Avaliação de polimorfismos do gene SLC40A1 em ... 1. 1 2. 1 3. 1 4. 1 5. 1 6. 1 7. 1...

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  • Jerenice Esdras Ferreira

    Avaliação de polimorfismos do gene SLC40A1 em pacientes

    com Hemocromatose Hereditária e Adquirida

    Dissertação apresentada ao Instituto de Medicina Tropical de São Paulo da Universidade de São Paulo para obtenção do título de Mestre em Ciências.

    Área de concentração: Doenças Tropicais e Saúde Internacional

    Orientadora: Profa. Dra. Ester Cerdeira Sabino

    São Paulo

    2015

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    Ficha catalográfica

    Preparada pela Biblioteca do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo da

    Universidade de São Paulo © Reprodução autorizada pelo autor

    Ferreira, Jerenice Esdras

    Avaliação de polimorfismos do gene SLC40A1 em pacientes com hemocromatose hereditária e adquirida / Jerenice Esdras Ferreira. – São Paulo, 2015.

    Dissertação (Mestrado) – Instituto de Medicina Tropical de São Paulo da Universidade de São Paulo, para obtenção do título de Mestre em Ciências

    Área de concentração: Doenças Tropicais e Saúde Internacional Orientadora: Ester Cerdeira Sabino

    Descritores: 1. HEMOCROMATOSE. 2. MUTAÇÃO. 3. POLIMORFISMO. 4. METABOLISMO – ALTERAÇÃO. 5. FERRO. 6. PROTEÍNAS.

    USP/IMTSP/BIB-05/2015.

  • DEDICATÓRIA

    Ao Senhor meu Deus e meu Pai,

    Senhor, eu Te agradeço por tudo que tens me proporcionado: pela vida, a alegria de viver a força em todos os momentos difíceis, os dons, a minha família.

    Aos meus pais,

    que graças à dedicação, ao apoio e ao amor demostrados, estou conquistando esse sonho. Não há palavras para exprimir o meu eterno agradecimento, vocês são o melhor da minha vida. Mãe você é minha fortaleza.

    À minha irmã Suzete C Ferreira S Lombardi,

    pelo companheirismo, apoio incondicional e incentivo em todos os momentos da minha vida. Obrigada por acreditar em mim, mesmo quando eu não acreditava.

    Aos meus irmãos, pela amizade e que acompanharam a realização desse sonho. Aos meus sobrinhos e sobrinhas, que são importantes na minha vida, pois os considero como meus “filhos postiços”.

    Ao meu cunhado, cunhadas, por participarem desse momento tão importante. Aos meus amigos e professores, que me incentivaram e colaboraram em todas as etapas desse trabalho.

  • AGRADECIMENTOS

    À Professora Dra. Ester Cerdeira Sabino, que aceitou ser minha orientadora,

    que me recebeu, me integrou à sua equipe de pesquisa. Os seus ensinamentos,

    seu apoio, paciência e compreensão, foram fundamentais para o êxito desse

    trabalho. Por tudo, gostaria de expressar a minha sincera gratidão.

    Ao Professor Dr. César de Almeida Neto, gostaria de expressar a minha

    sincera gratidão, pelos seus ensinamentos, apoio, disponibilidade para

    esclarecimentos teóricos durante a realização dessa dissertação.

    Ao Dr. Alfredo Mendrone Júnior, Diretor Técnico da Fundação Pró-Sangue,

    por ter proporcionado a realização desse estudo, pelo apoio, colaboração e

    compreensão.

    Ao Professor Dr. José Eduardo Levi, pelo apoio e colaboração nas

    sugestões do trabalho.

    A Sra Nanci Alves Salles, chefe da Divisão de Sorologia da Fundação Pró-

    Sangue Hemocentro de São Paulo, pelo apoio e colaboração.

    A todos os funcionários da Fundação Pró-Sangue Hemocentro de São

    Paulo, pelo apoio e colaboração.

    A minha querida amiga, minha irmã, Suzete, que é uma maravilhosa

    profissional, pelo apoio, motivação, incentivo e compreensão, e me ensinou cada

    etapa para poder realizar esse trabalho.

    As minhas queridas amigas Eliane Margareth P Carneiro, do Instituto Adolfo

    Lutz, Anna Shoko Niyshia e Cecília Salete, da Fundação Pró-Sangue Hemocentro

    de São Paulo, pelo apoio, motivação, companheirismo durante a realização desse

    estudo.

  • A minha diretora do Instituto Adolfo Lutz, Raimunda Telma de Macedo

    Santos pelo apoio e compreensão.

    A Dra Sandra Gualandro e Dr Guilherme Fonseca do ambulatório de

    Hematologia do Hospital das Clínicas da FMUSP pelo apoio e disponibilizar os

    pacientes para a realização desse estudo.

    Aos pacientes do ambulatório de Hematologia do Hospital das Clínicas da

    FMUSP, pela confiança em participarem desse estudo.

  • “A ciência nunca resolve um problema sem criar pelo menos outros dez”.

    George Bernard Shaw

  • “Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota”.

    Madre Teresa de Calcutá

  • RESUMO

    Ferreira JE. Avaliação de polimorfismos do gene SLC40A1 em pacientes com Hemocromatose Hereditária e Adquirida. (dissertação). São Paulo: Instituto de Medicina Tropical de São Paulo da Universidade de São Paulo; 2015.

    A hemocromatose é uma desordem caracterizada por armazenamento alterado de ferro em órgãos vitais. A hemocromatose hereditária pode ser causada por mutações nos genes HFE, SLC40A1, HAMP, HJV e TfR2. A forma adquirida da doença pode ser ocasionada por sobrecarga de ferro, alcoolismo, infecção pelo vírus da hepatite C, anemias hemolíticas e doença hepática crônica. O objetivo deste estudo foi descrever as variantes do gene SLC401 em uma série de casos de pacientes em seguimento no ambulatório de Hematologia do Hospital das Clínicas da FMUSP com hemocromatose hereditária e adquirida e verificar se estas variantes poderiam estar associadas a um pior quadro de hemocromatose. No período de 2008 a 2011 foram coletadas 54 amostras de pacientes com diagnóstico prévio de hemocromatose, acompanhados no ambulatório de anemias do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Os pacientes foram separados, de acordo com a suspeita clínica, em dois grupos: 38 pacientes com Hemocromatose Hereditária e 16 pacientes com Hemocromatose Adquirida. O DNA foi extraído de sangue periférico pelo kit Qiamp Blood, e as amplificações dos exomas descrito por Wakusawa (2005). As reações de sequenciamento foram realizadas no aparelho AB 3130 e as sequências do gene editadas, alinhadas no programa Sequencer e comparadas com GenBank. Os pacientes com hemocromatose hereditária e adquirida (secundária) apresentaram uma frequência acima de 45% entre a faixa etária de 40 a 60 anos, mostrando uma sobrecarga de ferro mais tardia. O gênero masculino apresentou maior frequência em ambos os grupos (superior a 60%), já em relação à etnia/cor da pele, mais de 80% eram brancos. No diagnóstico laboratorial de ferritina, ferro, CTLF e IST dos pacientes com hemocromatose hereditária e adquirida (secundária) mostra que não houve diferenças significativas. As mutações no gene HFE nos pacientes com hemocromatose hereditária foram C282Y homozigose (21%) e na adquirida (secundária) H63D heterozigose (25%). Entre as mutações do gene HFE, não houve diferença estatística significativa nos grupos. A mutação foi identificada no éxon 3 do gene SLC40A1, no códon 80, descrita p.I80L (c.586C>A). No éxon 4 do gene SLC40A1 foram identificados 3 polimorfismos com a substituição de um nucleotídeo nas posições: c. A630G (190437579), c.648A>G (190437597), c.738Y>C (190437688). Já no éxon 6 foram identificados dois polimorfismos c.1014C>T (190430229) e c.1014Y>T (190430229). As mutações encontradas no gene HFE e SLC40A1 estão associadas com a sobrecarga férrica caracterizando a hemocromatose hereditária. Os polimorfismos encontrados no gene SLC40A1 foram identificados nos pacientes com hemocromatose hereditária e adquirida (secundária) numa frequência de 50%, semelhante aos doadores de sangue, sugerindo que este polimorfismo provavelmente não contribui para o desenvolvimento da doença.

    Descritores: Hemocromatose. Mutação. Polimorfismo. Distúrbios do Metabolismo.

    Sobrecarga de Ferro. Proteínas ligantes de ferro.

  • ABSTRACT

    Ferreira JE. Polymorphisms evaluation of SLC40A1 gene in patients with Hereditary Hemochromatosis and Acquired. (dissertation). São Paulo: Instituto de Medicina Tropical de São Paulo da Universidade de São Paulo; 2015.

    Hemochromatosis is a disorder characterized by altered storage iron in vital organs. Hereditary hemochromatosis can be caused by mutations in the HFE gene, SLC40A1, HAMP, and HVJ TFR2. The acquired form of the disease can be caused by iron overload, alcoholism, infection by the hepatitis C virus, hemolytic anemias and chronic liver disease. The objective of this study was to describe variants of the SLC401 gene in a number of cases of patients being followed at hematology clinic Hospital das Clínicas FMUSP with hereditary hemochromatosis and acquired and verify that these variants could be associated with a worse hemochromatosis frame. In the period 2008 to 2011 were collected 54 samples from patients previously diagnosed with hemochromatosis, anemia accompanied the clinic of the