PÁGINA6 Portasdasaúdecms. ... 2016, os servidores esta-duais recebem de forma...

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  • ANOXIII -Nº3.443-R$ 1,00 MONTESCLAROS, SEXTA-FEIRA,27DE JULHODE2018

    Sem férias para o cardápio saudável da criançada

    MARCELLO CASAL JR/AGÊNCIA BRASIL

    Portas da saúde fechadas para servidor do Estado

    Médicos emmutirão contra câncer de cabeça e pescoço

    SAÚDE–Frutaselegumesnãodevemsairdomenu

    Espetáculo no céu

    Preocupados com o avanço dos diagnósticos da doença em Montes Claros – são dez por semana –, profissionais atenderão moradores hoje na praça Doutor Carlos Versiani. Expectativa é a de que pe- lo menos 300 pessoas sejam examinadas. Tipo de enfermidade afeta mais homens e fumantes. Se- nhas serão distribuídas a partir das 8h. PÁGINA 5

    HELOISA BALLARINI/SECOM

    Hoje será possível ver omaior eclip- se lunar do século 21. O fenômeno de- ve durar mais de uma hora e será acompanhado da Lua de Sangue, efei-

    to que irá tingir o céu de vermelho. Valerá a pena parar um pouco no fi- nal da tarde e apreciarmais essa bele- za do universo.PÁGINA 8

    O período é de viagens, brincadeiras, passeios. Mas nem por isso os pais devem relaxar com a ali- mentação dos filhos. Nada de abrir espaço apenas para as guloseimas e deixar a boa alimentação de lado. Um desafio e tanto, é claro. Mas a nutricio- nista Bruna Felício, professora da Funorte, dá di- cas preciosas. Confira. PÁGINA 9

    Clínicas, laboratórios e hospitais de Montes Cla- ros suspenderam o atendimento pelo Ipsemg devi- do ao atraso no pagamento pelo Estado. Na cidade, são 27 mil funcionários públicos afetados, e muitos

    reclamam do desconto do convênio no contrache- que, mesmo sem a contrapartida dos serviços. Ipse- mg alega que repasse aos fornecedores acontece “na medida da disponibilidade financeira”.PÁGINA 3

    Assinaturas, publicidade e Serviço de Atendimento ao Cliente: (38) 98838 8075 - 3221 7215

    DIVULGAÇÃO

    PÁGINA 6

    Milionário e Marciano animam Forró da Palma no

    fim de semana

    FOTOS: MANOEL FREITAS

    Estou doente e precisando com urgência fazer os exames. Fui a dois hospitais e não estavam atendendo. Mas descontaram mais de R$ 100 do meu salário. Isso faz falta para um pai de família” José Romildo, Servidor do Estado

    TRADIÇÃO JULINA

  • DISPENDIOSA

    Apenas oito servidores, em funções comissiona- das, integram os quadros da dispendiosa Vice-Pre- sidência da República. Além dos salários, os mi- lhões são destinados para manutenção do órgão e despesas com água, luz e limpeza.

    NÃO SOBRA UM

    O novo ministro do Trabalho, Caio Luiz Vieira de Mello, tem 24 infrações trabalhistas – inclu- sive por trabalho análogo à escravidão – reve- lou a Folha.

    VISTA GROSSA

    Onde estão a ABIN e o GSI na análise de currícu- los para altos cargos, conforme a praxe? Ou avisa- ram ao presidente Michel Temer e ele ignorou?

    PROS-PT

    A iminente aliança do Pros com o PT fez a primei- ra vítima. No Ceará, o general Guilherme Theophi- lo (PROS), aliado de Bolsonaro, desistiu de dispu- tar o Governo e sairá a deputado federal.

    TÃO PERTO . . .

    Enquanto o Governo e o Congresso no Brasil batem cabeça sobre a legalização dos jogos, outros países avançam no setor e na arrecadação de impostos e geração de empregos. No Chile, os 18 cassinos com autorização federal pagaram US$ 16,6 milhões em impostos apenas emmaio – desse total, por lei, 43% foram paramunicípios e 27% para Estados.

    . . . TÃO LONGE

    Já o Japão acaba de aprovar, na última sexta, a lei

    que permite a abertura de três resorts-cassinos no País. Aqui no Brasil, a legalização ajudaria a ges- tão de muitos governadores e prefeituras.

    TETO DE GASTOS

    Professora do Instituto de Economia da Univer- sidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Esther Dweck, afirma que qualquer projeto de desen- volvimento passa pela revogação da Emenda Constitucional 95 que congelou investimentos por 20 anos.

    ÍNDICES SOCIAIs Uma das palestrantes da Semana de Formação em Direitos Humanos e Educação Popular, que acon- tece em São Paulo, a economista aponta: “Se não revertermos o teto de gastos, estamos fadados a uma piora dos índices sociais e econômicos ainda maior nos próximos anos.”

    CPI DO FACEBOOK

    Deputado gaúcho Jerônimo Goergen (PP-RS) pre- tende coletar assinaturas de colegas da Câmara para instalar a CPI do Facebook. A rede social retirou do ar páginas ligadas aos Movimento Bra- sil Livre (MBL), entre elas a da Frente Parlamen- tar Mista Brasil 200.

    FLÁVIO ROCHA

    Coordenador da Frente, criada em apoio ao ex- pré-candidato à Presidência Flávio Rocha (PRB), Jerônimo afirma que vai se reunir na próxima semana com deputados do grupo par- lamentar para “avaliar a situação”. “Inaceitá- vel”, resume o deputado.

    COLUNA ESPLANADA

    A legitimidade é um importante conceito de ciên- cia política, do qual se apossam as demais ciências do espírito, ou seja, aquelas que colocam o homem como objeto de seus sabedores: Direito, Filosofia, História, sociologia, etc. Uma instituição, qualquer que seja, é legítima,

    quando se justifica perante o povo, isto é, o povo a aceita e confia que ela atingirá seus objetivos. A organização que se desenvolveu para a aplicação do Direito aos casos que lhe são submetidos cha- ma-se Judiciário, a partir da organização constitu- cional do Direito no século 18. Para que o Judiciário exerça com êxito seu papel,

    é preciso que o povo creia e desenvolva a convic- ção de que ele é capaz de seus propósitos. Se faltar esta convicção, o povo se afasta da instituição cria- da, descrê de sua capacidade em realizar seus fins, o que neutraliza e impede o exercício dos encargos que lhe são atribuídos. Analisando estas considerações em função do

    STF, verifica-se que o povo não mais o considera legitimo. O comportamento reiteradamente instá-

    vel, a farsa permanente do “prende e solta”, as dis- cussões públicas, grosseiras e ridículas, minaram as bases do Supremo e ele perdeu a legitimidade, um mal terrível que precisa de um remédio pron- to. Se a situação continuar como está, é certo que nossa democracia sofrerá um profundo abalo insti- tucional e regredirá no tempo. NossoSTF passa por uma crise de profunda legitimi-

    dade. Não falo de corrupção e suborno, pois tenho a convicção de que estesmales não chegaram lá. A crise está na organização e na estrutura. Qual o remédio? O problema começa na escolha dos ministros, fei-

    ta pelo Presidente da República, portanto por um poder diverso. Como pode ser independente um Po- der, cujos membros da cúpula são escolhidos por outro Poder? Todos sabem que estas escolhas são partidárias e políticas. Em primeiro lugar está o interesse, só depois se cogita do “notável saber jurí- dico e ilibada reputação”. Mesmo que na prática esta dependência não se mostre, há sempre a possi- bilidade. E isto é um grave mal. Qual então o melhor método de indicação. De

    pronto se afasta o atual, ou seja, livre escolha pelo Presidente da República. Pior ainda é o mandato, escolhendo o juiz para o exercício de ministro por um certo período. Este método tem a grande vanta- gem de retirar do cargo a vitaliciedade, pois nas cortes superiores há necessidade permanente de renovação, dada a natureza político-jurídica do cargo. Lista tríplice formada pelo próprio Supremo é também um péssimo sistema, pois esta lista se formará por um natural sistema de trocas, interes- ses, influências e pedidos. Então, qual o caminho? A resposta é eleição. Porém não se trata de elei-

    ção majoritária (Senado) ou proporcional (Câmara dos Deputados), mas sim de um sistema de escolha vinculado aos candidatos a presidentes da repúbli- ca. Cada candidato apresentaria uma lista de juris- tas de elevado nível cultural e conduta ilibada, pro- venientes da classe dos juízes, procuradores, pro- fessores universitários, advogados. Vitorioso nas urnas, o presidente terá a obrigação de escolher para ministro um dos nomes constantes constan- tes da lista apresentada ao povo.

    Domeu,do seubolso

    ARTIGO

    OSupremoeopovo

    Vinte e sete mil servidores beneficiários do Ipse- mg estão sem atendimento de saúde em Montes Claros devido à falta de repasse de recursos do governo estadual à rede credenciada. Laborató- rios, clínicas médicas e odontológicas e hospitais, sem receber, deixaram de prestar assistência aos conveniados do Estado. Apenas o Hospital das Clí- nicas Dr. Mário Ribeiro continua a atender. A impossibilidade de contar com os serviços tor-

    na ainda maior o sofrimento dos servidores que, apesar de não conseguirem atendimento, têm os valores do Ipsemg descontados todo mês nos con- tracheques. Ou seja, pagam pelo serviço que não é oferecido. Devido ao pagamen-

    to parcelado, alternati- va encontrada pelo Es- tado por causa da cri- se orçamentária, servi- dores encontram-se endividados, não con- seguindo arcar com despesas básicas co- mo energia, água e ali- mentação. Ter que ar- car com despesas mé- dicas é algo fora do al- cance para boa parte desses funcionários públicos. Em Montes Claros, como mostra a reportagem

    nesta edição de O NORTE, beneficiários, hoje já sem acesso a empréstimos consignados, são obri- gados a fazer malabarismos para pagar pelos exa- mes e consultas devido à urgência de um trata- mento de saúde que não pode ser adiado – uma questão, muitas vezes, de vida ou morte. Um esforço do governo estadual no sentido

    de liberar os recursos e normalizar os servi- ços na rede d