Seleção de Respiradores - .: GSO - Grupo de Saúde ... · • O Anexo 11, sobre Ensaio de...

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  • Novo PPR

    Principais alteraes

  • Nesta edio, foram introduzidas alteraes no texto principal e em seus anexos, com a finalidade de tornar mais fcil a sua leitura e compreenso.

    Essas alteraes foram baseadas, principalmente, na ISO 16975.1. Assim, por exemplo, consideraes mais detalhadas foram acrescentadas sobre a avaliao da adequao do respirador tarefa, ao usurio e ao ambiente de trabalho em que ser utilizado.

    No Anexo 5 apresentado um mtodo de seleo de respiradores utilizando as bandas de controle, que se baseia em conceitos e parmetros tcnico-cientficos modernos, segundo tendncias internacionais, no havendo, contudo, equivalncia com o critrio legal.

    O Anexo 11, sobre Ensaio de Vedao, torna obrigatrio o ensaio quantitativo nos respiradores com pea facial inteira.

    Nesta publicao os respiradores para slica e asbestos passaram a ser selecionados de acordo com o procedimento vlido para os outros agentes qumicos. Houve, tambm, reduo no Fator de Proteo Atribudo para alguns tipos de respiradores.

    3M 2006. All Rights Reserved.

  • 2.1 USO OBRIGATRIO (cont)

    a) Outras medidas de controle j foram adotadas, mas a exposio inalao no est adequadamente controlada;

    b) A exposio por inalao excede os limites de exposio e as medidas de controle necessrias esto sendo implantadas;

    c) A exposio por inalao ocasional e de curta durao, sendo impraticvel a implantao de medidas de controle permanentes (por exemplo, em trabalhos de manuteno, de emergncia, fuga e resgate).

    Em tais situaes, respiradores apropriados devem ser usados em conformidade com os requisitos apresentados nesta publicao.

    3M 2006. All Rights Reserved.

  • 2.2 USO VOLUNTRIO

    Alguns trabalhadores, mesmo quando a exposio est comprovadamente abaixo dos limites de exposio aceitveis (limite de exposio ocupacional, nvel de ao), podem sentir a necessidade do uso de respiradores, a fim de obter um nvel adicional de proteo ou conforto.

    O empregador pode disponibilizar respiradores para uso voluntrio quando solicitado pelos trabalhadores ou permitir que utilizem seus prprios respiradores, desde que o empregador se certifique que o seu uso no acarretar novos riscos. Se o empregador concordar com o uso voluntrio, o usurio deve:

    3M 2006. All Rights Reserved.

  • 2.2 USO VOLUNTRIO

    Alguns trabalhadores, mesmo quando a exposio est comprovadamente abaixo dos limites de exposio aceitveis (limite de exposio ocupacional, nvel de ao), podem sentir a necessidade do uso de respiradores, a fim de obter um nvel adicional de proteo ou conforto.

    O empregador pode disponibilizar respiradores para uso voluntrio quando solicitado pelos trabalhadores ou permitir que utilizem seus prprios respiradores, desde que o empregador se certifique que o seu uso no acarretar novos riscos. Se o empregador concordar com o uso voluntrio, o usurio deve:

    3M 2006. All Rights Reserved.

  • RECOMENDAES SELEO E USO DE RESPIRADORES

    1. Ler e compreender todas as instrues de uso oferecidas pelo fabricante sobre inspeo, limpeza, higienizao, manuteno, guarda, uso e limitaes de uso do respirador;

    2. Usar somente respiradores adequados ao risco e com Certificado de Aprovao (CA) emitido pelo Ministrio do Trabalho e Emprego (MTE);

    3. No apresentar plos faciais que interfiram na vedao dos respiradores ou prejudiquem o funcionamento das vlvulas.

    Alm disso, o empregador deve estabelecer por escrito e implementar os seguintes elementos de um Programa de Proteo Respiratria (PPR):

    a) avaliao mdica para determinar se o usurio apto para usar o respirador;

    b) instrues e procedimentos sobre inspeo, limpeza, higienizao, manuteno, guarda e uso, de tal modo que o respirador no represente um risco sade do usurio

    3M 2006. All Rights Reserved.

    2.2 USO VOLUNTRIO (cont)

  • Seleo de Respiradores

    Mtodo Bandas de Controle

  • Item 4.2

    Avaliao dos perigos no ambiente de trabalho

    f) medir ou estimar a concentrao dos contaminantes na condio de exposio ocupacional mais crtica prevista nas operaes de rotina, emergncia, resgate ou escape, obedecendo s boas prticas de Higiene Ocupacional;

  • Anexo 3

    Exemplos de mtodos adequados para conhecer a concentrao do contaminante no ar:

    Amostragem do ar e anlises conduzidas de acordo com as boas prticas de Higiene Ocupacional;

    Modelagem matemtica ou estimativa da concentrao do contaminante perigoso inalao;

    Analogia com um caso similar (circunstncias e materiais).

  • Anexo 5 Seleo de respiradores para uso rotineiro utilizando o mtodo de

    bandas de controle (Informativo)

    Clculo do Fator de Proteo Mnimo Requerido (FPMR)

    Frases de Perigo (Hazard Phrases) das substncias que esto sendo usadas ou geradas.

    Potencial de exposio por inalao baseado na quantidade das substncias usadas e na facilidade de gerao de aerossol/ empoeiramento ou volatilidade das substncias presentes.

  • Toxicidade e Frases de Perigo

    H300 fatal se ingerido

    H301 txico se ingerido

    H302 nocivo se ingerido

    H303 pode ser nocivo se ingerido

    H304 pode ser mortal em caso de ingesto e por penetrao nas vias respiratrias

    H310 fatal em contato com a pele

    H311 txico em contato com a pele

    H312 nocivo em contato com a pele

    H315 causa irritao pele

    H317 pode causar reaes alrgicas na pele

    H318 causa danos oculares graves

    H319 causa irritao ocular sria

    H330 fatal se inalado

    H331 txico se inalado

    H332 nocivo se inalado

    H334 quando inalado pode causar sintomas alrgicos, asma ou dificuldades de respirao

    H335 pode causar irritao respiratria

    H336 pode causar sonolncia e vertigem (efeitos narcticos)

    H340 pode causar defeitos genticos

    H341 suspeito de causar defeitos genticos

    H350 pode causar cncer

    H360 pode prejudicar a fertilidade ou o feto

    H361 suspeito de prejudicar a fertilidade ou o feto

    H362 pode causar dano ao lactente

    H370 causa dano aos rgos

    H371 pode causar dano aos rgos

    H372 causa dano aos rgos atravs da exposio repetida ou prolongada

    EUH66 pode causar secura da pele ou fissuras atravs da exposio repetida

    EUH70 txico em contato com o olho

    EUH71 corrosivo para o trato respiratrio

    EUH201 contm chumbo. No deve ser usado em superfcies que possam ser mordidas ou chupadas por criana.

  • PASSO 1: DETERMINAO DO GRUPO DE PERIGO SADE

    A: irritante

    B: perigoso

    C: txico

    D: muito txico

    E: casos especiais, isto , os produtos mutagnicos, carcinognicos e sensibilizantes

  • TABELA 1 - GRUPOS DE PERIGO SADE A-E BASEADOS NA CLASSIFICAO DE ETIQUETAGEM E EMBALAGEM DE

    SUBSTNCIAS E MISTURAS

    A B C D E

    Irritante Perigoso Txico Muito

    Txico

    Casos

    Especiais

    H303

    H315

    H319

    H335

    H336

    EUH66

    H302

    H312

    H332

    H371

    H301

    H311

    H317

    H318

    H331

    H370

    H373

    EUH71

    H300

    H304

    H310

    H330

    H360

    H361

    H362

    H372

    EUH201

    H334

    H340

    H341

    H350

    H351

    EUH70

  • TABELA 2 GRUPO DE PERIGO SADE (GPS) DE ALGUMAS SUBSTNCIAS GERADAS EM ALGUNS PROCESSOS

    Processo/substncia

    Grupo de

    Perigo Sade

    Varredura de chamin

    Poeira de farinha

    Poeira de gros

    Poeira de aves domsticas

    Nvoa de tinta ( base de gua)

    Poeira de madeira

    Poeira do processamento de l

    A

    Poeira de algodo

    Nvoa de fludo de corte ( base de gua)

    Nvoa de leo de corte, por exemplo, lo sinttico ou mineral (com exceo de leo de motor)

    Poeira de fundio de ferro

    Nvoa de leo mineral (com exceo de leo automotivo usado)

    Nvoa de tinta ( base de solvente)

    Poeira do processamento de borracha(1)

    Poeira (slica) de pedra, tijolo, pavimentao e concreto

    Poeira (slica) de pedra, tijolo, pavimentao e concreto com supresso de gua no cortador

    Solda e corte de ao de baixo teor de carbono

    B

    Fumos de borracha(2) C

    Solda e corte de ao inoxidvel

    Poeiras ou fumos que contenham chumbo (remoo de tinta a base de chumbo)

    Nvoa de produtos reativos (por exemplo, juno de dois componentes, isocianato, epoxy, cura

    por UV, etc.)

    Fumos de resina da vareta de solda

    D

  • PASSO 2: DETERMINAO DA QUANTIDADE DA SUBSTNCIA UTILIZADA

    Quantidade da substncia usada

    Pequena Gramas ou mililitros (dezenas de gramas,

    aproximadamente uma xcara cheia).

    Mdia Quilogramas ou litros ( ou tambores at 200 L)

    Grande Toneladas ou metros cbicos (carga de um

    caminho ou de um caminho tanque)

  • PASSO 3: DETERMINAO DA FACILIDADE DE GERAO DE AEROSSOL OU DA VOLATILIDADE DA

    SUBSTNCIA UTILIZADA

    Para substncias que gerem particulados identificar e anotar o nvel de facilidade de gerao de aerossol conforme a classificao da Tabela 4

    Para lquidos e particulados que possam gerar gases ou vapores, identificar e anotar a volatilidade tomando como referncia a Figura 1.

    Se o ponto correspondente ao par temperatura de ebulio da substncia e temperatura de operao se localizar na linha divisria, escolher a volatilidade mais alta.

    Se a FISPQ apresentar mais de um valor da temperatura de ebulio para o produto, utilizar o valor mais baixo.

    Se o processo exigir vrios nveis de temperatura de operao, utilizar a temperatura mais alta.

    Se for uma mistura de uma ou mais substncias, considerar a menor das temperaturas de ebulio

    Gases e vapores so sempre classificados como da categoria alta volatilidade

  • TABELA 4 NVEIS DE GERAO DE AEROSSOL

    Baixo

    Pellets, flocos moles parecidos com cera que no se quebram

    facilmente. Quando manipulados produzem pouca poeira e

    apresentam pouco ou nenhum p depositado na rea. Exs:

    grnulos de PVC, flocos de cera.

    Mdio

    Slidos granulados cristalinos e poeiras (so visveis,

    sedimentam rapidamente). Quando manipulados geram

    poeiras, nvoas e fumos perto da fonte de gerao, mas que

    se dissipam rapidamente. Ex: sabo em p.

    Alto

    Ps finos, fumos ou nvoas. Quando manipulados produzem

    nuvem de poeira, nvoas ou fumos que se formam e

    permanecem por muitos minutos no ar. Ex: cimento, p de

    giz, carvo.

  • FIGURA 1 VOLATILIDADE

  • PASSO 4: DETERMINAO DO FATOR DE PROTEO MNIMO REQUERIDO

    Grupo de Perigo

    Sade Quantidade

    Fator de Proteo Mnimo Requerido

    Facilidade de Gerao de Aerossol / Volatilidade

    Baixa Mdia Alta

    A

    IRRITANTE

    Pequena - - -

    Mdia - 5 10

    Grande 5 10 50

    B

    PERIGOSO/NOCIVO

    Pequena - 5 5

    Mdia - 10 50

    Grande 10 50 1000

    C

    TXICO

    Pequena - 5 5

    Mdia 10 10 50

    Grande 50 100 1000

    D

    MUITO TXICO

    Pequena 10 100 1000

    Mdia 100 1000 1000

    Grande 100 1000 IPVS

    E

    CASOS ESPECIAIS

    Pequena 10 100 1000

    Mdia 100 1000 1000

    Grande 100 1000 IPVS

  • Rea

    tor

    Tanque Estocagem

    Carga Matrias Primas

    Coleta de Amostra

    Exemplo

  • H225

    H315

    H373 C -Txico

    H304

    H336

    H361D

    Passo 2 Tambores - Mdia

    Passo 3 - 110 oC - Mdia

    ToluenoBaixa Mdia Alta

    Pequena

    Mdia 5 10

    Grande 5 10 50

    Pequena 5 5

    Mdia 10 50

    Grande 10 50 1000

    Pequena 5 5

    Mdia 10 10 50

    Grande 50 100 1000

    Pequena 10 100 1000

    Mdia 100 1000 1000

    Grande 100 1000 1000

    Pequena 10 100 1000

    Mdia 100 1000 1000

    Grande 100 1000 IPVS

    B

    Perigos/Nocivo

    C

    Txico

    D

    Muito Txico

    E

    Casos Especiais

    Quantidade

    Fator de Proteo Mnimo Requerido

    Facilidade de Gerao de Aerossol/VolatilidadeGrupo de Perigo

    Sade

    A

    Irritante

    http://ghs.dhigroup.com/PagesGHS/TranslationTool.aspx