Cadeias Produtivas e Portais do Conhecimento

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Portais Corporativos biblioteca © TerraForum Consultores Cadeias Produtivas e Portais do Conhecimento Este artigo estabelece bases conceituais para o desenvolvimento de um portal do conhecimento aplicado a uma cadeia produtiva genérica. Apesar de partir de sólidas bases teóricas, não se limita a revisão de conceitos apresentados ou desenvolvidos anteriormente. Dr. José Cláudio Cyrineu Terra 1. Introdução Este trabalho tem como objetivo o estabelecimento das bases conceituais para o desenvolvimento de um portal do conhecimento aplicado a uma cadeia produtiva genérica. Apesar de partir de sólidas bases teóricas, não se limita a revisão de conceitos apresentados ou desenvolvidos anteriormente. De fato, acreditamos que este trabalho tem um caráter bastante inovador. São feitas concisas revisões dos principais pontos relacionados à Teoria de Clusters e Redes de Aprendizado, Gestão do Conhecimento e Portais Corporativos. Estes conceitos, práticas e pontos de convergência constituem, então, os pontos de partida para a descrição dos principais objetivos e funcionalidades (com motivadores associados) que deveriam estar incluídos em um “Portal do Conhecimento Aplicado à Cadeia Produtiva”. Dividimos este trabalho nas seguintes partes: Revisão de Conceitos Cluster Economics” e a Era das Redes; Gestão do Conhecimento Portais Corporativos Aplicados à Gestão do Conhecimento Oportunidade Inovadora: Portal do Conhecimento Aplicado à Cadeia Produtiva Resultados Esperados e Considerações Finais 2. Revisão de Conceitos Para uma melhor compreensão das bases teóricas deste trabalho, é necessário que re-visitar, brevemente os conceitos de Cluster Economics, Gestão do Conhecimento e Portais Corporativos. Segundo nossa interpretação, existe um alto potencial sinérgico entre estes três conceitos. De fato, apesar de estarmos tratando de conceitos pertencentes a áreas distintas de estudo, ou seja, Economia, Administração e Informática, verificam- se que os temas-chave e dominantes são muito semelhantes. Esta semelhança de temas e, em alguns casos, ferramental de análise, incitou a elaboração deste artigo. Tratamos, a seguir, de destacar, em separado, cada um destes temas, para ao final deste trabalho, elencarmos algumas proposições de caráter prático.
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Este artigo estabelece bases conceituais para o desenvolvimento de um portal do conhecimento aplicado a uma cadeia produtiva genérica. Apesar de partir de sólidas bases teóricas, não se limita a revisão de conceitos apresentados ou desenvolvidos anteriormente. www.terraforum.com.br

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Este artigo estabelece bases conceituais para o desenvolvimento de um portal do conhecimento aplicado a uma cadeia produtiva genrica. Apesar de partir de slidas bases tericas, no se limita a reviso de conceitos apresentados ou desenvolvidos anteriormente.

Dr. Jos Cludio Cyrineu Terra

1. Introduo

Este trabalho tem como objetivo o estabelecimento das bases conceituais para o desenvolvimento de um portal do conhecimento aplicado a uma cadeia produtiva genrica. Apesar de partir de slidas bases tericas, no se limita a reviso de conceitos apresentados ou desenvolvidos anteriormente. De fato, acreditamos que este trabalho tem um carter bastante inovador.

So feitas concisas revises dos principais pontos relacionados Teoria de Clusters e Redes de Aprendizado, Gesto do Conhecimento e Portais Corporativos. Estes conceitos, prticas e pontos de convergncia constituem, ento, os pontos de partida para a descrio dos principais objetivos e funcionalidades (com motivadores associados) que deveriam estar includos em um Portal do Conhecimento Aplicado Cadeia Produtiva.

Dividimos este trabalho nas seguintes partes:

RevisodeConceitos Cluster Economics e a Era das

Redes; Gesto do Conhecimento Portais Corporativos Aplicados

Gesto do Conhecimento

OportunidadeInovadora:PortaldoConhecimento Aplicado Cadeia Produtiva

ResultadosEsperadoseConsideraesFinais

2. Reviso de Conceitos

Para uma melhor compreenso das bases tericas deste trabalho, necessrio que re-visitar, brevemente os conceitos de Cluster Economics, Gesto do Conhecimento e Portais Corporativos. Segundo nossa interpretao, existe um alto potencial sinrgico entre estes trs conceitos. De fato, apesar de estarmos tratando de conceitos pertencentes a reas distintas de estudo, ou seja, Economia,AdministraoeInformtica,verificam-se que os temas-chave e dominantes so muito semelhantes. Esta semelhana de temas e, em alguns casos, ferramental de anlise, incitou a elaborao deste artigo. Tratamos, a seguir, de destacar, em separado, cada um destes temas, paraaofinaldestetrabalho,elencarmosalgumasproposies de carter prtico.

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Modelo Conceitual: Sinergia de Conceitos entre Clusters, Gesto do Conhecimento e Portais CorporativosFonte: Desenvolvido pelo autor 2001 Jose Cludio Terra

2.1 Cluster Economics e a Era das Redes

A compreenso da vantagem competitiva a partir de conceitos como clusters tem sua origem em alguns trabalhos clssicos que detalharam o poder das redes de aprendizado. Michael Porter, em seu livro, A Vantagem Competitiva das Naes, chamou ateno para o ambiente de aprendizado, cooperao e alta concorrncia existente em micro-regies; Anna Lee Saxenian contou com grande habilidade (em seu livro: Regional Advantage) o desenvolvimento do Vale do Silcio a partir

das redes e fluxos informais de colaborao econhecimento entre empresas, universidades e governo;Oskeiretsus japoneses e os mtodos de produo just-in-time, desenvolvidos inicialmente pela Toyota, j se espalharam pelo mundo e tm como uma de suas bases um elevadssimo grau de cooperao e troca de informao entre empresas da cadeia produtiva. Na Europa, j existem relatrios que falam de uma nova estrutura corporativa: os sindicatos de empresas, ou seja, associaes de pequenas e mdias empresas, que no competem entre si e que so co-proprietrias de cooperativas que se encarregam de atividades comuns como: marketing, distribuio, entrada em mercados estrangeiros, licenciamento de tecnologia, etc. Com esta estrutura, as empresas individuais se centram em suas atividades principais e diferenciadoras (e.g. design, P&D, etc).

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Enfim, empresas que pertencem a clusters competitivos trabalham, de forma geral, de maneira bastante sinrgica e/ou podem deter vrios interesses comuns. Entre os quais podemos citar: satisfao do cliente final, desenvolvimentotecnolgico, regulamentao setorial ou local, treinamento da fora de trabalho, desenvolvimento da infra-estrutura, exportao, relaes com o governo, academia e outras instituies com finsno comerciais, etc.

Vrios autores tm previsto que, atravs de novos patamares e formas de networking, ns comeamos a ver a rpida mudana no papel desempenhado pelas grandes corporaes e a emergncia de como o trabalho dever ser realizado no sculo XXI.Amudananestemomentoseriatoprofundacomo aquela que ocorreu a partir da revoluo industrial. Apesar das constantes notcias de fuses e aquisies em todo o mundo, verifica-se, por exemplo, que a proporo de empregados trabalhando para as 500 maiores empresas norte-americanas (Fortune 500) vem caindo de forma constante nos ltimos 25 anos, passando de 20% para 10% da fora de trabalho na Amrica do Norte. Estas empresas so claramente menos integradas verticalmente hoje do que no passado. O papelfundamental das mesmas, segundo os professores doMITMaloneeLaubacher,ser:establish rules, standards, and cultures for network organizations operating partly within and partly outside their own boundaries .

A Internet, entretanto, est trazendo todosestes conceitos de clusters e integrao entre empresas para um nvel bastante mais elevado. Contrariamente a estas formas simbiticas mais tradicionais, as novas formas de networking no esto restringidas por barreiras geogrficas, noenvolvem participaes acionrias cruzadas (caso dos keiretsus) e as trocas de informao vo bem alm daquelas necessrias para se completar

ordens de produo. Em muitos casos, as trocas de intangveis so, de fato, as nicas trocas relevantes entre os atores do cluster. Nesta nova era, os participantes destas redes colaboram para atender as necessidades de curto e longo prazo dos clientes e criar novos conhecimentos e produtos.

Manuel Castell, conhecido professor de sociologia de Berkeley e astuto observador de mudanas econmicas e sociais engendradas pelas tecnologias de informao e telecomunicaes, acredita que: the network is the enterprise. Os conceitos, pois,de redes de empresas e/ou empresa em rede so levados muito mais adiante por Castell. Na sua interpretao, a network enterprise uma agncia de atividade econmica (lean agency of economic activity) onde as prticas de negcio so realizadas de maneira ad hoc dependendo de projetos especficosedemandabastanteefmera.

H que se competir e, ao mesmo tempo, colaborar. Muitas vezes as empresas competem em alguns mercados e colaboram em outros. Hoje nos mercados mais avanados j se fala muito do "Collaboration Capital" e Digital Capital. Trata-se da idia, em boa medida,deseaproveitarainfra-estruturadaInternetpara aumentar as receitas e lucros atravs de nveis nunca antes atingidos de colaborao em alta escala e independente da localizao geogrfica.Segundo este modelo emergente tudo comea com as necessidades do cliente final e se materializaatravs de intensa colaborao para otimizar os processos conjuntos das diferentes partes e estimular a troca de informaes, conhecimentos, recursos e pessoas.

Neste ambiente, acreditamos que sem estratgias empresariais e setoriais muito bem concatenadas e, rapidamente implementadas, fica muito difcilimaginar que as empresas brasileiras conseguiro se tornar competitivas e, mesmo, sobreviver aos desafiosimpostospelacompetiointernacional.Omodelo econmico de substituio de importaes,

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adotado at recentemente pelo Brasil, privilegiava o "aprender ao operar". A abertura econmica e a competio interna e externa com empresas de pases desenvolvidos, contudo, tornam outras formas de aprendizado muito mais relevantes e exigem estratgias muito mais modernas para se nos fluxos internacionais de comrcio econhecimento e acelerar tanto a criao, como o fluxo de conhecimentos intra e entre empresase outras instituies como centros de pesquisas, universidades, entidades de classe, governos, etc.

Neste cenrio, cada vez mais difcil imaginar que pequenas empresas atuando de maneira isolada consigam ter sucesso. Elas so incapazes de gerar ou obter todo o conhecimento e informao que necessitam e de conseguir escala suficientepara atuar de forma globalizada. J as grandes organizaes tradicionais, incapazes de desenvolver um intenso ambiente de colaborao com seus clientes, fornecedores, parceiros e, at mesmo, com a concorrncia, realmente no entenderam o grande paradigma da "Era doConhecimento".Osexemplos conhecidos de sucesso empresarial e regional em solo nacional, as chamadas "ilhas de excelncia", atestam, por sua vez, que a superao desta desvantagem passa obrigatoriamente por estratgias educacionais, gerencias e empresariais concatenadas e, pr ativamente, inseridas no ambiente.

2.2 Gesto do Conhecimento

A gesto do conhecimento sequer tem incio na tecnologia. Ela comea com os objetivos e processos de negcios, e o reconhecimento da necessidade de se partilhar informaes.

Bill Gates, Presidente da Microsoft

Vivemos um momento de importante transio do ambiente econmico, onde a gesto pr-ativa

do conhecimento adquire um papel central para a competitividade tanto das empresas, como dos pases.Isto,entretanto,nemsemprefoiassim,pois,no passado, vantagens de localizao, assim como o acesso mo-de-obra barata, recursos naturais e ao capital financeiro tinham papis muito maisdeterminantes.NoBrasil,verifica-sequeorecurso"conhecimento" vem aumentando aceleradamente sua importncia para o desempenho empresarial equeosdesafiosimpostospelarelativaerecenteabertura econmica tornam a questo da gesto do conhecimento ainda mais fundamental para as empresas brasileiras.

evidente que estamos vivendo em um ambiente cada vez mais turbulento, onde vantagens competitivas precisam ser, permanentemente, reinventadas e onde setores de baixa intensidade em tecnologia e conhecimento perdem, inexoravelmente, participaoeconmica.Nestecontexto,odesafiode produzir mais e melhor vai sendo suplantado pelodesafio,permanente,decriarnovosprodutos,servios, processos e sistemas gerenciais. Por sua vez, a velocidade das transformaes e a complexidadecrescentedosdesafiosnopermitemmais concentrar estes esforos em alguns poucos indivduos ou reas das organizaes.

, cada vez mais, necessrio tornar a inovao uma misso permanente e alavancar todos os tipos de conhecimentos disponveis, sejam eles tcitos ou explcitos, internos ou externos, tangveis ou intangveis. Neste cenrio, surge em meados dos anos 90, a "Gesto do Conhecimento" como uma disciplina e uma funo organizacional formalizada, primeiramente nas empresas privadas e, logo em seguida, em empresas e rgos governamentais e entidades supranacionais, como o Banco Mundial, e Naes Unidas. Enfim, Quando se pensa emGesto do Conhecimento h uma superposio na direo das anlises "micro" (indivduos e grupos), "meso" (organizao) e "macro" (ambiente).

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Vivemos, atualmente, desafios sem antecedentesemtermosdegestodeconhecimento.Osdesafiosso guiados especialmente por trs foras: os enormes volumes de informao que esto sendo criados, armazenados e distribudos atualmente; a incrvel velocidade com que o contedo do conhecimento est mudando; e a transformao contnua do local de trabalho. Cada vez mais, para poder sobreviver, as organizaes precisam ser mais pr-ativas ao apoiar a criao e reutilizao do conhecimento. Elas tambm precisam de mais sistemas automatizados, que possam trazer a fonte de conhecimento ou informao correta para o usurio onde quer que aquela pessoa esteja demaneiravirtualmente instantnea.Otempoimportantssimo!

Em termos bastante prticos, a Gesto do Conhecimento implica, necessariamente, no:

Desenvolvimento de competncias inter-relacionadas nos planos estratgicos, organizacionais e individuais;

Acelerao da gerao de novosconhecimentos de valor competitivo:

- Aumento da colaborao entre funcionrios;

- Facilitao do acesso dos funcionrios s fontes de treinamento (on-line e off-line) informaes e conhecimento;

Descobrir Capital Intelectual eConhecimento j existente na empresa;

Gerarnovasreceitascombasenoreusode conhecimento / capital intelectual existente na empresa;

Protegerocapitalintelectualexistentenaempresa;

Alavancar conhecimento existente naempresa e no ambiente externo para melhor servir os clientes;

Melhoria do processo decisrio tanto nonvel gerencial, na produo e na linha de frente da empresa;

Reduodecustosere-trabalho:

- No reinventar a roda;

- Evitar atividades de baixo valor agregado.

evidente que investimentos em infra-estrutura de informtica e telecomunicaes esto tendo um papel importante na consecuo destes objetivos. Em particular, aquelas tecnologias baseadas na Internet e que facilitam o compartilhamento deconhecimento explcito e implcito. Entre os principais benefcios destas tecnologias est, principalmente, o aumento da conectividade entre as pessoas (dentro e fora da organizao), reduo dos problemas de comunicao entre diferentes nveis hierrquicos e melhor interao com fornecedores e clientes. Estas ferramentas podem ser classificadas desdeuma perspectiva de "Gesto do Conhecimento", segundo quatro grandes reas:

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Acesso a Repositrio de materiais dereferncia: conhecimento explcito que pode ser facilmente acessado e que evita duplicaes de esforos;

SistemasdeGerenciamentodeContedo: ferramentas que permitem a rpida e ordenada publicao e distribuio de contedos de forma descentralizada e/ousegundofluxosbemestabelecidos;

Expertise maps: banco de dados com listas e descries das competncias de indivduos de dentro e de fora da organizao (ex: pginas amarelas internas da organizao), que facilitam o compartilhamento de conhecimento tcito;

Sistemas de Colaborao Virtual: ferramentas que reduzem as barreiras de tempo e distncia no acesso a conhecimentos. Podem sncronos (ex: videoconferncia, Chat, etc) ou assncronos (e-mails, fruns de discusso, etc.).

Duas reas e/ou tpicos relativamente emergentes e bastante relacionadas Gesto do Conhecimento so as Comunidades de Prtica e o E-Learning. Destacamos alguns de seus elementos abaixo:

Comunidades de Prtica

Frenteaotremendodesafiodepromoverapartilhade conhecimento dentro e entre companhias, o conceito de Comunidades de Prtica, criado pelo terico organizacional Etienne Wenger, um dos desenvolvimentos mais interessante relacionado Gesto do Conhecimento. Comunidades de Prtica (CPs) consistem em pessoas que esto ligadas informalmente por um interesse partilhado no aprendizado e aplicao de uma prtica comum.

Uma CP se concentra nos colegas, na execuo de trabalho verdadeiro. O que mantm os membrosda PC juntos um sentido comum de propsito e uma necessidade real de saber o que os outros membros sabem. Comunidades de Prtica um termo que se refere s maneiras como as pessoas trabalham em conjunto e/ou se associam a outras naturalmente. Ele reconhece e celebra o poder das comunidades informais de colegas, sua criatividade e recursos para resolver problemas, e sua habilidade de inventar maneiras melhores e mais fceis de resolver seus compromissos.

As CPs esto intrinsecamente relacionadas s necessidades dos indivduos de se conectar com outros que partilham experincias ou objetivos de aprendizagem similares. Elas tambm podem reunir pessoas que de outra forma jamais se encontrariam. As CPs mais interessantes so aquelas ligadas (e motivadas) por desafios, interesses ou problemasespecficosemcomum.AsCPsvoalmdoslimitestradicionais dos grupos ou equipes de trabalho. Estas redes de trabalho podem se estender bem alm dos limites de uma organizao.Os encontros podemser ou no regulares, em locais fixos, ou teremagendas estruturadas. Eles podem ser encontros reaisouvirtuais.Oquemantmosmembrosligadosso seus interesses em comum de desenvolvimento pessoal e de aprendizado conjunto. As CPs podem ser efmeras ou durar um bom tempo. Em qualquer caso, elas passam por um ciclo vital de atividade e um nmero varivel de membros.

Membros de CPs podem fazer parte de um mesmo departamento, serem de diferentes reas de uma companhia, ou at mesmo de diferentes companhias e instituies. A comunicao tende a ser ampla e inclui tpicos que no esto necessariamente diretamente relacionados com a tarefa ou projeto de trabalho. Membros de PCs podem ter participado de projetos em conjunto ou no. Eles podem criar clubes semi-abertos, onde a participao se baseia em relaes de forte confiana e na contribuio

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que cada um traz para a comunidade ou rede. OutradistinoimportanteentrePCseforas-tarefa que a participao normalmente voluntria ou escolhidaindividualmente.Issosignificaqueemboraa participao seja aberta em muitos casos, ela s verdadeira se as pessoas atingem um certo nvel de participao (mesmo ouvir ativa e atentamente). Normalmente, as trocas de conhecimento mais importantes (principalmente quando envolvem conceitos mais abstratos) que ocorrem no mbito de CPs tm a ver com as trocas de conhecimento tcito. Uma das implicaes deste fato que, embora aplicaesdeTI/Internetofeream ferramentasdecolaborao valiosas e informao abundante, com freqncia isso no substituir o papel da intuio e a riqueza e profundidade das transferncias de conhecimento e criao que ocorrem em encontros cara-a-cara. Em funo disso, muitos esforos de Gesto do Conhecimento esto voltados para facilitar a localizao de especialistas que nutrem e apiam o desenvolvimento de Comunidades de Prtica.

E-learning

O compartilhamento de conhecimento, sejainterna ou externa, formal ou informal, um dos desafios organizacionais mais importantes. Ocrescimento de cursos on-line uma evidncia clara da necessidade de indivduos de assumir uma responsabilidade maior por seu prprio processo de aprendizagem. Tambm outro indicador de que o novo conhecimento deve ser adquirido cada vez mais rpida e continuamente, de forma que esteja adaptado aos desafios atuais das organizaes.Outrasforasportrsdocrescimentodautilizaode e-learning incluem:

Pode reduzir os gastos gerais com treinamento;

Pode alcanar um nmero ilimitado de funcionrios, independente de sua localizao;

facilmente personalizado de acordo com as necessidades do usurio;

Os funcionrios podem aprender em seuprprio ritmo e necessidades de negcios;

O aprendizado pode ocorrer a qualquermomento; e

Pode ser ligado a uma comunidade de aprendizado de apoio.

________ x ________

Qualquer que seja sua forma, formato ouonde reside, a empresas esto cada vez mais percebendo que o recurso conhecimento se tornou a chave para estabelecer a sobrevivncia, o auto-reforo e a vantagem competitiva. Esta realizao, acompanhada dos principais avanos em tecnologia de informao, conduziu ao aparecimento da Gesto do Conhecimento como uma disciplina ou uma preocupao explcita para muitas organizaes. A Gesto do Conhecimento, no senso comum, pode ser pensado como um esforo para melhorar o desempenho humano e organizacional. Em termos prticas, significaassegurarqueoscolaboradoresna organizao tenham acesso ao conhecimento organizacional quando, onde e na forma que eles precisam; e, talvez, mais importante que eles sejam capazes, dispostos e motivados para agir em benefcio da organizao.

2.3 Portais Corporativos Aplicados Gesto Conhecimento

Portais Corporativos aplicados Gesto do Conhecimento provem um ponto central, em muitos casos personalizados, de acesso aos recursos de conhecimento - as bases de dados, sistemas de informao de uma empresa e fontes de conhecimento tcito. Tambm podem incluir tecnologias avanadas para colaborao virtual, gerenciamento de contedo e comrcio eletrnico. Se, por um lado, os j bem conhecidos portais

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horizontais e verticais disponveis na Internet seconsolidaram nos ltimos anos, os chamados Portais Corporativos parecem representar uma oportunidade emergentenestefinaldeano2001.Elessomaiscomplexoseencontramsuajustificativanoapoiomisso, estratgias e objetivos da organizao e colaboram para a criao de um modelo de negcio mais colaborativo e descentralizado.

Na Era da Internet, Portais Corporativos tmum papel essencial no esforo de disponibilizar informao e conhecimento onde eles so necessrios nas organizaes. Portais Corporativos tambm representam uma mudana necessria no sentido de se estabelecer uma plataforma nica para e-Business (BtoE, BtoC, BtoB, etc) e prover profunda integrao, em tempo-real, de muitas distintas aplicaes de TI. Isto representauma mudana ssmica no modo de como ser apresentada a informao e em como os muitos sistemasprecisarosecomunicarentresi.Ovalordos portais corporativos se amplia na medida que proporciona ele alarga o atual mbito da informao para um cenrio em que os usurios finais queconsomem a informao podem ser empregados, clientes ou fornecedores.

A promessa oferecida por Portais Corporativos para capturar e compartilhar conhecimento muito interessante, especialmente para as empresas intensivasemconhecimento.OPortalCorporativopode se tornar o meio atravs do qual as companhias venhamasuperaralgunsdosdesafiosrelacionados administrao de informao em um ambiente corporativo pr-WEB e pr-Portal. Estes desafiosincluam:

Plataforma e formatos de arquivo proprietrios e incompatveis;

Difcil acesso informao; Redundncia e duplicao de informao

atravs das redes; Informaes publicadas de modo

desorganizado; Indivduos no tinham condies de

publicar com facilidade informaes para sempre acessadas por toda empresa;

Muitos mtodos diferentes para procurar e acessar a informao;

E, ao mesmo, sobrecarga de informao; Usurios no tcnicos so altamente

dependentesdodepartamentodeTIparagerar relatrios ou obter informao;

Ferramentas de visualizao caras, no intuitivas ou inexistentes;

Carncia de ferramentas de colaborao on-line efetivas;

Arquiteturas proprietrias caras, o que torna difcil de integrar tipos diferentes de informao;

Viso antiquada centrada em aplicaes deTInoambienteDesktop.

Asempresas,porsuavez,poderoconfigurarcadausurio do portal de acordo com nveis de segurana e autorizaes de acesso individuais. J os usurios, tm a possibilidade de personalizar os portais por forma a encontrar, aceder e pesquisar os recursos disponveis na empresa, por forma a obterem a informao de negcio que mais lhes relevante. A possibilidade do usurio do portal corporativo poder personalizar tanto o contedo como a aparncia do ambiente de trabalho, uma das vantagens que este sistema aporta aos processos de negcio. Muitos usurios j esto, inclusivamente, familiarizados com a personalizao atualmente oferecida pela maiorpartedosportaisInternet.Empoucomaisdeum ano, a funcionalidade MydosportaisInternetveio introduzir um novo padro s interfaces de informao.

3. Oportunidade Inovadora: Portal do Conhecimento Aplicado Cadeia Produtiva

A reviso dos conceitos apresentados na seo anterior nos leva a pensar que existe uma grande

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oportunidade sinrgica e inovadora que pode ser aplicada para o fortalecimento de determinadas cadeias produtivas (principalmente aquelas que podem se beneficiar por melhores fluxos deinformao e colaborao mais intensa entre os atores pblicos e privados da cadeia produtiva).Vislumbram-se importantes estratgias de desenvolvimento regional e/ou de cadeias produtivas que levam, simultaneamente, em considerao os conceitos de Cluster Economics e Gesto do Conhecimento e que alavancam as tecnologias de portais corporativos. Estamos falando da proposta de desenvolvimento de um Portal do Conhecimento Aplicado Cadeia Produtiva.

Seguindo-se, pois, as idias e propostas clssicas para dinamizao de clusters e transpondo tpicas aplicaes de portais corporativos, poder-se-iam prever as funcionalidades do portal dividas em seis grandes reas:

I. FluxosdeInformao.II.Colaborao.III. FormaodePessoas.IV. GeraodeNegciosV.PromoodaInovaoVI.OtimizaodeRecursos

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Proposta de Portal do Conhecimento Aplicado Cadeia ProdutivaOBJETIVOS DO PORTAL MOTIVAO

I) FLUXOS DE INFORMAO

Prover amplo acesso a informaes atualizadas, relevantes e direcionadas cadeia produtiva.

evidentequeoportalpodeservircomofontedeinformaesparatodasasempresasda cadeia:

Vrios tipos de relatrios e estudos de mercado no so normalmente acessveis a maior parte das empresas;

Emcertoscasosasempresasnotmcondiesfinanceirasdeadquirirosrelatriose,emoutroscasos,elasnemmesmoficamsabendodesuaexistncia;

Atravsdoportalpossveltambmseconseguirescalasuficienteparasebuscare organizar dados amplamente disponveis;

Coletar informaes das empresas para a realizao e rpida atualizao de estudos setoriais

possvelseestabelecermecanismosdecoletasdedadosdasempresasbastantesimples e automticos atravs do portal.

Istonoapenaspermiteareduodecustos,mastambmdetempoparaarealizaode pesquisas e diagnsticos setoriais.

Pode-sepensartambmnacriaodeinovadoresindicadoresdaevoluodocapitalintelectual do setor.

II) COLABORAO

Promover troca de informaes e colaborao entre as empresas da cadeia produtiva

Oportalpodeutilizarvriasferramentasquepermitemtrocasvirtuaisdeinformao(fruns de discusso, chats, etc) e tambm publicao descentralizada de contedo por parte das empresas participantes do cluster.

FomentarodesenvolvimentodeComunidadesdePrticaenvolvendopessoasdediversas empresas.

Estaspodemincluirinformaessobreaprpriaempresa,assimcomodescriodeprojetos em andamento.

possvelsepensartambmemreasdotipoPerguntasUrgentes.Promover intercmbio entre o setor privado e fontes de conhecimento no setor pblico e acadmico

Oportalpodeserdesenhadoparaproverinformaesbastanteespecficasparaque,principalmente as pequenas empresas, tenham acesso instantneo a informaes governamentais (ex: misses comerciais) e acadmicas (ex: lista de experts e laboratrios nacionais e internacionais relevantes para o setor).

Pessoasdaacademia,institutosdepesquisaegovernotambmpodemutilizaroportalpara monitorar atividades, projetos e necessidades das empresas.

Fonte: Desenvolvido pelo autor 2001 Jose Cludio Terra Proposta de Portal do Conhecimento Aplicado Cadeia Produtiva (Continuao)

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OBJETIVOS DO PORTAL MOTIVAOIII) FORMAO DE PESSOAS

Centralizar e reduzir os custos com treinamentos on-line.

Mdulosdetreinamentoon-linepodemserdisponibilizadosparatodasasempresas.

Humaclarareduonoscustosindividuaisdelicenciamentoedesenvolvimentodos cursos.

Ganhosdevelocidadenadisseminaodenovosconceitossoevidentes.Divulgar oportunidades de treinamento off-line

Oportalpodeterumareaparadivulgaodeoportunidadesrecomendadasdetreinamentos oferecidos por terceiros

Criar um mercado de trabalho mais eficaz

Oportalpodesetornarumcentroderefernciaparaoportunidadesdetrabalhotanto para pessoas atuando dentro e fora do setor.

Aumenta-sealiquidezeoxigenaodomercado.

Elementosdeconfidencialidadeprecisamserintroduzidosparagarantiraadesodas empresas.

Promover maior uso de ferramentas deinformticaeInternet

Aprprianecessidadeeoportunidadedeutilizaodoportalpodevirarumimportante incentivo para uma informatizao maior das empresas do setor.

CursosdeinformticasoideaisparaotreinamentoviaInternet.

Comopartedolanamentodoportalpoderiamseroferecidascondiesespeciaisde informatizao para pequenas empresas.

IV) GERAO DE NEGCIOS

Promover oportunidades de negcios entre as empresas

bastanteinteressanteaoportunidadedesecriarmecanismosparaqueasempresas possam promover seus interesses comerciais e encontrar parceiros de dentro e fora do cluster.

Promoveraformaodeconsrciostemporriose/oupermanentespodemserfacilitados por ferramentas de e-project.

Promover as empresas locais globalmente

Oportalpodeservircomoelementodedivulgaodosprodutoseserviosdocluster e tambm para a rpida localizao e contato com as empresas.

Sealgumasdesuasfunesereasdecontedoforemtraduzidasparaoidiomaingls, o portal pode servir como uma excelente ferramenta de marketing e fomento de negcios internacionais.

Promover o comrcio eletrnico Ferramentasquepermitemarpidaconfiguraodee-businesspodemserdisponibilizadas no portal.

Asferramentaspodemserpr-negociadaseadaptadasparaasnecessidadesdacadeia produtiva.

Mercadoseletrnicostipoleilotambmpodemserestabelecidos.Fonte: Desenvolvido pelo autor 2001 Jose Cludio TerraProposta de Portal do Conhecimento Aplicado Cadeia Produtiva (Continuao)

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OBJETIVOS DO PORTAL MOTIVAOV) PROMOO DA INOVAO

Promover histrias de sucesso

Oportalpodeserutilizadoparadescreverhistriasdesucesso entre empresas do cluster. Estes tipos de histrias so conhecidos por incitar comportamentos inovadores

Difundir normas tcnicas Adifusomaisrpidadenormastcnicastemimpactopositivo sobre a qualidade produtiva

VI) OTIMIZAO DE RECURSOS

Mapear e otimizar a utilizao dos recursos produtivos da cadeia produtiva

Assimcomomegaempresasmultinacionaisqueutilizamportais internos para que seus funcionrios e pesquisadores possamidentificarereservarrecursosprodutivoseparapesquisa, o portal setorial pode servir para que empresas associadas aluguem parte de seus recursos ociosos.

Pode-setambmcriarummercadoparacomercializaode competncias e capacidades intelectuais.

Prover servios comuns para todas as empresas

Oportalpodeserutilizadoparaautomatizaraprestaodeservios eletrnicos (ex: reserva de viagens, contabilidade, etc)

Fonte: Desenvolvido pelo autor 2001 Jos Cludio Terra

4. Resultados Esperados e Consideraes Finais

Para que o projeto do portal do conhecimento aplicado na cadeia produtiva seja considerado como um projeto de sucesso necessrio que ele se torne uma parte integral do trabalho das empresas participantes da cadeia produtiva Ele precisa fornecer s empresas participantes motivos para visitar o portal com freqncia. As solues de portais mais avanadas no oferecem apenas o acesso informao estruturada e no-estruturada. Elas tm tambm um papel essencial no fomento a colaborao e contato entre empresas, ou seja, no apenas estimulam as trocas de conhecimentos explcitos, mas tambm e principalmente as trocas de conhecimentos tcitos.

A dinamizao de clusters est sempre associada a elevados graus de linkages entre os atores participantes. Quando isto ocorre aumentam-sesensivelmente o potencial inovador, empreendedor e de colaborao no mbito do cluster. Esta

dinamizao, por sua vez, pode engendrar nveis salutares de competio interna e elevao das ambies globais.

Este trabalho procurou mostrar que as tecnologias derivadas e que aproveitam os padres estabelecidos pela Internet podem ter um papelfundamental nestes esforos de dinamizao. Portais Corporativos com foco em Gesto do Conhecimento so um dos desenvolvimentos e aplicaes recentes (principalmente em grandes empresas internacionais) que apresentam grande potencialparaestefim.Nestetrabalhoprocuramosrealar vrias das possibilidades de aplicao (e justificativaconceitual)deportaisparadinamizaode cadeias produtivas.

Assim como nos casos de aplicao de portais para Gesto do Conhecimento em grandes empresas privadas, o principal desafio no o tecnolgico.So vrios os elementos estratgicos, operacionais e organizacionais que contribuem para o sucesso

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de tais iniciativas. Neste trabalho, focamos nossa ateno nos elementos estratgicos e conceituais que devem, de fato, preceder a qualquer iniciativa neste campo.

5. Referncias 1 Recentemente Porter re-visitou seus trabalho original e publicou o seguinte artigo: Porter, M., Clusters and The New Economics of Competition, Harvard Business Review, pg. 77-90, Nov.-Dec., 1998 2 Saxenian, A., Regional Advantage: Culture and Competition in Silicon Valley and Route 128, Harvard University Press, 19963 The Economist, Will the corporation survive? November 1st, 20014 Malone, T. W. & Laubacher, R.J., All change for the e-lance economy, FP Mastering, National Post, July 10, 2001.5Ibid6 Tapscott, D; Ticoll, D & Lowy, A. Digital Capital: harnessing the power of business webs, HBS Press, 20007Castells,M.,TheInternetGalaxy:ReflectionsontheInternet,BusinessandSociety,OxfordUniversityPress,20018 Tapscott, D; Ticoll, D & Lowy, A., op. cit.9 Gates, W.H. (com Collins Hemingway), Business @ the Speed of Thought: Using a Digital Nervous System, Warner Books, 1999, pgina 23810 Terra, J.C., Gesto do Conhecimento: o grande desafioempresarial, Negcio Editora, Segunda edio, 200111Ibid12 Wenger, E.C. & Snyder, W. M., Communities of Practice: TheOrganizationalFrontier,HarvardBusinessReview,jan-fev.,2000, pginas. 139-14513 Brown, J. S., & Duguid, P. Organizational learning andcommunities-of-practice: Toward a unified view of working,learning and innovation. Organization Science, 2, 1991: pp:40-57.14 Lamont, J., KM and e-learning: a growing partnership, KMWorld, July/August 2001, page 10

15 Entre algumas das principais referncias para um melhor entendimento da tecnologia de portais aplicadas Gesto do Conhecimento podemos citar:- Terra, J.C. & Gordon, C., Knowledge Management and CorporatePortals:HowleadingorganizationsareusingInternettechnologies to maximize Intellectual Capital and deliverbusiness value, Butteworth Heinemann, Oxford-UK, (a serlanado em meados do ano 2002)- Collins,H.(2001),CorporatePortals,AMACOM- Davydov, D.M. (2001), Corporate Portals and e-Business Integration,McGraw-Hill- PriceWaterhouseCoopers & SAP (2001), The E-Business Workplace, Wiley16 Um dos poucos estudos que conhecemos que prope algo semelhante o seguinte: Jarboe, K., Knowledge Management As an Economic Development Strategy, Reviews of Economic Development Literature and Practice: No. 7, U.S. Economic Development Administration.

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Jos Cludio C. Terra presidente da TerraForum Consultores. Atua como consultor e palestrante no Canad, nos Estados Unidos, em Portugal, na Frana e no Brasil. Tambm professor de vrios programas e ps-graduao e MBA e autor de vrios livros sobre o tema. Seu email [email protected]

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A TerraForum Consultores uma empresa de consultoria e treinamento em Gesto do Conhecimento(GC)eTecnologiadaInformao.Osclientes da empresa so, em sua maioria, grandes e mdias organizaes dos setores pblico, privado e terceiro setor. A empresa atua em todo o Brasil e tambm no exterior, tendo escritrios em So Paulo,BrasliaeOttawanoCanad.dirigidapeloDr. Jos Cludio Terra, pioneiro e maior referncia em Gesto do Conhecimento no pas. Alm disso, conta com uma equipe especializada e internacional de consultores.

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