Dossie UFO Brasil

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    04-Aug-2015
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A Vossa Excelncia:

Dra. Dilma Rousseff, Ministra de Estado da Casa Civil, Praa dos Trs Poderes, Palcio do Planalto, 4 Andar, 70150-900 Braslia (DF).

Com cpias para as autoridades da Comisso de Averiguao e Anlise de Informaes Sigilosas, criada pela Lei 11.111/2005:

General-de-Exrcito Jorge Armando Felix, Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurana Institucional da Presidncia da Repblica. Dr. Tarso Genro, Ministro de Estado da Justia. Dr. Nelson Jobim, Ministro de Estado da Defesa. Embaixador Celso Amorim, Ministro de Estado das Relaes Exteriores. Dr. Jos Antonio Dias Toffoli, Advogado-Geral da Unio. Dr. Paulo de Tarso Vannuchi, Secretrio Especial dos Direitos Humanos da Presidncia da Repblica.

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Prezados senhores: 1. Reunidas as empresas legalmente constitudas, com razes sociais denominadas de Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV), CNPJ 07.006.291/0001-74, com sede na Rua Antonio Dias Adorno 72, Bairro Vilas Boas, Campo Grande (MS), telefone (67) 33418231; Entidade Brasileira de Estudos Extraterrestres (EBE-ET), CNPJ 03.345.738/0001-89, com sede no Setor de Habitaes Individuais Norte (SHIN), Quadra 10, Conjunto 02, Casa 03, Braslia (DF), telefone (61) 3368-3857; Instituto Nacional de Investigao de Fenmenos Aeroespaciais (INFA), CNPJ 000.878.259/0001-30, com sede na Rua Antonio Marcondes 70, So Paulo (SP), telefone (11) 2272-1441; Ncleo de Pesquisas Ufolgicas (NPU), CNPJ 79.547.881/0001-15, com sede na Rua Mariano Torres 792, Centro, Curitiba (PR), telefone (41) 3324-0805; Centro de Pesquisas Ufolgicas (CPU), sem CNPJ, com sede na Rua Franklin Tvora 70, Fortaleza (CE), telefone (85) 3231-0805; aqui representadas por seus respectivos responsveis legais, o diretor do CBPDV e editor da Revista UFO Ademar Jos Gevaerd, CPF 442.581.949-72, residente Rua Santana 244, Campo Grande (MS); o presidente da EBE-ET e conselheiro especial da Revista UFO Roberto Affonso Beck, CPF 010.267.631-34, residente no mesmo endereo da referida entidade; o vice-presidente da EBE-ET e conselheiro especial da Revista UFO Fernando de Arago Ramalho, CPF 292.910.971-87, residente na Quadra 10, Conjunto H, Casa 03, Sobradinho (DF); o presidente do INFA e coeditor da Revista UFO Claudeir Covo, CPF 402.109.448-20, residente no mesmo endereo da referida entidade; o presidente do NPU e co-editor da Revista UFO Rafael Cury, CPF 598.939.749-68, residente Rua Joo Schleder Sobrinho 820, Curitiba (PR); o presidente do CPU e co-editor da Revista UFO Reginaldo de Athayde, CPF 002.732.363-34, residente no mesmo endereo da referida entidade; o escritor, pesquisador independente e tambm co-editor da Revista UFO Marco Antonio Petit de Cas2

tro, CPF 932.381.187-49, residente na Rua Pacheco Leo 150, Bloco 02, Apto. 303, Rio de Janeiro (RJ); os quais, reunidos, compem a direo da Comisso Brasileira de Uflogos (CBU) vm, respeitosamente, informar e requerer o que se segue. DOS PRECEITOS CONCEITUAIS E REGIMENTAIS 2. Todas as entidades supra elencadas tm entre suas funes principais, registradas em seus estatutos, o estudo e a divulgao do fenmeno dos objetos voadores no identificados OVNIs ou UFOs, em ingls assim como as interaes decorrentes desse fenmeno em qualquer rea do conhecimento. Tal estudo denominado taxonomicamente por dicionrios da lngua portuguesa como Ovnilogia ou Ufologia. Visando uma apropriada vernaculizao, adotaremos doravante os termos UFO ou UFOs, Fenmeno UFO e Ufologia, bem como palavras correlatas, em razo de serem estes convencionalmente adotados no estudo que tem sua origem nos Estados Unidos, a partir do incio da segunda metade do sculo XX. 3. As referidas entidades, aqui representadas por seus presidentes e demais integrantes, supra qualificados, junto de outras associaes ufolgicas brasileiras constitudas para os mesmos fins, tm como escopo, alm da prtica da Ufologia, a clareza de informaes prestadas sociedade a respeito do tema. Elas e seus membros reiteram a veracidade dos fatos que vm afirmando desde as primeiras concluses de suas pesquisas, e fazem questo de se submeterem a quaisquer questionamentos advindos dessa egrgia Casa Civil. Tal postura necessria e tem o intuito de dirimir dvidas relativas nossa conduta, ao tema em pauta e s afirmaes prestadas em seqncia, visando o esclarecimento de funcionrios e autoridades do Governo constitudas para os fins que prope este requerimento.

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4.

Os representantes legais e demais integrantes destas mesmas entidades, que firmam o presente documento, so tambm membros do Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV), mantenedor da mais completa e antiga publicao sobre Ufologia do mundo, a nica no Brasil, a Revista UFO, da qual todos fazem parte. Atravs desta entidade e publicao, e tambm como cidados brasileiros amparados pela Constituio Federal, lanaram, em fevereiro de 2004, uma campanha intitulada UFOs, Liberdade de Informao J, visando a manifestao do Governo Brasileiro sobre a posse e a divulgao de documentao oficial referente Ufologia, bem como a criao de uma comisso civil-militar para estudo da disciplina, tendo em vista os fatos relatados a seguir. Este grupo de uflogos aqui reunidos compe hoje a direo da denominada Comisso Brasileira de Uflogos (CBU), criada em 1997 e reformulada em 2004. Somos os responsveis pelo corpo principal deste requerimento e pela gesto da campanha em tela.

DAS INFORMAES E FATOS 5. do conhecimento especfico de determinados nichos acadmicos, de milhares de grupos ufolgicos espalhados pelo planeta, de rgos governamentais em diversos pases e de autoridades polticas, cientficas e militares que o Fenmeno UFO uma realidade incontestvel no mundo inteiro. fsico, visvel, genuno, manifesto atravs de constantes visitas de veculos aeroespaciais Terra, sendo alguns com tripulao, quando demonstram, atravs das suas atividades e performances, comportamento inteligente, de tecnologia superior que se conhece em nosso planeta. 6. Efeitos dos mais variados perfis foram observados em minerais, vegetais e animais, aps a ao de UFOs e seus tripulantes. Seres humanos foram e so afetados por tais aes. Quando das atividades desses agentes e suas interaes com a presena humana, aes indiferentes, benficas e, em menor nmero, malficas, se focadas a partir de determinados pontos de vis4

ta, fazem parte de um vasto histrico do estudo do Fenmeno UFO. Estudo que desenvolvido de maneira criteriosa e destemida h 60 anos por renomados cientistas uflogos. Tudo isso pode ser constatado atravs de extensa bibliografia em lngua portuguesa e estrangeira, incontveis sites instalados na internet, obras literrias, ensaios e debates de elevado contedo cientfico, desenvolvidos por pesquisadores graduados das mais diversas disciplinas, em centenas de encontros e congressos abordando o tema. 7. Nestes termos, a Ufologia, aps tantos anos de estudo srio sobre seu objeto foco, conclui, por meio de deduo lgica e factual, que o Fenmeno UFO j teve sua origem suficientemente identificada como sendo alheia aos limites de nosso planeta. Como em todo trabalho sistemtico, tal concluso adveio de inmeros registros contidos em radarizaes, fotografias, filmes e relatos de testemunhas idneas, dentro e fora da atmosfera terrestre. As provas so contundentes quando envolvem contatos diretos com os tripulantes dos UFOs, tambm chamados de ufonautas, assim como os materiais coletados e analisados aps acidentes envolvendo aeronaves no conhecidas, inclusive com captura de criaturas fora de qualquer classificao zoomorfolgica terrestre. 8. Procedimentos metodolgicos para coleta de dados envolvendo material biolgico e combinaes qumicas de elevada pureza, totalmente estranhos aos conhecimentos vigentes, fazem parte da Ufologia militar e civil, institucional e independente, praticadas Brasil afora. O estudo desenvolvido por algumas instituies j chegou a tal ponto, que determinados rgos responsveis pelo levantamento, coleta e catalogao do material so detentores de vasto arsenal, infelizmente em sua maioria ainda mantido sob sigilo, cujo valor informativo e cientfico inestimvel, suficiente para comprovar definitivamente a natureza inteligente e extraterrestre das naves e das bioformas que nos visitam. Os dados tambm so suficientes para provar que esses agentes so os efetivos5

causadores do Fenmeno UFO, ainda no entendido por esta mesma cincia que busca por respostas e desconhece a existncia de tais provas. A casustica levantada aponta que, por vezes, tais bioformas, enquanto entidades inteligentes, apresentam-se com aspecto humanide, composto por matria densa ou sutil, em relao ao conceito tridimensional da matria. Outras vezes, esses seres apresentam-se com aspecto animalesco ou robtico, e que denotam claramente, na maioria absoluta em que tais fatos ocorrem, suas origens evolutivas no terrestres. Materializaes e desaparecimentos desses agentes e dos prprios UFOs, bem como os movimentos inconcebveis dos seus meios de transporte dentro da nossa fsica conhecida, deixam claro que tais performances inslitas s podem ser causadas por criaturas possuidoras de tecnologias extremamente avanadas em relao aos padres terrestres. 9. Ainda no campo das concluses retiradas da pesquisa ufolgica, estas nos permitem afirmar que no se sabe ao certo de onde os protagonistas deste fenmeno provem, e nem suas exatas intenes, mas alguns levantamentos comparativos nos levam a crer que no se trata de uma s espcie, ou raa, e que algumas delas j nos visitam h tempos, quase sempre demonstrando interesse cientfico. Portanto, parecem no ser originrios de um s lugar da nossa vasta galxia, possivelmente at do universo. Suas formas, intenes, prticas cientficas e at seu modus operandi para manifestao e contato tambm podem divergir bastante. 10. O estudo metodolgico da Ufologia divide e chama essas interaes entre humanos e ufonautas de Contatos Imediatos (CIs), distribuindo-os em graus que variam de 1 a 5, dependendo do seu nvel de intera