7358045 Omar Bueno Arquivo Ufo

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ARQUIVO UFO (Alerta Brasil) A obra aborda, principalmente, relatos de arquivos, de aparies de Objetos Areos No Identificados e contatos com tripulantes de OVNIs, de 1954 1979, incluindo casos pesquisados por minha equipe junto SIFETE Pesquisa Cientfica. Em alguns relatos, a obra apresenta resultados de anlises e pesquisas que atestam a veracidade das aparies.

I H algo de errado em nosso passado longnquo que dista de ns, milhares e milhares de anos. H algo de errado em nossa Arqueologia! Por que estamos encontrando acumuladores eltricos que datam de muitos, milhares de anos? Por que achamos nmeros com quinze casas e nenhum computador os colocou ali? Mas por que aqueles homens primitivos tiveram a capacidade de criar tantas coisas inacreditveis? A nsia pela paz, a procura da imortalidade, a saudade das estrelas; tudo isso fervilha na conscincia humana e procura desde tempos imemorveis, irresistivelmente, tornar-se realidade. natural essa aspirao profunda implantada no ser h umano? So realmente s desejos humanos ou esconde-se atrs daqueles anseios de realizao, daquela saudade das e strelas algo bem diferente? No parece certo que a formao da inteligncia h umana tenha sido o resultado de um interminvel desenvolvimento, pois esse processo, se realizou muito repentinamente. Provavelmente nossos antepassados receberam sua inteligncia de seres superiores, os quais deviam dispor de conhecimentos que possibilitaram esse processo em um curto prazo. Desde os tempos pr-histricos, o homem j era fascinado pela idia de se elevar do solo terrestre para o ar.1

Que diramos a respeito do mapa de Piri Reis? Teria o seu cartgrafo executado o mapa durante um vo? Apenas comparemos a foto da Terra tirada pela Apolo 8. O homem continuou buscando, aprendendo, se desenvolvendo. Criando e executando coisas que, se hoje no so i m possveis, nos garantem, pelo menos, uma dificuldade extrema. A plancie de Nazca, por exemplo, seria um campo de pouso para objetos voadores? Ou seria simples smbolo de significado religioso? No interior do templo Maia em Palenque, o que se chamou de "o Astronauta Maia". Seria realmente um astronauta? Na Porta do Sol, em Tiahuanaco, dez toneladas em um s bloco. A lenda menciona uma espaonave dourada que veio das estrelas. Na Bolvia, estradas de alvenaria para um povo que no usava rodas. E os achados vo se amontoando e deparamos com m onumentos nossa frente. O homem, na idade da pedra, conhecendo o espao. Elevando templos e monumentos, avrando t l o neladas de rochas com equipamentos primitivos. Assim, s podemos perguntar: quando e de que m aneira tornaram-se inteligentes nossos antepassados? ____________________________________________ Ceticismo, medo e espanto cercam o assunto. Para uns, uma nova religio. Para outros, fantasia. E a verdade?

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A prova irrefutvel de contato com seres do espao sideral torna agora impossvel no acreditar em discos voadores. Os discos voadores tm sido vistos por milhes de pessoas em todo o mundo e nos ltimos anos houve milhares de casos de aterrissagens comprovadas. Muitos deles aparecem s obre bases militares e de msseis e h notcias do aparecimento de misteriosos homens de preto que parecem ter constrangido famosos pesquisadores de discos v oadores, bem como milhares de pessoas que nada sabiam sobre esses objetos mas que apenas viram alguma coisa que no lhes dizia respeito. Em 1947, um aviador americano, observou um estranho fenmeno no cu. Um enorme objeto em forma de disco, girava como um pio e refletia a luz do sol. Da histria relatada surgiu, pela primeira vez, o termo disco voador. Surgiram mais relatos do gnero. Livros que contavam histrias de contatos com seres extraterrestres. Viagens em naves estranhas, pessoas que afirmam ter visto objetos e j ram ter u encontrado espaonautas. Por trs de uma nova barreira de sigilo, a Fora Area dos Estados Unidos est empenhada num jogo perigoso que i n clui ataque aos UFOs. Apesar das negativas da Fora Area, os OVNIs continuam agindo em nossos cus. Durante o ano de 1972, os encontros aumentaram de repente. O CDA - Comando de Defesa Aeroespacial fez rapidamente vos de interceptao. Atravs de ordem rigorosas, os pilotos foram proibidos de divulgarem aquelas perseguies e o seu verdadeiro objetivo.3

Em Washington, uma frota de OVNIs sobrevoa a cidade. Na Bahia, Brasil, eles saem das guas. Em 1962, Carpinter fotografou, da Mercury VII, um o bjeto voador no identificado. A foto foi posteriormente liberada pela NASA. Em 1965, Gordon Cooper faz comentrios sobre seu misterioso encontro e censurado pela NASA. A Gemini V fotografou OVNIs sobrevoando o Himalaia. A avalanche de aparies comea a tomar conta de nosso diminuto planeta e algumas imagens j no tm o por qu de serem confidenciais. A Frana reconhece oficialmente os Discos Voadores. Na Blgica, eles aparecem fazendo evolues. No Texas, em agosto de 1951, Call Hurt tirou fotos de OVNIs circulares. Na Venezuela, um OVNI foi avistado sobre a represa de Guaricho. Na Gvea, Rio de Janeiro, o fotgrafo Ed Keffel fez uma seqncia de cinco fotos com nitidez espantosa. Enfim, as mquinas sobrevoando o nosso cu. Talvez, estejamos prximos de uma grande reviravolta da qual poderemos ser protagonistas. As mquinas voadoras esto em nosso meio. E l em cima, um objeto voador paira silenciosamente. ____________________________________________ Tal como as observaes de OVNIs, as narraes de encontros entre os humanos e os extraterrestres so inumerveis, constituindo um dos maiores temas da literatura ufolgica.

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Humanides, homenzinhos verdes ou marcianos, aparecem aqui e ali, segundo vrios testemunhos. Colhem amostras do nosso planeta, deixam mensagens, ameaam uns, curam outros ou simplesmente conversam durante instantes com os terrestres antes de partirem para o espao infinito em seus discos voadores. Que crdito dar a essas descries? Sero, como afirmam os homens de cincia, simples alucinaes? Ou, ao contrrio, como pensam vrios uflogos, fenmenos reais? Mesmo no existindo nenhuma prova material desses encontros, o certo que algumas narraes so bastante perturbadoras. Entre o conjunto dos numerosos testemunhos provenientes do mundo inteiro sobre casos de aterrissagens de OVNIs, um certo nmero dentre eles, relata a presena de ocupantes. Em um mnimo de 35% dos casos, as aterrissagens de OVNIs com presena de ocupantes, se manifestam em locais isolados sendo que em 30% dos casos, deixam vestgios. Os seres observados podem se classificar em diferentes tipos muito variados. Alguns possuem uma morfologia semelhante nossa, medindo de 0,90 a 1,35 m com uma grande cabea. A testa alta poderia revelar um desenvolvimento intelectual avanado. Os olhos so comumente grandes e encarquilhados o que permite uma viso global, e indica uma sensibilidade anormal luz. Vrias vezes a ateno das testemunhas foi alertada para o seu e stranho olhar.

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A cor dos olhos varia do negro ou azul marinho at o amarelo ou vermelho vivo. De uma para outra observao, as orelhas se revelam praticamente inexistentes. O nariz pode tambm ser semelhante a um nariz h umano ou ento serem descritos como simples fendas. A boca se assemelha ou a uma fenda com lbios ou a um orifcio estriado. Os maxilares so normalmente pouco evidentes e tendem para um queixo pontiagudo. Quanto aos braos, so geralmente longos e m agros com mos semelhantes s nossas com ombros largos e um pescoo espesso ou inexistente. Quanto ao traje, geralmente essa categoria de ocupante de UFO, vista com um tipo de vestimenta metalizada, sem costura, por vezes com um escafandro. Outro tipo catalogado mede de 1,20 a 1,80m. Seu aspecto fsico bem semelhante ao terrestre. Descreve-se normalmente o seu rosto como se fosse inteiramente de forma humana. Alguns relatrios davam conta que a pigmentao da p ele era azulada ou esverdeada. Seu traje composto de uma nica pea e as horas mais freqentes de observao so durante o dia. Uma terceira categoria praticamente no apareceu mais, depois da grande vaga de 1950. Esse tipo de ocupante possui uma grande cabea em forma de abbora. Tem um aspecto geralmente nu e peludo. Os

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olhos so de cor laranja ou amarelo, com formidveis garras terminando os seus longos braos desproporcionais. Em geral, esses seres so bpedes e em certos casos, tambm quadrpedes. Medem entre 0,60 e 2,10m. Seu comportamento revela que foram treinados para fazerem levantamentos de amostras biolgicas ou geolgicas. Tudo o quanto no figura nos grupos precedentes, se encontra nesta quarta categoria, que comporta toda a espcie de extravagncia. Em geral, no h nenhum humanide, mas, sobretudo, formas amebides e brilhantes. Esse tipo em particular, bastante raro em comparao s outras categorias. Investigaes registraram mais de cem aparies de ocupantes de OVNIs apenas no ano de 1954 e da para c, as narrativas foram se tornando cada vez mais freqentes. Algumas narrativas vo ainda mais longe. Alguns, tipicamente humanos, centenas deles, talvez milhares, j estariam vivendo entre ns h muito tempo. A questo da provenincia desses visitantes e consequentemente dos OVNIs, fica em aberto. H realmente uma visita de seres extraterrestres ou apenas uma psicose mundial? ____________________________________________ Em 21 de dezembro de 1954, o jornal Correio Popular de Campinas, noticiava um acontecimento que ficou conhecido como a "Chuva de Prata".7

Populares diziam ter visto estranhos objetos no cu. Dois dias antes, uma senhora, que no quis ser identificada, encontrava-se no quintal de sua casa, quando notou que do alto, caia algo como se fosse uma "Chuva de Prata". As btegas, em pequeno nmero, ao tocarem o solo, desprendiam fumaa e s ento, a referida senhora pode observar que se tratava de um lquido incandescente. Emocionada pelo episdio, ela ento se ps a olhar para o alto, pois s poderia estar caindo do cu aquela "Chuva de Prata". Vi quando bem alto, passaram trs objetos estranhos, disse ela. Eram redondos e de cor cinza meio fosco