JORNAL NA SALA DE AULA Oficina 2 Me. Simone Daise Schneider Me. Rosemari Lorenz Martins.

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JORNAL NA SALA DE AULAOficina 2

Me. Simone Daise Schneider

Me. Rosemari Lorenz Martins

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GÊNERO JORNALÍSTICO

O gênero jornalístico define-se em função do papel que joga o narrador ou emissor da mensagem em relação à realidade observada.

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OBJETIVOS DO TRABALHO COM O JORNAL NA SALA DE AULA

Formar leitores habituais e cidadãos bem-informados, para serem capazes de serem “atores sociais”;

desenvolver a capacidade de leitura de gêneros jornalísticos dos alunos, para que saibam se manifestar oralmente e por escrito sobre o mundo atual, de forma coerente, nas mais diversas situações e esferas sociais.

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PARA ISSO, É NECESSÁRIO...

• Acabar com a ideia de que jornal é coisa de “gente grande”;

• explorar os gêneros textuais mais diversos, respeitando o interesse do grupo;

• fazer os alunos se relacionarem com o jornal como se fossem leitores comuns: eles devem manuseá-lo por inteiro (não só textos recortados);

• buscar os cadernos e as seções que mais interessam, vendo fotos, lendo títulos, subtítulos ...

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LINGUAGEM JORNALÍSTICA

• Artigo – texto que traz a opinião e a interpretação do autor sobre um fato. Geralmente é assinado.

• Editorial – é a opinião da empresa que publica o periódico sobre temas relevantes. Não é assinado.

• Entrevista – Contato pessoal entre o repórter e uma ou mais pessoas (fontes) para coleta de informações. Também conhecida como pingue-pongue).

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• Legenda – texto breve colocado ao lado, abaixo ou dentro de foto ou ilustração, que acrescenta informações à imagem.

• Lide – Abertura de um texto jornalístico. Pode apresentar sucintamente o assunto, destacar o fato principal ou criar um clima para atrair o leitor para o texto; formado por seis questões básicas: o quê, quem, quando, onde, como e por quê.

• Manchete – Pode ser tanto o título principal, em letras grandes, no alto da primeira página de um jornal, indicando o fato jornalístico de maior importância entre as notícias contidas na edição, ou o título de maior destaque no alto de cada página.

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• Nota – pequena notícia.

• Notícia – relato de fatos atuais, de interesse e de importância para a comunidade e para o público leitor.

• Pauta – agenda ou roteiro dos principais assuntos a ser noticiados em uma publicação jornalística.

• Reportagem – conjunto de providências necessárias à confecção de uma notícia jornalística: pesquisa, cobertura de eventos, apuração, seleção dos dados, interpretação e tratamento.

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PARA UMA LEITURA EFICIENTE...• ... é necessário envolver os alunos com a linguagem

utilizada por esse meio. Como?• Respeitando a integridade do texto publicado;• caso não consiga levar o jornal inteiro para sala,

indicando sempre o título da publicação, a data, a página e o nome do autor;

• preservando as fotos com as legendas;• escolhendo vários gêneros textuais para leitura e análise;• ressaltando que a notícia relatada no texto jornalístico

não é exatamente o fato, mas a versão do jornal sobre esse fato;

• promovendo a leitura comparativa entre os dois veículos para desenvolver o olhar crítico;

• estimulando a identificação das características dos possíveis leitores de cada jornal, facilitando a percepção do aluno com relação à constituição de um texto informativo.

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CAPA DO JORNAL

Manchete principal

Apenas notas

Lide

Manchetessecundárias

Dados importantes

Suplemento

Manchetes de menor importância

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Dados de identificação do jornal

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Organização do jornal em seções

Título da seção

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AINDA...

Caderno; Encarte; Fascículo; Suplemento

Em jornais diários, as editorias podem ser organizadas em Cadernos e Suplementos, que são fascículos de encadernação separada incluídos no conjunto publicado e de periodicidade predeterminada (geralmente semanal). Geralmente, a diferença entre ambos é que, enquanto Cadernos são diários, encartados a cada edição do jornal, os Suplementos têm periodicidade maior, muitas vezes semanal ou quinzenal.

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Encarte - Anúncio de duas ou mais páginas, colocadas no centro da revista, gram peadas ou não, e geralmente de papel diferente daquele usado no miolo da revista.

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Fascículo é publicação editada em cadernos, em ordem numérica, normalmente encontrada em bancas de jornal, com lançamento geralmente semanal ou quinzenal. Depois de um período determinado, completa-se a coleção de volumes que fazem parte de uma obra completa podendo-se depois encaderná-los.

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Suplemento

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Notícia

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COMO EXPLORAR A NOTÍCIA O que é? Notícia é um gênero textual do

cotidiano jornalístico cujo objetivo é informar ao leitor fatos atuais com simplicidade, concisão e precisão.

A notícia apresenta quatro partes principais: A manchete ou o título O título auxiliar O lide

Quem Onde O que Como Quando Por quê

O corpo

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ATIVIDADES

Criar um título principal e um título auxiliar para uma determinada notícia;

Selecionar uma imagem e redigir uma notícia;

Explorar os elementos básicos da notícia: o que aconteceu, quando, onde, como, por que;

Explorar os tempos verbais: pretérito perfeito, presente histórico...

Explorar as circunstâncias que aparecerem: onde, quando....

Explorar substantivos concretos, próprios...

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Artigo de opinião

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COMO EXPLORAR O ARTIGO DE OPINIÃO

O que é? É um gênero textual que pertence ao âmbito jornalístico e se caracteriza pela exposição de um ponto de vista sobre determinado assunto.

O artigo de opinião tem três partes: Introdução: apresentação do tema do texto

(tese;ponto de vista); Desenvolvimento: exposição das opiniões e

argumentos em defesa de suas ideias, procurando deixar claro para o leitor o seu ponto de vista.

Conclusão: exposição da opinião final.Importante explorar os substantivos abstratos, os períodos compostos, as orações subordinadas....

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Anúncio classificados

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COMO EXPLORAR O ANÚNCIO CLASSIFICADO O que é? O anúncio classificado é um texto pequeno,

conciso, que transmite as principais informações para compra, venda, aluguel ou mesmo troca de imóveis, veículos e outros bens, como também oferece serviços e empregos. Tem finalidade persuasiva. A “resposta” que se tenta obter do leitor é que ele entre em contato com o anunciante.

O anúncio classificado tem a seguinte estrutura: Título – chamativo e direto; Corpo – apresenta os dados essenciais do produto

ou serviço oferecido. Pode-se usar abreviações; Meio de contato – o anunciante pode ou não se

identificar.Importante o trabalho com os verbos no imperativo, os adjetivos, os predicativos do sujeito...

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Editorial

EDITORIAISLimpeza de faz de contaSem saída diante da pressão popular em torno do chamado projeto Ficha Limpa, o Congresso acabou consentindo quarta-feira na aprovação de medidas que sinalizam com uma preocupação moralizadora, mas que estão longe de garantir proteção a eleitores contra candidatos às voltas com a Justiça. Uma mudança semântica feita de última hora no Senado pode ter limitado o impedimento apenas para quem for condenado a partir de agora, por decisão colegiada. Ao mesmo tempo, sequer há clareza sobre se as alterações já valerão para as eleições deste ano, o que só serve para reafirmar a dificuldade de o país tratar da política com a seriedade necessária.

Em boa parte resultante da pressão de 1,6 milhão de assinaturas, a decisão de barrar a candidatura de políticos já condenados em segunda instância pode ser mais atenuada ainda do que já foi desde o início da discussão sobre a necessidade de um filtro legal contra corruptos. Sob a alegação da necessidade de padronizar os tempos verbais e preocupado em evitar emendas para o projeto não precisar retornar à Câmara, o Senado trocou o trecho “os que tinham sido condenados” por “os que forem condenados”. Restam dúvidas também sobre se as regras valerão para as eleições deste ano. Mesmo que o Judiciário confirme isso, a nova lei deve barrar na prática poucos políticos, pelo fato de terem direito a foro privilegiado e de sempre demorarem muito tempo para serem julgados.

Se é tão difícil assim conceber uma lei capaz de impedir a candidatura de políticos já condenados em segunda instância, os próprios partidos deveriam assumir o papel, selecionando melhor quem pode pedir voto. É importante também que, cada vez mais, os eleitores possam contar com mecanismos online para acompanhar a trajetória de seus possíveis candidatos.

Com ou sem rigidez da lei, o país precisa assegurar cada vez mais ética à política. Essa é uma necessidade imediata, que não tem mais como ser adiada.

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COMO EXPLORAR O EDITORIAL

O que é? É um gênero textual que expressa a opinião de um jornal ou revista, ou de seus editores,a respeito de um fato atual.

Sua estrutura traz os seguintes elementos: Uma síntese do assunto comentado, bem como

da opinião que será defendida. O corpo do editorial, com comentários e opiniões

que representam a linha de pensamento do jornal ou revista sobre o assunto.

Uma conclusão, em que se apresenta uma solução para o problema focalizado, ou se leva o leitor a refletir sobre o assunto.

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O QUE FAZER...

Identificar qual o assunto comentado; identificar que fatos ocorridos geraram esse

editorial; identificar os comentários e as opiniões que

evidenciam a linha de pensamento do jornal; reconhecer em que aspectos o texto lido se

caracteriza como um editorial; identificar a estrutura do editorial e o que

corresponde a cada parte.

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Carta do leitor

DO LEITOR

DO LEITORVacinaSe todos somos iguais perante a lei, por que não disponibilizaram a vacina para todos os cidadãos brasileiros? Dinheiro não falta, pois este governo tem recursos para todos, menos para os brasileiros. Quer fazer pose no Exterior, sugando o povo pelo qual deveria zelar.

Luis Neiss

Funcionário público – Campina das Missões

As chargesFoi-se o tempo em que o humor parecia mais espontâneo. O que vemos hoje, em grande parte da mídia escrita, é a charge com viés político, contendo mensagem subliminar favorecendo este ou aquele candidato.

Os chargistas, em muitas oportunidades, parecem engajados em verdadeira campanha política. Saudade dos tempos do humor e perspicácia de artistas que desenhavam a vida como ela é, multifacetada.

Paulo de Araujo Carvalho

Médico – Porto Alegre

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COMO EXPLORAR A CARTA DO LEITOR O que é? É um gênero textual em que o leitor se

dirige a um jornal ou revista para comentar, criticar ou elogiar uma matéria ou carta publicada em edições anteriores.

O que fazer? Analisar a parte onde as cartas dos leitores são

publicadas e verificar: Qual o fato (anteriormente publicado) que gerou a

manifestação dos leitores; Qual o objetivo da autora de cada carta; Qual a crítica (positiva ou negativa) de cada leitor; Qual o comentário dos leitores; Observar a linguagem empregada em cada carta.

Trata-se de uma linguagem informal ou mais formal? Justifique;

Em que cartas os leitores se colocam diretamente no texto, e em quais eles tratam o tema de modo mais objetivo. Esclareça sua resposta.

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Reportagem

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COMO EXPLORAR A REPORTAGEM

O que é? É um gênero textual que enfoca de forma abrangente determinado assunto, não necessariamente um fato novo. A linguagem é formal, objetiva e direta.

O assunto da reportagem pode ser narrado de forma expositiva (narração simples e objetiva do fato), interpretativa ( estabelecendo conexões com acontecimentos passados ou com fatos relacionados) ou opinativa ( tentando convencer o leitor de uma opinião).

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O QUE FAZER?

Qual é o título ou a manchete da reportagem lida? Crie outro título para ela.

Identifique o título auxiliar da reportagem e redija outro, baseando-se nas mesmas ideias.

Analise as formas empregadas pela repórter na apresentação da matéria: se ela usou a forma expositiva, a interpretativa ou a opinativa, e como o fez.

Dar uma imagem aos alunos e solicitar com que escrevam uma reportagem. Sugerir o título principal e o auxiliar.

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Charge

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COMO EXPLORAR A CHARGE

O que é? A charge é um desenho humorístico, acompanhado ou não de um texto verbal. Normalmente critica um fato ou acontecimento específico e aborda temas sociais, econômicos e sobretudo políticos.

O que fazer? Identificar a notícia que gerou a charge; Reconhecer a ironia presente na charge em relação ao

fato; Relacionar o título ou os dizeres que constam na charge

com a própria charge e com o fato; Identificar qual é o problema social, econômico ou

político criticado; Observar a imagem não-verbal e comentar outras

ideias expressas no texto.

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A LINGUAGEM NOS JORNAIS BLOQUEIO PARCIAL

BR-116 ficará lenta no fim de semana

Motoristas terão de desviar de obra em viaduto, entre Canoas e Esteio

Quem passar pela BR-116 na Região Metropolitana neste fim de semana provavelmente lidará com fluxo lento próximo ao km 260, entre Canoas e Esteio. O motivo é mais uma das etapas da obra do viaduto de retorno da Petrobras.

Os motoristas que precisam passar pelo local devem saber que o trânsito no sentido Capital-Interior será interrompido das 6h de sábado até as 6h de segunda-feira. O fluxo de veículos será transferido para a via lateral da rodovia, que está localizada a dois quilômetros do viaduto Tabaí-Canoas. O local terá sinalização informando aos motoristas como proceder para efetuar o desvio.

Durante a semana, passam pela BR-116 cerca de 110 mil veículos por dia. Apesar de o número diminuir nos fins de semana, a expectativa é de que o bloqueio torne o trânsito na região mais lento. Segundo comunicado do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), possivelmente ocorrerão transtornos de tráfego.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) acredita que o desvio suportará o fluxo de veículos, mas recomenda que os usuários tenham paciência, pois haverá lentidão no trecho. Rotas alternativas não são recomendadas para os motoristas que não conhecem a região.

O engenheiro responsável pela unidade do Dnit em São Leopoldo, Carlos Adalberto Pitta Pinheiro, diz que a obra começou após ser constatado um problema estrutural no trecho. A recuperação do local teve início no começo de 2010.

A interrupção atual visa a firmar os blocos de apoio da estrutura metálica do viaduto. O mesmo procedimento será feito no outro lado da rodovia nos dias 29 e 30 de maio. Está prevista ainda uma terceira etapa até o final de junho, que irá bloquear o trânsito nos dois sentidos, finalizando a colocação da nova plataforma.

O governo federal financia o custo da reforma, que terá um total de R$ 6,7 milhões.

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PRODUZINDO UM JORNAL EM SALA DE AULA

Produção de um telejornal

Produção de um jornal

Produção de um jornal mural

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

FARIA, Maria Alice. Como usar o jornal na sala de aula. Ed. Contexto.

FARIA, Maria Alice. Para ler e fazer o jornal na sala de aula. Ed. Contexto

SARMENTO. Leila Lauar. Oficina de redação. São Paulo: Moderna, 2006.

RICHE, Rosa. Oficina da palavra: ler e escrever bem para viver melhor. São Paulo: FTD, 1990.