Atmosfera pré-convectiva: Desafios e alternativas para a...

of 38 /38
Atmosfera pré - convectiva: Desafios e alternativas para a meteorologia operacional Fabricio Polifke – COPPE/UNIG

Embed Size (px)

Transcript of Atmosfera pré-convectiva: Desafios e alternativas para a...

Atmosfera pr-convectiva: Desafios e alternativas para a meteorologia operacional Fabricio Polifke COPPE/UNIG

Sumrio

Tempestades convectivas;

Atmosfera pr-convectiva;

Experimentos Ilha do Fundo;

Mtodo da Temperatura mxima;

Consideraes

2

Tempestades convectivas

1

3

O que so tempestades convectivas ? So fenmenos atmosfricos associados s nuvens do tipo Cumulonimbus e, geralmente, acompanhados de chuvas intensas, descargas eltricas e rajadas de vento.

4

Como se formam as tempestades convectivas?

Disponibilidade de umidade na

atmosfera

Disponibilidade de energia na

atmosfera

Presena de um gatilho dinmico

5

Atmosfera pr-convectiva

2

6

Atmosfera pr-convectiva

Condies atmosfricas conducentes formao das tempestades convectivas.

Indicadores termodinmicos e dinmicos associados formao das nuvens e chuva.

7

Radiossondagem

8

Medio vertical da atmosfera.

Temperatura do ar;

Umidade relativa; Presso;

Vento.

Instabilidade atmosfrica

9

Instvel Estvel Parcela de ar

Aquecimento diurno (vero)

Termodinmica da atmosfera

10

= () ()

()

Desafios existentes

11

Desafios existentes para a meteorologia operacional

Na cidade do Rio de Janeiro:

Topografia;

Proximidade martima;

Atuao de sistemas meteorolgicos distintos;

Dados de radiossondagem disponibilizados somente s 00 UTC e 12 UTC.

12

Experimentos Ilha do Fundo

3

13

Lanamento de radiossondas durante tarde Na ocorrncia da previso da chuva para o estado do Rio de Janeiro, o grupo de pesquisa do Laboratrio de Hidrologia (COPPE/UFRJ) buscavam lanar radiossondas no perodo de maior instabilidade atmosfrica.

14

Experimentos Ilha do Fundo

15

Experimentos Ilha do Fundo

16

29/11/2016 12/12/2016

Experimentos Ilha do Fundo

17

Imagens do radar meteorolgico de Guaratiba (INEA) s a) 20 UTC, (b) 20:30 UTC, (c) 21:00 UTC, (d) 21:30 UTC, (e) 22:00 UTC, (f) 22:30 UTC, (g) 23:00 UTC, (h) 23:30 UTC do dia 12/12/2016 e (i) 00: 00 UTC do dia 13/12/2016.

Experimento - 29/11/2016

18

Experimento - 29/11/2016

19

Experimento - 12/12/2016

20

Experimento - 12/12/2016

21

Anlises comparativas 29/11/2016

22

12 UTC 16 UTC 18 UTC

Ventos em 850 hPa e temperatura do ar a 2 metros.

Anlises comparativas 12/12/2016

23

12 UTC 16 UTC 18 UTC

Ventos em 850 hPa e temperatura do ar a 2 metros.

Anlises comparativas 29/11/2016

24

12 UTC 16 UTC 18 UTC

Umidade especfica e convergncia dos ventos em 850 hPa.

Anlises comparativas 12/12/2016

25

12 UTC 16 UTC 18 UTC

Umidade especfica e convergncia dos ventos em 850 hPa.

Anlises comparativas 29/11/2016

26

12 UTC 16 UTC 18 UTC

Cisalhamento vertical e divergncia do vento em 250 hPa.

Anlises comparativas 29/11/2016

27

12 UTC 16 UTC 18 UTC

Cisalhamento vertical e divergncia do vento em 250 hPa.

Consideraes parciais

28

Atravs das sondagens lanadas tarde foi possvel verificar a perda de energia disponvel para a conveco durante tarde no dia 29/11/2016;

No dia 12/12/2016, verificou-se, ao contrrio, uma continuidade desta energia e valores mais expressivos no decorrer do dia;

Foi possvel tambm verificar a presena de maiores valores de umidade e gatilhos dinmicos em 12/12/2016 em relao ao dia 29/11/2016.

Alternativas

29

Mtodo da Temperatura mxima

4

30

Mtodo da Temperatura mxima

31

Substituir os dados de temperatura mais prximos superfcie coletados por um radiossonda lanada pela manh pelos valores de temperatura previstos ou observados no perodo da tarde com a finalidade de estimar o potencial termodinmico naquele horrio.

Mtodo da Temperatura mxima

32

Mtodo da Temperatura mxima 02/03/2018

33

CAPE (real)= 2920 J.kg-1 CAPE (est)= 3150 J.kg-1

CAPE (real)= 2645 J.kg-1 CAPE (est)= 2925 J.kg-1

09 h e 12 h 09 h e 18 h

Mtodo da Temperatura mxima

34

Mtodo da Temperatura mxima - Aplicao em eventos de chuva passados

35

Imagens do radar meteorolgico do Sumar Guaratiba (GeoRio) s 16h00 (a), 16h15 (b), 16h30 (c), 16h45 (d), 17h00 (e), 17h15 (f), 17h30 (g), 17h45 (h), 18h00 (i), 18h15 (j), 18h30 (k), 18h45 (l) do dia 16 de fevereiro de 2016.

Consideraes parciais

36

Representa uma estimativa da atmosfera;

Apresentar maior confiabilidade na ausncia de sistemas meteorolgicos (frentes frias, ZCAS, etc.)

Altamente dependente das condies de superfcie;

No possvel verificar a mudana do perfil vertical do vento.

Consideraes finais

37

Medies sub-dirias da atmosfera apresentam grande potencialidade para o monitoramento operacional;

O mtodo da Temperatura Mxima uma alternativa inexistncia das sondagens realizadas tarde;

Aplicao de outras ferramentas para caracterizao da atmosfera;

Pesquisas operacionais.

Fabricio Polifke [email protected]

Obrigado!

38

mailto:[email protected]