2º Simulado Icms-sp-2012 - Prova 1

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Simulado AB

Transcript of 2º Simulado Icms-sp-2012 - Prova 1

  • INSTRUES

    VOCDEVE

    - Verifique se este caderno contm 80 questes, numeradas de 1 a 80.

    - Para cada questo existe apenas UMAresposta certa.

    - Voc deve ler cuidadosamente cada uma das questes e escolher a resposta certa.

    - Essa resposta deve ser marcada na FOLHADE RESPOSTAS que voc recebeu.

    - Procurar, na FOLHADE RESPOSTAS, o nmero da questo que voc est respondendo.

    - Verificar no caderno de prova qual a letra (A,B,C,D,E) da resposta que voc escolheu.

    - Marcar essa letra na FOLHADE RESPOSTAS, conforme o exemplo: A C D E

    Nome do Candidato

    Setembro/2012GOVERNO DO ESTADO DE SO PAULOSECRETARIA DA FAZENDA

    Agente Fiscal de Rendas - Nvel Bsico - SQC - III2 Simulado ICMS/SP 2012 - Frum Concurseiros

    Hora de incio Hora de fim

    INFORMAES e DICAS

    COLABORADORES

    - Este material tem intuito exclusivamente didtico sendo vedada sua comercializao.- As questes foram retiradas, em sua maioria, de provas anteriores da Fundao Carlos Chagas.- Utilize este material de acordo com o seu grau de preparao.- Marque o horrio de incio e fim da prova nos campos acima.- Antes de fazer a prova rapidamente, faa a prova corretamente.- Caso esteja em nvel avanado, responda todas as questes e preencha a folha de respostas em 4 horas.- O gabarito (e resoluo de algumas questes) ser disponibilizado na sala Sefaz/SP do www.forumconcurseiros.com.- O Frum Concurseiros um excelente local para discusso das dvidas nas questes. No hesite em participar!- Colabore compartilhando sua nota para que todos possam tirar proveito disso.- No se preocupe com eventuais notas muito altas de outros participantes. Na preparao para o concurso de 2009, os candidatos que postaram as maiores notas ficaram classificados entre os primeiros no concurso real, ou seja, ficaram acima da mdia mesmo entre os aprovados. - Um bom resultado neste simulado no garantia de aprovao, mas sim um motivador para estudar ainda mais.- Independentemente do seu resultado, nunca desanime. Errar no treino sempre uma tima lio.- Caso queira compartilhar sua nota anonimamente, a envie para [email protected] Este material foi construdo de forma colaborativa pelo usurios do Frum Concurseiros.- Gostou? Ajude-nos a elaborar os prximos!

    SIMULADO

    Conhecimentos GeraisP R O V A 1

    Alexandre_SPAngeloAnilda

    Caio BlankCorredor2009eduardohn

    Esforadoferinhabrfuturo_afrf

    ICMSSP2012J A C O Bjed_mo

    JV2004madoarMvieira

    Prof. Nilsonrdm1010rllobato

  • Ateno: As questes de nmeros 1 a 4 referem-se ao texto abaixo.

    Creio que, pelo gosto de Gasto Cruls, a modernizao

    do Rio se teria feito, desde os dias do Engenheiro Passos, com

    muito menor sacrifcio do carter e das tradies da cidade

    mstica do Progresso com P maisculo. Mas nunca se esquece

    ele de que, sob as descaracterizaes e inovaes brutais e

    tantas vezes desnecessrias por que vem passando a mais

    bela das cidades do Brasil, continua a haver um Rio de Janeiro

    do tempo dos Franceses, dos Vice-reis, de Dom Joo VI, dos

    Jesutas, dos Beneditinos, dos comeos da Santa Casa [...] Por mais que tudo isso venha desaparecendo dos nos-

    sos olhos e se dissolvendo em passado, em antiguidade, em

    raridade de museu, continua a ser parte do esprito do Rio de

    Janeiro. Pois as cidades so como as pessoas, em cujo esprito nada do que se passou deixa inteiramente de ser. O Rio desca-

    racterizado de hoje guarda no seu ntimo para os que, como Gasto Cruls, sabem v-lo histrica e sentimentalmente, uma

    riqueza de caractersticos irredutveis ou indestrutveis, que as

    pginas de Aparncia do Rio de Janeiro nos fazem ver ou

    sentir. E este o maior encanto do guia da cidade que o autor

    de A Amaznia que eu vi acaba de escrever: dar-nos, atravs

    da aparncia do Rio de Janeiro, traos essenciais do passado e

    do carter da gente carioca. Comunicar-nos do Rio de Janeiro

    que Gasto Cruls conhece desde seus dias de menino de morro

    ilustre menino nascido sombra do Observatrio alguma

    coisa de essencial. Alguma coisa do que a cidade parece ter de

    eterno e que vem de certa harmonia misteriosa a que tendem o

    branco, o preto, o roxo e o moreno principalmente o moreno

    da cor da pele dos seus homens e das suas mulheres, com o

    azul e o verde quente de suas guas e de suas matas.

    (Rio, setembro, 1948)

    Obs.: Texto transcrito de acordo com as atuais normas orto-grficas.

    (Gilberto Freyre, Trecho do Prefcio. In: Cruls, Gasto. Aparn-cia do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Jos Olympio, Coleo documentos brasileiros, 2. ed., v. 1, 1952. p. 15-17)

    1. O texto deixa claro, principalmente, que a cidade do Rio de Janeiro

    (A) acaba por perder suas caractersticas mais impor-tantes em benefcio de um discutvel progresso, que pe em risco sua beleza natural.

    (B) representa, de maneira visvel, as tradies do povo brasileiro e, portanto, essencial a manuteno das suas caractersticas urbanas originais.

    (C) precisa preservar sua identidade original, pois a na-tureza, que lhe garante o ttulo de a mais bela cidade do Brasil, deve ser tida como intocvel.

    (D) mantm elementos tradicionais, ao lado de uma ne-cessria transformao, ainda que essa transforma-o possa descaracteriz-la em alguns aspectos.

    (E) deve voltar-se para a modernidade, assim como as pessoas, em uma evoluo natural e necessria pa-ra a adequao aos tempos atuais.

    _________________________________________________________

    2. Os dois-pontos que aparecem no 2o pargrafo denotam

    (A) incluso de segmento especificativo.

    (B) interrupo intencional do fluxo expositivo.

    (C) intercalao de ideia isolada no contexto.

    (D) constatao de fatos pertinentes ao assunto.

    (E) enumerao de elementos da cidade e do povo. _________________________________________________________

    3. Com as alteraes propostas entre parnteses para o seg-mento grifado nas frases abaixo, o verbo que se mantm corretamente no singular :

    (A) a modernizao do Rio se teria feito (as obras de modernizao)

    (B) Mas nunca se esquece ele de que (esses autores)

    (C) por que vem passando a mais bela das cidades do Brasil (as mais belas cidades do Brasil)

    (D) continua a haver um Rio de Janeiro do tempo dos Franceses (tradies no Rio de Janeiro)

    (E) do que a cidade parece ter de eterno (as belezas da cidade)

    _________________________________________________________

    4. ... e que vem de certa harmonia misteriosa a que tendem o branco, o preto, o roxo e o moreno ...

    O segmento grifado preenche corretamente a lacuna da frase:

    (A) As autoridades contavam ...... se fizessem consultas populao para definir os projetos de melhoria de toda a rea.

    (B) As transformaes ...... se refere o historiador desca-racterizaram toda a rea destinada, de incio, a pes-quisas.

    (C) A necessidade de inovaes foi o argumento ...... se valeram os urbanistas para defender o projeto apre-sentado.

    (D) A ningum ocorreu demonstrar ...... no seria pos-svel impedir a derrubada de algumas antigas cons-trues.

    (E) Seriam necessrios novos e diferentes projetos ur-bansticos, ...... permanecessem intocadas as cons-trues originais.

    PORTUGUS

    2 Simulado ICMS/SP 2012 P1 Frum Concurseiros

    www.forumconcurseiros.com

    2

  • Ateno: As questes de nmeros 5 a 10 referem-se ao texto abaixo.

    Cafezinho

    Leio a reclamao de um reprter irritado que precisava falar com um delegado e lhe disseram que o homem havia ido tomar um cafezinho. Ele esperou longamente, e chegou con-cluso de que o funcionrio passou o dia inteiro tomando caf.

    Tinha razo o rapaz de ficar zangado. Mas com um pou-co de imaginao e bom humor podemos pensar que uma das delcias do gnio carioca exatamente esta frase: Ele foi to-mar caf.

    A vida triste e complicada. Diariamente preciso falar com um nmero excessivo de pessoas. O remdio ir tomar um cafezinho. Para quem espera nervosamente, esse cafezinho qualquer coisa infinita e torturante. Depois de esperar duas ou trs horas d vontade de dizer: Bem, cavalheiro, eu me retiro. Naturalmente o Sr. Bonifcio morreu afogado no cafezinho.

    Ah, sim, mergulhemos de corpo e alma no cafezinho. Sim, deixemos em todos os lugares este recado simples e vago: Ele saiu para tomar um caf e disse que volta j.

    Quando a Bem-amada vier com seus olhos tristes e per-guntar: Ele est? algum dar o nosso recado sem ende-reo. Quando vier o amigo e quando vier o credor, e quando vier o parente, e quando vier a tristeza, e quando a morte vier, o recado ser o mesmo: Ele disse que ia tomar um cafezinho...

    Podemos, ainda, deixar o chapu. Devemos at comprar um chapu especialmente para deix-lo. Assim diro: Ele foi tomar um caf. Com certeza volta logo. O chapu dele est a...

    Ah! Fujamos assim, sem drama, sem tristeza, fujamos assim. A vida complicada demais. Gastamos muito pensa-mento, muito sentimento, muita palavra. O melhor no estar.

    Quando vier a grande hora de nosso destino ns teremos sado h uns cinco minutos para tomar um caf. Va-mos, vamos tomar um cafezinho.

    Rio, 1939.

    (Rubem Braga. O Conde e o passarinho & Morro do isola-mento. Rio de Janeiro: Record, 2002. p.156-7)

    5. Com relao ao episdio com que inicia a crnica, o autor se mostra

    (A) crtico intransigente tanto do comportamento do de-legado, por ter deixado o reprter esperando por tan-to tempo, como da atitude deste ltimo, que no sou-be considerar a situao com ironia e bom humor.

    (B) propenso a julgar a reao do reprter de modo mui-to mais severo do que a conduta do delegado, su-gerindo ter havido grande exagero na afirmao de que este passara o dia inteiro t