Princípios Básicos de Dendrometria

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  • DEPARTAMENTO DE CINCIA FLORESTAL

    PRINCIPIOS BSICOS DE DENDROMETRIA

    JOS ANTNIO ALEIXO DA SILVA FRANCISCO DE PAULA NETO

    Imprensa Universitria da UFRPE

    1979

  • Universidade Federal Rural de Pernambuco Departamento de Cincia Florestal

    Universidade de Braslia Departamento de Engenharia Florestal

    O total ou parte desta obra poder ser reproduzida desde que fosse citada como fonte de origem.

    FICHA CATALOGRFICA

    elaborada pela Biblioteca Central da Universidade de Braslia

    Silva, Jos Antnio Aleixo da S586 Princpios bsicos de dendrometria / Jos Antnio Aleixo da Silva e Francisco de Paula Neto, atualizada por Jos Imaa - Encinas e Otaclio Antunes Santana Recife: Universidade Federal Rural de Pernambuco, Departamento de Cincia Florestal, 1979. 191p. : il.

    ISBN 85-87599-24-0

    1. Dendrometria. 2. Mensurao florestal. 3. Silvimetria. 4. Engenharia florestal medio. I. Paula Neto, Francisco. II. Imaa-Encinas, Jos. III. Santana, Otaclio Antunes. IV. Ttulo.

    CDU 634.0.5

    Patrocinador da edio digital

    ii

  • iii

    APRESENTAO

    Nosso trabalho na realidade no uma invocao no campo da Dendrometria,

    mas sim um fruto da juno de informaes conhecidas por muitos, mas pertencem

    a vrios livros publicados por diversos autores.

    Sabe-se que a dificuldade de se conseguir livros textos no assunto e escritos em portugus grande pelo fato de que a Cincia Florestal no Brasil apesar do avano alcanado ainda ser muito jovem em termos de curso superior, pois o primeiro curso implantado no Brasil est com 19 anos.

    O presente trabalho no foi elaborado com a nica preocupao de ser

    publicado como um trabalho texto em portugus, mas sim tambm, para cumprir os

    requisitos da disciplina Problema Especial do Curso de Mestrado em Cincias

    Florestais da Universidade Federal de Viosa, o qual fizemos parte como aluno e

    como professor orientador.

    Portanto como citamos anteriormente este trabalho no uma inovao, mas

    na realidade uma pesquisa bibliogrfica sobre Dendrometria onde tentamos reunir o

    mximo possvel de informaes sobre o assunto com a finalidade de auxiliar

    estudantes desta disciplina a obterem informaes sem terem o trabalho de

    pesquisar muitos livros como fizemos para que este trabalho fosse elaborado.

    Assim sendo, todas as crticas e sugestes sero aceitas de bom grado, pois os

    erros cometidos sero corrigidos e as sugestes sero adicionadas.

    No final desta apresentao queremos agradecer aos Professores: Mrio

    Bezerra, Expedito Couceiro, Amaro Matias e Jos Pires Torres pelas correes e

    suporte financeiro, e em especial ao professor Joo Carlos Chagas Campos pela

    valorosa colaborao na ordenao e elaborao deste trabalho.

    JOS ANTNIO ALEIXO DA SILVA

    FRANCISCO DE PAULA NETO

    Recife, 13 de julho de 1979.

  • iv

    PRLOGO DA EDIO DIGITAL

    um fato indiscutvel que a obra Princpios Bsicos de Dendrometria

    publicada em 1979, como apostila, foi considerada nos cursos de Engenharia

    Florestal, existentes no Pas, como texto de consulta obrigatria da disciplina de

    Dendrometria e de outras disciplinas da mensurao florestal.

    Na formao do engenheiro florestal, a notvel contribuio desta obra ficou

    registrada na sua citao bibliogrfica em diversos livros e trabalhos cientficos que

    foram publicados nesta especialidade.

    Com a devida autorizao do autor principal, Prof. Dr. Jos Antnio Aleixo da

    Silva da Universidade Federal Rural de Pernambuco, que atualizamos e

    transformamos a obra em meio digital, que certamente poder ficar mais accessvel

    ao pblico interessado na referida especialidade.

    No atual mundo globalizado em que a sociedade fica mais exigente na busca

    do conhecimento, esta verso digital vem a preencher inclusive uma premente

    necessidade de atender ao setor do ensino a distncia, setor que se vislumbra como

    um dos caminhos mais eficientes na formao de profissionais e na correspondente

    transferncia tecnolgica.

    Temos certeza que esta obra continuar sendo baluarte na formao dos

    engenheiros florestais, e nesse sentido se constituir em imprescindvel texto de

    consulta na especialidade de Dendrometria.

    Os autores desta obra agradecem Fundao de Empreendimentos Cientficos

    e Tecnolgicos FINATEC pelo apoio financeiro recebido que permitiu a edio

    digital de 1.000 cpias em CD.

    JOS IMAA-ENCINAS Professor, Universidade de Braslia

    OTACLIO ANTUNES SANTANA Doutorando do Programa em Cincias Florestais

    Universidade de Braslia

    Braslia, 16 de maio de 2006.

  • v

    NDICE Pgina

    1. Introduo 011.1 Objetivos comerciais 011.2 Objetivos de ordenamento 011.3 Objetivos de pesquisas 021.4 Tipos de medidas 021.4.1 Medida direta 021.4.2 Medida indireta 031.4.3 Medida estimativa 031.5 Sistemas de medidas 031.6 Tipos de erros 05

    2. Idade das rvores e dos povoamentos 062.1 Idade das rvores 072.1.1 Observao 072.1.2 Contagem do nmero de verticilos 082.1.3 Anis de crescimento 082.1.4 Mtodos de anlise do tronco 102.2 Idade dos povoamentos 122.2.1 Idade mdia 14

    3. Dimetro e rea basal 153.1 Instrumentos usuais 183.1.1 Suta 183.1.2 Fita de dimetro 193.1.3 Comparao da suta com a fita de dimetro 203.1.4 Vara ou rgua de Biltmore 213.1.5 Visor de dimetros de Bitterlich 243.1.6 Dendrmetro de Friedich 253.1.7 Pentaprisma ou calibre prismtico de Wheeler 263.1.8 Garfo de dimetro 283.1.9 Rgua 283.1.10 Relascpio de Bitterlich 293.2 Erros na medio do dimetro 293.2.1 Erros da suta 293.2.2 Erros da fita de dimetro 323.2.3 Erros da rea seccional 323.2.4 Erros de arredondamento 343.3 Aplicao da fita e da suta em funo de seus erros 353.4 Dimetro mdio e rea basal do povoamento 36

    4. Determinao e estimao da rea basal 384.1 Mtodos de estimar a rea basal 384.1.1 Estimao da rea basal pelo mtodo de Bitterlich 384.2 Consideraes numricas sobre o postulado de Bitterlich 454.3 Constante instrumental 464.4 Estimao da rea basal com o prisma 494.5 Estimao do nmero de rvores por hectare, pelo mtodo de Bitterlich 514.6 Clculo do dimetro mdio, conhecendo a rea basal 54

    5. Medio e estimao da altura 555.1 Tipos de alturas 555.2 Medidas da altura 565.3 Mtodos e instrumentos utilizados no Princpio Geomtrico 57

  • vi

    5.3.1 Mtodo da sombra 575.3.2 Mtodo da superposio de ngulos iguais 585.3.3 Mtodo da vara 595.3.4 Mtodo das duas balizas 605.3.5 Mtodo do quadro de Leduc 615.3.6 Prancheta dendromtrica 625.3.7 Hipsmetro de Merrit 645.3.8 Hipsmetro de Klausner modificado 655.3.9 Hipsmetro de Christen 675.3.10 Hipsmetro de Klausner 695.3.11 Hipsmetro de Faustmann 715.3.12 Hipsmetro de Weise 725.3.13 Hipsmetro de Winkler 735.3.14 Hipsmetro misto de Aleixo 755.4 Consideraes finais 785.5 Bases do princpio trigonomtrico e instrumentos utilizados 795.6 Instrumentos utilizados 815.6.1 Nvel de Abney 815.6.2 Hipsmetro de Blume-Leiss 855.6.3 Hipsmetro de Haga 885.6.4 Hipsmetro de Suunto 895.6.5 Hipsmetro de Bellini 915.6.6 Hipsmetro do Servio Florestal Americano 925.7 Vantagens e desvantagens dos instrumentos baseados nos princpios

    trigonomtricos 93

    5.8 Erros devido a inclinao das rvores e ou forma da copa, preciso instrumental e operador

    94

    6. Estudo sobre a forma das rvores 966.1 Fator de forma normal 976.2 Fator de forma de Hohenald 986.3 Quociente de forma normal 1006.4 Quociente de forma de Girard 1016.5 Quociente de forma absoluto 1016.6 Clculo do fator de forma atravs da altura de Pressler 1026.7 Clculo indireto do fator de forma 103

    7. Cubagem do volume de rvores 1047.1 Estudo matemtico das formas 1057.2 Frmulas de cubagem dos parabolides que se assemelham as formas

    de troncos 108

    7.3 Clculo do volume de rvores (frmulas e aplicaes) 1127.3.1 Mtodo do xilmetro 1127.3.2 Frmulas utilizadas e suas aplicaes

    Frmula de Newton ou de Cavalieri Frmula de Huber Frmula de Smalian Frmula do Servio Florestal Americano Frmula de Hohenald Frmula da FAO Frmula de Pressler Frmula de Hossfeld

    113115116118119122123124125

    7.4 Consideraes finais 1257.5 Cubagem rigorosa 1277.6 Volume comercial da toras 129

  • 7.6.1 Processo de cubagem em desconto por face 1297.6.2 Mtodo exato da alfndega de Paris 1307.6.3 Volume Fracon ou de Hopus (cubagem ao 4 deduzido) 1327.6.4 Cubagem ao 5 reduzido ou 5 deduzido 1347.7 Volume de madeira laminada 1357.8 Consideraes Finais 1377.9 Volume de madeira empilhada 1377.10 Volume de casca 1407.11 Volume da rvore por estimativa ocular 142

    8. Cubagem do volume do povoamento 1428.1 Mtodos baseados em tabelas

    Tabela de produo Tabela de cubicao do povoamento

    143143146

    8.2 Mtodos de cubagem baseados na anlise de rvores individuais 1468.2.1 Tabela de volume 1478.2.2 Equaes utilizadas 1528.2.3 Critrio para a escolha da melhor equao 1528.2.4 Mtodo da rvore modelo

    Mtodo de Drauth Mtodo de Urich Mtodo de Hartig Mtodo de Hossfeld Mtodo da rvore modelo nica

    154155156156157157

    9. Relascopia 1589.1 Relascpio de espelho de Bitterlich 1589.2 Estimao da rea basal ao nvel do DAP e nmero de rvores (n) 1659.3 reas basais a vrias alturas 1669.4 rea basal por classe 1669.5 Clculo da distncia de um objeto 1679.6 Distncia com base a horizontal 1679.7 Distncia com base a vertical 1689.8 Estimao da altura de uma rvore 1699.9 Estimao da altura da rvore a qualquer distncia 1709.10 Determinao da altura mdia segundo Lorey 1709.11 Determinao de dimetros a quaisquer alturas 1719.12 Altura de Pressler com o relascpio para clculo do volume 1739.13 Estimao da altura media segundo Bitterl