SALA DE COLETA/BOX PARA COLETA: PROCESSOS OPERACIONAIS: FASE PRÉ – ANALÍTICA POSTOS DE COLETA...

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    16-Apr-2015
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  • SALA DE COLETA/BOX PARA COLETA: PROCESSOS OPERACIONAIS: FASE PR ANALTICA POSTOS DE COLETA LABORATORIAL: COLETA EQUIPAMENTOS E INSTRUMENTOS, PRODUTOS PARA DIAGNSTICO DE USO IN VITRO- KITS, BIOSSEGURANA Beatriz R. D.Patriota [email protected]
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  • RDC302 Roteiro para laboratrio de Anlises Clnicas 3Sala de Coleta/Box para Coleta SIMNONALegislao 3.1Sala ou Box de coleta de material. RDC 50/02 4.1.1; 4.1.2 3.2Sala para coleta ginecolgica com mesa e sanitrio anexo/conjugado.(obs: pode ser a mesma para coleta infantil). RDC 50/02 4.1.1; 4.1.2 3.3Colches, cadeiras e outros, possuem revestimento impermevel. RE 179/01 item 3.3 3.4O piso, teto e parede de material liso, impermevel, lavvel. RE 179/01 item 5.2 3.5Lavatrio com pia, gua corrente, sabonete lquido mais antissptico ou degermante e toalha de papel. RE 179/01 item 3.6 3.6Armrios/bancadas de material liso, lavvel e impermevel para guarda de materiais. RE 179/01 item 3.7 Box de coleta: 1 box de 1,5m 2 para cada 15coletas/hora ( 1000 pacientes/ms) 1 braadeira ou cadeira de coleta p/ 15 coletas/hora 1 box com maca Pia em local prximo Mvel ou bancada para apoio materiais de coleta Boa iluminao e ventilao (natural ou artificial) OU Sala de coleta: ambiente nico de 3,6m 2 que dever tambm conter cadeira de coleta, maca Pia, sanitrio, mvel ou bancada para materiais de coleta Box de coleta: 1 box de 1,5m 2 para cada 15coletas/hora ( 1000 pacientes/ms) 1 braadeira ou cadeira de coleta p/ 15 coletas/hora 1 box com maca Pia em local prximo Mvel ou bancada para apoio materiais de coleta Boa iluminao e ventilao (natural ou artificial) OU Sala de coleta: ambiente nico de 3,6m 2 que dever tambm conter cadeira de coleta, maca Pia, sanitrio, mvel ou bancada para materiais de coleta Mantm RESOLUO N 0179, 07 de maro de 2001 Inspeo de Laboratrios Mantm RESOLUO N 0179, 07 de maro de 2001 Inspeo de Laboratrios importante lembrar que a guarda de materiais estreis no devem ser em armrios de pia, prximos ao sifo. Tubos com gel so sensveis luz solar e ao calor importante lembrar que a guarda de materiais estreis no devem ser em armrios de pia, prximos ao sifo. Tubos com gel so sensveis luz solar e ao calor RE 179/01- roteiro de inspeo (anterior) NR 32 - MT RDC 306/04 resduos RE 2605/06 reaproveitamento proibido RE 179/01- roteiro de inspeo (anterior) NR 32 - MT RDC 306/04 resduos RE 2605/06 reaproveitamento proibido A sala de vacina ou a geladeira de vacinas no devem ficar na sala de coleta
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  • RDC302 Roteiro para laboratrio SALA DE COLETA E BOX DE COLETA 3Sala de Coleta/Box para Coleta SIMNONALegislao 3.7Etiquetas adesivas para identificao das amostras. RE 179/01 item 3.9 3.8Uso de material descartvel (agulhas / seringas). RE 179/01 item 3.10 3.9 cumprido a proibio do reprocessamento dos tubos de coleta de sangue. RE 2605/06 3.10Materiais prfuro-cortantes acondicionados em recipientes rgidos (identificados com o smbolo internacional de risco biolgico), mantidos em suporte exclusivo em altura que permita visualizao da abertura e descartados quando atingem 2/3 de sua capacidade. NR 32 RDC 306/04 item 14.3 3.11Possui rotina disponvel e atualizada do setor. RDC 302/05 Item 5.1.5 Identificao manual ou por cdigo de barras: Nome completo do paciente, exames a serem realizados pode-se pedir documento de identidade no momento da coleta A etiqueta deve ser colada de maneira que ainda permita a visualizao da amostra Identificao manual ou por cdigo de barras: Nome completo do paciente, exames a serem realizados pode-se pedir documento de identidade no momento da coleta A etiqueta deve ser colada de maneira que ainda permita a visualizao da amostra RE 179/01- roteiro de inspeo anterior NR 32 - MT RDC 306/04 resduos RE 2605/06 reaproveitamento proibido RE 179/01- roteiro de inspeo anterior NR 32 - MT RDC 306/04 resduos RE 2605/06 reaproveitamento proibido Apresentar instrues de trabalho com as rotinas, atualizadas de todos os procedimentos tcnicos. Pode haver uma manual de coleta do laboratrio. Para o uso de reagentes pode apresentar instrues do fornecedor (bulas em portugus) Esta resoluo lista os produtos proibidos de reaproveitamento NR32 encher at 5 cm do bocal no mximo deve ser mantido em suporte exclusivo e em altura que permita a visualizao da abertura para descarte 32.2.4.15 So vedados o reencape e a desconexo manual de agulhas.(pina, dispositivos de segurana, caixa de descarte com encaixe p/ retirada de agulha)
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  • RDC302 Processos operacionais FASE PR-ANALTICA 12Processos Operacionais 12.1Fase Pr - Analtica aquela parte do processo que envolve todos os passos a seguir em ordem cronolgica, partindo desde a solicitao do mdico, a indicao, a preparao do paciente, a obteno da amostra primria, o transporte at o laboratrio e finaliza quando o procedimento analtico comea. Ravelo e Marcel (2007, p160 ) aquela parte do processo que envolve todos os passos a seguir em ordem cronolgica, partindo desde a solicitao do mdico, a indicao, a preparao do paciente, a obteno da amostra primria, o transporte at o laboratrio e finaliza quando o procedimento analtico comea. Ravelo e Marcel (2007, p160 ) um processo complexo, no porque exige alta sofisticao de conhecimentos, mas porque revela a dependncia e interao ativa e multidisciplinar e que se comporta como um sistema complexo, dinmico, no linear Canado e Vieira (2005, 74p) um processo complexo, no porque exige alta sofisticao de conhecimentos, mas porque revela a dependncia e interao ativa e multidisciplinar e que se comporta como um sistema complexo, dinmico, no linear Canado e Vieira (2005, 74p) a chave para melhoria da qualidade do laboratrio, est na interao entre as equipes de laboratrio com aquelas que participam do processo, mas esto fora dele, e ai se inclui os clnicos, corpo de enfermagem, administrativos, coletadores, ou qualquer profissional envolvido com o paciente ou suas amostras. Wiwanitkit (2001, p 5) a chave para melhoria da qualidade do laboratrio, est na interao entre as equipes de laboratrio com aquelas que participam do processo, mas esto fora dele, e ai se inclui os clnicos, corpo de enfermagem, administrativos, coletadores, ou qualquer profissional envolvido com o paciente ou suas amostras. Wiwanitkit (2001, p 5) hoje o principal foco de capacitao nos olhos do gestor de laboratrio Grande impacto no custo da no qualidade !!
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  • RDC302 Processos operacionais FASE PR-ANALTICA TIPO DE ERRO PACIENTES INTERNOS PACIENTES EXTERNOS Amostra hemolisada8,494256 Amostra insuficiente3,256102 Amostra incorreta1,824289 Amostra coagulada79280 Identificao incorreta2872 Falta de assinatura (grupo sanguneo)266 Tubo vazio2388 Ausncia ou erro de compilao do mdulo de acompanhamento 120 Amostra no refrigerada756 Tubo quebrado na centrfuga5736 Teste no reservado31 Urina no acidificada24 Recipiente aberto2013 Mdulo sem assinatura14 Volume de urina no indicado5 Total15. 503792 Tipos de erros pr-analticos registrados em Laboratrio Hospitalar Fonte: Bonini, et. al. (2002, p 691-698) AUTORES FASE PR- ANALTCA FASE ANALTICA FASE PS- ANALTICA Plebani e col.68%13%19% Lapwort e col.32% 6% Gldschmit e col. 53%23%24% Nutting e col.56%13%30% Stahl e col.75%16%9% Estudo comparativo dos ndices de erros por etapa do processo Fonte: CORRA, J. A.- Programa Nacional de Controle de Qualidade. 2008 p3 Fase pr-analtica: ponto crtico no diagnstico laboratorial Muitas vezes indetectveis devido s suas caractersticas extra- laboratoriais Difcil monitoramento requer capacitao permanente e integrao das equipes multidisciplinares, extra e interlaboratorial PARA: Eliminar ou minimizar interferentes aleatrios Podendo ser usado como indicador de qualidade do servio monitorar, controlar, medir, fiscalizar, corrigir, padronizar, melhorar e normatizar Fase pr-analtica: ponto crtico no diagnstico laboratorial Muitas vezes indetectveis devido s suas caractersticas extra- laboratoriais Difcil monitoramento requer capacitao permanente e integrao das equipes multidisciplinares, extra e interlaboratorial PARA: Eliminar ou minimizar interferentes aleatrios Podendo ser usado como indicador de qualidade do servio monitorar, controlar, medir, fiscalizar, corrigir, padronizar, melhorar e normatizar
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  • RDC302 Processos operacionais FASE PR-ANALTICA 12Processos OperacionaisSIMNONALegis. 12.1Fase Pr - Analtica 12.2Disponibiliza ao paciente ou responsvel, instrues escritas e/ou verbais, em linguagem acessvel, orientando sobre o preparo e coleta de amostras tendo como objetivo o entendimento do paciente? RDC 302/05 item 6.1.1 12.3Solicita ao paciente documento que comprove a sua identificao ou obtm do pronturio mdico (hospital ou ambulatrio)? RDC 302/05 item 6.1.2 e 6.1.2.1 12.4Possui instrues disponveis com critrios de aceitao e rejeio de amostra e realizao de exames em amostras com restries. RDC 302/05 item 6.1.3 Apresentar um exemplar das instrues que fornece ao paciente, contendo todas as informaes necessrias para a coleta de material e seu preparo. Informaes claras, escritas de forma simples e ao ser entregues tambm deve-se proceder verbalmente as orientaes necessrias. Podem tb ser realizadas em forma de revista em quadrinhos. Apresentar um modelo do cadastro dos pacientes fichas ou em computador Deve solicitar documento de identificao para esse cadastro importante que tenha um cadastro nico no laboratrio para manter seu histrico. Para Internados pode-se obter os dados dos pronturios (mostrar o pronturio ficha ou eletrnico) Para HIV obrigatria a identificao por documento oficial Apresentar um modelo do cadastro dos pacientes fichas ou em computador Deve solicitar documento de identificao para esse cadastro importante que tenha um cadastro nico no laboratrio para manter seu histrico. Para Internados pode-se obter os dados dos pronturios (mostrar o pronturio ficha ou eletrnico) Para HIV obrigatria a identificao por documento oficial O laboratrio deve estabelecer os critrios de rejeio ou restrio de amostras. Apresentar as instrues que contenham essas informaes necessrias para que os coletadores saibam e procedam a correta tcnica de coleta de amostra e possam intervir quando necessrio impedindo ou prevenindo o encaminhamento de amostras inadequadas aos setores tcnicos O laboratrio deve estabelecer os critrios de rejeio ou restrio de amostras. Apresentar as instrues que contenham essas informaes necessrias para que os coletadores saibam e procedam a correta tcnica de coleta de amostra e possam intervir quando necessrio impedindo ou prevenindo o encaminhamento de amostras inadequadas aos setores tcnicos Apresentar registro de amostras das rejeies Apresentar modelo de laudo de exames realizados com amostras com restries (se houver) Apresentar registro de amostras das rejeies Apresentar modelo de laudo de exames realizados com amostras com restries (se houver)
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  • RDC302 Processos operacionais FASE PR-ANALTICA 12Processos OperacionaisSIMNONALegis. 12.5O cadastro do paciente possui: nmero de registro de identificao do paciente completo gerado pelo laboratrio, nome do paciente, idade, sexo e procedncia do paciente, telefone e/ou endereo do paciente, quando aplicvel, nome e contato do responsvel em caso de menor de idade ou incapacitado, nome do solicitante, data e hora do atendimento, horrio da coleta, quando aplicvel, exames solicitados e tipo de amostra; quando necessrio: informaes adicionais, em conformidade com o exame (medicamento em uso, dados do ciclo menstrual, indicao/observao clnica, dentre outros de relevncia), data prevista para a entrega do laudo e indicao de urgncia, quando aplicvel. RDC 302/05 item 6.1.4 a, b, c, d, e, f, g, h, i, j, k, l. 12.6Fornece ao paciente ambulatorial ou ao seu responsvel, um comprovante de atendimento com: nmero de registro, nome do paciente, data do atendimento, data prevista de entrega do laudo, relao de exames solicitados e dados para contato com o laboratrio? RDC 302/05 item 6.1.5 12.7Dispe de meios que permitam a rastreabilidade da hora do recebimento e ou coleta de amostra. RDC 302/05 item 6.1.6 Mostrar cpia da ficha cadastral com as informaes Apresentar modelo do comprovante de atendimento Apresentar instrues escritas documento comprobatrio desta rastreabilidade Etiquetas de cdigo de barras e sistemas informatizados possibilitam melhor rastreabilidade
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  • RDC302 Processos operacionais - FASE PR-ANALTICA 12Processos OperacionaisSIMNONALegis. Fase Pr - Analtica 12.8 A amostra identificada no momento da coleta ou da sua entrega quando coletada pelo paciente? RDC 302/05 item 6.1.7 12.9 identificado o nome do funcionrio que efetuou a coleta ou que recebeu a amostra de forma a garantir a rastreabilidade? RDC 302/05 item 6.1.7.1 12.10 Possui instrues disponvel que orientem o recebimento, coleta e identificao de amostra? RDC 302/05 item 6.1.8 12.11 Possui instrues escritas para o transporte da amostra de paciente, estabelecendo prazo, condies de temperatura e padro tcnico para garantir a sua integridade e estabilidade? RDC 302/05 item 6.1.9 12.12 Quando do transporte, a amostra de paciente transportada e preservada em recipiente isotrmico, quando requerido, higienizvel, impermevel, garantindo a sua estabilidade desde a coleta at a realizao do exame, identificado com a simbologia de risco biolgico, com os dizeres Espcimes para Diagnstico e com nome do laboratrio responsvel pelo envio? RDC 302/05 item 6.1.10 12.13 Existe contrato formal quando da terceirizao do transporte da amostra? RDC 302/05 item 6.1.12 12.14 Realiza importao ou exportao de Espcimes para Diagnstico? Caso positivo seguem a RDC/ANVISA n 01, de 06 de dezembro de 2002 e a Portaria MS n 1985, de 25 de outubro de 2001suas atualizaes ou outro instrumento legal que venha a substitu-las. RDC 302/05 item 6.1.13 Apresentar etiqueta de identificao e instrues escritas Apresentar instrues O uso do sistema informatizado possibilita registros no sistema, da identif. do coletador Em sistemas manuais rbrica do coletador nos protocolos, ou planilhas de envio de amostras, ou livros de registros Apresentar contrato (a empresa contratada deve obedecer tb esta RDC) e ter pessoal habilitado. Fornecer EPIs Apresentar contrato (a empresa contratada deve obedecer tb esta RDC) e ter pessoal habilitado. Fornecer EPIs Remetente, transportadora e recebedor devem seguir a legislao pertinente As amostra no podem ser transportadas em bagagens, bolsos, ou transporte onde esto pessoas H embalagens especiais. Remetente, transportadora e recebedor devem seguir a legislao pertinente As amostra no podem ser transportadas em bagagens, bolsos, ou transporte onde esto pessoas H embalagens especiais. Apresentar os POPs Its Assim que as amostras forem obtidas ou entregues pelo paciente devem ser adequadamente armazenadas conforme orientaes do laboratrio para cada tipo de amostra. Geladeira, abrigo da luz, retrao do cogulo, temperatura ambiente, etc Apresentar modelo da cx
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  • Postos de Coleta laboratorial 3Coleta SIMNONA Legis. 3.1Sala ou Box de coleta de material. RDC 50/02 3.2Sala para coleta ginecolgica com mesa e sanitrio anexo/conjugado.(obs: pode ser a mesma para coleta infantil) RDC 50/02 Re 179/01 item 3.2 e 3.8 3.3Colches, cadeiras e outros, possuem revestimento impermevel. RE 179/01 item 3.3 3.4Piso e parede de material liso, impermevel e lavvel. RE 179/01 item 5.2 3.5Lavatrio com pia, gua corrente, sabonete lquido mais antissptico ou degermante e toalha de papel. RE 179/01 item 3.6 3.6Armrios/bancadas de material liso, lavvel e impermevel para guarda de materiais. RE 179/01 item 3.7 Mesmas observaes para box/sala de coleta Mantm o texto A NR 32 complementa que as almofadas, colches, colchonetes, no de vem ter perfuraes ou rasgos, sulcos ou reentrncias
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  • Postos de Coleta laboratorial 3.7 Etiquetas adesivas para identificao das amostras. RE 179/01 item 3.9 3.8 Uso de material descartvel (agulhas / seringas) RE 179/01 item 3.10 3.9 cumprido a proibio do reprocessamento dos tubos de coleta de sangue. RE 2605/06 3.10 Materiais prfuro-cortantes acondicionados em recipientes rgidos (identificados com o smbolo internacional de risco biolgico), mantidos em suporte exclusivo em altura que permita visualizao da abertura e descartados quando atingem 2/3 de sua capacidade. NR 32 RDC 306/04 item 14.3 3.11 Possui rotina disponvel e atualizada do setor. RDC 302/05 Item 5.1.5 3.12 Possui caixa trmica com interior de material liso, impermevel, lavvel e com dispositivo de segurana para que a mesma mantenha-se fechada durante o transporte do material biolgico (observando que a temperatura seja mantida quando necessrio) e identificada com a simbologia de risco biolgico, com os dizeres espcimes para diagnstico e com o nome do laboratrio responsvel pelo envio. RE 179/01 item 3.12 RDC 302 item 6.1.10 3Coleta SIMNONALegis. Mantm o texto da 179/01 e complementa Mantm o texto da 179/01 Deve apresentar as instrues tanto para a equipe interna quanto para o transportador assim como o modelo da caixa de transporte Evitar (se possvel) que os transporte interno seja realizado entre os pacientes Deve apresentar instrues de trabalho com as rotinas, atualizadas de todos os procedimentos tcnicos. Pode haver uma manual de coleta do laboratrio. Para o uso de reagentes pode apresentar instrues do fornbecedor (bulas em portugus) No permitido reaproveitamentos Mantm o texto N32 encher at 5 cm do bocal no mximo deve ser mantido em suporte exclusivo e em altura que permita a visualizao da abertura para descarte 32.2.4.15 So vedados o reencape e a desconexo manual de agulhas. recomendvel o controle da temperatura das cxs de transporte gelo reciclvel - at 30 horas de validade; gelo comum - at 15 horas (telelab )
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  • Postos de Coleta laboratorial Estabilidade de amostras os manuais de coleta, POPs e orientaes para transporte, devem trazer a estabilidade das amostras e tambm os critrios de rejeio ou restrio das mesmas, o laboratrio pode validar seus procedimentos e comprovar sua eficincia. H tabelas (SBPC) com estabilidade das amostras para determinados exames, quando em T.A., 2 a 8 graus ou congeladas, em tubo primrio ou aliquotadas. So inmeras as variveis e especificaes, ex: Fezes: deixar em local fresco, no congelar Para cultura Salmonella sp e Shiguella sp: em temperatura ambiente por at 06 horas quando em meio de transporte Urina: deixar em cx com gelox ou em geladeira para preservar, enviar em at 2 horas ao laboratrio Esperma: coletar preferencialmente no laboratrio Exames a fresco preferencialmente no laboratrio ou enviar no mximo em 30 min em t.a. Escarro : para pesquisa de Pneumococos, enviar dentro de 2 horas Sangue sem anticoagulante deixar o tubo em estante, retrair o cogulo e centrifugar Deixar temperatura ambiente at o envio ao laboratrio, para dosagem de analitos. Para Vit B12 ao abrigo da luz, etc CONSULTAR MANUAIS : Manual do PNCQ Garantia da Qualidade no Laboratrio Clnico Dr. Jos Abol Correia. 2008. www.pncq.org.br ou [email protected] [email protected] Recomendaes da Sociedade Brasileira de Patologia Clnica. Coleta de Sangue venoso, 1 ed. 2005
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  • Postos de Coleta laboratorial 7Equipamentos e Instrumentos SIMNONALegis. 7.1Possui Manual em portugus dos equipamentos. RDC 302/05 item 5.4.1 b 7.2Realiza e mantm um programa de manutenes preventivas e corretivas com registro. RDC 302/05 item 5.4.1 c 7.3Realiza calibrao dos equipamentos e instrumentos de medio com registro dos mesmos. RDC 302/05 item 5.4.1 d,e 7.4Os equipamentos que necessitam funcionar com temperatura controlada possuem registro de verificao da mesma. RDC 302/05 item 5.4.3 RE 179/01 item 8.1 7.5Refrigerador para guarda de material biolgico que necessita de refrigerao. RE 179/01 item 5.12 Apresentar um cronograma das calibraes e os registros do que foi realizado Pode ser feita pela Rede Brasileira de Calibrao Se for realizada pelo laboratrio ou posto apresentar procedimentos e registros No esquecer dos registros de limpeza dos equipamentos Devem ser apresentado os registros da verificao da temperatura (geladeiras, freezes e B.M.) registros dirios Aes corretivas? Apresentar registros das manutenes podem ser realizadas pelos funcionrios ou terceirizados (apresentar contrato) A preventiva deve estar programada Se utilizar algum instrumento ou equipamento, deve apresentar as instrues ou manuais para seu uso. Podem ser substitudas ou complementadas pelo manual do fabricante em portugus Banho-maria, centrfuga Termmetros Geladeira Freezer Glicosmetro, cronmetro Centrfuga no necessrio se a amostra estiver no laboratrio em at 2 horas para centrifugar Banho-maria, centrfuga Termmetros Geladeira Freezer Glicosmetro, cronmetro Centrfuga no necessrio se a amostra estiver no laboratrio em at 2 horas para centrifugar
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  • Postos de Coleta laboratorial 8Produtos para Diagnstico de uso in vitro- Kits SIMNONALegis. 8.1Possui registro de compra dos produtos de diagnstico de uso in vitro, reagentes e insumos garantindo a rastreabilidade? RDC 302/05 item 5.5.1 8.2Os produtos de diagnstico de uso in vitro, reagentes e insumos possuem registro na ANVISA? RDC 302/05 item 5.5.2 8.3O reagente ou insumo aliquotado deve ser identificado com rtulo contendo: nome, concentrao, nmero do lote (se aplicvel), data de preparao, identificao de quem preparou (quando aplicvel), data de validade, condies de armazenamento, alm de informaes referentes a riscos potenciais? RDC 302/05 item 5.5.3 8.4A utilizao dos reagentes e insumos respeita as recomendaes de uso do fabricante, condies de preservao, armazenamento e os prazos de validade, no sendo permitida a sua revalidao depois de expirada a validade? RDC 302/05 item 5.5.4 Para os produtos, reagentes e insumos em uso no posto de coleta, apresentar nota fiscal, livro ou caderno, a fim de comprovar sua rastreabilidade Demonstrar que pode comprovar quais exames foram feitos com aquele lote. Ex; soluo de glicose, tubos, frascos, conservantes. Para os produtos, reagentes e insumos em uso no posto de coleta, apresentar nota fiscal, livro ou caderno, a fim de comprovar sua rastreabilidade Demonstrar que pode comprovar quais exames foram feitos com aquele lote. Ex; soluo de glicose, tubos, frascos, conservantes. Todos os produtos de diagnstico devem ter registro na ANVISA/MS Verificar a embalagem dos produtos Todos os produtos de diagnstico devem ter registro na ANVISA/MS Verificar a embalagem dos produtos A VISA no permite fazer revalidao de produtos. Vencidos devem ser descartados Apresentar as instrues (bulas) do fabricante e observar como esto armazenados AS INFORMAES DEVEM ESTAR REFERENDADAS NOS POPs A VISA no permite fazer revalidao de produtos. Vencidos devem ser descartados Apresentar as instrues (bulas) do fabricante e observar como esto armazenados AS INFORMAES DEVEM ESTAR REFERENDADAS NOS POPs Mostrar os frascos dos produtos, com os rtulos e dados especificados. Ateno para a data de validade No devem se usados produtos com data de validade expirada Mostrar os frascos dos produtos, com os rtulos e dados especificados. Ateno para a data de validade No devem se usados produtos com data de validade expirada
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  • Postos de Coleta laboratorial 10Biossegurana SIMNONALegis. 10.1Possui Manual de Biossegurana atualizado. RDC 302/05 item 5.7.1 10.2Contempla normas e condutas de segurana biolgica, qumica, fsica, ocupacional e ambiental. RDC 302/05 item 5.7.1a 10.3Contempla instrues de uso para os equipamentos de proteo individual (EPI) e de proteo coletiva (EPC). RDC 302/05 item 5.7.1b 10.4Os EPIs esto em locais de fcil acesso e em nmero suficiente. NR 32 10.5Funcionrios utilizam luvas de borracha, avental impermevel, calados fechados e culos de proteo na rea de lavagem de material. RE 179/01 item 11.1.3 10.6Funcionrios dispe de peras ou similar para pipetagem. RE 179/01 item 11.1.4 Apresentar o Manual instrues - e os EPIs e EPCs utilizados EPI, descartveis ou no, devero estar disposio em nmero suficiente nos postos de trabalho, de forma que seja garantido o imediato fornecimento ou reposio) estar armazenados em locais de fcil acesso e em quantidade suficiente para imediata substituio, segundo as exigncias do procedimento ou em caso de contaminao ou dano. Apresentar as instrues sobre as normas e condutas relacionadas segurana Todos os funcionrios devem possuir e usar os EPIs necessrios, saber us-los assim como os EPCs Apresentar as instrues de uso e os equipamentos ( p/ coleta recomendvel avental longo, mangas longas, com punho, luvas, culos e mscara quando necessrio). Apresentar registros de capacitao para uso quando for o caso ex: extintores Apresentar as instrues e registros de capacitao Quando necessrio apresentar o equipamento e instrues de uso
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  • Postos de Coleta laboratorial 10.7 Contempla procedimentos em caso de acidente? - Protocolo de Contaminao de Prfuro Cortantes. RDC 302/05 item 5.7.1c 10.8 Contempla manuseio e transporte de material e amostra biolgica. RDC 302/05 item 5.7.1 d 10.9 Possui documentao sobre o nvel de biossegurana dos ambientes e/ou reas, baseado nos procedimentos realizados, equipamentos e microorganismos envolvidos, adotando as medidas de segurana compatveis (PPRA). RDC 302/05 item 5.7.2 10.10 Ambiente de trabalho oferece condies ergonmicas adequadas para o trabalhador quanto a: iluminao, conforto trmico, mobilirios, ritmo de trabalho/pausas. RE 179/01 item 11.6 10Biossegurana SIMNONALegis. Apresentar procedimentos escritos em caso de acidente com prfuro- cortante encaminhamento do funcionrio, CAT, exames, etc. Orientaes da Medicina ocupacional. Os procedimentos devem estar em local de fcil acesso a todos Apresentar procedimentos escritos em caso de acidente com prfuro- cortante encaminhamento do funcionrio, CAT, exames, etc. Orientaes da Medicina ocupacional. Os procedimentos devem estar em local de fcil acesso a todos Tanto para pessoal interno quanto para transportador motorista, etc Se for terceirizado deve ter contrato formal e procedimentos escritos, assim como todos os EPIs disponveis Tanto para pessoal interno quanto para transportador motorista, etc Se for terceirizado deve ter contrato formal e procedimentos escritos, assim como todos os EPIs disponveis de responsabilidade do RT elaborar o PPRA (programa de preveno de riscos ambientais)e os mapas de risco nas reas Observar: Ambiente com boa iluminao e circulao de ar - atendimento ao pblico e coleta. Deve proporcionar boas condies de trabalho Observar: Ambiente com boa iluminao e circulao de ar - atendimento ao pblico e coleta. Deve proporcionar boas condies de trabalho
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  • Obrigada! Beatriz R. D. Patriota [email protected] LMC: 3213 1362