COMUNIDADES VIRTUAIS partilhar e construir processos de ... · PDF file –Comunidades...

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Comunidades Virtuais Fernando Albuquerque CostaUNIVERSIDADE DE LISBOA

COMUNIDADES VIRTUAIS partilhar e construir

processos de aprendizagem

Fernando Albuquerque CostaUNIVERSIDADE DE LISBOA

[email protected]

http://aprendercom.org/miragens/

Rede de Centros de Recursos em ConhecimentoEncontro Nacional | Coimbra | 16 de Abril de 2009

Comunidades Virtuais Fernando Albuquerque CostaUNIVERSIDADE DE LISBOA

@ tpicos

Introduo

Noes bsicas

Perspectivas tericas

Objectos de estudo

Tipos de comunidades

Papel da tecnologia

Sobre a problemtica das

Comunidades Virtuais (CVs)

Alguns dados sobre um estudo exploratrio

Sntese

Comunidades Virtuais Fernando Albuquerque CostaUNIVERSIDADE DE LISBOA

Conceito de Comunidade [email protected] Introduo

COMUNIDADE

APRENDIZAGEM

PRTICA

VIRTUAL

TECNOLOGIA

?

http://www.fpce.ul.pt/pessoal/ulfpcost/c/http://images.google.com/imgres?imgurl=http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/olho%2520verde.jpg&imgrefurl=http://meuslivros.weblog.com.pt/&h=239&w=320&sz=14&tbnid=5grQJm86pQb_EM:&tbnh=88&tbnw=118&prev=/images%3Fq%3Dolhos%26um%3D1&start=2&sa=X&oi=images&ct=image&cd=2http://www.fpce.ul.pt/pessoal/ulfpcost/c/http://images.google.com/imgres?imgurl=http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/olho%2520verde.jpg&imgrefurl=http://meuslivros.weblog.com.pt/&h=239&w=320&sz=14&tbnid=5grQJm86pQb_EM:&tbnh=88&tbnw=118&prev=/images%3Fq%3Dolhos%26um%3D1&start=2&sa=X&oi=images&ct=image&cd=2http://www.fpce.ul.pt/pessoal/ulfpcost/c/

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Comunidades Virtuais Fernando Albuquerque CostaUNIVERSIDADE DE LISBOA

Conceito de Comunidade [email protected] Introduo

Coisa nova?

Uma moda mais?

Valer a pena?

O que implica?

Comunidades Virtuais Fernando Albuquerque CostaUNIVERSIDADE DE LISBOA

Conceito de Comunidade [email protected] Introduo

Comunidades virtuais so agregados sociais que surgem na Rede, quando uma quantidade suficiente de gente leva adiante discusses pblicas durante um tempo suficiente, com suficientes sentimentos humanos, para formar redes de relaes pessoais no espao ciberntico .

[RHEINGOLD, 1994]

Comunidades Virtuais Fernando Albuquerque CostaUNIVERSIDADE DE LISBOA

Conceito de Comunidade [email protected] Introduo

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Comunidades Virtuais Fernando Albuquerque CostaUNIVERSIDADE DE LISBOA

[email protected] Introduo

Potencial da Internet (rede > Web 2.0)

Oportunidades de aprendizagem alternativas

Oferta crescente (formao profissional + escola)

rea de investigao recente (ultrapassada mesmo pela praxis)

Comunidades Virtuais Fernando Albuquerque CostaUNIVERSIDADE DE LISBOA

[email protected] Introduo

Revoluo no processo como trabalhamos, pensamos, construmos o conhecimento

Preocupaes em torno do modo como os novos ambientes devem ser estruturados

Melhorar as experincias de ensino e aprendizagem que a ocorrem

Melhorar as prticas

Comunidades Virtuais Fernando Albuquerque CostaUNIVERSIDADE DE LISBOA

alcance do termo [email protected] Noes bsicas

Ambiguidade semntica, diversidade de concretizaes: Comunidade vs. Associao

Quasi-comunidades

Comunidades imaginadas

Comunidades de prtica

Ambientes de aprendizagem virtuais

Redes sociais (Myspace, Orkut, Hi5, Facebook)

Termo associado a formas primitivas de organizao social (reciprocidade, objectivos comuns)

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Comunidades Virtuais Fernando Albuquerque CostaUNIVERSIDADE DE LISBOA

alcance do termo [email protected] Noes bsicas

Alta

coeso

Baixa

coeso

DbilIntencionalidade do agrupamento

Vn

cu

lo S

ocia

l

Comunidade de prtica

Comunidade de aprendizes

Comunidade de interesse guiada por objectivos

Comunidade de interesse

[HENRI & PUDELKO, 2003]

Forte

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Definio de [email protected] Noes bsicas

Group of people who share concern and passion about something that they do and interact on a regular basis to learn

how to make it in a better way.

[WENGER, 1998]

Comunidades Virtuais Fernando Albuquerque CostaUNIVERSIDADE DE LISBOA

Definio de [email protected] Noes bsicas

Prticas comuns

Interesses similares

Mesmas ferramentas

Mesma linguagem

Visando objectivos

concretos

Informalidade

Contextualidade

Contributo de cada um

para a comunidade

Interdependncia mtua

Oportunidades para

interactuar e participar

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Comunidades Virtuais Fernando Albuquerque CostaUNIVERSIDADE DE LISBOA

Exemplos de [email protected] Noes bsicas

http://tappedin.org/http://www.learningtimes.org/

http://www.learningtown.com/

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Interesse das [email protected] Noes bsicas

Communities of practice enable practitioners to take collective responsibility for managing the knowledge they need, recognizing that, given the proper structure, they are in the best position to do this.

Communities among practitioners create a direct link between learning and performance, because the same people participate in communities of practice and in teams and business units.

Practitioners can address the tacit and dynamic aspects of knowledge creation and sharing, as well as the more explicit aspects.

Communities are not limited by formal structures: they create connections among people across organizational and geographic boundaries.

[WENGER, 1998]

Comunidades Virtuais Fernando Albuquerque CostaUNIVERSIDADE DE LISBOA

[email protected] Perspectivas tericas

CA

SOCIOCONSTRUTIVISMO

INTERACO

SOCIAL

APRENDIZAGEM

SITUADA

COGNIO

DISTRIBUDA

APRENDIZAGEM

EM REDEAMBIENTES

VIRTUAIS

WEB 2.0

Mediao cultural

(Vigotsky)

Self-Efficacy

(Bandura)

Interaco

(Moore&Muirhead)

Presena social

(Garrison)

Comunidades de Prtica

(Wenger)

Distribuio material

(Pea&Lave)

Distribuio social

(Cole&Engstrom)

Computer Supported

Collaborative Learning

Comunidades de Prtica em rede

Redes Sociais

Klowledge construction

User generated content (Wikis)

Reflection on concious thought (Blogs)

Student Centered learning (Podcasts)

Virtual learning spaces (2nd life) (Adaptado de ISAAC, 2007)

http://www.fpce.ul.pt/pessoal/ulfpcost/c/http://tappedin.org/http://www.learningtimes.org/http://www.learningtown.com/http://www.fpce.ul.pt/pessoal/ulfpcost/c/http://www.fpce.ul.pt/pessoal/ulfpcost/c/

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Comunidades Virtuais Fernando Albuquerque CostaUNIVERSIDADE DE LISBOA

[email protected] Perspectivas tericas

Todas estas perspectivas supem uma mudana na ideia do que significa aprender

CoP mais perto da aprendizagem natural

Enfatizando as relaes no mundo do trabalho e na vida quotidiana

Contributo decisivo para o pensamento sobre a prpria utilizao da Internet

mudana

aprendizagem natural

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O que est em [email protected] Objectos de estudo

[GARRISON & ANDERSON, 1998]

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AMBIENTE(Contexto social,

sistema de gesto daaprendizagem, suporte)

CONTUDO(Tpicos, recursos,

materiais)

o que est em [email protected] Objectos de estudo

OBJECTIVOS(Propsitos, tipo de aquisies)

FORMANDOConhecimentos prvios,

preferncias, competncias de aprendizagem)

(Adaptado de FRICKE, 1995)

Aquisio

Intercmbio, dilogo

Criao

Aprender a participar

Aprender a aprender

Auto-regulao

Aprender a moderar

Comunicao

Discusso

Seleco e organizao

da informao

Orientao

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Comunidades Virtuais Fernando Albuquerque CostaUNIVERSIDADE DE LISBOA

propsitos, [email protected] Tipos de comunidades

Orientada para o

contedo

Qualidade dos contedos

Cenrios individualizados

Cursos de formao

Auto-regulao

No necessita presencial

Orientada para as

necessidades

Orientada para osresultados

Orientada para oprocesso

individualista

pragmtico

independente

vanguardista

Oferta individualizada

Apoio pontual do tutor

Necessidade de orientao

Personalizao de

ambiente

Didctica especfica

Pouca necessidade de

individualizao

Integrao da aprendizagem com o trabalho

Pouca necessidade de