Federação em Ação Abr/Mai 2013

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MENOS IMPOSTOS APOIO AO SETOR CDLS MINEIRAS MOBILIZAM-SE NO DIA DA LIBERDADE DE IMPOSTOS DILMA CRIA SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA A revista do movimento lojista mineiro abr/mai 2013 nº37 ano 3 ABRANGÊNCIA BANDEIRAS REPRESENTAM OS 230 MUNICÍPIOS MINEIROS ONDE EXISTEM CDLS
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    25-Mar-2016
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Confira as novidades da nova edição da Federação em Ação.

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  • menos impostos Apoio Ao setorCDLs mineirAs mobiLizAm-se no DiA DA LiberDADe De impostos

    DiLmA CriA seCretAriA DA miCro e pequenA empresA

    A revista do movimento lojista mineiro abr/mai 2013 n37 ano 3

    ABRANGNCIABANDEIRAS REPRESENTAM oS 230 MuNICPIoS MINEIRoS oNDE ExISTEM CDLS

  • 3Federao em Ao abr I mai de 2013

    MENSAGEM Do PRESIDENTE

    Amigos do movimento lojista,

    O que dizer desta 22 Conveno Estadual do Comrcio Lojista e 10 Encontro de Profissionais das CDLs Minei-ras? Recorde de pblico, uma programao alinhada com as principais demandas do varejo mineiro, pales-trantes renomados, um espao de compartilhamento de experincias, boas prticas, oportunidade de inte-ragir, rever amigos, fazer novas amizades: esse foi o cenrio destes eventos, que obtiveram os mais altos ndices de aprovao dos presidentes, executivos, pro-fissionais de CDLs, lojistas e convidados.

    Ao organizar uma Conveno e Encontro, a cada ano, ns da FCDL-MG, nos propomos sempre a surpreen-der o pblico e fazer um evento ainda melhor. Nosso objetivo levar uma programao diversificada e de qualidade; viabilizar a aplicao do conhecimento por meio dos workshops; ouvir com ateno as contribui-es e reivindicaes dos participantes; confraternizar em todos os momentos.

    Mas neste ano, ns fomos surpreendidos. No ano em que esta Federao completa 40 anos de atuao em prol do movimento lojista tivemos, nestes eventos, a maior prova do reconhecimento, prestgio e credibilida-de que esta entidade tem junto ao segmento. As diver-sas homenagens recebidas, iniciativa dos presidentes e executivos das CDLs mineiras reforam essa percepo.

    Por isso, alm de agradecer a presena de cada par-ticipante, aproveito o espao para agradecer a todas as CDLs mineiras pela presena e de maneira espe-cial, CDL Arcos pela meno honrosa; 1 Unio Re-gional das CDLs do Tringulo Mineiro e Alto Paranaba que tambm nos prestigiou, reconhecendo e valori-zando os esforos da FCDL-MG na defesa dos interes-ses da classe lojista mineira, e a todos os executivos e profissionais das CDLs que de forma inesperada e carinhosa, prestaram sua homenagem Federao.

    Rog

    rio

    Janu

    Jos Csar da CostaPresidente

  • 4Federao em Ao abr I mai de 2013

    FCDL-MG

    presiDente JOS CSAR DA COSTA 1 ViCe-presiDenteVANDIR DOMINGOS DA SILVA 1 ViCe-presiDente ADministrAtiVo e FinAnCeiroMARCO ANTNIO DE OLIVEIRA 2 ViCe-presiDente ADministrAtiVo e FinAnCeiroFRANCISCO JOS DE MELO ViCe-presiDente DA reGio zonA DA mAtAANTNIO CHALA SADEViCe-presiDente DA reGio trinGuLoCELSO VILELA GUIMARES ViCe-presiDente DA reGio rio DoCeFLVIO GONALVES LEALViCe-presiDente DA reGio Centro-oesteLUIZ VICENTE DA COSTAViCe-presiDente DA reGio noroesteMARCOS ANTNIO LUIZ ViCe-presiDente DA reGio suLNILSON ANDRADEViCe-presiDente DA reGio ALto pArAnAbAPEDRO PAULO FONSECA DE FREITAS ViCe-presiDente DA reGio CentrALROBERTO ALFEU PENA GOMES ViCe-presiDente DAs reGies JequitinHonHA e muCuriROSILDA GONALVES SANTOS ViCe-presiDente DA reGio norteWANDI MILTON RIBEIROConseLHeiros FisCAis JOO BATISTA DE ASSIS PEREIRA JOS DE OLIVEIRA BARBOZAMAURCIO HENRIQUE MARTINSVANESSA MARIA LOBATO MACIEL DiretoriA espeCiALDiretor De ComuniCAo instituCionALFLVIO FERREIRADiretorA De misses internACionAis DARLENE MARIA DE CARVALHO MOURADiretor De eXpAnso De CDLs JOS ALVES DE AGUIARDiretorA Do ConseLHo Do sebrAe-mGMAURA DE FTIMA MENDONA SANTOSCoorDenADor estADuAL CDL JoVemGEOVANNE GUALBERTO TELES

    CoorDenADorA De ComuniCAoANA PAULA RODRIGUES JornAListA responsVeLBRBARA CAMPOS MT 17068/MG Arte e DiAGrAmAoLO GUIMARES impressoRONA EDITORA (1.000 exemplares)

    A revista Federao em Ao uma publicao da Federao das Cmaras de Dirigentes Lojistas doEstado de Minas Gerais (FCDL-MG).

    Av. Silviano Brando, 25 Sagrada FamliaBelo Horizonte Minas Gerais CEP: 31030-525Tel: (31) 2532-3300 Fax: (31) 2532-3328Site: www.fcdlmg.com.brE-mail: [email protected]

    Diretoria 2011/2014 expediente

  • 5Federao em Ao abr I mai de 2013

    O universo da micro e pequena empresa - legis-lao, tendncias, participao na economia e a criao da Secretaria para as MPEs - um dos grandes destaques desta edio da Federao em Ao. Confira na editoria geral, porque elas so fundamentais na promoo ao crescimento econ-mico, gerao de empregos e renda, alm das me-lhorias nas condies de vida da populao.

    Belo Horizonte recebeu, no ms de maio, mais uma edio da Franchising Fair, evento tradicio-nal no segmento de franquias. Alm das novida-des da feira, confira na matria porque o setor de franchising vive um excelente momento, com faturamento total em 2012 de cerca de R$ 103 bi-lhes, um crescimento mais de 16% superior ao registrado em 2011.

    No ano em que a FCDL-MG completou 40 anos de atuao em prol do movimento lojista, o atual presidente da entidade, Jos Csar da Costa, foi agraciado com a Medalha da Inconfidncia. Con-fira detalhes desta honraria que reuniu lderes e representantes do movimento lojista, alm de personalidades do cenrio poltico nacional como o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, que tambm foi um dos agraciados na cidade histrica de Ouro Preto.

    A Federao das Indstrias de Minas Gerais (FIE-MG) tambm aniversaria neste ano. A entidade completou recentemente oito dcadas e esta edi-o da Federao em Ao traz uma matria espe-cial resgatando momentos importantes da histria desta instituio.

    A 220 Conveno Estadual e 100 Encontro de Pro-fissionais das CDLs Mineiras, realizados entre os dias 23 e 26 de maio no Hotel Tau Caet (MG),

    foram um sucesso. Mais de mil participantes entre presidentes, executivos e profissionais das CDLs mineiras, alm de lojistas e convidados, prestigia-ram mais esta edio do evento que veio tambm celebrar os 40 anos de fundao da FCDL-MG. Para voc que ficou de fora desses grandes eventos, esta edio da Federao em Ao traz os melho-res momentos, com resumo das palestras, fotos e os destaques da programao.

    Confira tambm os detalhes do Dia da Liberdade de Impostos. Em Minas Gerais, a mobilizao que aconteceu simultaneamente em mais de 30 capi-tais brasileiras, foi articulada pelo Centro de De-senvolvimento Lojista Jovem BH (CDL Jovem BH) e Centro de Desenvolvimento Lojista Jovem Curvelo (CDL Jovem Curvelo), em parceria com as Cmaras de Dirigentes Lojistas dos municpios. Entenda a importncia dessa iniciativa que, a cada ano, vem ganhando mais adeptos em todo o pas e contri-buindo, positivamente, para as discusses acerca da elevada carga tributria do Brasil.

    A poucos dias para o incio da Copa das Confede-raes, pesquisa indita da Confederao Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e SPC Brasil revela que o comrcio no se preparou para o evento. Outra matria tambm mostra como o Fuleco, mas-cote da Copa, chance para as empresas melho-rarem suas vendas.

    Boa leitura!

    EDIToRIAL

  • 6Federao em Ao abr I mai de 2013

    SuMRIoGERAL MoVIMENTo LoJISTA

    CNDL

    EDIo 37 ABRIL/MAIo

    Crdito para microempreendedoresfica mais barato

    8 810 seminrio nacional de spCs: abrindo caminhos para novas oportunidades de negcios

    24

    Jornal o tempo agraciado com oprmio mrito Lojista 2013

    25

    Gesto para resultados foi o tema dotreinamento promovido pelo CespC/mG

    26

    CDL Juiz de Fora disponibiliza serviode Certificao Digital

    27

    CDL uberlndia comea a inscrever pessoasfsicas e jurdicas no Cadastro positivo

    28

    CDL belo Horizonte decide reativar conselhodo hipercentro da capital

    29

    Despreparo da equipe de telemarketingdiminui chance de recuperao de dvidas

    32

    Linhas de financiamento do bDmG paramunicpios tm 420 adeses

    33

    presidente da FCDL-mG agraciadocom medalha da inconfidncia

    34

    mais brasil, menos impostos30

    Dilma sanciona lei que cria secretariada micro e pequena empresa

    10

    Apoio a mpes lideradas por mulheresser intensificado

    11

    pequenos negcios respondem por 39%das remuneraes no pas

    12

    Comercirios tm profisso regulamentadapela presidente Dilma

    14

    Atividade do comrcio no brasil recua 1,4%no ms de abril, aponta indicador

    15

    J esto valendo as novas regras parao comrcio eletrnico no brasil

    20

    Fuleco, mascote da Copa, chancepara empresa melhorar sua venda

    21

    Comrcio no se preparou para aCopa das Confederaes

    22

    FiemG 80 anos18

    mercado de Franquias em alta16

  • 7Federao em Ao abr I mai de 2013

    ECoNoMIA

    SuSTENTABILIDADE

    CDL EM FoCo

    CDL JoVEM

    PARCERIAS

    ASSESSoRIAS

    FEDERAo EM Ao

    GIRo PELAS CDLS

    microempreendedor individual j representa a maioria das novas empresas registradas no brasil

    46

    sustentabilidade cria mercado aosfornecedores do comrcio

    48

    CDL Conselheiro Lafaiete: H 45 anospromovendo o comrcio

    50

    Jovens lojistas so incentivados a empreender52

    CDL Jovem itabirito realiza 2 semana da moda53

    CDL Jovem bH tem nova diretoria

    Conhea os consultores do CDL ensino54

    Assessoria Jurdica60

    Canal Jurdico61

    Assessoria Contbil62

    Assessoria de Comunicao63

    Federao em Ao64

    Giro pelas CDLs68

    1 treinamento do CDL sade realizadona sede da FCDL-mG

    58

    Fique por dentro das vantagens do CDL Vida59

    CAPAmovimento lojista prestigiamais uma Convenoestadual do Comrcio

  • 8Federao em Ao abr I mai de 2013

    No final de maio, a taxa do Programa de Microcrdito Produtivo e Orientado, o Crescer, passa de 8% para 5% ao ano

    CRDITo PARA MICRoEMPREENDEDoRESFICA MAIS BARATo

    GerAL

    Mais de 3 milhes de microempreendedores individu-ais (MEIs); 1,5 milho de novos negcios registrados anualmente nos ltimos cinco anos e 120 mil empre-gos criados pelos pequenos negcios. Os nmeros de-monstram que o empreendedorismo consolidadou-se no pas e o que melhor: est crescendo.

    Entre as medidas e polticas de incentivo ao segmen-to, a presidente Dilma Rousseff anunciou no incio do ms de maio durante seu programa semanal de r-

    dio, o Caf com a Presidenta, que a taxa de juros do crdito para microempreendedores individuais ser reduzida. De acordo com a presidente, a taxa do Pro-grama de Microcrdito Produtivo e Orientado operado por bancos pblicos, o Crescer, passa de 8% para 5%.

    Na oportunidade, Dilma explicou que o Crescer ofe-rece at R$ 15 mil a pequenos empreendedores e j emprestou R$ 4,6 bilhes at o fim do ano passado. A presidente defendeu o programa como um instrumen-

  • 9Federao em Ao abr I mai de 2013

    pequenos neGCios,Juros menores

    to de gerao de empregos e de formalizao de pe-quenos negcios. Hoje ns temos 120 mil empregos criados por esses pequenos negcios. Ento, alm de melhorar a sua prpria renda, os microempreendedo-res esto contribuindo tambm para gerar empregos no pas, disse Dilma. AmpLiAr os eFeitos Do simpLes

    A presidente afirmou que o governo pretende ampliar os efeitos do Simples Nacional, que, segundo ela, foi quase uma minirreforma tributria. Pelos nmeros do governo federal, o Simples Nacional possibilitou um aumento de 2 milhes de pequenas e micro em-presas, em 2007, para 4,4 milhes registradas na Fa-zenda neste ano graas desonerao de impostos. Elas agregaram 11 milhes de postos de trabalho com carteira, mas podemos desenvolver ainda mais nessa rea, completou.

    proGrAmA CresCer

    Desde 2011, os pequenos e microempreendedores passaram a contar com mais uma opo de crdito, o Microcrdito Produtivo Orientado Programa Crescer. O programa oferece reduo dos juros e diminuio da taxa de Abertura de Crdito de 1% sobre o valor financiado. O objetivo facilitar o acesso ao crdito orientado para que o pblico do Brasil Sem Misria possa ampliar pequenos negcios, incentivando a for-malizao e a gerao de trabalho e renda.

    O Crescer tambm direcionado para empreende-dores individuais (PF) com faturamento de at R$ 120 mil anuais. O valor mximo da operao de cr-dito de R$ 15 mil, destinado a capital de giro ou investimento. O Crescer pode ser encontrado nas instituies financeiras federais, como Banco do Nordeste, Caixa, Banco do Brasil e Banco da Ama-znia, alm de demais instituies que aderirem ao programa.

    O prazo de pagamento pactuado entre as institui-es financeiras e o tomador, de acordo com o tipo de empreendimento, capacidade de endividamento e o uso do recurso. Os interessados devem procu-rar a instituio financeira do seu municpio para mais informaes sobre o acesso a esse crdito e orientaes sobre como utiliz-lo.

    Veja quem so os microempreendedores:

    MEI (microempreendedor individual) a pessoa que trabalha por conta prpria e que se legaliza como pequeno empresrio;

    necessrio faturar no mximo at R$ 60 mil por ano;

    no pode ter participao em outra empre-sa como scio ou titular;

    pode ter um empregado contratado que rece-ba o salrio mnimo ou o piso da categoria.

    quantos so:2,5 milhes de microempreendedores no pas.

    quais as vantagens:

    registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurdicas (CNPJ), o que facilita a abertura de conta bancria, o pedido de emprstimos e a emisso de notas fiscais;

    enquadramento no Simples Nacional: iseno dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL), com paga-mento fixo mensal destinado Previdncia Social e ao ICMS ou ao ISS;

    acesso a auxlio maternidade, auxlio doena, aposentadoria.

    Categorias de pagamento

    R$ 34,90 - comrcio ou indstria;R$ 38,90 - prestao de servios;R$ 39,90 - comrcio e servios.

    exemplos de profisses que podem aderir:professor particular, livreiro, alfaiate, jornaleiro, cabelereiro, arteso, pintor, sorveteiro. So mais de 400 atividades permitidas.

    Adeso: www.portaldoempreendedor.gov.br

    Fonte: Folha.com

  • 10Federao em Ao abr I mai de 2013

    Este ser o 390 ministrio do governo federal e ter estrutura j existente e deslocada do Ministrio do Desenvolvimento, Indstria e Comrcio Exterior (MDIC)

    DILMA SANCIoNA LEI quE CRIA SECRETARIADA MICRo E PEquENA EMPRESA

    GerAL

    Criar polticas e diretrizes de apoio s micro e peque-nas empresas e tambm ao mercado do artesanato. Essa uma das principais atribuies da Secretaria da Micro e Pequena Empresa. Com status de minis-trio esta ser a 39a pasta na Esplanada e vai tratar de assuntos ligados ao cooperativismo, programas de qualificao e extenso empresarial, alm de iniciati-vas visando o aumento da participao das microem-presas nas exportaes brasileiras.

    A nova secretaria vai absorver todas as competncias e atribuies relativas s micro e pequenas empresas que hoje so dos ministrios do Desenvolvimento, In-dstria e Comrcio Exterior (MDIC) e do Trabalho. A pas-ta tambm vai coordenar polticas de apoio ao setor atualmente sob a conduo dos ministrios da Fazenda e da Cincia e Tecnologia.

    O projeto de lei que previa a criao da secretaria foi enviado pelo governo ao Congresso Nacional no incio da gesto de Dilma, em 2011. Passou primeiramente pela Cmara e foi aprovado em maro deste ano pelo Senado. Esta foi uma das promessas de campanha da presidente Dilma e idealizada por seu antecessor, o ex-presidente Luiz Incio Lula da Silva. O dinheiro para sua manuteno j estava previsto no oramento.

    Para os parlamentares que se posicionaram a favor da matria, a principal justificativa que as empresas de pequeno porte so as que mais empregam no pas e, por isso, precisam de polticas especficas. O governo tam-bm considera importante a criao do rgo para o est-mulo gerao de empregos e ao empreendedorismo no pas. Ao todo, sero criados 66 cargos em comisso, alm

    do ministro-chefe e do secretrio executivo da pasta, a um custo anual de R$ 7,9 milhes por ano.

    estruturA

    A nova secretaria ter 68 cargos, incluindo o ministro de Estado e o secretrio-executivo, nmero dois na hie-rarquia dos ministrios. A estrutura ser composta pelo gabinete, pela secretaria-executiva e por at mais duas secretarias, conforme determina a lei. A pasta ser vincu-lada diretamente Presidncia da Repblica, a exemplo da Secretaria de Direitos Humanos e da Secretaria de Po-lticas para as Mulheres.

    noVo ministro

    Quem assume a pasta Guilherme Afif Domingos (PSD),vice-governador de So Paulo. A nomeao acon-teceu no incio de maio, quase 40 dias aps a cria-o do ministrio. Aos 69 anos, Afif foi presidente da Associao Comercial de So Paulo e candidatou-se Presidncia da Repblica em 1989 pelo PL (hoje PR). Na dcada de 1980, foi secretrio da Agricultura de Paulo Maluf no governo paulista.

    Em 2006, disputou a eleio para o Senado pelo oposicio-nista DEM, mas acabou derrotado por uma pequena mar-gem de votos por Eduardo Suplicy (PT). Em 2010, pelo mesmo partido, foi eleito vice-governador de So Paulo na chapa do tucano Geraldo Alckmin. No ano seguinte, migrou para o PSD de Gilberto Kassab. Mesmo como mi-nistro, Afif se mantm na funo de vice-governador, mas renuncia presidncia do Conselho Gestor do Programa Estadual de Parcerias Pblico-Privadas de So Paulo.

  • 11Federao em Ao abr I mai de 2013

    Banco do Brasil (BB) pretende atender 500 milempreendedoras at o final de 2013

    APoIo A MPES LIDERADAS PoRMuLhERES SER INTENSIFICADo

    Incentivar o empreendedorismo, equidade de gnero e o protagonismo feminino. Tendo em vista tais obje-tivos o Banco do Brasil anunciou, recentemente, mais apoio aos empreendimentos do segmento de micro e pequenas empresas liderados por mulheres.

    Conforme informou a instituio, o Banco do Brasil acredita que atividades empreendedoras reforam so-cialmente o protagonismo feminino, o que contribui para o desenvolvimento sustentvel, um dos objeti-vos estratgicos do BB. Destacar e apoiar a fora das mulheres ao empreender estimular a equidade de gnero na sociedade brasileira.

    No mbito do Microcrdito Produtivo Orientado (MPO) a meta atender, at o fim de 2013, 500 mil empreen-dedoras, uma previso de incremento de cerca de 38% em relao posio em dezembro de 2012. No MPO, estratgia do Banco alinhada ao Programa Nacional de Microcrdito (Crescer) do Governo Federal, mais de 360 mil mulheres empreendedoras recebem apoio do Banco do Brasil, representando quase 60% dos clien-tes atendidos no microcrdito. Esse apoio se d pela concesso de crdito e orientao para o desenvolvi-mento das suas atividades.

    muLHeres empresriAs

    Em 2011, o Banco do Brasil possua em sua carteira de clientes cerca de 900 mil empresas com, pelo menos, um dirigente do sexo feminino, considera-considerando as empresas com faturamento bruto anual de at 25 milhes.

    J em 2012, esse nmero registrou uma evoluo de 11,5%, chegando a pouco mais de 1 milho de clientes. Em 2012, o desembolso de operaes de crdito com as empresas nessa situao foi da ordem de R$ 41,66 bilhes. O crescimento em 2012 foi de 19,4%, compa-rando com o ano de 2011, que registrou desembolso de operaes de crdito de R$ 34,89 bilhes.

    reLACionAmento Com As empreenDeDorAs

    Dentro da estratgia do MPO, alm do crescimento do nmero de empreendedoras atendidas, para essas clientes, tambm est previsto o lanamento do carto de movimentao financeira Ourocard Empreendedora.

  • 12Federao em Ao abr I mai de 2013

    O montante, que equivale a cerca de US$ 282 bilhes, superior ao PIB do Chile, por exemplo

    PEquENoS NEGCIoS RESPoNDEM PoR39% DAS REMuNERAES No PAS

    GerAL

  • 13Federao em Ao abr I mai de 2013

    Os pequenos empreendedores respondem por 39% do total de remuneraes no pas, em um volume que supera os R$ 500 bilhes ao ano. O montante, que equivale a cerca de US$ 282 bilhes, superior ao Produto Interno Bruto (PIB), que a soma de riquezas geradas em um pas ao longo de um ano, do Chile, por exemplo, estimado em US$ 248 bilhes.

    A constatao est no terceiro caderno da srie Vozes da Nova Classe Mdia, lanado no dia 29 de abril pela Secretaria de Assuntos Estratgicos (SAE) da Presidn-cia da Repblica. A publicao mostra a contribuio do empreendedor para a expanso da nova classe mdia brasileira e traz dados sobre a formalizao da atividade.

    De acordo com o estudo, o pequeno empreendedor responsvel por aproximadamente 40 milhes dos 92 milhes de postos de trabalho existentes no pas, garantindo uma remunerao mdia de R$ 1,2 mil por ms a cada trabalhador do setor.

    Segundo o levantamento, apesar das disparidades observadas na comparao entre a remunerao m-dia dos empregados desses negcios (R$ 900) e dos empreendedores que os contratam (R$ 3,4 mil por ms), o ritmo de crescimento dos valores na dcada indica reduo das desigualdades.

    Ainda, de acordo com o estudo, enquanto a remune-rao dos empregados em pequenos empreendimen-tos no agropecurios subiu 2,3% ao ano entre 2001 e 2011, a taxa de crescimento entre os empreendedores no agropecurios foi 1,0% ao ano no mesmo perodo. Para o conjunto de trabalhadores brasileiros, a taxa de crescimento da remunerao ficou em 2,2% na dcada.

    No so considerados trabalhadores em empreen-dimentos agropecurios para essa comparao por-que, por limitaes da base de dados utilizada, no possvel diferenciar empregados em pequenos ou grandes negcios.

    O levantamento revela que tambm entre os peque-nos empreendedores o processo de crescimento no foi equitativo, com a remunerao crescendo de for-ma mais acentuada entre os trabalhadores por conta prpria, que em geral tm rendimentos mais baixos, do que entre os pequenos empregadores, respons-veis por rendas mais elevadas.

    Enquanto a remunerao dos trabalhadores por con-ta prpria cresceu em mdia 2,2% ao ano ao longo da dcada, a dos empregadores teve incremento de 0,6% no mesmo perodo.

    Ainda de acordo com o estudo, as expanses mais significativas na ocupao e na remunerao foram registradas no setor agropecurio e informal.

    A participao dos pequenos negcios na criao de empregos aumentou e os pos-tos de trabalho nesses locais tm melhor qualidade, o que inclui maior formalizao da atividade. Para se ter uma ideia, dos 15 milhes de empregos criados no pas, entre 2001 e 2011, 40%, ou seja, 6 milhes foram em pequenos negcios.

    Essa participao, no entanto, est mais asso-ciada ao aumento no nmero de empregados em cada um dos estabelecimentos do que expanso da quantidade de empreendimentos.

    De todas as vagas que os pequenos empreen-dedores geraram ao longo da ltima dcada, 95% eram formais, o que indica que mais trabalhadores contam com sistema pblicode proteo, como seguro-desemprego,auxlio-doena, auxlio-maternidadee aposentadoria.

    Alm disso, a proporode pequenos empreendedoresque contribuam para aPrevidncia subiude 20% para 28%entre 2001 e 2011,com aceleraono processo apartir de 2008.

    GerAo De empreGo e renDA

    Fonte: Agncia Brasil

  • 14Federao em Ao abr I mai de 2013

    A legislao foi sancionada em maro deste ano, com veto a um artigo

    CoMERCIRIoS TM PRoFISSoREGuLAMENTADA PELA PRESIDENTE DILMA

    GerAL

    A presidente Dilma Rousseff sancionou, em 15 de maro, a lei que regulamenta a profisso de comer-cirio, com um veto. Dilma rejeitou o artigo 50, que fixava uma taxa sindical a ser recolhida pelos tra-balhadores, por entender que o texto acabava por confundir dois institutos jurdicos diversos, a contri-buio confederativa e a contribuio sindical. Alm disso, Dilma argumentou que a proposta no traz pa-rmetros precisos para a sua aplicao, contrariando a Constituio. Essa taxa seria de at 1% ao ms do salrio do trabalhador.

    A Lei 12.790 define, entre outros pontos, a jornada de trabalho dos empregados no comrcio e institui o Dia do Comercirio, a ser celebrado em 30 de outubro de cada ano. Pela lei a jornada normal de trabalho do comercirio de 8 horas dirias e 44 semanais. Somente mediante acordo coletivo de trabalho, essa jornada poder ser alterada. A lei tambm admite jornada de 6 horas para o trabalho realizado em turnos de revezamento, sendo vedada a utilizao do mesmo empregado em mais de um turno, salvo

    negociao coletiva. O piso salarial ser fixado em conveno ou acordo coletivo.

    A regulamentao da profisso com a sano da presidente Dilma representa uma grande conquista para o segmento. O Brasil possui cerca de 12 milhes de comercirios que sero beneficiados pela medida. Entre as justificativas para a regulamentao est a proteo ao segmento, sobretudo no que diz respei-to carga horria a ser cumprida, o que manter o colaborador motivado a permanecer em seu posto de trabalho, destacou o presidente da FCDL-MG, Jos Csar da Costa.

    O projeto de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), com substitutivo do senador Ricardo Ferrao (PMDB-ES), e foi aprovado por unanimidade no Senado Federal em 20 de fevereiro, depois de percorrer os trmites do Con-gresso Nacional, com aprovao em trs Comisses da Cmara dos Deputados.

    Com informaes Agncia Brasil

  • 15Federao em Ao abr I mai de 2013

    Os segmentos que tiveram os recuos mais expressivosforam os de mveis, eletroeletrnicos e informtica

    ATIVIDADE Do CoMRCIo No BRASIL RECuA1,4% No MS DE ABRIL, APoNTA INDICADoR

    O Indicador de Atividade do Comrcio, divulgado pela Serasa Experian, recuou 1,4% em abril ante maro, descontados os efeitos sazonais. Na comparao com abril do ano passado, porm, houve alta de 10%. Nos quatro primeiros meses de 2013, o indica-dor acumulou avano de 12,9%. Para os economistas da instituio, a alta da infla-o, que impactou de modo negativo o poder de compra dos consumidores, e o incio de novo ciclo de aumento da taxa bsica de juros, a Selic, afugen-taram os consumidores das lojas em abril. Os segmentos que tiveram os recuos mais expres-sivos na passagem de maro para abril foram os de mveis, eletroeletrnicos e informtica, com queda de 3%, e os de combustveis e lubrificantes, com bai-xa de 1,3%. Na mesma base de comparao, tambm registraram recuo os segmentos de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas (-0,8%) e o de veculos, motos e peas (-0,6%). Os economistas da empresa disseram que im-portante notar que o feriado da Pscoa em maro estimulou o segmento de supermercados, hipermer-cados, alimentos e bebidas naquele ms, sendo, por-tanto, natural o recuo observado em abril. Os nicos segmentos do varejo que identificaram au-mento de atividade em abril foram os de tecidos, ves-turio, calados e acessrios, com alta de 1%, e o de material de construo, com expanso de 0,7%.

    Fonte: Dirio do Comrcio

  • 16Federao em Ao abr I mai de 2013

    Belo Horizonte sediou a 150 Franchising Fair. Foi a terceira vez que a capitalmineira recebeu o evento realizado h 12 anos pelas principais capitais do pas

    MERCADo DE FRANquIAS EM ALTA

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  • 17Federao em Ao abr I mai de 2013

    Investidores, empresrios, pessoas interessadas em abrir um negcio prprio no sistema de franquia mais de 10 mil pessoas. Esse foi o pblico predomi-nante em mais uma Franchising Fair a Feira Nacional de Franquias, que aconteceu entre os dias 16 e 18 de maio em Belo Horizonte. O evento, que chegou sua dcima quinta edio, foi realizado em parceria com a Associao Brasileira de Franchising (ABF) e contou com o patrocnio do Grupo Multi Franqueadora.

    Em uma rea de 6 mil m2 de exposio, o evento reuniu espao 100 marcas expositoras dos mais di-versos segmentos entre alimentao, cosmticos, ensino profissionalizante, cursos de informtica, idiomas, prestao de servios, vesturio, deco-rao, esportes e lazer, medicamentos, mquinas, acessrios, equipamentos, e outros.

    A feira uma verdadeira vitrine para oportunida-des de negcios e importante veculo de difuso do sistema de franchising no pas ao lanar e pro-mover novas marcas franqueadoras no mercado. Minas Gerais foi escolhida para sediar o evento por possuir um PIB superior a R$ 350 bilhes, uma renda per capta de 21 mil reais e uma populao acima de 20 milhes de habitantes.

    Alm da exposio, quem passou por l pde confe-rir palestras com todas as informaes sobre o sis-tema de franquias. Adquirir um franquia investir em um negcio j testado e com a garantia de uma marca consagrada por trs do negcio, afirmou Ademar Pahl, organizador e realizador da feira.

    FrAnquiAs em nmeros

    Segundo a ABF, o faturamento total do segmento em 2012 ficou na casa dos R$ 103 bilhes, cresci-mento 16,2% superior ao de 2011. H quase uma dcada, ano a ano, o franchising tem performance positiva diversas vezes superior ao desempenho do PIB nacional que, em 2012, foi inferior a 1% (0,9%), conforme divulgado pelo IBGE no dia 10 de maro.

    De acordo com estudo realizado anualmente pela ABF, o franchising brasileiro gerou em 2012 mais de 103 mil novos empregos diretos, crescimento de 12,3% em relao ao ano anterior e totalizando 940 mil empregados. Em nmero de redes, cresceu

    19,4%, saltando de 2.031 marcas, em 2011, para 2.426 em 2012. J em relao ao nmero de unida-des ou pontos, o segmento expandiu de 93.098 no ano de 2011, passando para 104.543 em 2012. Esse aumento resultou na abertura de mais de 57 mil novos postos de trabalho. O setor responsvel hoje por mais de 777 mil empregos diretos.

    AbrinDo umA FrAnquiA

    A abertura de uma franquia significa, para muitas pessoas, a realizao do sonho do negcio prprio. De acordo com o Servio Brasileiro de Apoio s Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), apenas 15% das franquias fecham em at cinco anos aps a inaugurao, contra 80% das empresas normais. O modelo oferece vantagens ao franqueado, como a experincia da empresa franqueadora, o conheci-mento do negcio e o nome de uma marca conso-lidada no mercado.

    Aps ter tomado a deciso de se tornar um fran-queado e escolhido o segmento da franquia, o can-didato deve se informar sobre os investimentos necessrios, detalhes sobre a empresa franquea-dora, taxas a serem pagas e simulaes de resul-tados. importante saber o valor de investimento, o prazo de retorno e o capital de giro necessrio.

    Na avaliao de Aristides Newton, diretor regional da ABF em Minas Gerais, todo cuidado pouco na hora de investir em um negcio. O empresrio precisa contar com um planejamento global, inves-tir em estrutura, levar em considerao aspectos importantes da cultura local, dispor de mecanis-mos para mensurar a aceitao do produto. Todas essas etapas devem integrar o planejamento de um franqueado, alerta. Persistncia e determinao tambm so essenciais contra uma possvel desmotivao durante os primei-ros meses. preciso ter conscincia das projees de lucratividade, e de que a maioria dos negcios demo-ra de seis meses a um ano para atingir o ponto de equilbrio quando as despesas so equivalentes receita. O lucro comea a aparecer depois de um ano e meio a dois de iniciada a franquia.

    Com informaes ABF

  • 18Federao em Ao abr I mai de 2013

    Ativa na defesa dos interesses e atenta s necessidades do setor industrial de Minas, a entidade comemora, em 2013, mais uma aniversrio de sua fundao

    FIEMG 80 ANoS

    Oito dcadas de histria e uma trajetria que se des-taca pelas contribuies dadas indstria mineira e mais: por coloc-la no patamar em que se encontra hoje moderna, slida e diversificada. Em 1933, os mineiros viram nascer a Federao das Indstrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). poca, eram apenas 25 empresas reunidas em sete sindicatos. Atualmente so milhares de empresas, em todos os setores e 135 sindicatos representativos destas indstrias, agrupa-dos em nove Regionais FIEMG estrategicamente locali-

    zadas pelo estado, alm de uma virtual no Jequitinho-nha e a Central, na capital mineira.

    Rumo ao centenrio, a Fiemg trabalha hoje para contribuir com o desenvolvimento sustentvel e a competitividade das indstrias instaladas em Minas Gerais, bem como para o aumento e fortalecimento do associativismo. Nesse sentido, para o cumprimen-to de sua misso, a entidade coloca disposio do segmento, diversas assessorias e apoio em reas

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  • 19Federao em Ao abr I mai de 2013

    vitais como crdito e financiamento, tributao, meio ambiente e legislao trabalhista. De acordo com o atual presidente da entidade, Olavo Machado Jnior, a Fiemg trabalha para que Minas Gerais possa se apropriar das boas oportunidades, mesmo em um cenrio de crise: Quando analisamos os setores onde se registram os principais investi-mentos no Brasil, vemos o predomnio das inverses realizadas na indstria e em segmentos nos quais Minas Gerais se destaca minerao, metalurgia, alimentos, bebidas e veculos automotores. So ati-vidades nas quais nosso estado conta com expressi-vas vantagens competitivas. Nossos diferenciais so confirmados pela liderana nesses setores - 48% da produo brasileira de minrio de ferro; 40% do ao produzido no Brasil; 27% da fundio, 22% da pro-duo nacional de cimento, quase 20% da produo nacional de veculos. So nmeros que traduzem as oportunidades de investimento no estado afinal, temos em nosso territrio a maior concentrao e variedade de riqueza mineral do mundo, destacou o presidente.

    Na avaliao de Olavo Machado, este um trabalho que vem sendo intensificado com a elaborao da Agenda de Convergncia para o Desenvolvimento de Minas Gerais. Com esta Agenda, formamos um bloco uno e coeso, sob a liderana da classe po-ltica executiva e legislativa do Estado e no qual tambm esto unidos o comrcio, o agronegcio, servios e a indstria. Todos juntos na defesa de projetos considerados prioritrios e estratgicos para o estado, destacou.

    estruturA

    O Sistema Fiemg composto pela Federao das Indstrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Ser-vio Social da Indstria (Sesi), Servio Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e Centro Industrial e Empresarial de Mi-nas Gerais (Ciemg). Juntos, estes rgos oferecem diversos servios em diferentes reas, ajudando a indstria mineira a crescer de forma sustentvel e competitiva.

    A Federao atua tambm por meio dos Colegiados, formados por Cmaras e Conselhos, que so impor-

    tantes fruns de integrao dos empresrios da in-dstria mineira que se renem em torno de interes-ses comuns. As Cmaras so espaos de discusso de assuntos que afetam toda a cadeia produtiva de um setor. Por sua vez, os Conselhos tm como obje-tivo nortear a indstria e fortalecer sua participao nas decises polticas de temas que afetam a com-petitividade empresarial.

    HistriA

    A iniciativa de criar uma entidade empresarial abran-gendo todo o Estado foi dos industriais Amrico Ren Giannetti, Alvimar Carneiro de Rezende e Euvaldo Lodi.

    Como primeiro presidente, foi escolhido o empre-srio Jos Carlos de Moraes Sarmento, principal di-rigente da Companhia de Fiao e Tecidos Moraes Sarmento, de Juiz de Fora. Sua atuao anterior como presidente da Associao Comercial de Juiz de Fora, do Centro Industrial de Juiz de Fora e dos Congressos das Classes Conservadoras o credenciou ao cargo. Desde sua criao, a Fiemg uma obra coletiva, for-jada no trabalho continuado de centenas de milhares de empresrios. Tambm se destaca em sua histria a dedicao dos presidentes de Sindicatos que se es-palham por todas as regies do estado, trabalhando diuturnamente, junto com a Fiemg para criar um am-biente propcio s atividades industriais, ponderou o atual presidente da entidade, Olavo Machado.

    proJees

    Hoje, a Fiemg um das principais parceiras do empres-rio e do poder pblico em projetos que visam ao desen-volvimento econmico e social do Estado. Na atual ges-to, os esforos esto concentrados no fortalecimento dos polos regionais e na implementao de aes que tornem as indstrias e toda a economia mineira mais competitiva. Nesse sentido, na avaliao do presidente da entidade, a idealizao da indstria mineira de 2033 precisa ter como foco no s a manuteno da lideran-a em setores como a minerao e agronegcios, mas, principalmente, atuar em um movimento convergente pela via da inovao e tecnologia. O que Minas Gerais e os mineiros devem buscar, portanto, um permanen-te processo de transformao da atividade produtiva na direo de maior agregao de valor aos seus produ-tos, completou Olavo Machado Jnior.

  • 20Federao em Ao abr I mai de 2013

    Entre as principais mudanas esto, porexemplo, a obrigatoriedade de informaesclaras sobre o produto, atendimentofacilitado ao consumidor e devoluodas compras. Mas a principal novidade a criao de regras para ascompras feitas em sitesde vendas coletivas

    J ESTo VALENDo AS NoVAS REGRASPARA o CoMRCIo ELETRNICo No BRASIL

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    As empresas que vendem produtos ou servios pela internet vo ter mais obrigaes, e os consumidores insatisfeitos, mais facilidades para se livrar dos pro-blemas. Essa a expectativa para o comrcio eletr-nico no Brasil. O Decreto 7.962, que entrou em vigor no dia 14 de maio deste ano, estabelece algumas exigncias que prometem por fim a certas dores de cabea tanto de quem compra quanto de quem vende pela internet. Significa que a determinao passa a ser uma importante ferramenta para que os rgos que atuam em defesa do consumidor possam exigir a ado-o das medidas nela detalhadas, que nada mais so do que a concretizao dos direitos mais bsicos dos consumidores e que h muito vm sendo cobradas.

    Entre as medidas, fica estabelecido que as lojas vir-tuais tero que seguir o Cdigo de Defesa do Con-sumidor e deixar as informaes sobre produtos e servios mais claras para os clientes. As empresas tero tambm a obrigao de respeitar direitos do

    consumidor, como o de se arrepender da compra no prazo de at sete dias teis, sem a necessidade de que seja apresentada qualquer justificativa. Nesses casos, a obrigao pela retirada do produto na casa do consumidor e o estorno do valor pago, ser da empresa que vendeu o produto.

    Os sites, destinados venda de produtos pela in-ternet, tero de disponibilizar em suas pginas um canal de servios de atendimento ao consumidor que facilite o trmite de reclamaes, questionamentos sobre contratos ou mesmo dvidas sobre o produto adquirido e prev algumas regras a serem cumpri-das por sites de compras coletivas, como informar a quantidade mnima de clientes para conseguir bene-fcios como preos promocionais.

    O consumidor dever ter acesso a um servio adequa-do e eficaz de atendimento em meio eletrnico para resolver demandas referentes a informao, dvida,

  • 21Federao em Ao abr I mai de 2013

    reclamao, suspenso ou cancelamento do contrato. E a resposta do fornecedor s demandas do consumi-dor deve ser feita em at cinco dias.

    O decreto ainda fixa normas gerais sobre o Servio de Atendimento ao Consumidor (SAC). Segundo as novas regras, os sites devem apresentar um resumo do con-trato ao consumidor antes de qualquer contratao, para que os clientes possam saber sobre as clusulas que limitem seus direitos. Alm disso, as empresas tero de manter um SAC eletrnico para a resoluo de quaisquer demandas como dvidas, reclamaes, suspenso ou cancelamento de contratos. Os sites tero de enviar uma confirmao imediata de recebi-mento ao consumidor, comprometendo-se a respon-der a demanda em at cinco dias.

    No caso das ofertas e compras coletivas, os sites tero que informar a quantidade mnima de consumidores

    para a efetivao do contrato, o prazo para utiliza-o da oferta pelo consumidor e a identificao do fornecedor responsvel pelo site e do fornecedor do produto ou servio.

    Caso as empresas do e-commerce no cumpram as novas regras, esto sujeitas a multas, apreenso dos produtos, cassao do registro e da licena do estabe-lecimento, interdio total ou parcial da atividade, entre outras sanes. Se o consumidor tiver algum problema, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) orien-ta a protocolar uma reclamao por escrito, elas podem servir como prova em eventual processo judicial.

    O decreto uma das medidas do Plano Nacional de Consumo e Cidadania, anunciado pela presidente Dil-ma Rousseff no dia 15 de maro.

    Entre os itens que podem ser licenciados, esto camisetas,calados, souvenires, malas e brinquedos

    FuLECo, MASCoTE DA CoPA, ChANCEPARA EMPRESA MELhoRAR SuA VENDA

    O tatu-bola Fuleco, mascote oficial da Copa do Mun-do no Brasil, a marca da Fifa e outros smbolos da Copa do Mundo podem estar nos produtos das micro e pequenas empresas.

    Para ajudar as pequenas empresas a aproveitar esta oportunidade, o Sebrae firmou parceria com a Globo Marcas, licenciadora oficial da Fifa para a Copa do Mun-do no Brasil. A instituio rene os projetos das em-presas interessadas para apresentar a licenciadora e realiza eventos para esclarecer o tema.

    Um desses o Papo de Negcios Sebrae 2014, bate-pa-po virtual entre interessados em obter o licenciamento e a Globo Marcas, com a participao de empreende-dores j licenciados. Para o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, essa uma oportunidade para as micro e pe-quenas empresas melhorarem suas vendas e a qualida-de de seus produtos, ao se qualificarem para atingir os padres exigidos. Elas tero mais chance de alcanar um nvel de exigncia do mercado internacional e sero mais competitivas, afirmou.

    Com informaes Portal Terra

    Fonte: Folha.com

  • 22Federao em Ao abr I mai de 2013

    Pesquisa revela que 59% dos comerciantes no se prepararam. J para 83% dos entrevistados, evento trar novas oportunidades de negcios

    CoMRCIo No SE PREPARou PARAA CoPA DAS CoNFEDERAES

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  • 23Federao em Ao abr I mai de 2013

    Com informaes G1

    A maioria (59%) dos comerciantes das cidades-sede da Copa das Confederaes, no realizou qualquer preparativo para receber os turistas que devem cir-cular pelo pas durante os jogos, como aumento de estoque e treinamento de mo de obra. O mo-tivo principal do desinteresse (27%) em relao ao evento agendado para o ms de junho a ausncia de perspectiva de retorno compensador.

    Foi o que revelou pesquisa encomendada pelo Servio de Proteo ao Crdito (SPC Brasil) e Con-federao Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), realizada junto a 1.276 varejistas e prestadores de servios das seis cidades-sede do evento - Belo Horizonte, Braslia, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. O levantamento tem margem de erro de 2,7% e confiana de 95%.

    Entre os empresrios que esto se preparando para o evento, 42% comearam a faz-lo h menos de trs meses, sendo a reclamao bsica a falta de oferta de crdito. Entre aqueles que dizem estar se prepa-rando, 51% afirmam que esto treinando sua equipe; 42% falam em ampliao do estoque; 37% esto au-mentando a variedade de produtos; e 20% esto in-vestindo na infraestrutura do estabelecimento, entre outros fatores citados. J entre os varejistas que vo investir no prprio estabelecimento, a maioria (77%) teve que usar dinheiro do prprio bolso e somente 20% tomaram emprstimo em bancos.

    A pesquisa mostrou ainda que mesmo que 83% de todos os varejistas entrevistados acreditem que a Copa das Confederaes trar novas oportunidades de desenvolvimento para os negcios, a maioria (84%) nunca participou de palestras ou treinamen-tos de capacitao no atendimento ao turista.

    Esses eventos servem basicamente para tornar o nosso pas realmente conhecido l fora, para que se crie perenidade no fluxo de turistas estrangei-ros. Se a gente no estiver preparado, vai acontecer o efeito frica do Sul, onde isso no foi alcanado, e no vai acontecer o efeito Alemanha, onde isso foi muito alcanado, diz Roque Pellizzaro Junior, presidente da CNDL.

    Ao serem questionados sobre qual seria o principal aspecto em que seu funcionrio deve estar prepa-

    rado para receber os turistas da Copa das Confe-deraes, 39% citaram o bom atendimento e 33% mencionaram o conhecimento e fluncia de outros idiomas. Um dos principais gargalos hoje talvez possa ser a lngua. No vi ainda nenhum card-pio salvo de restaurantes mais sofisticados de bar e restaurante simples que tenha a traduo dos pratos em ingls. So atitudes relativamente simples e que podem ajudar muito, completa o dirigente lojista.

    eXpeCtAtiVA De VenDAs

    Entre os entrevistados, 81% afirmaram acreditar que as vendas vo aumentar devido ao evento. Ele acha que vai aumentar as vendas, mas vai ter que brotar do cho, porque no se preparou, no vai se preparar. Ou seja, ele sabe que vai vender mais, mas no est se estruturando para isso. Est como os nossos aeroportos, que at agora a gente s viu maquiagem no processo, diz.

    Para 63% dos varejistas entrevistados, o poder aquisitivo do turista que vir para a cidade em ra-zo da Copa das Confederaes ser diferente do comportamento do cliente atual, assim como 60% acreditam que haver diferena na nacionalidade. Em contrapartida, 72% dos comerciantes acham que as formas de pagamento exigidas pelos novos clientes ser igual da base atual de clientes.

    setores

    Tendo em vista a percepo dos empresrios quan-to infraestrutura que o Brasil tem atualmente para receber a Copa das Confederaes, o pas foi considerado despreparado na maioria dos quesitos avaliados.

    Transporte pblico (91%), sade (91%), estaciona-mento (86%), segurana pblica (84%) e infraes-trutura acessvel pessoas com deficincia (84%) aparecem como os setores mais despreparados para os entrevistados. No outro extremo, bares e restaurantes (73%), comrcio em geral (70%) e hos-pedagem (65%) so citados como os setores mais aptos a receber a Copa das Confederaes.

  • 24Federao em Ao abr I mai de 2013

    Evento focou estratgias, liderana e inovao, e reuniu representantes de CDLs, SPCs, FCDLs e empresrios do comrcio varejista de todo o Brasil

    81 SEMINRIo NACIoNAL DE SPCs: ABRINDo CAMINhoS PARA NoVAS oPoRTuNIDADES DE NEGCIoS

    moVimento LoJistA

    Conhecer novas estratgias, aprimorar tcnicas de ven-das e fortalecer a marca: uma viso estratgica para o crescimento comercial de todas as entidades que inte-gram o movimento lojista no Brasil. Essa foi a proposta do 810 Seminrio Nacional de SPCs, realizado nos dias 18 e 19 de abril, no Hotel Royal Tulip, em Braslia.

    Com o tema Operao Conquista de Territrio, o evento reuniu cerca de 400 lojistas de todo o pas e contou com uma programao focada em liderana e estratgia. O seminrio, que realizado anualmente, visa capacitao e qualificao de representantes e lderes do varejo no pas, apresentando boas prticas no mercado, auxiliando no conhecimento dos dife-renciais para venda dos produtos do SPC.

    temrio tCniCo

    Inovao e renovao, a necessidade de mudanas na relao com o consumidor, o futuro da comu-nicao, marketing de relacionamento, aplicaes prticas ao SPC e CDLs e diferenciao de produtos. Estes foram alguns dos temas abordados durante a programao do evento que contou com palestran-tes de renome como Walther Longo, Otvio Dias, Cludio Tomanine e Paulo Storani, consultor tcnico do filme Tropa de Elite e um dos oficiais que inspi-raram o personagem Capito Nascimento, interpre-tado pelo ator Wagner Moura.

    Em sua apresentao, Paulo Storani, props aos pre-sentes uma analogia entre a realidade do BOPE e as organizaes, mostrando que, para conquistar terri-trio s fora de vontade no basta. preciso muita

    atitude, mas tambm viso estratgica, trabalho em equipe e liderana. O foco principal da abordagem fo-ram os fatores que esto alm dos processos: com-promisso com a marca (empresa); foco no resultado; superao de limites - metas; liderana mtua; e a autorrealizao no cumprimento da misso tarefas.

    DiLoGo e pArtiCipAo

    Um momento dedicado troca de ideias e manifesta-o de opinies, direcionado melhoria d0 desempe-nho profissional. Durante o evento foi realizada uma dinmica com todos os participantes com o objetivo de incentivar a reflexo por meio da metodologia SWOT que possibilita um diagnstico e anlise dos pontos de fora fraqueza, oportunidades e amea-as, alm de mostrar como corrigi-los.

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  • 25Federao em Ao abr I mai de 2013

    Solenidade foi realizada em Braslia e 0 impresso foicontemplado na categoria Comunicao

    JoRNAL o TEMPo AGRACIADo CoMo PRMIo MRITo LoJISTA 2013

    O jornal mineiro O Tempo foi o agraciado na categoria Comunicao em mais uma edio do Prmio Mrito Lojista, uma realizao da Confederao Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

    O evento foi realizado na noite do dia 18 de abril, no Hotel Royal Tulip Alvorada, em Braslia, e reuniu cerca de 500 personalidades entre empresrios, imprensa e autoridades. Representando o jornal na entrega do prmio esteve o diretor-executivo e jornalista da Sem-pre Editora que publica os jornais O TEMPO, Super Notcia, Pampulha, O Tempo Betim e O Tempo Conta-gem , Heron Guimares.

    Tambm conhecida como o Oscar do Varejo, a pre-miao que chegou sua 34 edio, tem por objetivo reconhecer e valorizar fornecedores, prestadores de servio e imprensa pelo conjunto de aes desenvolvi-das em prol dos lojistas de todo o pas. So avaliados, por exemplo, quesitos como qualidade dos produtos, preo, servio, atendimento e propaganda. Sabemos que os desafios impostos a um jornal di-rio so muitos. Entretanto, a vontade de conquis-tar e fidelizar o leitor mineiro aliada a elementos fundamentais como tradio, qualidade e inovao, resultaram em importantes e permanentes conquis-tas, e colocaram este jornal como referncia entre os grandes veculos de comunicao do estado. Cien-tes da atuao e credibilidade deste veculo, ns da FCDL-MG parabenizamos o Jornal O Tempo por este prmio, sendo o trabalho de to distinta equipe re-conhecido junto nao lojista, destacou Jos Csar da Costa, presidente da FCDL-MG.

    Os fornecedores, imprensa e prestadores de servios so escolhidos por meio do voto di-reto de lojistas de todo o Brasil, em uma pes-quisa por amostragem que leva considerao a importncia e participao das categorias no mercado varejista brasileiro, de todos os seto-res do comrcio.

    Trata-se de uma pesquisa espontnea, na qual apresentado o formulrio impresso e ele-trnico, sem indicao de marcas, para que o lojista associado s CDLs possam indicar a empresa que melhor presta servio ao seu negcio, considerando os seguintes aspectos: preos, merchandising, promoo de vendas, condio de pagamento, propaganda, qualida-de dos produtos. O somatrio dos votos de cada categoria/segmento leva ao ganhador agraciado com uma estatueta que simboliza a Deusa da Fortuna.

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  • 26Federao em Ao abr I mai de 2013

    moVimento LoJistA

    Executivos e colaboradores de CDLs de todo estadoparticiparam da capacitao na atual sede do ConselhoEstadual do SPC de Minas Gerais (CESPC/MG), a CDL/BH

    GESTo PARA RESuLTADoS FoI o TEMADo TREINAMENTo PRoMoVIDo PELo CESPC/MG

    Tendo em vista seu compromisso com a capacitao das equipes comerciais das CDLs mineiras para expan-so e captao de novos usurios no que diz respeito ao SPC, o CESPC/MG, rgo representante das entidades de classe do estado, promoveu no dia 24 de abril mais um treinamento para o movimento lojista mineiro.

    Cerca de 30 participantes integraram a segunda tur-ma do Gesto para Resultados. A capacitao teve por objetivo proporcionar aos presentes uma reflexo acerca das dificuldades de conseguir melhores re-sultados, bem como trabalhar noes do sistema de gesto, desenvolvimento conceito de mtodo e escla-recimento no que diz respeito s diferenas entre m-todo e ferramenta. Alm disso, o treinamento buscou associar teoria e prtica, propondo aos participantes atividades de fixao do conhecimento adquirido.

    o ConseLHo estADuAL Do spC

    O Conselho Estadual do SPC de Minas Gerais o r-go representante das entidades de classe do estado. Ele foi criado em maro de 2012 com o objetivo de atender s demandas das entidades de mineiras e represent-las junto ao SPC Brasil e aos rgos confe-derativos. Alm disso, o Conselho apresenta relatrios estatsticos para a Federao das Cmaras de Dirigen-tes Lojistas de Minas Gerais - FCDL (trimestralmente) e para a Confederao Nacional de Dirigentes e Lojistas - CNDL (semestralmente).

    Por meio de reunies mensais, o Conselho discute as-suntos como parcerias, utilizao e padronizao do

    uso da marca SPC, valores mnimos dos preos dos produtos, bancos de dados do SPC. Ele tambm tem como compromisso a capacitao das equipes comer-ciais para expanso e captao de novos usurios , interferncias em conflitos no estado, entre outros. O Conselho formado por 11 CDLs que operam o Ser-vio de Proteo ao Crdito no Estado de Minas Gerais com o SPC Brasil, incluindo duas cadeiras fixas per-tencentes CDL/BH, Base Centralizadora/Operadora no estado de MG e FCDL-MG.

  • 27Federao em Ao abr I mai de 2013

    Desde fevereiro deste ano, rgos pblicos e privados passarama exigir a documentao eletrnica, que garante a segurana na identificao dos autores de transaes

    CDL JuIz DE FoRA DISPoNIBILIzASERVIo DE CERTIFICAo DIGITAL

    Assim como nas transaes presenciais, na internet a identificao do autor solicitada e o Certificado Digi-tal a garantia da identidade das partes envolvidas, com proteo s transaes efetuadas e a troca virtual de dados. O documento eletrnico usado como assi-natura de prprio punho e tem validade jurdica.

    Desde o incio do ano, as empresas com mais de 20 funcionrios precisam do Certificado Digital para a de-clarao do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). As mesmas empresas tambm pas-saram a ser obrigadas, no incio de maro, a utilizar o Certificado Digital para a transmisso da RAIS (Re-latrio Anual de Informaes Sociais). Outra obrigato-riedade que entrou em vigncia em 2013 estabelece que em 30 de junho de 2013, encerra-se o prazo para que as empresas e estabelecimentos rurais com at 10 funcionrios passem a utilizar o Certificao Digital para a Conectividade Social.

    A documentao eletrnica tambm passou a ser exi-gncia no incio de fevereiro para o Foro de So Paulo, que exige que todos os advogados tenham um Certifi-cado Digital para realizar o Peticionamento Eletrnico e at abril, todas as varas trabalhistas do Rio de Janei-ro estaro trabalhando exclusivamente com Processo Judicial Eletrnico (PJe-JT).

    A CDL Juiz de Fora oferece solues de certificao digital especficas para cada tipo de negcio, de acor-do com a necessidade do associado, ou seja, os lo-jistas, contadores, empresrios e pessoas fsicas que necessitarem do certificado digital podero emiti-lo na CDL/JF e contar com atendimento diferenciado, preos competitivos e orientaes quanto ao uso.

    Fonte: ETC Comunicao

  • 28Federao em Ao abr I mai de 2013

    moVimento LoJistA

    Os consumidores que pagam suas contas em diapodero ter benefcios na hora da compra

    CDL uBERLNDIA CoMEA A INSCREVER PESSoASFSICAS E JuRDICAS No CADASTRo PoSITIVo

    Quem paga as contas em dia agora poder ter bene-fcios. que com a vigncia da Lei Federal n0. 12.414, nacionalmente conhecida por Cadastro Positivo, as pessoas fsicas ou jurdicas, com bons antecedentes de adimplncia no comrcio, tero facilidades para as compras a crdito, emprstimos e financiamentos, alm da possibilidade de prazos maiores e menores taxas de juros.

    A gerente executiva da CDL Uberlndia, Lcia Queiroz, explica que o Cadastro Positivo um banco de da-dos do comportamento financeiro, formado por infor-maes e histrico de pagamentos feitos em dia de consumidores e empresas para fins de concesso de crdito. Quando o consumidor fsico ou jurdico busca crdito em uma instituio financeira e informa que tem o Cadastro Positivo, consequentemente ele con-segue comprovar que paga as contas em dia e poder obter taxas de juros menores.

    Como se CADAstrAr

    Para fazer parte do banco de dados do Cadastro Posi-tivo o consumidor precisa se cadastrar voluntariamen-te. Esse registro rpido e gratuito, feito na CDL Uber-lndia, permite o acesso das empresas e instituies s informaes repassadas, mediante o preenchimen-to de um termo especial.

    preciso ter em mos os originais do CPF, identidade e comprovante de residncia para a pessoa fsica e o contrato social da empresa e dados pessoais do scio administrador para a pessoa jurdica. O consumidor, seja pessoa fsica ou jurdica, poder ter acesso s informaes e a seu histrico de forma gratuita. Alm disso, o cadastro poder ser cancelado sempre que solicitado, disse a gerente executiva da CDL Uber-lndia, Lcia Queiroz. A inscrio no Cadastro Positivo pode ser feita de segunda a sexta feira, das 8h s 18h, no Atendimento SPC da CDL Uberlndia (20 piso).

    Fonte: Serifa Comunicao

  • 29Federao em Ao abr I mai de 2013

    moVimento LoJistA

    O propsito solucionar os maiores problemas enfrentadospor aqueles que trabalham ou frequentam a regio

    CDL BELo hoRIzoNTE DECIDE REATIVARCoNSELho Do hIPERCENTRo DA CAPITAL

    Diante dos inmeros problemas enfrentados pelos co-merciantes da regio central da capital, a Cmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH) decidiu reativar o Conselho CDL Hipercentro, que passa a ser coordenado pelo diretor Jonsio Lustosa. Ele tomou pos-se com o propsito de solucionar os maiores problemas enfrentados diariamente por aqueles que trabalham ou frequentam a regio, com destaque para a falta de segurana e o trnsito catico, agravado pelas obras de construo do Bus Rapid Transit (BRT). Os dados da CDL-BH indicam que passam pelo Centro diariamente 1,7 milho de pessoas. O belo-horizontino tem a cultura do Centro, um local onde se encontra de tudo e com preos mais atraentes, mas se no cuidarmos da regio vamos continuar per-dendo espao para os shoppings, disse Lustosa. Ele ressalta que, junto da questo da insegurana, est a presena de grande nmero de moradores de rua, mui-tos dos quais dormem nas marquises das lojas, com-prometem a limpeza das caladas e acabam afastando clientes do comrcio. O maior problema da regio, garante Lustosa, o trn-sito. Alm do grande volume de carros, faltam vagas de estacionamento. Por isto, afirmou, durante a primeira reunio do grupo, no dia da posse, foi levantada a pos-sibilidade de instalar parqumetros na regio. H ainda uma grande preocupao com a situao dos lojistas prejudicados com as obras do BRT. As obras tm que ser feitas, o problema que o trnsito para tudo, e isto tem reflexos em toda a

    cidade, chega at a Pampulha, uma caracterstica do prprio traado de Belo Horizonte, lembra Lustosa. A questo que as obras comearam pelo Centro, ento fundamental amenizar os prejuzos e as dificuldades enfrentadas pelo comrcio da regio. Os lojistas levaram tambm a proposta de melhorar o estado das caladas e ruas, que poderia comear pela mudana das placas de identificao das lojas para que elas fiquem mais uniformes e gerem menos poluio visual. Os comerciantes acham que o Cen-tro poderia inclusive oferecer opes para a noite, atraindo os moradores de Belo Horizonte para suas inmeras opes de lazer. Outra mudana necessria a melhoria da sinalizao indicativa e logradouros, em especial num perodo em que a cidade se prepara para receber grande nmero de turistas.

    Fonte: Dirio do Comrcio, com adaptaes

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  • 30Federao em Ao abr I mai de 2013

    moVimento LoJistA

    Diversas capitais brasileiras mobilizaram-se em mais uma edio doDia da Liberdade de Impostos. Em Minas Gerais, a ao foi articulada pelo CDL Jovem BH e CDL Jovem Curvelo, em parceria com as CDLs dos municpios

    MAIS BRASIL, MENoS IMPoSToS

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  • 31Federao em Ao abr I mai de 2013

    Convidar a populao e os poderes pblicos para uma reflexo sobre a importncia do respeito ao contribuin-te, dada a elevada carga tributria do pas. Essa a proposta do Dia Nacional da Liberdade de Impostos. Na ao, que acontece anualmente em mais de 30 capitais do Brasil, o setor de comrcio e servios convidado a vender mercadorias com o desconto dos tributos in-cidentes no produto. Minas Gerais no ficou de fora desse importante movimento. No estado a iniciativa foi articulada pelo Centro de Desenvolvimento Lojista Jo-vem BH (CDL Jovem BH) e Centro de Desenvolvimento Lojista Jovem Curvelo (CDL Jovem Curvelo), em parceria com as Cmaras de Dirigentes Lojistas dos municpios.

    Como nas edies anteriores, um posto da capital mineira comercializou a gasolina a R$ 1,835 o litro, ou seja, com o desconto de 35% dos tributos diretos incidentes no produto. A ao foi limitada a cem auto-mveis e 120 motocicletas, mediante ordem na fila e sequncia de senhas. Em Belo Horizonte, a iniciativa contou com o patrocnio do Sindicato do Comrcio Va-rejista de Derivados de Petrleo do Estado de Minas Gerais (Minaspetro) e apoio da Associao Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Frum Mineiro de Jovens Lideranas e Instituto de Formao de Lderes.Alm da gasolina, durante todo o dia, os consumi-dores puderam comprar po, pneu, toalha, xampu, e ainda alugar um veculo ou fazer uma limpeza de pele sem pagar o imposto embutido em cada um desses produtos ou servios. Isto porque, este ano, pela se-gunda vez o setor de comrcio varejista associado CDL/BH aderiu ao.

    Em Belo Horizonte, participaram do Dia da Liberdade de Impostos papelarias, padaria, casa de produtos para piscina e para animais, clnicas de esttica e lo-cadora de veculos, dentre outros. Todos venderam um produto ou servio com o desconto do valor pro-porcional aos impostos incidentes sobre o mesmo.

    Esta uma forma de conscientizar a populao sobre a grande carga de impostos que ns brasileiros paga-mos, afirmou o presidente da Cmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), Bruno Falci.

    no interior Do estADo

    A CDL Curvelo em parceria com o CDL Jovem da enti-dade participou, pela primeira vez, da iniciativa. O

    objetivo do Dia da Liberdade de Impostos, cons-cientizar a populao sobre a grande carga de im-postos que incide, direta e indiretamente, sobre sua renda, explica o presidente da Cmara de Dirigen-tes Lojistas de Curvelo (CDL/Curvelo), Andr Lllis. Na cidade, o posto participante foi o Posto Milleniunn (Avenida Antnio Olinto, 1109, Centro), e a ao tam-bm foi limitada a 100 automveis e 120 motocicle-tas, mediante ordem na fila e sequncia de senhas.

    A semana de 20 a 25 de maio representa o perodo em que os cidados brasileiros passam a trabalhar em benefcio prprio, pois todo o resultado do tra-balho anterior a esta data simboliza a quantia a ser paga em impostos. Por isto a escolha da data. A ideia criar simbolicamente o dia em que paramos de trabalhar para pagar os impostos e ficamos livres deste peso. Os impostos so indispensveis para a sociedade moderna, mas a sobrecarga tributria im-pede o crescimento econmico e quem sofre mais a populao de baixa renda, diz o presidente da CDL Jovem de Curvelo, Renato Boaventura.

    c/ impostos: r$330,00

    Locao de veculoCorolla automtico

    s/ impostos: r$165,00

    c/ impostos: r$78,00

    Limpeza de pele

    s/ impostos: r$63,00

    c/ impostos: r$9,90

    toalha de banho

    s/ impostos: r$8,45

    c/ impostos: r$1,20

    toalha escolar

    s/ impostos: r$0,89

    c/ impostos: r$130,00

    balde de cloro

    s/ impostos: r$93,00

    c/ impostos: r$106,40

    Xampu veterinrio

    s/ impostos: r$75,50

    sem os impostos...

  • 32Federao em Ao abr I mai de 2013

    Segundo especialista, a falta de orientao tcnicade quem aborda pode inviabilizar o procedimento

    DESPREPARo DA EquIPE DE TELEMARkETINGAo ABoRDAR CoNSuMIDoRES CoM DVIDAS EMATRASo DIMINuI ChANCE DE RECuPERAo

    O consumidor atende ao telefone e do outro lado est um atendente de telemarketing questionando-o sobre uma dvida. A conversa mecnica, deixa claro que se trata de um procedimento padro e que aquele caso apenas mais um. Ou pior: ao realizar a abordagem, o profissional se descontrola diante de algum destem-pero do cliente e responde no mesmo tom. No dif-cil imaginar que o investimento feito pela empresa de recuperao para executar o procedimento foi em vo.

    Adriano Blatt, responsvel pelo curso Cobrana e Ne-gociao por Telefone, da Academia de Crdito Serasa Experian, e autor do livro Cobrana e Recuperao de Dvidas, aponta essa e outras falhas das equipes como responsveis por boa parte dos insucessos nas tentativas de recuperao por esta via de acesso ao cliente. Uma cobrana bem feita no significa cer-teza de recebimento, mas uma cobrana mal feita sim a certeza do no pagamento. muito importante manter um bom relacionamento com o cliente, para alm do recebimento imediato de pagamentos em atraso, diz Adriano Blatt.

    A falta de treinamento e planejamento das ligaes, bem como o mau comportamento do interlocutor na abordagem, so as falhas mais recorrentes, segundo o especialista. A ausncia de script de cobrana e de controle emocional do atendente diante de even-tuais provocaes podem minar o sucesso da recu-perao, explica. A desateno e indiferena com a histria do cliente tambm no ajudam a alcanar o

    objetivo. Outro erro recorrente a ausncia de pa-dronizao e logstica nas abordagens, que muitas vezes so feitas por diversos operadores a uma nica pessoa, completa Blatt.

    Falta de treinamento da equipe; Abordagem mecnica do consumidor; Descontrole emocional diante de algum destempero do cliente; Ausncia de script de cobrana; Desateno e indiferena com a histria do cliente; A ausncia de padronizao nas abordagens,

    feitas por diversos operadores a uma nica pessoa.

    erros mAis Comuns DoteLemArketinG De CobrAnA

    moVimento LoJistA

    Fonte: Serasa Experian, com adaptaes

  • 33Federao em Ao abr I mai de 2013

    BDMG espera liberar R$ 700 milhes at o final de 2014;primeiros contratos sero assinados em julho

    LINhAS DE FINANCIAMENTo PARA MuNICPIoS TM 420 ADESES

    O Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) habilitou, at 10 de junho, cerca de 420 municpios mineiros para as quatro linhas de financiamento lan-adas em abril e voltadas, principalmente, s cida-des que possuem baixos ndices de desenvolvimento econmico. O banco de fomento espera que, at o final de 2014, cerca de R$ 700 milhes sejam liberados atravs dessas linhas de crdito s prefeituras, para investimentos em obras de infraestrutura, saneamen-to, edificaes pblicas, compra de mquinas e mo-dernizao administrativa. Segundo a gerente do departamento de Apoio aos Mu-nicpios do BDMG, Juliana Assis Ferreira, os municpios tinham at 31 de maio para inscrever suas cartas--consultas para as quatro linhas de financiamento: a BDMG Cidades, a BDMG Urbaniza; a BDMG Maq e a BDMG Saneamento. At 10 de junho, cerca de 420 foram habilitados pelo BDMG. Esperamos que os pri-meiros contratos sejam assinados j no prximo ms de julho, com prazo de execuo de um ano e meio, anuncia, lembrando, no entanto, que antes disso as prefeituras devem ter seu crdito aprovado pela Se-cretaria do Tesouro Nacional (STN), cujo prazo expira em 30 de dezembro. Os limites de financiamento do tomador so de R$ 3 milhes, que estaro disponveis nas quatro linhas. Segundo Juliana, duas delas representaram 80% das propostas das prefeituras. A BDMG Cidades, destinada a edificaes municipais, projetos de apoio ao turismo e ao patrimnio histrico e cultural; e a BDMG Urba-niza, que prev recursos para projetos de iluminao pblica, mobilidade e drenagem urbana. A linha Cida-des ter prazo de financiamento de at 60 meses, en-quanto o da Urbaniza um pouco maior, de 72 meses.

    Ambas tero prazo de carncia de 12 meses, assim como a linha BDMG Saneamento. Entre as vantagens dessas quatro linhas oferecidas pelo BDMG, Juliana destaca a iseno de contrapar-tidas. Os recursos so 100% financiados, pontua, lembrando que dos R$ 700 milhes, a maior parte, R$ 500 milhes, so de recursos prprios do banco de fomento e R$ 200 milhes, aportados pelo governo de Estado. As taxas sero de 12% a 13% ao ano, com redutor de 2% para municpios com baixo ndice de Desenvolvimento Humano (IDH) e, em especial, para a linha de saneamento.

    Consultoria - Assim que os municpios tiverem o crdi-to aprovado pela STN, o BDMG prestar um servio de consultoria para ajud-los a viabilizar os projetos. A equipe de engenharia vai assessor-los para que for-matem seus editais de licitao de acordo com as espe-cificaes e os recursos disponveis, informou Juliana. No entanto, apesar de o financiamento a municpios ser uma das prioridades do banco, ela acredita que no haver lanamento de novas linhas no ano que vem, pois existem impedimentos pela legislao eleitoral. Ainda assim, entre 2013 e 2014 espera-se a liberao de R$ 700 milhes aos municpios, contando no apenas com essas quatro novas linhas, mas tambm por meio do Programa Novo Somma e de financiamentos com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ-mico e Social (BNDES) e do Fundo de Garantia por Tem-po de Servio (FGTS). No ano passado, somente o Pro-grama Novo Somma foi responsvel pela liberao de R$ 218,5 milhes, destinados a 209 projetos municipais.

    Fonte: Dirio do Comrcio, com adaptaes

  • 34Federao em Ao abr I mai de 2013

    moVimento LoJistA

    A tradicional e mais importante honraria concedida pelo governo de Minas foi entregue na cidade histrica de Ouro Preto, no dia 21 de abril

    PRESIDENTE DA FCDL-MG AGRACIADoCoM MEDALhA DA INCoNFIDNCIA

    Alm do presidente do Supremo Tribunal Federal, Joa-quim Barbosa, outras 163 personalidades e entidades que contriburam para o desenvolvimento de Minas e do Brasil receberam, no dia 21 de abril, a Medalha da Inconfidncia. Trata-se da maior comenda concedida anualmente pelo Estado de Minas Gerais desde em 1952, quando foi criada pelo ento governador Jus-celino Kubistchek. O evento ocorre tradicionalmente

    em 21 de abril e uma homenagem ao inconfidente Joaquim Jos da Silva Xavier, o Tiradentes.

    Jos Csar da Costa, presidente da Federao das Cma-ras de Dirigentes Lojistas de Minas Gerais (FCDL-MG) foi agraciado na designao Medalha de Honra, que tem ain-da outras trs designaes: Grande Colar, Grande Meda-lha e Medalha da Inconfidncia. Muito nos alegra que a

  • 35Federao em Ao abr I mai de 2013

    Federao das CDLs de Minas seja reconhecida em todo o estado pelo papel que desempenha, o que vem compro-var o sucesso de muitas das aes empreendidas em prol do movimento lojista mineiro. Nossa misso contribuir para o processo contnuo de aprimoramento das Cma-ras de Dirigentes Lojistas (CDLs) e varejo como um todo, e isso, consequentemente, implica no desenvolvimento, sobretudo econmico e social das regies em que estas entidades esto inseridas. Por isso com grande alegria que recebemos esta condecorao, afirmou Jos Csar.

    A solenidade foi realizada na Praa Tiradentes, na cidade histria de Ouro Preto, que na oportunidade, tornou-se a capital simblica de Minas, como nos anos anteriores. Ao final da solenidade, alunos de seis colgios Tiraden-tes, de Belo Horizonte, Contagem e Vespasiano, parti-ciparam carregando as 853 bandeiras de cada um dos municpios mineiros. Os presentes assistiram ainda a uma apresentao da Orquestra Sinfnica de Minas Ge-rais e do Coral Lrico, que cantaram a msica Oh Minas Gerais e tocaram os hinos. Tambm prestigiaram a entrega da honraria representan-tes de vrias CDLs de todo o estado. Entre os presentes estavam o presidente da CDL Araguari, Sebastio do San-tos Tot; o presidente da CDL Conselheiro Lafaiete, Joo Assis, bem como a executiva, Lcia Leijto, e diretoria da entidade, e o presidente da CDL Uberlndia, Celso Vilela. A honraria foi muito bem empregada FCDL-MG que trabalha com afinco em prol da classe lojista em todo o Estado, buscando estimular iniciativas e projetos de lei elaborados a fim de incrementar o desenvolvimento do comrcio lojista e atendam aos anseios, sobretudo, do Estado mineiro, destacou Vilela.

    JoAquim bArbosA

    Mineiro de Paracatu, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, foi o principal homenageado da cerimnia, recebendo a Medalha da Inconfidncia. Ele foi o orador do evento e, em seu discurso, defendeu a importncia das aes afirmativas para diminuir a desi-gualdade no Pas.

    O dia 21 de abril encerra o expressivo simbolismo para Minas Gerais, na celebrao do heri maior, cujos ideais ultrapassam as fronteiras da vocao libertria de nosso Estado e se expandem para todo o pas. O sacrifcio de Tiradentes nos recorda os valores da liberdade, autogo-

    verno e resistncia aos desmandos e arbitrariedades da dominao colonial. Nesta data, h 221 anos, os sonhos libertrios de Tiradentes de concretizar uma nao sobe-rana, regida pela liberdade e igualdade, foram dizimados. Porm, evocando aqui as palavras do saudoso conterr-neo que me antecedeu no STF, Ministro Oscar Dias Corra, a Inconfidncia no foi esquecida, no perdeu significa-do, no se desfez no turbilho do tempo. E permanece como smbolo da derrota vitoriosa, da injustia que glo-rifica, da rebeldia que domina, da opresso que liberta, da vilania que enobrece, do mais alto e sublime paradoxo da morte que d a vida, afirmou Joaquim Barbosa.

    AGrACiADos

    Entre os agraciados estavam ainda a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann; o ministro de Cincia e Tecno-logia, Marco Antnio Raupp; a ministra do STF Rosa Maria Weber e os ministros Sebastio Alves dos Reis e Laurita Hilrio Vaz, do Superior Tribunal de Justia (STJ), que re-ceberam a Grande Medalha. Ainda figuraram nessa de-signao o governador de Santa Catarina, Joo Raimundo Colombo, a senadora pelo Rio Grande do Sul Ana Amlia de Lemos e a presidente do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, Adriene Barbosa.

    A meLHADA

    A honraria tem quatro designaes: Grande Colar, Grande Medalha, Medalha de Honra e Medalha da Inconfidncia. Nos ltimos dez anos, a cerimnia j rendeu homenagens a diversas personalidades brasileiras, cada um em seu campo de atuao, desde o presidente da Confederao Nacional da Indstria (CNI), Robson Andrade, orador em 2012, at a atriz Fernanda Montenegro, em 2004.

    Tambm foram oradores da Medalha da Inconfi-dncia nos ltimos anos a presidente Dilma Rous-seff (2011), o ex-presidente Luiz Incio Lula da Silva (2003), a ministra do Supremo Tribunal Fe-deral, Crmen Lcia Rocha (2010), o embaixador da Frana no Brasil, Antoine Pouillieute (2009), o ento vice-presidente da Repblica Jos Alencar (2008), o arquiteto Oscar Niemeyer (2007), Ma-ria Estela Kubitschek (2006) e o ex-presidente de Portugal Mrio Soares (2005).

  • 36Federao em Ao abr I mai de 2013

    CApA

    Solenidade foi realizada no dia 23 de maio e reuniu presidentes, executivos e colaboradores das CDLs mineiras, presidentesde outras Federaes do Brasil, alm de autoridades,parlamentares e imprensa

    FCDL-MG ABRE, EM GRANDE ESTILo,A 22 CoNVENo ESTADuAL Do CoMRCIo LoJISTA

  • 37Federao em Ao abr I mai de 2013

    Com o tema Unio a nossa fora, a FCDL-MG realizou no dia 23 de maio a abertura oficial da 22a Conveno Estadual do Comrcio Lojista. Diversas intervenes surpreenderam o pblico e engran-deceram ainda mais o evento. Aps o momento cvico com a execuo do Hino Nacional e Hino da Nao Lojista, os presentes foram surpreendi-dos pela entrada de 230 alunos da Escola Estadual Tancredo Neves e Escola Estadual Jos Pereira Can-sado que carregaram as bandeiras dos 230 munic-pios mineiros onde existem Cmara de Dirigentes Lojistas (CDLs).

    Na sequncia, o presidente da FCDL-MG, Jos Csar da Costa conduziu a diplomao dos novos presi-dentes de CDLs e de entidades criadas neste ano de 2013. Tambm foi entregue uma meno hon-rosa s CDLs mineiras que contriburam para a re-forma da nova sede da Federao, inaugurada ofi-cialmente em maro deste ano, quando a entidade completou seus 40 anos de fundao.

    Novamente o pblico foi surpreendido com uma in-terveno musical do grupo Cantando na Chuva, que interrompeu a solenidade cantando a msi-ca Happy Days. Aps a apresentao foi a vez do executivo da CDL Divinpolis, Fernando Jos Silva, discursar em nome de todos os demais executivos das CDLs mineiras. Em sua fala Fernando destacou, por exemplo, a importncia de servios que be-neficiem, de fato, as entidades em todo o estado, gerando no s receita, mas contribuindo para o desenvolvimento de cada entidade.

    Representando os presidentes das CDLs do estado, Evelyne Campos, presidente da CDL Ipanema, res-saltou em seu discurso a importncia e a fora do movimento lojista mineiro, destacando tambm a proposta desta 220 Conveno Estadual do Comr-cio, focada no aprendizado e capacitao profissio-nal dos participantes.

    O presidente da FCDL-MG, Jos Csar da Costa, deu boas vindas aos participantes, ressaltando a impor-tncia do momento para o movimento lojista minei-ro. uma honra receber este grupo que prestigia a 22a Conveno Estadual do Comrcio Lojista e o 10o Encontro de Profissionais das CDLs Mineiras, e que compartilha conosco a alegria de comemorar os 40

    anos de existncia da FCDL-MG. Esta solenidade no significa apenas uma fase do movimento, nem to pouco representa um evento simplesmente festivo. Este encontro tem um significado muito maior pois transcende as comemoraes deste quadragenrio e transforma o esforo conjunto de todos que de forma geral escreveram a histria dessas quatro d-cadas, destacou.

    Na oportunidade, Jos Csar tambm fez um res-gate histrico do contexto poca do surgimento da Federao, como a instalao da fbrica da FIAT no Brasil. Jos Csar lembrou-se com orgulho das conquistas da entidade, fruto do trabalho, dedica-o e empenho de todo o movimento lojista. Alm da aquisio da nova sede, o dirigente enumerou outras passagens importantes na histria da enti-dade como a aprovao do Cdigo de Defesa do Contribuinte, o recebimento do Selo Minas Legal, engajamento no movimento Assine + Sade, par-ceria com o BDMG, criao da Frente Parlamentar de Apoio ao Varejo, alm das diversas homenagens re-cebidas como a Medalha Santos Dumont, o ttulo de Cidadania Honorria de Belo Horizonte, homenagem da ALMG pelos 40 anos da FCDL-MG e o recebimento da Medalha da Inconfidncia.

    presenAs

    Participaram desta solenidade Marcelo Souza e Silva, representando o prefeito da capital, Mrcio Lacerda; o deputado federal Aelton Freitas (PL-MG); o pre-sidente da Federao das Cmaras de Dirigentes Lojistas do Rio de Janeiro,Jair Francisco Gomes; o presidente da Cmara de Dirigentes Lojistas de Manaus, Ralph Barana Assayag, e o presidente da Federao das Cmaras de Dirigentes Lojistas do Amazonas, Ezra Benzion Manoa.

  • 38Federao em Ao abr I mai de 2013

    Mais de mil profissionais, entre presidentes, execu-tivos e colaboradores das CDLs mineiras, alm de di-versos lojistas, participaram entre os dias 23 e 26 de maio da 220 Conveno Estadual do Comrcio Lojista e 100 Encontro de Profissionais das CDLs Mineiras. O evento, promovido anualmente pela FCDL-MG, um dos mais aguardados pelo movimento lojista mi-

    neiro, que alm de um excelente espao de capaci-tao e aperfeioamento profissional, o v tambm como uma oportunidade de interagir, reencontrar os amigos, fazer novas amizades e trocar experincias. A escolha, em 2013, pelo tema Unio a Nossa Fora vem reforar a ideia de compartilhamento de boas prticas, mas principalmente, a integrao, fru-

    Agregar em conhecimento, compartilhar tendncias e apresentar novas tcnicas. Esses foram alguns dos objetivos centrais do evento promovido pela Federao no Hotel Tau Caet (MG)

    LIDERANA, GESTo E VENDAS: FCDL-MGCAPACITA PRoFISSIoNAIS Do VAREJo MINEIRo

  • 39Federao em Ao abr I mai de 2013

    to, entre outros fatores, do alinhamento e nivela-mento de informaes relacionadas s prticas de gesto e varejo em todo o estado. Atentos s mudanas nos hbitos dos consumido-res, cada vez mais exigentes, aos novos formatos de lojas, que passaram a existir tambm no mun-do virtual, e diversidade dos produtos e servi-os oferecidos, ns, do movimento lojista mineiro, acreditamos que somente a informao ir nos dar o subsdio necessrio para lidar com os grandes de-safios impostos ao setor varejista. Por isso espaos de capacitao so to importantes nesse contexto. Tradicionalmente a FCDL-MG promove uma srie de eventos focados no aprendizado, interao e rela-cionamento de seus participantes, reforou o pre-sidente da entidade, Jos Csar da Costa.

    Alm da Conveno Estadual do Comrcio Lojista e Encontro de Profissionais das CDLs Mineiras, no calendrio do varejo esto ainda o Encontro de Presidentes das CDLs Mineiras; Seminrio Nacional de Comrcio Eletrnico, Negcios na Web e Meios de Pagamento ECOM e Seminrio de Executivos das CDLs.

    temrio tCniCo

    Durante os trs dias de evento, os participantes con-feriram uma programao focada em grandes eixos como liderana, motivao, gesto, legislao para a micro e pequena empresa, e-commerce, SPC Brasil e estratgias de vendas. Entre os intermediadores dos contedos estavam Marcio Khne, Ricardo Melo, Carlos Alberto Jlio, Cludio Tomanini e Augusto Cury.

    Primeiro palestrante do temrio tcnico, Mrcio Kh-ne inspirou o pblico com uma dinmica envolvendo todos os participantes que, de mos dadas, cantaram juntos a msica Tocando em frente, de Almir Sater. No evento, Marcio Khne que h 21 anos, atua como consultor independente e dedica-se pesquisa da gesto de pessoas e desenvolvimento do capital hu-mano, ministrou a palestra Liderando em tempos de turbulncia. Grandes lderes sabem lidar com mo-mentos speros e ainda manter a suavidade ao agir, pontuou o consultor durante sua apresentao.

    Na sequncia foi a vez de Raul Candeloro com uma palestra focada nos indicadores e metas de vendas. Sua apresentao buscou associar teoria e prtica,

  • 40Federao em Ao abr I mai de 2013

    de modo que os participantes pudessem aplicar os conhecimentos sua realidade profissional.

    Com o tema Transforme sua equipe em grandes lderes Ricardo Melo tambm passou pelo palco da 22 Conveno Estadual do Comrcio Lojista. O palestrante props aos participantes uma apre-sentao reflexiva envolvendo questes como o exemplo, a importncia e o poder da coerncia nas atitudes. Grandes lderes desenvolvem uma capacidade extraordinria de influenciar massas, lembrou Melo.

    Carlos Alberto Jlio, palestrante h 10 anos e apon-tado pelas revistas Veja e Exame como um dos me-lhores palestrantes do Brasil, falou aos participan-tes sobre a Arte da Estratgia. J Cludio Tomanini surpreendeu os participantes com uma palestra Novos mercados, novas competncias, marcada pela interatividade. O palestrante compartilhou com os participantes tendncias e as prticas de alta performance em vendas, conduzindo todo o pblico a um ambiente altamente motivacional. Na oportunidade Tomanini apresentou uma viso prag-mtica para as novas necessidades do mercado e

    para o desenvolvimento das competncias que po-dem representar a vantagem competitiva do novo profissional.

    A Lei Geral da Micro e Pequena Empresa foi o tema da apresentao do consultor do Sebrae-MG, Ha-roldo Santos Arajo. Na sequncia e fechando o primeiro dia de temrio tcnico, apresentou-se o Secretrio de Estado da Fazenda de Minas Gerais, Leonardo Colombini. Na oportunidade, o secretrio falou sobre o programa Minas Legal. Entre os obje-tivos da iniciativa est a conscientizao da socie-dade sobre a gesto fiscal, valorizao e incentivo de aes cidads, bem como proteo das receitas pblicas e reprimir prticas ilcitas.

    Encerrando a programao do primeiro dia de evento, os participantes conferiram uma divertida pea teatral. A comdia Trem de Minas trouxe, com muito humor, aspectos histricos, culinria, causos, filosofia, trejeitos e personalidades tpicas da cultura mineira.

    O vice-presidente administrativo financeiro da FCDL-MG, Marco Antnio Oliveira abriu o segundo dia de ativi-

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    Viabilizar um espao de dilogo entre os presi-dentes das CDLs mineiras. Essa foi a proposta do almoo com presidentes das entidades que integrou a programao da 220 Conveno Estadual do Comrcio Lojista. O encontro foi realizado no dia 25 de maio e reuniu cerca de 100 dirigentes lojistas de todo o estado para um amplo debate sobre as necessidades do movimento, reivindicaes e realidades de cada municpio.

    Oportunidade tambm para que os novos parcei-ros da FCDL-MG pudessem apresentar produtos e servios exclusivos para CDLs. Isso porque, de acordo com o presidente da entidade, Jos Csar da Costa, a FCDL-MG vem firmando diversas parcerias estratgicas cujo principal objetivo potencializar a atuao do movimento lojista mi-neiro. Seguro de vida, planos de sade e odonto-lgico, ensino de idiomas, consultorias, capacita-o, gesto e aperfeioamento profissional, so alguns dos servios que as CDLs mineiras tm a sua disposio: uma atuao integrada que pos-sibilita aumentar a receita e auxiliar os trabalhos das entidades e de seus associados.

    dades. Na oportunidade, Marco Antnio apresentou o tema Solues para aumento de receitas nas CDLs e Servios FCDL-MG, pontuando as novas parcerias fir-madas pela Federao que vo beneficiar o movimento lojista mineiro.

    O segredo de vender pela internet foi o tema do palestrante Felipe Ronan, executivo de vendas e parcerias do UOL. A mesa redonda O modelo de negcio do SPC Brasil foi a atrao seguinte. Com uma proposta diferenciada, a mesa redonda con-tou com a participao de Nival Martins, Superin-tendente do SPC Brasil; Rodrigo Rotondo, Gerente regional de negcios do SPC Brasil; Vandir Domin-gos da Silva, presidente da CDL Juiz de Fora e vice-presidente da FCDL-MG; Bruno Falci, presidente do Conselho Estadual do SPC MG e presidente da CDL

    BH. O novo formato, que teve como mediadora a assessora jurdica da FCDL-MG, Sara Sato, possibi-litou que o pblico participasse, contribuindo com perguntas, sugestes e reivindicaes.

    Mentes brilhantes, mentes treinadas foi o tema da palestra de Augusto Cury, que compartilhou com os participantes suas reflexes sobre o fascinante mundo da mente humana. De acordo com o pa-lestrante, todas as pessoas desejam uma mente saudvel, regada ao prazer, livre, segura, resilien-te, criativa, mas frequentemente deixam a mente irresponsavelmente solta, sem gerenciamento e proteo. Mentes tmidas, agitadas, ansiosas, ima-turas, pessimistas, amedrontadas, flutuantes, de-pressivas so consequncia dessa falta de gesto, destacou Cury.

    ALmoo De presiDentes intensiFiCA DiLoGo,DebAtes, reiVinDiCAes e troCA De eXperinCiAs

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    Gesto para executivos e colaboradores; Mulher Em-preendedora e CDL Jovem. O objetivo desses trs es-paos de capacitao foi aprofundar discusses em determinados temas, incentivando os participantes a contriburem com suas experincias, relatos e dvidas.

    Para as mulheres empreendedoras, as atividades esti-veram focadas na Programao Neurolingustica (PNL), com a consultora Jnia Bretas. Com uma linguagem clara e acessvel, Jnia Bretas apresentou tecnologias e ferramentas da Programao Neurolingustica teis capacitao do ser humano tanto na rea profissional quanto pessoal, sempre visando a excelncia e quali-dade de vida e trabalho.

    A PNL explica o funcionamento do consciente e in-consciente, e como lidar com as mais diferentes per-sonalidades atravs da percepo da linguagem, de-senvolvendo habilidades como liderana, motivao e persuaso. Nesse sentido, lidar com os mais diversos perfis de profissionais, incrementando a capacidade das participantes de se relacionarem afetivamente, socialmente e, principalmente, profissionalmente, foi outra proposta deste workshop. Aps a palestra, as mulheres se divertiram em um show muito animado com Rita Lee cover.

    Para as lideranas jovens dos CDLs Jovens de todo o estado, a FCDL-MG props a palestra Liderana e associativismo, com o consultor Paulo Csar Ferreira; um almoo com o presidente CDL Jovem de Fortaleza, Pablo Guterres, e a vice-presidente Fabiana Mateus Lucas, alm do workshop Mdias Sociais para Neg-cios, com o especialista Fernando Leroy.

    No workshop Gesto para executivos e colaboradores, o consultor Paulo Csar Ferreira trabalhou com o pblico

    o desenvolvimento de solues para as CDLs. Na opor-tunidade, Paulo Csar que atua h mais de quinze anos com entidades empresariais props diversas atividades incentivando os participantes a identificarem os pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaas na gesto das CDLs, prestao de servios em uma entidade e atuao no ambiente empresarial.

    Alm das palestras, esses trs workshops integraram aprogramao desta Conveno Estadual do Comrcio Lojista

    APRENDIzADo NA PRTICA

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    FeirA De estAnDes AmpLiA oportuniDADeDe neGCios e networkinG

    ConFirA ALGumAs DiCAs importAntes pArA quem J pArtiCipou ou pretenDe pArtiCipAr De umA FeirA

    Mais que um espao para que os clientes possam visitar empresas e fechar negcios a Feira de Estandes organizada durante a Conveno Estadual do Comrcio Lojista hoje um espao de boas oportunidades. Em funo do nmero expressivo de participan-tes, no evento que as empresas divulgam seus produtos e servios, fecham parcerias estratgicas e, principalmente, estreitam relacionamento.

    Significa que a feira de estandes da FCDL-MG permite a prospeco de contatos comerciais e novos negcios. tambm um dos prin-cipais meios de divulgao e conhecimento das inovaes e novas tecnologias, servios e produtos. No h forma melhor de manter-se atualizado em termos de novidades tecnol-gicas dentro dos diversos setores dentro do segmento de