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Ditadura Militar no Brasil, Anos de Chumbo.

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  • 1. GOVERNOS MILITARES 1964 - 1985 TEMPOS DE CHUMBO

2. Introduo

  • Este tempo de divisas, tempo de gente cortada... tempo de meio silncio,
  • de boca gelada e murmrio, palavra indireta, aviso na esquina.
  • Carlos Durmmond de Andrade
  • A ditadura militar no Brasil, Teve seu incio em 31.03.1964 e durou 21 anos; sendo marcada pela ruptura do regime democrtico, por forte centralizao do poder e autoritarismo, pela cassao dos direitos polticos de seus opositores e pela violao das liberdades individuais. No perodo, o pas viveu ainda a euforia e, mais tarde, a decepo do milagre econmico.
  • Fonte: http:/www.culturabrasil.pro.br/ditadura.htm

3. Tarefa

  • 1. REFLETIR SOBRE DITADURA E DEMOCRACIA;
  • 2. COMPREENDER AS CAUSAS QUE LEVARAM IMPLANTAO DA DITADURA MILITAR DE 1964;
  • 3. DESTACAR AS PRINCIPAIS CONSEQUENCIAS DA DITADURA MILITAR;
  • 4. CONCEITUAR O PERODO DA DITADURA MILITAR EM QUE A ECONOMIA FICOU CONHECIDA COMO MILAGRE ECONOMICO;
  • 5. FAZER UM RESUMO DAS PRINCIPAIS AES DE CADA GOVERNO MILITAR;
  • 6. EM GRUPO, CRIAR UM SEMINRIO ABORDANDO OS CONTEDOS ESTUDADOS.
  • 7. APRESENTAR O VDEO CRIADO PELO GRUPO AO RESTANTE DA TURMA

4. Processo

    • Bem pessoal, para conhecer um pouco mais acesse os seguintes endereos :
    • http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/ditadura-militar/ditadura-militar-no-brasil-
    • 2.phphttp://www.suapesquisa.com/ditadura/http://www.culturabrasil.pro.br/ditadura.htm
    • http://www.infoescola.com/historia-do-brasil/milagre-economico/
    • http://www.infoescola.com/historia/golpe-militar-de-1964/
    • http://www.historiadobrasil.net/ditadura/

5. Recursos

  • No dia 01.04.1964, uma junta militar assumiu o controle do Brasil no lugar de Jango, que partiu para o exlio. Seguiu-se uma onda de represso, que atingiu entidades como a UNE (Unio Nacional dos Estudantes), CGT (Central Geral dos Trabalhadores) e as Ligas Camponesas. Os militares passaram a decretar os Atos Institucionais (AI),utilizados para dar fora de lei s suas aes.

6. Avaliao

  • Ser avaliado o conhecimento prvio dos alunos sobre o tema e o conhecimento adquirido por eles aps a soluo da webquest, tambm ser avaliado o domnio dos alunos sobre o tema, o contedo presente no vdeo criado por eles e a apresentao do vdeo aos outros grupos.

7. Concluso e crditos

  • Para finalizar os grupos devem apresentar turma o
  • seminrios e trabalhos produzidos, realizandodebates
  • sobre o assunto estudado, trocando experincias e
  • repassando os seus aprendizados.

Para finalizar os grupos devem apresentar turma os vdeos produzidos e realizarem debates sobre o assunto estudado, trocando experincias e repassando os seus aprendizados. 8. MILITARES E MILITARES

  • No havia consenso entre a cpula militar que chegou ao poder em 64. Havia o grupocastelista(conspiradores cientficos ligados ESG Escola Superior de Guerra, grupo composto por oficiais intelectualizados que preconizavam uma interveno militar de limpeza e a volta mais rpida possvel aos quartis (Castello Branco, Geisel).

9. MILITARES E MILITARES

  • Havia alinha dura(oficiais no intelectualizados) envolvidos com o cotidiano da caserna, que enfatizava a permanncia dos militares no poder para exterminar a corrupo e a subverso (Costa e Silva, Junta Militar e Mdici).

10. CASTELLO BRANCO (1964 1967)

  • Seu governo foi imediatamente reconhecido pelos EUA e pelos grandes empresrios brasileiros e estrangeiros.
  • Rompeu as relaes diplomticas com Cuba (socialista) e extinguiu a Lei de Remessa de Lucros.
  • Instituiu obipartidarismo :
  • . Criou aARENA(Aliana Renovadora Nacional), de situao e o
  • .MDB(Movimento Democrtico Brasileiro), de oposio.

11. CASTELLO BRANCO (1964 1967)

  • Criou ainda aLei de Segurana Nacional -que era o instrumento jurdico destinado a enquadrar como inimigos da ptria, todos os que se opunham ao governo -, e oSNI (Servio Nacional de Informaes) uma espcie de polcia poltica.
  • No plano econmico, elaborou oPAEG (Programa de Ao Econmica do Governo) , cujo objetivo era o combate inflao atravs do favorecimento do capital estrangeiro, as restries ao crdito e a reduo dos salrios dos trabalhadores.

12. COSTA E SILVA (1967 1969)

  • No mandato do marechal Arthur da Costa e Silva houve um crescimento da oposio e das manifestaes pelo fim do regime.
  • O assassinato de um estudante durante uma passeata pela polcia militar, em maro de 1968, mobilizou a UNE, que organizou uma manifestao contra a ditadura: aPasseata dos Cem Mil.

13. COSTA E SILVA (1967 1969)

  • Em setembro de 1968, num ousado discurso, o deputado do MDB, Mrcio Moreira Alves, convocou a populao a boicotar o desfile militar de 7 de setembro. Os militares, muito irritados, solicitaram ao Congresso licena para processar o parlamentar. Sem autorizao para process-lo, o governo fechou o Congresso e decretou oAI-5 , iniciando a fase mais dura do regime. Com o aumento da represso policial, grupos radicais de esquerda se voltaram para aes de guerrilha urbana.

14. LUTA ARMADA

  • A violenta represso dos governos militares, notadamente a partir de 1968, fez com que setores mais radicais de oposio partissem para a formao de grupos de guerrilheiros. Alguns desses grupos lanaram-se luta armada, promovendo diversas aes de guerrilha, como assaltos a bancos em busca de dinheiro para financiar a luta poltica e sequestros de diplomatas estrangeiros para troc-los por companheiros presos e torturados nos pores dos rgos de segurana etc.

15. LUTA ARMADA

  • A ao daqueles militantes foi reprimida pelo aparelho repressivo montado pelo regime, no qual se destacava o S.N.I. (Servio Nacional de Informaes), uma espcie de servio de inteligncia de controle e represso da sociedade. A luta armada rural foi reprimida mais rapidamente, j a guerrilha urbana foi mais complicada para a represso militar. O terrorismo de direita com a banalizao datortura , foi uma arma utilizada.

16. TEOLOGIA DA LIBERTAO

  • Formulada por pensadores catlicos, em 1968, defendia, em linhas gerais, que a Igreja Catlica e seu clero, deveriam desenvolver um trabalho de combate violenta explorao sobre as camadas pobres da Amrica Latina e, considerava a dominao imperialista como principal responsvel pela misria e pelo subdesenvolvimento latino-americano. O papa Joo Paulo II esvaziou o movimento, usando at expedientes repressivos, como a imposio do silncio inquisitorial a alguns membros do clero que teimavam em praticar aquela Teologia vide Leonardo Boff.

17. MDICI (1969 1974)

  • Afastado por problemas de sade, Costa e Silva foi substitudo por uma junta militar, que governou por dois meses e realizou a prpria reforma constitucional, instituindo a priso perptua e a pena de morte a quem praticasse aes subversivas.
  • Conhecido como anos de chumbo , o mandato de Mdici foi caracterizado pela multiplicao das acusaes detorturae dedesaparecimentode opositores.

18. MDICI (1969 1974)

  • Espalharam-se pelo pas os centros de tortura do regime, ligados aoDOI-Codi(Departamento de Operaes e Informaes Centro de Operaes de Defesa Interna).
  • A guerrilha urbana perdeu terreno nas capitais e tentou afirmar-se no interior, como no Araguaia ,mas acabou enfraquecida e derrotada.

19. MDICI (1969 1974)

  • Enquanto isso, o regime apelava aoufanismo , tentando criar a imagem do Brasil Grande com projetos megalomanacos, como a rodovia Transamaznica e slogans do tipo Brasil, ame-o ou deixe-o. Para divulgar seus projetos para o pas, o governo militar utilizou-se, em grande medida, da televiso. Por essa poca, beneficiada pelo apoio do governo, de quem se transformou em porta-voz, a TV Globo expandiu-se at se tornar rede nacional e alcanar praticamente o controle do setor.

20. O MILAGRE BRASILEIRO

  • O governo Mdici foi marcado por um perodo de desenvolvimento econmicoque a propaganda oficial chamou de milagre econmico .
  • Sem dvida, a entrada macia de capitais estrangeiros no Brasil, estimulado por certa estabilidade poltico-financeira que o autoritarismo implantou, bem como por uma prtica de juros baixos no mercado internacional, foi a alavanca desse milagre. A dura represso poltica inviabilizava uma prtica sindicalista reivindicatria e impunha um arrocho salarial que funcionava como atrativo para os investimentos estrangeiros.

21. O MILAGRE BRASILEIRO

  • As empresas estatais cuidavam de implantar, manter e expandir infra-estrutura necessria (energia, bens de capital, telecomunicaes) para garantir a expanso das multinacionais (eletrodomsticos, automveis) e das empresas nacionais (alimentos , txteis, etc.).
  • O milagre durou pouco, pois se baseava numa situao externa favorvel e na tomada de emprstimos internacionais. Ao desaparecer essa situao por exemplo, com o aumento do preo de petrleo no mercado externo a economia brasileira sofreu grande impacto.

22. O MILAGRE BRASILEIRO

  • Ainflaocomeou a subir e advida externabrasileira elevou-se de maneira