D6 (9 ano l.p.)

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D6 (9 Ano - L.P - BLOG do Prof. Warles).doc.docx

D6 -Identificar o tema de um texto.

(Prova Brasil).Leia o texto abaixo:

O ouro da biotecnologia

At os bebs sabem que o patrimnio natural do Brasil imenso. Regies como a Amaznia, o Pantanal e a Mata Atlntica - ou o que restou dela - so invejadas no mundo todo por sua biodiversidade. At mesmo ecossistemas como o do cerrado e o da caatinga tm mais riqueza de fauna e flora do que se costuma pensar. A quantidade de gua doce, madeira, minrios e outros bens naturais amplamente citada nas escolas, nos jornais e nas conversas. O problema que tal exaltao ufanista (Abenoado por Deus e bonito por natureza) diretamente proporcional desateno e ao desconhecimento que ainda vigoram sobre essas riquezas. Estamos entrando numa era em que, muito mais do que nos tempos coloniais (quando pau-brasil, ouro, borracha etc. eram levados em estado bruto para a Europa), a explorao comercial da natureza deu um salto de intensidade e refinamento. Essa revoluo tem um nome: biotecnologia. Com ela, a Amaznia, por exemplo, deixar em breve de ser uma enorme fonte potencial de alimentos, cosmticos, remdios e outros subprodutos: ela o ser de fato - e de forma sustentvel. Outro exemplo: os crditos de carbono, que tero de ser comprados do Brasil por pases que poluem mais do que podem, podero significar forte entrada de divisas. Com sua pesquisa cientfica carente, idefinio quanto legislao e dificuldades nas questes de patenteamento, o Brasil no consegue transformar essa riqueza natural em riqueza financeira. Diversos produtos autctones, como o cupuau, j foram registrados por estrangeiros - que nos obrigaro a pagar pelo uso de um bem original daqui, caso queiramos (e saibamos) produzir algo em escala com ele. Alm disso, a biopirataria segue crescente. At mesmo os ndios deixam que plantas e animais sejam levados ilegalmente para o exterior, onde provavelmente sero vendidos a peso de ouro. Resumo da questo: ou o Brasil acorda para a nova realidade econmica global, ou continuar perdendo dinheiro como fruta no cho.Uma frase que resume a idia principal do texto :

(A) A amaznia deixar de ser fonte potencial de alimentos. (B) O Brasil no transforma riqueza natural em financeira. (C) Os ndios deixam animais e plantas serem levados. (D) Os estrangeiros registraram diversos produtos.

------------------------------------------------------------(Prova Brasil). Leia o texto abaixo:Vnculos, As Equaes da Matemtica da Vida.

Quando voc forma um vnculo com algum, formauma aliana. No toa que o uso de alianas um dos smbolos mais antigos e universais do casamento. O crculo d a noo de ligao, de fluxo, de continuidade. Quando se forma um vnculo, a energia flui. E o vnculo s se mantm vivo se essa energia continuar fluindo. Essa aidia de mutualidade, de troca.Nessa caminhada da vida, ora andamos de mos dadas,em sintonia, deixando a energia fluir, ora nos distanciamos. Desvios sempre existem. Podemos nos perder em um deles e nos reencontrar logo adiante. A busca permanente.O que no se pode ficar constantemente fora de sintonia.Antigamente, dizia-se que as pessoas procuravam secompletar atravs do outro, buscando sua metade no mundo. A equao era: 1/2 + 1/2 = 1."Para eu ser feliz para sempre na vida, tenho que ser ametade do outro." Naquela loteria do casamento, tirar asorte grande era achar a sua cara-metade.Com o passar do tempo, as pessoas foram desenvolvendo um sentido de individualizao maior e a equaomudou. Ficou: 1 + 1 = 1."Eu tenho que ser eu, uma pessoa inteira, com todas asminhas qualidades, meus defeitos, minhas limitaes. Vouformar uma unidade com meu companheiro, que tambm um ser inteiro." Mas depois que esses dois seres inteiros se encontravam, era comum fundirem-se, ficarem grudadosnum casamento fechado, tradicional. Anulavam-semutuamente.Com a revoluo sexual e os movimentos de libertao feminina, o processo de individuao que vinha acontecendo se radicalizou. E a equao mudou de novo: 1 + 1= 1 + 1.Era o "cada um na sua". "Eu tenho que resolver os meusproblemas, cuidar da minha prpria vida. Voc deve fazer o mesmo. Na minha independncia total e autossuficinciaabsoluta, caso com voc, que tambm assim." Em nome dessa independncia, no entanto, faltou sintonia,cumplicidade e compromisso afetivo. a segunda crise docasamento que acompanhamos nas dcadas de 70 e 80. Atualmente, aps todas essas experincias, eu sinto aspessoas procurando outro tipo de equao: 1 + 1 = 3.Para a aritmtica ela pode no ter lgica, mas faz sentidodo ponto de vista emocional e existencial. Existemvoc, eu e a nossa relao. O vnculo entre ns algo diferente de uma simples somatria de ns dois. Nessa propostade casamento, o que meu meu, o que seu seue o que nosso nosso.Talvez a esteja a grande mgica que hoje buscamos,a de preservar a individualidade sem destruir o vnculo afetivo. Tenho que preservar o meu eu, meu processo de descoberta, realizao e crescimento, sem destruir a relao. Por outro lado, tenho que preservar o vnculo semdestruir a individualidade, sem me anular.Acho que assim talvez possamos chegar ao ano 2000 um pouco menos divididos entre a sede de expresso individuale a fome de amor e de partilhar a vida. Um poucomais inteiros e felizes.Para isso, temos que compartilhar com nossos companheirosde uma verdadeira intimidade. Ser ntimo ser prximo, estar estreitamente ligado por laos de afeioe confiana.MATARAZZO, Maria Helena.Amar Preciso. 22.ed. So Paulo: Editora Gente, 1992, p. 19-21

O texto trata PRINCIPALMENTE,(A) da exatido da matemtica da vida.(B) dos movimentos de libertao feminina.(C) da loteria do sucesso no casamento.(D) do casamento no passado e no presente

------------------------------------------------------------(Prova Brasil). Leia o texto abaixo:As Amaznias

Esse tapete de florestas com rios azuis que os astronautas viram aAmaznia. Ela cobre mais da metade do territrio brasileiro. Quem viajapela regio no cansa de admirar as belezas da maior floresta tropical domundo. No incio era assim: gua e cu. mata que no tem mais fim. Mata contnua, com rvores muito altas,cortada pelo amazonas, o maior rio do planeta. So mais de milriosdesaguando no Amazonas. gua que no acaba mais.SALDANHA, P. AsAmaznias. Rio de Janeiro: Ediouro, 1995.

O texto trata:(A) da importncia econmica do rio Amazonas.(B) das caractersticas da regio Amaznica.(C) de um roteiro turstico da regio do Amazonas.(D) do levantamento da vegetao amaznica.

------------------------------------------------------------(Prova Brasil). Leia o texto abaixo:Como se produzem frutas fora de poca?

Voc se lembra do tempo em que era preciso esperar o outono para comer morango e o inverno para chupar laranjas? Se no, porque faz muito tempo mesmo: hoje em dia, essas frutas esto no supermercado o ano inteiro. Poda e irrigao se juntaram gentica e qumica e permitem que os agricultores acelerem ou retardem o ciclo natural das plantas. Hoje, as frutas so de todas as pocas.A manga, por exemplo, graas a substncias qumicas como paiobutazol e ethefon, tem uma produo uniforme ao longo do ano. O produtor pode at adequar a colheita ao perodo mais propcio para o mercado interno ou externo. Alm do calendrio, a agricultura moderna tambm ignora a geografia: a ma, f do frio, j d na Bahia. Fruto de cruzamentos genticos, a variedade Eva suporta trocadilhos e o calor nordestino desde 2004.Os produtores aprenderam a explorar nossos climas e solos e passaram a produzir a mesma fruta em vrias regies, explica Anita Gutierrez, engenheira agrnoma da Companhia de Entrepostos e Armazns Gerais de So Paulo, a CEAGESP. O que no significa que no exista sazonalidade: ainda h variao no volume de algumas frutas e verduras por culpa de estiagem excesso de chuvas ou frio fora do comum. Ainda falta podar o clima.SILVA, Michele. Revista Superinteressante.Ed. 264. Abril: abr. 2009. p. 46. Esse texto trataA) da agricultura moderna, que produz frutas o ano inteiro.B) dos morangos, que devem ser cultivados no outono.C) do calendrio agrcola, que determina a produo.D) das aes do clima, que interferem na produo.

------------------------------------------------------------Leia o texto para responder a questo abaixo:

ASA BRANCA

Quando olhei a terra ardendoQual fogueira de So JooEu perguntei a Deus do cuPor que tamanha judiao.

Que brasileiro, que fornalhaNem um p de plantaoPor falta dgua, perdi meu gadoMorreu de sede meu alazo.

Int mesmo a asa brancaBateu asas do sertoEntonce eu disse: adeus, RosinhaGuarda contigo meu corao.

Hoje longe, muitas lguasNuma triste solidoEspero a chuva cair de novoPra mim voltar, ah! Pro meu serto.

Quando o verde dos teus olhosSe espalhar na plantaoEu te asseguro, no chove no, viuQue eu voltarei, viu, meu corao.

Luis Gonzaga e Humberto Teixeira. Luiz Gonzaga. Vinil/CD, BMG. Brasil, 2001

Qual o tema do texto?(A) A solido dos sertanejos (B) a fauna sertaneja(C) A seca do serto. (D) A vegetao do serto.

------------------------------------------------------------Leia o texto abaixo e responda questo. CACHORROS

Os zologos acreditam que o cachorro se originou de uma espcie de lobo que vivia na sia. Depois os ces se juntaram aos seres humanos e se espalharam por quase todo o mundo. Essa amizade comeou h uns 12 mil anos, no tempo em que as pessoas precisavam caar para se alimentar. Os cachorros perceberam que, se no atacassem os humanos, podiam ficar perto deles e comer a comida que sobrava. J os homens descobriram que os cachorros podiam ajudar a caar, a cuidar de rebanhos e a tomar conta da casa, alm de serem timos companheiros. Um colaborava com o outro e a parceria deu certo. www.recreionline.com.br

O assunto tratado nesse texto aA) relao entre homens e ces. B) profisso de zoolgicoC) amiza