Cronograma interven§£o hist 7 ano

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  • 1. Escola Estadual Dr Joaquim Vilela Disciplina: Histria Professora: Claudia Rodrigues Costa dos Santos Turma: 7 ano Turno: Vespertino Ano: 2013 CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES DE INTERVENO PEDAGGICA Atividades abaixo* AGOSTO DATA HABILIDADE(S) ATIVIDADES 2SEM D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D10 Distinguir um fato da opinio relativa a esse fato Tpico 9. A agromanufatura do acar e a escravido 9.1. Analisar e compreender o processo de implantao da agromanufatura do acar no Nordeste brasileiro em conexo com o trfico de escravos e a fixao dos portugueses no territrio brasileiro. Aula expositiva dialogada sobre o tema. 3SEM D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D10 Distinguir um fato da opinio relativa a esse fato Tpico 9. A agromanufatura do acar e a escravido 9.1. Analisar e compreender o processo de implantao da agromanufatura do acar no Nordeste brasileiro em conexo com o trfico de escravos e a fixao dos portugueses no territrio brasileiro. Interpretao de textos, exposio de ideias dos alunos, produo de texto individual e coletiva (professor vai escrevendo no quadro as ideias dos alunos e mediando a produo) 4eSEM D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D10 Distinguir um fato da opinio relativa a esse fato Tpico 9. A agromanufatura do acar e a escravido 9.1. Analisar e compreender o processo de implantao da agromanufatura do acar no Nordeste brasileiro em conexo com o trfico de escravos e a fixao dos portugueses no territrio brasileiro. Consolidar com a prova das informaes (ler os textos e retirar informaes importantes) SETEMBRO DA TA HABILIDADE(S) ATIVIDADES 1SEM D2 Localizar informaes explcitas em um texto. Tpico 9. A agromanufatura do acar e a escravido Responder cruzadinha sobre a agromanufatura do acar. 2SEMANA D2 Localizar informaes explcitas em um texto. Tpico 9. A agromanufatura do acar e a escravido Atividade com lacunas, descobrir o caminhe e cruzadinha sobre as economias brasileiras e cultura negra.

2. 3SEMANA D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D10 Distinguir um fato da opinio relativa a esse fato. D6 Identificar o gnero de um texto. D20 Reconhecer diferentes formas de abordar uma informao ao comparar textos que tratam do mesmo tema. Tpico 9. A agromanufatura do acar e a escravido Bingo para consolidao do tema. 4SEM D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D10 Distinguir um fato da opinio relativa a esse fato. D6 Identificar o gnero de um texto. . Tpico 9. A agromanufatura do acar e a escravido Analise de grficos e imagens e produo de texto como avaliao final. OUTUBRO DATA HABILIDADE(S) ATIVIDADES 1SEM D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D10 Distinguir um fato da opinio relativa a esse fato. D6 Identificar o gnero de um texto. Top comp IV. As misses no Sul e delimitao do territrio brasileiro Analisar as disputas sobre o territrio sul-americano entre Portugal e outras potncias europeias no sculo XVIII por meio dos principais tratados do perodo. Analise de charges, mapas e textos sobre as misses. 2SEMANA D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D10 Distinguir um fato da opinio relativa a esse fato. D6 Identificar o gnero de um texto. Top comp IV. As misses no Sul e delimitao do territrio brasileiro Analisar as disputas sobre o territrio sul-americano entre Portugal e outras potncias europeias no sculo XVIII por meio dos principais tratados do perodo.. - Criao de uma noticia em tom jornalstico sobre a disputa territorial no Brasil - Coelhinho sai da toca para consolidar 3. MATRIZ DE REFERNCIA (DESCRITORES) I - PROCEDIMENTOS DE LEITURA D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D10 Distinguir um fato da opinio relativa a esse fato. II IMPLICAES DO SUPORTE, DO GNERO E/OU DO ENUNCIADOR NA COMPREENSO DO TEXTO D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no-verbal. III RELAO ENTRE TEXTOS D18 Reconhecer posies distintas entre duas ou mais opinies relativas ao mesmo fato ou ao mesmo tema. D20 Reconhecer diferentes formas de abordar uma informao ao comparar textos que tratam do mesmo tema. IV COERNCIA E COESO NO PROCESSAMENTO DO TEXTO D11 Reconhecer relaes lgico-discursivas presentes no texto, marcadas por conjunes, advrbios, etc. D12 Estabelecer a relao causa/consequncia entre partes e elementos do texto. D15 Estabelecer a relaes entre partes de um texto , identificando repeties ou substituies que contribuem para sua continuidade. D16 Estabelecer a relaes entre partes de um texto a partir de mecanismos de concordncia verbal e nominal. D19 Identificar o conflito gerador do enredo e os elementos que compem a narrativa. D14 Identificar a tese de um texto. D26 Estabelecer relaes entre a tese e os argumentos oferecidos para sustent-la. D27 Diferenciar as partes principais das secundrias em um texto. V RELAES ENTRE RECURSOS EXPRESSIVOS E EFEITOS DE SENTIDO D23 Identificar efeitos de ironia ou humor em textos. D28 Reconhecer o efeito de sentido decorrente da escolha de uma determinada palavra ou expresso. D21 Reconhecer o efeito de sentido decorrente do uso de pontuao e de outras notaes. D25 Reconhecer o efeito de sentido decorrente do uso de recursos ortogrficos e morfossintticos. VI VARIAO LINGSTICA D13 Identificar marcas lingusticas que evidenciam o locutor e o interlocutor de um texto. 4. O escravo no era cidado, pois no possua direitos civis bsicos. Aqueles que conseguiam a liberdade no encontravam em seu ambiente condies para o exerccio de direitos civis e polticos e acabavam, em sua maioria, por depender dos grandes proprietrios para morar, trabalhar e para se defender do poder do estado e dos senhores de terras. Aps a abolio no houve uma poltica de incorporao da populao escrava na sociedade. Muitos acabaram regressando para as fazendas para retomar o trabalho por baixos salrios. Outros se dirigiram cidade onde foram compor a grande parcela da populao sem emprego fixo. Essa herana histrica ainda percebida em nossa sociedade. Nas palavras de Jos Murilo de Carvalho: As consequncias disso foram duradouras para a populao negra. At hoje essa populao ocupa posio inferior em todos os indicadores de qualidade de vida. a parcela menos educada da populao, com os empregos menos qualificados, os piores salrios, os piores ndices de ascenso social (CARVALHO, Jos Murilo. Cidadania no Brasil: o longo caminho. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2001.p. 52.). D1- Qual o assunto do texto? D2- De acordo com o texto, por que o escravo no era considerado um cidado? D2- O que aconteceu com muitos escravos depois da abolio? D3- Quais so as consequncias de uma histria de escravido para a populao negra? D2- Que manifestao de cidadania aparece na imagem acima? O incentivo produo aucareira na colnia esteve ligado aos perigos enfrentados por Portugal de perder suas possesses americanas devido concorrncia com outras naes europeias pelo domnio destas terras, o que gerou a necessidade de povo- las. Certo de que era preciso iniciar um processo de ocupao da colnia americana e, no tendo encontrado metais preciosos nos solos coloniais, Portugal precisou escolher um produto para ser cultivado que lhe garantisse lucros. A escolha do acar no foi aleatria. Esse era um produto de luxo, alcanava altos preos no mercado europeu e apresentava boas perspectivas de ganho para Portugal, que inclusive j realizava este tipo de atividade em algumas ilhas prximas costa africana. A produo aucareira assentou-se sobre a grande propriedade e sobre o trabalho escravo e estava voltada para o mercado externo. A relao entre grande propriedade, monocultura e trabalho escravo pode ser entendida como resultado do objetivo metropolitano de garantir lucros com as novas terras conquistadas. A produo em larga escala de apenas um produto garantia maior rentabilidade coroa. O trabalho escravo foi inserido, nesse contexto, devido realidade da existncia e disponibilidade de grandes extenses de terra na Amrica Portuguesa. Sendo a terra livre, era necessrio que a mo-de-obra fosse cativa. O ndio foi inicialmente utilizado, mas a crescente escassez desse tipo de mo-de-obra gerou a necessidade de substitu-la. A importao de escravos africanos foi a soluo mais adequada, visto que j havia uma estruturao do trfico negreiro. O engenho era uma unidade de produo complexa. A mo-de-obra escrava no era a nica utilizada. A empresa do acar no envolvia apenas senhores e escravos. Ela abrigava um grupo diversificado de trabalhadores especializados e agregados, que orbitavam em suas franjas, prestando ao senhor de terras, seus servios. Eram mestres de acar, purgadores, caixeiros, calafates, caldeireiros, carpinteiros, pedreiros, barqueiros, entre outros (PRIORE, Mary Del,VENNCIO, Renato Pinto. ATIVIDADES D3- Por que os portugueses tiveram que se mudar para o Brasil? D2- Por que os portugueses escolheram a cana de acar para ser p