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Pontifícia Comissão Bíblica O POVO JUDEU E suas Sagradas Escrituras Na Bíblia cristã O POVO JUDEU E SUAS SAGRADAS ESCRITURAS NA BÍBLIA CRISTÃ ÍNDICE APRESENTAÇÃO INTRODUÇÃO I. I. OS ESCRITOS SAGRADOS DO POVO JUDEU, PARTE FUNDAMENTAL DA BÍBLIA CRISTÃ (2-18) II. A. O Novo Testamento reconhece a autoridade das Sagradas Escrituras do povo judeu (3-5) 1. implícito reconhecimento da autoridade 2. Explícita recurso para a autoridade das Escrituras do povo judeu B. O Novo Testamento é proclamado como as Escrituras do povo judeu (6-8) 1. Necessidade do cumprimento das Escrituras 2. conformidade com a Escritura 3. conformidade e Diferença C. Escrita e tradição oral do judaísmo e do cristianismo (9-11) 1. Escritura e na Tradição do Velho Testamento e do Judaísmo 2. escritura e tradição no cristianismo primitivo 3. Comparação entre as duas perspectivas D. métodos judaica de exegese empregada no Novo Testamento (12- 15) 1. judaica métodos de exegese 2. Exegese de Qumran e o Novo Testamento
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Pontifcia Comisso Bblica

O POVO JUDEU E suas Sagradas Escrituras Na Bblia cristO POVO JUDEU E SUAS SAGRADAS ESCRITURAS NA BBLIA CRIST

NDICE APRESENTAO INTRODUO I. I. OS ESCRITOS SAGRADOS DO POVO FUNDAMENTAL DA BBLIA CRIST (2-18) JUDEU, PARTE

II. A. O Novo Testamento reconhece a autoridade das Sagradas Escrituras do povo judeu (3-5) 1. implcito reconhecimento da autoridade 2.Explcita recurso para a autoridade das Escrituras do povo judeu B.O Novo Testamento proclamado como as Escrituras do povo judeu (6-8) 1. Necessidade documprimento das Escrituras 2. conformidade com a Escritura 3. conformidade e Diferena C.Escrita e tradio oral do judasmo e do cristianismo (9-11) 1. Escritura e na Tradio do Velho Testamento e do Judasmo 2. escritura e tradio no cristianismo primitivo 3. Comparao entre as duas perspectivas D.mtodos judaica de exegese empregada no Novo Testamento (12-15) 1. judaica mtodos de exegese 2. Exegese de Qumran eo Novo Testamento 3. Mtodos no Novo Testamento rabnica 4. aluses ao Antigo Testamento significativa E.A extenso do cnon das Escrituras (16-18) 1. Situao no judasmo 2. Situao na Igreja Primitiva 3. Formao do cnone cristo II.QUESTES FUNDAMENTAIS dosescritos do povo judeu e sua recepo na f de Cristo (19-65) A.compreenso crist da relao entre o Antigo eo Novo Testamento (19-22) 1. Afirmao de uma relao de reciprocidade 2. Re-leitura do Antigo Testamento luz de Cristo 3. proofreading alegrico

4. Regresso ao sentido literal 5. Unidade de o plano de Deus ea noo de respeito 6. Perspectivas Actuais 7. Contribuio da leitura judaica da Bblia B. Temas Comuns fundamental (23-63) 1. Revelao de Deus 2. A pessoa humana: a grandeza ea misria 3. Deus libertador e salvador 4. A eleio de Israel 5. A aliana 6. A Lei 7. A orao e adorao, Jerusalm e do Templo 8. divina censuras e condenaes 9. 's Promises C. Concluso (64-65) 1. Continuidade 2. descontinuidade 3. Progress III. JUDEUS NO NOVO TESTAMENTO (1966-1983) Uma viso diferente no judasmo aps o exlio ou (66-69) 1. Os ltimos sculos aC 2. O terceiro sculo I dC na Palestina 3. O segundo tero do sculo 4. O ltimo tero do sculo B. Os judeus nos evangelhos e os Atos dos Apstolos (1970-1978) 1. Evangelho de Mateus 2. Evangelho de Marcos 3. Evangelho de Lucas e Atos 4. Evangelho de Joo 5. Concluso C.Os judeus em cartas de Paulo e outros escritos do Novo Testamento (79-83) 1. Os judeus em cartas de Paulo de autenticidade no contestada 2. Os judeus nas outras letras 3. Os judeus no Apocalipse IV.CONCLUSES (84-87) A.Concluso Geral B.Orientaes pastorais NOTAS APRESENTAO Na teologia dos Padres da Igreja, a questo da unidade interna s Bblia da Igreja, constituda do Velho e do Novo Testamento, foi um tema central. Isso no estava longe de ser problema meramente terico, voc pode sentir palpavelmente a jornada espiritual de um dos maiores mestres do cristianismo, Agostinho de Hipona. Agostinho tinha sido aos 19 anos, no ano 373, uma profunda primeira experincia de converso. Ler um livro sobre Ccero Hortnsio, agora perdido, tinha causado uma mudana profunda, que ele descreveu em retrospectiva: "A vs, Senhor, minhas oraes foram dirigidas voc. Comecei a levantar-se, voltaremos a falar. Como estava queimando, meu Deus, como

estava pegando fogo da terra para ti "(Conf. III 4,81). Para o Africano jovens, que quando criana tinha recebido o sal que fizeram dele um novio, ficou claro que um retorno a Deus tinha de ser um retorno a Cristo sem Cristo, ele no poderia realmente encontrar a Deus. Assim, Ccero foi para a Bblia. Mas ele sofreu uma terrvel decepo nos requisitos difceis da Lei do Antigo Testamento, na sua e por vezes cruel histrias complicadas, pode no reconhecer a sabedoria que ele queria abrir. Em sua pesquisa ele encontrou pessoas que proclamou um novo cristianismo espiritual, um cristo que desprezavam o Antigo Testamento como espiritual e no repugnante, o cristianismo com Cristo no precisa do testemunho dos profetas hebreus. Estas pessoas prometeram um cristianismo da razo pura e simples, um cristianismo em que Cristo foi o grande iluminador, levando os homens para o verdadeiro conhecimento de si mesmos. Foram os maniquesta 1. A grande promessa da maniquesta mostrou enganosa, mas que o problema no foi resolvido. Agostinho s foi capaz de se converter ao cristianismo da Igreja Catlica aps o encontro com Ambrsio, uma interpretao do Antigo Testamento era a B blia de Israel transparente luz de Cristo e assim fez a sabedoria visvel que ele procurava. Isto no s venceu Agustin desagrado externo no literria de forma satisfatria antiga traduo latina da Bblia, mas sobretudo interior rejeio a um livro que mais parecia um documento da histria da f de um povo em particular com todos os incidentes e erros, a voz da sabedoria que vem de Deus e para todos. Esta leitura da Bblia de Israel, suas estradas histricas que descobrir o caminho para Cristo e com ele a mesma transparncia para o Logos, a sabedoria eterna, no s foi fundamental na deciso de f de Agostinho, foi e essencial para deciso de f de toda a Igreja. Mas esta leitura verdade? Pode ser baseada e assumiu at hoje? Do ponto de vista da exegese histrico-crtica parece, pelo menos primeira vista, tudo fala contra ela. Assim, em 1920, o eminente telogo liberal Adolf von Harnack fez a seguinte tese: "rejeitar o Antigo Testamento, no segundo sculo (que se refere o Marcio) foi um grande erro para a Igreja condenou justamente, manter-se no sculo XVI foi um destino reforma que ainda no consegui remover, mas desde o sculo XIX, permanece no protestantismo como documento cannico de igual valor que o Novo Testamento, o resultado de paralisia religiosa e eclesistica 2. Harnack Ele est certo? primeira vista, parece que muitas coisas que falam por ele. Se a exegese de Ambrsio a Agostinho abriu o caminho para a Igreja e em sua orientao fundamental, naturalmente, muito varivel no "detalhes, tornou-se o fundamento da f na Bblia como a Palavra de Deus em duas partes, mas uma Pode-se objetar imediatamente: Ambrsio tinha aprendido na escola esta exegese de Orgenes, que pela primeira vez aplicado de modo consistente. Mas Orgenes, como ele diz, s a Bblia tinha se mudado para o mtodo alegrico de interpretao aplicados ao mundo grego escritos religiosos da antiguidade, principalmente Homero. Portanto, no apenas ter lugar uma helenizao da palavra bblica estranha sua natureza mais ntima, mas teria servido como um mtodo que em si no era credvel, porque no final se destina a preservar o sagrado que no era realmente nica testemunha de uma cultura incapaz de ser adaptado para o presente. Mas no assim to simples. Origens, ao invs de exegese homrica dos gregos, puderam contar com a interpretao do Antigo Testamento que haviam surgido em ambiente judaico, especialmente em Alexandria, Flon como um campeo, que procurou colocar disposio to original nem a Bblia de Israel gregos tinham muito tempo imaginando, alm de seus deuses, um Deus que poderia encontrar na Bblia. Alm disso, Orgenes aprendeu com os rabinos. Finalmente, os princpios cristos totalmente desenvolvido a sua prpria: a unidade

interna da Bblia como regra de interpretao, Cristo o ponto de referncia de todos os caminhos do Velho Testamento 3. Mas qualquer que seja a opinio sobre a exegese de Orgenes e Ambrose em seus detalhes, a sua justificao no era nem alegoria grega, nem Philo, nem os mtodos rabnicos. Seu verdadeiro fundamento, alm dos detalhes de sua interpretao, foi o prprio Novo Testamento. Jesus de Nazar tinha a pretenso de ser o verdadeiro herdeiro do Antigo Testamento (a "Escritura") e dar uma interpretao vlida, a interpretao no certamente o caminho para os mestres da lei, mas pela autoridade do mesmo autor: "Ele ensinava como quem tem autoridade (divina), no como os escribas" (Mc 1,22). A histria de Emas retomar novamente esta afirmao: "Comeando por Moiss e por todos os Profetas, explicou que em todas as escrituras a respeito dele" (Lucas 24:27). Os autores do Novo Testamento especificamente procurou fundamentar esta afirmao: Mateus muito estressada, mas no menos importante Paul, usou os mtodos rabnicos de interpretao e tentou mostrar que precisamente esta forma de interpretao desenvolvida pelos professores da lei levou a Cristo como a chave "Escrituras". Para os autores e fundadores do Novo Testamento, o Antigo Testamento simplesmente a "escrita" com apenas depois de algum tempo a Igreja foi capaz de criar gradualmente um cnon do Novo Testamento, que se elevou Sagrada Escritura, mas, enquanto e tinha assumido que a chave para interpretar a Bblia de Israel, a Bblia dos Apstolos e seus discpulos, que s ento foi chamado o Antigo Testamento. Nesse sentido, os Padres da Igreja, no criou nada de novo com a sua interpretao cristolgica do Antigo Testamento desenvolvidos e sistematizados apenas o que eles encontraram no prprio Novo Testamento. Esta sntese fundamental para a f crist tinha de ser questionvel no momento em que a conscincia histrica desenvolveu critrios de desempenho para que a exegese dos Padres tinha que aparecer como histricos e, portanto, no objetivamente insustentvel. Lutero, no contexto do humanismo e sua nova conscincia histrica, mas sobretudo no contexto de sua doutrina da justificao, desenvolveu uma nova frmula para as relaes recprocas das duas partes da Bblia crist, no na base da harmonia interna do Antigo e Novo Testamento, mas essencialmente anttese dialtica entre lei e Evangelho, tanto do ponto de vista da histria da salvao, do ponto de vista da existncia. Bultmann moderna expressou esta posio de princpio com a frmula que o Antigo Testamento se cumpre em Cristo, em seu fracasso. Mais radical a proposta citado por Harnack, certamente, que eu saiba, foi mal recebido por algum, mas era perfeitamente lgico com base numa interpretao dos textos do passado s pode ter a sensao de que cada autor quis, naquele momento da histria. Os autores dos sculos antes de Cristo falando em livros do Antigo Testamento so projetadas para se referir a Cristo e f do Novo Testamento aparece conscincia histrica moderna, como muito improvvel. Assim, com a vitria da exegese histrico-crtica, parece que a interpretao cristolgica do Antigo Testamento, por iniciativa do prprio Novo Testamento no tinha. Isto, como vimos, uma questo histrica de pormenor, mas isso vai debater os prprios fundamentos do cristianismo. Por isso, tambm claro por que ningum queria seguir a proposta de Harnack, eventualmente, proceder demisso do Antigo Testamento, Marcio tinha levado muito em breve. O que o Novo Testamento, seria um absurdo. O documento da Pontifcia Comisso Bblica aqui apresentados dizem sobre ele: "Sem o Velho Testamento, Novo Testamento seria um livro ilegvel, plantar uma privada de suas razes e destinada a seca" (n. 84). A este respeito, o tamanho da empresa que tomou a Pontifcia Comisso Bblica, quando foi proposto para resolver a questo das relaes entre o Antigo eo Novo Testamentos. Se deve haver uma soluo para a aporia descrita por Harnack, deve ser o

conceito de interpretao de textos histricos, sustentvel hoje que o texto da Bblia, aceita como a Palavra de Deus, mas para ampliar e aprofundar o ponto de viso de estudiosos liberais. Nas ltimas dcadas, as coisas importantes aconteceram nesse sentido. A Pontifcia Comisso Bblica apresentados os principais resultados deste conhecimento em seu trabalho publicado em 1993, "Interpretao da Bblia na Igreja." Compreender a multidimensionalidade do discurso humano, que no est vinculado a um momento histrico, mas abraa o futuro, foi de grande ajuda na compreenso de como a palavra de Deus pode servir a voz humana para dar uma histria em andamento significado que vai alm do momento presente e se precisamente a unidade do todo. A Comisso Bblica, identificando-se com o seu documento anterior, com base em cuidadosa reflexo metdica, analisou as principais linhas de pensamento de ambos os Testamentos em suas relaes mtuas e poderia dizer, em sntese, que a hermenutica crist do Antigo Testamento, que sem dvida diverge profundamente do que o do judasmo ", no entanto, corresponde a uma potencialidade de sentido na realidade presente nos textos" (n. 64). Este um resultado que parece muito significativo progresso no dilogo, mas especialmente para a base da f crist. No entanto, a Comisso Bblica, em seu trabalho no poderia ignorar o contexto da nossa actual, em que o impacto do Holocausto (Shoah) imersa a questo por outro ngulo. Levanta duas questes principais: podem os cristos, depois de tudo que aconteceu, em silncio, mas tambm mantm a reivindicao de ser o herdeiro legtimo de Israel da Bblia? Eles podem continuar com a interpretao crist da Bblia, ou teria que dar o respeito e humildade para uma reivindicao que, luz do que aconteceu, deve aparecer como uma intruso? Isso depende da segunda questo: A apresentao dos judeus e ao povo judeu que faz com que o prprio Novo Testamento, no ajudou a criar uma inimizade com o povo judeu, que produziram a ideologia daqueles que queriam eliminar Israel? A Comisso analisou as duas questes. claro que a renncia dos cristos ao Antigo Testamento no nico fim, como mencionado acima, com o cristianismo, como tal, mas tambm forneceria os servios a um relacionamento positivo entre cristos e judeus, justamente porque sustraera o terreno comum. O que deve ser inferida a partir dos acontecimentos um renovado respeito interpretao judaica do Antigo Testamento. O documento diz que duas coisas sobre ele. Primeiro, ele observa que a leitura judaica da Bblia "uma leitura possvel em continuidade com as escrituras sagradas dos judeus do Segundo Templo e anloga leitura crist que se desenvolveu em paralelo com ele" (No. 22). Ele acrescenta que os cristos podem aprender muito com a exegese judaica praticada h 2.000 anos, vice-versa, os cristos podem confiar que os judeus podem tirar proveito da investigao da exegese crist (ibid.). Eu acho que a presente anlise vai ajudar o progresso de dilogo judaicocrist, bem como a formao interna da conscincia crist. A ltima parte da resposta questo da apresentao dos judeus no Novo Testamento. Ele examina em detalhe os textos considerados "anti-judeu." Aqui eu gostaria de destacar apenas um ponto de vista que achei particularmente importante. O documento mostra como o Novo Testamento censura dirigida aos judeus no so mais freqentes ou mais difcil do que as denncias contra Israel que esto na Lei e os Profetas, ou seja, dentro do mesmo Antigo) Testamento (n 87. Pertencem linguagem proftica do Antigo Testamento e, portanto, ser interpretados como as palavras dos profetas denunciam os julgamentos deste, mas so temporrios por natureza e tambm assumir sempre novas possibilidades de salvao. Os membros da Comisso Bblica, gostaria de expressar gratido e reconhecimento pelo seu trabalho. Em suas discusses, realizada pacientemente durante vrios anos, surgiu este documento, eu acredito, pode oferecer ajuda significativa em uma questo

central da f crist e na busca importante para um novo entendimento entre cristos e judeus. Roma, a festa da Ascenso de Cristo, 2001 O Cardeal Joseph Ratzinger INTRODUO4 1. Os tempos modernos tm incentivado os cristos a se tornarem mais conscientes dos laos fraternos que os unem de perto com o povo judeu. Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), acontecimentos trgicos ou, mais precisamente, os crimes abominveis submetido o povo judeu a um teste de extrema gravidade, que ameaou sua prpria existncia, em grande parte da Europa. Nestas circunstncias, muitos cristos expressa a fora espiritual que ele tinha o direito de esperar dos discpulos de Cristo e no tomar iniciativas. Outros cristos, entretanto, veio com generosidade para ajudar os judeus em perigo, muitas vezes arriscando suas prprias vidas. Confrontados com esta imensa tragdia, foi imposta aos cristos a necessidade de aprofundar a questo das suas relaes com o povo judeu. Nesse sentido, ele j fez muita pesquisa e reflexo. A Pontifcia Comisso Bblica tem procurado participar desse esforo para o alcance de sua competncia. Isso obviamente no permite que voc tome uma posio sobre todos os aspectos histricos e atuais do problema. Assim, limita-se ao ponto de vista da exegese bblica, no estado actual da investigao. A pergunta que surge : O que a Bblia define as relaes entre cristos e crists do povo judeu? Para esta pergunta, a resposta geral clara: a Bblia crist fornece e fechar muitas relaes entre os cristos eo povo judeu. Por duas razes: primeiro, porque a Bblia crist composta principalmente de uma "Sagradas Escrituras" (Rm 1.2) do povo judeu, que os cristos chamam de "Antigo Testamento", em segundo lugar, porque a Bblia crist por sua vez compreende um conjunto de escritos, expressando a f em Cristo Jesus, coloc-lo em estreita relao com as Sagradas Escrituras do povo judeu. Este segundo bloco, como conhecido, chamado de "Novo Testamento", um termo correspondente ao "Antigo Testamento". A existncia de relaes estreitas inegvel. Um exame mais minucioso dos textos revela, no entanto, essa relao no muito simples, em contraste, mostra uma grande complexidade, variando de acordo absoluto em certos pontos a um forte estresse sobre os outros. Por conseguinte, necessria uma anlise cuidadosa. A Comisso Bblica tem dedicado a ele nos ltimos anos. Os resultados deste estudo, que certamente no tm a pretenso de ter esgotado o assunto, so aqui apresentados em trs captulos. O primeiro, fundamental, observa que o Novo Testamento reconhece a autoridade do Antigo e revelao divina e no pode ser compreendida fora dessa estreita relao com ele e com a tradio judaica que transmite. O segundo captulo examina a maneira mais analtica como os escritos do Novo Testamento acomodar o rico contedo do Antigo Testamento, tendo as questes-chave, visto luz de Jesus Cristo. O terceiro captulo, por fim, enumera as vrias atitudes que expressam os escritos do Novo Testamento sobre os judeus, a imitao, por outro lado, o Antigo Testamento mesmo. Assim, a Comisso Bblica espera contribuir para promover o dilogo entre cristos e judeus clareza mtua estima e afeto.

I Sagrada Escritura O povo judeu, Key A Bblia crist 2. Principalmente por causa de suas origens histricas, a comunidade crist est ligada ao povo judeu. Na verdade, algum em quem ela tem criptografados sua f, Jesus de Nazar, o filho daquele povo. Doze so tambm aqueles que ele escolheu "para estar com ele e envi-los a pregar" (Mc 3,14). No incio, a pregao apostlica foi dirigido no s aos judeus e proslitos, pagos relacionados com a comunidade judaica (cf. Act 2,11). O cristianismo nasceu, portanto, dentro do Judasmo do primeiro sculo Ele tem sido progressivamente separar dele, mas a Igreja nunca foi capaz de esquecer as suas razes judaicas, bem testemunhada no Novo Testamento reconhece at mesmo os judeus uma prioridade, como o evangelho "o poder divino para a salvao de todo aquele que cr,o primeiro judeu e tambm do grego "(Rm 1,16). Uma expresso intemporal de que a ligao original a aceitao pelos cristos das Sagradas Escrituras do povo judeu como a Palavra de Deus se dirigiu a eles tambm. A Igreja tem de fato aceito como inspirado por Deus todos os escritos contidos tanto na Bblia hebraica e na Bblia grega. O nome "Velho Testamento", tendo em conta este conjunto de escritos, uma expresso cunhada pelo apstolo Paulo para designar os escritos atribudos a Moiss (cf. 2 Cor 3,14-15). Seu sentido foi prorrogado a partir do segundo sculo, a aplicar a outras Escrituras judaicas, em hebraico, aramaico ou grego. Por seu turno, o nome de "Novo Testamento" vem de um orculo do Livro de Jeremias, que anunciava uma "nova aliana" (Jr 31,31), expresso que se tornou o grego da Septuaginta no "novo acordo" "Novo Testamento" (diatheke Kain). A Oracle anunciou que Deus havia decidido estabelecer uma nova parceria. f crist, com a instituio da Eucaristia, essa promessa se realiza no mistrio de Jesus Cristo (cf. 1 Cor 11,25, eu 9,15). Consequentemente, tem sido chamado de "Novo Testamento" para o conjunto de escritos que expressam a f da Igreja em sua novidade. Por si s, esse nome j mostra a existncia de relaes com o "Antigo Testamento". A. A.O Novo Testamento reconhece a autoridade das Escrituras do povo judeu 3. Os escritos do Novo Testamento nunca so apresentados como uma novidade. Ao contrrio, mostram firmemente enraizada na experincia religiosa longo de Israel, reuniu a experincia de vrias formas nos livros sagrados que constituem as Escrituras do povo judeu. O Novo Testamento reconhece a sua autoridade divina. Este reconhecimento de autoridade se manifesta de vrias maneiras mais ou menos explcita. 1.Implcito reconhecimento da autoridade Comeando com o menos explcito, no deixa de ser em primeiro lugar, nota revelando o uso de uma linguagem. O Novo Testamento grego estreitamente dependente do grego da Septuaginta, no s influenciada pelas reviravoltas da gramtica do hebraico, mas tambm o vocabulrio, especialmente o vocabulrio religioso. Sem o conhecimento de grego da Septuaginta impossvel captar exatamente o significado de alguns termos importantes do Novo Testamento 5. Essa relao da linguagem natural se estende a muitas expresses que o Novo Testamento emprestado das Escrituras judaicas que do origem ocorrncia freqente de ecos e citaes implcitas ou seja, frases completas introduzidas pelo Novo

Testamento, nenhuma indicao de sua citado personagem. As reminiscncias so centenas, mas a sua identificao, muitas vezes se presta discusso. Para dar o exemplo mais significativo desse fenmeno, lembrar que o Apocalipse no contm qualquer meno explcita da Bblia judaica, mas uma tela real de reminiscncias e aluses. O texto de Apocalipse to rica em Antigo Testamento, difcil distinguir o que indcio de que no . O que dizer do Apocalipse tambm realizada, em menor grau, mas, certamente, nos Evangelhos, os Atos dos Apstolos e nas epstolas. 6 A diferena que nesses outros escritos tambm muitas citaes explcitas, apresentado como tal. 7 Esses escritos revelam abertamente as suas unidades mais importantes e, assim, demonstrar que reconhecem a autoridade da Bblia judaica como revelao divina. 2.Recurso a autoridade explcita das Escrituras judaicas 4. Este reconhecimento da autoridade assume vrias formas conforme o caso. s vezes, encontrada em um contexto de revelao, o verbo legei simples ", diz que" nenhum assunto expressa, 8, assim como, mais tarde nos escritos rabnicos, mas o contexto mostra que um sujeito deve-se inferir que o texto d grande autoridade : Escritura ou o Senhor ou Cristo ". Outros 9 vezes o sujeito se expressa, a" Escritura "," Lei "," Moiss "ou" David ", a quem ele diz que foi inspirado, ou" Esprito Santo ou "O Profeta" muitas vezes "Isaas", por vezes, "Jeremias", mas tambm o "Esprito Santo" ou "o Senhor", dizendo as profecias. Mateus 10 tem o dobro de uma frmula complexa, que conta a mesma o divino eo autor humano porta-voz do tempo ", como foi dito pelo Senhor, pelo profeta, que disse" (Mt 1.22, 2.15). Outras vezes, as palavras do Senhor permanece implcita, sugerida pela simples escolha do dia preposio, "usando" a falar de porta-voz humana. Nos textos de Mateus, o uso do verbo "dizer" neste serve para introduzir citaes da Bblia judaica como a Palavra viva, cuja autoridade sempre atual. Ao invs do verbo "dizer" a palavra usada para introduzir citaes muitas vezes o verbo "escrever" eo tempo verbal: em grego, o perfeito, ao expressar a permanncia da ao passada: gegraptai ", tem escrito "e desde ento" est escrito ". Isso gegraptai muito forte. Vitoriosa ope Jesus ao tentador, pela primeira vez, sem mais esclarecimentos: "Est escrito, no s de po vive o homem" (Mateus 4.4, Lucas 4.4), pela segunda vez, a adio de um Palin, "tambm" (Mt 4.7) e pela terceira vez, um gar ", porque" (Mt 4.10). Isso porque "o valor atribudo ao argumento explcito no texto do Antigo Testamento, um valor que estava implcito nos dois primeiros casos. Pode acontecer que um texto bblico no tem valor definido e deve dar lugar a uma nova disposio, o Novo Testamento usa o aoristo grego, o que coloca a afirmao no passado. Tal o caso da lei de Moiss sobre o divrcio: "Dada a dureza do vosso corao [Moiss] escreveu (egrapsen) para esse mandamento" (Marcos 10.5, cf 20:28. Tambm Lc) . 5. Muitas vezes, o Novo Testamento usa textos da Bblia judaica de argumentar, tanto com o verbo "dizer" como o verbo "escrever". s vezes no : "Bem, disse que" 11 ou mais frequentemente, "est escrito. Ele" A frmula 12 ", pois est escrito:" est escrito ", como est escrito" muito comum no Novo Testamento, apenas na carta aos Romanos, encontram-se 17 vezes. Em seus argumentos doutrinrios, o apstolo Paulo nas Escrituras de forma consistente suporta o seu povo. Paulo faz uma clara distino entre os argumentos bblicos e raciocnio ", segundo o homem". A irrefutveis argumentos de valor das escrituras que lhes so atribudas: 13. Para ele, as escrituras judaicas tambm intemporal tm valor para guia espiritual na vida dos cristos "Tudo o que foi escrito no passado foi escrito para

nossa instruo, para que com pacincia e consolao das Escrituras tenhamos esperana "14. Em um caso baseado na Bblia judaica, o Novo Testamento reconhece um valor crtico. No quarto Evangelho, Jesus declara a este respeito que "a Escritura no pode falhar" (Jo 10,35). O seu valor vem do fato de que "palavra de Deus" (ibid.). Esta convico expressa de forma contnua. Dois textos so particularmente significativos, desta forma, eles falam da inspirao divina. Em segundo Timothy, depois de uma meno de "Sagrada Escritura" (2 Tim 3,15), esta declarao: "Toda a Escritura inspirada por Deus (theopneustos) e proveitosa para ensinar, contestar, corrigir e educar justia para o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra "(2 Tim 3,16-17). Falando especificamente das profecias contidas no Velho Testamento, segundo Pedro diz: "Acima de tudo, tenha em mente que nenhuma profecia da Escritura pode ser interpretada por conta prpria, como uma profecia nunca veio por vontade humana, mas homens movidos pelo Esprito Santo falaram da parte de Deus "(2 Pe 1,20-21). Estes dois textos no se contentam em afirmar a autoridade das Escrituras do povo judaico dizem que a inspirao divina como a base dessa autoridade. B.O Novo Testamento proclamado como as Escrituras do povo judeu 6. A condenao de casal expressa em outros textos: o primeiro, o que est escrito nas Escrituras do povo judeu deve necessariamente ser cumpridas, pois revela o plano de Deus no pode deixar de ser, por outro lado, vida, morte e ressurreio de Cristo correspondem totalmente ao que as Escrituras haviam dito. 1.Necessita de cumprimento das Escrituras A maior expresso da primeira condenao nas palavras ditas por Jesus ressuscitado aos seus discpulos, segundo o Evangelho de Lucas: "Estas so as palavras que eu disse quando ainda estava convosco: necessrio (DEI), que atende a todas as o que est escrito na Lei de Moiss, nos Profetas e nos Salmos a meu respeito "(Lc 24,44). Esta afirmao revela a base da necessidade (dei, "deve") do mistrio pascal de Jesus precisa afirmou em inmeras passagens nos Evangelhos: " necessrio que o Filho do homem sofre muito [] e depois de trs dias ressuscitaria"; 15 "Como pode ento se cumpririam as Escrituras que dizem que necessrio que acontea?" (Mt 26,54), "Ns precisamos desta palavra da Escritura cumprida em mim" (Lc 22,37). Uma vez que absolutamente "necessrio" para cumprir o que est escrito no Antigo Testamento, os eventos ocorrem "para que" o que realizado. Mateus diz que, muitas vezes, a partir do evangelho da infncia, em seguida, na vida pblica de Jesus sobre o pacote de 16 e da Paixo (Mt 26,56). Mark tem um paralelo a esta ltima passagem, em uma frase elptica forte: "Mas [o caso] para cumprir as Escrituras" (Mc 14,49). Lucas no usa esse tipo de expresso, mas John usa-lo quase to frequentemente como Mateus 17. Essa insistncia dos Evangelhos no objetivo atribudas a eventos, "para que se cumpram as Escrituras", 18 do as Escrituras o povo judeu de importncia extraordinria. Implica claramente que esses eventos no teria sentido se no corresponder com as Escrituras. Neste caso, no seria o cumprimento do plano de Deus. 2.Conformidade com a Escritura 7. Outros textos dizem que o mistrio de Cristo, est tudo de acordo com as Escrituras do povo judeu. A pregao crist precoce resumida na frmula querigmtica coletados por Paulo: "Eu entreguei em primeiro lugar, o que tambm recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo o Escrituras e apareceu "(1 Cor 15,3-5). Paulo acrescenta: "Ento, eles e eu isso que pregamos e isso que voc acreditou" (1 Cor 15,11). A f crist ,

portanto, no baseado apenas em eventos, mas sobre a conformidade destes eventos com a revelao nas Escrituras do povo judeu. No caminho para a sua paixo, Jesus disse: "O Filho do Homem vai, como est escrito dele" (Mt 26,24, Mc 14,21). Depois de sua ressurreio, ele se dedicou a "interpretar, de acordo com as Escrituras, o que causa dele." 19 Em seu discurso aos judeus de Antioquia da Pisdia, Paulo recorda esses acontecimentos, dizendo que "Os habitantes de Jerusalm e seus lderes no reconheclo e, aps a condenao, reuniu-se as escrituras dos profetas que se lem todos os sbados "(At 13,27). Por estas declaraes, o Novo Testamento mostra indissocivel das Escrituras judaicas. Vamos adicionar algumas concluses de prender a ateno que merecem. No Evangelho segundo Mateus, Jesus proclama uma perfeita continuidade entre a palavra da Tor e da f dos cristos: "No acho que vim abolir a Lei ou os Profetas: no vim destruir, mas para cumpri-la" ( Mt 5:17). Esta afirmao teolgica propriedade de Mateus e sua comunidade. Est em tenso com a relativizao do sbado (cf. Mt 12,8.12) e pureza ritual (Mt 15,11) que encontramos em outras palavras do Senhor. No Evangelho segundo Lucas, "o ministrio de Jesus comea com um episdio que, para definir a sua misso, Jesus usa um orculo do Livro de Isaas (Lc 4,17-21; Is 61,12). O final do Evangelho falando amplia a perspectiva de cumprimento "tudo o que est escrito sobre Jesus (Lc 24,44). Os ltimos versos da parbola de Lzaro e do rico (Lc 16,29-31) demonstra de maneira impressionante como essencial, segundo Jesus, "ouvem a Moiss e os Profetas" Sem esta escuta dcil, o maior milagres so inteis. O Quarto Evangelho expressa uma perspectiva semelhante: aqui Jesus d aos escritos de Moiss, perante a autoridade de suas prprias palavras, quando ele diz a seus adversrios: "voc no acredita nos seus escritos, como crereis nas minhas palavras? Se" (Jo 5.47). Em um Evangelho em que Jesus diz que suas palavras "so esprito e vida" (Jo 6:63), esta expresso d a Torah de suma importncia. Nos Atos dos Apstolos, discursos querigmtica dos lderes da Igreja, Pedro, Felipe, Tiago, Paulo e Barnab colocou os acontecimentos da Paixo e da Ressurreio, no Pentecostes e abertura missionria da Igreja, em perfeita continuidade com as Escrituras judaico 20. 3.Conformidade e Diferena 8. Por mais que nunca, afirma explicitamente a autoridade das Esc rituras do povo judeu, os Hebreus mostra claramente que reconhecia essa autoridade, ele continua a citar seus textos para estabelecer o seu ensino e exortaes. A carta contm numerosos de acordo com a revelao proftica, mas tambm afirma em companhia de alguns aspectos de incumprimento. Esse foi o caso nas epstolas paulinas. Nas cartas aos Glatas e aos Romanos, o apstolo afirma a partir da Lei de mostrar que a f em Cristo ps fim ao regime da lei demonstra que a Lei como revelao anunciou a sua prpria morte como instituio necessria para salvao. 21 A frase mais significativa neste sentido o de Rm 3.21, onde o apstolo afirma que a manifestao da justia de Deus na justificao dada pela f em Cristo fez ", independentemente da lei", mas, entretanto, "de acordo com o testemunho da Lei e os Profetas." Da mesma forma, a Epstola aos Hebreus mostra como o mistrio de Cristo cumpriu as profecias e aspecto prefigurativa das Escrituras judaicas, mas se comporta ao mesmo tempo, um aspecto de noconformidade com as velhas instituies: como os orculos de Sal 109 (110), 1,4, a situao glorificado de Cristo, para que o assunto, no de acordo com o sacerdcio levtico (cf. 7,11.28). A declarao de fundo permanece o mesmo. Os escritos do Novo Testamento reconhecem que as Escrituras do povo judeu tem um valor permanente da revelao

divina. Eles esto em uma relao positiva para eles, quando tomado como base para confiar. Por conseguinte, a Igreja sempre defendeu que as Escrituras do povo judeu uma parte integrante da Bblia crist. C.oral e escrita na tradio do judasmo e do cristianismo 9. Entre a Escritura ea Tradio so as tenses em muitas religies. Ocorrer no Oriente (hindusmo, budismo, etc) e do Isl. A palavra escrita no pode expressar totalmente a tradio. Eles so completos, uma vez que, para as adies e as interpretaes tambm acaba sendo posta por escrito. O ltimo, entretanto, esto sujeitas a certas limitaes. Isto pode ser visto no cristianismo e judasmo, em parte, com aspectos comuns e em parte diferente. Uma caracterstica comum que as duas religies so em grande parte concordou com a determinao do cnon das Escrituras. 1.Escritura e na Tradio do Velho Testamento e do Judasmo Tradio raas Escritura. A origem dos textos do Antigo Testamento e da histria da formao do cnone resultaram em uma extensa pesquisa nos ltimos anos. Ele chegou a um consenso, pelo qual o final do primeiro sculo dC, o lento processo de formao de um cnon da Bblia hebraica foi praticamente completa. Esta taxa inclui a Tor, os Profetas ea maioria dos "escrita". Muitas vezes difcil determinar a origem de cada um dos livros. Em vrios casos, deve se contentar com hipteses. Estas so baseadas principalmente em observaes feitas no estudo crtico das formas e da tradio escrita. Concluiu-se que os preceitos tradicionais foram reunidos em colees, que tm vindo a ser gradualmente includos nos livros do Pentateuco. Muitas histrias tradicionais tambm foram anotados e agrupados. Mais tarde se juntou a narrativa e regras de conduta. As profecias foram coletados e reunidos em livros com os nomes dos profetas. Eles tambm se encontraram textos Sabedoria, salmos e histrias ensino de pocas posteriores. Tradio posteriormente um "segundo as Escrituras" (Mishn). Nenhum texto escrito suficiente para expressar toda a riqueza de uma tradio. 22 Os textos sagrados da Bblia deixa em aberto muitas questes sobre a compreenso adequada da f de Israel e as medidas a tomar. Isso levou a do fariseu e do judasmo rabnico um longo processo de produo de textos escritos, desde a "Mishn" ("segundo texto"), escrito no incio do terceiro sculo de Jud ha-Nasi, a "Tosefta" ("Suplemento" ) e do Talmud, na sua forma dual (Babilnia e Jerusalm). Apesar de sua autoridade, essa interpretao no foi considerado suficiente em pocas sucessivas, de modo que foi adicionado rabnica explicaes posteriores. Esses acrscimos no sero reconhecidos a mesma autoridade que o Talmud, s ajudam a interpretar. Para questes que permanecem em aberto devem respeitar as decises do Rabinato Chefe. Assim, o texto escrito poderia dar origem a novos desenvolvimentos. Entre o texto escrito ea tradio oral permanece e se manifesta uma tenso. Limita o papel da Tradio. Quando colocado por escrito para se juntar a Escritura, tradio regras no permite adquirir a mesma autoridade como Escritura, no parte do "mos manchadas Escritos", que significa "que so sagradas e so bem -vindas, como tal, na liturgia. O Mishnah, o Talmud Tosefta e tm o seu lugar na sinagoga como local de estudo, mas no so lidos na Liturgia. Em geral, o valor da tradio medida pela sua conformidade com a Tor. A leitura ocupa um lugar privilegiado na liturgia da sinagoga. Ele acrescentou trechos dos Profetas. Segundo uma antiga crena judaica, a Tor foi criado antes da criao do mundo. Os samaritanos no aceitam qualquer outro livro das Escrituras. Os saduceus, por sua vez, rejeitou toda tradio normativo fora da lei e os profetas. Por outro lado, o judasmo rabnico fariseu e diz que, juntamente com a lei escrita no uma lei oral, que era ao mesmo tempo dado a Moiss e possui a

mesma autoridade. Ele declara um tratado da Mishn: "No Sinai, Moiss recebeu a Lei Oral e entregou a Josu, Josu para o velho, velho com os profetas e os profetas entregaram aos membros da Grande Sinagoga"(Abot 1,1). Como podemos ver, h considervel diversidade na maneira de conceber o papel da tradio. 2.Escritura e tradio no cristianismo primitivo 10. Engendra Escritura, Tradio. No incio do cristianismo, podemos ver uma evoluo semelhante do judasmo, mas com uma diferena inicial: os primeiros cristos tinham escrituras desde o incio, porque, como judeus, reconhecidas como as escrituras da Bblia de Israel. Eles estavam at mesmo as Escrituras apenas reconhecido. A estes acrescentam-lhes uma tradio oral, "o ensino dos Apstolos" (At 2,42), transmitindo as palavras de Jesus ea histria dos acontecimentos ao seu redor. Evangelho catequese tomou forma muito lenta. Para melhor garantir a sua fiel transmisso, foram escritas as palavras de Jesus e outros textos narrativos. Foi elaborado com a redao dos Evangelhos, que no foi cumprido mais de algumas dezenas de anos aps a morte e ressurreio de Jesus. Por outro lado, estavam escrevendo frmulas de profisso de f e de hinos litrgicos, que so incorporados nas Cartas do Novo Testamento. Estas cartas de Paulo e outros apstolos e os lderes foram lidas em primeiro lugar na Igreja dirigida (cf. 1 Ts 5,27), em seguida, foram transferidos para outras igrejas (cf. Col 4,16) e preservou a ser relidos outras ocasies. Mais tarde, eles foram considerados como Escritura (cf. 2 Ped 3:15-16) e anexado aos Evangelhos. Assim, o cnon do Novo Testamento foi formando gradualmente dentro da Tradio Apostlica. Escritura, Tradio completa. partes o cristianismo com o judasmo a convico de que a revelao de Deus no pode ser plenamente expressa em textos escritos. Esta convico expressa no final do quarto Evangelho, que diz que o mundo no poderia conter os livros que teria que escrever para te dizer tudo o que Jesus fez (Jo 21:25). Alm disso, a tradio viva essencial para viver e escrever atualizado. Recordamos o ensino da fala aps o jantar, sobre o papel do "Esprito da verdade" aps a partida de Jesus. O Esprito vai lembrar a todos os discpulos de que Jesus disse (Jo 14:26), dar testemunho dele (15.26) guiar os discpulos em toda a verdade "(16:13), dando-lhes uma compreenso mais profunda a pessoa de Cristo, a sua mensagem e seu trabalho. Atravs do Esprito, a tradio continua viva e dinmica. Aps a constatao de que a pregao apostlica "expressa de uma maneira especial (" Ento exprimitur speciali ") nos livros inspirados, o Segundo Conselho do Vaticano assinala que a tradio para" uma compreenso mais profunda da Igreja Santo escrita e retorna continuamente operacional "(Dei Verbum, 8). Escritura definido como" Palavra de Deus estabelecidos por escrito sob a inspirao do Esprito divino ", mas a tradio que" transmite aos sucessores dos apstolos a Palavra Deus que lhes foi confiada por Cristo Senhor e pelo Esprito Santo, para que iluminados pelo Esprito da verdade, manter e propagar a expor fielmente na sua pregao "(DV 9):. O Conselho conclui:" Assim a Igreja no deriva no s das Escrituras sua certeza sobre todas as revelou. verdades para "E acrescenta:" Ento, ser recebidos e venerados ambos com o mesmo esprito de piedade "(DV 9). Prprios limites da contribuio da tradio. Como pode haver na igreja crist, uma tradio que materialmente acrescentar algo palavra das Escrituras? Esta questo tem sido debatida na histria da teologia. O Conclio Vaticano II parece ter deixado em aberto, mas pelo menos ele se recusou a falar sobre "duas fontes de revelao", que seria a Escritura ea Tradio, pelo contrrio, disse que "a Sagrada Tradio ea Sagrada Escritura forma um sagrado depsito da Palavra de Deus confiado Igreja "(Dei Verbum 10). Este rejeitou a ideia de uma tradio completamente independente da

Escritura. Pelo menos em um ponto, a prpria participao do Conselho do menciona uma tradio, mas um ponto de mxima importncia: a Tradio "d a conhecer Igreja o Cnon completo dos livros sagrados" (DV8). Assim, a Escritura ea Tradio so muito inseparveis. 3.Comparao entre as duas perspectivas 11. Como mencionado acima, a relao entre Escritura e Tradio correspondncias formais no judasmo e no cristianismo. Em um ponto a correspondncia mais ainda, j que as duas religies concordam sobre o patrimnio comum da expresso "as Sagradas Escrituras de Israel" 23. Mas a partir de uma perspectiva hermenutica, perspectivas diferentes. Para todas as correntes do Judasmo no perodo da formao do cnone, a Lei estava no meio. Na verdade, ela encontrou as instituies essenciais revelada por Deus e confiado para governar a vida religiosa, moral, jurdica e poltica da nao judaica aps o exlio. A coleo contm palavras dos profetas, tambm inspirado por Deus, transmitida pelos profetas reconhecidos como autnticos, mas nenhuma lei pode constituir a base para as instituies. A este respeito, os profetas em segundo lugar. Os "Escritos" no composta ou leis ou palavras profticas: ocupam, portanto, um terceiro lugar. Esta abordagem hermenutica no foi tomada pelas comunidades crists, judaico-crist, exceto, talvez, ambientes, juntamente com o judasmo fariseu, por respeito lei A tendncia geral no Novo Testamento dar mais importncia aos textos profticos, entendida como um aviso o mistrio de Cristo. O apstolo Paulo e os hebreus, no hesite em argumentar contra a Lei Por outro lado, o cristianismo primitivo em relao aos zelotes, o apocalptico poder Essnios, com o qual compartilha a expectativa messinica, apocalptica. Judasmo helenstico tem um conjunto mais amplo das Escrituras e mais sabedoria, capaz de promover as relaes interculturais. Mas o que distingue o cristianismo primitivo de todos os fluxos tal a convico de que a promessa proftica escatolgica no deve ser considerado simplesmente como um objeto de esperana para o futuro, desde a sua implantao j havia comeado com Jesus de Nazar, o Messias. Fale com ele no final das Escrituras judaicas, o que quer que a sua extenso, luz do que deveria ser lido nas Escrituras para ser plenamente compreendido. D.mtodos judaica de exegese empregada no Novo Testamento 1.Judaica mtodos de exegese 12. Judasmo, chamou a partir das escrituras a sua compreenso de Deus e do mundo e de desgnios de Deus. A expresso mais clara da forma como "os contemporneos de Jesus interpretavam as Escrituras aparece em Manuscritos do Mar Morto, os manuscritos copiados entre o segundo sculo aC e 60 dC, em um perodo bem prximo ao ministrio de Jesus e da formao de Evangelhos. Convm, no entanto lembrar que estes documentos expressam apenas um aspecto da tradio judaica, a partir de um fluxo particular dentro do judasmo e no representam como um todo. Antigos testemunhos rabnicos sobre um mtodo de exegese, com base no outro lado em textos do Antigo Testamento, uma srie de sete "regras" tradicionalmente atribuda ao rabino Hillel (m. 10 AD). Mesmo que esta atribuio no pode ser justificada, os sete Midot certamente representam uma codificao dos modos contemporneos de argumentar a partir das Escrituras, especialmente para da tirar as regras de conduta. Outra maneira de usar as Escrituras podem ser vistos nos escritos do primeiro sculo, historiadores judeus, particularmente Josefo, embora seja empregado no Antigo Testamento. Consiste na utilizao de termos bblicos para descrever os acontecimentos e, assim, ilustrar o seu significado. Assim, o retorno do exlio na Babilnia

apresentada em termos que lembram a libertao da opresso egpcia nos dias do xodo (Is 43,16-21). A restaurao definitiva de Sio representado como um novo den. 24 Em Qumran, amplamente utilizada uma tcnica similar. 2.Exegese de Qumran eo Novo Testamento 13. Do ponto de vista da forma e mtodo, o Novo Testamento, especialmente os Evangelhos, tem grandes semelhanas com Qumran na maneira de usar as Escrituras. As frmulas para inserir compromissos so frequentemente os mesmos, por exemplo, "est escrito", como est escrito "," como foi dito. " uso semelhante da Escritura provm de uma perspectiva bsica similar nas duas comunidades, de Qumran eo Novo Testamento. Mais e mais comunidades foram escatolgica, que viu as profecias bblicas como cumprida em seu prprio tempo, mas de uma forma que superou a expectativa e compreenso dos profetas original tinha falado. Mais uma vez e estavam convencidos de que um completo entendimento das profecias tinha sido revelado a seu fundador e transmitido por ele em Qumran, o "Mestre de Justia", para os cristos, Jesus. Assim como nos pergaminhos de Qumran, determinados textos bblicos so usados no Novo Testamento em seu sentido literal e histrica, enquanto outros so aplicados de forma mais ou menos forada situao actual. Acredita-se que as Escrituras continham as palavras do prprio Deus. Certas interpretaes, em um ou outro conjunto de textos, fazer uma palavra separada de seu contexto e seu significado original e atribuir um sentido que no corresponde aos princpios da exegese moderna. Deve-se notar, contudo, uma diferena importante. Nos textos de Qumran, o ponto de partida a Escritura. Certos textos, como o Habacuc Pesh esto executando o comentrio de um texto bblico que se aplicam, verso por verso, para a actual situao, os outros so coletneas de textos relacionados ao tema, por exemplo11q Melquisedeque sobre a era messinica. No Novo Testamento, ao contrrio, o ponto de partida a vinda de Cristo. A tentativa de no aplicar a Escritura para o momento presente, mas para explicar e discutir a vinda de Cristo luz da Escritura. Isso no exclui usando as mesmas tcnicas de comentrio, s vezes com uma semelhana impressionante, como em Rom 10,5-13 e os hebreus 25. 3.mtodos rabnicos no Novo Testamento 14. Os judeus tradicionais mtodos de argumento bblico para o estabelecimento de regras de conduta, mais tarde codificado pelos rabinos, so usados com freqncia, tanto nas palavras de Jesus nos Evangelhos contidas nas cartas. Os repetidos na maioria das vezes so os Midot dois primeiros ("Regras") de Hillel, o qal wa homer e chavh shawah.26 corresponde aproximadamente a um argumento a fortiori eo argumento por analogia. Uma caracterstica que muitas vezes o argumento sobre o significado de uma palavra. A direo definido pelo aparecimento da palavra em um contexto e, em seguida, aplicado, s vezes completamente artificial, em outro contexto. Esta tcnica tem uma notvel semelhana com a prtica Midrash rabnico, mas ao mesmo tempo, mostra uma diferena caracterstica: o Midrash rabnico, opinies diversas so cotados a partir de vrias autoridades, porque uma tcnica de argumentao, enquanto o Testamento 'Jesus nova autoridade crucial. Paulo usa estas tcnicas com uma frequncia especiais, particularmente em suas discusses com os adversrios aprenderam judeus, cristos ou no. Um mtodo frequentemente utilizado para combater a posio tradicional no judasmo ou para expor os principais pontos de sua prpria doutrina 27. argumentos rabnicos so igualmente na Carta aos Efsios e Hebreus. 28 A Carta de Judas, por sua vez, composto principalmente de explicaes exegticas semelhantes aos pesharim ("interpretaes") encontrados nos pergaminhos de Qumran e, em alguns

escritos apocalpticos. A Carta usa figuras e exemplos, e uma estrutura de cadeia verbal, tudo em conformidade com a tradio judaica de exegese bblica. Uma forma particular de exegese judaica encontrado no Novo Testamento a homilia na sinagoga. Segundo Joo 6,59, o discurso sobre o Po da Vida foi dado por Jesus na sinagoga de Cafarnaum. Sua forma corresponde muito de perto para que as homilias da sinagoga do primeiro sculo, a explicao de um texto do Pentateuco, com o apoio de um texto dos profetas, em seguida, explica que cada frase do texto e introduziu ajustamentos menores em forma de palavras para se adequar a nova interpretao. Caractersticas do modelo so tambm um dos discursos de missionrios em Atos dos Apstolos, especialmente sinagoga sermo de Paulo em Antioquia da Pisdia (At 13,1741). 4.Aluses ao Antigo Testamento significativa 15. O Novo Testamento freqentemente usa aluses bblicas para eventos como um meio de mostrar a importncia de determinados acontecimentos na vida de Jesus. As narrativas da infncia de Jesus no Evangelho de Mateus no revela seu pleno sentido se for lido no contexto do e ps-bblico Moiss bblico. A infncia do Evangelho de Lucas ainda mais em relao ao estilo de aluses bblicas encontradas no primeiro sculo nos Salmos de Salomo, ou os hinos de Qumran, os Cnticos de Maria, Zacarias e Simeo podem ser comparados com os hinos de Qumran. 29 Alguns acontecimentos na vida de Jesus como a teofania quando do seu batismo, sua transfigurao, a multiplicao dos pes e caminhar sobre a gua, o que significa tambm contm aluses a acontecimentos e histrias do Velho Testamento. A reao dos ouvintes com as parbolas de Jesus (por exemplo, que os inquilinos assassina, Mt 21,33-43 par) foram utilizados para demonstrar que o uso do simbolismo bblico, como uma tcnica destinada a expressar uma mensagem ou dar uma lio. Entre os Evangelhos de Mateus o nico que regularmente apresenta o maior grau de familiaridade com as tcnicas utilizadas Escrituras judaicas. Muitas vezes, citou as Escrituras no caminho de pesharim Qumran, faz amplo uso deles para os seus argumentos jurdicos ou simblica de uma forma que mais tarde se tornou comum nos escritos rabnicos. Mais do que os outros Evangelhos, usado em suas histrias (o Evangelho de crianas episdio da morte de Judas, a interveno da mulher de Pilatos) os procedimentos de midrash narrativa. O uso freqente do estilo rabnico de argumentao, especialmente nas cartas paulinas e da Carta aos Hebreus testifica indubitvel que o Novo Testamento vem da matriz do judasmo e est impregnado na mentalidade dos comentadores judeus da Bblia. E.A extenso do cnon das Escrituras 16. chamado de "cnone" (kanon grego, "regra") para a lista dos livros reconhecidos como inspirados por Deus e vlido como regra de f e moral. A questo que nos interessa aqui a formao do cnon do Antigo Testamento. Situao1.No judasmo diferenas entre os judeus do cnon das Escrituras 30 e os cristos do cnon do Antigo Testamento. H 31 Para explicar essas diferenas, que era geralmente admitido que, no incio da era crist, havia dois cnones do judasmo: o cnon hebraico palestino, o nico que mais tarde foi detido pelos judeus, e um cnon grego de Alexandria, maior (dado o nome de "Septuaginta"), que foi adotado pelos cristos. Pesquisas e descobertas recentes contestam essa viso. Agora parece mais provvel que no momento do nascimento do cristianismo, as colees de livros da Lei e os Profetas foram trancados em uma forma textual substancialmente idntica do nosso Velho Testamento hoje. A coleo de "Escritos", entretanto, no foi to bem definido,

nem na Palestina nem na dispora judaica, ou o nmero de livros ou quanto forma de seu texto. No final do sculo, parece que entre 22 e 24 livros foram bem recebidas pelos judeus, 32 sagrado, mas s muito mais tarde tornou-se a lista exclusiva. 33 Quando voc definir os limites do cnon hebraico, os livros deuterocannicos no so Foram includos na mesma. Muitos dos livros que faziam parte de um terceiro grupo definido pelo mal de textos religiosos, foram lidos regularmente pelas comunidades judaicas de todo o primeiro sculo depois de Cristo. Foram traduzidas para o grego e circulavam entre os judeus helenizados, tanto na Palestina e na dispora. 2. Situao na Igreja Primitiva 17. Os primeiros cristos eram em sua maioria judeus da Palestina ", em hebraico" ou "helenstico" (cf. At 6,1): a sua opinio sobre as Escrituras refletem as do seu ambiente, mas estamos mal informados a este respeitoMais tarde, os escritos do Novo Testamento mostram que circulam entre as comunidades crists literatura sagrada maior do que o cnon hebraico. Tomados em conjunto, os escritores do Novo Testamento mostram a conscincia do s livros deuterocannicos e alguns no -cannicos, como o nmero de livros citados no Novo Testamento supera no s o cnon hebraico, mas a conjectura quanto ao cnon Alexandrino. 34 Quando o Cristianismo se espalhou pelo mundo helnico, continuou a usar o livro sagrado do Judasmo tinha sido helenizado. 35 Sabemos que os cristos eram expresso grega das escrituras judaicas, sob a forma da Septuaginta, mas no sei exatamente de que forma, desde os anos setenta chegaram at ns em manuscritos cristos. Parece que a Igreja recebeu um conjunto de escrituras sagradas, no interior do judasmo se tornou forma cannica. Quando o judasmo decidiu fechar seu cnone prprio, a Igreja Crist foi suficientemente autnomos em relao ao judasmo e no sentir imediatament e afetados por ela. Somente em uma hora mais tarde e fechou o cnon hebraico comeou a exercer alguma influncia sobre a posio dos cristos. 3. A formao do cnone cristo 18. O Antigo Testamento da Igreja primitiva assumiu formas diferentes nas vrias regies, como evidenciado por vrias listas da poca patrstica. A maioria dos escritores cristos do segundo sculo, e os manuscritos da Bblia durante sculos IV e posterior utilizao ou contm um grande nmero de livros sagrados do judasmo, inclusive algumas que no foram admitidos no cnon hebraico. Somente aps os judeus tinham definido seu cnone, ele pensou que a igreja de fechar seu prprio cnon do Antigo Testamento. Faltam informaes sobre a forma de como proceder e as razes que foram alegadas para incluir este livro no cnon e rejeitar um presente. Voc pode, no entanto, traar um panorama da evoluo do tema na Igreja, tanto do Oriente e do Ocidente. No Oriente, a partir do tempo de Orgenes (entre 185 e 253), procura moldar o uso cristo do cnon hebraico de 2.224 livros, com diferentes combinaes e esquemas. O prprio Orgenes tambm estava ciente da existncia de inmeras diferenas textuais, por vezes considervel, entre o hebraico e grego bblico. Nesta edio adicionado ao de vrias listas de livros. Os esforos feitos para se adaptarem ao cnon hebraico eo texto no privar os cristos do Oriente, os autores utilizaram em seus livros de escrita que no tivesse sido admitido no cnon hebraico, ou para os outros a seguir o texto da Septuaginta. A idia de que o cnon hebraico foi a preferida pelos cristos parece ter ocorrido na Igreja do Oriente uma impresso profunda e duradoura. No Ocidente tambm mantm uma maior utilizao dos livros sagrados, que Agostinho , em sua defesa. Quando s e trata de escolher os livros a serem includos no cnon, Agostinho (354 -430) baseou seu parecer sobre a prtica da Igreja. No V cedo, alguns conselhos tomou posio para definir o cnon do Antigo Testamento. Mesmo que esses eram apenas os conselhos region ais, expressa por unanimidade em sua lista

faz uso representante da igreja no Ocidente. Quanto s diferenas textuais entre a Bblia em grego e hebraico, Jernimo baseou sua traduo do texto hebraico. Para os livros deuterocannicos so geralmente felizes para corrigir a traduo em latim (Vetus Latina). Desde ento, a tradio ocidental Igreja reconhece uma dupla texto bblico hebraico dos livros do cnon hebraico da Bblia e do grego para outros livros, todos em traduo latina. Construindo uma tradio de sculos, o Conclio de Florena em 1442 e, posteriormente, de Trento, em 1564, dissipado, para os catlicos, as dvidas e incertezas. Sua lista composta de 73 livros, recebidos como sagrados e cannicos, como eles foram movidos pelo Esprito Santo: 46 para os 27 do Antigo Testamento e do Novo Testamento. 36 Assim, a Igreja Catlica fez a sua carga final. Para determinar essa taxa, o Conselho baseou -se no uso constante da Igreja. Adotando esta ampla cnon hebraico, preservou uma memria autntica das or igens crists, pois, como vimos, o cnon hebraico, mais limitado depois do tempo de formao do Novo Testamento. II. QUESTES ESCRITURA do povo judeu E RECEPO F EM CRISTO 19. As escrituras do povo judeu, que recebeu como a autntica Palavra de Deus, a Igreja crist tem se juntou a outras Escrituras, para expressar sua f em Jesus Cristo. Daqui resulta que a Bblia crist no inclui um nico "Will", mas dois "Testamentos", o Velho eo Novo, que mantm relaes muito complexo, dialtico. Para quem quer uma imagem fiel das relaes entre a Igreja Crist e do povo judeu, essencial para o estudo dessas relaes. Seu entendimento foi alterado ao longo do tempo. Este primeiro captulo apresenta uma viso geral dessas mudanas e, em seguida passa ao estudo mais acurado das questes fundamentais que so comuns a ambos os Testamentos. A. compreenso crist da relao entre o Antigo eo Novo Testamentos 1. Afirmao de uma relao de re ciprocidade Para chamar de "Antigo Testamento" da Igreja Crist no queria de forma alguma sugere que as Escrituras do povo judeu j tinha expirado e que poderia fazer sem eles. 37 Ele sempre afirmou o contrrio: Antigo e Novo Testamento so inseparveis. Sua primeira relao precisamente isso. Quando, incio do sculo II, Marcio queria rejeitar o Antigo Testamento, foi recebida com total oposio da Igreja ps -apostlica. Por outro lado, a sua rejeio da Marcion Velho Testamento levou a rejeitar a maio r parte do Novo: ele retm mais do que o Evangelho de Lucas e algumas das cartas de Paulo, demonstrando claramente que sua posio era insustentvel. luz do Antigo Testamento que o novo entendimento da vida, morte e glorificao de Jesus (cf. 1 Corntios 15:3-4). Mas a relao recproca: de um lado, as afirmaes do Novo Testamento deve ser lido luz do Antigo, mas tambm convida o outro lado, a "releitura" do Antigo luz de Jesus Cristo (cf. Lc 24,45) . Como essa "reviso"? Estende -se a "todas as Escrituras" (Lc 24:27), com "tudo o que est escrito na Lei de Moiss, nos Profetas e nos Salmos" (v. 44), mas o Novo Testamento nos d mais do que um alguns exemplos, sem elaborar a teoria de um mtodo. 2. Releitura do Antigo Testamento luz de Cristo Os exemplos dados mostram que foram utilizados diversos mtodos, tomadas a partir da cultura do mundo circundante, como vimos acima. 38 Os textos falam do tipo 39 e lido luz do Esprito (2 Cor 3,14 -17). Sugerir a idia de dois nveis de leitura: um sentido original, perceptvel primeira vista, e posterior interpretao, como foi revelado luz de Cristo. No judasmo, era usado para fazer alguma releitura. O Antigo Testamento vai para

essa dinmica. re-ler, por exemplo, o episdio de Mana no foi negado os dados originais, mas aprofundou seus sentidos, ver um smbolo do man que a Palavra de Deus continuamente alimentado o seu povo (cf. Dt 8,2 - 3). Os livros das Crnicas so uma releitura do livro de Gnesis e os livros de Samuel e Reis. As especificida des na interpretao crist que ela , como vimos, luz de Cristo. A nova interpretao no contradiz o sentido original. O apstolo Paulo afirma claramente que "os orculos de Deus foram confiadas" para os israelitas (Rm 3.2) e considera que estes orc ulos eram evidentes e podem ser lidas e compreendidas antes da vinda de Jesus. Quando ele fala da cegueira dos judeus na "leitura do Antigo Testamento" no (2 Cor 3,14), para citar uma completa incapacidade de ler, mas a incapacidade de releitura, luz de Cristo. 3. Alegrica releitura 20. No mundo helenstico o mtodo foi diferente. exegese crist tambm servia. Os gregos interpretaram seus textos clssicos, por vezes, transformando -os em alegorias. Escreva um comentrio sobre poemas antigos, como as obra s de Homero, em que os deuses so tratados como homens caprichoso e vingativo, homens de letras que lhes so atribudos mais aceitvel do ponto de vista da religio e moral, argumentando que o poeta tinha expressado alegoricamente e realmente queria descre ver conflitos psicolgicos humanos e as paixes da alma, na fico de luta entre os deuses. Neste caso, o sentido mais espiritual estava desaparecendo novamente o sentido original do texto. Os judeus da dispora, por vezes, esse mtodo, em especial, para j ustificar aos olhos do mundo helenista certos requisitos da lei, tomado ao p da letra, poderia parecer sem sentido. Filo de Alexandria, fez na cultura helenstica, se movendo nesta direo. Uma tima maneira s vezes desenvolvem significado original, mas s vezes, leva uma leitura alegrica que anula completamente. Com o tempo, sua exegese foi rejeitado pelo judasmo. No Novo Testamento, uma nica meno de "algo dito por uma alegoria" (allgoroumena: Gl 4:24), mas na verdade do tipo, ou seja, os perso nagens citados no texto antigo so apresentados como uma evocao das coisas por vir, sem pr em causa a sua existncia minimamente histria. Outro texto de prtica de Paulo de alegoria para interpretar um detalhe da lei (1 Cor 9,9), mas esse mtodo nunca tida por ele como uma orientao geral. Pelo contrrio, os Padres da Igreja e os autores medievais fazer um uso sistemtico da alegoria, no seu desejo de oferecer uma atualizao de interpretao, rica em aplicaes de vida crist, a Bblia inteira para os mais pequenos detalhes, tanto do Novo o Antigo Testamento. Orgenes, por exemplo, o pedao de madeira que servia a Moiss para voltar para as guas doce amargo (Ex 15,22 -25) v uma aluso ao madeiro da cruz, no cordo vermelho que Raabe foi o reconhecim ento casa (Josu 2,18), uma aluso ao sangue do Salvador. Aproveitou -se de todos os elementos susceptveis de fornecer um ponto de contacto entre as realidades episdio do Antigo Testamento e crist. Este foi encontrado em cada pgina do Antigo Testament o uma multido de referncias diretas e especficas a Cristo e vida crist, mas havia o risco de separar todos os detalhes de seu contexto e para reduzir a nada as relaes entre o texto bblico ea realidade histria da salvao. A interpretao mais a rbitrria. No h dvida de que a educao lhe tinha dado coragem, porque ele foi inspirado pela f e guiada pelo conhecimento de toda a Escritura lida dentro da tradio. Mas esse estudo no foi baseada no texto disse. Foi adicionado. Era inevitvel, port anto, que no momento em que este mtodo tem os sucessos mais bonita, entra em uma crise irreversvel. 4. Regresso ao sentido literal Toms de Aquino viu claramente que ele assumiu a convencionalidade inconsciente exegese alegrica: o comentador no pde en contrar um texto mais do que j sabia de antemo e saber que tinha que ser encontrada literalmente em outro texto. Da a concluso de que trouxe Toms de Aquino no pode argumentar validamente do

alegrico, mas apenas do sentido literal. 40 A preferncia para o sentido literal, que comeou na Idade Mdia no parou desde confirmada. O estudo crtico do Antigo Testamento tem sido cada vez mais nessa direo, at a supremacia do mtodo histrico -crtico. Mas levou um processo inverso: a relao entre as realid ades do Antigo Testamento e crist tem sido restrita a um nmero limitado de textos. Hoje existe o risco de cair no excesso oposto, que negar um todo, no apenas os excessos do mtodo alegrico, mas a exegese toda patrstica e da prpria idia de uma lei tura crist e cristolgico dos textos do Antigo Testamento. Da o esforo iniciado em teologia contempornea, de diferentes maneiras que ainda no chegaram a um consenso e restabelecer uma interpretao crist do Antigo Testamento, livre do arbtrio e resp eito ao significado original. 5. A unidade do desgnio de Deus e da noo de cumprimento 21. O oramento a teologia fundamental que o plano salvfico de Deus que culmina em Cristo (cf. Ef 1,3-14), unitria, mas tem feito progressos ao longo do tempo. Unidade aparncia eo aparecimento gradual so igualmente importantes, tambm, a continuidade em determinados pontos e descontinuidade em relao a outros. Desde o incio, a ao de Deus na sua relao com os homens tender para um cumprimento final e, assim, comear a manifestar certos aspectos que ser constante: Deus revela se chamado, baseia-se misses, promessas, lanamentos, faz aliana. As primeiras realizaes, para vislumbrar algo temporrio e imperfeitos que somos, do cumprimento final. Isto partic ularmente visvel em determinados temas principais desenvolvidos ao longo de toda a Bblia, do Gnesis ao Apocalipse: a forma, o banquete, a morada de Deus entre os homens. Com a sua leitura contnua dos eventos e textos do Antigo Testamento se abre, progressivamente, a perspectiva de um cumprimento final e final. xodo, a experincia original da f de Israel (cf. Dt 6,20 -25, 26,5-9), torna-se um modelo para experincias subsequentes da salvao. O lanamento do exlio babilnico ea perspectiva de uma salvao escatolgica descrito como um novo xodo. 41 A interpretao crist nesta linha, mas com a diferena que feita de conformidade substancialmente como o mistrio de Cristo. A noo de respeito um conceito extremamente complexo, de 42 anos que pod e ser facilmente distorcida, como se algum insiste unilateralmente sobre continuidade e descontinuidade mais. A f crist reconhece a plenitude em Cristo das Escrituras e as esperanas de Israel, mas no entende o desempenho como a simples constatao do que foi escrito. Tal conceito seria redutora. De fato, no mistrio de Cristo crucificado e ressuscitado, a aplicao feita de forma imprevisvel. Implica uma superao. 43 Jesus no se limita escrita e desempenhando um papel, o papel do Messias, mas d a noo de Messias e da salvao, a plenitude que ningum poderia imaginar com antecedncia: o total de novos contedos. Voc pode at falar isso sobre uma "nova criao". 44 realmente seria errado considerar as profecias do Antigo Testamento como uma espcie de primeiras fotografias de eventos futuros. Todos os textos, incluindo aqueles que mais tarde foram lidas como profecias messinicas, tiveram um valor imediato e significado para os seus contemporneos, antes de adquirir um significado mais amplo par a os ouvintes futuro. O messianismo de Jesus tem uma maneira nova e sem precedentes. O primeiro gol do profeta de seus contemporneos a capacidade de compreender os acontecimentos do seu tempo a partir da perspectiva de Deus. Devemos, portanto, renunciar insistncia excessiva, caracterstica de uma certa apologtica, sobre o valor probatrio atribudo ao cumprimento da profecia. Esta nfase tem ajudado a se tornar mais grave o julgamento dos cristos sobre os judeus e sua leitura do Antigo Testamento: a referncia mais bvia a de Cristo nos textos do Antigo Testamento, mais considerado inescusvel descrena e obstinada dos judeus. Mas a descoberta de uma descontinuidade entre ambos os Testamentos e de superar as perspectivas de idade no devem conduz ir a uma espiritualizao unilateral. Qual

tem sido cumprida em Cristo deve ser cumprida em ns e no mundo. A aplicao final ser o final, com a ressurreio dos mortos, o novo cu ea nova terra. As esperanas messinicas dos judeus, no intil. Pode se tornar para ns cristos um estimulante poderoso para manter viva a dimenso escatolgica da nossa f. Ns e eles vivem em expectativa. A diferena que para ns aquele que tem os traos de Jesus que veio e j est presente e atuante entre ns. 6. Perspectivas Actuais O Antigo Testamento, por si s tem valor imenso, como a Palavra de Deus. Ler o Antigo Testamento, como cristos, no significa que eles querem encontrar em cada canto de referncias diretas a Jesus e s realidades crists. verdade que os c ristos em toda a economia do Velho Testamento est se movendo em direo a Cristo, se voc ler o Antigo Testamento luz de Cristo, pode, em retrospecto, para perceber alguma coisa desse movimento. Mas como um movimento, um progresso lento e difcil ao longo da histria, a cada evento e cada texto colocado em um determinado ponto da estrada, a uma distncia maior ou menor de seu mandato. Releia a posteriori, com os olhos do cristo, ou seja, ambos so vistos como movendo em direo a Cristo e distnc ia em relao a ele, a antecipao e diferena. Por outro lado, o Novo Testamento no pode ser plenamente compreendido luz do Antigo. A interpretao crist do Antigo Testamento , portanto, interpretada de forma diferente para diferentes tipos de textos . No confusamente se sobrepe lei e do Evangelho, mas distingue cuidadosamente as fases da histria da revelao e da salvao. uma interpretao teolgica, mas tambm cheia de histria. Longe de excluir o histrico-crtico, necessrio. Quando o leito r cristo percebe que o dinamismo interno do Antigo Testamento, encontra o seu ponto de chegada em Jesus, isto retrospectiva, cujo ponto de partida que no se encontrem nos textos, como tal, mas nos eventos do Novo Testamento, proclamada pelo pregao apostlica. Voc no deve, portanto, dizer que o judeu no o que foi anunciado nos textos, mas o cristo, luz de Cristo e do Esprito, descobre nos textos uma plenitude de significado que estava escondida nele. 7. Contribuio da leitura judaica da Bb lia 22. O choque do extermnio dos judeus (Shoah) durante a Segunda Guerra Mundial levou a todas as Igrejas de repensar completamente seu relacionamento com o Judasmo e, conseqentemente, a sua interpretao da Bblia judaica, o Velho Testamento. Alguns tm perguntado se os cristos no devem se arrepender de ter monopolizado a Bblia judaica, tornando -se uma leitura na qual nenhum judeu reconhecido. Deve, ento, agora os cristos ler a Bblia como os judeus, realmente respeito a sua origem judaica? razes hermenutica nos obrigam a dar uma resposta a esta pergunta. Como ler a Bblia e leu o Judasmo necessariamente implica a aceitao de todos os oramentos, ou seja, a aceitao do judasmo fazer, especialmente a autoridade dos escritos e tradies rabnicos, que exclui a f em Jesus como Messias e Filho de Deus. Mas quanto primeira questo, a situao diferente porque os cristos podem e devem admitir que a leitura judaica da Bblia uma leitura possvel, em continuidade com as Escrituras judaicas do perodo do Segundo Templo, uma leitura semelhante leitura crist que se desenvolveu em paralelo. Cada uma dessas duas leituras consistente com a viso respectivos de f, que o produto e de expresso. Eles so, portanto, mutuamente irredutveis. No campo especfico da exegese, os cristos podem, no entanto, aprender muito da exegese judaica praticado por mais de dois mil anos, na verdade, tenho aprendido muito com ele ao longo da histria. 45 Por seu lado, pode ter certeza de que os judeus tambm podem tirar benefcios da investigao exegtica crist. B. Fundamentais temas comuns 1. Revelao de Deus 23. Um Deus que fala aos homens. O Deus da Bblia um Deus que entra em comunicao com os homens e falar com eles. Sob diferentes formas, a Bblia

descreve a iniciativa tomada por Deus para se comunicar com a humanidade atravs da escolha do povo de Israel. Deus faz ouvir a sua Palavra, quer directamente, quer atravs de um porta-voz. No Antigo Testamento, Deus revela -se a Israel como Aquele que fala. A palavra de Deus assume a forma de uma promessa feita a Moiss do Egito para Israel (Ex 3,7 17), uma promessa que est em continuidade com o que tinha feito aos patriarcas Abrao, Isaac e Jac aos seus descendentes . 46 tambm a promessa de David em 2 SA recebe 7,1-17 em um descendente que ir suceder ao trono. Depois de deixar o Egito, Deus est comprometido com seu povo, em uma parceria em que a iniciativa tomada por duas vezes (x 19, 24, 32 34). Neste contexto, Moiss recebeu as mos de Deus a lei, mu itas vezes referido como "palavras de Deus", 47, que ele deve transmitir ao povo. Como um portador da Palavra de Deus, Moiss considerado um profeta 48 e at mais do que um profeta (Nu 12:6 -8). Ao longo da histria do povo, os profetas esto cientes de transmitir a Palavra de Deus. histrias de vocao proftica mostram como a palavra de Deus aparece, impondo duras e convida a uma resposta. Profetas como Isaas, Jeremias e Ezequiel reconhecer a palavra de Deus como um evento que marcou a sua vida. 49 Sua mensagem a mensagem de Deus bem -vindo receber a palavra de Deus. Apesar encontra a resistncia da obra da liberdade humana, a palavra de Deus eficaz: 50 um poder que funciona no corao da histria. Na histria da criao do mundo por Deus (Gn 1), descobre que dizem que Deus est fazendo. O Novo Testamento amplia e aprofunda essa perspectiva. De fato, Jesus age como um pregador das Escrituras Palavra de Deus (Lc 5.1) e usa, reconhecido como um profeta, de 51 anos, mas mais do que um profeta. No qu arto Evangelho, o papel de Jesus difere daquele de Joo Batista pela oposio entre a origem da origem terrestre e celeste segunda da primeira: "Aquele que vem do cu [] testemunha [o que ele viu e ouviu ] a quem Deus enviou fala as palavras de Deus "(Jo 3 ,31.32.34). Jesus no um simples mensageiro no mais transparente na sua intimidade com Deus. Entenda a misso de Jesus est consciente de sua divindade. "Eu no falei por mim mesmo", diz Jesus, "que eu falei me disseram que o Pai me disse" (Jo 12,49.5 0). A partir deste vnculo entre Jesus eo Pai, o Quarto Evangelho, Jesus confessa como o Logos ", a palavra" que "se fez carne" (Jo 1,14). O princpio de Hebreus resume perfeitamente o caminho: "Deus, outrora falado aos pais pelos profetas", ele nos falou por seu Filho (Hb 1:1 -2), que eles falam sobre Jesus nos Evangelhos e na pregao apostlica. 24. O nico Deus. A forte declarao de confisso de f judaica a de Deuteronmio 6:4: "Ouve, Israel: o Senhor nosso Deus o nico Senhor", uma afirmao qu e no deve ser separado de suas conseqncias para os fiis: "E amars o Senhor teu Deus com todo seu corao e com toda tua alma e com todas as suas foras "(Dt 6,5). 52 ser o Deus de toda a humanidade para o fim dos tempos (Zc 14,9). Deus um s: Este anncio vem da linguagem do amor (cf. Ct 6,9). Deus ama a Israel confessado como um e chama cada um de retribuir esse amor com amor cada vez mais unificada. Israel chamado a reconhecer que o Deus que o tirou do Egito o nico que tem puxado para fora da escravido. S este Deus salvou Israel e Israel devem expressar a sua f nele, pela prtica da lei e adorao. A afirmao de que "o Senhor nico" no foi originalmente uma expresso do monotesmo radical, uma vez que nega a existncia de outros deuse s, como evidenciado, por exemplo, o Declogo (Ex 20,3). Do exlio, acreditando que a instruo tende a ser uma afirmao radical monotestas, que se expressa atravs de frases como "os deuses no so nada" (Is 45,14) ou "no h outro." Em 53 mais tarde o judasmo, a expresso de Dt 6.4 uma profisso de f monotesta, que est no corao da orao judaica. No Novo Testamento, a afirmao de f judaicos em Marcos 12.29 repetido pelo prprio Jesus, citando Dt 6,4 -5, e seu scio judeu, citando Dt 4,35. A f crist tambm

afirma a unicidade de Deus, porque "no h deus seno Deus". 54 Esta unidade de Deus firmemente mantida mesmo quando Jesus reconhecido como o Filho (Rm 1,3-4), que um com o Pai (Jo 10,30, 17,11). Na verdade, a glria que o nico Deus , o Pai Jesus como "o Filho nico, cheio de graa e de verdade" (Jo 1,14). Para expressar a f crist, Paulo no hesita em dividir o Dt 6,4 comunicado dizendo: "Para ns h um s Deus, Pai [] e um s Senhor, Jesus Cristo (1 Cor 8,6). 25. Deus criador e providencial. A Bblia se abre com estas palavras: "No princpio Deus criou os cus ea terra" (Gn 1,1). Este argumento ignora o texto de Gen 1,1 -2,4 a, e tambm a totalidade da Escritura, que diz os atos do poder divino. Nesse texto inaugural, a afirmao d a bondade da criao repetida sete vezes, um de seus refres (Gn 1,4-31). diferentes formulaes e em diferentes contextos, a afirmao de que Deus o criador se torna constante. Assim, na histria do xodo, Deus tem poder sobre o vento e do mar (Ex 14:21). Na orao de Israel, Deus confessado como "aquele que fez o cu ea terra." 55 A ao criadora de Deus assegura a salvao caso, e esperado, tanto na orao (Sl 121,2) e nas profecias, por exemplo, 5,22 e 14,22 Jr. Em Isaas 40,55, que a ao fundada esperana em uma salvao futura. 56 Os livros de sabedoria atribudo ao criadora de Deus numa posio central. 57 Deus cria o mundo com a Sua Palavra (Gn 1) e d ao homem o flego da vida (Gn 2,7), tambm est mostrando sua preocupao com cada ser humano desde a concepo. 58 Fora da Bblia Hebraica, que inclui o texto de 2 Macc 7,28, a me dos sete irmos mrtires exorta o ltimo deles com estas palavras: "Eu imploro a voc, meu filho, olhe para o cu e solo abrange tudo o que neles h, e reconhec e que Deus no criou a partir de coisas existentes ". A traduo para o latim desta frase fala da criao ex nihilo, "do nada". Um aspecto significativo deste texto em si a memria da aco criadora de Deus fundou a f na ressurreio dos justos. Como em Romanos 4.17. A f em um Deus criador, vitorioso e foras do mal csmico, tornou -se inseparvel de confiana nele como salvador do povo de Israel e de cada indivduo. 59 26. No Novo Testamento, a crena de que tudo o que existe obra de Deus vem diretamente do Antigo Testamento. Parece to entranhado que no precisa de prova. por isso que a construo do vocabulrio pouco presente nos Evangelhos. No entanto, observada em 19,4 Mt de referncia a Gn 1:27, que fala da criao do homem e da mulher. Mais amplamente, Mc 13,19 evoca "o princpio da criao por Deus." Finalmente, Mt 13,35 b, um propsito de parbolas, fala de "coisas ocultas desde a fundao do mundo." Em sua pregao, Jesus insiste tanto sobre a confiana que o homem deve ter em Deus, de quem tudo depende, "No se preocupe com sua vida, pelo que haveis de comer, nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir [] Observai as aves do cu: no semeiam nem ceifam, [] e vosso Pai celeste alimenta -as ". 60 O pedido de Deus, o Criador prorroga do para o bem eo mal em que "faz nascer o seu sol" e lhes d a chuva necessria para a fertilidade do solo (Mt 5,45). A providncia de Deus exercido em todos, essa crena deve conduzir os discpulos de Jesus para buscar "primeiro o reino de Deus ea sua j ustia" (Mt 6,33). No Evangelho de Mateus, Jesus fala de "o reino que foi preparado para vs desde a fundao do mundo" (Mt 25:34). O mundo criado por Deus o lugar da salvao do homem est espera de uma "regenerao", completa (Mt 19:28). A partir da Bblia judaica, que afirma que Deus criou tudo por sua palavra, pela sua palavra, 61 o prlogo do quarto Evangelho, proclama que "No princpio era o Verbo", "o Verbo era Deus" e que "tudo l para ele "e que" sem ele nada feito l "(Jo 1,1 -3). A palavra nasceu, mas o mundo no o conheceu (Jo 1.10). Apesar dos obstculos que se colocam os homens, o plano de Deus est claramente definido em Joo 3.16: "Porque Deus amou o mundo que deu o seu Filho unignito, para que todo aquele que nele cr no perea, mas ten ha a vida eterna. " Jesus testifica, na medida em que o amor de Deus (Jo 13.1). Depois da ressurreio, Jesus "soprou" sobre os discpulos,

renovando o ato de Deus quando da criao do homem (Gn 2,7), com o que sugere que o Esprito Santo seria uma nova cr iao (Jo 20, 22). Falando uma outra lngua, o livro de Apocalipse oferece uma perspectiva semelhante. Criador Deus (Ap 4.11) est na origem de um plano de salvao que no pode ser feito em vez do Cordeiro "e matou" (Ap 5,6), celebrando o mistrio pascal, por ele ser " Prncipe da criao de Deus "(Apocalipse 3.14). No final da histria, a vitria sobre as foras do mal ser acompanhada pelo aparecimento de uma nova criao, para ser uma luz de Deus 62 e j no precisa de um templo, porque Deus Todo -Poderoso eo Cordeiro so o templo de que Cidade Celestial, a Nova Jerusalm (Ap 21,2.22). Nas cartas paulinas, o lugar de criao igualmente importante. sabido Paulo em Romanos raciocnio sobre 1,20 -21 pagos. O apstolo diz que "desde a criao do mundo, as perfeies invisveis de Deus, seu eterno poder e divindade, so visveis inteligncia de suas obras" e que os pagos esto "sem desculpa" para no dar glria a Deus e de ter "serviram criatura em lugar do Criador" (Rm 1.25, cf. Sa 13,1 -9). A criatura foi dado "o cativeiro da corrupo" (Rm 8,20 -21). Mas por que no pode ser julgado como ruim. Em 1 Tm 4.4, afirma que "tudo que Deus criou bom e no deve rejeitar tudo o que for tomado com ao de graas." O papel atribudo pela Sabedoria do Antigo Test amento no ato de criao atribuda pelo Novo Testamento na pessoa de Cristo, o Filho de Deus. Como o "Word" no prlogo de Joo (1,3), uma mediao universal, expressa em grego por dia preposio, que eu tambm encontrado em 1.2. Associado com o Pai, de quem tudo (vem) "" Jesus Cristo, por quem todas as coisas (de) "(1 Cor 8,6). O desenvolvimento deste tema, o hino de Colossenses 1:15 -20 diz que "tudo foi criado nele" e que "tudo foi criado por meio dele e para ele, ele antes de tudo e todos tm a sua consistncia ( Col 1,16-17). Por outro lado, a ressurreio de Cristo entendido como a abertura de uma nova criao, de modo que "quem est em Cristo uma nova criao." 63 Na multiplicao do pecado humano, o plano de Deus em Cristo estava para fazer uma nova criao. Voltar mais tarde para este problema, tendo discutido a situao da humanidade. 2. A pessoa humana: a grandeza ea misria a) No Velho Testamento 27. comum falar em um discurso, "grandeza e misria" dos seres humanos. No Antigo Testamento, existem dois termos para caracterizar a condio humana, mas ns encontramos expresses correlativas: nos trs primeiros captulos do Gnesis, o homem ea mulher so, por um lado, "criado imagem de Deus" (Gn 1,27), mas por outro lado, so "expulsos do Jardim do den" (Gn 3,24) por ser desobediente palavra de Deus. Estes captulos orientam a leitura da Bblia. Atravs deles somos convidados a reconhecer as caractersticas essenciais da nossa situao e do contexto da histria da salvao. Criado imagem de Deus: Colocado muito antes do chamado de Abrao ea eleio de Israel, esse recurso se aplica a homens e mulheres de todos os tempos e lugares (Gen 1:26-27) 64 e d -lhes maior dignidade. O termo pode ter se originado na ideologia real das naes vizin has de Israel, especialmente o Egito, onde o fara era considerado como uma imagem viva de Deus, responsvel pela manuteno e renovao do cosmos. Mas a Bblia faz a metfora de uma categoria fundamental para a definio de cada pessoa humana. As palavras de Deus: "Faamos o homem nossa imagem, conforme a nossa semelhana, domine de novo ..." (Gn 1,26) apresentaram os seres humanos como criaturas de Deus, cuja funo governar e povoar a terra Deus criou. Como imagens de Deus e mordomos do Criador, os s eres humanos tornaram-se destinatrios das suas palavras e so chamados a ser dcil (Gn 2,15-17). Parece, ao mesmo tempo que os seres humanos existem como homens e mulheres tm a tarefa de servir a vida. Na declarao, "Deus criou o homem Sua imagem, imagem de Deus o criou macho e fmea os criou" (Gn 1,27), a diferena entre os sexos colocado em paralelo no que respeita semelhana de Deus.

Alm disso, a procriao humana est em estreita ligao com a tarefa de governar a terra, como evidenciado pel a beno divina do primeiro casal: "Sede fecundos e multiplicai e enchei a terra e sujeitai -a; domnio sobre ..." (1,28 .) Assim, a semelhana de Deus, a associao do homem e as mulheres e os governos do mundo esto intimamente relacionados. A estreita ligao entre o fato de ter sido criado imagem de Deus e autoridade sobre o mundo vrias consequncias. Em primeiro lugar, a aplicao universal desses recursos impede qualquer superioridade de um grupo ou um indivduo sobre outro ser humano. Todos os seres humanos so a imagem de Deus e todos tm a responsabilidade de continuar o plano de trabalho do Criador. Em segundo lugar, est prevista para a convivncia harmoniosa entre todos os seres vivos na busca dos meios necessrios para a subsistncia, que Deus atribuiu aos homens a sua comida e os animais (Gn 1,29-30). 65 Em terceiro lugar, a vida da pessoa humana dotada de um certo ritmo. Alm do ritmo do dia e noite, meses e anos lunares solar (Gn 1,14 -18), Deus estabelece uma taxa semanal com um descanso n o stimo dia, o fundamento do sbado (cf. Gn 2,1-3). Respeitando o sbado (Ex 20,8 -11), os proprietrios de terras homenagem ao seu Criador. 28. misria humana expressa exemplo bblico na histria do primeiro pecado e sua punio no Jardim do den. A his tria de b-3 Gnesis 2:4, termina 24 de Gen 1,1 -2,4 a, mostrando como a pobreza introduzido em uma criao que era "bom" 66 e at mesmo, uma vez coroado com a criao do homem "muito bom" (Gn 1,31). O relatrio especifica que a primeira tarefa confiada a o homem, "cultivar e guardar" o jardim do den (Gnesis 2.15) e acrescenta a proibio de "comer da rvore do conhecimento do bem e do mal" 2,16 ( - 17). Esta regra implica que servir a Deus e guardar os seus mandamentos paralelo ao poder de dominar a ter ra (1,26.28). No primeiro, o homem dedica -se a cumprir as ordens de Deus, para colocar os nomes aos animais (2,18-20), ento a mulher aceitar o dom de Deus (2,23). No episdio da tentao, no entanto, o casal humano deixa de funcionar como ordem de Deus. C omer o fruto da rvore, as mulheres e os homens ceder tentao de ser como Deus e "conhecimento" apropriado, que s pertence a Deus (3,5 -6). A conseqncia que eles procuram evitar um confronto com Deus. Mas sua tentativa de esconder revela a insensatez do pecado, porque ele deixa em um lugar onde voc pode comear a voz de Deus (3,8). A questo com a qual Deus repreende o homem, "Onde voc est?" Sugere que este no est onde deveria estar: a disposio de Deus e aplicado para a tarefa (3.9). Os homens e mulheres percebem que esto nus (3,7 -10) diz ter perdido a confiana entre eles e a harmonia da criao. Com sua deciso, Deus se volta para definir as condies de vida dos seres humanos ao invs de o relacionamento entre eles e ele (3:17 -19). Por outro lado, o homem perde a sua tarefa especfica no jardim do den, mas no funciona (3,17 -19.23). Isso agora est se movendo em direo "terra" (3,23 cf. 2.5). Em outras palavras, Deus continua a dar uma misso para o indivduo. A "dominar a terra e sujeit ai-a" (1:28), o homem deve trabalhar (3,23). Mas, desde ento, a "dor" o companheiro inseparvel das mulheres (3,16) e homens (3,17), a morte seu destino (3:19). A relao entre homens e mulheres tem se deteriorado. A palavra "dor" associado gravid ez e ao parto (3,16), bem como fadiga fsica e mental causado pelo trabalho (3,17). 67 Paradoxalmente, a dor apresentar o que em si uma fonte de profunda alegria: Trabalho e produtividade do trabalho. A sentena de ingressar neste "dor" para a existnc ia da "terra", que foi condenado por seus pecados (3:17 -18). O mesmo vale para a morte: o fim da vida humana chamada de retorno " terra", o homem foi levado para realizar sua tarefa. 68 Em Gnesis 2, 3, a imortalidade parece estar ligada existncia, n o Jardim do den e condicionada pelo respeito proibio de comer da rvore do "conhecimento". Desde que a proibio foi violada, a rvore da vida (2,9) foi fechada (3.22). Sa 2,23 -24, a imortalidade associada imagem de Deus ", a morte entrou no mundo por inveja do diabo." Isto estabelece uma ligao entre Gn 1 e Gn 2 -3.

Como criado imagem de Deus e acusado de cultivar o solo, o casal humano tem a grande honra de ser chamado para completar a ao criadora de Deus cuidar de suas criaturas (Sa 9,2-3). Recuse-se a ouvir a voz de Deus e preferem esta ou aquela criatura, da liberdade do ser humano a sofrer a dor ea morte uma conseqncia da escolha feita por essas pessoas. A "pobreza" tornou -se um aspecto universal da condio humana, mas este aspecto secundrio e no destri a aparncia de "grandeza", amado por Deus em seu projeto criativo. Os captulos seguintes de Gnesis mostram como a humanidade pode se afundar no pecado e misria: "A terra estava corrompida diante de Deus e encheu -se de] violncia [toda a carne havia pervertido o seu comportamento na Terra." (Gn 6,11 -12), para que Deus decretou a inundao. Mas pelo menos um homem, No e sua famlia, "andou com Deus" (6.9) e Deus o escolheu para ser o ponto de partida de uma nova humanidade. Entre seus descendentes, Deus escolheu Abrao, ordenou -lhe para deixar o pas e prometeu "fazer seu nome grande" (12,2). O plano de Deus se revela a partir deste momento to universal, como em Abrao "sero benditas todas as famlias da terra" (12.3). O Antigo T estamento mostra como este projecto tem continuado atravs dos sculos, alternando com momentos de misria de grandeza. Deus no se resignou a abandonar o seu povo na misria. Ele sempre voltava para o caminho da verdadeira grandeza, em benefcio da humani dade. Para essas caractersticas bsicas devem ser adicionadas que o Antigo Testamento no ignora os aspectos decepcionantes da existncia humana (cf. Qohelet) e pressionando o problema do sofrimento dos inocentes (cf. especialmente Trabalho) e do escndalo da perseguio sofrida pelos justo (cf. a histria de Elias, Jeremias e os judeus perseguidos por Antoco). Mas em todos estes casos, especialmente no ltimo, o confronto com o infortnio, ao invs de um obstculo para a grandeza humana, paradoxalmente reforada. b) No Novo Testamento 29. Antropologia do Novo Testamento baseia -se no Velho Continente. Testemunha a grandeza da pessoa humana, criada imagem de Deus (Gnesis 1:26 -27), e sua misria, causada pela inegvel realidade do pecado, que faz do homem uma caricatura de si mesmo. A grandeza do homem. Nos Evangelhos, a grandeza do homem derivado da aplicao de Deus para ele, pedindo que muito mais prximo com as aves do cu ou flores do campo (Mt 6,30), tambm segue o outro lado , o ideal que se prop e: ser misericordiosos como ele (Lc 6,36), perfeito como ele perfeito (Mt 5,45.48). O ser humano, na verdade, um ser espiritual, que "no vive s de po mas de toda palavra que procede da boca de Deus" (Mt 4,4; Lc 4.4). Na verdade, a fome da Palavra de Deus em primeiro lugar atraiu multides a Joo Batista (Mt 3,5 -6 par) e, em seguida a Jesus. 69 A percepo do divino ser ligado. Como a imagem de Deus, a pessoa humana atrada por ele. At os pagos so capazes de grande f. 70 O apstolo Paulo, que ma is profundamente o antropolgico. Como um "apstolo dos gentios" (Rm 11.13), ele percebe que todos os seres humanos so chamados por Deus para a glria muito elevada (1 Tessalonicenses 2.12), tornando -se filhos de Deus, amada por ele 71 (Rm 5,8), os membro s do corpo de Cristo (1 Cor 12:27), cheio do Esprito Santo (1 Corntios 6.19). No consigo imaginar maior dignidade. O tema da criao do homem imagem de Deus retomada por Paul de vrias maneiras. Em 1 Corntios 11.7, o apstolo aplica ao homem ", que a im