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    FACULDADE MONTENEGRO

    CENTRO DE PS GRADUAO E EXTENSO

    ESPECIALIZAO EM HISTRIA DO BRASIL

    ORIGEM DE BARRAS LENDA VIVA

    FRANCISCA RIBEIRO PEREIRA

    BARRAS

    2011

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    FRANCISCA RIBEIRO PEREIRA

    ORIGEM DE BARRAS LENDA VIVA

    Mono!"#$" "%!&'&n(")" " F"*+,)")&

    Mon(&n&!o- *o.o !&/+$'$(o #$n", %"!" "

    o(&no )o (3(+,o )& &'%&*$",$'(" &. H$'(4!$" )o

    B!"'$,5 So o!$&n("o )o P!o#&''o! C3*&!o

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    BARRAS

    2011

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    FRANCISCA RIBEIRO PEREIRA

    ORIGEM DE BARRAS LENDA VIVA

    A%!o6")o &. 77787778777

    COMISSO

    777777777777777777777777777777777777777777777PROF9 ORIENTANDOR

    777777777777777777777777777777777777777777777PROF9 EXAMINADOR

    777777777777777777777777777777777777777777777PROF9 EXAMINADOR

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    4

    :U. %o6o '&. *on;&*$.&n(o )& '+" ;$'(4!$"-

    o!$&. & *+,(+!" < *o.o +." =!6o!& '&. !"$>?

    M"!*+' G!"6&@

    L3)&! A#!$*"no

    AGRADECIMENTOS

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    5

    Deus, pelas vrias oportunidades de recomear, concedendo-me, nesses recomeos,

    conhecimento e humildade, a meus filhos que sempre me apoiam em todos os momentos. Ao meu

    esposo, que esteve sempre ao meu lado.

    A todos os professores que acompanharam esta trajetria, transmitindo seus conhecimentos

    to importantes para enriquecimento dos nossos.

    E aos amios que contri!u"ram com sua ateno e opinio para que esse tra!alho se

    reali#asse.

    RESUMO

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    Este tra!alho tem por finalidade esclarecer a oriem de $arras, atrav%s de pesquisa

    !i!liorfica e de campo, como enfoques, diansticos, visando investiar e analisar os fatos que

    ocorreram desde o surimento da cidade at% o seu povoamento. A coleta dos dados o!tidos para

    enriquecimento deste tra!alho sero feitos com pessoas, parentes das primeiras fam"lias que vieram

    para a cidade de $arras, foram utili#adas o!serva&es, conversas informais, aplicao de

    questionrios e entrevistas como !ase !i!liorfica consultada. A histria da cidade levanta aluns

    questionamentos' (or que $arras suriu na fa#enda $uriti#inho e se desenvolveu as marens do rio

    )arathaoan* +ue fatores contri!u"ram para que a cidade atra"ssem muitos coloni#adores* (ara dar

    respostas a estas indaa&es, aluns aspectos sero levados em considerao, como' o inicio da

    cidade, a lenda em torno da sua oriem, a povoao e os aspectos eorficos. (or esses motivos

    houve a necessidade desse tra!alho, para que o mesmo seja um instrumento que desperte, o corpo

    docente e discente e a comunidade em eral a conhecer e a preservar a histria da oriem da cidade

    de $arras. (ois, ela % uma lenda viva e que se perpetua por era&es e era&es. (ara dar suporte a

    este tra!alho, aluns historiadores iro contri!uir com seus relatos a cerca do tema, como ilson

    arvalho /onalves, Antenor 01o 2ilho, Dilson 3aes, dentre outros. (or fim, o tra!alho fa#-se a

    concluso onde se t1m um !reve relato so!re o estudo reali#ado, com !ase no levantamento

    !i!liorfico junto aos entrevistados referentes ao tema da pesquisa.

    P","6!"' C;"6&9 o!$&.- ,&n)" 6$6"- %!&'&!6"o- &!"o5

    ABSTRACT

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    4his stud5 aims to clarif5 the oriin of !ars, throuh literature search and field, as

    approaches, dianostics, and to assess and anal5#e the facts that have occurred since the emerence

    of the cit5 until its settlement. 4he collection of data to enrich this 6or7 6ill !e done 6ith people,

    relatives of the first families 6ho came to the cit5 of !ars 6ere used o!servations, informal

    conversations, questionnaires and intervie6s as a !i!lioraphic data!ase queried. 4he cit58s histor5

    raises some questions' h5 $uriti#inho !ars appeared on the farm and developed the river

    )arathaoan* hat factors contri!uted to the cit5 attracted man5 settlers* 4o provide ans6ers to

    these questions, some aspects 6ill !e considered, such as' the !einnin of the cit5, the leend

    surroundin its oriin, the villae and eoraphical aspects. 2or these reasons this 6or7 6as

    necessar5 for it to !e an instrument to a6a7en, facult5 and students and the 6ider communit5 to

    7no6 and preserve the earl5 histor5 of the to6n of $ar. 2or it is a livin leend and perpetuated !5enerations. 4o support this 6or7, some historians 6ill contri!ute their stories a!out the issue, as

    ilson /onalves arvalho, Antenor 0eo 2ilho, Dilson 3aes, amon others. 2inall5, the 6or7

    ma7es to the conclusion 6here the5 have a !rief report on the stud5, !ased on literature 6ith the

    intervie6s on the su!ject of research.

    &@ o!)' 9 o!$$n- ,$6$n ,&&n)- %!&'&!6"($on- &n&!"($on5

    SUMARIO

    INTRODUO555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555550

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    CAPITULO I55555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555510

    15 COLONIZAO DO BRASIL555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555109.9. A ocupao portuuesa na Am%rica........................................................................................9:

    9.;. As primeiras ordeste.........................................................................................................99

    CAPITULO II5555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555512

    25 COLONIZAO DO PIAU55555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555512

    CAPITULO III5555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555551

    5 COLONIZAO DE BARRAS55555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555551=.9. ?riem de $arras....................................................................................................................9==.;. (rimeiros @a!itantes...............................................................................................................9=

    =.=. As primeiras 2am"lias que chearam em $arras.....................................................................9=.. (ovoamento de $arras............................................................................................................9=.B. A riao da 2reuesia de $arras...........................................................................................9B=.C. Elevao a ateoria de

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    B.. 0esultado o!tido no questionrio............................................................................................;

    5 CONCLUSO5555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555552

    J5 REFERENCIAS BIBLIOGRKFICAS55555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555555525 ANEXOS

    5 APNDICES

    INTRODUO

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    4endo por !ase o levantamento !i!liorfico e de campo, o conteHto histrico, tem como

    o!jetivo principal a!ordar a oriem da cidade de $arras, com questionamentos a cerca do assunto,

    na perspectiva de analisar os fatos que levaram a cidade se desenvolver as marens do )arataoan.

    Do universo pesquisado utili#a-se fontes !i!liorficas, sites e relatos de parentes dosprimeiros familiares que chearam a cidade de $arras, como os' arvalhos, astelo $ranco, os

    Auiares, e outras, que muito contri!u"ram para o desenvolvimento econImico, social, cultural e na

    politica do munic"pio, projetando-se na historia !arrense.? principal motivo da reali#ao desse tra!alho % sa!er como a cidade de $arras se oriinou,

    de onde os primeiros coloni#adores vieram e os fatores que os trouHeram para essa reio.?utro motivo % conscienti#ar a populao da importJncia da historia de nossa cidade que se

    desenvolve e cresce a cada dia. 4am!%m esclarecer que $arras suriu de uma fa#enda de ado,

    assim, como a maioria das cidades nordestinas.? presente tra!alho % constitu"do de cinco KBL cap"tulos. Mendo que no capitulo F, fa# uma

    a!ordaem terica so!re a cheada dos portuueses ao $rasil, destacando os produtos eHplorados

    desde o pau-!rasil, a cana de aNcar e a pecuria, que muito contri!u"ram para a coloni#ao do

    $rasil e tam!%m o des!ravamento do interior do >ordeste.>o capitulo FF, a!rane a coloni#ao do (iau" que tam!%m foi des!ravado com a eHpanso

    da pecuria em !usca de !oas pastaens para o ado. >o capitulo FFF, o teHto conteHtuali#a a

    coloni#ao de $arras, destacando a sua oriem com a cheada dos primeiros ha!itantes que vieram

    da $ahia e (ernam!uco, coloni#ar terras para a criao de ado. 4am!%m ocasionando a criao da

    2reuesia cheando cateoria de

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    >os primeiros =: anos dos portuueses em terras da Am%rica, eles se dedicaram a defender a

    costa de ataques, a eHplorar o litoral e retirar daqui um produto muito valioso na Europa o pau-

    !rasil. (aulo Oore Mtorace 0ota. p. ;. ;:P:.

    >o inicio da coloni#ao a eHtino e o transporte do pau-!rasil eram feitos pela mo-de-

    o!ra ind"ena, apenas em troca de !uianas.

    om o pau-!rasil comeou a eHplorao de tra!alho ind"ena pelos europeus Kportuueses e

    francesesL.

    (ortuueses se defrontavam com os franceses que no aceitavam a pretenso de (ortual de

    ser dono eHclusivo de $rasil. Eles fa#iam que (ortual s teria direito quelas terras se conseuisse

    povo-las, isto %, coloni#-las.

    A primeira medida tomada pela coroa para iniciar a coloni#ao foi enviar uma eHpediocomandada por )artin Afonso de Mousa. Mua principal misso era avaliar os recursos de terra e

    fundar os primeiros povoados. KMonia Frene. p. BL. (or%m o overno portuu1s vendo que o litoral

    !rasileiro era muito eHtenso resolveu dividir o territrio do $rasil em 9B lotes, chamado de

    capitanias que foram entreues a 9; donatrios, que deviam cuidar e fa#1-las proredir, mas apenas

    duas capitanias prosperaram, a de Mo

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    155 A Con/+$'(" )o No!)&'(&

    Rm dos fatores que permitiram os portuueses ampliar sua rea de ocupao foi a eHpanso

    da pecuria no interior do >ordeste. >o qual havia rande necessidade de ado !ovino, tanto para o

    tra!alho nos enenhos e no transporte de cana como para a alimentao dos ha!itantes da colInia.

    (or isso, comearam a se formar fa#endas de ado, inicialmente nas proHimidades dos

    canaviais de (ernam!uco e $ahia. Depois a rea de criao foi se estendendo, seuindo o curso dos

    rios do nordeste, cada ve# mais para o interior. KMonia Frene. p. G:. 9GG.L

    (ara $oulos ONnior, a eHpanso das fa#endas acompanhou eralmente o curso dos rios

    nordestinos. Dois desses rios se destacaram pela quantidade de currais eruidos nas suas marens o

    rio Mo 2rancisco chamado de Srio dos curraisT, e o rio (arna"!a que facilitou a ocupao do (iau".A pecuria foi um dos fatores que contri!uiu para a dominao portuuesa das terras do nordeste.

    A medida que a terra ia sendo conquistada, formavam-se fa#endas de ado, imensas

    propriedades que os fa#endeiros rece!iam como sesmarias e que foram se estendendo pelo serto

    nordestino no decorrer dos s%culos U

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    >o s%culo U

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    marens dos rios, as auadas e as !oas pastaens para locali#arem os criatrios de ado. $arras do

    )aratahoan no fuiu rera, nascendo de uma destas ocorr1ncias. Meundo Antenor 01o 2ilho,

    p. =B. ;::.

    515 O!$&. )& B"!!"'5

    onta lenda que um vaqueiro, andando procura de uma r%s desarrada, encontrou uma

    pequena imaem de >ossa Menhora da onceio, talhada em madeira dentro de uma moita de

    tucum, locali#ada onde hoje est eruida a ireja matri# de >ossa Menhora da onceio, em

    $arras. Meundo relatos de pessoas mais velhas di#em que todas as ve#es que levavam a santa para

    a fa#enda, ela retornava ao local onde foi encontrada. ? vaqueiro levou o fato ao conhecimento doseu senhorio, rico fa#endeiro, filho da prov"ncia da $ahia dono da vasta le!a de terra V oronel

    )iuel arvalho de Auiar V que, aps alum tempo, deu continuidade construo da capela.

    Di#em aluns historiadores que )anoel da unha arvalho teria sido orientado por frei

    )anoel da (enha e padre /a!riel )alauida, sacerdotes que andavam por estas paraens em

    deso!ria, e ainda, teria contado com ajuda da populao. KAntenor 01o. p. =B. ;::L.

    525 P!$.&$!o' H"$("n(&'5

    ?s iniciadores do povoamento foram portuueses vindos da $ahia e de (ernam!uco, que

    chearam vidos e sequiosos de eHplorarem a terra e implantarem criatrios de ado. 2undaram as

    primeiras fa#endas, que foi a ocupao do solo e de distri!uio dos colonos. ? elemento ind"ena

    era quase ineHistente, apenas aluns Alons, que viviam amedrontados e escondidos devido

    perseuio constante dos homens. 3oo em seuido, veio o elemento nero para o servio das

    lavouras, dando a oriem a pequenas sen#alas. Meundo ilson arvalho /onalves. p. 9=.

    55 A' %!$.&$!"' F".3,$"' /+& *;&"!". &. B"!!"'5

    As primeiras fam"lias a se radicarem na povoao foram os astelos $rancos, os unhas, os

    Auiar, os arvalho de Almeida, os (ires 2erreira, os (ereiras, os orreias, os $ores 3eais, os

    0a!elos, os 0odriues e os )elos. Meundo ilson arvalho /onalves. p. 9= V 9G.

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    Atrav%s de conversas informais, o!serva-se que muitas fam"lias que vieram para a cidade de

    $arras foram por causa principalmente da criao de ado e tam!%m do comercio.

    55 Po6o".&n(o )& B"!!"'5

    Em 9BG, a concluso da construo da capela que ento tinha apenas o pres!it%rio co!erto e

    o mais no passava de alicerces ou comeo de paredes, no di#er de (ereira da osta. A capela, que

    foi a primeira semente lanada para o povoamento do luar, eriiu-se na antia fa#enda $uriti#inho,

    onde hoje se desenvolve a cidade, qual pertencia a )anuel da unha arvalho, que era possuidor de

    muitas outras fa#endas. 4recho adaptado KFnspetoria 0eional de Estat"stica )unicipal do (iau"

    9GBCL.Em 9C, veio a falecer, leou-a, assim como toda a sua fortuna, ao seu so!rinho )anoel

    Oos% da unha, com eHceo apenas da importJncia de cento e cinquenta mil reis que deiHara para o

    fundo de dotao da capela.

    Em 9W:C, a capela foi conclu"da, iniciando-se, assim, o povoamento. A fa#enda $uriti#inho

    dava luar Sa (?

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    A freuesia foi criada pela lei provincial n[ 9:9, de =: de De#em!ro de 9W=G, cujos limites foram

    esta!elecidos no ano seuinte, em portaria !aiHada pela presid1ncia da prov"ncia, datada de 9; de

    >ovem!ro de 9W:, com territrio desmem!rado de ampo )aior e (arna"!a. 4recho adaptado

    KFnspetoria 0eional de Estat"stica )unicipal do (iau", 9GGCL.

    Definido um territrio, criada a comarca e o poder leislativo, o povoado de $arras foi

    elevado cateoria de vila. ilson arvalho /onalves ;::C. p. =:. ho de Estrelas.

    55 E,&6"o " C"(&o!$" )& V$,"5

    A povoao de $arras foi elevada a cateoria de vila pela lei provincial n[ 9;C, de ; deMetem!ro de 9W9, sendo instalada no dia 9G de A!ril de 9W;, pelo major Milvestre Oos% da unha

    astelo $ranco, ento presidente da Jmara de ampo )aior, o qual deu posse primeira cJmara

    do novo munic"pio composta dos seuintes mem!ros Oos% AntInio 0odriues, Ooaquim Oos%

    0a!elo de AraNjo, Ooaquim dos Mantos 0a!elo, )iuel arvalho astelo $ranco, )iuel arvalho

    osta (ortelada, Oos% (ires 2erreira e )anoel Ooaquim da osta aldas. Essa mesma lei incorporou

    a nova vila a comarca de (arna"!a at% que pela lei provincial n[ 9CW, de 9 de Aosto de 9W,

    passou a interar a comarca de ampo )aior, da qual se desmem!rou depois, pela lei provincial n[CGB, de C de Aosto de 9W:, para formar com termo de $atalha a sua prpria comarca Ktrecho

    adaptado. Fnspetoria 0eional de Estat"stica municipal do (iau", 9GBCL.

    Devido ao empenho e incansvel tra!alho deste notvel filho de $arras, Oos% arvalho de

    Almeida, a Assem!leia da prov"ncia, em 9WW, destinou no seu oramento ver!a de um conto de

    r%is, para a concluso das o!ras da ireja. A torre, aps ter sido conclu"da, desmoronou-se, isto no

    ano de 9WB;, em virtude do forte inverno daquele ano. Entretanto, arvalho de Almeida, cidado de

    honestidade a toda prova, reconstituiu >ova 4?00E, sua prpria custa. Meundo Antenor 01o, p.=W. ;::. E esse novo templo majestoso que se viu at% 9GC, com as reformas por que passou, % a

    matri# de $arras Kdemolida por estar com a estrutura comprometidaL. >o mesmo espao, constitui-

    se a >ova Freja )atri# de >ossa Menhora da onceio de $arras.

    A medida que a povoao aumentava, o proresso se desenvolvia, de par com o entusiasmo

    de seus ha!itantes. Em 9W=W, j havia uma fundio, cujo neste era )anoel 0esplandi, que nela

    construiu o sino rande da ireja de Mo /onalo da $atalha. Em 9WB, o patrimInio de >ossa

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    17

    Menhora era enriquecido com a doao de mais uma posse de terras da mesma fa#enda $uriti#inho

    e, posteriormente, com outra na fa#enda ara"!as.

    (or efeito do decreto estadual n[ 9, de ;W de De#em!ro de 9WWG, do ento overnador

    /rerio 4aumartuo de A#evedo, $arras foi elevada a cateoria de cidade, com a denominao de

    $arras do )arataoan, pelo desenvolvimento eral de seu comercio e indNstria, e pelo considervel

    aumento de sua populao, conforme os termos do Nnico considerando do referido decreto. 4recho

    adaptado. KFnspetoria 0eional de Estat"stica )unicipal do (iau" 9GBCL. reditamos este teHto ao Mr.

    Dilson 3aes.

    5J5 E,&6"o C"(&o!$" )& C$)")&5

    riada a 2reuesia e a omarca, $arras estava com uma estrutura merecedora de foros de

    cidade. 4endo uma ampla e !ela ireja, so!rados, ruas delineadas, (ao )unicipal, cadeia, )ercado

    pu!lico, casa (aroquial, servios de orreios e 4elerficos, !om comercio e indNstria. Estava

    assim talhada para lutar e crescer para as sendas do porvir. >o custou a concreti#ao desse ideal a

    que fa#ia jus. Rm !arrense, marechal /rerio 4aumartuo de A#evedo, ento /overnador do

    (iau", decretou, um ato de justia, a sua elevao cateoria de cidade. ilson arvalho

    /onalves, p. ;9.Decreto n[ 9, pu!licado em ;W de De#em!ro de 9WWG, em que a vila de >ossa Menhora de

    $arras rece!eu o foro de idade. Eleva a cidade de $arras, Rnio, ampo maior e (iracuruca,

    tornando a primeira a denominao de !arras do )arathaoanT.

    onsiderando que as vilas de $arras, Rnio, ampo )aior e (iracuruca, pelo

    desenvolvimento eral de comercio e indNstria e pelo considervel aumento de sua populao,

    acham-se em circunstancia de serem equipadoras a outros nNcleos de populao, a que foi

    concedida a cateoria de cidade, resolve em virtude de atri!ui&es que lhe confere o decreto n[ , de>ovem!ro Nltimo'

    Artio 9. Eleva as mencionadas

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    diviso referente ao ano 9G==, o munic"pio % constitu"do de = detritos $arras do )arataoan,

    $atalha e $oa Esperana. Elevado cateoria de munic"pio. (elo decreto estadual n[ 9.B=C, de :;-

    :B de 9G=, desmem!rado do munic"pio de $arras do )arataoan o distrito de $atalha. Elevado

    cateoria de munic"pio.

    Em diviso territoriais datadas de =9-UFF-9G=C e =9-UFF-9G= o munic"pio aparece com a

    denominao de $arras. >o h ato mudando a denominao do munic"pio era admitido por

    simples tolerJncia of. do DEE do (iau" ao ME0F$EE DP9WG;, de ;W-:W-9G=, protocolo so! o n[

    C.G9.

    Em diviso territorial, datada de 9-o ano de ;::W, o prefeito 2rancisco das haas Damasceno K)anin 01oL revoou o

    aniversrio de $arras de ;W de de#em!ro para ; de setem!ro, data da elevao de vila pela a lei

    provincial n[ 9;C, de ; de setem!ro de 9W9.

    A cidade de $arras % considerada um dos randes polos tur"sticos atraindo milhares de

    pessoas durante as festa culturais, como o carnaval, o festejo de >ossa Menhora da onceio e os

    !alnerios' o (esqueiro o 2lutuante a achoeira da 3apa e o 0io 3on.

    5 F$,;o' I,+'(!&' )& B"!!"'9

    G!&4!$o T"+."(+!o )& A>&6&)o 110Q /overno do Ama#onas e do (iau"'

    2undador e presidente da ru#

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    L&n$)"' )& C"'(!o M&,o 1-1Q (rofessor atedrtico de @istria >atural do

    3iceu (iauiense' hefe do M. >acional de profilaHia da lepra e doenas ven%reas'

    Deputado 2ederal' Menador da 0epN!lica' )em!ro do onselho Muperior de aiHas

    EconImicas 2ederais' onstruo do @ospital /etNlio orte do (iau", situa-se no

    centro de seis !arras de rios e riachos, a do )arataoan, a do riacho do Fnina, a do /entil, a do

    0iacho, a do riacho Manto AntInio e a do rio orrente, devemos a esse fator natural o seu

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    topInimo. Meundo ilson arvalho /onalves, p. =;. ho de Estrelas da @istria de $arras do

    )arataoan, ;::C. )arataoan- )aratao, na l"nua ind"ena quer di#er 0iacho da (edra /rande.

    52 Po%+,"o

    Em 9W:, havia na localidade panas duas casas de telha e seis de palha.

    Em 9W:G, o povoado constitui-se de apenas meia dN#ia de casas de telha, todas dispersas em

    sua parte meridional. inco ou seis anos depois, vrias casas foram sendo constru"das,

    determinando a formao das primeiras ruas, como' uma das principais ruas, a rua /rande hoje

    K/eneral 4aumartuo de A#evedoL. A medida que a povoao aumentava, o proresso se

    desenvolvia, de par com o entusiasmo de seus ha!itantes. Em 9W=W, j havia uma fundio, cujomestre era )anoel 0esplendi, que nela construiu o sino rande da ireja de Mo /onalo da

    $atalha. 4recho adaptado KFnspetoria 0eional de Estat"stica )unicipal do (iau" 9GBCL.

    >o relatrio de Apud A3E>AM40E, afirma que, em 9W9, a vila das $arras era uma das

    melhores da prov"ncia, tinha 9: casas de telhas e uma ireja que serve de )atri#. 4inha tam!%m

    escolas de primeiras letras, dos seHo masculino, criado em 9W;G, por virtude da lei de 9B de ?utu!ro

    de 9W;, e outro seHo feminino, criada pela resoluo provincial de 9 de Metem!ro de 9WC.

    A 2reuesia de $arras nessa %poca tinha uma populao de G.::: almas que se dedicava lavoura de alodo e criao de ado. EHportava muito alodo, sola curtida e couros para o

    )aranho. (ossu"a ricas fa#endas de ado, que no !i1nio de 9WG-9WB9, produ#iam 9=.;C= ca!eas

    de vacum e 9.;9= de cavalos no valor de B=.W= r%is. Em 9WB, o patrimInio de >ossa Menhora era

    enriquecido com a doao de mais uma posse de terra na mesma fa#enda $uriti#inho e,

    posteriormente, com outra fa#enda ara"!as.

    @oje, a populao de $arras % de aproHimadamente .WB: pessoas, sendo ;;.BC; homens e

    ;;.;WW mulheres. 2onte' F$/E, (rimeiros 0esultados do enso de ;:9:.

    5 O!o!"#$"

    As terras do munic"pio so planas, eHistindo apenas alumas eleva&es KmorrosL, por isso o

    acesso a qualquer luar do munic"pio torna-se fcil.

    5 A,($(+)&

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    A altitude da sede do munic"pio % de B metros acima do n"vel do mar.

    5 H$)!o!"#$"

    ] rande a quantidade de rios, riachos, olhos d^ua e laoas, eHistentes no territrio

    !arrense.

    5 R$o'

    551 R$o Lon=

    ] o maior de todos os rios que cortam o munic"pio, passa a \m da cidade. >asce na laoa

    do mato ou 3on, a uma altitude de 9B: 7m. (assa a 9; 7m de distJncia da cidade de Alto 3on,

    no Estado do (iau". 4em uma eHtenso de ;W: 7m, seundo aluns estudiosos. >o % um rio perene,

    na %poca das chuvas forma inNmeros alaados, como os que ficam ao norte e a leste da cidade da

    ampo )aior, (edro FF, (iripiri, (iracuruca, Dominos )ouro, Esperantina, ocal, Ooaquim (ires

    e $uriti dos 3opes. Meu leito tem uma trajetria que comea em Alto 3on. Merve de limites entre

    Altos e ampo )aior, atravessa este munic"pio e penetra no de $arras, separando-os de $atalha e

    servindo de limites entre este Nltimo e Esperantina. Desaua no rio (arna"!a, na cidade de $uriti

    dos 3opes, no luar chamado $arra do 3on.

    552 R$o M"!"(";o"n

    Em sua marem est encravada a sede do munic"pio de $arras. >asce no local chamado

    +RF>4AM, entre a cidade de Altos e o munic"pio de Oos% de 2reitas, am!os no (iau", a uma altitude

    de 9: metros. 4em um curso de aproHimadamente 9:: \m, sua declividade m%dia vai a :, mP\m.

    Mua !acia a!rane os munic"pios de altos, ampo )aior, Oos% de 2reitas, Rnio, )iuel Alves,

    onde nascem afluentes seus, seue a ordem acima. Apresenta, entre outras, os atri!utos Mo Oos%,)adeira ortada e 0iacho Kpela marem esquerdaL e aldeiro e Manto AntInio Kpela marem

    direitaL.

    ? rio )aratahoan % cortado, na cidade de $arras, por uma ponte de concreto com um vo de

    CB metros de eHtenso. ? )aratahoan s % perene nos meses de inverno. >o alto vero, ele %

    composto de vrios trechos com !astante ua, chamados popularmente de S(?Z?T, e de pequenos

    trechos totalmente secos denominados S(AMMMA/E)T. >o rio foram constru"das !arraens

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    su!mersas que aumentam su!stancialmente no vero sua capacidade arma#enadora de ua.

    Antenor 01o 2ilho, p. C:. ;::C.

    55 R$o Co!!&n(&

    ] o maior dos rios do munic"pio, tanto em volume d^ua, como em eHtenso. ] afluente do

    rio 3on.

    55 R$"*;o'

    0iacho Fnina, (oo, /entil e Manto AntInio, Mo pequenos rios sem muita importJncia.

    >enhum % perene, aumentam suas uas apenas na estao chuvosa. Antenor 01o 2ilho. p. C:.

    ;::.4anto os rios como os riachos contri!uem para o desenvolvimento econImico do munic"pio,

    fornecendo peiHes para a alimentao da populao, irriao de ua para o plantio de feijo e

    melancia que a!astecem o mercado interno e eHterno do estado.

    CAPTULO V

    5 METODOLOGIA

    ? presente tra!alho de pesquisa visa a!ordar a oriem da cidade de $arras, apontando os

    motivos de sua coloni#ao por portuueses que vieram da $ahia e (ernam!uco.

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    ? crit%rio utili#ado para escolha do estudo do referido tema, foi o interesse pessoal em

    aprofundar os conhecimentos no que se refere os motivos e os fatores que contri!u"ram para a

    cheada dos portuueses nessas terras e como a cidade se oriinou s marens do 0io )arathaoan.

    (ara reali#ao deste estudo !uscou-se fa#er um levantamento !i!liorfico em fontes que

    a!ordam so!re a temtica oriem da cidade de $arras e procurou-se desenvolver uma pesquisa de

    campo, utili#ando-se de entrevistas e questionrios para a coleta de dados junto a parentes de

    alumas das primeiras fam"lias que chearam a $arras, como as astelo $ranco, Auiares,

    arvalhos, osta, 4orres e 0aulino Almeida.

    515 O' '+&$(o' )& %&'/+$'"5

    (ara a coleta de dados junto ao universo pesquisado utili#ou-se de amostraem de :C KseisL

    pessoas, sendo que cada pessoa representou uma fam"lia que se radicaram na cidade de $arras, no

    inicio da cidade.

    525 D&%o$.&n(o' )"' %&''o"' &n(!&6$'(")"' !&!&n(&' "' %!$.&$!"' #".3,$"' /+& *;""!". &.

    B"!!"'5

    52515 F".3,$" C"!6",;o5

    A pessoa entrevistada da referida fam"lia, foi a professora aposentada, que tem W9 anos,

    nascida na cidade de $arras, filha de Aur%lio arvalho, seus pais vieram de (edro FF, porque herdou

    a fa#enda 4apera, l eHerceu atividades de criao de ado. )ais recente, foi comerciante na rua

    /rande K/eneral 4aumaturo de A#evedoL, no qual vendia diversos produtos. Meundo a professora,

    ele costumava durante a Memana Manta dar jejum para o povo, como por eHemplo !acalhau. Meu paiera uma pessoa muito solidria.

    52525 F".3,$" A+$"!

    A pessoa entrevista da desta fam"lia, foi a professora que tem BC anos. Meus pais chaaram a

    $arras em 9G:, moravam em 3u#ilJndia, mas seus antepassados vieram da $ahia. aluns mem!ros

    de sua fam"lia inressaram na pol"tica !arrense.

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    5255 F".3,$" C"'(&,o B!"n*o

    A pessoa pertencente a esta fam"lia % advoado, tem = anos. ?s seus antepassados vieram

    de (ortual, mas moraram na $ahia. devido a necessidade de !oas pastaens des!ravaram as terras

    pertencentes ao (iau", isso ocorreu em meados do s%culo U

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    >o questionrio a entrevistado destaca a importJncia do rio )arathaoan para o inicio da

    cidade, na 2a#enda $uriti#inho.

    55 Co,&(" )& D")o'

    A coleta de dados reali#ou-se atrav%s de aplicao de questionrios, entrevistas al%m de

    conversas informais com parentes das primeiras fam"lias que chearam a $arras, com o intuito de

    colher mais detalhes relevantes a temtica da oriem de $arras. (rocuramos o!ter informa&es em

    ros pN!licos como a Academia de 3etras do este item, fa#-se uma a!ordaem so!re o resultado da coleta de dados o!tidos juntos a

    parentes de alumas das primeiras fam"lias que chearam ao munic"pio de $arras. Fndaou-se os

    motivos da vinda deles e tam!%m como se oriinou a cidade de $arras.

    CONCLUSO

    Atrav%s de estudo reali#ado, perce!e-se que $arras oriinou-se principalmente por causa da

    criao de ado. >o qual os coloni#adores estavam em !usca de !oas pastaens e ua para os

    animais. (or isso, des!ravaram essas terras, levando-as a se fiHarem s marens do rio )arataoan e,

    assim, nasce a cidade de $arras, uma cidade acolhedora e pra#erosa.

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    >a pesquisa feita atrav%s de entrevista e conversas informais com parentes de alumas das

    primeiras fam"lias que chearam a $arras. Aluns relataram que a cidade oriinou-se da 2a#enda

    $uriti#inho do oronel )iuel arvalho de Auiar. )as tiveram aluns que desconheciam a

    histria de oriem da cidade de $arras.

    4odas direto ou indiretamente contri!u"ram para o desenvolvimento econImico, social,

    cultural e pol"tico da cidade. ? inicio da cidade comeou com a construo da ireja de >ossa

    Menhora da onceio, que durante os festejos atrai milhares de fi%is de todas as localidades.

    (or meio de leitura e pesquisa podemos constatar que a cidade cresceu e se desenvolveu as

    marens do rio )arathaoan, que no passado com suas auas cristalinas atra"ram fa#endeiros da

    $ahia a (ernam!uco. Depois veio o nero para o servio na lavoura, dando oriem as pequenas

    sen#alas. (or outro lado o vaqueiro tornava-se o principal tipo humano caracter"stico de $arras,tam!%m as que!radeiras de coco, as lavadeiras, os pescadores e os colhedores de cera da carnaN!a

    que ainda hoje eHercem suas fun&es SvivasT na atual sociedade !arrense.

    (ortanto, que esse tra!alho possa ajudar professores e alunos em suas pesquisas escolares.

    REFERENCIAS BIBLIOGRKFICAS

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    EOA Educao de Oovens e Adultos (iau" Meundo Memento do Ensino 2undamental, interado,

    =` etapa livro teHto l"nua portuuesa, matemtica, histria, eorafia, ci1ncias, artes, inl1s,

    literatura do (iau", histria do (iau", eorafia do (iau", artes do (iau" P il% 4eresinha 4oledo

    ?... et alb. V uriti!a $ase Editora, ;::W.

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    APNDICES