,

    E contra

    Concessionária Brisa do Abismo, Autoestradas de Portugal, sede na Rua Passarinhos em

    Versailles, Lote 25, 1070-135, Campalide, Lisboa, n.º de Pessoa Coletiva: 123654987,

    Que o faz nos termos e com os seguintes fundamentos:

    I – DA COMPETÊNCIA E LEGITIMIDADE

    A) Da competência

    1º 

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    Está verificado o pressuposto processual da competência do tribunal. Com efeito,

    tratase de uma ação baseada na responsabilidade civil extracontratual do Estado;

    2º 

    A empresa Brisa do Abismo, Autoestradas de Portugal sendo uma entidade privada

    concessionária deve ser sempre demandada nos tribunais administrativos (cfr. Art. 4°/h

    do ETAF);

    3º 

    Tendo a Brisa do Abismo, Autoestradas de Portugal, atuado ao abrigo do Direito

    Administrativo são competentes os tribunais administrativos por via do Art. 213/3 da

    CRP;

    4º 

    Além disso, são competentes os tribunais administrativos para conhecer da causa

    também por via do Art. 5°/1 do Regime da Responsabilidade Civil Extracontratual doEstado (RRCEE);

    B) Da legitimidade passiva

    5º 

    Está verificado o pressuposto processual de legitimidade passiva, art. 10º/1 e 6, do CPTA;

    Demanda o réu Brisa do Abismo, Autoestradas de Portugal e como contrainteressada o

    Ministério das Infraestruturas (art. 57º e 10º/1, do CPTA);

    7º 

    Nos termos do Art. 10°/7 CPTA, não são só as entidades públicas que são demandadas

    perante os tribunais administrativos. Também podem ser demandadas entidades

    privadas;

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    8º 

    Quando esteja em causa uma conduta ativa ou omissiva de um órgão integrado no

    Estado, a legitimidade passiva corresponde ao Ministério a que o órgão pertence;

    9º 

    De acordo com o Art. 10°/7 CPTA podem ser demandados particulares e concessionários;

    I – DOS FACTOS

    No dia 02.03.2016, pelas 10h da manhã, Jó Trambolhões, saiu da sua residência em

    Montemor-Já-Um-Pouco-Careta para ir em direção à praia da Foz da Figueirinha.

    Para chegar à praia da Figueirinha, o autor iniciou o seu percurso pela Autoestrada KA14,

    inaugurada no dia 02/01/2016 (ANEXO I);

    O autor conduzia um veiculo de passageiros da marca BMY com a matricula 08-AB-15; 

    O mesmo pertencia ao autor, que possui registo de propriedade em seu nome desde

    15.07.2012 (ANEXO II);

    No dia do acidente, as condições meteorológicas eram favoráveis, pois estava um lindo

    dia de sol, apesar da pouca precipitação que tinha ocorrido na véspera;

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    Assim, nesse mesmo dia ao quilómetro 25’ da Autoestrada KA-14, no sentido Montemor

     – Figueirinha, o autor embateu num buraco que se encontrava no pavimento da via

    (ANEXO III);

    No quilómetro 25’, a via encontrava-se seriamente degradada;

    Em virtude do acidente, o autor sofreu danos na sua viatura (ANEXO IV), nomeadamente,

    na chapa, motor, vidros, pneus, radiador, sistema elétrico e pintura (ANEXO V);

    Tais danos, ascenderam ao valor de 16.850,00€ (somatório dos valores, ANEXO V);

    10º

    O autor não tinha conhecimento de que o buraco se encontrava na via;

    11º

    Sendo que tal degradação não se encontrava sinalizada;

    12º

    O autor apenas tomou conhecimento do mesmo, a escaços metros do embate, deixandono pavimento um rastro de derrapagem, que tomou início ao Km 24,5’;

    13º

    As dimensões do buraco traduzem-se numa medida de diâmetro correspondente à

    largura da faixa de rodagem (ANEXO III);

    14º

    O autor não sofreu quaisquer danos físicos;

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    15º

    Ao local foram chamadas as autoridades competentes e realizado o auto de notícia

    (ANEXO VI);

    16º

    O autor tinha um seguro automóvel (Seguradora Vivaldi, SA., sede na Rua Ludwig van

    Beethoven, n.º 55, 1827-021, Laranjinhas, Lisboa), a qual recusou o pagamento emvirtude da cobertura contratada ser apenas contra terceiros (ANEXO VII);

    17º

    Após o sucedido, o Ministério das Infraestruturas veio excluir a sua responsabilidade ao

    afirmar que a construção da autoestrada KA-14 não necessitava de avaliação de impacto

    ambiental por ser uma obra pública.

    *

    18º

    A construção da autoestrada foi permitida numa área de reserva ambiental, mais

    concretamente “paisagem protegida” (ANEXO VIII e IX);

    19º

    A zona de Montemor-Já-Um-Pouco-Careta é considerada uma reserva natural nos

    termos do DL 19/93 de 23 de Janeiro, alterado pelo DL 117/2015 de 18 de Julho e que

    vem criar a Rede Nacional de Áreas Protegidas (RNAP);

    20º

    Pelo que a autoestrada foi construída em área considerada protegida (ANEXO X)

    21º

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    Nesta área em particular, subsistem os últimos exemplares de Canário Ibérico (Serinus

    canaria ibericus), também conhecido como canário-amarelinho-cantante,

    popularmente, canarinho é um pequeno pássaro canoro, membro da família Fringillidae

    (ANEXO XI);

    22º

    As áreas protegidas servem o propósito de preservação de espécimes de elevado valor

    social e científico; pelo que a sobrevivência da espécie foi colocada em causa com aconstrução da autoestrada.

    23º

    A entidade responsável pela construção e manutenção das vias, na construção da

    autoestrada ignorou a preservação necessária e obrigatória deste espaço e desta

    espécie; 

    II – DE DIREITO

    1º 

    O Autor, face aos factos descritos na primeira parte da douta PI, sempre tomou as

    medidas de direito necessárias à prossecução de garantia dos seus direitos, assim sendo;

    2º 

    Dispõe o Art. 12º nº 1 e 2, da Lei 24/2007, que é elemento essencial, a reclamação para

    efeitos de pagamento dos danos ocorridos, por parte da concessionária ou entidade

    gestora da via, bem como, ter de existir participação das autoridades competentes, o

    que em análise se viu cumprido e se deixa em anexo (ANEXO XII);

    3º 

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    Decorre assim da primeira análise e peritagem policial (ANEXO VI) que o sinistro é

    causado pela deficiente conservação e manutenção da via pública em que o autor

    circulava;

    4º 

    À luz do disposto na Lei n.º 34/2015, de 27 de abril, que aprova o novo Estatuto das

    Estradas da Rede Rodoviária Nacional, são fixadas as condições de segurança e

    circulação dos utilizadores de autoestradas e as de exercício das atividades relacionadascom a sua gestão, exploração e conservação;

    5º 

    Deste modo, a autoestrada KA-14, no sentido Montemor  –  Figueirinha integra a rede

    rodoviária nacional, preenchendo assim o âmbito de aplicação do referido diploma.

    Por autoestrada entende-se art.3º/h) do anterior diploma “«Autoestrada» via públicadestinada a trânsito rápido, com separação física de faixas de rodagem, sem

    cruzamentos de nível nem acesso a propriedades marginais, com os acessos

    condicionados, e sinalizada como tal;” e por «Utilizadores» entende-se, os sujeitos que

    utilizam as estradas abrangidas pelo presente Estatuto para efeitos de circulação

    rodoviária”;

    Os danos decorrentes do sinistro, resultaram assim da falta de manutenção e

    conservação, uma vez que, face aos dados de peritagem que se encontram em anexo.

    Entende-se como conservação “o conjunto de atividades que permitem assegurar as

    adequadas condições funcionais de utilização e de segurança estrutural, da via e seus

    equipamentos, obras de arte, obras hidráulicas, obras de contenção e túneis” art.3º/k);

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    Com efeito, a zona de Montemor-Já-Um-Pouco-Careta é considerada uma reserva

    natural nos termos do DL 19/93 de 23 de janeiro, alterado pelo DL n.º 117/2015, de 18

    de Julho, que vem criar a Rede Nacional de Áreas Protegidas (RNAP);

    10º

    Estabelece o art.1°/1, da RNAP que a proteção da flora e da fauna é um objetivo de

    interesse público;

    11º

    A zona de Montemor-Já-Um-Pouco-Careta compreende uma diversidade de flora e

    fauna consideráveis, especificamente, apenas nessa zona existem espécimes do

    "canário ibérico";

    12º

    O canário ibérico é uma ave protegida há largos anos por já estar em vias de extinção

    (cfr. art. 3°/a), da RNAP);

    13º

    Recentemente, têm sido feitos esforços no sentido de acelerar a procriação desta

    espécie;

    14º

    Tal ave, pela sua raridade e relevância social exige medidas de segurança restritas (cfr.

    Art. 2°/1 RNAP);

    15º

    É dever da Administração Pública a prossecução do interesse público, com respeito pelos

    direitos dos particulares conforme o disposto no art.266º/1 da Constituição da Republica

    Portuguesa.

    16º

    Tal dever foi claramente violado, como demonstra toda a factualidade exposta nestapeça;

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    17º

    A zona de Montemor-Já-Um-Pouco-Careta é paisagem de interesse nacional (cfr.

    art.2°/2, art. 2°/3/b) e art. 6°, do RNAP);

    18º

    Houve uma proposta para classificar toda a zona como reserva natural de interesse

    nacional tendo sido observado todo o procedimento (cfr. art. 12°, RNAP);

    19º

    O decreto X/2016 prevê a sua classificação como área protegida (cfr. art. 13° RNAP);

    20º

    O Serviço Nacional de Parques, Reservas e Conservação da Natureza (SNPRCN) delegou

    a gestão desta área ao Ministério do Ambiente (cfr. art. 4°/3 RNAP);

    21º

    Nos termos do artigo 3° do decreto X/2016, encontram-se definidos quais os atos que

    não podem ser praticados dentro das áreas protegidas (cfr. art. 13°/1/b e 13°/6 RNAP);

    22º

    A construção de vias de acesso, como é uma autoestrada, está contemplada no elenco

    de proibições previsto no art. 3° do decreto X/2016;

    23º

    Prevê o art. 22° nomeadamente alíneas e) e g) do RNAP uma série de contraordenações

    para a violação das normas supra referidas;

    24º

    Apesar do Ministério das Infraestruturas afirmar ser desnecessária a avaliação de

    impacto ambiental por estar em causa uma obra pública, o mesmo não é verdade;

    25º

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    A avaliação de impacto ambiental (AIA) aplica-se, tanto a projetos públicos como a

    projetos privados art.1º/1, do DL n.º 151-B/2013;

    26º

    Nos termos do art.1º/3, conjugado com o ponto 7.b) do Anexo I do mesmo diploma, esta

    era uma construção que estava submetida a avaliação de impacto ambiental.

    III- DO PEDIDO

    Nestes termos e nos melhores de direito, e com mui douto suprimento de vossa

    excelência deverão os presentes pedidos ser julgados procedentes e provados e em

    consequência: (artigo 4º/2 a) do CPTA)

    a) Condenação da Brisa do Abismo ao pagamento de 16.850,00€ a título de

    responsabilidade civil extracontratual por danos causados à viatura (art.º 7 nº1 da Lei67/2007), acrescido dos juros à taxa legal de 4% (art.º 559º/1 CC conjugado com a

    portaria nº 291/2003 de 8 de abril);

    b) Condenação do ministério das Infraestruturas à prática de ato devido (art.º 66º CPTA)

    de Avaliação do Impacto Ambiental;

    c) Condenação dos Réus ao pagamento das custas do processo.

    Junta:

    1) 

    Procuração Forense2) Comprovativo do pagamento da taxa de justiça

    3) Cópia do cartão do cidadão do autor

    Rol de Testemunhas:

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    a)  Carla Joaquim Bica da Maia, titular do c.c. nº 12862901, NIF 267289765,

    residente na Rua Manuel Marques, nº 16,10ºD, 1750-171, em Lisboa (Condutor na faixa

    contrária);

    b)  Eduarda Caetano Maria de Oliveira Moniz, titular do c.c. nº 10973627, NIF

    286377625, residente na Avenida Afonso III, Lote 17,8ºR, 1900-039, em Lisboa (Agente

    de PSP que tomou conta da ocorrência);

    c)  Maria de Lurdes Rosado Martins, titular do c.c. nº 11675297, NIF 286782009,

    residente na Rua Professor Vieira Almeida nº 2,2º-D, 1600-667, em Lisboa (Condutora

    na mesma faixa do Autor);

    d)  Rosa Inês Silva Albuquerque, titular do c.c. nº 12762478, NIF 276537899,

    residente na Rua Pery Linde, nº 3,1º-E, 1500-490, em Lisboa (jornalista que esteve no

    local antes do acidente).

    Valor da causa: 16.850,00€ (art.º 32°/1 do CPTA)

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    PROCURAÇÃO FORENSE

    Jó Trambolhões, solteiro, portador do cartão de cidadão n.º 12345678,

    emitido em 17.03.2014, domicílio na Rua Pedrito Saltitante, Lote 130, 1070201,

    Campalide, Lisboa, e contribuinte fiscal 87654321, constitui seu bastante

    Mandatário e Procurador Jerónimo Sabe-Tudo, com a cédula profissional

    nº0978, da Sociedade de Advogados, RL Falcon & Associados, Rua Maria

    Antonieta, Lote 123-A 1070-302, Campalide Lisboa, a quem confere, em

    conjunto ou separadamente, com os de substabelecer, os mais amplos

    poderes forenses em Direito permitidos bem como os poderes forenses

    especiais de representar o/a Mandante junto de todas as entidades públicas

    ou privadas assim como os poderes forenses especiais de representar o/a

    mandante como parte em qualquer diligência nos termos e condições que

    entender por mais convenientes

    Lisboa, 05 de maio de 2016

    Comprovativo do pagamento das taxas de justiça 

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    Cartão de Cidadão do Autor Jó Trambolhões