2014 07 09 RT Artesanato Precificação No Artesanato

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    PRECIFICAO NO ARTESANATORESPOSTATCNICA

    ARTESANATO

    A formao de preos uma atividade estratgica para as empresas pois, se mal estabelecido, o preo tambm pode fazer com que haja prejuzos, de forma a impactar na sade financeira da empresa.

    Por meio do

    preo, possvel que o empresrio

    atinja seu pblico-alvo e se posicione no

    mercado.

    A formao de preo , portanto, um tema importante para o arteso, pois h uma diferena entre a per-cepo do empreendedor e a do cliente em relao ao artesanato. Normalmente, o arteso acredita que o preo deve ser maior do que o consumidor est disposto a pagar. Sendo assim, essa Resposta Tcnica visa apresentar os tipos de formao de preo, as formas de precificar um produto e o que fazer para que o consumidor esteja disposto a pagar o preo cobrado.

    O que a precificao?

    Antes de apresentar explicaes sobre a precificao, deve-se ter clara a diferena entre preo e valor, conceitos utilizados e que geralmente so confundidos.

    Tendo essa diferena clara, a precificao consiste no estabelecimento de preos para produtos ou ser-vios. Isso pode ser feito sob as seguintes formas:

    PREO: QUANTO SE PAGA POR UM PRODUTO, DETERMINADO PELO VENDEDOR.

    PARA O SEGMENTO DE ARTESANATO, SABER ESTABELECER PREOS CONTRIBUI PARA QUE TEMPO, DINHEIRO E OPORTUNIDADES NO SEJAM PERDIDOS. UMA BOA PRECIFICAO SELECIONA O PBLICO-ALVO E REDUZ O INVESTIMENTO EM ATENDIMENTO A CLIENTES, QUE DESCARTAM A PEA ARTESANAL DEVIDO AO PREO QUE VAI ALM DA SUA EXPECTATIVA, POR EXEMPLO.

    VALOR: QUANTO SE LEVA DO PRODUTO, RELACIONADO AOS BENEFCIOS PERCEBIDOS PELO CLIENTE, DETERMINADO PELO CONSUMIDOR.

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    / Preo baseado na concorrncia:

    Consiste no estabelecimento do preo de um produto a partir da verificao do preo cobrado pelo concor-rente. Normalmente, esse tipo de preo formado para linhas de produtos similares aos encontrados no concorrente.

    / Preo baseado em custos (mark-up):

    Preo formado a partir da soma dos custos do produto ou da soma dos valores das matrias-primas e insu-mos, dos custos fixos e variveis de um negcio, acrescida margem de lucro.

    Esse tipo de precificao o mais comum e consiste em obter lucro a partir dos investimentos que foram feitos ao cobrir os custos envolvidos na produo ou comercializao do produto.

    CUSTOS FIXOSCONSISTEM NOS CUSTOS ENVOLVIDOS NA PRODUO E NO FUNCIONAMENTO DA EMPRESA E OCORREM INDEPENDENTEMENTE DA QUANTIDADE PRODUZIDA E DO VOLUME DE VENDAS.

    A EXEMPLO: ALUGUIS DE EQUIPAMENTOS E INSTALAES, GASTOS COM PESSOAL E SEGURANA E VIGILNCIA.

    CUSTOS VARIVEISSO OS CUSTOS RELACIONADOS AO VOLUME DE PRODUO E DE VENDAS, OU SEJA, O CUSTO VARIVEL CONFORME A ESCALA PRODUTIVA E DE VENDAS.

    A EXEMPLO: MATRIA PRIMA, INSUMOS DE ACABAMENTO, TAXA DE CARTO DE CRDITO E EMBALAGENS.

    ELASTICIDADE DO PREOA CONSISTE NA VARIAO DA DEMANDA, CONFORME O PREO ESTABELECIDO. ELA PODE SER:

    DEMANDA ELSTICA: A VARIAO NO PREO PROVOCA UMA VARIAO MAIOR NA QUANTIDADE DEMANDADA. POR EXEMPLO, UMA VARIAO DE 10% NO PREO, CAUSA UMA REDUO DE 30% NA DEMANDA.

    DEMANDA INELSTICA: A VARIAO NO PREO PROVOCA UMA VARIAO MENOR NA QUANTIDADE DEMANDADA. POR EXEMPLO, UMA VARIAO DE 10% NO PREO, CAUSA UMA REDUO DE 5% NA DEMANDA.

    DEMANDA COM ELSTICA UNITRIA: A VARIAO NO PREO PROVOCA UMA VARIAO IGUAL NA QUANTIDADE DEMANDADA. POR EXEMPLO, UMA VARIAO DE 10% NO PREO, CAUSA UMA REDUO DE 10% NA DEMANDA.

    TRATA-SE DE UMA FORMA SIMPLES DE PRECIFICAO, POIS BASTA ANALISAR O PREO ESTABELECIDO PELO CONCOR-RENTE. NO ENTANTO, VALE RESSALTAR QUE SE TRATA DE UMA PRECIFICAO PERIGOSA, POIS NO SO CONSIDERADOS OS CUSTOS E DESPESAS DO NEGCIO, POR SE TRATAR DE UM PREO DE OUTRA EMPRESA E PELO DESCONHECIMENTO DOS ITENS NOS QUAIS O PREO DO CONCORRENTE SE BASEOU. SENDO ASSIM, FORMAR PREOS SEM SABER SE SER SUFICIENTE PARA ARCAR COM OS CUSTOS MNIMOS UMA INICIATIVA QUE PODE GERAR PREJUZOS EMPRESA.

    http://www.contabeis.com.br/artigos/744/precificacao-de-um-servico-mercadoria-ou-produto/http://bibliodigital.unijui.edu.br:8080/xmlui/bitstream/handle/123456789/1585/Artigo Estrat%C3%A9gias de Precifica%C3%A7%C3%A3o para Empresas Comerciais - Jhonattan Morais.pdf?sequence=1

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    Tipos de preos

    Existem polticas de posicionamento que relacionam o preo qualidade do produto:

    Percepo de valor

    PREMIUM: O PREO ESTABELECIDO MAIOR DO QUE A CONCORRNCIA. NORMALMENTE USADA QUANDO SE PRETENDE LANAR UM PRODUTO QUE TENHA QUALIDADE PERCEBIDA MAIOR DO QUE O CONCORRENTE.

    PREO DE ECONOMIA: QUANDO UMA EMPRESA LANA UM PRODUTO PARA UM PBLICO-ALVO, CUJA VARIVEL DE MAIOR IMPORTNCIA NA HORA DA COMPRA O PREO.

    CONCORRNCIA: QUANDO UM PRODUTO POSSUI QUALIDADE PERCEBIDA PELO CLIENTE COMO SENDO SEMELHANTE AO DO CONCORRENTE, ESTABELECE-SE UM PREO ABAIXO DO FIXADO POR ELE PARA QUE SE POSSA VENDER PRODUTOS PARA OS CONSUMIDORES QUE DECIDEM PELA VARIVEL DE PREO.

    Preo baseado no valor percebido:

    O preo formado a partir do valor que o cliente atribui ao produto e de quanto ele pagaria para adquiri-lo. A verificao de qual o valor percebido pelo cliente em determinado produto feita por meio de pesquisa. Com isso, possvel conhecer qual o valor visualizado, os benefcios atrelados e quanto os consumidores esto dispostos a pagar por ele. Sendo assim, a verificao do custo do produto consiste apenas em um processo para conhecer a lucratividade.

    No existe forma ideal de precificao, recomenda-se que ela seja baseada em custos e com um olhar no mercado. Alm disso, para a formao de preos, variveis como conhecimento da marca, tempo de mer-cado e market share tambm devem ser consideradas.

    A OFERTA DE BENEFCIOS DIFERENCIADOS CONTRIBUI PARA O AUMENTO DA PERCEPO DE VALOR POR PARTE DO CONSUMIDOR EM RELAO AO PRODUTO.

    A PERCEPO DE VALOR EM UM PRODUTO OU SERVIO NO UNIVERSAL, O QUE DIFICULTA O DESENVOLVIMENTO DE AES PARA QUE O CLIENTE PERCEBA O VALOR DE UMA PEA. CADA PESSOA VALORIZA UM ASPECTO DO PRODUTO. NO ENTANTO, EXISTEM ELEMENTOS QUE CONTRIBUEM PARA O AUMENTO DA PERCEPO GERAL: EMBALAGEM, UTILIDADE DO PRODUTO, SERVIOS AGREGADOS, VISIBILIDADE E OUTROS.

    http://www.ngd.ufsc.br/files/2012/04/10_precificacao.pdf

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    A sobrevivncia e lucratividade de uma empresa esto relacionadas ao preo estabelecido a seus produtos. Alm disso, o preo tem impacto na imagem das empresas e na percepo de qualidade dos produtos. Ao atribuir um preo abaixo do estabelecido pelos concorrentes para um produto similar, pode ser que seja conferida uma ima-gem de qualidade inferior. Consequentemente, trabalhar com preos mais altos em relao ao concorrente pode fazer com que o produto seja visto como de melhor qualidade e destinado a pblico seleto.

    A formao de preos visa cobrir os

    custos e despesas da empresa de maneira compatvel com as demandas dos clientes, otimizando a

    lucratividade

    Sendo assim, verifica-se que a precificao consiste em uma ferramenta mercadolgica, cuja importncia est relacionada competitividade de uma empresa.

    PROMOO DE PRODUTOS: POR MEIO DO PREO, INCENTIVAR A COMPRA DO PRODUTO, A FIM DE DIVULGAR O PRODUTO AT A SUA CONSOLIDAO NO MERCADO.

    PENETRAO NO MERCADO: A PROPORO DE PESSOAS QUE COMPEM O PBLICO-ALVO E QUE ADQUIRIRAM O PRODUTO EM UM DADO PERODO DE TEMPO;

    MAXIMIZAO DE LUCRO: COMERCIALIZAO DE PRODUTOS QUE VISA A OBTENO DO MAIOR LUCRO POSSVEL;

    DIFERENCIAO E PARTICIPAO NO MERCADO: DIFERENCIAO DA EMPRESA EM RELAO AO MERCADO, COM O OBJETIVO DE AUMENTAR A PARTICIPAO;

    SEGMENTAO DE PBLICO: DIVISO DE MERCADOS EM GRUPOS DE CONSUMIDORES COM CARACTERSTICAS SEMELHANTES E QUE, POSSIVELMENTE, TERO COMPORTAMENTOS DE COMPRA SEMELHANTES;

    Por que pensar na precificao?

    Alm do que foi comentado, diversos objetivos estratgicos da empresa podem ser alcanados por meio da formao de preo. Alguns exemplos:

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    Como visto, a composio do preo depende de diversos fatores, como os custos diretos e indiretos, as prticas da concorrncia, o comportamento dos consumidores e o valor agregado do artesanato.

    Como exemplo, para a precificao por mark-up divisor (baseada em custos), o empreendedor poder uti-lizar a seguinte frmula como ponto de partida, e realizar as adequaes necessrias para a realidade do pequeno negcio.

    E como formular um preo?

    CONFIRA NAS PUBLICAES DO SAIBA MAIS CUSTOS NA PEQUENA INDSTRIA E DA SEPLAN/AM OUTROS CONCEITOS E FORMAS DE PRECIFICAR.

    Preo do produto

    PVCMV

    1 = (%I + %C + %CF + %L)

    100

    PV = PREO DE VENDA QUE DESEJAMOS CALCULARCMV = CUSTO DA MERCADORIA VENDIDA%I = PORCENTAGEM DOS IMPOSTOS SOBRE A VENDA%C = PORCENTAGEM DA COMISSO SOBRE A VENDA REALIZADA, PAGA AOS VENDEDORES%CF = PORCENTUAL DO CUSTO FIXO, QUE NO VARIA EM FUNO DAS VENDAS OU DA PRODUO. ESTE VALOR PODE SER CALCULADO MEDIANTE A DIVISO DA MDIA DOS CUSTOS FIXOS MENSAIS PELA MDIA DE VENDAS MENSAIS%L = PORCENTUAL DE LUCRO DESEJADO

    Dica! Para mais informaes sobre esta frmula, confira o ar-tigo do Instituto MahaGesto.

    Aps a identificao e contabilizao dos gastos, soma-se o custo da matria-prima e a margem de lucro para formar o preo final do produto. Essa margem definida por cada produtor, sendo que interessante que ela seja varivel para possibilitar descontos aos consumidores e parceiros.

    Com a margem de lucro possvel reinvestir no negcio adquirindo novas mquinas e equipa-mentos que podem ajudar a aumentar a produo, ou mesmo renovar os equipamentos devido depreciao. Mas, para isso, deve haver um planejamento para que as finanas do negcio no sejam impactadas de forma negativa.

    Aps formar o preo, deve-se compar-lo ao dos concorrentes por meio de uma pesquisa de mercado. Para isso, interessante visitar atelis e lojas que comercializem artesanatos similares para conhecer a qualidade, o preo cobrado, tcnicas diferentes que esto sendo usadas, tipos de matria-prima e outros aspectos que podem ajudar a entender a concorrncia. Vale lembrar que um material e uma tcnica diferente tm impacto direto no preo do produto, pois envolve custo diferenciado e tempo, a mais ou a menos, para desenvolver a tcnica.

    Aps a comparao, se o preo do produto ficar abaixo do verificado no mercado, possvel aumen-tar o preo e ter mais lucro, verificar se o concorrente oferece algo a mais para o cliente e quanto ele est disposto a pagar pelo produto. J no caso do preo ficar acima, possvel trabalhar com a diferenciao para que aumente o valor percebido do produto pelo cliente, ou ainda, analisar formas de reduo de custos. Para isso, vale atentar para a concorrncia direta e indireta por meio da verificao de produtos similares aos de seu negcio.

    A definio dos elementos possibilita fazer anlise para baixar o preo. Essa baixa pode ser na econo-mia de despesas, como gua e luz ou em um bom fornecedor de matria-prima, por exemplo.

    CONHEA 50 DICAS DA REVISTA PEQUENAS EMPRESAS E GRANDES NEGCIOS PARA BAIXAR CUSTOS EM SUA EMPRESA.

    http://www.comocalcularoprecodevenda.com.br/resources/SEBRAE - Custos na Pequena Industria.pdfhttp://www.seplan.am.gov.br/arquivos/download/arqeditor/contabilidade_de_custos.pdfhttp://www.mahagestao.com.br/conteudos/precificacao-por-markuphttp://bis.sebrae.com.br/GestorRepositorio/ARQUIVOS_CHRONUS/bds/bds.nsf/D59AC01A81EE8E09032571FE006783DF/$File/NT0003229E.pdfhttp://bis.sebrae.com.br/GestorRepositorio/ARQUIVOS_CHRONUS/bds/bds.nsf/D59AC01A81EE8E09032571FE006783DF/$File/NT0003229E.pdfhttp://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI125197-17171,00-MANEIRAS+DE+CORTAR+CUSTOS.htmlhttp://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI125197-17171,00-MANEIRAS+DE+CORTAR+CUSTOS.html

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    O Projeto Sebrae 2014 entrevistou Izolina Passos Siqueira, analista da Unidade de Atendimento ao Turismo, Artesanato e Cultura do Sebrae-ES. O tema da conversa foi a precificao de artesanatos, pois verificou-se que a unidade criou uma metodologia de forma-o de preos a ser passada para seus artesos.

    A unidade dispe de consultoria para auxiliar os profissionais no clculo do preo dos produtos e, para isso, utiliza uma planilha es-truturada em:

    Clculo do ndice hora/grupo: custos fixos (aluguel, impostos, salrios, mate-rial de escritrio) + demais custos / horas x nmero de trabalhadores da empresa

    Clculo do custo do produto: horas de produo x ndice hora/grupo + despesas de insumo e matria--prima = custo do produto

    Exemplo de clculo

    Para calcular o preo de venda de um produto, utilizamos um exemplo fictcio, de uma associao de artess que produz cachecis feitos de l em tear. So dez mulheres que fazem os artesanatos para comercializar em uma loja alugada. Utilizando a frmula de precificao por mark-up divisor, abordada anteriormente, temos os seguintes dados:

    Produo: cada artes produz 2 cachecis por dia (44 cache-cis por ms), cada cachecol utiliza 4 horas de produo

    Jornada: 8 horas por dia (176 horas por ms)

    Equipe: 10 artess

    Custos Fixos: Aluguel (R$ 600) e Salrios (R$ 1.000 por pessoa)

    Matria-prima: Para produzir um cachecol, utilizam-se 3 nove-los de l, que custam R$ 7 a unidade.

    Custo de mo de obra por produto: R$ 22,73

    Sebrae 2014 entrevista:

    FONTE: IFMS. DIPONVEL EM: HTTP://IFMS.ORG.BR/IFMS-EM-ATIV-

    IDADE/2005-2/ ACESSO EM 02/06/2014

    Ateno: Os dados utilizados para o

    clculo so valores fictcios e que no devem ser utilizados

    pelos pequenos negcios.

    Com estes dados, podemos calcular o custo de mo de obra por produto. Utilizando a frmula do mark-up divisor, apresentada acima, temos o seguinte resultado:

    PV21

    1 = (4,5 + 40 x 15 + 10)

    100

    Assim, o preo de venda estimado para cada cache-col deve ser de:

    R$ 46,31

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    Identifique seu cliente

    No artesanato existem diferentes tipos de clientes. Entend-los contribui para minimizar esforos dos arte-sos no atendimento e na conscientizao do cliente quanto aos valores embutidos nas peas, por exemplo.

    AESRECOMENDADAS

    Alguns pontos de ateno devem ser considerados na formao de preos:

    Buscam por design: enxergam valores agregados ao artesanato, como a qualidade, a exclusivi-dade e a embalagem, e valorizam mais a pea. Esto dispostos a pagar mais por um produto que tenha atendimento diferenciado, por exemplo;

    Buscam por preo: no do valor qualidade, mas quantidade. Querem apenas ter o produto, no preo que querem pagar, e no se atentam para a qualidade das peas.

    Valor percebido pelo cliente: o desafio fazer com que o cliente perceba o valor do artesana-to. Para isso, possvel trabalhar com diferenciais na pea. Quanto maior o valor percebido pelo cliente, maior o preo que poder ser cobrado.

    Impostos e taxas: devem ser considerados os diversos impostos, taxas, encargos, contribuies do negcio nos preos dos produtos.

    Salrio do arteso: o preo do artesanato deve incluir o salrio do arteso. necessrio consi-derar esse valor, pois caso o contrrio ser considerado apenas o valor referente as horas de pro-duo e, no entanto, existem horas dedicadas compra de matria-prima, capacitao, presena em feiras e outras atividades.

  • Presidente do Conselho Deliberativo Nacional: Roberto SimesDiretor-Presidente: Luiz Barretto | Diretor-Tcnico: Carlos Alberto dos SantosDiretor de Administrao e Finanas: Jos Claudio dos Santos | Fotos: banco de imagens

    UAMSF Unidade de Acesso a Mercados e Servios FinanceirosUACC Unidade de Atendimento Coletivo ComrcioContedo: Paula Kaneoya e Felipe Ciola.SEBRAE SERVIO BRASILEIRO DE APOIO S MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

    WWW.SEBRAE2014.COM.BRFACEBOOK.COM/SEBRAE2014

    TWITTER.COM/SEBRAE_2014

    Por isso o Projeto de Inteligncia Competitiva do Programa Sebrae 2014 quer saber mais sobre suas expectativas e satisfao. Responda a breve pesquisa que elaboramos especialmente para voc e seu negcio!

    Sua opinio faz a diferena!PARTICIPAR

    COMO COMPLEMENTO, VALE CONSULTAR OUTROS MATERIAIS QUE ABORDAM O TEMA DA PRECIFICAO DE FORMA MAIS COMPLETA. A EXEMPLO, COMO ELABORAR PREO DE VENDA; O CURSO GRATUITO ON-LINE FORMAO DO PREO DE VENDA; A SRIE APREN-DA A PRECIFICAR SEU PRODUTO, MATERIAL FOCADO PARA OS ARTESOS.

    Comunicao: esse quesito essencial para aumentar o valor percebido pelo cliente, o que tem impacto no preo cobrado e na competitividade do negcio.

    Feiras e eventos: participar de eventos contribui para conhecer o mercado e ter noo de preos cobrados e valores embutidos em peas.

    Embalagem: investir na embalagem contribui para o aumento da percepo do cliente em relao pea. Vale lembrar que interessante que ela proteja a pea e, ao mesmo tempo, a valorize.

    Matria-prima: buscar por fornecedores que ofeream matria-prima de qualidade com um preo justo importante para tornar o artesanato competitivo no mercado.

    A precificao tema estratgico para a competitividade das empresas, e para o segmento de artesanato no diferente. A formao de preos contribui para o desenvolvimento sustentvel do negcio ao cobrir custos envolvidos no funcionamento da atividade, possibilitar investimentos e, inclusive, conceder descontos.

    Para a Copa do Mundo da FIFA 2014, a precificao um tema de destaque. Em diversas notcias verificam-se reclamaes quanto aos preos inflacionados cobrados no Brasil aos turistas, tanto estrangeiros quanto nacionais. Conhecer sobre a formao de preos contribui para precificar de forma justa, sem ser abusivo, porm com margens de lucro que permitiro o crescimento do neg-cio. Alm disso, um preo justo est relacionado fidelizao de clientes e divulgao do negcio.

    http://www.sebrae2014.com.brhttp://www.facebook.com/sebrae2014http://www.twitter.com/sebrae_2014https://docs.google.com/a/knowtec.com/forms/d/1wP96RiOQBFI-4g6uVVDDiJRLuKQP-hOJIZcoGAY8qsc/viewformhttp://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI125197-17171,00-MANEIRAS+DE+CORTAR+CUSTOS.htmlhttp://www.ead.sebrae.com.br/tenho-uma-microempresa/fpv-formacao-do-preco-de-venda/http://blog.elo7.com.br/2012/07/especial-preco-custo-final.html#.U3YNg_ldVjJhttp://blog.elo7.com.br/2012/07/especial-preco-custo-final.html#.U3YNg_ldVjJ