Apresentação - Instituto Federal do Sertão Pernambucano · construções de casas de João de...

38
Apresentação Este trabalho tem o objetivo de condensar informações básicas sobre o Município, fornecendo dados históricos, socioeconômicos e culturais. Os dados aqui apresentados são, em sua maioria, originários de fontes secundárias de informações, principalmente: o IBGE, DATASUS, a STN – Secretaria do Tesouro Nacional e o INEP/MEC.

Transcript of Apresentação - Instituto Federal do Sertão Pernambucano · construções de casas de João de...

Apresentação

Este trabalho tem o objetivo de condensar informações básicas sobre o Município, fornecendo dados históricos, socioeconômicos e culturais.

Os dados aqui apresentados são, em sua maioria, originários de fontes secundárias de informações, principalmente: o IBGE, DATASUS, a STN – Secretaria do Tesouro Nacional e o INEP/MEC.

Observatório Socioeconômico

BELÉM DO SÃO FRANCISCOBELÉM DO SÃO FRANCISCO

Histórico

Belém do São Francisco está  ligado à veneração de Nossa Senhora de Belém, padroeira da Igreja  da  Ilha  de  Araxá,  hoje  denominada  Ilha  das  Missões,  onde  os  frades  franceses  Frei Francisco  Domfront  e  outros  construíram  a  igreja,  pelos  idos  de  1672,  tendo  aqueles religiosos encontrado uma aldeia de índios araxás, colonizados por Frei Anastácio Audierne.

Em  1972,  na  grande  cheia do  rio  São Francisco,  a  igreja  de  Nossa Senhora  de  Belém,  foi destruída, restando seus escombros como marco inicial, ficando este local, por coincidência em frente à igreja do Menino Deus, esta terra firme e no atual Belém do São Francisco.

No  ano  de  1840,  na  Santa  Missão,  pregada  pelo  Padre  Francisco  Correia,  foi  lançada  a primeira  pedra  da  capela,  consagrada  a  Nossa  Senhora  do  Patrocínio.  Daí,  surgiram  as construções de casas de João de Sá Araújo e Padre Francisco Tavares Arcoverde e outras, que constituíram  o  conglomerado,  dando  o  nome  de  Belém  em  homenagem  à  venerável padroeira Nossa Senhora do Belém, da extinta capela do Araxá.

Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Município de Belém do São Francisco

Unidade Federativa: Pernambuco (PE)

Mesorregião: Sertão Pernambucano

Microrregião: Itaparica

Região de Desenvolvimento: Sertão de Itaparica

Municípios Limítrofes: Salgueiro (N); estado da Bahia (S); Itacuruba e Carnaubeira da Penha (L); Cabrobó (O).

Acesso Rodoviário: BR­316, PE­360, BR­110 e BR­232.

Distância até a Capital (Recife): 481,3 Km.

Data da Instalação: 07/05/1929.

Gentílico: belenense.

 

Fonte: Banco de Dados de Pernambuco – BDE; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Formação Político Administrativa

Prefeito: Gustavo Henrique Granja Caribé (PSB)

Vice­Prefeito: Henrique Marcula Lima

Bandeira do Município: 

Vereadores: 

Acácio Murilo Eufrásio da Silva

América Nogueira dos Santos

Antônio Temístocles Marques de Carvalho

Joaquim Valdivino Do Nascimento Júnior

Joselito Nogueira Do Nascimento

Leonardo de Carvalho Coelho

Lourivaldo Reis Dias

Roberval de Aguiar Couto

Wiliany Cavalcante Cruz

Observatório Socioeconômico

Fonte: União dos Vereadores de Pernambuco – UVP. Disponível em http://www.uvp.com.br. Wikipedia. Disponível em http://pt.wikipedia.org. Acesso em 07 de agosto de 2012.

Características Demográficas

População Total: 20.253 hab.

População Economicamente Ativa (PEA): 8.969

Eleitores: 14.206

Densidade Demográfica: 11,06 hab/Km².

Homens: 9.960

Mulheres: 10.293

Alfabetizados: 14.187

Cor Branca: 3.979

Cor Preta: 1.775

Cor Parda: 13.651

Indígena: 438

Observatório Socioeconômico

População Urbana: 12.582

População Rural: 7.671

Taxa de Urbanização: 62,12%

Taxa de Ruralização: 37,88%

Expectativa de vida*: 69,25 anos.

Taxa de Fecundidade**: 2,84

* Quantos anos, em média, espera­se que viva um recém­nascido. IBGE, 2000.

** Nº médio de filhos que uma mulher teria ao final de sua idade reprodutiva. IPEA, 2000. 

Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, 2010; Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas – IPEA.

Observatório Socioeconômico

Características GeográficasTerritório: 1.830,79 Km². Latitude e Longitude: 08º45'14" Sul, 38º57'57" Oeste. 

Altitude: 305 m. Bioma: Caatinga. CEP: 56.440­000

Vegetação: A vegetação é basicamente composta por Caatinga Hiperxerófila com trechos de Floresta Caducifólia.

Recurso mineral predominante: Calcário.

Clima:  Tropical Semi­Árido, com chuvas de verão. O período chuvoso se  inicia em novembro com término em abril. A temperatura média anual é de 26,0°C.

Relevo:  O  município de Belém do São Francisco,  está  inserido na unidade  geoambiental  da Depressão Sertaneja,  que representa  a  paisagem  típica  do  semi­árido  nordestino,  caracterizada  por  uma  superfície  de  pediplanação  bastante monótona,  relevo  predominantemente  suave­ondulado,cortada  por  vales  estreitos,  com  vertentes  dissecadas.  Elevações residuais,  cristas  e/ou outeiros pontuam a  linha do horizonte.  Esses  relevos  isolados  testemunham os  ciclos  intensos de erosão que atingiram grande parte do sertão nordestino.

Solo:  O  município  de  Belém do São  Francisco  encontra­se  inserido,  geologicamente,  na Província  Borborema,  estando constituído pelos litotipos dos complexos Floresta e Sertânia, dos Granitóides Indiscrinados, dos complexos Cabrobó, Belém do São Francisco, Lagoa das Contendas e São Caetano, das suítes Serrote das Pedras Pretas, Calcialcalina de Médio a Alto Potássio Itaporanga Shoshonítica Ultrapotássica Triunfo e Prata, da Formação Tacaratu e dos Depósitos Aluvionares. Com respeito  aos  solos, nos  Patamares Compridos  e Baixas Vertentes do  relevo  suave ondulado ocorrem os Planossolos, mal drenados,  fertilidade  natural  média  e  problemas  de  sais;Topos  e  Altas  Vertentes,  os  solos  Brunos  não  Cálcicos,  rasos  e fertilidade natural alta; Topos e Altas Vertentes do relevo ondulado ocorrem os Podzólicos, drenados e fertilidade natural média e as Elevações Residuais com os solos Litólicos, rasos, pedregosos e fertilidade natural média.

Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, 2012; Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais – CPRM, 2010. 

Observatório Socioeconômico

Hidrografia

Demanda Urbana de Água: 30 Lts/s.

Precipitação Pluviométrica: 397,10 mm em 2011. 

Mananciais: Rio São Francisco.

Participação do Manancial na oferta de Água: 100%.

Situação do Manancial: Satisfatório.

O município de Belém do São Francisco encontra­se inserido nos domínios da bacia hidrográfica do Rio Pajeú e Rio Terra Nova.

Fonte: Agência Nacional de Águas – ANA. 2011; Agência Pernambucana de Águas e Clima – APAC, 2011. Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais – CPRM, 2010. 

Observatório Socioeconômico

Renda

Produto Interno Bruto – PIB Municipal: R$ 98.158.000,00 a preços correntes. 

PIB per capita: R$ 4.846,59 Renda Média População Urbana: R$ 1.879,77

Índice de Gini*: 0,44 Renda Média População Rural: R$ 740,69

Comércio Internacional

Importação: $ 0,00 (US$ Free on Board** – FOB)

Exportação: Uvas frescas ou secas – $ 21.365.006,00 (US$ – FOB) 

* O Índice de Gini, criado pelo matemático italiano Conrado Gini, é um instrumento para medir o grau de concentração de renda  em  determinado  grupo.  Ele  aponta  a  diferença  entre  os  rendimentos  dos  mais  pobres  e  dos  mais  ricos. Numericamente, varia de zero a unidade, sendo que o valor zero representa a situação de igualdade, ou seja, todos têm a mesma renda e o valor um está no extremo oposto, isto é, uma só pessoa detém toda a riqueza (IPEA, 2012).

** Free on Board: O vendedor encerra suas obrigações quando a mercadoria  transpõe a amurada do navio no porto de embarque indicado e, a partir daquele momento, o comprador assume todas as responsabilidades quanto a perdas e danos. 

Fonte: IBGE/Censo Demográfico, 2010; Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior/Balança Comercial Brasileira, 2011.

Observatório Socioeconômico

Arrecadação de TributosImposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS: R$ 4.901.067,00

Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI: R$ 10.800,03

Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores – IPVA: R$ 161.154,00

Imposto Territorial Rural – ITR: R$ 2.985,00

Imposto Sobre Serviços – ISS: R$ 366.435,00

Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis – ITBI: R$ 0,00

Transferências ConstitucionaisFundo de Participação dos Municípios – FPM: R$ 12.185.079,00

Fonte: Secretaria do Tesouro Nacional – STN, 2011. (R$ 1,00)  preços correntes.

Observatório Socioeconômico

Relatório Resumido da Execução Orçamentária – RREO

Fonte: Secretaria do Tesouro Nacional – STN, 2011. (Valores expressos na escala de R$ 1,00 e a preços correntes). 

Legislativo

Judiciário

Administração

Seg. Pública

Assist. Social

Saúde

Educação

Cultura

Urbanismo

Habitação

Saneamento

Gestão Ambiental

Ciência e Tecnologia

Agricultura

Indústria

Comércio e Serviços

Energia

Transporte

Desporto e Lazer

R$ 0,00 R$ 2.000.000,00 R$ 4.000.000,00 R$ 6.000.000,00 R$ 8.000.000,00 R$ 10.000.000,00 R$ 12.000.000,00 R$ 14.000.000,00

R$ 0,00

R$ 0,00

R$ 2.431.417,90

R$ 0,00

R$ 1.458.629,63

R$ 7.058.189,44

R$ 12.306.855,18

R$ 954.781,91

R$ 2.099.823,33

R$ 0,00

R$ 0,00

R$ 0,00

R$ 0,00

R$ 389.439,74

R$ 0,00

R$ 115.770,73

R$ 197.082,74

R$ 63.596,42

R$ 0,00

Observatório Socioeconômico

Dados SociaisMédia de pessoas por domicílio: 4,01 Famílias que recebem o Benefício Bolsa Família: 3.415

Índice de Desenvolvimento Humano – IDH: 0,67.

Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal – IFDM: 0,5718.

Número de famílias inscritas no Cadastro Único: 5.515

Criado  por  Mahbub  ul  Haq  com  a  colaboração  do  economista  indiano  Amartya  Sen,  ganhador  do  Prêmio  Nobel  de Economia de 1998, o IDH pretende ser uma medida geral, sintética, do desenvolvimento humano. Não abrange todos os aspectos de desenvolvimento e não é uma representação da "felicidade" das pessoas, nem indica "o melhor lugar no mundo para  se  viver". Varia  de 0  a 1,  onde  a unidade  representa  a melhor  condição dos  três  pilares  que o  constituem:  saúde, educação e renda.

O  Índice  FIRJAN  de  Desenvolvimento  Municipal  (IFDM)  é  um  estudo  anual  do  Sistema  FIRJAN  que  acompanha  o desenvolvimento dos municípios brasileiros em três áreas: Emprego & Renda, Educação e Saúde. O índice varia de 0 a 1 e quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento da localidade.

O Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal é um instrumento que identifica e caracteriza as famílias de baixa renda, entendidas como aquelas que têm: a) renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa (½ Salário Mínimo – SM) ou b) renda mensal total de até três salários mínimos (3 SM).

Fonte: Ministério do Desenvolvimento Social – MDS/CadÚnico, 2011; Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM), 2009; Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD/Atlas do Desenvolvimento Humano/IDH, 2000.

Observatório Socioeconômico

Condições de Vida

Taxa de Mortalidade Geral: 2,18

Número de óbitos: 101

Nascidos Vivos: 399

Número de domicílios com internet: 454

Fonte: IBGE/Censo Demográfico, 2010. Federação das Indústrias do Estado do Paraná – FIEP/Objetivos de Desenvolvimento do Milênio – Portal ODM, 2011.

42,10%

31,80%

26,10%

Abaixo Linha Indigência < ¼ SMAcima Linha Pobreza > ½ SMEntre Indigência e Pobreza

Observatório Socioeconômico

Dados Educacionais

Estabelecimentos de Ensino (Fundamental e Médio): 76

Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais ­ INEP/Censo Educacional 2009.

Compreende o somatório do número de docentes e matrículas da rede federal, estadual, municipal e privada.

4.097

1.326

26698

Nº Matrícula Ensino FundamentalNº Matrícula Ensino MédioNº Docentes Ensino FundamentalNº Docentes Ensino Médio

Observatório Socioeconômico

Dados Educacionais

Fonte: Ministério da Educação – MEC/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, 2011.

Taxa  de  aprovação,  reprovação  e  abandono nos  Níveis  de  Ensino Fundamental  de 8 e  9  anos  e Médio.  Os cálculos das taxas são baseados nas informações sobre o movimento e o rendimento dos alunos.

Tx. Aprovação Ensino FundamentalTx. Aprovação Ensino Médio

Tx. Reprovação Ensino FundamentalTx. Reprovação Ensino Médio

Tx. Abandono Ensino FundamentalTx. Abandono Ensino Médio

0,0%

10,0%

20,0%

30,0%

40,0%

50,0%

60,0%

70,0%

80,0%

90,0%

100,0%

89,1% 85,8%

7,9%

3,8% 3,0%10,4%

Observatório Socioeconômico

Dados Educacionais

Fonte: Ministério da Educação – MEC/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, 2011.

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – Ideb foi  criado  pelo  Inep  em  2007,  varia  de  zero  a  dez. Sintetiza  dois  conceitos  igualmente  importantes  para  a qualidade  da  educação:  aprovação  e  média  de desempenho  dos  estudantes  em  língua  portuguesa  e matemática. O indicador é calculado a partir dos dados sobre  aprovação  escolar,  obtidos  no  Censo  Escolar,  e médias de desempenho nas avaliações do Inep, o Saeb e a Prova Brasil.

A taxa de analfabetismo é maior entre as pessoas com idade superior a quinze anos.  Incentivar o programa Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma maneira de diminuir este índice.

Tx. Analfabetismo < 15 anos Tx. Analfabetismo > 15 anos

0,00

5,00

10,00

15,00

20,00

25,00

30,00

35,00

21,70

33,00

Ideb obtido Ideb Meta

2,8

2,8

2,9

2,9

3,0

3,0

3,1

3,1

2,9

3,1

Observatório Socioeconômico

Dados Educacionais

Fonte: Ministério da Educação – MEC/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, 2011.

O  Exame  Nacional  do  Ensino  Médio  (Enem)  é  uma  avaliação  cujos  resultados  podem  ser  utilizadospara:  (1)  compor  a  avaliação  de  medição  da  qualidade  do  Ensino  Médio  no  país;  (2)  a  implementação  depolíticas  públicas;  (3)  a  criação  de  referência  nacional  para  o  aperfeiçoamento  dos  currículos  do  EnsinoMédio  e  (4)  o  desenvolvimento  de  estudos  e  indicadores  sobre  a  educação  brasileira.  Neste  exame,busca­se  aferir  as  competências  e  habilidades  desenvolvidas  pelas  estudantes  ao  fim  da  escolaridade  básica.Esta  aferição  é  realizada  por  meio  de  uma  redação  e  de  provas  objetivas  que  avaliam  quatro  áreas  doconhecimento:  Linguagens,  Códigos  e  suas  Tecnologias,  Ciências  Humanas  e  suas  Tecnologias,  Ciências  daNatureza e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias.

ENEM (Escolas Públicas Estaduais) ENEM (Escolas Públicas Municipais) ENEM (Escolas Privadas)

0,00

100,00

200,00

300,00

400,00

500,00

600,00

483,76

0,00 0,00

Observatório Socioeconômico

Dados Educacionais – IES

Fonte: Ministério da Educação – MEC/Sistema de Regulação do Ensino Superior – e­MEC, 2012.

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO VALE SÃO FRANCISCO - CESVASF (87)38761248 www.cesvasf.com.br Pública [email protected]

FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E EXATAS DO SERTÃO DO SÃO FRANCISCO - FACESF (87)3876 1460 www.facesf.com.br Privada com fins [email protected]

UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP (11) 5586-4240 www.unip.brPrivada sem fins [email protected]

Observatório Socioeconômico

Empregos por atividade formal

Fonte: Relação Anual de Informações Sociais – RAIS/Ministério do Trabalho e Emprego – MTE/Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED, 2010. 

A Relação Anual de Informações Sociais – RAIS constitui uma das principais fontes de informações sobre o mercado de  trabalho  formal,  apresentando  uma  história  de  dados  bem  consolidada  e  de  qualidade,  capaz  de  subsidiar diagnósticos  e  fundamentar  políticas  públicas,  tanto  nos  aspectos  do  setor  privado,  quanto  do  setor  público, permitindo aos gestores atuar sobre cenários desfavoráveis, em busca de uma maior equidade social. 

Agropecuária Extrativa Mineral Indústria de Transformação Construção Civil Comércio Serviços Adm. Pública

0

200

400

600

800

1.000

1.200

668

021 3

152107

1.074

Observatório Socioeconômico

Pecuária

Fonte: Produção da Pecuária Municipal – PPM 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011.

Bovinos

Equinos

Bubalinos

Asininos

Muares

Suínos

Caprinos

Ovinos

Galos, Frangas, Pintos

Galinhas

Codornas

Coelhos

0 10.000 20.000 30.000 40.000 50.000 60.000

9.150

2.100

0

3.400

510

3.950

53.500

32.187

30.000

7.000

0

0

Observatório Socioeconômico

Produção de origem animal

Fonte: IBGE/Séries Estatísticas & Históricas, 2010.

Leite (lts) Ovo galinha (dúzia) Ovo Codorna (dúzia) Mel Abelha (Kg) Casulo Bicho Seda (Kg) Lã (Kg)

0

500.000

1.000.000

1.500.000

2.000.000

2.500.000

1.908.000

42.0000 200 0 0

Lavoura Temporária

 

Obs

erva

tóri

o So

cioe

con

ômic

o

Fonte: Produção Agrícola Municipal – PAM 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011.

Abacaxi (Mil frutos)

Algodão (em caroço)

Alho

Amendoim

Arroz (em casca)

Aveia (em grão)

Batata-doce

Batata-inglesa

Cana-de-açúcar

Cebola

Centeio (em grão)

Cevada (em grão)

Ervilha (em grão)

Fava (em grão)

Feijão (em grão)

Fumo (em folha)

Girassol (em grão)

Juta (fibra)

Linho (semente)

Malva (fibra)

Mamona (baga)

Mandioca

Melancia

Melão

Milho (em grão)

Rami (fibra)

Soja (em grão)

Sorgo (em grão)

Tomate

Trigo (em grão)

Triticale (em grão)

0 2.000 4.000 6.000 8.000 10.000 12.000 14.000

0

0

0

0

3.600

0

30

0

0

12.600

0

0

0

0

58

0

0

0

0

0

0

250

0

0

35

0

0

0

440

0

0

Toneladas

Lavoura Temporária (Área Plantada x Colhida)

 

Obs

erva

tóri

o So

cioe

con

ômic

o

Fonte: Produção Agrícola Municipal – PAM 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011.

Abacaxi (Mil frutos)

Algodão (em caroço)

Alho

Amendoim

Arroz (em casca)

Aveia (em grão)

Batata-doce

Batata-inglesa

Cana-de-açúcar

Cebola

Centeio (em grão)

Cevada (em grão)

Ervilha (em grão)

Fava (em grão)

Feijão (em grão)

Fumo (em folha)

Girassol (em grão)

Juta (fibra)

Linho (semente)

Malva (fibra)

Mamona (baga)

Mandioca

Melancia

Melão

Milho (em grão)

Rami (fibra)

Soja (em grão)

Sorgo (em grão)

Tomate

Trigo (em grão)

Triticale (em grão)

0 100 200 300 400 500 600 700 800

0

0

0

0

600

0

5

0

0

700

0

0

0

0

420

0

0

0

0

0

0

35

0

0

350

0

0

0

20

0

0

Hectares

Abacaxi (Mil frutos)

Algodão (em caroço)

Alho

Amendoim

Arroz (em casca)

Aveia (em grão)

Batata-doce

Batata-inglesa

Cana-de-açúcar

Cebola

Centeio (em grão)

Cevada (em grão)

Ervilha (em grão)

Fava (em grão)

Feijão (em grão)

Fumo (em folha)

Girassol (em grão)

Juta (fibra)

Linho (semente)

Malva (fibra)

Mamona (baga)

Mandioca

Melancia

Melão

Milho (em grão)

Rami (fibra)

Soja (em grão)

Sorgo (em grão)

Tomate

Trigo (em grão)

Triticale (em grão)

0 100 200 300 400 500 600 700 800

0

0

0

0

600

0

5

0

0

700

0

0

0

0

420

0

0

0

0

0

0

35

0

0

350

0

0

0

20

0

0

Hectares

Lavoura Temporária (Valor Produção em R$ mil)

 

Obs

erva

tóri

o So

cioe

con

ômic

o

Fonte: Produção Agrícola Municipal – PAM 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011.

Abacaxi (Mil frutos)

Algodão (em caroço)

Alho

Amendoim

Arroz (em casca)

Aveia (em grão)

Batata-doce

Batata-inglesa

Cana-de-açúcar

Cebola

Centeio (em grão)

Cevada (em grão)

Ervilha (em grão)

Fava (em grão)

Feijão (em grão)

Fumo (em folha)

Girassol (em grão)

Juta (fibra)

Linho (semente)

Malva (fibra)

Mamona (baga)

Mandioca

Melancia

Melão

Milho (em grão)

Rami (fibra)

Soja (em grão)

Sorgo (em grão)

Tomate

Trigo (em grão)

Triticale (em grão)

0 1.000 2.000 3.000 4.000 5.000 6.000

0

0

0

0

2.700

0

14

0

0

5.040

0

0

0

0

110

0

0

0

0

0

0

100

0

0

14

0

0

0

308

0

0

(R$ mil)

Lavoura Permanente

 

Obs

erva

tóri

o So

cioe

con

ômic

o

Fonte: Produção Agrícola Municipal – PAM 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011.

Abacate

Algodão arbóreo (em caroço)

Azeitona

Banana (cacho)

Borracha (látex coagulado)

Cacau (em amêndoa)

Café

Caqui

Castanha de caju

Chá-da-índia (folha verde)

Coco-da-baía

Dendê (cacho de coco)

Erva-mate (folha verde)

Figo

Goiaba

Guaraná (semente)

Laranja

Limão

Maçã

Mamão

Manga

Maracujá

Marmelo

Noz (fruto seco)

Palmito

Pera

Pêssego

Pimenta-do-reino

Sisal ou agave (fibra)

Tangerina

Tungue (fruto seco)

Urucum (semente)

Uva

0 2.000 4.000 6.000 8.000 10.000 12.000 14.000

0

0

0

240

0

0

0

0

0

0

351

0

0

0

630

0

0

0

0

135

12.000

30

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

160

Toneladas

Lavoura Permanente (Área Plantada x Colhida)

 

Obs

erva

tóri

o So

cioe

con

ômic

o

Fonte: Produção Agrícola Municipal – PAM 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011.

Abacate

Algodão arbóreo (em caroço)

Azeitona

Banana (cacho)

Borracha (látex coagulado)

Cacau (em amêndoa)

Café

Caqui

Castanha de caju

Chá-da-índia (folha verde)

Coco-da-baía

Dendê (cacho de coco)

Erva-mate (folha verde)

Figo

Goiaba

Guaraná (semente)

Laranja

Limão

Maçã

Mamão

Manga

Maracujá

Marmelo

Noz (fruto seco)

Palmito

Pera

Pêssego

Pimenta-do-reino

Sisal ou agave (fibra)

Tangerina

Tungue (fruto seco)

Urucum (semente)

Uva

0 100 200 300 400 500 600

0

0

0

12

0

0

0

0

0

0

27

0

0

0

21

0

0

0

0

9

480

3

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

8

Hectares

Abacate

Algodão arbóreo (em caroço)

Azeitona

Banana (cacho)

Borracha (látex coagulado)

Cacau (em amêndoa)

Café

Caqui

Castanha de caju

Chá-da-índia (folha verde)

Coco-da-baía

Dendê (cacho de coco)

Erva-mate (folha verde)

Figo

Goiaba

Guaraná (semente)

Laranja

Limão

Maçã

Mamão

Manga

Maracujá

Marmelo

Noz (fruto seco)

Palmito

Pera

Pêssego

Pimenta-do-reino

Sisal ou agave (fibra)

Tangerina

Tungue (fruto seco)

Urucum (semente)

Uva

0 100 200 300 400 500 600

0

0

0

12

0

0

0

0

0

0

27

0

0

0

21

0

0

0

0

9

480

3

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

8

Hectares

Lavoura Permanente (Valor Produção em R$ mil)

 

Obs

erva

tóri

o So

cioe

con

ômic

o

Fonte: Produção Agrícola Municipal – PAM 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011.

Abacate

Algodão arbóreo (em caroço)

Azeitona

Banana (cacho)

Borracha (látex coagulado)

Cacau (em amêndoa)

Café

Caqui

Castanha de caju

Chá-da-índia (folha verde)

Coco-da-baía

Dendê (cacho de coco)

Erva-mate (folha verde)

Figo

Goiaba

Guaraná (semente)

Laranja

Limão

Maçã

Mamão

Manga

Maracujá

Marmelo

Noz (fruto seco)

Palmito

Pera

Pêssego

Pimenta-do-reino

Sisal ou agave (fibra)

Tangerina

Tungue (fruto seco)

Urucum (semente)

Uva

0 1.000 2.000 3.000 4.000 5.000 6.000

0

0

0

120

0

0

0

0

0

0

105

0

0

0

441

0

0

0

0

61

5.400

18

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

336

(R$ mil)

Observatório Socioeconômico

Serviços Urbanos e Hospedagem

Empreendedorismo Individual*

60 EI cadastrados em 2011.

*O Empreendedor Individual – EI é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário. Para ser um empreendedor individual, é necessário faturar no máximo até R$ 60.000,00 por ano, não ter participação em outra empresa como sócio ou titular e ter um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria.

Fonte: IBGE/Cadastro Nacional de Empresas – CNE, 2011. Banco Central do Brasil – BCB, 2011. Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE, 2011.

Nº Empresas

Nº Bancos

Nº Hotéis

Nº Pousadas

Nº Leitos

0 50 100 150 200 250 300

268

1

3

2

112

Observatório Socioeconômico

Frota

Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – DENATRAN/Departamento de Trânsito de Pernambuco – DETRAN, 2012.

Automóvel

Caminhões

Caminhonetes

Micro-ônibus

Motocicletas

Ônibus

Reboque

Semi-Reboque

Utilitário

0 200 400 600 800 1.000 1.200 1.400 1.600 1.800

664

92

214

9

1.555

11

29

0

3

Observatório Socioeconômico

Dados sobre a Saúde

Fonte: Ministério da Saúde/DATASUS/Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES, 2011.

O Ministério da Saúde através da Portaria nº 1.101, de  12  de  junho  de  2002,  estima  em  2,5  a  3  a necessidade  de  leitos  para  cada  grupo  de  mil habitantes.

As  informações  disponíveis  são  geradas  a  partir  dos  dados enviados  pelas  Secretarias  Municipais  e  Estaduais  de  Saúde através do Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES/SUS) e consolidadas no Banco de Dados Nacional pelo  DATASUS,  conforme  determina  a Portaria  SAS/SE/MS  nº 49  de  4  de  julho  de  2006  e  SAS/MS  311  de  14  de  maio  de 2007. 

Estabelecimento Saúde SUS

Leitos Internação

Farmacêutico

Médico

Enfermeiro

Fisioterapeuta

Fonoaudiólgo

Nutricionista

Odontólogo

Psicólogo

0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50

9

44

2

9

4

1

1

2

3

1

Mortalidade Infantil/1000 hab. Leitos/1000 hab.

0,00

5,00

10,00

15,00

20,00

25,00

22,78

2,17

Observatório Socioeconômico

Dados sobre a Saúde

Fonte: Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES, 2011. Departamento de Atenção Básica – DAB/Atenção Básica e a Saúde da Família. 

Os  princípios  fundamentais  da  atenção  básica  no  Brasil  são:  integralidade,  qualidade,  equidade  e  participação  social. Mediante  a  adstrição  de  clientela,  as  equipes  Saúde  da  Família  estabelecem  vínculo  com  a  população,  possibilitando  o compromisso e a co­responsabilidade destes profissionais com os usuários e a comunidade. Seu desafio é o de ampliar suas fronteiras  de  atuação  visando  uma  maior  resolubilidade  da  atenção,  onde  a  Saúde  da  Família  é  compreendida  como  a estratégia  principal  para mudança deste  modelo,  que deverá  sempre  se  integrar  a  todo o  contexto de  reorganização do sistema de saúde.

Equipe Saúde da Família – ESF Agentes – ESF Agente de Endemias

0

5

10

15

20

25

30

35

5

31

19

Observatório Socioeconômico

Saneamento

Energia

Fonte: Banco de Dados do Estado de Pernambuco – BDE/Perfil Municipal, 2010; Ministério da Saúde – MS/DATASUS, 2011.

Água Rede Pública

Água Poço Particular

0 1.000 2.000 3.000 4.000

3.176

468

Domicílios

Lixo Coletado

Lixo Queimado/Enterrado

Lixo Céu aberto

0 500 1.000 1.500 2.000 2.500 3.000

2.562

559

1.852

Domicílios

Casa de Tijolo

Casa de Taipa

Casa de Madeira

0 1.000 2.000 3.000 4.000

3.549

527

4

Quantidade

Domicílios com Energia (Qtd)

Consumo Energia (Mw/h)

0 5.000 10.000 15.000 20.000

4.750

16.685

Observatório Socioeconômico

Pontos TurísticosNossa Senhora do PatrocínioO conjunto arquitetônico das igrejas do final do século XIX, como a de Nossa Senhora do Patrocínio e do Menino Jesus de Praga, que possui 800 metros quadrados, integram o vistoso sítio histórico da cidade.

Antigas Rodas D'águaO  município,  ao  longo  do  Rio  São  Francisco,  possuiu  6  Rodas  D'água  do  início  do  século.  Elas  eram  utilizadas  para irrigação. Passeio de Catamarã ­ Rio São FranciscoSituado às margens do rio São Francisco, o município tem como principais atrativos os passeios de barco e catamarã, que têm como fim de percurso a ilha fluvial de Caxaiú, propícia para banho e lazer.

Fonte: Sítio feriastur. Disponível em http://www.ferias.tur.br. Acesso em 08 de agosto de 2012.

Observatório Socioeconômico

Arranjos Produtivos Locais (APL)Arranjos Produtivos Locais (APL) são aglomerações de empresas, localizadas em um mesmo território, que apresentam especialização produtiva e mantêm vínculo de articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre si e com outros agentes locais, tais como: governo, associações empresariais, instituições financeiras, ensino e pesquisa. Um APL deve ter a seguinte caracterização: a) Ter um número significativo de empreendimentos no território e de indivíduos que atuam em torno de uma atividade produtiva predominante e b) Compartilhar formas percebidas de cooperação e algum mecanismo de governança. Pode incluir pequenas, médias e grandes empresas. (MDS, 2012)

➔ Setor Primário: Piscicultura, aquicultura.

Desenvolvimento Regional Sustentável (DRS)➔ Cultura do arroz: 132 beneficiários.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome – MDS/Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação – SAGI, 2011.

Referências

   AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS (ANA). Atlas de Abastecimento Urbano de Água. Brasília, 2010.

______. Sistema Nacional de Informações sobre Recursos Hídricos. Brasília, 2010.

AGÊNCIA PERNAMBUCANA DE ÁGUAS E CLIMA (APAC). Climatologia da Precipitação. Recife, 2012.

______. Boletim Pluviométrico 2011.

BANCO CENTRAL DO BRASIL (BCB). Sistema de Informações do Banco Central (SISBACEN): Séries Históricas 2011.

BANCO DE DADOS DO ESTADO DE PERNAMBUCO (BDE). Perfil do Municípios 2011. Recife, 2012.

BANCO DE DADOS SIDRA. IBGE, 2011.

CADASTRO NACIONAL DE ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE (CNES). CNESNet 2012.

COMPANHIA DE PESQUISA DE RECURSOS MINERAIS (CPRM). Recursos Hídricos Subterrâneos 2011. Brasília, 2012.

______. Serviço Geológico do Brasil: Recursos Minerais 2010.

DEPARTAMENTO DE TRÂNSITO DE PERNAMBUCO (DETRAN­PE): Frota de veículos segundo município. Recife, 2012.

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (FIRJAN). Índice FIRJAN de Desenvolvimento Muni­

cipal (IFDM) 2009. Rio de Janeiro, 2011.

GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO – AGÊNCIA ESTADUAL DE PLANEJAMENTO E PESQUISAS, 2010.

Observatório Socioeconômico

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Cadastro Nacional de Empresas: 2011. Brasília, 2012.

______. Cadastro Nacional das Empresas 2011. IBGE 2012.

______. Censo Demográfico: 2010. IBGE, 2012.

______. Produção Agrícola Municipal, 2010. IBGE, 2012.

______. Produto Interno Bruto Municipal 2009. IBGE 2011.

______. Produção da Pecuária Municipal 2010. IBGE 2011.

______. Séries Estatísticas & Históricas 2011. IBGE 2012.

INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA (INEP). Sinopses Estatísticas 2011.

INSTITUTO DE PESQUISAS ECONÔMICAS APLICADAS (IPEA). Ipeadata social, 2000.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (MEC). Cadastro da Educação Superior e­MEC. Brasília, 2012.

______. Censo Educacional 2009.

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR/Balança Comercial Brasileira, 2011. 

MINISTÉRIO DA SAÚDE (MS). Banco de Dados do Sistema Único de Saúde. Brasília, 2012.

______. Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA) 2011.

______. Sistema de Informações da Atenção Básica (SIAB) 2011.

______. Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) 2011. 

Observatório Socioeconômico

______. Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) 2011. 

______. Sistema de Informações Hospitalares (SIH) 2011.

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME (MDS). Cadastro Único 2011.

______. Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação – SAGI, 2011. 

______. Relatório de Informações Sociais 2011.

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO (MTE). Cadastro Geral de Empregados e Desempregados 2010. Brasília, 2012.

OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO (ODM). Portal ODM: Sistema de Indicadores Municipais 2010.

PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO – PNUD. Atlas do Desenvolvimento Humano, 2000. 

SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL (STN). Indicadores Fiscais e de Endividamento 2011. Brasília, 2012.

SERVIÇO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS – SEBRAE. Empreendedores Individuais, 2011.

SÍTIO FERIASTUR. Disponível em http://www.ferias.tur.br. Acesso em 08 de agosto de 2012.

SÍTIO PERNAMBUCO IMORTAL. Disponível em http://pernambucoimortal.com. Acesso em 07 de agosto de 2012.

SÍTIO PERNAMBUCO DE A­Z. Disponível em http://www.pe­az.com.br. Acesso em 07 de agosto de 2012.

SÍTIO VIAJANDO TODO O BRASIL. Disponível em http://www.viajandotodoobrasil.com.br. Acesso em 07 de agosto de 2012.

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE PERNAMBUCO (TRE­PE). Cadastro de Eleitores 2011.

UNIÃO VEREADORES DE PERNAMBUCO – UVP. Disponível em http://www.uvp.com.br. Acesso em 07 de agosto de 2012.

Observatório Socioeconômico

Observatório Socioeconômico

Obrigado pela visita!

carlos.fabiano@ifsertao­pe.edu.br

observatorio@ifsertao­pe.edu.br