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MINISTRIO DA EDUCAO SECRETARIA DE EDUCAO PROFISSIONAL E TECNOLGICA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAO, CINCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA CAMPUS JUAZEIRO

Rod. BA 210, S/N, Dom Jos Rodrigues Juazeiro-BA Telefone: (74) 3612-5878 E-mail: [email protected]

PROJETO PEDAGGICO CURSO TCNICO EM ADMINISTRAO

FORMA SUBSEQUENTE AO ENSINO MDIO

JUAZEIRO-BA

2016

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Reitor

Renato da Anunciao Filho

Pr-Reitor de Ensino

Nilton Vasconcelos

Diretor Geral campus Juazeiro

Emmanuel Victor Hugo Moraes

Chefe do Departamento de Ensino

Adriana Pinheiro Santos

Chefe do Departamento de Administrao e Planejamento

Miyuki Karasawa

Comisso de Elaborao do PPC

Portaria 012/2016/DG de 13 de abril de 2016

Ana Paula Rocha dos Santos

Claudiane de Jesus Sousa

Emiliana Vieira da Silva

Grazyelle Reis dos Santos

Juliana Mousinho Saphira Andrade

Marcus Nicholas Esquivel da Fonseca

Renan Santos Souza

Ubirajara Costa Lima Junior

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PROJETO PEDAGGICO DO CURSO TCNICO EM ADMINISTRAO

CNPJ: 10.764.307/0001-12

Razo Social: Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia da Bahia - IFBA campus

Juazeiro

Esfera Administrativa: Federal

Endereo: Rodovia BA 210, s/n, sentido Juazeiro x Sobradinho, Bairro D. Jos Rodrigues

Cidade/UF: Juazeiro/BA CEP: 48900-000

Telefone: (74) 3612-0584

E-mail de contato: [email protected]

Site da unidade: http://www.juazeiro.ifba.edu.br/

Eixo Tecnolgico: Gesto e Negcios

Habilitao: Tcnico em Administrao

Carga Horria Total (Ncleo Bsico, Politcnico e Tcnico): 1200 horas

Atividades Complementares: 50 horas

Estgio curricular/TCC: 200 horas

Regime: Modular

Durao: 02 anos

Resoluo de criao:

Aprovao do projeto pedaggico do curso:

Ajuste curricular do projeto pedaggico do curso:

mailto:[email protected]://www.juazeiro.ifba.edu.br/

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SUMRIO

1. APRESENTAO 52. APRESENTAO DO CAMPUS JUAZEIRO 63. IDENTIFICAO DO CURSO 113.1 JUSTIFICATIVA 11

3.2 OBJETIVOS DO CURSO 13

3.3 CARACTERSTICAS GERAIS DO CURSO 14

4. REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO AO CURSO 155. PERFIL PROFISSIONAL DOS EGRESSOS DO CURSO 166. ORGANIZAO CURRICULAR DO CURSO 186.1 COMPONENTES CURRICULARES 18

6.2 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 21

6.3 MATRIZ CURRICULAR 24

6.4 PLANEJAMENTO DOS COMPONENTES CURRICULARES DE CADA ETAPA 27

6.5 ORIENTAES METODOLGICAS 78

6.6 PRTICA PROFISSIONAL INTRNSECA AO CURRCULO 84

6.7 PRTICA PROFISSIONAL ARTICULADORA 86

6.8 ESTGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO E TRABALHO DE CONCLUSO DE CURSO 90

7. CRITRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS E EXPERINCIAS ANTERIORES 938. CRITRIOS DE AVALIAO 959. INSTALAES E EQUIPAMENTOS 999.1 INSTALAES FSICAS 99

9.2 EQUIPAMENTOS 101

9.3 ACERVO DA BIBLIOTECA 110

10. PERFIL DOCENTE 14411. PERFIL DOS SERVIDORES TCNICOS ADMINISTRATIVOS EM EDUCAO 14812. CERTIFICADOS E DIPLOMAS 15213. REFERNCIAS 15314. ANEXOS 160

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1. APRESENTAO

Este documento apresenta o Projeto Pedaggico do Curso Tcnico de Nvel Mdio em

Administrao, forma subsequente, modalidade presencial, do Instituto Federal de Educao,

Cincia e Tecnologia da Bahia, Campus Juazeiro. O Curso Tcnico em Administrao foi

implantado nesse Campus, na forma integrada, no primeiro semestre de 2016. A oferta desse curso

na forma subsequente amplia as possibilidades de formao na rea, contribuindo para que o

Campus Juazeiro consolide sua propenso em desenvolver cursos articulados ao eixo tecnolgico

Gesto e Negcios.

Como um documento vivo, que traa orientaes pedaggicas para a construo do curso,

relevante que esse projeto seja, sempre que necessrio, rediscutido, reavaliado e reelaborado, j que,

tanto a rea de Administrao experimenta continuamente processos de mudana, como o prprio

pensar e fazer Educao compreende uma dinmica vigorosa.

O fomento integrao curricular, interdisciplinaridade, vinculao entre conhecimentos tericos e

prticos, reflexo e exerccio do desenvolvimento sustentvel, valorizao do ser humano e

integrao social e poltica dos sujeitos so princpios norteadores desse projeto.

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2. APRESENTAO DO CAMPUS JUAZEIRO

Dos atuais Campi do IFBA, o de Juazeiro um dos mais recentes, tendo iniciado suas atividades em

21 de outubro de 2010 como Ncleo Avanado do Campus Paulo Afonso, no prdio da antiga

Escola da Companhia de Navegao do So Francisco. Nesse espao, cedido pela Prefeitura

Municipal, ofertou primeiramente o curso Tcnico de Nvel Mdio em Comrcio e, a partir do

primeiro semestre de 2011, o curso Tcnico de Nvel Mdio em Segurana do Trabalho, ambos na

forma subsequente, modalidade presencial.

Em 2013, inseridas na Fase III da Expanso da Rede Federal de Educao Profissional, iniciaram-se

as obras para a construo do prdio prprio do IFBA em Juazeiro, em uma rea importante para o

desenvolvimento do municpio e do Territrio do Serto do So Francisco1. Essas obras foram

concludas dois anos mais tarde quando, por meio da Portaria Ministerial n. 27, de 21 de janeiro de

2015, foi autorizado o seu funcionamento como Campus. Em julho desse ano, o Campus Juazeiro

passou a funcionar em endereo definitivo, no Bairro Dom Jos Rodrigues, s margens da Rodovia

BA-210, sentido Juazeiro-Sobradinho.

O municpio de Juazeiro, sexto maior do Estado da Bahia, est situado no extremo norte do Estado,

centro do Nordeste do Brasil, na regio do Submdio So Francisco, que abrange o polgono das

secas. Conforme ltimo censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica em 2010,

sua populao foi calculada em 194.327 habitantes. Vale ressaltar que se trata de um lugar onde

59,7% da populao vive em situao de extrema pobreza e maior parte se concentra na zona rural.

(ESTEVES e outros, 2012)

Com vegetao predominante de Caatinga e clima rido e semirido, Juazeiro faz parte da Regio

Administrativa Integrada de Desenvolvimento (RIDE) do Polo Petrolina-Juazeiro, instituda pela lei

1O Territrio do Serto do So Francisco constitudo pelos municpios de Campo Alegre de Lourdes, Casa Nova,Canudos, Cura, Juazeiro, Remanso, Sento S, Sobradinho, Pilo Arcado e Uau. Ocupa uma rea deaproximadamente 61,6 mil km no norte da Bahia e tem uma populao de quase 500 mil habitantes, dos quais, 55% soconsiderados pobres ou extremamente pobres. (SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO RURAL, 2015)

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complementar n 113, 19 de setembro de 2001, e regulamentada pelo decreto n 4366, 09 de

setembro de 2002. Essa RIDE constituda de quatro municpios de Pernambuco: Petrolina, Lagoa

Grande, Santa Maria da Boa Vista e Oroc; e quatro municpios da Bahia: Juazeiro, Casa Nova,

Sobradinho e Cura (MINISTRIO DA INTEGRAO NACIONAL, 2011)., constituindo uma

populao aproximada de 727.344 habitantes.

A RIDE Petrolina-Juazeiro o maior centro produtor de frutas tropicais do pas, destacando-se nos

cultivos de manga, uva, melancia, melo, coco, banana, dentre outros, e na crescente exportao

dessa produo e de seus derivados, principalmente vinhos e sucos. O amparo da Companhia de

Desenvolvimento dos Vales do So Francisco e do Parnaba (CODEVASF) e da Empresa Brasileira

de Pesquisa Agropecuria (EMBRAPA) tem sido de extrema importncia para impulsionar a

fruticultura irrigada em Juazeiro. Alm disso, a RIDE Petrolina-Juazeiro destaca-se ainda no apoio

agricultura familiar, com o cultivo significativo de vegetais, e a explorao, inclusive, de reas de

sequeiro, fomentada pela implantao de mecanismos de irrigao. Tais aes tornou essa a nica

regio do pas a colher duas safras de uvas por ano e a maior produtora e exportadora de frutas do

Brasil, mesmo se localizando no centro do polgono das secas. (Plano Municipal de Saneamento,

2011)

Em funo dessa produo, localiza-se em Juazeiro uma das maiores Centrais de Abastecimento de

produtos do setor primrio do Brasil, a maior do interior do Norte/Nordeste, responsvel pela

distribuio de gneros agrcolas que abastecem vrias regies do pas. (Plano Municipal de

Saneamento, 2011)

A cidade de Juazeiro considerada a mais industrializada do Vale do So Francisco. O Distrito

Industrial do So Francisco (DISF), a localizado, abriga diversas indstrias e empresas. A cidade

tambm possui um comrcio bem desenvolvido e muito importante para a regio. Segundo

informaes divulgadas em junho de 2015 pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

(CAGED), Juazeiro lder no Nordeste no ranking de empregos formais. O saldo positivo de 2.602

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postos de trabalho ocupados com carteira assinada, entre janeiro e abril de 2015, fez o municpio

baiano despontar em 7 lugar em mbito nacional nesse quesito. Ademais, esto sendo atrados para

a regio grandes empreendimentos pblicos e privados, e o distrito industrial dobrou o nmero de

empresas nos ltimos seis anos, dado o grande potencial econmico do Vale do So Francisco.

(ASCOM/Juazeiro, 2015)

Em 2015, por exemplo, foi inaugurada neste distrito industrial uma fbrica de aerogeradores, a

primeira de grande porte da Amrica do Sul, contribuindo para a implantao de parques elicos ao

longo do lago da represa de Sobradinho, principalmente, nas regies de Casa Nova e Sento S, em

funo do seu diversificado potencial bioenergtico, ventos e radiao solar abundante.

(ZAPAROLLI, 2015)

No incio de 2016, o primeiro Shopping Center da cidade iniciou suas atividades, com mais de

duzentos empreendimentos e contratao direta de at 2000 postos de trabalho, aquecendo o fluxo

de negcios, uma vez que Juazeiro se destaca como principal polo de desenvolvimento da regio do

Submdio So Francisco.

Juazeiro tem obtido investimentos do Governo Estadual e Federal com o objetivo de impulsionar o

setor de transporte. Para isso, o Governo Federal lanou o Programa de Investimentos em Logstica,

que prev maior participao do setor privado em projetos de infraestrutura, e que na Bahia se

efetivar por meio da reconstruo das linhas frreas entre Belo Horizonte-MG e Salvador-BA; de

Salvador-BA a Recife-PE, passando por Aracaju-SE e Macei-AL; e Feira de Santana-BA a

Parnamirim-PE, passando por Juazeiro-BA e Petrolina-PE. (SISTEMA FIEB, 2013, p.29)

Muito embora a economia em Juazeiro apresente sinais de avanos, evidente o abismo social entre

ricos e pobres, o que revela uma alta concentrao de riquezas. De modo geral, a cidade carente de

investimentos em infraestrutura urbana e em suas periferias as populaes, que muitas vezes vivem

do subemprego, enfrentam srias dificuldades de acesso a servios pblicos essenciais, como sade,

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educao, segurana, transporte e moradia, alm de requerer espaos de lazer mais prximos, o que

tem implicncias no prprio exerccio da cidadania. Via de regra, esse o panorama mais comum da

sociedade juazeirense que, tambm por isso, convive com inmeros preconceitos.

Juazeiro possui instituies de ensino privadas e pblicas, inclusive algumas de ensino superior,

dentre as quais se destacam a Universidade do Estado da Bahia, campus III, a Universidade Federal

do Vale do So Francisco, campus Juazeiro, e a Faculdade So Francisco de Juazeiro. A cidade

vizinha, Petrolina, tambm oferece oportunidades de ensino e de ensino superior que a populao

juazeirense pode usufruir, como a Faculdade de Cincias Aplicadas e Sociais de Petrolina, a

Universidade de Pernambuco, campus Petrolina, a prpria Universidade Federal do Vale do So

Francisco, que tem nessa cidade a sua Reitoria, e o Instituto Federal de Educao, Cincia e

Tecnologia do Serto Pernambucano, que tambm tem a sua Reitoria e dois campi. Apesar dessas

instituies e das de educao bsica que formam os sistemas de ensino em Juazeiro e Petrolina, e

tendo em vista que a proximidade dessas cidades possibilita trocas culturais importantes, de

grande relevncia a criao de instituies de educao novas, principalmente que se estabeleam

com o compromisso social de atender parcela da populao historicamente alijada dos espaos de

educao disposio de todos.

A insero do IFBA em Juazeiro acompanhada de importantes desafios, tendo em vista o contexto

econmico, poltico e sociocultural local e regional em que se fixou. Em primeiro lugar, o fato de

estar localizado em uma periferia da cidade j aponta para um dos objetivos mais relevantes da

instituio: ofertar educao pblica, gratuita e de qualidade aos sujeitos que menos oportunidades

tiveram a isso. Assim, a perspectiva da instituio que a educao seja inclusiva e acolha,

sobretudo, sujeitos frequentemente negligenciados desse espao.

Os eixos Tecnolgicos de atuao do IFBA campus de Juazeiro para o horizonte temporal de sua

implantao (2015-2019) so: Gesto e Negcios, Ambiente e Sade e Controle e Processos

Industriais, conforme aprovao da comunidade local em Audincia Pblica realizada no dia 26 de

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maro de 2015 e de acordo com os arranjos produtivos locais.

A criao do curso Tcnico de Nvel Mdio em Administrao, forma subsequente, no IFBA

campus Juazeiro visa atender necessidades sociais relevantes: possibilitar mais uma oportunidade de

formao acadmica e profissional populao do municpio e do seu entorno, frente s demandas

da prpria dinmica econmica, poltica e sociocultural local e regional, com o objetivo de

alimentar seu crescimento e de enfrentar os desafios que os problemas manifestados diariamente,

em todos os mbitos, impem. Assim, busca incluir sujeitos que possam ter na educao condies

para o seu empoderamento e transformao pessoal e social.

Alm dos cursos regulares e eixos tecnolgicos definidos pelo IFBA campus Juazeiro junto a sua

comunidade, fundamental que sejam ofertados tambm cursos de formao inicial e continuada,

no mbito da extenso, de modo a atender as demandas prementes da sociedade que integra o

Territrio do Serto do So Francisco, e particularmente da dos moradores do entorno do campus,

oriundos dos Bairros Dom Jos Rodrigues, Residencial So Francisco, Bairro Joo Paulo II, Praia

do Rodeadouro e outras adjacncias.

Para os cursos regulares no mbito do ensino e para o desenvolvimento de projetos de pesquisa e

dos programas de extenso relevante a preocupao com a preservao da cultura local,

principalmente dos ribeirinhos, dos povos de terreiro e quilombolas, dos povos indgenas e dos

agricultores familiares. O trabalho colaborativo no que tange aos cuidados para com o Rio So

Francisco tambm deve ser parte integrante de todos os cursos e projetos, de modo que a discusso

e problematizao das questes locais sejam intrnsecas formao dos sujeitos que estudam no

IFBA campus Juazeiro.

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3. IDENTIFICAO DO CURSO

Curso Tcnico de Nvel Mdio em Administrao, na forma subsequente ao Ensino Mdio,

modalidade presencial.

3.1 JUSTIFICATIVA

A Administrao uma rea estratgica para qualquer atividade a ser desenvolvida pelas pessoas, j

que agrega conhecimentos fundamentais de gesto e envolve processos de tomada de deciso e

definio de aes que permitiro atingir objetivos e metas previamente determinados. No mbito

organizacional, fornece ferramentas que permitem uma viso integrada s demandas da sociedade,

favorecendo o desenvolvimento econmico e social, tendo em vista os diferentes contextos local,

regional e global. Por possuir essa natureza abrangente, que envolve a atividade humana como um

todo, o Curso Tcnico de Nvel Mdio em Administrao, forma subsequente, foi especialmente

pensado para a formao de sujeitos sociais engajados com as problemticas de seu tempo.

A definio do curso baseia-se na relao entre as necessidades do contexto sociocultural e

econmico e o pblico que se pretende alcanar. O curso deve proporcionar aos discentes formao

slida, de modo a ampar-los nas escolhas de objetivos e metas para a construo de seus itinerrios

individuais e profissionais, alicerado em valores ticos e tendo em vista sua relao consigo

mesmo, com a coletividade e com o meio, como um ecossistema.

tambm sob a perspectiva de ecossistema que se delineia a concepo de Administrao

referenciada nesse projeto. No mundo atual, as pessoas nascem, crescem, aprendem, vivem,

trabalham, se divertem, so tratadas e morrem dentro de organizaes (CHIAVENATO, 2003). As

organizaes provocam a institucionalizao da vida social. Articulam-se, ainda, s mudanas

provenientes das interaes interculturais, da mediao tecnolgica com suas inovaes contnuas,

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da economia local e suas interfaces com a economia globalizada, entre outras. Assim, se inserem na

complexidade do tecido social, cuja dinmica vigorosa impe a atitude constante de prontido.

A Administrao visa interpretar os propsitos organizacionais estabelecendo relao com

circunstancias da atualidade e, desse modo, cumprir seu papel de forma eficaz. Sua tarefa consiste

em planejar, organizar, dirigir e controlar as aes de uma organizao envolvendo as mltiplas

dimenses que a compe e que caracterizam campos especficos e interligados: Gesto de Pessoas,

Administrao de Operaes e Logstica, Administrao Financeira e Marketing, dentre outras.

Transversalmente, a ideia de empreendedorismo se adequa s suas perspectivas, j que diz respeito

atitude de identificar oportunidades, inovar, criar, gerir negcios, carreiras e atuar de forma

criativa frente s adversidades e desafios que se delineiam nos mbitos estratgico, ttico ou

operacional.

O Catlogo Nacional de Cursos Tcnicos (CNCT) define como perfil de profissional de concluso

para o Tcnico em Administrao: Executa operaes administrativas relativas a protocolos e

arquivos, confeco e expedio de documentos e controle de estoques. Aplica conceitos e modelos

de gesto em funes administrativas. Opera sistemas de informaes gerenciais de pessoal e de

materiais (CNCT, 2016, p. 80). Entretanto, embora o campo de atuao dos egressos desses cursos

se situe no nvel operacional, relevante que o processo de formao profissional esteja atrelado ao

da formao de sujeitos crtico-reflexivos, protagonistas da sua prpria histria. O curso Tcnico de

Nvel Mdio em Administrao do IFBA campus Juazeiro fundamenta-se em princpios de gesto

que tm uma relao direta com o disposto no Art. 14, inciso VI da Resoluo CNE/CEB n

06/2012: domnio intelectual das tecnologias pertinentes ao eixo tecnolgico do curso, de modo a

permitir progressivo desenvolvimento profissional e capacidade de construir novos conhecimentos e

desenvolver novas competncias profissionais com autonomia intelectual.

Considerando o contexto da RIDE do Polo Petrolina-Juazeiro, apresentado no Item 2 deste Projeto

Pedaggico de Curso, a implantao de um Curso Tcnico em Administrao que ultrapasse as

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fronteiras do tecnicismo e que tenha como base uma formao ancorada em uma viso crtico-

social, fundamental para a atuao dos sujeitos e seus confrontos com a complexa realidade do

mundo contemporneo. Assim, a proposta de formao profissional nesse curso no diz respeito

exclusivamente ao domnio de tcnicas, mas ainda oferece ferramentas para que se desenvolva a

capacidade de relacionar conhecimentos tericos e prticos com as necessidades locais e regionais,

de forma ativa e criativa, inovadora e guiada pelos princpios de igualdade, solidariedade e

sustentabilidade socioambiental.

O Curso Tcnico de Nvel Mdio em Administrao do IFBA campus Juazeiro, porque objetiva

possibilitar a insero dos egressos em variados campos de atuao: indstria, comrcio, servios

(educao, sade, gesto pblica, organizaes no governamentais, entre outros), e ainda no setor

primrio (agricultura, agroindstria, agricultura familiar, pesca, pecuria, extrativismo vegetal, caa,

entre outros), possui especial relevncia para o desenvolvimento da RIDE do Plo Juazeiro-

Petrolina. Os territrios que compem a RIDE necessitam de profissionais qualificados e aptos para

atuar a favor do seu crescimento econmico e social. Assim, a demanda por profissionais Tcnicos

em Administrao das empresas de pequeno, mdio e grande porte, e, tendo em vista a fora do

setor primrio na RIDE, e suas diversas expresses, tambm para a criao de redes de

associativismo e cooperativismo, visando o fortalecimento dos pequenos produtores. Deste modo, o

Curso Tcnico de Nvel Mdio em Administrao pretende atender s trs dimenses social,

geogrfica e de desenvolvimento nas quais se consubstancia a expanso da Rede Federal e, em

particular, a do IFBA (PDI, 2013), no campus Juazeiro.

3.2 OBJETIVOS DO CURSO

3.2.1 OBJETIVO GERAL

Proporcionar o desenvolvimento pessoal e tcnico/profissional para atuao no mundo laboral,

visando formao tcnica de nvel mdio em Administrao para atuar em diversos segmentos de

mercado, com viso de empreender, coordenar, executar e avaliar os ciclos das atividades de gesto,

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guiado pelos princpios da tica, da pluralidade cultural, da cidadania e da sustentabilidade.

3.2.2 OBJETIVOS ESPECFICOS

Possibilitar o desenvolvimento de competncias profissionais necessrias ao desempenho

das atividades no campo da Administrao em organizaes/empresas, em consultorias e

como empreendedor autnomo.

Proporcionar capacitao tcnico-cientfica para que o aluno utilize e aplique os princpios

da Administrao no campo de trabalho, estabelecendo uma relao entre os saberes terico-

prticos;

Provocar a construo e o desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes

fincados nos valores da tica, da pluralidade cultural, da cidadania e da sustentabilidade.

Estabelecer relao com os quatro pilares da educao: aprender a conhecer, aprender a

fazer, aprender a ser e aprender a conviver, fundamentando a formao de um cidado e

profissional pessoal e tecnicamente competente, com viso de futuro e apto a se adequar aos

diversos contextos sociais e de atuao.

3.3 CARACTERSTICAS GERAIS DO CURSO

Nvel: Educao Profissional Tcnica de Nvel Mdio

Forma: Subsequente ao Ensino Mdio

Modalidade de Oferta: Presencial

Tempo de durao do curso: 2 (dois) anos

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Turno de oferta: Noturno

Horrio de oferta do curso: 18h30min s 22h

Durao da hora-aula: 50 (cinquenta) minutos

Carga horria total: 1200 horas

Carga horria de estgio: 200 horas

Tipo de Matrcula: por mdulo

Regime: Modular Semestral

4. REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO AO CURSO

Nmero mximo de vagas do curso por turma: 80 vagas anuais

Nmero mnimo de vagas do curso por turma: 60 vagas anuais

Ano de criao do curso: 2017

Requisitos de acesso ao curso: o acesso ao curso dar-se- por meio de aprovao no Processo

Seletivo do IFBA ou Exame Nacional do Ensino Mdio (ENEM), para pessoas que tenham

concludo o Ensino Mdio, sendo tais procedimentos regidos pela legislao em vigor e pelas

normas acadmicas do IFBA.

O Processo Seletivo ser realizado uma vez ao ano oferecendo um total de 40 vagas para o ingresso

no curso por semestre. Aquelas vagas que no forem ocupadas ou que forem fruto de evaso

podero, a critrio do Conselho do Curso, ser ocupadas por reingresso ou por transferncia de outra

instituio de ensino tcnico, sendo tais procedimentos regidos pela legislao em vigor, pelas

normas e critrios fixados pelo MEC e pelas normas acadmicas do IFBA.

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5. PERFIL PROFISSIONAL DOS EGRESSOS DO CURSO

O profissional egresso do Curso Tcnico de Nvel Mdio em Administrao, na forma subsequente,

deve apresentar um perfil que o habilite a desempenhar atividades voltadas para Administrao.

Esse profissional ser capaz de:

Atuar com esprito empreendedor junto ao mercado e em relao aos problemas e

oportunidades da vida cotidiana;

Atuar como sujeito crtico, reflexivo e capaz de compreender a complexidade do seu papel,

no mbito produtivo e na realidade que o cerca;

Comunicar-se eficazmente;

Trabalhar em equipe;

Desenvolver conhecimentos, saberes, competncias e habilidades profissionais e pessoais

requeridas para atuao na gesto/administrao de forma ampla, e nas diversas subreas da

gesto em perspectiva sistmica e integradora;

Desenvolver pesquisas, estudos, anlises, interpretao, planejamento, implantao,

coordenao, controle e assessoramento dos trabalhos voltados tanto para a Administrao

geral como para as subreas que a envolve;

Responder, de forma criativa e inovadora, aos constantes desafios da vida cidad e

profissional;

Compreender a necessidade de uma atuao socialmente responsvel, fundamentada na

sustentabilidade ambiental e social;

Compreender a necessidade de educao continuada, sem perder de vista a formao

cultural, profissional, poltica e tico-cidad;

Desenvolver competncias sociais para lidar com as relaes interpessoais, englobando a

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sua diversidade;

Desenvolver competncias emocionais para lidar com as questes intrapessoais;

Conceber o conhecimento geral e o conhecimento tcnico como dimenses interligadas e

interdependentes;

Solucionar problemas com ferramentas analticas e crticas.

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6. ORGANIZAO CURRICULAR DO CURSO

6.1 COMPONENTES CURRICULARES

Efetivamente, a inteligncia que s sabe separar fragmenta o complexo do mundo empedaos separados, fraciona os problemas, unidimensionaliza o multidimensional. {...} Demodo que, quanto mais os problemas se tornam multidimensionais, maior a incapacidadede pensar a multidimensionalidade; quanto mais progride a crise, mais progride aincapacidade de pensar a crise; quanto mais planetrios tornam-se os problemas, maisimpensveis eles se tornam. Uma inteligncia incapaz de perceber o contexto e o complexoplanetrio fica cega, inconsciente e irresponsvel. (MORIN, 2000, p.14-15)

A organizao curricular do Curso Tcnico de Nvel Mdio em Administrao foi construda

visando a superao da perspectiva tecnicista ainda arraigada na educao em geral e, mais

acentuadamente, na educao tcnica e tecnolgica. Compreende-se que os contextos de atuao

profissional do egresso do curso Tcnico em Administrao assume carter cada vez mais

complexo. Assim, superar o paradigma de educao tcnica voltada exclusivamente para a

economia e para atender s demandas do mercado pressupe questionar o modelo que norteia as

prticas econmicas de nossa sociedade e sua sustentabilidade socioambiental. Pressupe ainda

contemplar reflexes crticas sobre por que e como a cultura capitalista predomina de forma to

imperativa nas sociedades contemporneas.

A organizao curricular do curso busca romper com a perspectiva dicotmica trabalho manual

versus trabalho intelectual e est baseada na construo de conhecimentos tcnico-cientficos e

humansticos necessrios ao desempenho da atividade profissional do Tcnico em Administrao.

A operacionalizao deste currculo demanda aes educativas que fomentem a construo de

aprendizagens significativas e viabilizem a articulao e a mobilizao dos saberes, estabelecendo

um relacionamento ativo, construtivo e criador do conhecimento.

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O curso organizado em regime modular e os componentes curriculares que compem a sua

estrutura curricular so classificados em trs ncleos: Bsico, Politcnico e Tcnico, conforme

estabelecido na resoluo n 6/2012 que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a

Educao Profissional Tcnica de Nvel Mdio (p.4). Os componentes curriculares sero

desenvolvidos em 4 perodos modulares. Cada perodo com durao de 300 horas.

O currculo do curso Tcnico em Administrao tem uma carga horria especfica de, no mnimo,

50 horas destinadas execuo de Atividades Complementares, que correspondem, por exemplo, a

participao em eventos cientficos, a realizao de microestgios, de visitas tcnicas e ao

desenvolvimento de trabalhos em instituies pblicas, privadas e no terceiro setor. Alm disso, o

estudante dever realizar o estgio supervisionado que possui carga horria de 200 horas, ou optar

pela elaborao do Trabalho de Concluso de Curso (TCC), a ser desenvolvido em carga horria

equivalente aps cumprir a carga horria total de 1200 horas, referente aos estudos de todos os

componentes curriculares do curso.

Alm das bases filosfico educacionais que promovam a concepo de educao integral, preciso

assegurar estratgias e mecanismos de acessibilidade pedaggica, em sua multidimensionalidade,

que assegurem, de fato, a incluso com vistas permanncia e xito dos estudantes do IFBA-

Campus Juazeiro.

Concebendo a escola enquanto espao importante, onde se d a formao de identidades eque as mesmas se constituem a partir de experincias de vida diferenciadas, podo-se afirmarque a diversidade est presente em todos os ambientes, constituindo as comunidades, quepor sua vez so formadas por pessoas diferentes entre si. Cada um com sua maneirapeculiar de ver o mundo e de agir sobre o mesmo. Esta maneira peculiar que tem cadaindivduo, com seu ritmo prprio de aprendizagem, com distintos perodos de maturao,que muitas vezes est associada a uma deficincia fsica, intelectual ou um transtorno,constitui as diferenas com as quais a escola dever trabalhar. (PPI-IFBA, 2013, p. 63)

Mais:

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Portanto, este Instituto tem como principal desafio garantir a todos a igualdade de direitos,tratandoos de acordo com as diferenas que possuem. Como colocado por Mantoan (In:ARANTES, 2006), para a implementao de polticas inclusivas, a incluso precisa serpensada a partir da desigualdade de tratamento como forma de restringir uma igualdadeque foi rompida por formas segregadoras de ensino. Para que essa meta seja alcanada sernecessrio buscar meios que garantam a equidade no acesso Instituio, assim como apermanncia desses alunos. Permanncia que garanta o acesso ao saber e, por conseguinte(no simplesmente por promov- lo), o acesso a outros graus do ensino, como forma decontinuidade aos estudos (HOFMANN, 2009, pg. 17). (PPI-IFBA, 2013, p. 64)

Os meios de incluso se fundem em importncia, a partir de vrias origens: estrutura fsica,

pedaggica, tcnica-especializada e comunicacional, capaz de, em conjunto, acolher a diversidade.

O Campus Juazeiro, nesse sentido, vem investindo na potencializao dessas estruturas a fim de

assegurar a acessibilidade pedaggica em atendimento diversidade social e cultural, assim como

s pessoas com necessidades especiais e com deficincia. Do ponto de vista da estrutura fsica, o

Campus possui acessibilidade satisfatria. Dotado de estrutura arquitetnica trrea, com rampas e

espaos planejados para serem acessveis, possui piso ttil e estrutura mobiliria adequada para

necessidades especiais, e vem investindo na compra de equipamentos e materiais a exemplo de

impressora braile e jogos, entre outros, fundamentais para o acolhimento e incluso escolar.

Entretanto, a estrutura tcnico-especializada vem sendo um desafio ao campus. A equipe

pedaggica ainda requer a complementao de profissionais e de aes que possibilitem uma

formao/capacitao adequada para o pleno acolhimento e atendimento para a incluso. O presente

plano de curso ser uma referncia para o trabalho pedaggico a ser implementado.

A acessibilidade comunicacional precisa ser ampliada nos portais e stios eletrnicos para o uso das

pessoas portadoras de deficincia visual, garantindo-lhes o pleno acesso s informaes disponveis.

(Decreto n 5.296, 2004)

http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/DEC%205.296-2004?OpenDocument

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A acessibilidade na dimenso atitudinal e comunicacional esto expressas em toda concepo

filosfica e curricular do curso, ao enfatizar as relaes complexas e de pluriculturalidade que

habitam o ser e o fazer humano, consequentemente tambm a escola, suprimindo atitudes de

preconceito e estigmatizao. A construo dessas acessibilidades precisa de ateno e ser

enfrentada como paradigma a ser rompido para que a incluso se efetive com qualidade e eficincia,

e a escola promova o respeito s diversidades presentes no seu interior e na sociedade.

Para isso, sero desenvolvidas aes voltadas para a dimenso comunicacional contemplando:

utilizao de LIBRAS e Braile no contexto da sala de aula, grupos de estudos sobre diversidades e

deficincias, campanhas de conscientizao com os servidores, terceirizados e comunidade escolar,

e o uso de sinalizao e desenho universal.

A dimenso atitudinal envolver a relao entre os diversos atores sociais que compem a

comunidade escolar, envolvendo a recepo dos professores e dos alunos, e o relacionamento dos

professores-alunos e escola-famlia.

6.2 ATIVIDADES COMPLEMENTARES

As Atividades Complementares integram a estrutura curricular do curso Tcnico em Administrao,

forma subsequente, com a finalidade de promover a articulao entre os ncleos Bsico, Politcnico

e Tcnico e as atividades acadmicas, proporcionando o enriquecimento e aprofundamento didtico,

curricular, cientfico e cultural.

Tratam-se de atividades que objetivam consolidar a formao acadmica por meio de experincias

de estudo que envolvem tambm os mbitos da pesquisa e da extenso, alm do ensino.

O estudante deve cumprir, no mnimo, 50 horas de Atividades Complementares em ensino, pesquisa

e/ou extenso. Dessas trs dimenses, deve participar de duas, no mnimo. Para efeito de registro

em seu histrico escolar ser considerada a carga horria mxima de 30 horas para cada uma dessas

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dimenses. (ver Quadro de Carga horria para validao de Atividades Acadmicas

Complementares no ANEXO 01).

Para obter o aproveitamento de Atividades Complementares, o estudante deve efetuar o pedido de

validao das atividades que realizou durante o perodo de durao do curso Tcnico em

Administrao do IFBA. Sero aproveitadas somente atividades realizadas aps o incio do curso

at a sua concluso.

Nesse intervalo, as Atividades Complementares podem ser realizadas a qualquer momento,

inclusive durante as frias letivas, e devero estar relacionadas diretamente rea do curso.

Para que possa validar as Atividades Complementares, o aluno dever apresentar requerimento

acompanhado do certificado/declarao original e cpia desses documentos. A anlise e validao

desses documentos ficam a cargo da Coordenao do Curso, a qual poder solicitar a apreciao dos

docentes do curso.

A validao das Atividades Complementares obrigatria para a concluso do Curso Tcnico de

Nvel Mdio em Administrao, forma Subsequente e, consequentemente, para a expedio de

diploma do curso, que depender da integralizao da carga horria exigida, a saber, 50 (cinquenta)

horas.

O estudante que ingressar no Curso Tcnico de Nvel Mdio em Administrao, forma Subsequente,

por meio de transferncia, poder solicitar o reconhecimento de atividades cursadas em outras

instituies, desde que observadas as seguintes condies:

a) As Atividades Complementares realizadas na instituio ou curso de origem devem ser

compatveis com as que esse Projeto Pedaggico de Curso considera vlidas;

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b) A carga horria atribuda pela instituio ou curso de origem no poder ser superior carga

horria mxima estabelecida nesse Projeto Pedaggico de Curso atividade idntica ou

congnere;

c) O limite mximo de aproveitamento em Atividades Complementares realizadas na

instituio ou curso de origem ser de 50% (cinquenta por cento);

A dispensa de componentes curriculares no Curso Tcnico em Administrao, forma Subsequente,

no pode ser concedidas com base em atividades complementares.

Os casos omissos e os recursos sero avaliados conforme definido pela Proposta de organizao

didtica dos cursos da educao profissional tcnica de nvel mdio do IFBA, pela Direo de

Ensino (DE), na Sede, e pelo Departamento de Ensino (DEPEN), nos campi.

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6.3 MATRIZ CURRICULAR

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MATRIZ CURRICULAR DO CURSO TCNICO DE NVEL MDIO EM ADMINISTRAO, FORMA SUBSEQUENTE

COMPONENTES CURRICULARES

PERODOS

ENCONTROS SEMANAIS

CH/H.a. CH/H

NCLEO BSICO

Matemtica Aplicada 2 36 30

Leitura e Produo de Textos 4 72 60

tica e Filosof ia 2 36 30

NCLEO POLITCNICOIngls Instrumental I 2 36 30

Tecnologia da Informao 4 72 60

Psicologia Aplicada Administrao 2 36 30

Introduo Administrao 4 72 60

TOTAL DE CARGA HORRIA DO MDULO I 20 360 300

NCLEO POLITCNICO

Ingls Instrumental II 2 36 30

Metodologia do Trabalho Cientf ico 2 36 30

Matemtica Financeira 2 36 30

NCLEO TCNICO

Comportamento Organizacional 4 72 60

Gesto Logstica 4 72 60

Prtica Prof issional Articuladora I 2 36 30

Legislao Aplicada 4 72 60

TOTAL DE CARGA HORRIA DO MDULO II 20 360 300

NCLEO POLITCNICO Sociologia do Trabalho 2 36 30

NCLEO TCNICO

Marketing 4 72 60

Contabilidade 4 72 60

Economia 4 72 60

Gesto de Pessoas 4 72 60

Prtica Prof issional Articuladora I 2 36 30

TOTAL DE CARGA HORRIA DO MDULO III 20 360 300

NCLEO TCNICO

Empreendedorismo 4 72 60

Gesto Estratgica 4 72 60

Gesto de Agronegcios 4 72 60

Associativismo e Cooperativismo 2 36 30

Educao Financeira 4 72 60

Orientao de Projetos OP 2 36 30

TOTAL DE CARGA HORRIA DO MDULO IV 20 360 300

60 50

20 20 20 20 1500 1250

ESTGIO SUPERVISIONADO OU TRABALHO DE CONCLUSO DE CURSO COM DEFESA PBLICA 200

CARGA HORRIA TOTAL DO CURSO 1450

C.H. TOTAL(20 semanas letivas)

MDULOI

MDULOII

MDULOIII

MDULOIV

NCLEO TCNICO

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

SUBTOTAL HORAS/AULA PERODO

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MDULO I (300 HORAS) MDULO II (300 HORAS)COMPONENTESCURRICULARES CH

COMPONENTESCURRICULARES CH

Matemtica Aplicada 30 Ingls Instrumental II 30Leitura e Produo de Textos 60 Matemtica Financeira 30tica e Filosofia 30 Comportamento Organizacional 60Ingls Instrumental I 30 Gesto Logstica 60Tecnologia da Informao 60 Legislao Aplicada 60Psicologia Aplicada Administrao 30 Metodologia do Trabalho Cientfico 30

Introduo Administrao 60 Prtica profissional Articuladora I 30ESTGIO NO SUPERVISIONADO

MDULO III (300 HORAS) MDULO IV (300 HORAS)COMPONENTESCURRICULARES CH

COMPONENTESCURRICULARES CH

Sociologia do Trabalho 30 Empreendedorismo 60Gesto de Pessoas 60 Gesto Estratgica 60Marketing 60 Gesto de Agronegcios 60Contabilidade 60 Associativismo e Corporativismo 30

Economia 30 Educao Financeira 60Prtica Profissional Articuladora II 30 Orientao de Projetos - OP 30

ESTGIO SUPERVISIONADO OU TRABALHO DE CONCLUSO DE CURSOCOM DEFESA PBLICA (200 HORAS)

EIXO DE FORMAO TCNICA GERAL (Ncleo Bsico)

3120

HORAS

EIXO APLICADAS(Ncleo Politcnico) 6

150HORAS

EIXO TECNOLOGICO(Ncleo Tcnico) 17

930HORAS

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

50HORAS

1250TOTAL

CH TOTAL DE CURSO: 1450 H

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6.4 PLANEJAMENTO DOS COMPONENTES CURRICULARES DE CADA ETAPA

MDULO I

Eixo Tecnolgico: Gesto e NegciosCurso: Tcnico de Nvel Mdio em Administrao, forma subsequenteComponente Curricular: Matemtica Aplicada Perodo Letivo: Mdulo ICarga-Horria: 30h/a 2h/a Semanais

EMENTAConceitos bsicos relacionados s quantidades e procedimentos matemticos na

resoluo de problemas de Proporcionalidade, Conjuntos, Funes e Progresses.

HABILIDADES CONTEDO PROGRAMTICO1. Identificao das relaes entre

grandezas e unidades de medida.2. Identificao da relao de

dependncia entre grandezas. 3. Resoluo da situao-problema

envolvendo a variao de grandezas,direta ou inversamenteproporcionais.

4. Analise informaes envolvendogrupo de elementos e suascaractersticas.

5. Avaliao das propostas deinterveno na realidade envolvendofunes.

6. Identificao de representaes defunes em grficos.

7. Interpretao de grfico cartesianoque represente relaes entregrandezas.

8. Resoluo de situao-problemacuja modelagem envolvaconhecimentos algbricos.

9. Utilizao conhecimentos decontagem e sequencias.

10. Avaliao de propostas deinterveno na realidade envolvendo

1. Proporcionalidade 1.1 Razo 1.2 Proporo 1.3 Diviso proporcional 1.4 Regra de Trs simples 1.5 Regra de Trs composta.

2. Conjuntos 2.1 Conceitos 2.2 Operaes com conjuntos 2.3 Relao entre elementos e conjuntos 2.4- Conjuntos numricos

3. Funes 3.1 Definio 3.2 Notao3.3 Grfico 3.4 Funo composta 3.5 Funo inversa 3.6 Funo crescente e decrescente 3.7 Funo afim 3.8 Funo quadrtica 3.9 Funo exponencial 3.10 Aplicao de logaritmos

4. Progresses

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sequencias lgicas.11. Resoluo de problema com dados

apresentados em tabelas, grficos esequencias numricas.

4.1 Progresso aritmtica 4.2 Progresso geomtrica

METODOLOGIA AVALIAO1. Conhecimento inicial do aluno sobre

o contedo.2. Aulas expositivas dialogadas. 3. Trabalhos individuais e/ou grupais. 4. Pesquisas sobre o tema. 5. Seminrios. 6. Discusses e debates dirigidos. 7. Observaes da realidade. 8. Tarefas de assimilao de contedos. 9. Novas tecnologias em sua forma

presencial (fsica) e virtual (distncia).

10. Leitura de aprofundamento(livro).

O sistema formal de avaliao discente dainstituio, a partir do qual, comoinstrumentos de avaliao podem serutilizados provas escritas e orais, trabalhos,exerccios em classe, pesquisas, relatrios,seminrios, trabalhos interdisciplinares eoutros, realizados individualmente ou emgrupo.

BIBLIOGRAFIA BSICA1. DANTE, LUIZ ROBERTO. Matemtica: Contexto e Aplicaes. 3a ed. Vol. 1. SoPaulo: tica, 2008.2. PAIVA, MANOEL. Matemtica. 1a ed. Vol. 1. So Paulo: Moderna, 2009.3. MACHADO, ANTONIO DOS SANTOS. Matemtica: Aprender e AplicarMatemtica. 4a ed.Vol. 1. So Paulo: Atual, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR1. IEZZI, GELSON E COLABORAES. Matemtica: Cincias e Aplicaes. 7a ed.Vol. 1. So Paulo: Saraiva, 2013.2. SMOLE, KATIA C. STOCCO. Matemtica: Ensino Mdio. 9a ed. Vol. 1. So Paulo:Saraiva, 2013.3. SOUZA, JOAMIR. Matemtica: Novo Olhar. 2a ed. Vol. 1. So Paulo: FTD, 2013.4. BARRETO, BENIGNO. Matemtica: Aula Por Aula. 3a ed.Vol. 1. So Paulo: FTD,2014.5. LIMA, Elon Lajes et al. A Matemtica do Ensino Mdio (3 volumes). Rio de Janeiro:SBM, 2013.

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Eixo Tecnolgico: Gesto e NegciosCurso: Tcnico de Nvel Mdio em Administrao, forma subsequenteComponente Curricular: Leitura e Produo de Textos Perodo Letivo: Mdulo ICarga-Horria: 60h/a 4h/a Semanais

EMENTALinguagem, lngua e fala. Percepo, abstrao, leitura de mundo. Leitura, Produo e

Interpretao de Textos. Novas Tecnologias Aplicadas Lngua Portuguesa.

HABILIDADES CONTEDO PROGRAMTICO1. Participar de interaes entre os pares,

promovendo um letramento crtico.2. Utilizar materiais didticos como

fonte de informao e pesquisa.3. Conhecer as estruturas da lngua

portuguesa de maneiracontextualizada.

4. Identificar e compreender ovocabulrio inerente ao camposemntico estudado.

5. Revelar criticidade acerca dosaspectos sociais e interculturaisinerentes ao estudo da lnguaportuguesa.

1. Elementos da Comunicao2. Variedades lingusticas3. Funes da linguagem4. Linguagem oral e escrita e suas

especificidades distintivas5. Tipologia/Gnero de texto: Leitura e

interpretao, Produo textual6. Fatores de Textualidade: Coeso textual,

Coerncia textual, Preciso lexical(adequao vocabular);

7. Redao de textos tcnicos em suasvariadas formas: relatrio, currculo,requerimento, ata, memorando, ofcio,laudos, e-mail e outros gneros digitais.

METODOLOGIA AVALIAOO percurso metodolgico conduz abordagem dialgica de ensino,permitindo o aprendizado colaborativodo ingls por atividades que fomentemtanto a aquisio de conhecimentoindividual quanto coletivo. Alm depromover atividades que permitam aintegrao entre os componentescurriculares dessa etapa deaprendizagem.

Participao, pesquisas, pontualidade,assiduidade, seminrios e avaliaes escritas.

BIBLIOGRAFIA BSICA1. GARCIA, Othon Moacyr. Comunicao em prosa moderna: aprenda a escrever,aprendendo a pensar. 23 edio, Rio de Janeiro: FGV, 2003.2. INFANTE, Ulisses. Do texto ao texto: curso prtico de leitura e redao. 6 edio,So Paulo: Scipione, 2000.3. SAVIOLE F. P. & FIORINE J. L. Lies de Texto: Leitura e Redao. So Paulo:

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tica, 2000.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. ABAURRE, Maria Luiza; PONTARA, Marcela. Gramtica texto: anlise econstruo de sentido. So Paulo: Moderna, 2009.2. PLATO & FIORIN. Lies de Texto. So Paulo, tica, 1990.3. SANTIAGO, Silviano. Democratizao no Brasil - 1979-1981. (Cultura versus Arte).In: ANTELO, Raul (Org.). Declnio da arte - ascenso da cultura. Florianpolis: LetrasContemporneas; Abralic, 1998.4. SAVIOLI, Francisco Plato; FIORIN, Jos Luiz. Lies de texto: leitura e redao. 5.ed. So Paulo: tica, 2006.5. VIANA, Antonio Carlos (Coord.). Roteiro de Redao: lendo e argumentando. SoPaulo: Scipione, 1998.

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Eixo Tecnolgico: Gesto e NegciosCurso: Tcnico de Nvel Mdio em Administrao, forma subsequenteComponente Curricular: tica e Filosofia Perodo Letivo: Mdulo ICarga-Horria: 30h/a 2h/a Semanais

EMENTAIntroduo Filosofia. Introduo Filosofia Moral. Agir e poder. Ser e dever ser.Universalidade e relatividade dos valores. Liberdade e determinismo. Indivduo e

comunidade. Conflito. Lei e Justia. tica e Poltica

HABILIDADES CONTEDO PROGRAMTICOa) Ler textos filosficos de modo signifi-cativo;b) Ler, de modo filosfico, textos de dife-rentes estruturas e registros;c) Elaborar por escrito o que foi apropria-do de modo reflexivo;

Identificar ideias presentes entre as esferasdos fatos e dos valores; - reconhecer que oagir humano de natureza valorativa; -compreender aspectos da diversidadecultural;- confrontar as posiesuniversalistas e relativistas em relao aosvalores; - compreender a analisar o conceitode liberdade e sua relao com o dedeterminismo; - compreender que a liberdadehumana se exerce em meio a determinaes;- discutir as relaes entre racionalidade edesejo; - discutir a relao entre mente ecrebro;- delimitar as esferas do indivduo,do social e do poltico; - compreender osdiferentes conceitos de lei, justia, direitos edeveres, etc;

METODOLOGIA AVALIAOAula expositiva, dilogos sobre ocontedo, atividades em grupo, leitura eanalise de textos filosficos e dediferentes estruturas, exibies de filmese vdeos.

Textos escritosSeminriosAnlise de filmes e textos

BIBLIOGRAFIA BSICA1. MARCONDES, D. Textos bsicos de tica: de Plato a Foucault. Jorge Zahar Editor,2007.2. PLATO. Repblica. Adaptao Marcelo Perine. So Paulo: Editora Scipione, 2002.(Coleo Reencontro).3. ARISTTELES. tica a Nicomaco. Livro I. Trad. Leonel Vallandro e Gerd Bornheim,So Paulo: Abril Cultural, 1984. (Os Pensadores)4. KANT. Fundamentao da metafsica dos costumes. Segunda seo. Trad. PauloQuintela. So Paulo: Abril Cultural, 1980. (Coleo Os Pensadores).

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5. FURROW, Dwight. tica: Conceitos-Chave em Filosofia. Porto Alegre: Artmed,2007.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR1. NIETZSCHE, Para a Genealogia da Moral. Adaptao de Oswaldo Giacia Jnior.So Paulo, Editora Scipione, 2002. Coleo Reencontro.2. COMTE- SPONVILLE, A. A justia. In: Pequeno Tratado das Grandes Virtudes.Trad. Eduardo Brando. So Paulo: Martins Fontes, 2002.3. BONJOUR, Laurence & BAKER, Ann. Filosofia Textos FundamentaisComentados. Porto Alegre: Artmed, 2010. pp 392 539. (Adquirir o livro previamente).4. CANTO-SPERBER, Monique (org). Dicionrio de tica e Filosofia Moral. Volume1. So Leopoldo: Editora Unisinos, 2007.5. HUME, David. Tratado da Natureza Humana. So Paulo: Editora UNESP, 2009.

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Eixo Tecnolgico: Gesto e NegciosCurso: Tcnico de Nvel Mdio em Administrao, forma subsequenteComponente Curricular: Metodologia do Trabalho Cientfico Perodo Letivo: Mdulo ICarga-Horria: 30h/a 2h/a Semanais

EMENTAA pesquisa como fonte de construo de autonomia intelectual por meio do hbito debuscar, interpretar, construir e reconstruir contedos e da competncia para comunicar

sua produo atravs do uso adequado da linguagem e da normatizao de documentos,como os trabalhos acadmicos, relatrios e projetos.

HABILIDADES CONTEDO PROGRAMTICO1. Elaborar trabalhos acadmicos com o

grau de formalidade necessria paraesta tarefa;

2. Introduzir o estudo do campo dacincia, com vistas construo doconhecimento;

3. Possuir senso crtico, percebendovalores diversificados encontrados emvariadas fontes de pesquisa;

4. Fomentar a autonomia intelectual.

1. Introduo sobre metodologia cientfica. 2. Organizao da vida de estudos na

escola. 3. Tcnicas para elaborao de trabalhos. 4. Partes que compem um trabalho. 5. Fases da elaborao dos trabalhos. 6. Normas para a redao dos trabalhos. 7. Tcnicas de pesquisa bibliogrfica. 8. Fases da pesquisa bibliogrfica. 9. Formas de apresentao dos trabalhos. 10. A elaborao de seminrios. 11. Introduo pesquisa cientfica. 12. Mtodos e tcnicas de pesquisa. 13. Pesquisa de campo. 14. Projeto de pesquisa. 15. Relatrio de pesquisa.16. Partes que compem um relatrio.

METODOLOGIA AVALIAOO percurso metodolgico conduz abordagem dialgica de ensino,permitindo o aprendizado colaborativodo ingls por atividades que fomentemtanto a aquisio de conhecimentoindividual quanto coletivo. Alm depromover atividades que permitam aintegrao entre os componentescurriculares dessa etapa deaprendizagem.

Participao, pesquisas, pontualidade,assiduidade, seminrios e avaliaes escritas.

BIBLIOGRAFIA BSICA

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1. MARCONI, Maria de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalhocientfico. 7. ed. So Paulo: Atlas, 2008.2. OLIVEIRA NETTO, Alvim Antnio. Metodologia da pesquisa cientfica: guia prticopara apresentao de trabalhos acadmicos. 3. ed. Florianpolis: Visual Books, 2008.3. KOCHE, Jos Carlos. Fundamentos de metodologia cientfica: teoria da cincia eprtica da pesquisa. 16. ed. Petrpolis: Vozes, 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR1. GOLDENBERG, Mirian. A arte de pesquisar. Rio de Janeiro: Record, 1997. P. 712. HAGUETTE, Teresa Maria Frota. Metodologias qualitativas na sociologia. 10 ed.Petrpolis, RJ : Vozes, 2005.3. KINCHELOE, Joe L.; BERRY, Kathleen S. Pesquisa em educao: conceituando abricolagem. Traduo de Roberto Cataldo Costa. Porto Alegre: ARTMED, 2007.4. SANTOS, A. R. dos. Metodologia cientfica a construo do conhecimento. 2. ed.Rio de Janeiro: DP&A editora, 1999.5. MINAYO, M. C. de S. et. al. Pesquisa social teoria, mtodo e criatividade. 8. ed.Petrpolis, RJ: Vozes, 1994.

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Eixo Tecnolgico: Gesto e NegciosCurso: Tcnico de Nvel Mdio em Administrao, forma subsequenteComponente Curricular: Ingls Instrumental I Perodo Letivo: Mdulo ICarga-Horria: 30h/a 2h/a Semanais

EMENTAEstudo e prtica de estratgias de leitura, com vistas aquisio de competncias

lingusticas basilares na lngua inglesa, fomentando a compreenso e a anlise crtica detextos autnticos na lngua alvo.

HABILIDADES CONTEDO PROGRAMTICO1. Participar de interaes entre os pares,

promovendo um letramento crtico emingls.

2. Utilizar materiais didticos comofonte de informao e pesquisa.

3. Conhecer as estruturas da lnguainglesa de maneira contextualizada.

4. Identificar e compreender ovocabulrio inerente ao camposemntico estudado.

5. Revelar criticidade acerca dosaspectos sociais e interculturaisinerentes ao estudo da lnguaestrangeira.

1. Cognatos e falsos cognatos.2. Gneros textuais.3. Estratgias de leitura (prediction,

skimming, scanning, main pointscomprehension).

4. Inferncia contextual.5. Ordem de frases.6. Imperativo.7. Verbos modais.8. Referncia pronominal.9. Grupo nominal I.10. Caso genitivo.11. Termos internacionais da administrao.

METODOLOGIA AVALIAOO percurso metodolgico conduz abordagem dialgica de ensino,permitindo o aprendizado colaborativodo ingls por atividades que fomentemtanto a aquisio de conhecimentoindividual quanto coletivo. Alm depromover atividades que permitam aintegrao entre os componentescurriculares dessa etapa deaprendizagem.

A avaliao ser contnua e cumulativa pormeio de instrumentos objetivos e subjetivosformais de avaliao, a partir de variadosinstrumentos, tais como: estudos dirigidos,atividades interdisciplinares, jigsawreading,jogos didticos, tarefas online, provas, testes,seminrios, autoavaliao.

BIBLIOGRAFIA BSICA1. MUNHOZ, Rosngela. Ingls instrumental. Mdulo I. So Paulo: Texto Novo, 2005. 2. MUNHOZ, Rosngela. Ingls instrumental.Mdulo II. So Paulo: Texto Novo, 2005. 3. SOUZA, Adriana et al. Leitura em lngua inglesa: uma abordagem instrumental. 2.ed.So Paulo: Disal, 2010.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR1. AMORIM, Jos Olavo de. Longman gramtica escolar da lngua inglesa. So Paulo:Longman, 2004.2. COBEIL, Jean-Claude. Dicionrio Visual SBS - Portugus, Ingls e Espanhol. SoPaulo: SBS, 2012.3. GUANDALINI, Eiter Otvio. Tcnicas de Leitura em Ingls - Estgio 1 - Esp -English for SpecificPurposes. So Paulo: Texto Novo, 2002.4. GUANDALINI, Eiter Otvio. Tcnicas de Leitura em Ingls - Estgio 2 - Esp -English for Specific Purposes. So Paulo: Texto Novo, 2002.5. OXFORD. Dicionrio Oxford Escolar para estudantes brasileiros de ingls /portugus / ingls. Oxford Universitypress: 2009.

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Eixo Tecnolgico: Gesto e NegciosCurso: Tcnico de Nvel Mdio em Administrao, forma subsequenteComponente Curricular: Tecnologia da Informao Perodo Letivo: Mdulo ICarga-Horria: 30h/a 2h/a Semanais

EMENTAUso do computador pessoal, Sistemas Operacionais, Sistemas em Rede, Administraode Recursos e Usurios, Aplicativos de Produtividade Pessoal: Editor de Texto, Planilha

Eletrnica e Apresentaes Grficas, Ferramentas para Internet. Tecnologias eAplicaes de Computadores em Administrao.

HABILIDADES CONTEDO PROGRAMTICO1. Utilizao de recursos bsicos e

indispensveis informtica;2. Uso de Editor de Texto e Planilha

Eletrnica

1. Noes de hardware e software;2. Sistema operacional;3. Editor de texto;4. Planilha eletrnica.

METODOLOGIA AVALIAOEm consonncia com a propostametodolgica, os procedimentos deensino devem primar pela realizao deatividades prtico-tericas, incluindo ouso dos laboratrios de informtica,desenvolvimento de projetosinterdisciplinares, entre outras atividadesque favoream o processo de ao-reflexo-ao.

1. Listas de exerccios, em sala;2. Avaliaes em grupo;3. Avaliaes Individuais;4. Exerccios prticos em laboratrio.

BIBLIOGRAFIA BSICA1. MARULA, Marcelo; BRNINI FILHO, Pio Armando. Informtica: conceitos eaplicaes. 3.ed. So Paulo: rica, 2008. 2. NORTON, Peter. Introduo informtica. So Paulo: Pearson Makron Books, 2007.3. MORGADO, Flavio Eduardo Frony. Formatando teses e monografias com BrOffice.Rio de Janeiro: Cincia Moderna, 2008. 138 p. il. ISBN 978-85-7393-706-0.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR1. VELLOSO, Fernando de Castro. Informtica: conceitos bsicos. 7. ed. Rio de Janeiro:Elsevier, 2004. 407 p. il. ISBN 85-352-1536-0.2. SCHAFF, Adam. A sociedade informtica: as consequncias sociais da segundarevoluo industrial. 10. ed. So Paulo: Brasiliense, 2007. 157 p. ISBN 85-11-14081-6.3. GLENWRIGHT, Jerry. Fique por dentro da internet. So Paulo: Cosac Naify, 2001.192 p. il. ISBN 85-7503-037-X.4. BORGES, Klaibson Natal Ribeiro. LibreOffice para Leigos. Disponvel em 5. MARULA, Macedo; BENINI FILHO, Pio Armando. Informtica: conceitos e

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aplicaes. So Paulo: rica. 2010.Eixo Tecnolgico: Gesto e NegciosCurso: Tcnico de Nvel Mdio em Administrao, forma subsequenteComponente Curricular: Psicologia Aplicada Administrao Perodo Letivo: Mdulo ICarga-Horria: 30h/a 2h/a Semanais

EMENTAIntroduo Psicologia. Compreenso de conceitos fundamentais da psicologia

organizacional e do trabalho. Diversidade nas organizaes.

HABILIDADES CONTEDO PROGRAMTICO1. Reconhecimento da importncia de se

estudar a Psicologia no trabalho,sensibilizando o aluno para umposicionamento critico e reflexivo dopapel do indivduo numa sociedadevoltada para o mundo do trabalho.

2. Desenvolvimento de habilidadescomo: saber ouvir, falaradequadamente, respeitar asdiferenas individuais visando ainterpessoalidade no trabalho;

3. Identificao de seus comportamentose reflexo do seu trabalho a nvelpessoal e grupal, ampliando acompreenso do comportamentohumano dentro de padres ticos.

1. Psicologia aplicada AdministraoAspectos histricos e conceituais daPsicologia no contexto do trabalho;Contribuies da Psicologia Aplicada Administrao;Comportamento organizacional.

2. Fundamentos do comportamento humanoPersonalidade, formao e estrutura;Processos bsicos do comportamentohumano: emoo, ateno, linguagem epercepo;Diferenas individuais, caractersticas depersonalidade e inteligncias.

3. Compreenso pessoal e do outroAutoconhecimento;Percepo de si e do outro;As contribuies da Psicologia social eos relacionamentos: percepo; Esteretipo, preconceito e discriminao;Problemas de relaes humanas notrabalho.

4. A Psicologia das Relaes InterpessoaisAs habilidades sociais profissionais;Os grupos e as equipes no trabalho;Estrutura e caractersticas de grupos eequipes;Cooperao versus competio.

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METODOLOGIA AVALIAOAulas expositivas e dialogadas, trabalhosindividuais/coletivos, apresentao ediscusso de textos, vdeos, exerccios etcnicas vivenciais de dinmica de grupo.

Provas escritas, exerccios individuais e emgrupo, apresentao de trabalhos, seminrios,participao do aluno nas atividades dentroda sala de aula. Presena e participao nasatividades em grupo; - Itens adicionais:pontualidade, participao , interesse eassiduidade.

BIBLIOGRAFIA BSICA1. AGUIAR, M.A.F. Psicologia Aplicada Administrao: Uma AbordagemInterdisciplinar. So Paulo: SARAIVA, 2005.2. BOWDITCH, J.L; BUONO, A. Elementos de comportamento organizacional. SoPaulo: Pioneira Thompson Learning, 1992.3. CHIAVENATO, Idalberto. Comportamento Organizacional. So Paulo: Campus,2005.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR1. FRIEDMAN, H. S.; SCHUSTACK, M. W. Teorias da personalidade. 2. ed. Boston:Pearson Education, 20042. RENNER, T. Psico - Serie A. 1 Ed. So Paulo: Ed Artmed, 2012.3. ZANELLI, J. C.; BORGES-ANDRADE, J. E.; BASTOS, A. V. B. (orgs.). Psicologia,Organizaes e Trabalho no Brasil. Porto Alegre: Artmed, 2004.4. BOCK, A. M. B. Psicologia: uma introduo ao estudo de psicologia. 9. ed. SoPaulo: Saraiva, 2008.5. ROBBINS, S. P. Fundamentos do Comportamento Organizacional. So Paulo:GRUPO PEARSON, 2007.

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Eixo Tecnolgico: Gesto e NegciosCurso: Tcnico de Nvel Mdio em Administrao, forma subsequenteComponente Curricular: Introduo Administrao Perodo Letivo: Mdulo ICarga-Horria: 60h/a 4h/a Semanais

EMENTAAdministrao como cincia. Os processos de Administrao: Organizao.

Planejamento. Direo e Controle. Evoluo das teorias da Administrao do Taylorismoao Toyotismo. Aplicao das teorias no cenrio pblico. Estratgias emergentes de

Gesto.

HABILIDADES CONTEDO PROGRAMTICO1. Anlise das teorias administrativas;

Analise das atividades realizadaspelas reas bsicas de uma empresa.

2. Identificao das atribuies dasfunes na administrao.

3. Analise da importncia daformalizao da estruturaorganizacional nos departamentos.

4. Interpretao dos sistemas e processosadministrativos.

1. Teorias administrativas;2. reas funcionais bsicas de uma

empresa: Financeira, Marketing,Produo, Recursos Humanos eMateriais;

3. Funes da administrao: planejamento,organizao, direo e controle;

4. Componentes da estruturaorganizacional;

5. Tipos de departamentalizao;6. Manual de organizao;7. Sistemas de informao e administrao;8. Modelos de formulrios e planilhas;9. Fluxogramas, cronograma e demais

representaes grficas;10. Sistemas de organogramas para as

atribuies de funes;11. Formas de distribuio do trabalho;12. Conceitos e princpios de tica;13. Atuao profissional: administrando

pessoas e conflitos, administradoinformaes e administrando recursos;

14. Conceitos de planejamento empresarial15. Protocolo e arquivo, confeco e

expedio de documentosadministrativos.

METODOLOGIA AVALIAOO itinerrio metodolgico conduz abordagem dialgica de ensino,

A avaliao ser contnua e cumulativa pormeio de instrumentos objetivos e subjetivos

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permitindo o aprendizado colaborativodo contedo por atividades quefomentem tanto a aquisio deconhecimento individual quanto coletivo.Alm de promover atividades quepermitam a integrao entre oscomponentes curriculares dessa etapa deaprendizagem.

formais de avaliao, a partir de variadosinstrumentos, tais como: estudos dirigidos,atividades interdisciplinares, jogos didticos,tarefas online, provas, testes, seminrios,autoavaliao.

BIBLIOGRAFIA BSICA1. BERNARDES, Cyro. Teoria Geral da Administrao: gerenciando organizaes..3.ed.rev.ampl.So Paulo: Saraiva, 2006.2. CHIAVENATO, Idalberto. Introduo teoria geral da administrao. 6.ed. rev. eatual. Rio de Janeiro: Campus, 2000.3. DRUCKER, Peter Ferdinand. Introduo Administrao. So Paulo: Pioneira, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR1. CHIAVENATO, Idalberto. Teoria Geral da Administrao: abordagens prescritivas enormativas da administrao. 6.ed.rev.e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, 2001. 2. FARIAS, C. V. S. (Org.). Tcnico em administrao: gesto e negcios. Porto Alegre:Bookman, 2012.3. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria geral da Administrao. So Paulo:Atlas,2008. 4. KWASNICKA, Eunice Lacava. Introduo Administrao. 6.ed. rev. ampl. SoPaulo: Atlas,2007.5. VERGARA, S. C. Projetos e relatrios de pesquisa em administrao. 15. ed. - SoPaulo: Atlas, 2014.

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MDULO II

Eixo Tecnolgico: Gesto e NegciosCurso: Tcnico de Nvel Mdio em Administrao, forma subsequenteComponente Curricular: Ingls Instrumental II Perodo Letivo: Mdulo IICarga-Horria: 30h/a 2h/a Semanais

EMENTAEstudo e prtica de estratgias de compreenso, articulando as estruturas lingusticas de

forma contextualizada, com vistas ao desenvolvimento da leitura e anlise crticas detextos da rea de administrao e afins.

HABILIDADES CONTEDO PROGRAMTICO1. Utilizar materiais didticos como

fonte de informao e pesquisa.2. Lidar com estruturas mais complexas

da lngua inglesa de maneiracontextualizada.

3. Participar de interaes entre os pares,promovendo um letramento crtico emingls.

4. Identificar e compreender ovocabulrio especfico da rea deadministrao em ingls.

5. Revelar criticidade acerca dosaspectos sociais e interculturaisinerentes ao estudo da lnguaestrangeira.

1. Leitura detalhada de textos.2. Estratgias de compreenso.3. Afixos.4. Sufixos ing e ed.5. Grupos nominais II.6. Formas verbais.7. Pronomes interrogativos.8. Operadores argumentativos.9. Vocabulrio tcnico da rea de

administrao e afins.

METODOLOGIA AVALIAOO itinerrio metodolgico conduz abordagem dialgica de ensino,permitindo o aprendizado colaborativodo ingls por atividades que fomentemtanto a aquisio de conhecimentoindividual quanto coletivo. Alm depromover atividades que permitam aintegrao entre os componentescurriculares dessa etapa deaprendizagem.

A avaliao ser contnua e cumulativa pormeio de instrumentos objetivos e subjetivosformais de avaliao, a partir de variadosinstrumentos, tais como: estudos dirigidos,atividades interdisciplinares, jigsawreading,jogos didticos, tarefas online, provas, testes,seminrios, autoavaliao.

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BIBLIOGRAFIA BSICA1. COLLIN, Peter. Dictionary of Business. London: Bloomsbury Information Ltd, 20152. CRUZ, Dcio Torres; OLIVEIRA, Adelaide. Ingls para Administrao e Economia. So Paulo: Disal, 2007.3. MURPHY, Raymond. Essential Grammar in Use - Gramtica Bsica da LnguaInglesa. So Paulo: Martins Editora, 2010.4. SILVA, Amaury Flvio. Ingls prtico para Administrao. So Paulo: Disal, 2011.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR1. DE BIAGGI, Enaura T. Krieck. English in the office - Ingls bsico no dia-a-dia do escritrio. So Paulo: Disal, 2005.2. HARDING, Keith. English for Specific Purpose. Londres: Oxford University Press, 2007.3. HENKE, Niura Regiane. Ingls nos negcios. So Paulo: Disal, 2007.4. LAW, Jonathan. A dictionary of business and management. 5th edition. Oxford: OUP, 2009.5. MORAES, Teddy L. SOS business! Guia de ingls para negcios. So Paulo: Disal, 2008.

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Eixo Tecnolgico: Gesto e NegciosCurso: Tcnico de Nvel Mdio em Administrao, forma subsequenteComponente Curricular: Matemtica Financeira Perodo Letivo: Mdulo IICarga-Horria: 30h/a 2h/a Semanais

EMENTAReviso de contedos bsicos de matemtica. Porcentagem, juros e desconto simples.Juros e descontos compostos. Taxas: Proporcionais, Equivalentes, Nominal e Efetiva.

HABILIDADES CONTEDO PROGRAMTICO1. Reconhecer, no contexto da

administrao, diferentes significados e representaes das operaes financeiras.

2. Identificar padres de porcentagem e juros.

3. Resolver situao-problema envolvendo conhecimentos de juros.

4. Avaliar a razoabilidade de um resultado financeiro na construo de argumentos sobre afirmaes quantitativas de anlise de credito.

5. Avaliar propostas de interveno na realidade utilizando conhecimentos financeiros.

6. Interpretar a localizao e a movimentao financeira de menor risco para aplicao.

7. Identificar caractersticas de regime de capitalizao.

8. Resolver situao-problema que envolva conhecimentos de taxa de juros nominais, proporcionais e efetivas.

9. Calcular taxa de juros compatveis com a logstica do mercado.

10. Utilizar conhecimentos de finanaspara avaliar o melhor plano deamortizao para o mercado.

1. Conceitos iniciais e Fluxo de Caixa1.1 Diagrama de fluxo de caixa

2. Juros Simples2.1 Regime de juros simples2.2 Determinao da data de vencimento e prazo das aplicaes: contagem de dias entre duas datas2.3 Equivalncia de fluxo de caixa2.4 Proporcionalidade de taxas de juros

3. Desconto Comercial e Bancrio Simples3.1 Operaes de desconto3.2 Desconto racional com juros simples

4. Juros Compostos4.1 Regime de capitalizao composta ou exponencial4.2 Clculo do montante e do principal

5. Taxas de juros5.1 Taxa de juros nominais5.2 Taxa proporcional (taxa linear)5.3 Taxa de juros efetivas5.4 Equivalncia entre taxas de juros

6. Anuidades ou sries6.1 Uma sequncia de pagamento e recebimento em intervalos peridico6.2 Pagamento e recebimento iguais6.3 Srie antecipadas e postecipadas

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7. Planos de amortizao de emprstimo e financiamento7.1 Sistema Price7.2 Sistema de amortizao constante (SAC)7.3 Sistema de amortizao americano7.4 Sistema de amortizao crescente (Sacre)

METODOLOGIA AVALIAO1. Conhecimento inicial do aluno sobre

o contedo.2. Aulas expositivas dialogadas. 3. Trabalhos individuais e/ou grupais. 4. Pesquisas sobre o tema. 5. Seminrios. 6. Discusses e debates dirigidos. 7. Observaes da realidade. 8. Tarefas de assimilao de contedos. 9. Novas tecnologias em sua forma

presencial (fsica) e virtual (distncia).

10. Leitura de aprofundamento (livro).

O Sistema Formal de Avaliao Discente dainstituio, a partir do qual, comoinstrumentos de avaliao podem serutilizados provas escritas e orais, trabalhos,exerccios em classe, pesquisas, relatrios,seminrios, trabalhos interdisciplinares eoutros, realizados individualmente ou emgrupo.

BIBLIOGRAFIA BSICA1. SAMANEZ, Carlos Patrcio. Matemtica Financeira: aplicaes anlise deinvestimentos. 6a ed. So Paulo: Prentice-Hall, 2013. 2. ASSAF NETO, Alexandre. Matemtica Financeira e suas aplicaes. 12a ed. SoPaulo: Atlas, 2012.3. CRESPO, Antnio Arnot. Matemtica Financeira Fcil. 15a ed. So Paulo: Saraiva,2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR1. SECURATO, Jos Roberto. Clculo Financeiro das Tesourarias - Bancos e Empresas.5a ed. So Paulo: Saint Paul, 2010.2. HERMNIO, P. H. Matemtica Financeira - Um enfoque da resoluo de problemas como metodologia de ensino e aprendizagem. Dissertao de Mestrado. UNESP, Rio Claro, 2008.3. NASSER, Lilian & Projeto Fundo. Matemtica financeira para a escola bsica: Uma abordagem prtica e visual. Instituto de Matemtica, UFRJ, 2010.4. PUCCINI, A. L. Matemtica Financeira Objetiva e Aplicada; So Paulo: Saraiva, 6 ed., 2007.5. FONTES, C. A. Introduo Matemtica Comercial e Financeira. Editora IFF.edu.br,2010.

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Eixo Tecnolgico: Gesto e NegciosCurso: Tcnico de Nvel Mdio em Administrao, forma subsequenteComponente Curricular: Comportamento Organizacional Perodo Letivo: Mdulo IICarga-Horria: 60h/a 4h/a Semanais

EMENTADefinio de Cultura Organizacional. Papel da Cultura Organizacional. Fatores

Formadores da Cultura Organizacional. Transmisso da Cultura Organizacional. Tipos deCultura Organizacional. O Desafio da Mudana Cultural. Desenvolvimento da CulturaOrganizacional. Definio de Clima Organizacional. A Interface entre Clima e Cultura

Organizacional. A Importncia do Clima Organizacional. Atitudes no Trabalho.Satisfao no Trabalho. Efeitos da Satisfao no Trabalho. Diagnstico de Satisfao no

Trabalho. Pesquisa de Clima Organizacional. Variveis Formadoras do ClimaOrganizacional. Planejamento da Pesquisa de Clima Organizacional. Anlise da Pesquisa

de Clima Organizacional. Plano de Ao para a Melhoria do Clima Organizacional.

HABILIDADES CONTEDO PROGRAMTICO1. Saber como identificar a cultura de

uma organizao;2. Desenvolver estratgias para

identificar o clima de umaorganizao e atuar de forma a torn-lo envolvente e produtivo.

1. Desenvolver uma viso crtica sobre aspossibilidades de gesto da CulturaOrganizacional;

2. Discutir a interface entre Satisfao noTrabalho e Clima Organizacional;

3. Possibilitar o entendimento das diferentesformas de efetuar a mensurao do ClimaOrganizacional;

4. Levar os alunos a compreenderem queClima Organizacional representamanifestaes da Cultura de umaorganizao.

METODOLOGIA AVALIAOO itinerrio metodolgico conduz abordagem dialgica de ensino,permitindo o aprendizado colaborativodo contedo por atividades quefomentem tanto a aquisio deconhecimento individual quanto coletivo.Alm de promover atividades quepermitam a integrao entre oscomponentes curriculares dessa etapa deaprendizagem.

A avaliao ser contnua e cumulativa pormeio de instrumentos objetivos e subjetivosformais de avaliao, a partir de variadosinstrumentos, tais como: estudos dirigidos,atividades interdisciplinares, jogos didticos,tarefas online, provas, testes, seminrios,autoavaliao.

BIBLIOGRAFIA BSICA

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MINISTRIO DA EDUCAO SECRETARIA DE EDUCAO PROFISSIONAL E TECNOLGICA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAO, CINCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA CAMPUS JUAZEIRO

Rod. BA 210, S/N, Dom Jos Rodrigues Juazeiro-BA Telefone: (74) 3612-5878 E-mail: [email protected]

1. MOTTA, F. C. P.; CALDAS, M. P. Cultura Organizacional e Cultura Brasileira. SoPaulo: Atlas, 2009.2. RUSSO, G.M. Diagnstico da Cultura Organizacional. So Paulo: Campus, 2010.3. SCHEIN, E. H. Cultura Organizacional e Liderana. So Paulo: Atlas, 2009.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR1. BARBOSA, L. N. H. O Jeitinho Brasileiro: a arte de ser mais igual do que os outros.So Paulo: Campus,2005.2. FLEURY, M. T. L.; FISCHER, R. M. Cultura e poder nas organizaes. So Paulo:Atlas, 19923. FREITAS, M .E. Cultura organizacional: evoluo e crtica. Coleo debates emAdministrao. So Paulo: Thomson, 2007.4. LUZ, R. Gesto do clima organizacional. So Paulo: Qualitymark, 2007.5. ROBBINS, S. P. Comportamento Organizacional. So Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.

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Eixo Tecnolgico: Gesto e NegciosCurso: Tcnico de Nvel Mdio em Administrao, forma subsequenteComponente Curricular: Gesto Logstica Perodo Letivo: Mdulo IICarga-Horria: 60h/a 4h/a Semanais

EMENTALogstica: conceitos e definies. Sistemas logsticos. Cadeia de abastecimento.

Logstica Integrada. Resposta eficiente s demandas do consumidor (ECR). Fluxos eprocessos logsticos. Princpios de logstica de entrada, de compras, de logstica de apoio produo, armazenagem, gerenciamento de estoques, distribuio fsica, transportes e

logstica reversa.

HABILIDADES CONTEDO PROGRAMTICO1. Execuo de atividades de

conferncia de materiais na recepo e na expedio; Planejar as atividades de armazenamento, distribuio e transportes;

2. Controle da movimentao demateriais na organizao.

1. LOGSTICA. A concepo logstica naempresa. Competncia logstica. Missoda logstica. Renascimento da logstica.Logstica para bens manufaturados eservios. Logstica globalizada. LogsticaReversa.

2. RECURSOS LOGSTICOS.Informaes em logstica. Previses.Estratgia de estoque. Gerenciamento deestoques e compras. Infraestrutura detransporte. Gerenciamento de transporte.Gerenciamento de depsitos.Movimentao de materiais. Embalagem.

3. CUSTOS LOGSTICOS. Planejamentodas operaes. Mtricas do projetologstico. Formao de preos.

4. PLANEJAMENTO DAMOVIMENTAO DE MATERIAIS.Natureza do problema do planejamento.Princpios para o bom planejamento.Conceitos para o planejamento dosistema. Consideraes de risco no canallogstico.

5. GERENCIAMENTO DA CADEIA DESUPRIMENTOS. Abast