dicas br ESPECIAL MANUTENÇÃO · dicas br Os sete erros capitais da indústria automotiva 12...

of 17 /17
EXCLUSIVO PARA A REPARAÇÃO CARIOCA Banco de couro exige cuidados específicos 20 MANUTENÇÃO Reparadores podem fazer curso gratuito sobre motores 8 dicas br Os sete erros capitais da indústria automotiva 12 ESPECIAL www.brasilmecanico.com.br Nº31 Ano 4 Fevereiro de 2017 O Jornal da Reparação Carioca Imagem: Divulgação VEJA NA PÁGINA 16 COMO AO MÁXIMO APROVEITAR

Embed Size (px)

Transcript of dicas br ESPECIAL MANUTENÇÃO · dicas br Os sete erros capitais da indústria automotiva 12...

  • EXCLUSIVO PARA A REPARAÇÃO CARIOCA

    Banco de couro exige cuidados específicos 20

    MANUTENÇÃOReparadores podem fazer cursogratuito sobre motores 8

    dicas brOs sete erros capitais da indústria automotiva 12

    ESPECIAL

    www.brasilmecanico.com.br

    Nº31 • Ano 4Fevereiro de 2017

    O Jornal da Reparação Carioca

    Imag

    em: D

    ivul

    gaçã

    o

    VEJA NA PÁGINA 16

    A SUA OFICINA MECÂNICA COMO NEGÓCIO

    COMOAO MÁXIMOAPROVEITAR

  • Sumário

    ManutençãoBanco de couro exige cuidados específicos ...20

    Os sete erros capitais da indústria automotiva .....................................................

    ESPECIAL

    12

    Reparadores podem fazer cursogratuito sobre motores .................................

    DICAS BR

    8

    Saiba como preservar a pintura do veículo dos efeitos da maresia ................................

    MANUTENÇÃO

    6

    Editorial

    Azamor D. Azamor

    “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra, nem indústria,

    nem ciência, nem sabedoria alguma”. Ec 9.10

    Estamos chegando próximo da data do maior evento do setor de autopeças do Brasil, a Automec. Por esse moti-

    vo o Brasil Mecânico publica em

    suas páginas a chamada desse

    importante evento, que irá, sem

    dúvidas, mobilizar todo o mer-

    cado nacional trazendo resulta-

    dos positivos para toda a cadeia

    de Reposição e Reparação.

    Nosso compromisso é, não

    apenas trazer informações do

    dia a dia do setor, mas levar

    algo mais promissor que des-

    perte uma visão em relação ao

    mercado, ou seja, algo mais

    efetivo e motivador. Chega de

    usar o termo “crise”, que virou

    relatório de pessimistas. Te-

    nho um amigo que possui um

    restaurante em um bairro, que

    se tornou o mais frequentado

    da região.

    O mercado está andando e

    se formatando dentro do que é

    possível. Entendo que ficou ruim

    para os desempregados que so-

    frem pela desestrutura política

    que afetou, naturalmente, todos

    os setores da economia. Mas

    isso não sinaliza que o Brasil vá

    fechar as portas e acabar.

    Em suma, a expectativa é

    que cada profissional envol-

    vido com a Reparação, possa

    caminhar melhor neste ano do

    que no ano anterior que, de

    acordo com o Sindipeças, teve

    crescimento de 2,19% na repo-

    sição. Ou seja, se mais peças

    são vendidas, mais peças são

    repostas. Oficinas cheias e re-

    paradores lucrando, o melhor

    cenário possível.

    Uma revista no segmento de

    vendas fez uma pesquisa com

    mais de 200 empresários e pe-

    diu a eles para apontarem o que

    estavam fazendo para começar

    o ano com força total. Mapear

    clientes inativos, prospectar no-

    vos clientes e ter um pós-ven-

    da eficiente foram os principais

    pontos levantados.

    Outras dicas, de acordo com

    essa pesquisa, eram: criar, mu-

    dar, otimizar, enxergar com olhos

    da águia se tornou imprescindí-

    vel para manter sua empresa

    competindo e crescendo, afinal

    a cada dia nascem pessoas e

    novos carros são inseridos nas

    estradas deste grande País.

    Desempenho na Reposição e na Reparação

    Instalação do amortecedor requer cuidado do reparador e ferramentas adequadas Pág. 4

    AUTOMEC 2017aposta em espaçospara aprimoramentotécnico Pág. 18

    16

    FFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF CCCAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA SSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS CCIIIIIIIIIIIIIIIIIINNNNNNNANNNNNNNNNNNAAAAAAAAA NNNNAAAAAAAAMMMMMMM CCÂÂÂÂÂÂÂÂÂÂÂÂÂ CCCCCCCCCCCCAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEECCCCCCCCMMMEEEEEEEEEEEEEEE

    OO O ÓÓÓÓÓÓÓÓOCCOCCOOOOMMMO ÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓO ÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCOOOOOOOOOOOOCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCOOOOOOOOOOOOOCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOMMMMMMMMMMMMCCCOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOMMMMMMMMMMMMOOOOOOOOOOMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMOOOOOOOOOOOMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMOOOOOOOOOOOOOMMMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNEEEEEEEEEEEEENNNNNNNNNNNNNNEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEGGGGGGGEEEEEEEEEEEEEEGGGGGGGGGGGGEEEEEEEEEEEGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGÓÓÓÓÓÓÓÓEEGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓGGGGGGGGGGGGGÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓGGÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓ OOOOOCC OCCCCCCCCCCCÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCÓÓCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCIIIIIIIIIIICCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIOOOOOOOOOOCCIIIIIIIIIIIOOOOOOOOOOOOIIIIIIIIOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOIOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

    OOOSSAAAAAAAAAAAAAAAAA AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA SSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIINNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNAAAAAAAAAAAAAAAAAANNNNNNNNNNNNNNNNAAAAAANAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAACOMO

    AO MÁXIMOAPROVEITAR

  • AD Azamor Editora e Comércio de Jornais MECNPJ. 16.672.790/0001-91Administração, Redação e Publicidade.Rua Rio Apa, 36 - CordovilRio de Janeiro - RJ - Cep: 21250-570Pabx.: (21) 3459-6587 / 3013-4181E-mail: [email protected]

    Referente à Publicidade: A responsabilidade sobre os anúncios publicados é inteiramente dos anunciantes, e as matérias assinadas, de seus autores.

    21 99676-3125

    Impressão: Tiragem: Aferida pelos CORREIOS - E-DIRETA

    O Brasil Mecânico é um jornal de publicação mensal, com Distribuição Gratuita nas principais Lojas de Autopeças do Estado do Rio de Janeiro, e dirigido ao segmento de peças e informações para os mecânicos. Seu objetivo é o de promo-ver a intercomunicação no setor, divulgando os fabricantes e lojistas veiculando informações para melhor nutrir e para valorizar o segmento de reparação do Estado do Rio de Janeiro.

    Os artigos publicados nas colunas específi-cas não traduzem a opinião do Jornal, nem do Editor-chefe.

    Sua publicação se deve a liberdade em trazer novos conceitos com a finalidade de estimular o debate dos problemas dentro e fora do setor, abrindo espaço a pensamentos contemporâne-os, concernente à reflexão sobre os temas.

    Ano IV - Fevereiro 2017 - nº 31Tiragem 10.000 ExemplaresDistribuição Regional e pontos exclusivos

    Diretor Responsável: Azamor D. [email protected] Comercial: Azamor D. AzamorChefe do Setor Adm./Fin.: Enéas Domingos [email protected] Administrativa: Ávila C. F. [email protected]ção Eletrônica: Cristhiano [email protected]

    Assinaturas Estag.: Dayana Vieira [email protected]

    [email protected]

    JORNALISMO:

    Editor-chefe: Azamor D. Azamor - MTB: RJ 02386

    Editor Adjunto: Fellipe Fagundes

    [email protected]

    Assistente de Redação: Vinícius [email protected]@jornalbrasilpecas.com.br

    www.brasilmecanico.com.br

    EXPEDIENTE

    APOIO

    Grupo ASF Editora Ltda MECNPJ. 02.313.903/0001-58

    Alicate para travara haste vai causar vazamento do amortecedor e comprometer o desempenho da peça

    na haste. Com o movimento da

    haste para cima e para baixo

    essas ranhuras acabam forman-

    do um canal no retentor dando

    origem ao vazamento. O aperto

    final deve ser feito sempre com o

    veículo no solo”, revela.

    Portanto, sempre que for

    necessária a troca os amortece-

    dores, é importante que o repa-

    rador tenha em mãos as ferra-

    mentas adequadas para fazer o

    serviço, para não correr o risco

    de danificar o amortecedor e

    perder a garantia.

    Itens fundamentais do sis-tema de suspensão que, além da função de amor-tecimento, também garante

    a segurança do motorista, os

    amortecedores são respon-

    sáveis por atenuar impactos

    na carroceria, frear os movi-

    mentos da mola e manter os

    pneus em contato com o solo.

    Amortecedores já desgasta-

    dos comprometem a estabi-

    lidade do carro em curvas e

    boa dirigibilidade.

    Segundo Jair Silva, ge-

    rente desserviço e qualidade

    da Nakata, a maioria dos

    vazamentos no amortecedor

    é causado pelo uso de ali-

    cate para travar a haste du-

    rante a instalação e é muito

    fácil entender o porquê. “A

    haste é usinada, polida e

    cromada durante o processo

    de fabricação para que haja

    um perfeito assentamento do

    retentor dentro do corpo do

    amortecedor. Ao travar a has-

    te com alicate para “facilitar”

    o aperto da porca superior

    do amortecedor você estará

    deixando ranhuras ou marcas

    Suspensão 1

    Muitas vezes o moto-rista chega à oficina de confiança se quei-xando de barulho na suspen-

    são e acha que o problema é

    no amortecedor, quando, na

    verdade, o que está ocorrendo

    é um desgaste nas buchas de

    borracha, o que provoca baru-

    lho na suspensão, segundo Jair

    Silva, especialista de qualidade

    da Nakata. E é comum o ruído

    ser confundido com o de amor-

    tecedor. Outra peça que tam-

    bém causa barulho é a bieleta

    com folga nos pinos, hoje mui-

    to presente na maioria das sus-

    pensões. No caso dos modelos

    Corsa e Celta, por exemplo, o

    suporte da barra tensora, tam-

    bém conhecido por morcegui-

    nho, provoca barulho na sus-

    pensão que podem levar a erro

    de diagnóstico.

    Para evitar desgastes de pe-

    ças e garantir a segurança do

    veículo, é recomendado fazer

    manutenção preventiva e tam-

    bém que os motoristas fiquem

    atentos a alguns indícios de

    desgaste. É possível evitar o

    desgaste prematuro dos com-

    ponentes da suspensão com

    alguns cuidados básicos, en-

    tre eles, não exceder a carga

    máxima permitida, passar em

    lombadas ou depressões em

    velocidade compatível, fazer

    alinhamento e balanceamento

    de rodas e não realizar alte-

    rações das características ori-

    ginais e utilizar peças de qua-

    lidade.

    A recomendação de ma-

    nutenção preventiva é a cada

    10 mil quilômetros rodados

    ou quando notar mudança de

    comportamento do veículo,

    tais como, ruídos e vibrações,

    perda de estabilidade em cur-

    vas, balanço excessivo em ar-

    rancadas e freadas.

    DESGASTE NAS BUCHAS E/OU BIELETAS PROVOCAM BARULHO NA SUSPENSÃO

    Suspensão 2

    ículo, é recomendado fa

    entiva e

    Foto

    : div

    ulga

    ção

  • Manutenção

    SAIBA COMO PRESERVAR A PINTURA DO VEÍCULO DOS EFEITOS DA MARESIA

    O verão já está no fim, mas para quem mora no Rio de Janeiro isso não impede que o carro fuja da

    maresia. Muitos que não moram

    em praias por aqui, ainda assim

    têm contato mais próximo com

    regiões oceânicas por conta das

    idas às praias cariocas ou viagens

    à Costa Verde ou à tradicional Re-

    gião dos Lagos. Por isso, se você é

    um desses e ainda não se atentou

    aos danos que a “brisa marítima”

    traz ao seu veículo, não desanime,

    ainda dá tempo!

    Para ajudar a resolver esse

    problema, o Brasil Mecânico traz

    um material desenvolvido pelo

    supervisor de Desenvolvimento

    da PPG, Ricardo Vetorazzi, com

    dicas de como manter a cor do

    seu veículo em ordem. Confira a

    seguir os detalhes:

    Materiais utilizados

    Produtos que utilizam água

    como base e os de alto sólidos ga-

    rantem uma durabilidade superior

    aos convencionais de mercado.

    O especialista pondera que o co-

    nhecimento do profissional na pre-

    paração e aplicação dos produtos

    é essencial. O ideal é que ele seja

    qualificado para fazer o melhor uso

    de um produto com desempenho su-

    perior. Boas práticas e conservação

    da limpeza do ambiente também

    contribuem para a prolongação da

    vida-útil da pintura ou repintura.

    Evitar maus hábitos

    Ainda sobre a vida-útil da pin-

    tura e repintura, Vetorazzi afirma

    que uma boa maneira de preservá

    -la é não exagerar nos polimentos.

    Lavagem

    “Ao realizar a lavagem em

    casa, use um sabão de pH

    neutro. Não utilize gasolina,

    álcool ou outros solventes na

    superfície pintada”, alerta Ve-

    torazzi. No caso de eventual

    queda do sabão, lembra o es-

    pecialista, é importante lavar

    a área afetada imediatamente

    com água. Também é impor-

    tante secar o carro para evitar

    o acúmulo de novas sujeiras e

    manchas na pintura.

    Outro cuidado relevante é evi-

    tar a utilização de métodos au-

    tomáticos, caso o veículo esteja

    recém-pintado. É recomendável

    recorrer ao método somente 30

    dias após o serviço. A mesma lógi-

    ca vale para a aplicação de cera,

    mas neste caso depois de 90 dias.

    Segundo ele, a frequência deles

    não ajuda tanto na conservação

    da pintura ou repintura, quanto

    se imagina. E ainda garante: estes

    cuidados valem para veículos de

    todas as cores, inclusive brancos.

    “Apesar de, atualmente, as tec-

    nologias de aplicação original se-

    rem iguais, a montadora varia a cor

    do carro, utilizando o mesmo verniz

    como camada de proteção final da

    cor, o que nem sempre assegura sua

    durabilidade”, explica o especialista.

    Ele destaca que, caso ocorra

    algum problema na pintura do

    veículo, o proprietário deve pro-

    curar um profissional qualifica-

    do, que fará uma avaliação do

    reparo que deverá ser feito. Mui-

    tas vezes, o reparo é um simples

    polimento e em outros é necessá-

    rio remover a tinta e o tratamen-

    to começar na chapa do carro.

    Foto

    : div

    ulga

    ção

    Após as férias na praia, é fundamental tomar alguns cuidados simples para conservar a cor e o brilho do seu carro

    1

  • Fique de Olho 1

    REPARADORES PODEM FAZER CURSO GRATUITO SOBRE MOTORES

    Foto: Material de divulgação NGK

    A Motorservice, divisão do Grupo Rheinmetall Auto-motive e responsável por comercializar os produtos Kol-

    benschmidt (KS), Pierburg e BF no

    mercado de reposição, divulgou

    a programação anual dos cursos

    gratuitos oferecidos pela fabrican-

    te sobre componentes do motor.

    Com algumas turmas já iniciadas,

    outros interessados devem procu-

    rar a fabricante o quanto antes.

    A iniciativa, que preza pela

    melhoria dos profissionais da re-

    paração, é um conceito que tem

    semelhanças com cursos já ofere-

    cidos por grandes nomes da edu-

    cação profissional, como SENAI e

    SENAC, e tende a ser difundido e

    aplicado com mais frequência entre

    fabricantes do setor de reposição.

    Os cursos oferecidos pela KS

    são realizados em seu Centro de

    Treinamento, localizado em Nova

    Odessa-SP, onde está localizada

    a planta produtiva da empresa.

    Ao todo, a empresa já instruiu 34

    turmas de profissionais da repara-

    ção de veículos desde a sua inau-

    guração em 2013. Ministrado por

    técnicos altamente qualificados da

    própria KS, o curso tem duração de

    24 horas, divididas em três dias.

    Os cursos utilizam metodo-

    logias baseadas no reparo do

    motor, conforme procedimentos

    e manuais dos fabricantes e têm

    como objetivo ensinar na teoria

    e na prática o funcionamento de

    motores e seus componentes, bem

    como diagnosticar danos, falhas,

    correções do motor e noções bá-

    sicas de metrologia para controle

    dimensional.

    Nas aulas práticas, os parti-

    cipantes contam com mais de 10

    motores entre ciclo Otto e Diesel,

    que os alunos podem montar e

    desmontar durante as aulas, ca-

    valetes giratórios com redutor, tor-

    químetros, ferramentas especiais e

    específicas para motores, equipa-

    mentos de montagem de biela no

    pistão e equipamento para con-

    trole dimensional (micrômetros e

    súbitos, entre outros).

    Informações adicionais sobre

    o curso ou inscrições podem ser

    tratadas direto com a fábrica por

    meio do SAKS 0800 721 7878.

    NGK recomenda

    check-up das velas

    de ignição para evitar problemas

    mais graves

    As datas previstas para os cursos 2017 são:

    20 a 22 de fevereiro (turma já iniciada)

    13 a 15 de março

    10 a 12 de abril

    17 a 19 de abril

    15 a 17 de maio

    12 a 14 de junho

    10 a 12 de julho

    7 a 9 de agosto

    11 a 13 de setembro

    9 a 11 de outubro

    4 a 6 de dezembro

    Capacitação

    Objetivo do curso:

    Conhecer a função e aplicação das principais peças que compõem os automóveis;

    Entender o funcionamento das partes de um automóvel para vendas adicionais;

    Conhecer as principais modificações dos modelos de cada marca para escolha certa da peça a ser vendida, incluindo importados. (Ex.: Gol geração II, III etc.);

    Aprimorar as Técnicas de Vendas no atendimento ao cliente.

    Metodologia:

    Aulas práticas com auxílio de vídeos, vista explodida, peças dos carros e apostila.

    PROFISSIONALDE ATENDIMENTOBALCÃO DE AUTOPEÇAS

    PROGRAMA DECERTIFICAÇÃO

    Público alvo:

    Profissionais que já atuam nas diversas áreas de atendimento ao cliente, estoque, telemarketing entre outras que queiram aprimorar seus conhecimentos e/ou ingressar na profissão.

    Duração: 4 meses

    Certificado: Será emitido ao término do curso.

    Apoio:

    27 ANOS TREINANDO E CAPACITANDO

    MAIS INFORMAÇÕES

    Tel.: 21 3683-7842 / 3352-1427 / 96422-7729E-mail.: [email protected]

    Realização:

    Instrutor: Ricardo Lessa Costa

    INSCREVA-SEPara Inscriçõespor tempo ilimitado

    VagasLimitadas

    “Fiz o curso e recomendo, pois o vendedor passa credibilidade e segurançapara o cliente ao conhecer o automóvel como um todo”

    “Sem dúvida o melhor curso que ministramos para os nossos vendedores”

    Alfredo Corapi - Altese

    bbbb

    -15%

  • Elétrica

    MITOS E VERDADES SOBRE O USO DA BATERIA

    Ar-condicionado liga-do diminuiu a vida útil da bateria do carro? E usar aparelho de som? O que fazer com a bateria usa-da? Essas são algumas das dúvidas que muitos motoristas possuem em relação à bate-ria automotiva.

    Marcos Randazzo, enge-nheiro de aplicações sênior da Johnson Controls, fabri-cante da Baterias Heliar, es-clarece mitos e verdades so-bre o tema:

    Dar a partida gasta ba-teria? Sim, a partida con-some mais corrente elétrica da bateria, o que aos pou-cos desgasta a capacidade dela em armazenar energia, porém esse desgaste não é muito grande. Manter o som ligado por muito tempo, por exemplo, é mais prejudicial do que a partida e, por isso, existe o alternador do veícu-lo, que tem a função de man-ter todos os componentes elétricos ativos após a parti-da do motor do automóvel.

    Qualquer ba-teria serve? Esse é um mito que está se desconstruin-do rapidamente. Quanto maior for a quantidade de eletrônicos insta-lada no automó-vel, mais específi-ca será a bateria utilizada, pois os veículos atuais costumam conter mais eletrônica embarcada e isso deve ser conside-rado na escolha do produ-to. “Por exemplo, um veículo com sistema Start/Stop não aceita qualquer bateria e os produtos que não atendam a essa necessidade podem fazer o veículo falhar ou até mesmo não funcionar”, afir-ma o engenheiro.

    Ar-condicionado diminui a vida útil da bateria? Depende. A partir do momento em que o veículo está ligado e o apare-lho também, não há problema.

    Porém, se o ar-condicionado estiver acionado no momen-to da partida, poderá causar problemas para ligar o motor, o que acarretará uma descarga maior da bateria. Se repetido frequentemente, acabará inter-ferindo na vida útil do material. O mesmo raciocínio aplica-se aos demais eletrônicos, como aparelho de som e alarmes.

    O que fazer com a bateria usada? “Depois que a bateria

    perde a sua funcionalidade, o proprietário deve devolvê-la ao fornecedor. A entrega pode ser feira em qualquer revendedor de bateria”, es-clarece Marcos Randazzo. Através do programa Ecos-teps, da Johnson Controls, para cada nova bateria fabri-cada uma usada é reciclada com praticamente 99% de reutilização. Ou seja, todo o material é reaproveitado de forma correta.

    Marcos Randazzo, engenheiro de aplicações da Johnson Controls, fabricante das Baterias Heliar, esclarece dúvidas sobre a utilização e descarte da bateria automotiva

    Foto

    : div

    ulga

    ção

    Sustentabilidade

    O programa Descarte Consciente Abrafiltros de logística reversa dos filtros usados do óleo lu-

    brificante automotivo, terminou

    o ano de 2016 com o recorde

    de 7.044.919 filtros reciclados,

    desde quando foi implantado

    em São Paulo em julho de 2012.

    Posteriormente, o programa che-

    gou ao Paraná em fevereiro de

    2013 e ao Espírito Santo em

    julho de 2015, em atendimento

    às regulamentações estaduais

    que incluíram os filtros do óleo

    lubrificante automotivo entre os

    produtos alvo da logística rever-

    sa pós-consumo.

    A estimativa considera o

    peso médio de 390 gramas por

    filtro entre veículos leves e pesa-

    dos, sendo que o volume total

    dos filtros reciclados chegou a

    2.747.518 kg em dezembro de

    2016.

    “O programa Descar-

    te Consciente Abrafiltros veio

    atender à legislação em prol

    do meio ambiente e cumpriu as

    metas para 2016 em todos os

    estados onde está implantado”,

    afirma João Moura, presidente

    da Abrafiltros – Associação Bra-

    sileira das Empresas de Filtros e

    seus Sistemas - Automotivos e

    Industriais.

    A previsão para 2017 é que

    sejam coletados 1.009.350 kg

    de filtros usados de óleo lu-

    brificante automotivo em 123

    municípios dos três estados,

    equivalente a reciclagem de

    2.588.077 filtros usados do

    óleo lubrificante automotivo.

    PROGRAMA DESCARTE CONSCIENTE ABRAFILTROS SUPERA OS 7 MILHÕES DE FILTROS DE ÓLEO

    Foto

    : div

    ulga

    ção

  • Especial

    A indústria automotiva é cheia de casos de suces-so. A disputa das grandes montadoras em busca de avanço

    em tecnologia, desempenho, con-

    forto e design, faz nascer alguns

    modelos memoráveis. Aqueles

    que se tornam, mesmo após déca-

    das, o sonho de consumo de todo

    amante de carros. Temos dezenas

    de casos, desde os mais sofistica-

    dos, até os mais populares.

    Afinal, quem nunca sonhou

    (ou sonha) em ter um Opalla, um

    Maverick, um Mustang Cobra ou

    até mesmo um Fusca. Isso mes-

    mo, um Fusca. Há milhares de

    apaixonados pelo besourinho da

    Volks. Pois bem, tirando esses e

    outros fenômenos que marcaram

    época e alguns que foram regu-

    lares em seus tempos, sobram

    aqueles que serão lembrados,

    mas, negativamente. Aqueles

    verdadeiros desastres das monta-

    doras. O motivo pode ser o de-

    sign mirabolante, o motor genial

    ou o câmbio inovador, mas que

    foram bons somente nos planos.

    Nas ruas, acabaram sendo ver-

    dadeiros fracassos.

    Separamos alguns modelos

    para relembrar algumas das bo-

    las mais foras que as montadoras

    já jogaram. Vamos lá!

    1 Troller PantanalA lista começa com um modelo fei-

    to exclusivamente para o Brasil e que

    nem precisou se esforçar para ganhar

    o topo da lista. O aventureiro, lançado

    em 2006, tinha um visual meio anos

    80. Mas, sua estrutura foi a principal

    responsável pelo fracasso. Afinal, sua

    carroceria, feita de fibra de vidro, po-

    deria simplesmente partir ao meio du-

    rante uma voltinha. Tá bom ou precisa

    de mais?

    O (in)sucesso foi tanto que a Ford re-

    solveu fazer o recall do modelo. Con-

    vocou todos os compradores das 77

    unidades e os comprou de volta para

    utilizar a carcaça como sucata. Quem

    não quis devolver o carro e ter o di-

    nheiro de volta, precisou assinar

    um documento assumindo os ris-

    cos em conduzir o “seguro” Troller

    Pantanal.

    2 GurgelO vice-campeão na lista é um ge-

    nuíno brasileiro. O Gurgel foi o

    primeiro veículo 100% nacional.

    Desde seu projeto até a venda,

    tudo foi pensado e realizado no

    Brasil. Isso garantiu vantagens nos

    preços. O carro, que contava com

    peças e componentes econômicos,

    era imbatível nos preços. Mas, e

    aí, por que o pioneiro Gurgel está

    na lista? Simplesmente porque foi

    um dos carros mais feios já pro-

    jetados.

    3 Ford EdselCompletando o pódio, o Ford Ed-

    sel foi, talvez, apenas o carro certo

    na hora errada. Para justificar o

    posicionamento destacado na lista

    cabe lembrar que a Ford poderia

    não ser como conhecemos hoje. E

    o responsável seria o Edsel. Lan-

    çado em 1950, em meio à corri-

    da espacial, o carro seguiu uma

    tendência e optou por um design

    grande, cheio de curvas e com

    muitos detalhes cromados. A in-

    tenção era ser parecido com uma

    nave espacial. Porém, uma recessão

    que fez os compradores optarem por

    carros mais econômicos e menores e

    uma grade frontal que se assemelha-

    va muito ao órgão genital feminino,

    fizeram o modelo levar a montadora

    OS SETE ERROS CAPITAIS DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA

    O resultado quando as montadoras esperam uma coisa do carro...mas acontece outra.

    Troller Pantanal

    Gurgel

    Ford Pinto

    Lada Laika

    Delorean DMC-12

    Especial

    fundada por Henry Ford quase à

    falência.

    Obs: A febre por carros “espa-

    ciais” também chegou no Brasil

    (um pouco atrasada). O Ford

    Galaxie foi o maior sucesso por

    aqui.

    4 Lada LaikaDo outro lado da corrida espa-

    cial veio o Lada Laika. O modelo

    soviético, lançado em 1970, foi

    inspirado no Fiat 147, e vendido

    no Brasil entre 1990 e 1995. O

    design não foi problema dessa

    vez. O problema foi que, mesmo

    com baixo preço, o quadradinho

    soviético não tinha mecânica

    adaptada ao combustível vendi-

    do por aqui – gasolina com 25%

    de álcool – e precisou de adap-

    tações no carburador. Outro

    agravante foi a falta de peças. Se

    hoje os motoristas ainda sofrem

    quando precisam de peças de al-

    gumas montadoras, imagina no

    início dos anos 90?

    5 Classe AO Classe A surgiu, em

    1999, como a chance de

    pessoas com rendas

    menores terem um

    Mercedes. Mas, pa-

    rece que a montadora não sabe

    fazer nada que não seja de alto

    nível. Na tentativa de se adequar

    ao novo desafio, o projeto não

    podia ter saído pior. O resulta-

    do? Um carro com design duvi-

    doso e sem estabilidade nenhu-

    ma. Quando preciso desviar de

    algum objeto inesperado, o carro

    capotava facilmente.

    No fim, a segunda falha foi cor-

    rigida e o carro atingiu o padrão

    da Mercedes. O detalhe é que,

    incrementado, não cabia mais no

    bolso do público projetado.

    6 Ford PintoMesmo parecendo uma piada

    pronta, o nome não foi o maior

    problema do modelo lançamento

    mais explosivo de 1970. O maior

    pecado do carro foi, realmente,

    ser um estouro. Isso porque,

    com seu tanque de combustível

    colado no para-choque traseiro,

    qualquer batidinha traseira fazia

    o veículo explodir! Uma verda-

    deira bomba, né?

    7 Delorean DMC-12O nome do modelo já indicava uma

    tendência futurística no veículo. As

    portas abrindo para cima e a carro-

    ceria totalmente em aço inoxidável

    completavam a fantasia do carro

    que “voava no tempo”. O projeto,

    apesar de ter grandes falhas, contou

    com o grande impulso da trilogia

    “De volta para o Futuro” para ter su-

    cesso pelo mundo todo. A produção,

    restrita aos Estados Unidos, durou

    apenas dois anos (1981-

    1982) e foi encerrada

    devido ao fechamento da

    fábrica.

    A expectativa era enor-

    me sobre o carro e as ven-

    das foram decepcionan-

    tes. Isso porque, o carro,

    pensado para ser o futuro

    do mercado automotivo,

    era muito pesado e lento

    por conta de sua lataria

    em aço – o que também deixou os

    preços muito elevados.

    O modelo, mesmo considerado

    um fracasso, conquistou a simpatia

    de muitos fãs. Por isso, o carro dos

    sonhos de muitos nas décadas de 80

    e 90, é o último da lista e poderia

    ter um lugarzinho em outras seleções

    mais positivas.

    *Seleção dos modelos sugeridos por:

    carroaluguel.com

    Ford Edsel

    Classe A

  • Info BR

    O ABC da Mecânica, as-sociação que reúne pro-fissionais da reparação na Zona Oeste do Rio de Janeiro,

    reuniu cerca de 300 convidados

    que se divertiram em diversas ativi-

    dades. Entre os presentes estiveram

    profissionais associados, alguns

    familiares e representantes das em-

    presas que patrocinaram o evento.

    Ao longo do dia diversas ativi-

    dades foram realizadas. Sorteios

    de brindes e brincadeiras para

    as crianças foram as principais

    atrações da confraternização.

    Os presentes e a estrutura foram

    fornecidos pelas patrocinadoras.

    O ABC da Mecânica, agradeceu

    aos apoiadores pela ajuda para

    realizar o evento.

    ABC DA MECÂNICA REALIZAEVENTO PARA REPARADORES

    Rio de Janeiro tem resultado melhor nas vendas de zero km

    O volume de vendas de veículos novos no esta-do do Rio teve desem-penho dúbio quando confrontado

    com o cenário nacional. O merca-

    do fluminense recuou em janeiro,

    mas bem menos que a média bra-

    sileira se comparado a dezembro,

    e muito mais se a referência for o

    mesmo mês de janeiro.

    Pelos dados da Federação Na-

    cional dos Distribuidores de Veículos

    (Fenabrave), o mercado fluminense

    emplacou 9.909 unidades de auto-

    móveis e comerciais leves em janeiro.

    O desempenho foi 15,9% pior que

    as vendas de dezembro (11.789).

    Em todo o país, contudo, a queda

    entre os dois meses foi bem pior: de

    -27,8% (143.582 contra 199 mil).

    Ao mesmo tempo, ao se compa-

    rar as vendas com janeiro de 2016,

    quando houve 11.939 emplacamen-

    tos, o recuo na comercialização de

    carros de passeio no estado do Rio

    foi bem maior que a média do país.

    O estado vendeu 17% a menos, en-

    quanto, no Brasil, a retração foi de

    apenas 4% - o país teve 149.677 car-

    ros de passeio e comerciais leves en-

    tregues em janeiro do ano passado.

    O gerente de uma revenda de

    automóveis na Barra da Tijuca (zona

    oeste), que não quis se identificar, diz

    que nunca viu movimento tão fraco

    nessa época como agora. Apesar do

    período de férias, ele explica que a

    localização da concessionária era

    favorecida pela ida de muitas pesso-

    as à praia durante a estação.

    O presidente da Associação,

    José Luiz Guimarães, fez questão

    de citar cada empresa e reforçar

    a gratidão.

    “Queremos agradecer mais uma

    vez agradecer aos fabricantes e dis-

    tribuidores por terem contribuído

    para juntos com familiares comemo-

    rarmos o dia do mecânico. À Pecita

    Auto Peças, Dayco Correias, Made-

    am Casa da borracha, Iguaçu, Mon-

    roe, Carlinhos Eletricista, Frescar,

    Delmag, Moura baterias,WestCar,

    Juntas Bastos, Retifica de Motores Ri-

    bran, Evolução do gás e NGK, mais

    uma vez, nosso muito obrigado”.

    Foto

    s: D

    ivul

    gaçã

    o

    13ª Feira Internacional de Autopeças, Equipamentos e Serviços

    25/04 a 29/04São Paulo - SP

    www.automecfeira.com.br

    14ª Autonor - Feira de Tecnologia Automotiva

    13/09 a 16/09Olinda - PE

    www.autonor.com.br

    5ª Feira da Indústria Automotiva de Autopeças e Reparação Automotiva

    26/10 a 28/10Rio de Janeiro - RJ

    www.feirarioparts.com.br

    14ª Salão Duas Rodas15/11 a 19/11São Paulo - SP

    www.salaoduasrodas.com.br

    7ª Feira Internacional de Infraestrutura Viária e Rodoviária

    21/03 a 23/03São Paulo - SP

    www.brazilroadexpo.com.br

    www.brasilmecanico.com.br

    13ª Feira Internacional de Autopeças, Equipamentos e Serviços

    25/04 a 29/04São Paulo - SP

    www.automecfeira.com.br

    14ª Autonor - Feira de Tecnologia Automotiva

    13/09 a 16/09Olinda - PE

    www.autonor.com.br

    5ª Feira da Indústria Automotiva de Autopeças e Reparação Automotiva

    26/10 a 28/10Rio de Janeiro - RJ

    www.feirarioparts.com.br

    14ª Salão Duas Rodas15/11 a 19/11São Paulo - SP

    www.salaoduasrodas.com.br

    7ª Feira Internacional de Infraestrutura Viária e Rodoviária

    21/03 a 23/03São Paulo - SP

    www.brazilroadexpo.com.br

  • CAPA

    Oficina mecânica é um ótimo negócio. Disso ninguém duvida. Cada vez mais carros são produzidos,

    começam a rodar e, mais cedo ou

    mais tarde, acabam precisando de

    manutenção. Mesmo em período

    de baixa nas vendas de veículos

    novos, há demandas a serem aten-

    didas no comércio de usados, o

    que faz com que os proprietários

    mantenham seus automóveis em

    bom estado para conseguir boas

    vendas. Além disso, há também a

    necessidade óbvia de conservação

    para utilização no dia a dia.

    Analisando os pontos destaca-

    dos acima, fica claro que o pro-

    prietário geralmente vai executar o

    reparo ou a manutenção quando

    necessário. Aí, entra a segunda

    parte da análise: qual o fluxo de

    veículos a serem reparados? Com

    estradas cada vez mais sucatea-

    das, trânsito cada dia mais caótico

    e uma infinidade de componen-

    tes nos veículos, sobram batidas,

    problemas na suspensão, falhas

    eletrônicas, além do já esperado

    desgaste dos componentes.

    Assim sendo, se tem um ramo

    de negócio onde a demanda se

    mantém alta e a procura é alta de-

    vido à natureza essencial do reparo

    Como aproveitar ao máximoA SUA OFICINA MECÂNICA

    COMO UM NEGÓCIO

    Imag

    ens

    Ilust

    rativ

    a/

    Div

    ulga

    ção

    Veja como fazer sua oficina operar com o máximo de eficiência

    dos veículos. Um mercado perfei-

    to, mas que exige uma exploração

    adequada. Tudo isso se torna insu-

    ficiente caso haja falha na condu-

    ção e na operação da oficina. Por

    isso trazemos dicas do CESVI Brasil

    para ampliar suas chances com sua

    oficina!

    Primeiro, saiba que qualquer

    análise mais aprofundada da ofici-

    na deve ter como objetivo mapear

    o processo produtivo, desenvolven-

    do um plano de ação focado em:

    Venda de mão de obra/ Desenvol-

    vimento do layout produtivo/ Fluxos

    de trabalho/ Tempos operacionais/

    Processos de produção/ Adequa-

    ção e utilização de equipamentos/

    Levantamento da capacitação dos

    colaboradores.

    Imag

    ens

    Ilust

    rativ

    a /

    Div

    ulga

    ção

    1- Venda de Mão de Obra

    Análise:

    A falta de um orçamentista com

    capacitação e foco voltados só

    para isso tem levado os coorde-

    nadores a botar a mão na massa

    nessa função. Isso compromete a

    venda do serviço, já que esses pro-

    fissionais não têm tempo para um

    detalhamento do orçamento. Esse

    cenário está relacionado à falta de

    planejamento das atividades.

    Plano de Ação:

    Desenvolvimento do quadro produti-

    vo. Mudança nas atribuições profis-

    sionais dos trabalhadores envolvidos

    com as atividades operacionais.

    2- Layout Produtivo

    Análise:

    O layout promove a organização

    das áreas operacionais, otimiza os

    processos de produção e propor-

    ciona a execução dos serviços res-

    peitando os prazos.

    Plano de Ação:

    Investimento em assessoria técnica

    no desenvolvimento em layout e no

    estabelecimento do processo pro-

    dutivo.

    3- Fluxos de Trabalho

    Análise:

    É necessário estabelecer padrões

    de processos e etapas de contro-

    le por meio de um fluxo de tra-

    balho definido pela gestão. Os

    colaboradores devem passar por

    um processo de integração para

    o atendimento dessas exigências,

    sem que haja vícios de trabalho

    na operação. Também é neces-

    sário desenvolver um fluxograma

    do processo, mapeando o passo

    a passo do reparo.

    Plano de Ação:

    Investimento em assessoria técni-

    ca no desenvolvimento de proces-

    so produtivo e fluxograma opera-

    cional.

    4- Tempos Operacionais

    Análise:

    São aplicados conforme o cená-

    rio estabelecido pela gestão. Se o

    tempo de cada trabalho for defini-

    do pelo próprio colaborador, isso

    vai comprometer diretamente o

    desempenho de todos no que diz

    respeito a: orçamento, qualidade,

    rapidez e entrega.

    Plano de Ação:

    Investimento em assessoria técni-

    ca no desenvolvimento de processo

    produtivo e levantamento de dados

    em todo o processo. Redução de

    consumo (insumos utilizados na fu-

    nilaria e pintura).

    5- Processos de Produção

    Análise:

    Quando falta produtividade na ofici-

    na, é porque há problema de proces-

    so – por não haver métodos de tra-

    balho, seja individual ou em grupo.

    Quando os prazos não estão sendo

    respeitados e falta comprometimento

    à equipe, outra maneira de manter o

    equilíbrio da produção é adotar uma

    tabela de comissão, aplicada indivi-

    dualmente ou por equipe.

    Plano de Ação:

    Mapear o processo produtivo por

    meio de assessoria técnica. Estabe-

    lecer remuneração variável/partici-

    pação nos resultados (aplicação de

    comissão).

    6- Adequação e Utilização de Equipamentos

    Análise:

    É fundamental a oficina possuir fer-

    ramentas e equipamentos básicos

    para adequação dos procedimen-

    tos de reparação e diminuição do

    tempo de execução, o que afeta

    diretamente a produtividade.

    Plano de Ação:

    Mapear por meio de assessoria téc-

    nica os equipamentos e tecnologias

    da oficina.

    7- Capacitação dos Colaboradores

    Análise:

    Um velho problema do setor de re-

    paração é o baixo nível técnico dos

    profissionais. A maioria dos colabo-

    radores só tem nível básico de co-

    nhecimento sobre funilaria e pintu-

    ra. Por isso, os trabalhos são refeitos

    diversas vezes, elevando o custo da

    operação com maior consumo de

    material e tempo de serviço.

    Plano de Ação:

    Mapear por meio de assessoria

    técnica o nível de capacitação e

    a necessidade de treinamento da

    equipe nas seguintes áreas: solda-

    gem, preparação e pintura, orça-

    mentação, gestão de oficina e em

    atendimento.

    Então vale a pena compreender melhor cada uma dessas etapas. Vamos lá:

  • Automec

    A Automec - Feira Internacio-nal de Autopeças, Equipa-mentos e Serviços, que acon-tecerá em São Paulo, de 25 a 29 abril

    de 2017, reserva aos visitantes, na

    sua 13ª edição, uma série de ativida-

    des voltadas para a capacitação e co-

    nhecimento técnicos aos profissionais

    do setor e aos visitantes interessados.

    Organizada pela Reed Exhibitions Al-

    cantara Machado, o maior evento de

    equipamentos de reposição da Améri-

    ca Latina volta a reunir os setores da

    indústria de veículos pesados, leves

    e comerciais – as feiras eram reali-

    zadas separadamente desde 2007.

    Além disso, a nova edição do evento

    de alcance internacional acontecerá

    no mais moderno e renovado espaço

    de exposição da cidade, o São Paulo

    Expo Exhibition & Convention Center,

    localizado na Rodovia dos Imigrantes,

    Km 1,5 – Vila Água Funda-SP.

    Estão programadas para acon-

    tecer no decorrer da feira atividades

    como palestras gratuitas e espaços

    específicos destinados aos profissio-

    nais do varejo, como a Loja-Modelo,

    em parceria com o Sincopeças, com

    demonstrações práticas e teóricas de

    procedimentos operacionais tendo

    como padrão uma loja de funciona-

    mento com o que há de mais moderno

    no segmento. Outro espaço que de-

    verá ser bastante visitado é a terceira

    edição da Oficina Modelo, cuja novi-

    dade é a unificação das atividades em

    AUTOMEC 2017 APOSTA EM ESPAÇOS PARA APRIMORAMENTO TÉCNICO

    A 13ª Feira Internacional de Autopeças, Equipamentos e Serviços promove grande número de atividades em capacitação profissional e de inovações para visitantes e profissionais do setor

    mecânicas leves e pesadas, com as

    novas tendências, demonstrações de

    produtos e as mais novas tecnologias.

    O Tuning Área apresentará tec-

    nologias de ponta, tendências e

    inovações para o automobilismo de

    competição. O 1º Congresso Auto-

    mec reunirá referências do mercado

    para discutir os principais temas para

    os negócios do setor como gestão,

    qualidade, inovação e performance.

    Haverá também disponível toda uma

    plataforma de conteúdo tecnológico

    em autopeças, com apoio da Har-

    vard Business Review. Outro desta-

    que será a nova Arena do Conheci-

    mento e Capacitação, com palestras

    em espaços abertos da feira.

    Para fomentar a geração de ne-

    gócios, desde a última edição a Reed

    organiza o Premium Club Plus, para

    compradores selecionados, Encon-

    tros de Negócios por setor, além das

    Caravanas dos Compradores.

    Em relação às últimas edições,

    a Automec 2017 terá o dobro de

    eventos paralelos, atendendo às

    exigências de um mercado que bus-

    ca novos conteúdos, experiências

    inovadoras, além de conhecimento

    e aprimoramento técnico, antecipa

    Bruno Pati, show manager da Au-

    tomec. “O futuro está em todas as

    partes, por isso todos os projetos

    foram planejados para firmar a Au-

    tomec como plataforma que dita as

    tendências e vislumbra o futuro do

    setor”, destaca.

    Quanto ao novo local do even-

    to, a Automec ocupará no São Paulo

    Expo Exhibition & Convention Center

    90 mil m2, onde serão esperados

    mais de 70 mil visitantes e 1500

    marcas nacionais e internacionais e

    62 países presentes. Entre as mar-

    cas que já confirmaram participa-

    ção na Automec 2017 estão Bosch,

    ZF Service, Schaeffler, Continental,

    Dana, Dayco, Magneti Marelli, Man-

    n+Hummel, TEM Thomson e Valeo.

    Serviço: Automec 2017 13ª Feira Internacional de Autopeças, Equipamentos e ServiçosData: 25 a 29 de abril de 2017Local: São Paulo Expo Exhibition &Convention Center. Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5Vila Água FundaMais informações:www.automecfeira.com.br

    Foto

    : div

    ulga

    ção

  • BANCO DE COURO EXIGE CUIDADOS ESPECÍFICOS

    Quando o assunto é a limpeza do banco de couro automotivo, mui-tos proprietários acabam caindo em uma pegadinha. Por ser mais resistente, muitos acreditam que exige menos cuidados que o de tecido. Porém, é bom que fique claro que se não for feita a ma-nutenção da forma adequada, o couro pode rachar e até desbotar com o tempo. Certamente isso é uma coisa que prejudica o as-pecto do seu carro e é por isso

    o transporte de crianças que costumam deixar alimentos cair sobre os bancos criam uma ca-mada de sujeira que precisa ser removida.

    Para isso, utilize uma espon-ja macia e sabão ou detergente neutro diluído em água. Nas partes da costura, que apre-sentam sujeiras mais difíceis, você pode utilizar uma escova esfregando gentilmente, com o cuidado de não danificar o re-

    que o Brasil Mecânico resolveu trazer esse material com dicas da Easy Carros sobre higienização desse tipo de material.

    Como limpar o banco de couro do seu carro?

    Antes das medidas mais diretas para manutenção do couro, é preciso ter alguns cui-dados com a limpeza. Isso por-que a tintura da roupa, suor, chaves, poeira acumulada e até

    vestimento. A secagem deve ser feita com um pano seco.

    Se o revestimento apre-sentar manchas difíceis, muito provavelmente, será necessária a limpeza por um profissional. Nunca use produtos abrasivos ou força excessiva para tentar removê-las, isso poderá danifi-car o banco do seu carro.

    Após a limpeza, o couro es-tará pronto para receber a hi-

    Fotos: divulgação

    Motoristas caem na pegadinha de achar que o banco de couro não sofre desgaste

    Manutenção 2 Manutenção 2

    dratação – o que impede que o material rache ou fique com aspecto de envelhecido!

    Qual o tipo de hidratante você deve escolher?

    Especialistas indicam que quanto mais refinado for o hidratante, melhor será ab-sorção do couro. Além disso,

    dê preferência a hidratantes líquidos de boa qualidade, pois eles espalham mais facil-mente e de maneira uniforme.

    Outro ponto importante a se observar é o cheiro do produto. Embora a fragrância dure poucos dias ou semanas, não será agradável conviver com um odor forte ou que não agrade seu olfato.

    Como fazer a aplicação do hidratante?

    A hidratação deve ser feita de maneira homogênea. Então o correto é espa-lhar o hidratante em quantidades iguais por todo o revestimento do couro.

    Deixe agir por cerca de 40 minu-tos. Após esse tem-po, se você notar pontos com maior concentração de produto, passe uma flanela seca para remover os excessos.

    Para não errar, dê preferên-cia a uma hidratação realiza-da por um profissional a cada dois meses, pelo menos.

    É correto usar creme corporal para hidratar o couro?

    Muitas pessoas fazem uso de cremes corporais para hi-dratar o couro automotivo. Em-bora seja comum escutar que o resultado é bom e barato, essa prática não é aconselhada por especialistas.

    Ocorre que o creme corpo-ral é um cosmético com funções distintas aos produtos desenvol-vidos para aplicação no couro do seu carro. E o motivo é bem simples: a pele humana é dife-rente do couro automotivo.

    Cremes corporais não reali-zam bem a limpeza e uma hidra-tação profunda. E o pior: podem deixar o banco com aspecto melado e escorregadio, reduzir sua vida útil, acumular resíduos e também exalar componentes que engorduram os vidros.

    Embora os cremes corpo-rais perfumem o carro e passem uma falsa sensação de limpeza

    e hidratação, dê preferência a produtos automotivos que cum-prem a função e entregam me-lhores resultados.

    A hidratação do couro deve ser feita de quanto em quanto tempo?

    O prazo recomendado para a hidratação do couro auto-motivo varia de acordo com a região do país e a cor do reves-timento.

    Regiões de clima quente exigem o uso constante do ar condicionado, que retira umi-dade do ar e tende a ressecar o couro. Para esses casos, o reco-mendado é fazer a hidratação a cada 2 meses.

    Para regiões de climas mais amenos e úmidos, a hidratação pode ser feita a cada 4 meses.

    Se a tonalidade do couro for mais clara, pode ser neces-sário uma limpeza semanal. O que diminui também o período de tempo para hidratação.

  • Eventos

    O Grupo Universal/Univel reali-zou, no dia 27 de janeiro, em sua sede em Osasco-SP, even-to para o lançamento de seu e-commerce

    B2B – que permitirá vendas somente para

    empresas cadastradas previamente como

    compradoras. Entre os convidados, estive-

    ram executivos do Grupo, alguns de seus

    principais clientes e a mídia especializada.

    O lançamento da plataforma virtual

    de vendas, que é a primeira no formato

    B2B no Setor de Reposição, foi uma opor-

    tunidade de fazer ajustes na ferramenta

    antes da liberação integral do acesso, que

    está prevista para o dia 10 de fevereiro.

    Os clientes convidados testaram o E-com-

    merce e puderam relatar as dificuldades

    encontradas para que sejam ajustadas

    antes da liberação do acesso.

    Segundo a Universal, que aprovei-

    tou a proximidade com a comemoração

    de seus 40 anos para o lançamento, o

    e-commerce faz parte da vontade da

    empresa de se manter na vanguarda do

    segmento, apostando no pioneirismo e

    modernização.

    GRUPO UNIVERSAL/UNIVEL LANÇA O 1º E-COMMERCE B2B PARA A REPOSIÇÃO

    A Loja Virtual do Grupo Universal/

    Univel operará no formato B2B (Business

    to Business). Será basicamente uma ferra-

    menta de vendas voltada exclusivamente

    para Pessoas Jurídicas. Em conversa com

    a equipe do Brasil Peças que esteve pre-

    sente no lançamento, Elsio Coelho, dire-

    tor comercial da Universal, destacou que

    esse formato de negócios preserva a es-

    trutura do mercado de autopeças como

    se conhece hoje.

    “O intuito é ter uma ferramenta que

    facilite, sobretudo, o alcance. Chegare-

    mos mais facilmente em lugares onde

    havia dificuldade. Mas, com a plataforma

    funcionando entre ‘CNPJS’, garantimos

    que não haverá negócio com ‘CPFS’ e

    isso mantém a atuação tanto dos repre-

    sentantes, quanto dos varejistas, sem alte-

    ração”, comentou Elsio.

    Na mesma linha, Ricardo Ferreira,

    presidente do Grupo, destacou o que

    a Universal busca com a implementa-

    ção do sistema. Para ele, o fato de ser

    uma operação possível 24 horas por

    dia e sete dias por semana é uma das

    principais vantagens do E-commerce.

    Com a loja virtual, os clientes passam

    a ter maior conhecimento sobre o por-

    tfólio da Universal, algo que torna mais

    completo o atendimento ao próprio va-

    rejista, útil ao representante de vendas e

    funcional para a empresa que deixa seu

    catálogo mais visível.

    “O projeto traz algumas vantagens.

    O ponto principal é tornar a Universal

    uma empresa mais dinâmica, 24 horas à

    disposição. Também se torna possível di-

    minuir os estoques das lojas, que passam

    a operar como farmácias, por exemplo.

    Fazendo os pedidos de forma mais ágil,

    de acordo com a demanda”, disse Ricar-

    do. O presidente do Grupo também res-

    saltou que “com a plataforma operando

    para negócios B2B, seguiremos respeitan-

    do e preservando a cadeia de reposição”.

    A diretora, Sophia Ferreira, auxiliou alguns clientes durante os testes da Loja Virtual.

    Ricardo Ferreira, presidente do Grupo Universal/Univel.

    Em formato B2B, a loja virtual só terá vendas para empresas

    Universal Automotiveaproveitou o período decomemoração por seus 40 anos , completados em 22 de janeiro, para lançar a plataforma virtual.

    Como vai funcionar o E-commerce da Universal

    O diretor-superintendente, Arnaldo Mamede, foi mais um a falar sobre o lançamento e destacar o compromisso da Universal em melhorar o atendimento aos clientes.

    99676-3125 / 21 3459-6587 / [email protected]m.br

    DISTRIBUIDOS EM PONTOS DO VAREJO no RJ-capitalcomo: ALTESE, TIGRÃO AUTO PEÇAS, FUSCÃO PRETO, PRONAUTO, ETC.

    10.000 Exemplares mensais

    oficinas mecânicas Auto centers Auto ELÉTRICAS

    O jornal do Reparador Carioca

    FABRICANTES E LOJISTAS SUA

    MARCA AQUI É VISTA,

    consultenossos preços

    1/411 cm (L)

    x 13 cm (A)

    anuncie!!!

    99676-3125 / 21 3459-6587 / [email protected]m.br

    como: ALTESE, TIGRÃO AUTO PEÇAS, FUSCÃO PRETO, PRONAUTO, ETC.Ã Ã

    1/411 cm (L)

    x 13 cm (A)

  • Correias

    Parte 8 – Tensionadores e Polias; Problemas Mais Comuns e Dicas

    Na edição passada o Bra-sil Mecânico começou a falar sobre Tensiona-dores e Polias. Mostramos a fun-

    cionalidade desse tipo de correia

    e detalhamos sua composição e

    características. Agora, traremos

    para você, reparador, os proble-

    mas mais frequentes e dicas para

    evita-los ou corrigi-los.

    Fique atento e não perca a

    chance de tirar algumas dúvidas,

    relembrar ou até aprender algu-

    ma cosia. Confira:

    TORQUE EXCESSIVO NA MONTAGEM:

    Uma prática, infelizmente,

    muito comum, mas que causa

    muitos problemas e transtornos,

    é a aplicação de torque excessi-

    vo na montagem do tensionador.

    Tal prática prejudica, de-

    forma e inutiliza o tensiona-

    dor. Apesar de parecer baixo,

    o torque recomendado para

    parafusos e prisioneiros de 8

    mm, é de 2,5 a 3,0 Kgfm, na

    grande maioria dos casos.

    EXEMPLOS:

    Suporte Tensionador Motores FIAT 1.6 16V

    TO DYT 240 é aplicado

    nos veículos Fiat como Palio,

    Palio Weekend, Strada, Brava,

    Doblò, Marea, Marea Weeke-

    nd e Siena.

    Suporte de fixação, peça es-

    tacionária do tensionador, pa-

    rafusada ao bloco do motor.

    Diferente dos demais tensio-

    TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE

    CORREIASManual sobre Correias Automotivas

    Correias

    nadores este não é preso di-

    retamente ao bloco do motor.

    Faça sempre a verificação da

    parte traseira do suporte retiran-

    do-o. Observe se não há defor-

    mação no rasgo do oblongo e

    se a cabeça losango do parafu-

    so percorre todo o rasgo. Ava-

    rias e empenamento no suporte

    e empenamento do parafuso

    podem desalinhar o tensionador

    e fazer com que a correia traba-

    lhe ‘fugindo’ das polias, desgas-

    tando-se lateralmente.

    O desgaste lateral enfraque-

    ce a correia, até que se rompa

    e cause sérios danos às válvu-

    las e ao cabeçote, além, claro,

    da imediata parada do motor.

    Substitua o suporte e o pa-

    rafuso se for verificada qual-

    quer avaria.

    Atenção: o parafuso deve

    estar a 90° em relação ao su-

    porte e sua cabeça deve per-

    correr todo seu alojamento.

    Suporte Tensionador Motores FIAT 1.6 16V

    Outro erro muito comum, é

    a montagem invertida do ten-

    sionador de motores Fire 16V.

    Acima podemos ver a posi-

    ção correta de fixação do ten-

    sionador no motor, de acordo

    com cada face. A montagem

    invertida deforma o mecanismo

    do tensionador, provocando o

    desalinhamento da correia e

    seu desgaste irregular, seguido

    de sua ruptura.

    Próxima edição:

    O Brasil Mecãnico traz, mensalmente, tudo sobre Correias em um manual im-perdível produzido

    pela Dayco, referência mundial. Na próxima edição traremos mais um material que você

    não pode perder!

    ...

    Edição de Março:Tensionadores de Cor-

    reias Poly V

    Parte 9

    Este manual é fornecido pela Dayco, especialista em

    correias automotivas.

    Tensionadores

    SENTIDO DE TENSIONAMENTO E FINAL DE CURSO:

    Tensionador de motores RENAULT 1.0 16V (D4D) Presente na Peugeot no mode-

    lo 206 e na Renault, nos mo-

    delos Clio, Kan-goo, Logan e

    Sandero, este motor 1.0 16V

    tem uma particularidade em

    relação a seu tensionador, que

    pode causar problemas.

    Na operação de tensionamento

    deste modelo de motor, deve-

    se girar o tensionador no sen-

    tido anti-horário e atentar para

    o alinhamento dos ponteiros.

    Ao atingir tal ponto, deve-se

    imobilizá-lo pelo parafuso. Ao

    contrário da maioria dos sis-

    temas, a correia não oferece

    limite de tensionamento, ou

    seja, passando-se do ponto

    de alinhamento dos ponteiros,

    o tensionador passa em falso,

    continua a girar e vai de en-

    contro ao cabeçote (foto), ten-

    do seu movimento bloqueado.

    A correia passa a girar sobre o

    tensionador parado e desgas-

    ta-se fortemente, vindo até a

    desintegrar-se.

    Procedimento e instalação:

    Siga corretamente as

    instruções de instalação no

    verso da embalagem;

    Não reutilize as correias

    removidas;

    Você poderá utilizar

    uma das duas opções de

    ferramentas para instalação:

    ferramenta descartável e a

    ferramenta universal.

  • Mundo

    Superávit de janeiro é o maiordos últimos 11 anos

    O Conselho Nacional de Retíficas de Motores (Co-narem) promoverá, de 24 de maio a 1º de junho, Missão Empresarial à Autopromotec, uma das mais especializadas feiras inter-nacionais em equipamentos para o aftermarket do setor automotivo, que acontecerá no Parque de Exposições de Bolonha, Itália. “Os empresários de retíficas de motores de veículos, além de se atualizarem sobre as novidades do setor, terão a oportu-nidade de estreitar relacionamento com os fabricantes internacionais para concretizarem boas parcerias e também com os retificadores de diversas regiões”, afirma José Arnal-do Laguna, presidente do Conarem.

    Missão do Conarem a AAPEX, realizada em Las Vegas

    No dia 26 de maio, os empresá-rios poderão conhecer, em Faenza, a retificadora Sora que faz 1.500 mo-tores completos/ano e a distribuidora de peças para motor Vitobello. No dia seguinte, visitarão o museu da Ferrari em Maranello e a feira Autopromotec, ocasião que irão conhecer a linha de produtos da COMEC.

    A feira receberá os retificadores também no dia 28 de maio e, no dia posterior, visita à linha de monta-gem do Lamborghini Aventador, bem como o museu da marca. Depois, seguem para SME, fábrica de máqui-

    Foto

    : div

    ulga

    ção

    MISSÃO CONAREM VISITARÁ A AUTOPROMOTEC E COMEC NA ITÁLIA

    No primeiro mês do ano, as exportações brasileiras foram de US$ 14,911 bilhões, com crescimento de 20,6% em relação a janeiro de 2016. As importações so-maram US$ 12,187 bilhões, o que re-presentou um aumento de 7,3% sobre igual período do ano anterior.

    Na entrevista coletiva para comen-tar os dados, o diretor do Departamen-to de Estatística e Apoio à Exportação do Ministério do Desenvolvimento, In-dústria e Comércio, Herlon Brandão, informou que a taxa de crescimento das exportações em janeiro foi a maior desde 2011, quando o aumento tinha

    sido de 28,2%. Em relação às impor-tações, segundo Brandão, janeiro de 2017 teve a maior taxa de crescimento para o mês desde 2013 (14,7%).

    O diretor também destacou o su-perávit de US$ 2,725 bilhões, o segun-do maior para meses de janeiro desde 2006 (US$ 2,83 bilhões). Se compara-do com o saldo registrado em janeiro de 2016 (US$ 915 milhões), o valor apresentou crescimento de 197,8%.

    Em relação às importações, houve aumento das compras de bens interme-diários (22,8%), combustíveis e lubrifi-cantes (15,8%), além de bens de consu-mo (2,8%), enquanto que retrocederam

    as compras de bens de capital (-40,1%).Segundo Brandão o aumento das

    compras externas em janeiro são bom sinal. “Consideramos que seja um si-nal de melhora da economia brasileira, motivada pelo crescimento da ativida-de industrial”, disse. Em relação à pre-visão para 2017, Brandão reafirmou a expectativa de um saldo nos mesmos patamares de 2016, com crescimento das exportações e das importações.

    Países parceiros

    Os cinco principais compradores de produtos brasileiros em janeiro foram:

    China (US$ 3,027 bilhões), Estados Unidos (US$ 1,828 bilhão), Argentina (US$ 1,036 bilhão), Países Baixos (US$ 681 milhões) e Índia (US$ 417 mi-lhões). Cresceram as vendas para Ásia (34,2%), Oriente Médio (28,3%), União Europeia (12,7%) e Mercosul (14,9%).

    Em relação às importações, os cinco principais fornecedores do Bra-sil foram: China (US$ 2,332 bilhões), Estados Unidos (US$ 2,135 bilhões), Alemanha (US$ 738 milhões), Argenti-na (US$ 680 milhões) e Coreia do Sul (US$ 448 milhões). Aumentaram as compras de produtos vindos da África (89,4%) e Mercosul (31,9%).

    nas de lavar motores. Já no dia 30, outra retífica local.

    O dia 31 de maio foi reserva-do para visita ao COMEC Open House, onde os empresários terão a oportunidade de fazerem compras

    com preços atrativos de máquinas.Durante toda a programação, serão

    realizados também passeios por lugares pitorescos da Itália, oportunidade para confraternização com outros retificado-res de diversas regiões do País.

    Além da feira internacional, que acontece de 24 a 28 de maio, em Bolonha, Na Itália, retificadores terão a oportunidadede visitarem o COMEC Open House, onde poderão ter descontos atrativos na compra de máquinas para retíficas.

    Missão a AAPEX, realizada em Las Vegas

  • Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo. Um homem sentou-se e ob-servou a borboleta por várias horas confor-me ela se esforçava para fazer com que seu pequeno corpo passasse através daquela fenda. Em um determinado momento pare-ceu que ela parou de fazer qualquer pro-gresso. Parecia que ela tinha ido o mais lon-ge que podia, e não conseguiria fazer mais nada para sair do casulo.

    Então, o homem decidiu ajudar a borbo-leta. Pegou uma tesoura e cortou o restan-te do casulo. A borboleta saiu facilmente, mas seu corpo estava murcho, pequeno e tinha asas amassadas. O homem continuou a observar a borboleta, pois esperava que a qualquer momento as asas se abririam e esticariam para serem capazes de voar, de suportar o corpo.

    Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e as asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço da borboleta para passar através da pequena abertura era o modo que Deus fazia com que o fluído do corpo da borbole-ta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar.

    Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida, para cres-cermos como gente, como indivíduo. É nas dificuldades que nos tornamos fortes e nos nossos pequenos ou grandes problemas que buscamos a sabedoria existente no nosso ser e por vezes ainda adormecida.

    Paz...(Autor desconhecido)

    Humor

    Brasilito

    É hora de rir!

    Há 27 anos o Manuel só frequentava o mesmo restaurante. De repente, começa a ir ao concorrente, do outro lado da rua. O dono do restaurante que Manuel frequentava estranha, o aborda na rua e pergunta: - Ó Manuel, que foi que houve? Nossas refeições não lhe agradam mais? - Não. Não há nada de errado com elas. Estou apenas obedecendo as ordens do meu dentista. - Dentista? - Sim! Quando lhe mostrei os dentes que doíam, ele me mandou passar a comer só do outro lado!

    “O ser humano sempre corre atrás de um propósito que ele não consegue alcançar e quando o alcança, sempre busca um novo propósito esse ciclo é o que chamamos de vida”. Rudjery P. Avelino

    O pai do Joãozinho manda que ele vá trocar uma nota de dez reais. Em pouco tempo, João-zinho volta cheio de doces e balas e nada de dinheiro. O pai pergunta:- Onde está o dinheiro?!!- O senhor não mandou trocar? Troquei por balas e doces...

    O troco

    Borboleta

    Visita ao dentista

    REFLEXÃO

    O homem e a internetO homem perguntou para a mulher:- Porque você está batendo com a cabeça no computador?- Estou tentando entrar na internet.

    Foto

    s: d

    ivul

    gaçã

    o

    Uem

    o-

    dilg

    ação

    História do MecânicoSua história pode ser contada aqui!

    foto

    lia.c

    om

    Envie por e-mail ([email protected]) ou envie pelos correios para o seguinte endereço: Rua Rio Apa, 36 – Cordovil – Rio de Janeiro – RJ – CEP: 21250-570

    Nome Completo:

    Endereço:

    Bairro:

    DDD: Telefone:Utilize as linhas a seguir para contar sua história:

    CPF:

    Empresa:

    E-mail:

    Cidade:CEP:

    Celular:

    Estado:

    Mande sua história pelos Correios, por e-mail ([email protected])ou deixe na própria loja que você retirou o exemplar do Jornal.

    PARA NÓS, VOCÊ É UMA PEÇA MUITO IMPORTANTE

    “Lessinctur, test rae quae landi conseque dio. Nequisi nc-

    tias si dolor simil magnam, ulpa qui repre experspelis es

    volor aut et qui utendamusam fugiae. Aximagnis volupti”

    João Paulo da Silva | Empresa | Cidade - Estado

    “Lessinctur, test rae quae landi conseque dio. Nequisi nctias si

    dolor simil magnam, ulpa qui repre experspelis es volor aut et qui

    utendamusam fugiae. Aximagnis volupti”

    João Paulo da Silva | Empresa | Cidade - Estado

    História do Mecânico

    foto

    lia.c

    om

    Envie por e-mail ([email protected]) ou envie pelos correios para o seguinte endereço: Rua Rio Apa, 36 – Cordovil – Rio de Janeiro – RJ – CEP: 21250-570

    Nome Completo:

    Endereço:

    Bairro:

    DDD: Telefone:Utilize as linhas a seguir Upara contar sua história:p

    CPF:

    Empresa:

    E-mail:

    Cidade:CEP:

    Celular:

    Estado:

    Mande sua história pelos Correios, por e-mail ([email protected])ou deixe na própria loja que você retirou o exemplar do Jornal.

    PARA NÓS, VOCÊ É UMA PEÇA MUITO IMPORTANTE

    “Lessinctur, test rae quae landi conseque dio. Nequisi nc-

    tias si dolor simil magnam, ulpa qui repre experspelis es

    volor aut et qui utendamusam fugiae. Aximagnis volupti”

    João Paulo da Silva | Empresa | Cidade - Estado

    “Lessinctur, test rae quae landi conseque dio. Nequisi nctias si

    dolor simil magnam, ulpa qui repre experspelis es volor aut et qui

    utendamusam fugiae. Aximagnis volupti”

    João Paulo da Silva | Empresa | Cidade - Estado

  • Tecnologia

    O Veículo Elétrico Compar-tilhado (VEC), como foi chamado o pequeno au-tomóvel, foi uma ideia dos estudantes

    Carlos Hermon e Robenilson Santos,

    alunos do curso técnico de mecatrô-

    nica. A motivação ocorreu a partir da

    Olimpíada do Conhecimento, uma

    competição de educação profissional

    e tecnológica promovida pelo Serviço

    Nacional de Aprendizagem Industrial

    (SENAI) com o apoio de empresas e

    organizações.

    O VEC é um veículo pequeno, no

    qual só cabe uma pessoa, mas pos-

    sui todos os objetos que se encon-

    tram nos carros comuns, como retro-

    visor e farol. Todos os controles do

    VEC ficam em um painel eletrônico

    ESTUDANTES DA BAHIA CRIAM VEÍCULO ELÉTRICO CONTROLADO POR CELULAR

    Venda de carros na OLX aumenta 44% em 2016

    A compra e venda de automó-veis novos tem mostrado um enfraquecimento no Brasil. De acordo com dados da Fenau-

    to/Anfavea, a comercialização de

    veículos novos recuou 16,7% em

    2016. No entanto, as pessoas não

    pararam de comprar carros, pois a

    venda de seminovos - de até 3 anos

    de uso - subiu 24% em 2016, se-

    gundo a Fenauto. Este acréscimo no

    número de vendas é percebido des-

    de 2015, quando o número já havia

    crescido 33,64%.

    Em 2016, a OLX atingiu 3,5 mi-

    lhões automóveis (carros, ônibus,

    caminhões, vans) vendidos na pla-

    taforma, 44% a mais que em 2015.

    “A OLX é a maior plataforma de

    compra e venda de carros do País.

    O número de carros vendidos em

    2016 pela OLX representa 34% do

    total de carros novos e usados em-

    placados pela Fenabrave no Brasil,

    que foi de 10,3 milhões. Isso mos-

    tra o potencial da plataforma para

    o mercado automotivo”, diz Marcos

    Leite, CCO da OLX Brasil.

    Quatro Estados representaram

    50% das vendas de carros em 2016

    pela OLX: São Paulo (22.8%), Rio de

    Janeiro (10,8%), Paraná (8,5%) e Mi-

    nas Gerais (7,2%). Além disso, 73,4%

    do total de carros vendidos eram das

    marcas Volkswagen, GM - Chevrolet,

    Fiat e Ford. Já as marcas francesas,

    japonesas e coreanas - Renault, Ci-

    troën, Peugeot, Toyota, Honda, Mit-

    subishi, Nissan e Hyundai - somaram

    2,5% deste total de vendas.

    Repr

    oduç

    ão: i

    nter

    net

    controlar o carro com o celular.

    “Nós conseguimos baratear o pro-

    jeto e usamos peças de motocicleta.

    Tem a questão que ele é ecologica-

    mente correto, zero poluente. Ele tam-

    bém é totalmente elétrico, e se ocupan-

    te quiser fazer uma atividade física, ele

    pode pedalar”, explicou Hermon.

    O outro estudante que participou

    da preparação do veículo, Robenilson

    Santos, disse que se sente realizado ao

    ver um projeto que após produzido,

    conseguiu chegar à etapa final.

    O projeto dos estudantes foi elabo-

    rado junto com o professor e orienta-

    dor Edeílson Santos, e durou três meses

    para ser colocado em prática. O VEC

    fez tanto sucesso que os jovens foram

    convidados para serem embaixadores

    da Olimpíada.

    “Esse projeto é muito relevante por

    conta da questão ecológica, do apelo

    ambiental que ele tem”, explicou o pro-

    fessor Edeílson.

    Empresa líder em compra e venda online atingiu um total de 3,5 milhões de veículosvendidos pelo site no último ano - foram 6 carros vendidos por minuto

    no volante, onde é possível ver infor-

    mações sobre temperatura, bateria

    e o velocímetro. Além disso, os es-

    tudantes associaram o veículo a um

    aplicativo e é assim que fica possível

    Venda Mais

    Fonte: www.vendamais.com.br - A Comunidade de profissionais de marketing e vendas na internet.

    DICAS PARA AUMENTAR

    Torne sua empresa uma má-quina constante de inovações, tento internas, para melhorar processos e aumentar a eficiência/

    diminuir desperdícios, quanto exter-

    nas, para atender o cliente cada vez

    melhor. A melhor maneira de fazer

    isso é aplicando a Questão Definiti-

    va (De 0 a 10, qual a probabilidade

    de você nos indicar para amigos ou

    colegas?) e depois fazer a pergun-

    ta seguinte, ainda mais importante,

    para todo mundo que não lhe deu

    10: “Por que você nos deu essa nota

    e o que podemos fazer para melho-

    rá-la?” Ouça essas sugestões e co-

    loque em prática! “Aprender como

    servir melhor aos clientes e depois

    colocar isso em prática é uma das

    maiores vantagens competitivas que

    qualquer empresa pode ter” (Jack

    Welch).

    Nunca pare de vender sua em-

    presa para seus clientes. Para criar a

    verdadeira lealdade entre seus clien-

    tes, é necessário que eles comprem

    sua empresa antes que adquiram

    seus produtos ou serviços. Porque se

    eles estão comprando apenas o que

    você vende, existem grandes chan-

    ces de que não sejam fiéis. Se um

    cliente só comprou o seu produto/

    serviço, mas não comprometeu a

    fazer negócios com a sua empresa,

    você não pode dizer de verdade que

    se tem um cliente.

    Se você tem concorrentes de pre-

    ço baixo, procure evitar os seis gran-

    des erros cometidos por empresas

    que investem em diferenciação.

    Imagem: Divulgação

    A LUCRATIVIDADE:

    1) Ofertar um produto ou serviço que, apesar de contribuir com um valor maior para a empresa, não é visto como tal pelos clientes e consumidores.

    2) Exceder as necessidades dos compradores.

    3) Precificar de maneira errada.

    4) Não compreender os custos envolvidos na diferenciação.

    5) Não reconhecer segmentos de mercado.

    6) Criar uma diferenciação que os concorrentes consigam imitar facilmente.(Fonte: Michale Porter)

    Faça o pós-Não Venda. Descubra por que os clientes entram em contato com sua empresa, mas não fecham.Se você melhorar esse número, terá resultados absurdos imediatos na sua lucratividade.

  • EXCLUSIVO PARA A REPARAÇÃO CARIOCA

    Banco de couro exige cuidados específicos 20

    MANUTENÇÃOReparadores podem fazer cursogratuito sobre motores 8

    dicas brOs sete erros capitais da indústria automotiva 12

    ESPECIAL

    www.brasilmecanico.com.br

    Nº31 • Ano 4Fevereiro de 2017

    O Jornal da Reparação Carioca

    Imag

    em: D

    ivul

    gaçã

    o

    VEJA NA PÁGINA 16

    A SUA OFICINA MECÂNICA COMO NEGÓCIO

    COMOAO MÁXIMOAPROVEITAR