GESTÃO DA QUALIDADE E PLANEJAMENTO E CONTROLE...

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GESTÃO DA QUALIDADE E PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO PARA AVALIAÇÃO DA GESTÃO EM UM BAR ALTERNATIVO DAYANE DIAS DE JESUS (UEPA ) [email protected] julli anne miranda azevedo (UEPA ) [email protected] LARA ESTEFANE DAL PRA DE LIMA (UEPA ) [email protected] LEONARDO BRENO PESSOA DA SILVA (UEPA ) [email protected] Este artigo apresenta um estudo de caso realizado em uma empresa do ramo de bar alternativo, tem como objetivo, fazer uso de abordagens de Gestão da Qualidade, buscando problemas que podem comprometer o serviço prestado pela empresa. Usa coomo base as ferramentas brainstorming e Matriz Gut para o devido fim. Identificado o problema, que seria a indisponibilidade de produto, sendo ele o carro chefe da empresa, foi proposto como maneira de resolução uma abordagem voltado ao planejamento e controle da produção. Para devido buscou-se um modelo adequado de previsão de demanda, por média móvel, para que o gestor pudesse fazer o acompanhamento sensato de suas vendas, consequentemente programar a maneira correta de reposição do produto. Como resultado o modelo mais adequado a série temporal foi por média móvel exponencial de grau 0,3. Com um modelo adequado, o gestor pode dar inicio ao MRP, que é o planejamento da necessidade de materiais tendo assim uma ferramenta de fácil manuseio e com grandes resultados positivos para a empresa. Palavras-chave: Gestão da Qualidade, Previsão de Demanda, Controle de Estoque, Planejamento das Necessidades de Materiais XXXVI ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCÃO Contribuições da Engenharia de Produção para Melhores Práticas de Gestão e Modernização do Brasil João Pessoa/PB, Brasil, de 03 a 06 de outubro de 2016.
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  • GESTO DA QUALIDADE E

    PLANEJAMENTO E CONTROLE DA

    PRODUO PARA AVALIAO DA

    GESTO EM UM BAR ALTERNATIVO

    DAYANE DIAS DE JESUS (UEPA )

    [email protected]

    julli anne miranda azevedo (UEPA )

    [email protected]

    LARA ESTEFANE DAL PRA DE LIMA (UEPA )

    [email protected]

    LEONARDO BRENO PESSOA DA SILVA (UEPA )

    [email protected]

    Este artigo apresenta um estudo de caso realizado em uma empresa do

    ramo de bar alternativo, tem como objetivo, fazer uso de abordagens

    de Gesto da Qualidade, buscando problemas que podem comprometer

    o servio prestado pela empresa. Usa coomo base as ferramentas

    brainstorming e Matriz Gut para o devido fim. Identificado o

    problema, que seria a indisponibilidade de produto, sendo ele o carro

    chefe da empresa, foi proposto como maneira de resoluo uma

    abordagem voltado ao planejamento e controle da produo. Para

    devido buscou-se um modelo adequado de previso de demanda, por

    mdia mvel, para que o gestor pudesse fazer o acompanhamento

    sensato de suas vendas, consequentemente programar a maneira

    correta de reposio do produto. Como resultado o modelo mais

    adequado a srie temporal foi por mdia mvel exponencial de grau

    0,3. Com um modelo adequado, o gestor pode dar inicio ao MRP, que

    o planejamento da necessidade de materiais tendo assim uma

    ferramenta de fcil manuseio e com grandes resultados positivos para

    a empresa.

    Palavras-chave: Gesto da Qualidade, Previso de Demanda,

    Controle de Estoque, Planejamento das Necessidades de Materiais

    XXXVI ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCO Contribuies da Engenharia de Produo para Melhores Prticas de Gesto e Modernizao do Brasil

    Joo Pessoa/PB, Brasil, de 03 a 06 de outubro de 2016.

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    Joo_Pessoa/PB, Brasil, de 03 a 06 de outubro de 2016. .

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    1. Introduo

    A crescente concorrncia entre os mercados e o intenso desenvolvimento tecnolgico,

    tem feito com que as organizaes deem maior ateno aos seus produtos e processos

    produtivos, buscando oferecer aos seus consumidores, produtos cada vez melhores em termos

    de qualidade. Segundo o SEBRAE (2015), com expanso anual em torno de 10%, o setor de

    alimentao fora de casa ou bares ou restaurantes como chamado pelos comerciantes do

    ramo gera cerca de 450 mil novas oportunidades de emprego por ano.

    O trabalho no ramo alimentcio fora de casa parece simples, mas, na prtica,

    complexo e exige uma busca constante pela qualidade dos produtos oferecidos e amplo

    conhecimento do setor. necessrio um planejamento adequado, desde o investimento inicial

    at o cumprimento de regras estabelecidas por rgos municipais e federais (SEBRAE, 2015).

    A empresa colaboradora do estudo localiza-se em ponto estratgico e turstico (orla)

    na cidade de Marab, no sudeste do Par, trata-se de um bar alternativo no qual proporciona a

    clientes o acomodo ao ar livre, oferece um produto diferenciado da concorrncia, no qual pelo

    mesmo tem reconhecimento. Contm em seu quadro funcional, 10 colaboradores fixos e 2

    contratados para atender a demanda aos finais de semana.

    O artigo presente teve como finalidade inicial fazer uso de abordagens e ferramentas

    da gesto qualidade, na busca de reconhecer os problemas enfrentando pela organizao por

    meio de um brainstorming, em seguida, houve a necessidade do uso da Matriz GUT, como

    forma de priorizar aes de acordo com os fatores de gravidade, urgncia e tendncia.

    Em continuidade, o estudo se aliou em tcnicas de planejamento e controle da

    produo, propondo um modelo vlido de previso, no qual por consequncia traz consigo a

    melhoria da gesto, objetivando solucionar o principal problema enfrentado pela organizao,

    para que a mesma conquiste a fidelizao dos seus clientes e aumente espao no mercado.

    2. Referncial Terico

    De acordo com Conte e Durski (2002), o conceito de qualidade pode ser tcnica e

    humana. A qualidade tcnica busca satisfazer exigncias e expectativas, tais como, tempo,

    finanas, taxa de defeitos, funcionalidade, durabilidade, segurana e garantia. A qualidade

    humana est relacionada satisfao de expectativas e desejos emocionais, tais como atitude,

    comprometimento, ateno, credibilidade, consistncia e lealdade.

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    Segundo Slack et al. (2009), a qualidade corresponde os outputs do processo de

    transformao, como resultado da prpria operao ou produo, que julgada

    subjetivamente pelos consumidores pelo que lhe oferecido, o produto. Entretanto, a

    operao ou produo, que no vista pelos consumidores, mas percebida atravs do produto,

    passvel de interferncia da qualidade sobre de seus agentes, tais como mo-de-obra,

    mtodos, meio ambiente, mquinas, matria-prima, mquinas e manuteno.

    2.1 Mtodos e ferramentas de controle da qualidade

    As principais alternativas para o sucesso no processo de gesto da qualidade so os

    chamados mtodos e ferramentas. Sendo de fundamental importncia a utilizao dessas

    prticas da qualidade dentro das organizaes. Segundo Seleme e Stadler (2008), mtodo a

    sequncia lgica empregada para atingir o objetivo desejado, enquanto a ferramenta o

    recurso utilizado no mtodo.

    Para as organizaes seguirem um correto gerenciamento da qualidade necessria a

    utilizao conjunta de mtodos e ferramentas, garantindo assim, maiores e melhores

    resultados. H um grande nmero de ferramentas disponvel no mercado. Cabe organizao

    a escolha daquela que melhor se adapta s necessidades vigentes, atentando sempre para o uso

    integrado de mtodos e ferramentas, o qual garantir melhores resultados.

    Ferramentas utilizadas no estudado presente:

    Brainstorming: Mtodo de gerao coletiva de novas ideias atravs da

    contribuio e participao de diversos indivduos inseridos num grupo. Baseia-se no

    pressuposto de que um grupo gera mais ideias do que os indivduos isoladamente.

    Constitu uma importante fonte de inovao atravs do desenvolvimento de pensamentos

    criativos e promissores (CHASE et al, 2006).

    Matriz GUT: Segundo Ferroli (2000, apud Sousa 2015) a matriz GUT uma

    ferramenta utilizada para priorizar as aes e consequentemente trat-los de forma

    adequada. Fornece subsdios para a elaborao do plano de ao, levando em

    considerao a Gravidade(G), urgncia (U) e tendncia (T).

    Os problemas so organizados em uma matriz e so atribudos pesos de 1 a 5, de

    acordo com os fatores acima citados. Por meio de multiplicao da pontuao possvel

    organizar uma classificao dos problemas inseridos na matriz e traar o plano de acordo com

    as necessidades apontadas na matriz.

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    Os fatores so classificados como:

    Gravidade: o impacto que o problema causa para a organizao.

    Podendo ser mensurado de pouco grave (1) a muito grave (5);

    Urgncia: relao entre o tempo disponvel e o necessrio para resolver

    determinada situao da organizao. Mensurado de pode aguardar (1) a ao imediata

    (5);

    Tendncia: a possvel potncia de crescimento do problema. Podendo

    variar de no ir mudar (1) a ira piorar rapidamente (5).

    2.2 Planejamento e controle da produo

    De acordo com a abordagem de Corra et al (2014), planejar entender como a

    considerao conjunta da situao atual e da viso do futura influenciara as decises tomadas

    no presente para que se atinja determinados objetivos no futuro.

    Para que um sistema de produo transforme insumos em produtos (bens e/ou

    servios), e necessrio ser pensando em termos de prazo, onde planos so feitos e aes so

    disparadas com base nestes planos para que, transcorridos estes prazos, os eventos planejados

    pela empresa venha a se tornar realidade. Neste sentido, o PCP responsvel pela

    coordenao e aplicao de recursos produtivos de forma a atender a melhor maneira possvel

    os planos estabelecidos a nvel estratgico, ttico e operacional (TUBINO, 2009).

    2.2.1 Previso de demanda

    Previso est relacionada a um conjunto de mtodos e conhecimento do previsor sobre

    o mercado. Em PCP, a previso importante j que um dos principais dados de entrada para

    vrias funes e decises do PCP (FERNANDES; FILHO, 2010).

    Complementando, Slack (2002) define trs requisitos para previso de demanda: ser

    expressa em termos teis para o planejamento e controle de capacidade, ser to exata quanto

    possvel e dar uma indicao da incerteza relativa. As previses podem ser realizadas com

    base em dados de series temporais. As previses apresentam erros em sua estimativa, pois o

    mercado e est sujeito a sazonalidades, sendo elas previsveis ou no. Entretanto, esse fato

    no diminui o grau da importncia de uma previso para embasar a tomada de deciso na

    empresa.

    Segundo Fernandes e Filho (2010), h cinco passos os quais compem o processo de

    previso: Identificar o objetivo da previso; Selecionar uma abordagem de previso;

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    Selecionar uma abordagem de previso; Selecionar os mtodos de previso e estimar os

    parmetros; elaborar a previso; monitorar, interpretar e atualizar a previso.

    2.2.2 Previses baseados em serie temporais

    Segundo Fernandes e Filho (2010), serie temporal um conjunto de observaes

    ordenadas no tempo. A abordagem requer que inicialmente seja reconhecido o padro de

    comportamento da srie temporal, para que dessa forma os mtodos de previso dentro da

    abordagem a ser escolhida. As variaes do mtodo da mdia simples so:

    Mtodos baseados na mdia: a mdia minimiza as variaes aleatrias no

    perodo. Matematicamente, o mtodo da mdia simples dado por: ; Onde:

    = demanda mdia para perodo T ; previso para k perodos dada por: .

    Mtodo da mdia mvel: o clculo da mdia so levados em considerao

    somente os N perodos mais recentes. Esse mtodo reage mais prontamente nas variaes na

    demanda. Se o perodo atual o perodo T, a mdia mvel, levando-se em conta N perodos

    passados, dada matematicamente por: ; Onde: = mdia mvel para

    o perodo T; A previso para k perodos frente dado por: .

    Mtodo da mdia ponderada: leva-se em considerao somente os N perodos

    passados mais recentes, tambm so dados pesos maiores para alguns perodos.

    Matematicamente, a mdia mvel ponderada para o perodo T dado por:

    ; Onde: = mdia mvel ponderada para perodo T ; = pesos

    atribudos aos dados reais de demanda; A previso de demanda para k perodos frente para a

    mdia mvel ponderada e dada por: .

    Mdia Mvel Exponencial: ocorre quando os pesos decrescem

    exponencialmente do tempo presente em direo ao passado. Este mtodo advm da

    minimizao da somatria dos desvios ao quadrado devidamente ponderados por fatores que

    exponencialmente do maior peso aos dados mais recentes. Fornece a previso para o

    prximo perodo como sendo a previso para o perodo atual, corrigida pelo erro ocorrido no

    perodo atual (real previso). dado um peso a esse erro. Matematicamente descrito

    como: Onde: = previso para o perodo T; = previso para

    o perodo T-1, o qual igual a ; = constante; = demanda real no perodo

    T; =previso para o perodo T+k.

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    2.2.3 Erro mdio absoluto (MAD)

    Segundo Nunes et al., (2009), o MAD utilizado nas previses de demanda a fim de

    quantificar o desvio do modelo de previso desenvolvido em relao a serie temporal, de

    forma que, quanto menor o valor do MAD, mais apropriado ser o modelo por estar melhor

    ajustado a demanda real, levando em considerao que os erros, em geral, devem tender a

    zero.

    De acordo com Tubino (2009), a expresso matemtica que apresenta os resultados

    dessa ferramenta dada por: ; Onde: D=demanda;n= nmero de

    perodos analisados.

    Para a anlise do ajuste do modelo se aplica o 4MAD, que corresponde a trs desvios

    padres para limites superior e inferior, devendo ser atualizado com a insero do erro aps

    cada nova previso, com o intuito de verificar se o modelo se encontra sob controle, ou se h

    necessidade de aes corretivas (FREITAS et al., 2014).

    2.2.4 Controle de estoque

    Os estoques tambm podem ser classificados como, todos os bens e materiais

    mantidos por uma organizao para suprir demandas futuras, podendo ser encontrados na

    forma de (tipos de estoques): matria-prima, produto em processo (em elaborao/produo),

    produto acabado, materiais de embalagens e produtos necessrios para manuteno, reparo e

    suprimento de operaes (ORTOLANI, 2002).

    Segundo Slack (1996), o planejamento e controle de estoque tm como propsito

    garantir que a produo ocorra de forma eficaz e produza produtos e servios como deve. Isto

    requer que os recursos produtivos estejam disponveis: na quantidade adequada; no momento

    adequado; no nvel de qualidade adequado. O principal objetivo do controle de estoque

    planejar e controlar a quantidade de material armazenada, uma vez que esse estoque gera

    custos para a organizao.

    Bertaglia (2006), afirma que h fatores que afetam os estoque, tal como estoque de

    segurana que tem a funo de proteger a empresa contra imprevistos na demanda e no

    suprimento. Atrasos na entrega de materiais e produtos de aumentos inesperados no consumo

    podem gerar a falta de produtos. O estoque de segurana permite a reduo dos riscos de falta.

    2.2.5 MRP (Planejamento de Necessidades de Materiais)

    No mbito do PCP, o MRP busca atender s necessidades de planejamento de

    materiais (LUSTOSA et al, 2008).Segundo Dias (2010), o MRP um sistema que visa o

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    estabelecimento de procedimentos e decises, para atender as necessidades de produo em

    um tempo determinado para cada item que ir fazer parte de um produto final, alm de ser um

    imponente instrumento para realizar planejamento das necessidades de materiais de acordo

    com as variaes recorrentes na produo e capaz de registrar os componentes de cada

    produto e inventrios.

    O MRP possui como principais objetivos: garantir a disponibilidade de materiais,

    componentes e produtos para atendimento ao planejamento da produo e s entregas dos

    clientes; manter os inventrios no nvel mais baixo possvel; planejar atividade de manufatura,

    de suprimento e de programao (DIAS, 2010).

    3. Mtodos de Pesquisa

    Segundo Vergara (1998), mtodo um caminho, uma forma, uma lgica de

    pensamento. A pesquisa se baseia no mtodo hipottico-dedutivo, uma herana do

    positivismo que deduz alguma coisa a partir da formulao de hipteses que so testadas. Tem

    grande fora em procedimentos estatsticos, mostrando sua relevncia da tcnica e

    quantificao. Questionrios estruturados, testes e escalas sendo seus principais instrumentos

    de coleta de dados.

    O meio de investigao da pesquisa se estrutura em um estudo de caso, que segundo

    Gil (2010), tem o propsito de descrever a situao do contexto em que est sendo feita

    determinada investigao. Nesse caso, a avaliao da qualidade de gesto e os produtos

    oferecidos em um bar alternativo.

    A parte inicial se estruturou em Brainstorming (tempestade de ideias), uma reunio

    com o corpo colaborativo da empresa, que apresentou as principais reclamaes percebidas

    diariamente pelos clientes. Aps, foi aplicado uma matriz GUT para que os colaboradores da

    empresa mensurassem em uma escala o nvel de relevncia do problema apresentado.

    Mileski Junior (2007) define que os mtodos quantitativos so os mais utilizados como

    instrumentos de apoio a deciso, e estes modelos so baseados em dados histricos e no

    comportamento passado de determinado fenmeno. Por isso definiu-se como quantitativa pois

    analisou mtodos de previso de demanda baseados em series temporais da organizao.

    Finalizamos a proposta com um planejamento das necessidades de materiais, obtendo um

    controle de estoque, no qual objetiva sanar o problema abordado.

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    A metodologia usada apresenta quatro passos para a sua operacionalizao, como

    demonstra o fluxograma abaixo.

    Imagem 1 - Fluxograma do processo de pesquisa

    4 F

    Fonte: autores 2015

    4. Resultados

    A seguir esto descritos o detalhamento das discusses sobre os problemas

    encontrados na empresa que impactam o cotidiano organizacional do estabelecimento e o uso

    das ferramentas que possibilitam a resoluo dos mesmos por tcnicas de planejamento e

    controle da produo.

    4.1 Anlises dos Resultados

    Para definio do problema a ser analisado pelo estudo em questo, foi realizado um

    Brainstorming com os stakeholders da empresa, onde foram apontados os principais

    problemas enfrentados no cotidiano da organizao que poderia acarretar um problema de

    gesto, consequentemente gerando custos para a empresa.

    Muitos foram apontados, mais um deles chamou a ateno, pois consequentemente

    acarreta em uma perca de clientes e no faz bem para a imagem da empresa no mercado, seria

    a indisponibilidade de produtos.

    Para resolver um problema de indisponibilidade de produtos, a empresa teria que

    melhorar o seu planejamento e controle de produo. As tcnicas de PCP auxiliam na

    manuteno da demanda fazendo com que no h falta de produtos para atende-las. Para

    concentrar esforos, primeiramente, em um produto que sua falta possibilita uma maior perda

    de clientes, os stakeholders responderam a uma matriz GUT, mensurando 4 principais

    produtos da empresa, que geralmente h uma falta, em fatores como Gravidade, Urgncia e

    Tendncia. Esse tipo de levantamento permitiu que os gestores priorizassem suas aes de tal

    forma que concentrem seus esforos primeiramente no produto que pode ser o principal de

    sua empresa.

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    Tabela 1 - Matriz GUT

    Fonte: autores 2015

    Por meio da matriz GUT notrio o elevado ndice para a questo da

    indisponibilidade de cerveja 600 ml, sendo ela o carro chefe da empresa. Essa constatao

    permitiu inferir que o planejamento e controle da produo no est sobre domnio do gestor,

    gerando prejuzo para a empresa por no conseguir corresponder as expectativas. A falta do

    produto ocasiona a frustrao dos clientes.

    Sendo ela a principal procura no mercado, ento se conclui tratar de um produto classe

    A, ou seja, aquele que tem um elevado ndice de vendas e representa uma boa parte da

    lucratividade da empresa. Sendo assim, existem tcnicas de Planejamento e Controle da

    Produo que possibilita uma previso da demanda de acordo com dados histricos.

    Consequentemente essa previso acarretara em um planejamento da necessidade de matrias,

    possibilitando o gestor a melhor forma de repor seu estoque e no deixar de atender suas

    demanda.

    Os dados analisados foram fornecidos pela empresa de acordo com suas anotaes.

    Por ser uma micro empresa, o gestor possui apenas vendas de um ms, que antecedeu o

    estudo (outubro/2015). No que tange a resposta da anlise e aplicao das tcnicas de previso

    de demanda o gestor ter poder sobre uma ferramenta fcil de manusear e de simples

    entendimento, possibilitando ser vlida para previses futuras.

    G U T

    GRAVIDADE URGNCIA TENDNCIA

    1 3 3 3 27 3

    2 5 5 5 125 1

    3 5 4 4 80 2

    4 3 2 3 18 4

    SOMA 250

    GRAVIDADE URGNCIA TENDNCIA NOTA

    Extremamente

    Grave

    Ao

    Imediata

    Piorar

    rapidamente 5

    Muito Grave

    Alguma

    Urgncia

    Piorar em

    pouco tempo 4

    Grave

    O mais cedo

    possvel

    Piorar em

    mdio prazo 3

    Pouco Grave

    Pode esperar

    um pouco

    Piorar em

    longo prazo 2

    Sem

    Gravidade

    No tem

    pressa

    No vai

    piorar 1

    ORDEM

    PRODUTOS

    1 Suco Natural

    2 Cerveja 600 ml

    3 Frios

    4 - Coquetis

    PRODUTO GUT

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    O estudo fez analise previses de todos os dias do ms de outubro, 01 a 31,

    possibilitando validar a tcnica que mais se adqua a demanda real.

    4.2 Modelo vlido de previso

    Pelo modelo de mdia mvel, h trs possibilidades de clculo da previso de

    demanda, posteriormente ser escolhida a de melhor confiabilidade, sendo ela a que possuir

    menor MAD. A tabela 3 evidencia a demanda real e a previso por Mdia Mvel Simples

    (n=3), Exponencial( = 3) e Ponderada (p = 0,5; 0,3; 0,2).

    Tabela 2 - Previso de demanda

    Data Dia Quant. MMS (3)Erro Abs.MME (0,3)Erro Abs.MMP (0,5;0,3;0,2)Erro Abs

    1 quinta-feira 183

    2 sexta-feira 207 183 24

    3 sbado 387 190 197

    4 domingo 401 259 142 249 152 292 108,8

    5 segunda-feira 147 332 185 295 148 358 211

    6 tera-feira 173 312 139 250 77 271 98,2

    7 quarta-feira 234 240 6 227 7 211 23,2

    8 quinta-feira 204 185 19 229 25 198 5,7

    9 sexta-feira 258 204 54 222 36 207 51,2

    10 sbado 301 232 69 233 68 237 64

    11 domingo 295 254 41 253 42 269 26,3

    12 segunda-feira 106 285 179 266 160 289 183,4

    13 tera-feira 133 234 101 218 85 202 68,7

    14 quarta-feira 198 178 20 192 6 157 40,7

    15 quinta-feira 221 146 75 194 27 160 60,9

    16 sexta-feira 387 184 203 202 185 197 190,5

    17 sbado 355 269 86 258 97 299 55,6

    18 domingo 417 321 96 287 130 338 79,2

    19 segunda-feira 112 386 274 326 214 392 280,4

    20 tera-feira 169 295 126 262 93 252 83,1

    21 quarta-feira 199 233 34 234 35 202 2,5

    22 quinta-feira 242 160 82 223 19 173 69,4

    23 sexta-feira 309 203 106 229 80 215 94,5

    24 sbado 365 250 115 253 112 267 98,1

    25 domingo 387 305 82 287 100 324 63,4

    26 segunda-feira 117 354 237 317 200 365 247,8

    27 tera-feira 172 290 118 257 85 248 75,6

    28 quarta-feira 263 225 38 231 32 199 64,5

    29 quinta-feira 197 184 13 241 44 207 9,5

    30 sexta-feira 326 211 115 228 98 212 114,2

    31 sbado 376 262 114 257 119 275 101,3

    MAD 102 90 91,8464

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    Fonte: autores 2015

    O MAD calculado pela mdia aritmtica do erro absoluto (demanda previso).

    Sendo assim, evidente por esse valor que o melhor modelo de previso por mdia mvel

    exponencial com grau = 0,3. Ressalta-se a importncia deste clculo, j que quanto menor o

    MAD, mais prximo do real a demanda estar.

    Atravs do MAD, possvel calcular o 4*MAD. Este clculo possibilita encontrar o

    limite superior e inferior que as previses podem chegar. Com MAD de 90, o 4*MAD 360, o

    limite superior ficou em 450 e o inferior de -270. O grfico 4 mostra a previso por mdia

    mvel exponencial, de grau = 0,3 com seus respectivos limites superior e inferior.

    Grfico 4 - Mdia Mvel Exponencial

    Fonte: autores 2015

    Validado a tcnica de previso mais adequada, a mesma foi utilizada para prever a

    semana seguinte, os 7 primeiros dias de novembro/2015. Tal previso entra como necessidade

    bruta para o preenchimento do MRP.

    Tabela 3 - Previso 1 semana de Novembro

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    Data Dia Quant. mme (0,3)

    31 Sbado 376 257

    1 Domingo 304 293

    2 Segunda-feira 140 296

    3 Tera-feira 197 249

    4 Quarta-feira 287 234

    5 Quinta-feira 238 250

    6 Sexta-feira 320 246

    7 Sbado 377 268

    Fonte: autores 2015

    Ao iniciar o planejamento, faz-se necessrio calcular um estoque de segurana,

    encontrando uma maneira proteger a empresa de possveis sazonalidades e falhas na entrega

    do produto.

    Para tal, optou-se calcular o estoque de segurana a partir do sistema de reviso

    peridica, pois parte-se do pressuposto que a demanda muda constantemente, necessitando de

    uma reviso do modelo de reposio. Foram adotados: o fator de segurana de 99,9 % (3,1);

    desvio padro das previses 60,32; Perodo de Reviso de 7 dias; Lead Time 2 dias; Perodo

    de desvios padres de 30 dias.

    Com as necessidades brutas, previso dia 01 ao dia 07 de Novembro, e calculado o

    nvel de estoque de segurana, podemos dar start ao MRP.

    Tabela 4 - MRP Cerveja 600 ml

    Fonte: autores 2015

    5. Consideraes Finais

    No presente estudo, possibilitou a utilizao de prticas Engenharia de Produo para

    solucionar problemas do cotidiano de micro e pequenas empresas. Tal estudo determinou por

    Item: Cerveja Garrafa (600ml)

    Perodo Domingo Segunda Tera Quarta Quinta Sexta Sbado

    Necessidades Brutas 293 296 249 234 250 246 268

    Recebimentos Programados _ 480 _ _ _ _ _

    Estoque Projetado 480 187 371 122 128 118 472 204

    Recebimentos de Ordens Planejadas _ _ _ 240 240 600 _

    Liberao Planejada de Ordens _ 240 240 600 _ _ _

    Planejamento de Recursos de Materiais

    ES = 103 Poltica de Lote = Mltiplo 24 Lead Time = 2

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    meio de ferramentas da qualidade um grande problema relacionado indisponibilidade de

    produtos. Sendo assim, determinou que produtos estivessem faltando e que possivelmente

    poderia prejudicar o andamento do atendimento. Como um problema de planejamento e

    controle da produo, partiu-se para solucion-lo por meio de tcnicas de previso de

    demanda, onde foi possvel, atravs de dados de coletados na empresa, validarem uma tcnica

    de previso de demanda para auxiliar o gestor em controlar melhor o seu planejamento.

    Vale ressaltar que a tcnica mais conforme, o de mdia mvel exponencial no

    imutvel, pois devidos as sazonalidades e questes atpicas ela pode deixar de ser a tcnica

    mais adequada, por isso deve estar em constante manuteno. Concomitante, necessrio

    enfatizar a importncia da atualizao dos dados, para que previses futuras obtenham um

    alto ndice de confiabilidade.

    Posteriormente, a previso de demanda d um start em outro nvel do PCP, o MRP.

    Saber quanto comprar e quando comprar essencial para a empresa, pois possibilita um

    sistema fixo de controle de estoque, minimizando gastos desnecessrios com estoque parado e

    evitar, principalmente, que falte produto para atender a demanda.

    Conclui-se ento que o cotidiano empresarial, mesmo de micro e pequenas empresas,

    est sujeito a falta de controle na gesto que pode acarretar em uma perca de clientes,

    consequentemente uma queda nos lucros. No que tange as ferramentas e tcnicas utilizadas,

    ela deve ser inseridas cada vez mais no cotidiano justamente para amenizar, ou at mesmo

    eliminar problemas ocasionados por uma falta de gesto eficiente. So ferramentas simples,

    de fcil entendimento e que embasa a decises que rodam atualmente as organizaes.

    importante frisar que devido s exigncias de mercado e o desafio de se manter

    competitivo, a empresa precisa estar continuamente buscando a melhorar e aperfeioar os

    conhecimentos sobre gesto, consequentemente podendo compreender de forma sensata as

    inovaes e anseios de sua demanda.

    Por fim, indica-se como propostas de pesquisas futuras, estudos voltados questo de

    viabilidade econmica da empresa, pois mesmo a pouco tempo no mercado possvel analisar

    a sade financeira e descobrir se o negcio est sendo lucrativo para o empresrio e o seu

    comportamento ao longo do tempo.

    REFERNCIAS

    BERTAGLIA. Logstica e Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento, So Paulo: Saraiva, 2006.

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    CORRA, H.; GIANESI, I.; CAON, M. Planejamento, Programao e Controle da Produo. 5ed. So Paulo:

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    DIAS, M. A. P. Administrao de materiais: uma abordagem logstica. 5. ed.So Paulo: Atlas, p. 110-118,

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