Prog. hist. cult. artes

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CURSOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO P P R R O O G G R R A A M M A A Componente de Formação Científica Disciplina de H H i i s s t t ó ó r r i i a a d d a a C C u u l l t t u u r r a a e e d d a a s s A A r r t t e e s s Direcção-Geral de Formação Vocacional 2007
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Programa da disciplina de História da Cultura e das Artes, do 10º ano do Curso Profissional de Técnico de Turismo

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  • 1. CURSOS PROFISSIONAIS DE NVEL SECUNDRIO PROGRAMA Componente de Formao Cientfica Disciplina deHistria da Cultura e das Artes Direco-Geral de Formao Vocacional 2007
  • 2. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos Profissionais Parte I Orgnica Geral ndice: Pgina 1. Caracterizao da Disciplina . . 2 2. Viso Geral do Programa . ...... 3 3. Competncias a Desenvolver. . . 7 4. Orientaes Metodolgicas / Avaliao . 8 5. Elenco Modular ............. 13 6. Bibliografia . . . 15 7. Anexos.. 18 1
  • 3. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos Profissionais1. Caracterizao da DisciplinaOs cursos profissionais lanados em 1989, como oferta qualificante equivalente ao 12. ano, e revistosem 2004 como oferta qualificante a par dos restantes percursos de nvel secundrio, potenciam umaaproximao da escola sociedade, articulando necessidades dos alunos e do mercado de trabalho.Assim, estes cursos estruturam-se em trs componentes de formao, sociocultural, cientfica e tcnica,que visam a aquisio de aprendizagens sociais, culturais, pessoais, cientficas, tecnolgicas e prticas.Neste sentido, a componente cientfica constituda, em cada curso profissional, por duas ou trsdisciplinas que proporcionam uma formao cientfica de base que corresponde, simultaneamente, sexigncias de um nvel secundrio de educao e de uma qualificao profissional de nvel 3. A Histriada Cultura e das Artes integra esta componente em cursos de vrias famlias profissionais com umacarga horria total de 200 horas.A disciplina de Histria da Cultura e das Artes, sem prejuzo da autonomia epistemolgica de cada umadas reas artsticas analisadas Artes Visuais, Teatro, Dana e Msica h muito consagrada,pretende que estas sejam entendidas como materializao daquela, isto , de ser a arte, a despeito daforma que tenha revestido, sempre uma forma de expresso da cultura que a gerou. Porm, se asdiversas expresses artsticas no podem ser compreendidas, na sua complexidade, margem dacompreenso global do quadro genrico onde se inscreve o seu devir, a criao de uma disciplina ondea cultura e as artes se estudam em confronto permitir avanar tambm para um pressuposto em certosentido mais radical: o de que a prpria Histria da Cultura que adquire uma nova dimenso seanalisada em permanente interaco com os objectos artsticos nos quais, no decurso do tempo, seforam materializando as sucessivas formas de entender e questionar o mundo. O presente programaprocuraria consagrar essa perptua e fundamental interaco entre as artes e a cultura ou entre a culturae as artes, consoante a perspectiva que se adopte na abordagem da questo. E foi por isso tambm queprocurou favorecer uma abordagem no hierrquica, mas essencialmente dinmica e transversal dessainteraco.Por ltimo, entendeu-se dever centrar-se a anlise do programa, semelhana da opo feita emprogramas homlogos de outros percursos formativos de nvel secundrio, tanto no plano da Histria daCultura como no das diferentes reas artsticas, numa perspectiva ocidental de base europeia. Estainclui o necessrio enfoque na correlativa situao portuguesa, que particularmente se pretendeuvalorizar, no que respeita aos casos prticos analisados. O programa assume, assim, uma matriz quefunda a nossa prpria cultura, cimentando uma informao identitria, no sem procurar pontos decontacto com outras culturas e formas de expresso artstica. 2
  • 4. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos Profissionais2. Viso Geral do ProgramaFoi o entendimento propedutico do real sentido da integrao da Histria das Artes na Histria daCultura que justificou a estruturao do programa com base num tronco comum de Histria da Cultura(ver Quadro I, em anexo), em permanente articulao com troncos especficos de diversas Histrias dasArtes, de acordo com os diferentes percursos formativos. A Histria das Artes Visuais, a Histria doTeatro, a Histria da Dana e a Histria da Msica constituem-se como troncos especficos (verQuadro II, em anexo), para alm da sua presena no tronco comum nos casos prticos a analisados.Foi ainda esse mesmo entendimento que alimentou a noo de ser mais eficaz e interessante (paraalunos cuja vocao se dirige a diversas reas tcnicas e artsticas), ao invs da tradicional evocao,narrativa e exaustiva da Histria da Cultura realizar a sua anlise a partir de um conjunto limitado degrandes momentos estruturantes susceptveis, porm, de resumir, na sua sequncia, a plenitudedessa rea epistemolgica , construdos a partir de um complexo fixo de coordenadas, cujamaterialidade permitisse a ligao imediata ao campo cultural das artes onde se situa a sua vocao.Assim, cada mdulo do programa integra contedos do tronco comum e do tronco especfico a quereporta, tendo sido desenvolvido em paralelo e de modo articulado, um conjunto de mdulos para a reaArtstica das Artes Visuais, para a rea Artstica do Teatro, para a rea Artstica da Dana e para a reaArtstica da Msica, a optar em funo da famlia profissional/sadas profissionais de cada curso.O programa composto por dez mdulos, submetidos a coordenadas de significado cultural, material etemporal, designados por: A Cultura da gora, A Cultura do Senado, A Cultura do Mosteiro, A Cultura daCatedral, A Cultura do Palcio, A Cultura do Palco, A Cultura do Salo, A Cultura da Gare, A Cultura doCinema, A Cultura do Espao Virtual. Cada mdulo organiza-se atravs das categorias analticaspercursos, tempo, espao, biografia, local, acontecimento, sntese, equacionando casos prticos,seleccionados pela sua particular representatividade no conjunto das reas artsticas j referidas Histria das Artes Visuais, Histria do Teatro, Histria da Dana e Histria da Msica. Os casos prticostm por objectivo proporcionar aos alunos que optam por diferentes cursos profissionais um mesmocontacto com as diferentes artes, alcanando assim, pela descoberta da transversalidade dasexpresses artsticas, uma formao mais completa e abrangente.Efectivamente, entendeu-se dever potenciar, numa disciplina de Histria da Cultura integrada no mbitodo estudo das diversas Histrias das Artes, a compreenso dos tempos longos da Histria observadosno plano cultural e nos que lhe subjazem, poltico, econmico, social, mental, etc. Perspectivam-se,assim, a partir de marcos materiais particularmente representativos da vida social (e, logo, cultural,poltica, econmica, etc.) dos sucessivos tempos histricos em presena, concebidos por forma a quecada um deles projecte o anterior e antecipe o que se lhe segue, por molde a induzir sempre umentendimento dinmico da construo da histria. 3
  • 5. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos ProfissionaisEmerge assim, logo partida, o tempo da gora como marco, a um tempo fsico e simblico, dacivilizao helnica, em especial ateniense. A sua anlise obriga, na rea das artes visuais, a umaevocao, mesmo que breve, do que foi o carcter das civilizaes pr-clssicas e sua evoluo a partirdas culturas neolticas. Este primeiro tema aglutinador antecipa, por seu turno, o tempo do Senado,evocador do mundo romano enquanto sistema civilizacional e jurdico, realidade com a qual a IdadeMdia se afirmar em ruptura mas, igualmente, em numerosos pontos, em continuao. A organizaodos temas faz-se, assim, sucessivamente at contemporaneidade, no decurso da anlise de temposque se ilustram em espaos-sntese como o Mosteiro, a Catedral, o Palcio, o Palco, o Salo, a Gare,cada um deles afirmando-se em continuidade e ruptura com o tempo anterior.A contemporaneidade traz, contudo, dimenses novas, como a velocidade das comunicaes, amobilidade das populaes e o novo protagonismo do espao ficcional decorrente da generalizaoprogressiva do acesso aos meios de comunicao e das novas tecnologias. Este conjunto de noes,cuja introduo poder ser propiciada ainda pelo tempo da Gare, levaria a centrar a anlise do sculo XXno grande binmio que simboliza o conjunto das grandes rupturas que introduz: o Cinema como espaopsicolgico ao alcance das grandes massas, inovao central da primeira metade do sculo e o EspaoVirtual, que permite problematizar o mundo global em que hoje vivemos.So justamente essas grandes rupturas culturais e estticas do sculo XX, em particular nas suasltimas dcadas e a complexidade das aproximaes necessrias sua compreenso, que sepretendem evocar no incio de cada mdulo, com a categoria analtica percursos, como ponto de partidapara a prpria abordagem da disciplina. A sua finalidade sugestionar o aluno para a desconcertantediversidade da criao artstica, numa aproximao que tem de ser a um tempo tcnica e cultural. Dondea sua construo com base num elenco de casos prticos que se considerou (obviamente entre muitasoutras escolhas possveis) a um tempo paradigmtico e acessvel ao professor, mas sobretudorepresentativo da plurimodalidade da expresso artstica contempornea. Da tambm a liberdade que oprofessor tem de substituir estes por outros, de acesso eventualmente mais fcil, desde que respeitandoo carcter representativo do conjunto que aqui se procurou reunir e, nele, do conjunto de questes quese pretendeu suscitar.Surge, assim, em cada mdulo uma primeira categoria analtica qual ser confiado o encargo deoperar a motivao, no apenas para o estudo da disciplina, mas para uma duradoura seduo nombito de um ensino entendido como formador de cidadania pelos domnios da criao artstica (nasua multivariedade), analisados doravante de forma cronolgica, sempre com uma forte ligao aotempo contemporneo onde os destinatrios se situam. Entendeu-se, consequentemente, dever colocaro aluno de imediato em confronto com a visualizao e audio de obras de arte contempornea,atravs da anlise de dez casos prticos, designados de casos prticos iniciais. Estes foramseleccionados entre os diversos domnios da produo artstica e em cujo mbito o aluno se confrontacom a complexidade da expresso artstica e com a existncia de um equipamento terico de quenecessita de munir-se para abordar a rea tcnica e artstica seleccionada para estudo. 4
  • 6. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos ProfissionaisSimultaneamente, recebe noes bsicas sobre o aparato terico que rodeia as restantes reas, com asquais, por natureza, aquela se relaciona, preparando desse modo a intermodalidade que constitui a linhacondutora do programa. Ao tempo presente se voltar, pois, no ltimo mdulo, agora j na posse dosimprescindveis utenslios analticos fornecidos pelo estudo do longo percurso (cultural e esttico)desenvolvido pelo Homem at actualidade.Considera-se importante que o professor tenha em conta as seguintes dimenses da linguagem dasartes, na abordagem dos contedos a leccionar, para cujo efeito se sugere bibliografia (cf. Seco 6,Parte I):Artes VisuaisAs origens da arte: o til e o beloA arte enquanto discursoAs disciplinas artsticasAs tcnicas artsticasO vocabulrio artsticoO mito da originalidade: o artista e a criaoTeatroA interveno de diversas linguagens:- O corpo: a fala, o gesto, o movimento;- O disfarce: o guarda-roupa, a caracterizao;- O espao representado: cenrios, maquinarias, efeitos cnicos;DanaAs diferentes formas, significados e funes da dana.O evento da dana enquanto performance ritual, social e teatral.A dana enquanto forma de cultura expressiva.MsicaMsica enquanto organizao dos diferentes parmetros do som (melodia, ritmo, harmonia, timbre,textura, dinmica, forma).Msica enquanto arte performativa.Msica enquanto expresso cultural.O carcter generalista, e at certo ponto narrativo, respeitado pelos Contedos/Narrativa de cada reaartstica, apresentados nos respectivos troncos especficos, justifica-se pela dimenso tcnica que o seuestudo necessariamente impe. Por seu turno, os casos prticos analisados no tronco comum, permitemevocar transversalmente a multivariedade das expresses artsticas, ao mesmo tempo que materializama conjuntura histrico-cultural de que constituem paradigmas. 5
  • 7. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos ProfissionaisFoi tambm esse desiderato de materializar, em veculos paralelos de aproximao, a complexidadefactual do processo histrico, que levou a concentrar a sua anlise no conjunto de categorias do troncocomum atrs enunciadas e aqui retomadas. So elas: os Percursos (tutelados por uma abstracoconceptualizante que sintetiza um tempo passado< movimentando saberes e artes atravs de um casoprtico extrado da contemporaneidade); o Tempo (situando cronologicamente as principais etapas daevoluo humana que enquadram fenmenos culturais e artsticos especficos); o Espao (como formade reconhecer o contexto geogrfico dos diversos fenmenos culturais e artsticos); o Local (como pontode valorizao e cruzamento de mltiplas interaces culturais, polticas, econmicas ou sociais); aBiografia (como forma de apreciar a interaco entre o protagonismo individual e o processo histrico emque se insere ou, se preferirmos, para compreender a aco individual como determinante na apreciaodos diversos processos histricos, culturais e artsticos) e o Acontecimento (para relacionar um tempobreve, de natureza especialmente marcante, com o contexto em que se inscreve), apoiadas numaSntese (que identifica os elementos estruturantes que caracterizam a singularidade da cultura de cadapoca e que condensam as grandes linhas de fora de cada conjuntura). justamente por se tratar daevocao das diversas conjunturas e de uma disciplina de Histria da Cultura na Histria das Artes que se entendeu dever seleccionar as biografias e os acontecimentos no no plano da intervenoartstica, mas no plano histrico que lhe subjaz e onde aquela se inscreve. O tempo longo da civilizaoentendido como totalidade surge evocado a partir de personalidades consideradas particularmenterepresentativas do seu tempo, a partir das quais, outras, que com elas interagem, se devero evocar. Omesmo sucede ao nvel do Acontecimento, que visa reconhecer o objecto artstico como produto eagente do processo histrico-cultural em que se enquadra.A contemporaneidade, obrigando a outros desafios e ao protagonismo novo da conscincia colectiva edo eu, sugere a seleco de um tipo diverso de figuras biografadas. Entendeu-se, desse modo, devereleger para o tempo do Cinema, aquela que , decerto, a mais popular e transversal das figuras defico: Charlot. Nela se condensa o protagonismo exemplar do humor como forma de expressocolectiva e o poder da comunidade social sobre os sistemas. Ao mesmo tempo, ao remeter-se, por umavez, para uma personagem enquanto personalidade, pretende-se sublinhar a importncia dageneralizao e crescente influncia na sociedade do mundo ficcional. Por seu turno, para o tempo doEspao Virtual, emerge o eu, o ser crtico e actuante que existe em cada um de ns, sugerindo aoaluno, no termo do percurso proposto, a elaborao da sua prpria biografia. O aluno reconhecer-se-,por este modo, como agente central do processo histrico, passando a reflectir sobre a sua condio epercurso.Pelas caractersticas expostas da disciplina e da filosofia que presidiu elaborao do respectivoprograma, considera-se imprescindvel a vertente prtica de contacto com as obras de arte e com acomplexa realidade que as envolve. Estando consagrada no prprio programa, na disseminao decasos prticos, recomenda-se vivamente a recorrente sada da sala de aula e da prpria escola, a fim deobservar, ouvir e reflectir in loco. O lado tcnico da construo, da produo e da divulgao da obra dearte ser, assim, ministrado fundamentalmente atravs de um conjunto de experincias que, a ttulo de 6
  • 8. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos Profissionaisexemplo se inventariam no programa, enunciando do mesmo passo o conjunto de vertentes que emcada uma delas deve ser explorado.3. Competncias a DesenvolverUma vez que a escolaridade de nvel secundrio procura aprofundar a formao adquirida no ensinobsico, considermos que o programa devia ser elaborado a partir das competncias essenciais que sedesejam promover ao longo do ciclo de estudos anterior. As competncias definidas neste programacontinuam assim a aquisio desse processo, tentando consolid-lo e ampli-lo. Para que o professorpossa delinear actividades consentneas com as caractersticas da disciplina e com as eventuaisdificuldades que os alunos possam ter, h competncias essenciais que consideramos estruturantes,sob pena de ser necessrio reorientar o trabalho logo numa fase inicial do ano lectivo. No caso desta 1disciplina, consideramos que os alunos devem ter adquirido as seguintes competncias essenciais :- Usar correctamente a lngua portuguesa para comunicar de forma adequada e para estruturarpensamento prprio. Se isto no se verificar, o trabalho de qualquer disciplina ficar obviamente muitolimitado. Propomos, neste caso, reforo transversal de actividades dedicadas ao uso adequado dalngua.- Adoptar metodologias personalizadas de trabalho e de aprendizagem adequadas a objectivosvisados, Pesquisar, seleccionar e organizar informao para a transformar em conhecimentomobilizvel e Cooperar com outros em tarefas e projectos comuns. O aluno no dcimo ano deescolaridade j deve saber como aprender, como procurar a informao, como trat-la e comorelacionar-se em grupo. Caso isto no se verifique, ser necessrio reforar as metodologias de trabalhoactivas e/ou colaborativas na sala de aula, facto que adiante se explicitar. (cf. 4.2, Seco 4, Parte I).Propositadamente, no referimos as duas primeiras competncias definidas no documento do CurrculoNacional do Ensino Bsico, a saber: Mobilizar saberes culturais, cientficos e tecnolgicos paracompreender a realidade e para abordar situaes e problemas do quotidiano e Usar adequadamentelinguagens das diferentes reas do saber cultural, cientfico e tecnolgico para se expressar. Comefeito, dada a sua complexidade e a necessidade da sua plena aquisio, consideramos que devem sertrabalhadas no mbito deste programa, constituindo-se como competncias visadas em cada mdulo.Assim, apresentam-se, de seguida, as competncias a desenvolver:- Pesquisar, seleccionar e organizar informao diversificada de uma forma autnoma, responsvel ecriativa.- Compreender o objecto artstico como documento/testemunho do seu tempo histrico.- Evidenciar uma atitude crtica enquanto receptor de objectos de cultura.1Includas no documento oficialmente publicado em 2001: Currculo Nacional do Ensino Bsico Competncias Essenciais,DEB, Setembro de 2001, p. 15. 7
  • 9. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos Profissionais- Mobilizar os conhecimentos adquiridos na disciplina para criticar a realidade contempornea.- Enquadrar as categorias de cada rea artstica na anlise conjuntural do tempo e do espao (histrico ecultural) para desenvolver referenciais profissionais especficos da sua rea.- Mobilizar os conhecimentos adquiridos de modo a preservar e valorizar o patrimnio artstico e cultural.- Interiorizar a defesa do patrimnio como acto de cidadania.4. Orientaes Metodolgicas / Avaliao4.1. Orientaes MetodolgicasComo j referimos, atendendo s caractersticas da disciplina e da filosofia que presidiu elaborao dorespectivo programa, consideramos fundamental que ela contribua para a qualificao e a diversificaoda formao cultural e artstica, bem como para a promoo de atitudes de investimento pessoal emformaes futuras. Por outro lado, parece-nos bvia e imprescindvel a vertente prtica de contacto comas obras de arte e com a complexa realidade que as envolve. Nesse sentido, no podemos dissociar ascompetncias que o aluno deve adquirir ao longo deste ciclo de estudos de alguns objectivosfundamentais que o professor deve considerar no seu trabalho.O professor deve estimular no aluno o gosto pela criao artstica nas suas mltiplas vertentes. Esteobjectivo mais abrangente implica quatro objectivos especficos fundamentais:- Ensinar a ver.- Ensinar a ouvir.- Ensinar a interpretar.- Ensinar a contextualizar.A conscincia das limitaes impostas a cada situao escolar desaconselhou a elaborao deindicaes especficas para esse contacto com as obras de arte. Esta matria ter de ser gerida, em boaparte, em funo das disponibilidades prticas da escola e da oferta disponvel da regio, sem prejuzoda recomendao geral da convenincia da contemplao dos locais ou situaes de particularrelevncia no mbito do programa da disciplina. Assim, o enunciado que segue foi, pois, organizadoessencialmente por categorias:a) Estaes arqueolgicas: ver e sentir o stio; observar como se vivia, como se fazia, ao nvel dastcnicas de construo do esplio exumado. Trabalhar numa estao arqueolgica, escavando,inventariando, estudando.b) Museus: ver o museu como espao de confrontos de objectos e tempos num mesmo lugar; construirconceitos de museu. Trabalhar num museu: conservar, inventariar, estudar. 8
  • 10. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos Profissionaisc) Oficinas de artistas: observar a obra de arte enquanto se faz e j feita. Confrontar as ideias e astcnicas das diferentes produes artsticas. Ser artista.d) Galerias de arte: perceber a gesto das artes: o lado empresarial, a empatia com os artistas (ou no),a qualificao das obras, a aposta num artista desconhecido, etc.e) Monumentos: ler o monumento enquanto documento do seu tempo. Aferir aspectos conceptuais etcnicos. Trabalhar num monumento: da gesto pedagogia, inventrio e estudo.f) Espectculos: assistir a ensaios e a espectculos, de forma a facultar o acompanhamento do processode criao e das fases de realizao e de produo dos espectculos. Contribuir para o conhecimentodas prticas e linguagens artsticas e dos seus intrpretes.g) Workshops: participar em workshops, orientados por criadores e/ou especialistas que focalizam aateno no estudo de um patrimnio artstico especfico com o objectivo de estimular a aprendizagematravs do desenvolvimento de um trabalho prtico, no qual o aluno est directamente envolvido.O trabalho na sala de aula igualmente fundamental, ocupando a maior parte dos tempos lectivos.Assim sendo, e tendo em conta que a planificao de um trabalho por competncias tem uma lgica deciclo de aprendizagem, propomos que as metodologias planificadas se centrem em actividades/tarefas,que permitam aos alunos pesquisar, seleccionar, criticar e comunicar a informao autonomamente ouem grupo. J vimos tambm que, no caso de Histria da Cultura e das Artes, h trs referentesfundamentais: tempo, espao e contexto histrico. fundamental desenvolv-los a partir de fontesdocumentais, sugeridas ao longo do programa e no apenas nos casos prticos, uma vez que todos osacontecimentos, por exemplo, so sustentados com fontes escritas e por vezes mesmo iconogrficas,passando-se o mesmo para praticamente todas as categorias analticas do tronco comum. (cf. Secesde Bibliografia, Parte I e II).Consideramos que devemos diversificar experincias de aprendizagem, partindo de documentos simplesmas eficazes. Ora tal como a ler e a escrever que se desenvolvem as competncias da leitura e daescrita, observando e reflectindo que se aprende a interpretar a obra de arte, trabalhando comcronologias e com mapas que se localizam no tempo e no espao civilizaes e acontecimentos.Sugerimos, por tudo isto, que se trabalhe de forma activa e preferencialmente colaborativa (a pares).Passamos a explicitar:Dado que uma aula de 90 minutos propicia vrias ocasies de trabalho distintas, sugerimos que numaprimeira fase o professor, em colaborao com os alunos, proceda recapitulao das concluses daaula anterior. Numa segunda fase, caber fundamentalmente ao professor motivar os alunos para otema a estudar. Essa motivao pode, neste caso particular, partir da anlise de um dos casos prticos,da biografia, do acontecimento ou do local propostos no programa. Caber ao professor seleccionar acategoria analtica que melhor se adapte ao seu trabalho, sua personalidade e aos recursos existentesna escola. Ler e interpretar um texto, analisar uma imagem, ouvir uma obra musical so trs alternativasentre muitas outras. Numa terceira fase, o aluno pode ser confrontado com uma actividade escrita, que 9
  • 11. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos Profissionais 2poder eventualmente realizar em colaborao com o colega de carteira . Essa actividade escrita podeimplicar vrias tarefas. Damos alguns exemplos:- Analisar documentos com vises diferentes do mesmo momento histrico.- Pesquisar informaes em mapas e coment-las.- Resumir informao essencial contida em fontes escritas.- Distinguir factos de causas ou de efeitos.- Elaborar e/ou analisar organigramas.- Justificar a insero de uma obra artstica em determinado contexto (cultural, poltico, econmico,social).- Analisar a forma, o contedo, o estilo e as tcnicas de diferentes objectos artsticos. uma fase do trabalho que implica ou poder implicar leitura e interpretao, mas tambm registoescrito no caderno ou na folha de registo da actividade escrita elaborada para aquele tema. O professorcircular entre os alunos, verificando as dificuldades e encaminhando-os para a melhor forma de resolveras tarefas. Posteriormente e ainda na mesma aula, deve proceder-se quarta fase do trabalho: aapresentao e discusso das concluses e juzos crticos, agora novamente muito mais orientada peloprofessor. com esta discusso que os alunos podero trocar ideias mais alargadas, corrigir o queeventualmente fizeram mal, acrescentar outras opinies, elaborar snteses. Ao suscitar o dilogo, aoclarificar, rectificar e exemplificar, o professor poder utilizar recursos diferentes dos utilizados na fase demotivao. Esta metodologia proposta, implementada por vrios professores do Ensino Bsico eSecundrio, pode sofrer alteraes e fomentar tambm ou sobretudo a reflexo individual. No nos cabeaqui discutir as virtudes de uma ou de outra. Interessa sim reafirmar que as aulas de 90 minutospossibilitam utilizar recursos diversificados e, sobretudo, rentabiliz-los de forma a desenvolver ascompetncias j enunciadas.Tambm consideramos que no se deve dispensar o trabalho de pesquisa, individual ou em grupo, forada sala de aula, a apresentar oralmente e/ou por escrito, sujeito a auto e a hetero-avaliao. Estaactividade implica que o aluno seja capaz de: reconhecer as etapas de um trabalho de pesquisa;proceder a tarefas prticas na biblioteca ou no centro de recursos; elaborar relatrios (que sistematizaroos contedos e permitiro a organizao do pensamento); e constituir porteflios temticos: Todas estascapacidades devero ser desenvolvidas a partir das orientaes do professor.No mbito especfico da rea rtstica do Teatro, os contedos/narrativa que se apresentam em todosos mdulos devem ser leccionados de forma interligada. Procura-se que os alunos desta rea artsticasejam proficientes nas competncias visadas: reconhecer as linguagens especficas da prtica teatral erelacionar os espaos de teatro com a aco teatral no seu tempo. O ensino da disciplina dever teresta preocupao na planificao dos contedos.2 Isto implica uma anlise prvia muito cuidada por parte do professor sobre a melhor distribuio dos alunos na sala para que otrabalho no saia inviabilizado. Acreditamos que ser melhor tentar nivelar grupos de duas pessoas com competnciasdistintas. 10
  • 12. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos ProfissionaisOs nomes de pessoas de teatro indicados correspondem a uma opo que se considera incontornvel.Contudo, admite-se a possibilidade de trabalhar outros nomes que, eventualmente, o professorconsidere necessrio incluir. Tambm no se procurou impor uma seleco de textos de teatro,garantindo-se ao professor a liberdade de trabalhar as obras que considere mais pertinentes,ressalvando-se aquelas que integram os casos prticos analisados no tronco comum.Apesar do programa de Histria da Cultura e das Artes no contemplar o estudo de culturas exterioresao espao ocidental, consideramos til que o professor refira prticas teatrais como, por exemplo, oTeatro N ou Kabuki ou a dana teatral Kathakali que, no s influenciaram o teatro de alguns dosautores citados no programa, como podem ser utilizadas no estudo sobre a linguagem do teatro ou a suarelao com rituais de carcter religioso.Consideramos ainda pertinente relevar as seguintes sugestes de actividades em continuao dasacima referidas:- Leitura em voz alta de excertos significativos de obras dos autores referidos.- Visualizao de filmes de espectculos teatrais significativos (por exemplo, Mahabharatta de PeterBrook).- Anlise de imagens de espectculos.- Visualizao de filmes que permitam, porque coevos, uma aproximao a determinadas prticasteatrais: o Couraado Potemkin de Eisenstein e o teatro russo de Meyerhold, Metropolis de Fritz Lang eo teatro de Brecht, os filmes americanos dos anos 50 que permitam analisar a influncia do ActorsStudio no trabalho dos actores, por exemplo.- Observao de cerimnias religiosas como modo de percepo de rituais, signos e smbolos.- Observao de edifcios de teatro, seja atravs de visitas de estudo a salas de espectculo ou daexplorao dos diversos stios web citados na bibliografia, seja no estudo de imagens e plantas deprojectos e de edifcios.- Observao das artes plsticas coevas s prticas teatrais em estudo.- Assistncia a ensaios de espectculos e entrevistas a intervenientes no processo teatral.- Assistncia a espectculos de teatro.Garantir a especificidade da disciplina da Dana, passa pela incluso da sua natureza num mtodointegrado de anlise que considere as prticas corporais, enquadrando-as nas suas dimenses histrica,social e cultural. Neste mbito, os nomes que se apresentam correspondem a uma opo que seconsidera incontornvel, dadas as suas caractersticas materializadas no exerccio da dana, no planoda criao e da produo. Contudo, admite-se a possibilidade de trabalhar outros nomes que,eventualmente, o docente considere necessrio incluir.Tambm, em alguns casos, no se procurou impor uma seleco de trabalhos coreogrficos, deixandoao docente a liberdade de trabalhar as obras que considere mais pertinentes. 11
  • 13. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos ProfissionaisA gesto pedaggica dever ter sempre presente a anlise confrontada da iconografia da poca e ainterpretao de textos que permitam reflectir sobre as caractersticas da obra em anlise. O docentedever, igualmente, recorrer ao visionamento de vdeos e DVD, sendo imprescindvel assistir a ensaios ea espectculos, valorizando, se possvel, o contacto com os intervenientes.Com este programa, procura-se que os alunos entendam a dana como um fenmeno docomportamento humano, devendo para isso conhecer a diversidade da dana enquanto prtica social,cultural e teatral. Pretende-se igualmente que os alunos problematizem em torno da definio da dana,equacionem e enquadrem historicamente a emergncia do patrimnio histrico da dana teatralocidental e a questo e o termo ballet, conheam os diferentes tipos de fontes histricas edesenvolvam as capacidades de observao e leitura da dana.No mbito especfico da rea Artstica da Msica, apresentam-se as principais linhas dedesenvolvimento musical que marcaram a cultura europeia. O aluno dever familiarizar-se com asprincipais linguagens, tcnicas e formas, conhecer o repertrio bsico e os principais autores.Procurou apresentar-se, no um quadro exaustivo, mas antes uma estrutura que permita um posterioraprofundamento dos conhecimentos e uma problematizao histrica, cultural e artisticamente maisfundamentada. Assim, quando ao longo do programa se referem autores e obras especficas, cabe aoprofessor seleccionar aqueles que julgue mais relevantes para a caracterizao do assunto em anlise,bem como fazer uso de outros que considere exemplares, sem prejuzo dos contedos programticostraados na sua essencialidade.Em relao aos casos prticos de msica que surgem no mbito do tronco comum da disciplina, osprofessores devero optar por leccion-los, ou no, em funo da abordagem que entendam serpedagogicamente mais eficaz, tendo em conta que tambm os podero analisar no contexto da reaespecfica da msica.Acima de tudo, entende-se como essencial que as matrias leccionadas sejam exemplificadasauditivamente, observadas em partitura e, sempre que possvel, apreciadas em contextos performativosprticos. O aluno dever ser capaz de caracterizar os diferentes estilos musicais, perspectivando-os nacultura em que se inscrevem, e reconhec-los auditivamente.4.2. AvaliaoA reviso curricular do ensino bsico (Decreto-Lei n. 6/2001, de 18 de Janeiro) e a reviso curricular doensino secundrio (Decreto-Lei n. 74/2004, de 26 de Maro) consignam o princpio da integrao docurrculo e da avaliao e reforam a inter-relao entre as diferentes modalidades de avaliao - aavaliao diagnstica, a avaliao formativa e a avaliao sumativa.A avaliao diagnstica reorienta o trabalho do professor na planificao das actividades lectivas mais 12
  • 14. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos Profissionaisconvenientes resoluo dos problemas identificados, devendo recorrer-se a ela, no apenas no inciodo ano lectivo, mas sempre que tal se justifique.A avaliao formativa deve partir da avaliao de diagnstico e contribuir para desenvolver ascompetncias consideradas essenciais e, por esse facto, fundamental que seja contnua, sistemtica ediversificada, utilizando critrios previamente explicitados aos alunos e, preferencialmente, acordadosentre todos os professores. Assim, importante que ela se fundamente na recolha de informao combase num leque diversificado de instrumentos de avaliao (fichas de observao, listas de verificao,relatrios de actividades, testes orais e escritos...), em funo das aprendizagens visadas. Sempre quese avalia o processo de aprendizagem est a clarificar-se, para alunos e professores, o resultado final aobter, reforando-se o esprito crtico, a autonomia e a responsabilidade do aluno.A avaliao sumativa interna incide sobre conhecimentos e competncias e traduz-se em resultadosquantificados no final de cada mdulo da disciplina.Qualquer modalidade de avaliao deve estar de acordo com a forma como os contedos foramanalisados e as competncias trabalhadas nas actividades lectivas, no podendo, por isso, restringir-seaos conhecimentos, mas contemplar vrias capacidades.A prtica da avaliao contnua e diversificada fundamental, tal como todo o trabalho de auto--regulao da aprendizagem que permite controlar as fontes de erro pessoais (do avaliador e doavaliado) e materiais (do ambiente e do prprio instrumento de avaliao utilizado).5. Elenco Modular rea Artstica das Artes Visuais e rea Artstica do Teatro Durao de Nmero Designao referncia (horas) 1 A Cultura da gora 18 2 A Cultura do Senado 18 3 A Cultura do Mosteiro 18 4 A Cultura da Catedral 18 5 A Cultura do Palcio 24 6 A Cultura do Palco 18 7 A Cultura do Salo 18 8 A Cultura da Gare 24 9 A Cultura do Cinema 21 10 A Cultura do Espao Virtual 21 13
  • 15. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos Profissionais rea Artstica da Dana Durao de Nmero Designao referncia (horas) 1 A Cultura da gora 12 2 A Cultura do Senado 12 3 A Cultura do Mosteiro 12 4 A Cultura da Catedral 12 5 A Cultura do Palcio 12 6 A Cultura do Palco 22 7 A Cultura do Salo 14 8 A Cultura da Gare 28 9 A Cultura do Cinema 35 10 A Cultura do Espao Virtual 39 rea Artstica da Msica Durao de Nmero Designao referncia (horas) 1 A Cultura da gora 12 2 A Cultura do Senado 6 3 A Cultura do Mosteiro 15 4 A Cultura da Catedral 18 5 A Cultura do Palcio 21 6 A Cultura do Palco 30 7 A Cultura do Salo 30 8 A Cultura da Gare 30 9 A Cultura do Cinema 21 10 A Cultura do Espao Virtual 15O programa composto por dez mdulos, sendo que, cada um deles se desdobra nas categoriasanalticas especficas de cada rea artstica, para alm das categorias analticas que lhes so comuns.Assim o programa contempla os mdulos AV1 a AV10, relativos rea Artstica das Artes Visuais, osmdulos T1 a T10, relativos rea Artstica do Teatro, os Mdulos D1 a D10, relativos rea Artsticada Dana e os mdulos M1 a M10 relativos rea Artstica da Msica. 14
  • 16. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos Profissionais6. BibliografiaHISTRIA DA CULTURA E DAS ARTESBourdieu, Pierre (trad. port. 1989). O poder simblico. Lisboa: Difel (a cultura enquanto relao de poder).Burguire, Andr & Revel, Jacques (Dirs) (1993). Histoire de la France. Les formes de la culture. Paris: Seuil (ainda que centrado em Frana o volume adopta uma interessante construo da cultura nas suas diferentes formas/estruturas).Burke, Peter (trad. cast. 2000). Formas de histria cultural. Madrid: Alianza Editorial (perspectiva e historiografia sobre grandes temas de histria da cultura).Chartier, Roger (trad. port. 1988). A histria cultural entre prticas e representaes. Lisboa: Difel (a dimenso da cultura no fazer e no representar).Durand, Gilbert (trad. port. 1979). A imaginao simblica. Lisboa: Arcdia (o peso da imaginao e do smbolo na cultura e nas artes e algumas formas de o estudar).Furet, Franois (trad. port. s/d.). A oficina da histria. Lisboa: Gradiva (leitura de temas de histria da cultura sob novas perspectivas).Ginzburg, Carlo (trad. port. 1991). A micro-histria e outros ensaios. Lisboa: Difel (obra cheia de novas perspectivas de abordagem da histria cultural).Gombrich, E.H. (trad. port. 1994). Para uma histria cultural. Lisboa: Gradiva (histria sociolgica da cultura).Lipovetsky, Gilles (1989). O imprio do efmero. A moda e o seu destino nas sociedades modernas. Lisboa: Publicaes Dom Quixote (anlise de sociologia da cultura centrada no mundo diversificado da moda).Rioux, Jean-Pierre & Sirinelli, Jean-Franois (trad. port. 1998). Para uma histria cultural. Lisboa: Ed. Estampa (percursos do pensar das cincias sociais no campo da cultura por diversos autores).AS LINGUAGENS DAS ARTES: AS ARTES VISUAISBerger, John (trad. port. 1996). Modos de Ver. Lisboa: Edies 70 (interessante colectnea de ensaios sobre o conjunto de problemas que suscita a anlise da pintura).Calabrese, Omar (trad. port. 1989). A Linguagem da Arte. Lisboa: Editorial Presena (excelente estudo sobre os principais problemas interpretativos da obra de arte).Debicki. Jacek, Favre, Jean-Franois, Grunewald, Dietrich & Pimentel, Antnio Filipe (11. ed., 2004). Histoire de lArt. Peinture, sculpture, architecture. Paris: Hachette Education (manual escolar bem organizado e pedaggico na aplicao prtica dos conhecimentos anlise das obras de arte).Eco, Humberto (trad. port. 1986). A Definio da Arte. Lisboa: Edies 70 (estudo clssico sobre as questes suscitadas pela anlise da arte contempornea).Francastel, Pierre (trad. port. 1986). Arte e Tcnica. Lisboa: Livros do Brasil (estudo fundamental sobre os principais problemas suscitados pela arte contempornea). 15
  • 17. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos ProfissionaisHauser, Arnold (trad. port. 1988). Teorias da Arte. Lisboa: Editorial Presena (importante estudo onde se sistematizam os principais problemas que actualmente se colocam na anlise da obra de arte).Huyghe, Ren (trad. port. 1986). O Poder da Imagem. Lisboa: Edies 70 (estudo clssico para a abordagem da riqueza interpretativa da pintura e da escultura).Kubler, George (trad. port. 1998). A Forma do Tempo. Observaes sobre a histria dos objectos. Lisboa, Vega (estudo clssico, sobre os problemas da criao artstica, de um historiador de particular relevncia para a historiografia da arte portuguesa).Melo, Alexandre (1994). O que Arte. Lisboa: Difuso Cultural (estudo fundamental de um dos mais relevantes crticos de arte contemporneos).Panofsky, Erwin (trad. port. 1989). O Significado nas Artes Visuais. Lisboa: Editorial Presena (importante conjunto de ensaios sobre a arte enquanto ilustrao de contedos culturais).Read, Herbert (trad. port. 1968). O Significado da Arte. Lisboa: Editorial Ulisseia (obra de referncia ainda hoje na anlise e compreenso dos fenmenos estticos, das origens ao sculo XX).Wlfflin, Heinrich (trad. port. 1996). Conceitos Fundamentais da Histria da Arte. S. Paulo: Martins Fontes (estudo clssico pela clareza com que caracteriza os principais conceitos analticos da Histria da Arte).Zevi, Bruno (trad. port. 1977). Saber ver a Arquitectura. Lisboa: Arcdia (estudo de referncia sobre as questes especificamente suscitadas pela anlise da arquitectura).AS LINGUAGENS DAS ARTES: O TEATROAA.VV. (1988). Semiologia do teatro. In J. Guinsburg, J. Teixeira Coelho Netto e Reni Chaves Cardoso (Eds.), 2. ed. revista e aumentada, So Paulo: Editora Perspectiva (a considerar, principalmente, o artigo de Tadeus Kowzan, pp. 93-123, pelo modo como explicita as diversas linguagens que intervm no teatro).Barata, Jos de Oliveira (e Vasconcelos, Ana Isabel) (1991). Introduo, Histria do Teatro Portugus, Lisboa: Universidade Aberta, 25-54.Mateus, Osrio (2002) De teatro e outras escritas. In Maria Joo Brilhante, Jos Cames, Helena Reis Silva (Eds.), Lisboa: Quimera em colaborao com o Centro de Estudos de Teatro (diversos artigos sobre a especificidade do teatro e do texto dramtico, pp. 98-115 e212-218).Pavis, Patrice (trad. port. 2003). Dicionrio de Teatro, So Paulo: Perspectiva (usual de referncia).Pavis, Patrice (trad. port. 2003). A Anlise dos Espetculos, Teatro. Mmica. Dana. Teatro. Cinema. SoPaulo: Perspectiva (apoio a uma abordagem do teatro contemporneo).AS LINGUAGENS DAS ARTES: A DANAAdshead-Lansdale, J. & Layson, J. (eds.) (1994). Dance History: An Introduction. 2. ed. London, N.Y.: Routledge (obra de referncia para estabelecer as coordenadas epistemolgicas da disciplina da Histria da Dana).Alter, Judith B. (1991). Dance Based dance Theory. From Borrowed Models to Dance Based Experience. New York:Peter Lang (perspectiva para a reflexo em dana e em crtica da dana). 16
  • 18. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos ProfissionaisBatalha, Ana Paula & Xerez, Lus (1999). Sistemtica da dana I. Oeiras: FMH edies (conjunto de reflexes sobre o estudo da dana assente, prioritariamente, na identificao das problemticas; obra acessvel e de fcil leitura).Dixon, Brenda; Kraus, Richard & Hilsendager, Sarah Chapman (1991). History of The Dance in Art and Education. 3. ed. New Jersey: Prentice-Hall, Inc. (anlise conceptual e histrica da dana).Spencer, Paul (ed.) (1985). Society and the Dance. London: Cambridge University Press (aborda a dana numa perspectiva cultural e ajuda compreenso dos contextos de ocorrncia da mesma).Thomas, Helen (ed.) (1993). Dance, Gender and Culture. London: The Macmilliam Press (obra que aborda a dana numa perspectiva cultural e que ajuda compreenso dos contextos de ocorrncia da mesma).http://en.wikiped ia.org/wiki/Dance (acedido em 28.12.2006) (anlise conceptual e histrica da dana).AS LINGUAGENS DAS ARTES: A MSICABennett, Roy (trad. bras. 1986). Uma breve Histria da Msica. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. (ler captulo 1, Que Estilo em Msica?. Fornece indicaes muito genricas sobre os vrios parmetros da msica - melodia, harmonia, ritmo, etc. - que podem ajudar os professores que no so da rea da msica).Brown, H. M. & McKinnon, J. W. (1980). Performing practice. In Sadie, Stanley (Ed.). The New Grove Dictionary of Music and Musicians. London: Macmillan (uma perspectiva genrica da msica enquanto arte performativa, captulo 1, pp. 370-371).Cook, Nicholas (1998). Music. A Very Short Introduction. Oxford: Oxford University Press. (ler captulos 1, 4, pp. 51-58, e 5, pp. 74-78; obra de divulgao que apresenta muitos dos conceitos actuais acerca de msica e cultura e de msica enquanto performance).Cook, Nicholas (2003). Music as Performance. In M. Clayton, T. Herbert & R. Middleton (Eds.). The Cultural Study of Music. Londres: Routledge (um captulo mais erudito, acerca da msica enquanto arte performativa, pp. 204-214).Michels, Ulrich (trad. port. 2003). Atlas de Msica (Vol.1). Lisboa: Gradiva (ler a Introduo, Msica e Histria da Msica, p. 11. Apresenta noes gerais sobre o conceito de msica, os seus elementos, a histria da msica, msica enquanto expresso de uma cultura, msica antiga e msica contempornea, que podem ajudar os professores que no so da rea da msica).Taruskin, Richard (1995). Text and Act: essays on music and performance. Oxford: Oxford University Press. (Colectnea de ensaios do autor que incidem sobre questes como a interpretao, a performance e, particularmente, sobre o designado movimento da msica antiga). 17
  • 19. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos Profissionais ANEXOS 18
  • 20. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos Profissionais Quadro I Viso Global do Tronco Comum Categorias Analticas e Indicadores de Histria da Cultura e das Artes Percursos 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Mdulos Caso Prtico Tempo Espao Biografia Local Acontecimento Sntese 1. Caso 2. Caso 3. Caso Inicial Prtico Prtico Prtico O CORPO Sculo Atenas O grego A A Batalha de A organizao O templo de O dilogo O vaso de 1. gora Salamina do Parthenon, entre o coro e Pronomos. V a.C. Pricles A Cultura Estdio pensamento. Ictinos e Xerxes, (480 a.C.) Municipal (500-429 a.C.) Calicrates e o depois da fala da de Braga templo de da Rainha, (2003), Athena Nik, nos Persas de gora Souto Calicrates. squilo. Moura. O HOMEM DA DEMOCRACIA DE ATENAS A LEI Sculo Roma O romano O O Incndio O cio. A Coluna de Frescos de O Anfiteatro 2. Senado de Roma por Trajano. Pompeia. Flvio em I a.C. / Octvio A Cultura Escadas Nero Roma. d.C. nas Minas (63 a.C.-14 d.C.) (64) do de Ouro de Serra Senado Pelada, Brasil (1986), A LEI E A ORDEM DO IMPRIO Sebastio Salgado. 19
  • 21. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos Profissionais Quadro I Viso Global do Tronco Comum (cont.) Categorias Analticas e Indicadores de Histria da Cultura e das Artes Percursos 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Mdulos Caso Prtico Tempo Espao Biografia Local Acontecimento Sntese 1. Caso 2. Caso 3. Caso Inicial Prtico Prtico Prtico A IGREJA Sculos A O cristo O A coroao de O poder da Canto So Pedro de Livro de Kells, 3. Europa Mosteiro Carlos Magno escrita. Gregoriano. Rates. Irlanda. Annonciation IX-XII So Bernardo A Cultura dos Scriptorium, (1995), (800) Reinos (1090-1153) livraria e Angelin Cristos chancelarias. do Preljocaj. OS ESPAOS DE CRISTIANISMO. Mosteiro A CIDADE Sculo XII A O letrado A A Peste A cultura A Catedral de As festas do Efeitos do Bom 4. Europa Catedral Negra cortes. Notre-Dame casamento de Governo na Dante A Cultura Ville en das de Amiens. Frederico III Cidade, 1. metade (1348) extension Cidades Alighieri com Sienna, sculo XV da (1970), D. Leonor de Ambrogio Vieira da (1265-1321) Portugal, Lorenzetti. Catedral Silva; Nicolau Painel de Lanckman de azulejos da Valckenstein. estao de Metro do Rato (1997), AS CIDADES E DEUS. Manuel Cargaleiro. 20
  • 22. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos Profissionais Quadro I Viso Global do Tronco Comum (cont.) Categorias Analticas e Indicadores de Histria da Cultura e das Artes Percursos 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Mdulos Caso Prtico Tempo Espao Biografia Local Acontecimento Sntese 1. Caso 2. Caso 3. Caso Inicial Prtico Prtico Prtico A ARTE 1. metade A Europa O mecenas O Palcio O O A Anunciao, Fala do Requiem - 5. sculo XV das Rotas Revolutionibus Humanismo e Leonardo da Licenciado e Intrito, Frei Loureno de A Cultura Sente-me, Comerciais Orbium a imprensa. Vinci. Dilogo de Manuel Ouve-me, Mdicis Coelestium de Todo-o- Cardoso. 1618 do V-me Nicolau Mundo e (1970), (1449-1492) Coprnico Ningum, Palcio Seduzir, Lusitnia, (1543) Srie de Gil Vicente. trabalhos de Helena HOMENS NOVOS, ESPAOS NOVOS, UMA MEMRIA CLSSICA.. Almeida. O 1618-1714 A Europa O Rei Sol O Palco O Tratado de A revoluo La Crmonie O Real O Trono de S. 6. ESPECTCULO da Corte Utrecht cientfica. Turque, Le Edifcio de Pedro, Bernini. Lus XIV A Cultura Bourgeois Mafra. La Fura dels (1713) (1638-1643- Gentilhomme, Baus Molire e do -1714) (actividade Lully. desde 1980). Palco MUITOS PALCOS, UM ESPECTCULO. 21
  • 23. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos Profissionais Quadro I Viso Global do Tronco Comum (cont.) Categorias Analticas e Indicadores de Histria da Cultura e das Artes Percursos 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9.Mdulos Caso Prtico Tempo Espao Biografia Local Acontecimento Sntese 1. Caso 2. Caso 3. Caso Inicial Prtico Prtico Prtico A 1714-1815 Da Europa O filsofo O Salo A Declarao As Luzes. Le Nozze O urbanismo da La Mort de 7. COMUNICAO das dos Direitos di Figaro Baixa Marat, David. Jean-A Cultura Projecto de Monarquias do Homem e finale, Pombalina sinalizao e Europa -Jacques do Cidado W. A. Planta de do comunicao da Mozart. Eugnio dos Rousseau (1789) do recinto da Revoluo Santos para a Salo EXPO 98, (1712-1778) reconstruo de Lisboa: Lisboa. Henrique Cayatte, Pierluigi Cerri, directores do projecto; Shigeo Fukuda, autor DAS REVOLUES REVOLUO. dos pictogramas. A TCNICA 1814-1905 A Europa O engenheiro A Gare A 1. O indivduo Palcio da Italian family on 8. Tristo e Isolda, das Linhas Exposio ea Pena, ferry boat Gustave Eiffel Richard Wagner.A Cultura Frreas Universal natureza. Sintra. leaving Ellis Lichtung II (1832-1923) Island, fotografia (1995-6), (Londres, da de Lewis Hine. Emmanuel 1851) Nunes. Gare A VELOCIDADE IMPE-SE. 22
  • 24. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos Profissionais Quadro I Viso Global do Tronco Comum (cont.) Categorias Analticas e Indicadores de Histria da Cultura e das Artes Percursos 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9.Mdulos Caso Prtico Tempo Espao Biografia Local Acontecimento Sntese 1. Caso 2. Caso 3. Caso Inicial Prtico Prtico Prtico O BEM-ESTAR 1905-1960 Da O Charlot O A descoberta da O homem Ultimatum Guernica, Os Ballets 9. Europa Cinema penicilina por psicanalisado. Futurista s Pablo Russes, The Barn (1917-1934)A Cultura para a Alexander Geraes Picasso. Serge (1994), Amrica de Charles Fleming Portuguesas do Diaghilev. do Paula Rego. Spencer Sculo XX 1. (1928) Chaplin Conferncia Cinema Futurista, (1889-1977) J. de Almada Negreiros. A EUFORIA DAS INVENES. A CLONAGEM 1960 O Mundo Autobiografia A A chegada do O consumo. Coca-Cola, Caf Mller, World 10. Global Internet homem Lua Andy Warhol. Pina Bausch. Trade Three Tales A Cultura Center (2002), Steve (1969) Actualidade Memorial Do Reich Fondations, (Msica). Daniel Espao Beryl Korot Libeskind. (Video). Virtual 3. conto: Dolly. O FENMENO DA GLOBALIZAO. 23
  • 25. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos Profissionais Quadro II Viso Global dos Troncos Especficos Categorias Analticas e Indicadores de Histria das Artes Visuais e do Teatro Mdulos rea Artstica das Artes Visuais rea Artstica do Teatro 10. A arquitectura grega 10. Espaos, suportes e linguagens O TEATRO COMO1. A Cultura da gora EM BUSCA DA HARMONIA E 11. A escultura grega DA PROPORO. 11. Obras, autorias e intrpretes MANIFESTAO RELIGIOSA E 1 12. A cermica e a pintura 12. Recepo COMO PARTE DO EXERCCIO DE CIDADANIA. 10. A arquitectura romana 10. Espaos, suportes e linguagens O TEATRO COMO UM DOS2. A Cultura do Senado 11. A escultura romana 11. Obras, autorias e intrpretes DIVERTIMENTOS DOS ENTRE O BELO E O TIL. 12. A pintura e o mosaico 12. Recepo ROMANOS. 10. A arquitectura romnica 10. Espaos, suportes e linguagens A RELAO DOS PRIMEIROS3. A Cultura do Mosteiro 11. A escultura romnica 11. Obras, autorias e intrpretes CRISTOS COM O TEATRO. 12 12. As artes da cor: pintura, DEUS, FORTALEZA 12. Recepo mosaico e iluminura DA HUMANIDADE. O TEATRO NA IGREJA. 13. A Europa sob o signo de REPRESENTAO DE Al MOMENTOS DA LITURGIA. 10. A arquitectura gtica 10. Espaos, suportes e linguagens O TEATRO RELIGIOSO4. A Cultura da Catedral 11. A escultura gtica 11. Obras, autorias e intrpretes DESLOCA-SE DA IGREJA PARA 12 12. A Itlia e a Flandres EM LOUVOR DE DEUS 12. Recepo O ADRO E PARA O ESPAO DA E DOS HOMENS. CIDADE. 13. O gtico corteso 14. Ainda sob o signo de Al O TEATRO EST NA FESTA. 10. A pintura renascentista 10. Espaos, suportes e linguagens O TEATRO NA CORTE DO5. A Cultura do Palcio 11. A arquitectura renascentista 11. Obras, autorias e intrpretes PRNCIPE. 12. A escultura renascentista O HOMEM, UNIDADE 12. Recepo 12 13. O(s) Maneirismo(s) DE MEDIDA. PARA L DO PALCIO: OS NOVOS SISTEMAS DE 14. A Europa entre PRODUO TEATRAL. Renascimento e Maneirismo 24
  • 26. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos Profissionais Quadro II Viso Global dos Troncos Especficos (cont.) Categorias Analticas e Indicadores de Histria das Artes Visuais e do Teatro Mdulos rea Artstica das Artes Visuais rea Artstica do Teatro 10. A arquitectura barroca 10. Espaos, suportes e linguagens6. A Cultura do Palco O TEATRO COMO 11. A escultura barroca 11. Obras, autorias e intrpretes MUNDO DA ILUSO E ESPAO 12. A pintura barroca ARTE E RETRICA. 12. Recepo PRIVILEGIADO DO 13. O caso francs ESPECTCULO. 14. Da Europa para o mundo 10. A esttica do Iluminismo 10. Espaos, suportes e linguagens O TEATRO COMO7. A Cultura do Salo 11. A intimidade galante 11. Obras, autorias e intrpretes ESPECTCULO PARA TODOS OS PBLICOS. 12. Da Europa para o Mundo ENTRE O HUMOR E A RAZO. 12. Recepo 13. O regresso ordem O TEMPO DAS LUZES: A PROCURA DA VEROSIMILHANA. 10. O Romantismo 10. Espaos, suportes e linguagens MOSTRAR SENTIMENTOS E8. A Cultura da Gare 11. A pintura romntica ENTRE A ILUSTRAO DO 11. Obras, autorias e intrpretes QUOTIDIANOS. 12. O Realismo e o SONHO E A CAPTAO DO 12. Recepo Impressionismo O SONHO E O REAL NO PALCO: REAL. DESENVOLVIMENTO DAS 13. A arte ao redor de 1900 TCNICAS DA ILUSO. 10. As grandes rupturas 10. Espaos, suportes e linguagens9. A Cultura do Cinema O TEATRO QUESTIONA-SE E CRIAR PROVOCAR. 11. Obras, autorias e intrpretes INTERVM. 12. Recepo RUPTURAS E CONSTRUES. 10. A arte enquanto processo 10. Espaos, suportes e linguagens10. A Cultura do Espao CRIAR AGIR. 11. Obras, autorias e intrpretes QUESTES DO TEATRO, HOJE. Virtual 12. Recepo 25
  • 27. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos Profissionais Quadro II Viso Global dos Troncos Especficos Categorias Analticas e Indicadores de Histria da Dana e da Msica Mdulos rea Artstica da Dana rea Artstica da Msica 10. Os espaos de A DANA COMO ELEMENTO 10. A origem divina da msica 1. A Cultura da gora representao da dana AS RAZES DA CULTURA DE CULTURA E PRTICA 11. A interligao das artes MUSICAL EUROPEIA. 11. A Mousik RITUAL. 12. A racionalizao da msica 10. Os espaos do 10. Da influncia etrusca Repblica 2. A Cultura do Senado entretenimento 11. A poca imperial A DANA COMO ELEMENTO A ASSIMILAO E EXPANSO 11. A dana-pantomima DE FESTA, CIO E 12. Msica nos cultos religiosos DA CULTURA MUSICAL DOS DIVERTIMENTO. 13. A teoria musical e a sua POVOS CONQUISTADOS. transmisso 10. O espao da Igreja 10. Canto Gregoriano 3. A Cultura do Mosteiro 11. As representaes 11. Tropos e Sequncias A DANA NO CONTEXTO DA A MSICA NOS ESPAOS litrgicas e as manifestaes MORALIZAO E DA 12. Drama litrgico RELIGIOSOS: DA MONODIA pags SACRALIZAO. 13. Polifonia medieval: do Organum POLIFONIA. paralelo ao Discante melismtico 10. Nos espaos da habitao 10. Trovadorismo 4. A Cultura da Catedral senhorial A DANA EST NA FESTA: 11. Polifonia medieval: de Notre- DOS ESPAOS RELIGIOSOS 11. Os divertimentos e o A DESSACRALIZAO E A -Dame de Paris polifonia profana AOS ESPAOS PROFANOS. trovadorismo EXALTAO BAILATRIA. 12. Ars Nova e Ars Subtilior 10. Na sala do palcio a na 10. Perodo internacional da 5. A Cultura do Palcio cidade Renascena A DANA DA RENASCENA: DA ARTE CONTRAPONTSTICA 11. Na festa e no teatro O EMBRIO DO PATRIMNIO 11. Msica vocal profana no sculo XVI FRANCO-FLAMENGA HISTRICO DA DANA 12. Msica vocal religiosa no sculo XVI POLIFONIA EUROPEIA. TEATRAL OCIDENTAL. 13. Autonomizao da msica instrumental 26
  • 28. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos Profissionais Quadro II Viso Global dos Troncos Especficos (cont.) Categorias Analticas e Indicadores de Histria da Dana e da Msica Mdulos rea Artstica das Artes Visuais rea Artstica da Msica 10. No palco do palcio 10. Msica Vocal: pera, Oratria e 6. A Cultura do Palco 11. O Ballet de Cour Cantata 11. Msica Instrumental: Msica para A DANA FAZ-SE rgo, para Cravo, de Cmara e ESPLENDOR, DRAMATISMO ESPECTCULO. Orquestral E HARMONIA. 12. A codificao da linguagem tonal 13. Em Portugal: Sculo XVII - 1. metade do sculo XVIII 10. As lettres sur la danse 10. A popularizao da msica 7. A Cultura do Salo (1760) 11. O Pr-Classicismo: Estilo 11. O ballet daction Galante e Estilo Expressivo NA ESTEIRA DO ILUMINISMO: 12. A Forma Sonata A DANA E A ACO 13. Msica Instrumental: Msica de OBJECTIVIDADE, CLAREZA E DRAMTICA. Tecla, de Cmara e Orquestral EQUILBRIO. 14. pera 15. Msica Religiosa 16. Em Portugal 10. No palco do teatro 10. O Lied 8. A Cultura da Gare 11. O bailado romntico 11. Msica para Piano O PRAGMATISMO E O SIMBLICO/ O SONHO E O 12. Msica Orquestral SUBJECTIVIDADE, REAL: A DANA COMO 13. pera e Drama Musical GENIALIDADE E TCNICA E VIRTUOSISMO VIRTUOSISMO. 14. O final de sculo (Ps- ACADMICO. O BAILADO ROMNTICO E O IMAGINRIO Romantismo, Nacionalismo e novas ROMNTICO. tendncias em Frana) 15. Em Portugal 27
  • 29. Programa de HISTRIA DA CULTURA E DAS ARTES Cursos Profissionais Quadro II Viso Global dos Troncos Especficos (cont.) Categorias Analticas e Indicadores