COMITÊ DEFENDER O HAITI TROPAS DO HAITI! É DEFENDER A€¦ · Comitê Defender o Haiti é...

of 4 /4
DEFENDER O HAITI É DEFENDER A NÓS MESMOS! COMITÊ Ato continental pela retirada imediata das tropas da ONU do Haiti DIA 5 DE NOVEMBRO, EM SÃO PAULO Câmara dos Vereadores de São Paulo (Salão Nobre – 8º. Andar) Viaduto Jacareí, 100 – Centro – Metro Anhangabaú Em outubro, o Conselho de Segurança da ONU discute a reno- vação por mais um ano da “Missão pela Estabilização do Haiti” (MI- NUSTAH). O relatório do secretá- rio-geral da ONU indica a renova- ção do mandato das tropas. No Brasil, o novo ministro da Defesa, Celso Amorim declarou que “é hora de discutir uma saída or- ganizada, inclusive com as Nações Unidas, claro. Não sei se em agosto, dezembro, janeiro, não é o que im- porta” (Folha de S. Paulo, 10.08.11). No Haiti, milhares de haitianos continuam saindo às ruas exigindo a retirada das tropas. Várias orga- nizações democráticas, populares e sindicais do Haiti se posicionaram pela retirada do que chamam de “tropas de ocupação”. O recente congresso da Central Autônoma dos Trabalhadores Haitianos (CATH), por exemplo, exigiu a “anulação total e incondicional da dívida do Haiti, a retirada imediata de todas as forças de ocupação da MINUS- TAH e a reparação dos danos gera- dos pelo cólera trazido ao país pelas tropas” (*). O povo está farto da ocupação, que pisoteia sua soberania. Somos solidários, queremos ver o povo do Haiti livre. Já passou da hora do Brasil retirar suas tropas! São mais de 7 anos de ocupação, com o Brasil liderando tropas de 42 países, sobre as quais pesam acusações de violação, repressão ao movimento dos trabalhadores operário e assassinato de lideranças haitianas. A Presidente Dilma deve tomar a iniciativa, trazendo de volta o contingente brasileiro. O que o Haiti necessita é de médicos, enfermeiros, engenheiros, ajuda técnica e material para a sua reconstrução, e não de soldados para reprimir as legítimas manifes- tações de seu povo. Levantamos a bandeira da imedia- ta retirada imediata da MINUSTAH! Convidamos todos para um Ato Continental, com representantes de outros países do continente, que lutam pela retirada da MINUSTAH. São Paulo, Agosto de 2011 (*) a ONU finalmente reconheceu que o vibrião do cólera foi introduzido no país pelo contingen- te do Nepal; ele contaminou 300 mil e matou 5.800 haitianos; o custo anual da MINUSTAH, US$ 850 milhões, é nove vezes o que a ONU gastou com a epidemia. DEPUTADO ADRIANO DIOGO (PT/SP), DEPUTADO JOSÉ CANDIDO (PT/SP), DEPUTADO YULO OITICICA (líder do PT na Assembléia Legislativa da Bahia), BARBARA CORRALES (Comitê “Defender o Haiti é Defender a nós mesmos”), CLAUDINHO SILVA (Setorial do Combate ao Racismo do PT-SP), JOSE EUDES (Presidente da CUT-DF), IZAC JACSON CAVALCANTI (Presidente da CUT-AL) , SERGIO GOIANA (Presidente da CUT-PE), GUTO (presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo), GOG (rapper, DF), JEAN LOYOLA (Fenajufe), JOELSON SOUZA (Juventude Revolução - IRJ), JULIO TURRA (Central Única dos Trabalhadores), LUIZ GONZAGA DA SILVA - GEGÊ (Central dos Movimentos Populares), MARCELO BUZZETTO (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), LUCIA SKROMOV (Comitê Pró-Haiti), MARKUS SOKOL (Diretório Nacional - PT), MILTON BARBOSA (Movimento Negro Unificado) e OLÍVIO DUTRA (fundador do PT e ex-governador do Rio Grande do Sul) Organização : Comitê “Defender o Haiti é Defender a nós mesmos” Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo - ALESP PELA RETIRADA DAS TROPAS DO HAITI! Comitê Defender o Haiti é defender a nós mesmos! Contato: [email protected]

Embed Size (px)

Transcript of COMITÊ DEFENDER O HAITI TROPAS DO HAITI! É DEFENDER A€¦ · Comitê Defender o Haiti é...

  • DEFENDER O HAITI É DEFENDER A NÓS MESMOS!

    COMITÊ

    Ato continental pela retirada imediata das tropas da ONU do Haiti

    DIA 5 DE NOVEMBRO, EM SÃO PAULOCâmara dos Vereadores de São Paulo (Salão Nobre – 8º. Andar)

    Viaduto Jacareí, 100 – Centro – Metro Anhangabaú

    Em outubro, o Conselho de Segurança da ONU discute a reno-vação por mais um ano da “Missão pela Estabilização do Haiti” (MI-NUSTAH). O relatório do secretá-rio-geral da ONU indica a renova-ção do mandato das tropas.

    No Brasil, o novo ministro da Defesa, Celso Amorim declarou que “é hora de discutir uma saída or-ganizada, inclusive com as Nações Unidas, claro. Não sei se em agosto, dezembro, janeiro, não é o que im-porta” (Folha de S. Paulo, 10.08.11).

    No Haiti, milhares de haitianos continuam saindo às ruas exigindo a retirada das tropas. Várias orga-nizações democráticas, populares e sindicais do Haiti se posicionaram pela retirada do que chamam de “tropas de ocupação”. O recente

    congresso da Central Autônoma dos Trabalhadores Haitianos (CATH), por exemplo, exigiu a “anulação total e incondicional da dívida do Haiti, a retirada imediata de todas as forças de ocupação da MINUS-TAH e a reparação dos danos gera-dos pelo cólera trazido ao país pelas tropas” (*).

    O povo está farto da ocupação, que pisoteia sua soberania. Somos solidários, queremos ver o povo do Haiti livre. Já passou da hora do Brasil retirar suas tropas!

    São mais de 7 anos de ocupação, com o Brasil liderando tropas de 42 países, sobre as quais pesam acusações de violação, repressão ao movimento dos trabalhadores operário e assassinato de lideranças haitianas.

    A Presidente Dilma deve tomar a iniciativa, trazendo de volta o contingente brasileiro.

    O que o Haiti necessita é de médicos, enfermeiros, engenheiros, ajuda técnica e material para a sua reconstrução, e não de soldados para reprimir as legítimas manifes-tações de seu povo.

    Levantamos a bandeira da imedia-ta retirada imediata da MINUSTAH!

    Convidamos todos para um Ato Continental, com representantes de outros países do continente, que lutam pela retirada da MINUSTAH.

    São Paulo, Agosto de 2011

    (*) a ONU finalmente reconheceu que o vibrião do cólera foi introduzido no país pelo contingen-te do Nepal; ele contaminou 300 mil e matou 5.800 haitianos; o custo anual da MINUSTAH, US$ 850 milhões, é nove vezes o que a ONU gastou com a epidemia.

    DEPUTADO ADRIANO DIOGO (PT/SP), DEPUTADO JOSÉ CANDIDO (PT/SP), DEPUTADO YULO OITICICA (líder do PT na Assembléia Legislativa da Bahia), BARBARA CORRALES (Comitê “Defender o Haiti é Defender a nós mesmos”), CLAUDINHO SILVA (Setorial do Combate ao Racismo do PT-SP),

    JOSE EUDES (Presidente da CUT-DF), IZAC JACSON CAVALCANTI (Presidente da CUT-AL) , SERGIO GOIANA (Presidente da CUT-PE), GUTO (presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo), GOG (rapper, DF), JEAN LOYOLA (Fenajufe), JOELSON SOUZA (Juventude Revolução - IRJ),

    JULIO TURRA (Central Única dos Trabalhadores), LUIZ GONZAGA DA SILVA - GEGÊ (Central dos Movimentos Populares), MARCELO BUZZETTO (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), LUCIA SKROMOV (Comitê Pró-Haiti), MARKUS SOKOL (Diretório Nacional - PT),

    MILTON BARBOSA (Movimento Negro Unificado) e OLÍVIO DUTRA (fundador do PT e ex-governador do Rio Grande do Sul)

    Organização : Comitê “Defender o Haiti é Defender a nós mesmos” Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo - ALESP

    PELA RETIRADA DAS TROPAS DO HAITI!

    Com

    itê D

    efen

    der o

    Hai

    ti é

    defe

    nder

    a n

    ós m

    esm

    os!

    Conta

    to: fo

    ratrop

    asha

    [email protected]

    l.com

    .br

  • Em 25 de agosto de 2011 uma de-legação da Comissão Internacional de Investigação do Haiti (CII – Hai-ti) esteve na sede das Nações Unidas em Nova York, para reunião com Ugo Soli nas, chefe do Observatório do Haiti - Divisão da América Latina e Europa do De partamento de Opera-ções para a Ma nutenção da Paz das Nações Unidas (DPKO), e com outros dois funcio nários políticos do DPKO alocados no Haiti: Tatiana Auguste e Patrick Mein.

    Os quarto membros da delegação da CII – Haiti eram:

    • FIGNOLÉ ST CYR, Presiden te da Confederação Autônoma dos Tra-balhadores do Haiti (CATH) e mem-bro do comitê de continuidade da CII–Haiti;

    • JOCELYN LAPTIRE, mem bro da CII – Haiti, e dirigente, em Guada-lupe, do LKP (Coalizão contra a Ex-ploração); Membro do comi tê execu-tivo de Travayè é Péyizan (Guadalupe) e da Associa ção dos Trabalhadores e Povos do Caribe (ATPC);

    • COLIA CLARK, Membro da CII – Haiti e co – organizadora do Comitê dos EUA para o Giro Haiti- Guadalupe;

    • ALAN BENJAMIN, Co-or ganizador do comitê estadunidense do Giro Haiti - Guadalupe, membro da coordenação do Acordo Internacio nal dos Trabalhadores e dos Povos (AcIT).

    O Deputado Adriano Diogo, mem-bro da Delegação, não pode estar pre-sente, pois a audiência foi somente confirmada dia 22/08, impedindo sua viagem. Em carta à ONU, declara “O Haiti não precisa e não quer tropas estrangeiras. Nós brasileiros, estamos envergonhados que as forças armadas brasileiras estejam a frente das tropas de ocupação. Existem setores do povo brasileiro que estão se organizando para criar uma ampla mobilização pela retirada das tropas do Haiti. Nes-te momento em que o mundo assiste a movimentação de exércitos merce-

    Declaração da delegação da COMISSÃO INTERNACIONAL DE INVESTIGAÇÃO SOBRE A SITUAÇÃO DO HAITI após reunião com representantes da ONUNova York • 25 de agosto de 2011

    nários em vários continentes, enten-demos que essas tropas representam a ante-sala para entrada de tropas profissionalizadas de empresas multi-nacionais de segurança.”

    Estavam presentes ainda dois observadores haitianos : Jean Sénat Fleury, advogado e ex-juiz no Haiti; e Karl-Henry Peri cles, Presidente da Tribuna Nacio nal da Juventude Hai-tiana (TNJH).

    A audiência entre a delegação da CII Haiti e os representantes da ONU durou 75 minutos.

    APRESENTAÇÃO DE FIGNOLE ST CYR

    Fignolé St Cyr resumiu as con-clusões da CII – Haiti e acrescentou os seguintes pontos:

    “O Haiti não tem um ‘problema de segurança’. O problema princi pal é uma ocupação de sete anos e meio pelas Nações Unidas, sob a égide dos

    Estados Unidos, França e Canadá que visa promover a agenda política das instituições financeiras interna-cionais, notadamente FMI e o Banco Mundial”.

    “A principal mensagem do povo haitiano é que as tropas da ONU de-vem sair imediatamente para que o Haiti possa recuperar sua soberania e autodeterminação”.

    “As instituições financeiras internacionais impuseram um ‘go verno de fato’ no Haiti, a Comissão provisó-ria de reconstrução do Haiti (CIRH), presidida por Bill Clinton , totalmen-te comprometida com a agenda das corporações multinacio nais. A CIRH é responsável pela promoção das “zo-nas de livre comércio”, com salários de menos de $3 dólares/dia e onde os únicos sindicatos permiti dos são os sindicatos de empresas.”

    “As tropas da ONU/Minustah são responsáveis por trazer a cólera e a morte de pelo menos 7000 pessoas – de acordo com as próprias estatísticas

    Jocelyn Lapitre, membro do LKP da Guadalupe e da Comissão Internacional de Investigação - Haiti (CII-Haiti) entrega dossiê da CII-Haiti exigindo o fim da ocupação militar à Ugo Solinas do Departamento de Operações para a Ma nutenção da Paz das Nações Unidas.

  • da ONU – e infectar 100.000 haitia-nos . Por um longo período a ONU negou a responsabilidade das tropas pela cólera, mas agora ficou provado sem nenhuma duvida que foram as tropas da ONU do Nepal que trouxe-ram a cólera.”

    “Mais de 650.000 famílias estão em condições inaceitáveis 18 meses após o terremoto, em condições de-sumanas em acampamentos onde são forçados a viver em cabanas improvi-sadas de papelão em condições sub-humanas.”

    “A situação é intolerável. A ocupa-ção da ONU tem que acabar imedia-tamente.”

    APRESENTAÇÃO DE JOCELYN LAPITRE

    Jocelyn Lapitre entregou um re-latório completo da CII – Haiti para Ugo Solinas do DPKO da ONU.

    “Os mais de US$ 700 milhões gas-tos anualmente para custear as tropas de ocupação da ONU devem ser desti-nados a construir escolas e hospitais, treinar engenheiros locais e, mais im-portante, criar empregos com salários dignos. O que o Haiti precisa é de um desenvolvimento real e reconstrução onde o povo haitiano possa ele mes-mo decidir as suas prioridades de de-senvolvimento. E não as corporações multinacionais ou as instituições fi-nanceiras internacionais”.

    APRESENTAÇÃO DE COLIA CLARK

    Ela relatou que durante as ses-sões da Comissão de Investigação,

    as pessoas fizeram perguntas sim-ples sobre a presença das forças da ONU/ MINUSTAH

    “Porque as tropas da ONU entram nas nossas comunidades para nos as-sediar com armas, surrar e nos pren-der?”

    “Porque a MINUSTAH está estu-prando nossas mulheres e crianças?”

    “Porque não temos onde morar quando bilhões de dólares foram pro-metidos e enviados ao Haiti?”

    “Porque nós não merecemos o direi-to de sindicalização para defender nos-sos interesses como trabalhadores?”

    “O Haiti precisa de ajuda, recons-trução e desenvolvimento, concebido pelos haitianos – e não desta “ajuda” dos EUA e da ONU, ou da “Comuni-dade Internacional”

    RESPOSTA DE UGO SOLINAS

    “Obviamente os problemas que os haitianos estão en frentando são tam-bém sociais e eco nômicos. Mas as ope-rações da ONU tem um foco limitado, que é o de garantir um nível mínimo de segurança para que as instituições haitianas possam ser reforçadas. Nes-te sentido eu tenho uma boa e uma má noticia para vocês. A boa noticia é que em 1º de se tembro o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon apresentará rela tório anunciando uma estratégia de saída das forças da ONU do Haiti. O ministro da defesa brasileiro Celso Amorim estava correto quando disse que era hora das tropas da MINUS-TAH começarem a se retirar do Haiti. As forças do DPKO nunca pretende-ram ter uma presença eterna no Haiti.

    A má noticia, é que as forças não dei-xarão o Haiti amanhã. Não será ime-diata, será um processo de retirada gradual”.

    FIGNOLE ST CYR: “NADA VAI MUDAR”

    “A ‘boa e a má noticia’ apresen tadas por Solinas são a mesma coisa: nada vai mudar. O Haiti con tinuará um país ocu-pado. Sua sobe rania e direito a autodeterminação continuarão a ser violados.”

    “É impossível separar o desenvolvi-mento econômico, social e político das questões de se gurança e estabilidade. Se o desenvolvimento do Haiti conti-nua a ser negado pelas institui ções in-ternacionais determinadas a manter o Haiti como um “mercado barato” para as indústrias de ves tuário coreano, com condições de trabalho escravo, continua a instabi lidade e inseguran-ça. Se não há reparações e punições para os crimes hediondos cometidos contra o povo haitiano pelas tropas da MINUSTAH, haverá inseguran ça. A MINUSTAH é a fonte de ins tabilidade e de insegurança. Se as Nações Unidas estão genuinamente preocupadas so-bre essas duas ques tões, deveria reti-rar suas tropas ime diatamente e não em algum futuro indefinido.

    PRIMEIRAS CONCLUSÕES E PRÓXIMOS PASSOS

    A delegação da CII – Haiti pro-meteu redobrar seus esforços para pressionar a retirada imediata e in-condicional de todas as tropas da ONU do Haiti. A este respeito a de-legação da CII – Haiti concordou em emitir este relatório da sua reunião com os representante do DPKO da ONU e chamar todos os partidários da democracia e autodeterminação para o povo haitiano a se juntar a eles na construção de dois grande eventos internacionais em apoio ao povo hai-tiano.

    1) O ATO CONTINENTAL a ser realizado em São Paulo no dia 5 de novembro de 2011 pela imediata retirada das tropas da ONU do Haiti e;

    2) A Conferência Caribenha dos Trabalhadores e Povos (Cap Haitien), de 16 a 18 de no vembro de 2011. Tropas brasileiras de ocupação agindo no Haiti.

  • COMITÊ “DEFENDER O HAITI É DEFENDER A NÓS MESMOS” ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ALESP

    Barbara Corrales: [email protected] Deputado Adriano Diogo (PT/SP): [email protected]

    http://retiradatropashaiti.blogspot.com

    PELA RETIRADA DAS TROPAS DO HAITI!

    Com

    itê D

    efen

    der o

    Hai

    ti é

    defe

    nder

    a n

    ós m

    esm

    os!

    Conta

    to: fo

    ratrop

    asha

    [email protected]

    l.com

    .br

    A ONU destinou US$ 854 milhões para a ocupação militar em 2010/2011A Minustah conta com contingentes

    da Argentina, Bangladesh, Benin, Brasil, Burkina Faso, Burundi, Camarões, Canadá, Chade, Chile, China, Colômbia, Croácia, Egito, El Salvador, Espanha Estados Unidos, Rússia, Filipinas, França, Granada, Guiné, Guiné -Bissau, Índia, Indonésia, Jamaica, Jordânia, Kirguistão, Lituânia, Madagascar, Mali, Nepal, Nigéria, Noruega, Paquistão, República Centro Africana, Romênia, Ruanda, Senegal, Servia, Serra Leoa, Sri Lanka, Suécia, Tailândia, Turquia, Uruguai e Iêmen num total de 12.270 entre soldados, policiais e funcionários. O Brasil, que dirige as tropas, conta atualmente com o maior efetivo, com 3116 homens. A ONU destinou US$ 854 milhões para o exercício de 2010/2011

    A Brigada de Infantaria de Pára-quedistas, unidade de elite do exercito brasileiro, e que participa da MINUSTAH desde 2004, é a mesma, que desde 2010, ocupa os morros do Rio de Janeiro.

    Para saber mais sobre a ocupação militar do Haiti pela ONU comandada pelo Exército Brasileiro assista os documentáriosde Kevin Pina e Daniel Santos

    O CÓLERA E A ONUAs tropas de ocupação da MiNUSTAH, além de todas as denúncias de violências e crimes, também foi responsável pela terrível epide mia de Cólera, levada por tropas nepalesas da ONU para o Haiti. A epidemia de cólera deixou 5.332 mortos no Haiti e 310 mil pessoas foram contaminadas desde seu início, no final de 2010.

    O QUE SE PASSA NO HAITI?O documentário do jornalista estadunidense Kevin Pina é uma denúcia da brutalidade da ocupação do Haiti. A ação das tropas da ONU contra a população haitina é um exemplo da barbárie. Mortes, ataques e desaparecimentos são denunciados nessa filme de 2007.

    HAITI: ESTAMOS CANSADOSFilmando antes, durante e depois do ter-rível terremoto que assolou o Haiti, esse documentário de Daniel Santos lançado pela Juventude Revolução - IRJ mostra que não há nada de natural na tragédia. Pela voz de militares das tropas da ONU, de ONGs que se exploram a situação e do povo haitiano, vemos um retrato da realidade da ocupação.

    VEJA O VIDEO COMPLETO NA INTERNET:

    http://goo.gl/kVk7LVEJA O VIDEO COMPLETO NA INTERNET:

    http://goo.gl/kWIOW

    Tropas de ocupação no Haiti