A reabilitação - mapeigroup.com reabilitacao sistemas de... · é resistente à agressão...

of 26 /26
A reabilitação dos sistemas de saneamento ADESIVOS IMPERMEABILIZANTES PRODUTOS QUÍMICOS PARA A CONSTRUÇÃO

Embed Size (px)

Transcript of A reabilitação - mapeigroup.com reabilitacao sistemas de... · é resistente à agressão...

  • Lusomapei S.A. - Business Parque Tejo XXI - EN 1 - km 29 2600-659 Castanheira do Ribatejo

    Tel. 263 860 360 - Fax. 263 860 369 - www.mapei.pt - [email protected]

    MK

    7029

    60 (P

    ) 2/1

    7

    A reabilitao dos sistemas de saneamento

    ADESIVOS IMPERMEABILIZANTES PRODUTOS QUMICOS PARA A CONSTRUO

  • |1

    A reabilitao dos sistemas de saneamento

    ndice

    1| Introduo 2

    2| As causas da degradao dos sistemas de saneamento 3

    3| Produtos para a reabilitao dos sistemas de saneamento 7 3.1| Produtos da linha SEWAMENT 8 3.1.1| Betumao dos revestimento com SEWAMENT 2 9 3.1.2| Preparao do suporte com SEWAMENT 3 PRIMER 10 3.1.3| Reabilitao com SEWAMENT 10 11 3.1.4| Reabilitao com SEWAMENT 40 12 3.1.5| Reabilitao com SEWAMENT 100 14 3.2| Produtos da linha MAPEGROUT 18 3.2.1| Reabilitao de caixas de visita, tampas e pavimentos de condutas com MAPEGROUT SV 18 3.2.2| Reabilitao de caixas de visita, tampas e pavimentos de condutas com MAPEGROUT SV FIBER 20 3.3| MAPE-ASPHALT REPAIR 0/8 22

  • 2|

    1| Introduo

    Os sistemas de saneamento so certamente uma das infraestruturas mais antigas das

    cidades. O tempo e o ambiente tm forte influncia na sua durabilidade, entendida como

    capacidade de uma estrutura resistir aos ataques dos agentes agressivos de diferente

    natureza, mantendo inalteradas as caractersticas mecnicas e funcionais.

    As guas que circulam no interior dos sistemas de saneamento so definidas como guas residuais

    e dividem-se da seguinte forma:

    guas residuais domsticas: qualquer tipo de descarga que provem de urbanizaes;

    guas residuais industriais: qualquer tipo de descarga que provm de zonas industriais;

    guas residuais urbanas: so o conjunto das guas residuais domsticas, urbanas e da

    chuva.

    Em todas as guas residuais esto presentes vrios tipos de substncias, flutuantes,

    suspensas ou dissolvidas e os materiais biolgicos representados pelos organismos

    animais e vegetais presentes nas guas.

    foto 1

  • |3

    A reabilitao dos sistemas de saneamento

    2| As causas da degradao dos sistemas de saneamento

    Uma das causas da degradao dos sistemas de saneamento a formao, no interior

    da conduta, de cido que dissolve os minerais da argamassa cimentcia. Este cido corri

    os minerais cimentcios at provocar a sua rotura. Por consequncia, os canos devem ser

    construdos ou reparados com materiais adequados, capazes de resistir ao ataque dos cidos.

    O processo de formao o seguinte:

    1) Processo anaerbico

    - Formao de CIDO SULFDRICO (H2S)

    O cido sulfdrico ou hidrognio sulfurado cria-se mediante metabolismo de bactrias anaerbicas

    sulfato-redutores (Desulfovibrio, Desulfobacter e Desulforomonas) presentes no esgoto.

    Este tipo de cido, por si mesmo, no agressivo para o beto, at que se transforma em

    cido sulfrico no processo aerbico.

    2) Processo aerbico

    - Oxidao do H2S em anidrite sulfuroso (SO2)

    - Oxidao do SO2 em anidrite sulfrica (SO3)

    - SO3 + H2O ---- H2SO4 [CIDO SULFRICO]

    Figura 1Esboo simplificado da formao de cido sulfrico num sistema de saneamento

    Estrada

    Terreno

    Beto

    Corroso do beto por causa do cido sulfrico

    Condiesaerbicas

    Condiesanaerbicas

    Conduta em betoEsgoto

    Esgoto

    Sedimentos

    Conduta em beto SO4

    ProtenasSulfuretos

    H2SO

    4

    cido sulfdrico H2S

    Processo deoxidao

    Sedimentos

  • 4|

    Os cidos, por causa da sua elevada agressividade, misturados com gua, retiram material

    da superfcie, deixando os agregados do beto expostos.

    Para testar a resistncia das argamassas ao ataque do cido sulfrico, existem dois mtodos:

    1) Contacto direto

    2) Simulao

    foto 2Mquina para o ensaio

    do contacto direto

    foto 3Mquina para o ensaio

    da simulao

  • |5

    A reabilitao dos sistemas de saneamento

    O primeiro, contacto direto, consiste em imergir amostras de argamassa no cido mantendo

    constante o pH a 0 ou 1. Aps a imerso, para avaliar a argamassa, mede-se a resistncia

    compresso residual em comparao com uma argamassa de referncia tratada da mesma

    forma e preparada como se segue:

    - 1 parte de CEM I 42,5 resistente aos sulfatos (C3A < 3%)

    - 3 partes de areia normal

    - Relao a/c 0,45

    O ensaio deve dar como resultado uma resistncia compresso residual de cerca de 65%

    com pH 0 e de cerca 75% com pH 1. O mtodo no reproduz exatamente as condies

    ambientais que podem existir num sistema de saneamento, uma vez que no laboratrio

    h uma contnua reproduo do cido, enquanto na realidade o seu desenvolvimento

    depende das condies ambientais. Atravs deste mtodo porm, possvel estudar o

    comportamento da argamassa com o cido duma maneira muito rpida.

    O ensaio que est mais perto da realidade o da simulao, que permite medir a perda em

    peso de amostras de argamassa, introduzidas numa cmara onde se forma o cido mediante

    um processo anaerbico. Desta forma, simulam-se as condies agressivas que existem

    num sistema de saneamento. A resistncia das amostras avalia-se com base na perda de

    peso relacionado com o tempo de incubao.

    Aos fatores de degradao j mencionados, adiciona-se tambm o fator biolgico causado

    pela ao do fouling. O termo pode-se traduzir literalmente com a palavra sujidade ou

    incrustao e refere-se aos problemas gerados pela acumulao de organismos vivos,

    animais ou vegetais (biofouling) ou de outros materiais nas superfcies, em particular aquelas

    que esto submersas em gua. O fouling pode criar condies anaerbicas ou de areao

    diferenciada, no mbito das quais originam-se cidos orgnicos, que afetam as armaduras,

    promovendo a corroso e por consequncia a degradao da estrutura.

    No interior dos sistemas de saneamento um outro problema pode ser causado pela

    presena de sulfatos nas guas residuais. O io sulfato transportado para o interior da

    matriz cimentcia da gua reage com o hidrxido de cal e forma gesso. Este reage por sua

    vez com os aluminados de clcio hidratados (C-A-H) formando etringite secundria que,

    aumentando de volume, cria fortes presses interiores, provocando delaminao, fissuraes

    e destacamentos na superfcie (o ataque do sulfato s estruturas em beto amplamente

    tratado no caderno tcnico intitulado A degradao do beto).

    Alm das causas tratadas, a degradao manifesta-se quando as estruturas sofrem uma

    diminuio das suas prestaes mecnicas. A idade, a ligao de novas condutas ou as

    alteraes do trfego nas redes virias sobrejacentes, enfraquecem as estruturas e criam

    solicitaes que podem provocar roturas, fissuraes, destacamentos ou, nos casos mais

    graves, o seu colapso.

  • 6|

    figura 2Esboo simplificado da rotura

    por fadiga de uma conduta

    Estrada

    Terreno

    Beto

    Corroso do beto por causa do cido sulfrico

    Condiesaerbicas

    Condiesanaerbicas

    Conduta em betoEsgoto

    Esgoto

    Sedimentos

    Conduta em beto SO4

    ProtenasSulfuretos

    H2SO

    4

    cido sulfdrico H2S

    Processo deoxidao

    Sedimentos

  • |7

    A reabilitao dos sistemas de saneamento

    Argamassas Mapei para a reabilitao dos sistemas de saneamento

    SEW

    AMEN

    T 1

    SEW

    AMEN

    T 2

    SEW

    AMEN

    T 10

    SEW

    AMEN

    T 40

    SEW

    AMEN

    T 10

    0

    MAP

    EGRO

    UT

    FMR

    + F

    IBRE

    FF

    MAP

    EGRO

    UT S

    V

    MAP

    EGRO

    UT S

    V FI

    BRE

    + F

    IBRE

    R38

    MAP

    E-AS

    PHAL

    T RE

    PAIR

    0/8

    Reabilitao de esgotos

    Reabilitao de caixas de visita e tampas

    Tixotrpica

    Fluda

    De presa normal

    De presa rpida

    Barramento

    Adesivo

    Betumao juntas

    Resistente ao ataque dos cidos

    Classificao segundo 1504R4

    EN (1504-3)R4

    EN (1504-3)R4

    EN (1504-3)

    Aplicao

    colher de pedreiro/esptula

    projeo

    via seca

    via hmida

    3| Produtos para a reabilitao dos sistemas de saneamento

    SEWAMENT 1

    SEWAMENT 2

    SEWAMENT 3 PRIMER

    SEWAMENT 10

    SEWAMENT 40

    SEWAMENT 100

    MAPEGROUT FMR

    MAPEGROUT SV

    MAPEGROUT SV FIBER

    MAPE-ASPHALT REPAIR 0/8

    tabela 1

  • 8|

    3.1| Produtos da linha SEWAMENT COLAGEM DOS REVESTIMENTOS COM SEWAMENT 1

    Descrio: adesivo cimentcio de elevadas prestaes, de presa rpida,

    deslizamento nulo e elevada resistncia qumica, para o assentamento de

    revestimentos cermicos em estaes de tratamento e esgotos.

    Particularmente indicado para: o assentamento de revestimentos em grs

    porcelnico, cermica, clinker e tijolos em esgotos realizados em beto vazado em

    obra ou prefabricado.

    SEWAMENT 1 est classificado segundo a EN 12004 como adesivo cimentcio (C) melhorado (2)

    com deslizamento vertical nulo (T) de presa rpida (F), da classe C2FT.

    SEWAMENT 1 um p cinzento composto por ligantes hidrulicos especiais, inertes

    selecionados em curva granulomtrica, resinas sintticas e aditivos. Misturado com gua,

    transforma-se num adesivo de consistncia plstica, fcil de trabalhar com esptula dentada.

    Pode ser utilizado para camadas de assentamento de 3 a 15 mm. Graas sua composio

    resistente agresso qumica produzida pelo cido sulfrico provocada pela oxidao

    bactrica do cido sulfdrico derivante da fermentao anaerbica dos esgotos civis

    e industriais. A elevada resistncia agresso qumica, pouco usual para um adesivo

    cimentcio, foi avaliada submetendo SEWAMENT 1 a condies de agressividade muito

    superiores relativamente aquelas que existem nos sistemas de saneamento de uma grande

    cidade industrial.

    foto 4Assentamento de ladrilhos

    cermicos com SEWAMENT 1

  • |9

    A reabilitao dos sistemas de saneamento

    SEWAMENT 1 apresenta as seguintes caractersticas prestacionais:

    3.1.1| Betumao dos revestimentos com SEWAMENT 2 Descrio: argamassa cimentcia de elevadas prestaes para a betumao de

    revestimentos cermicos em sistemas de saneamento e condutas de esgotos (largura

    da junta at 15 mm).

    Particularmente indicado para: betumao de revestimentos anticidos como

    grs porcelnico, cermica, clinker e tijolos, quer para pavimento quer para parede,

    utilizados na reabilitao de sistemas de saneamento e condutas de esgotos em

    beto vazado em obra ou prefabricado.

    Caractersticas Prestao de produto

    Massa volmica da mistura (g/cm3): 1,7

    pH da mistura: > 12

    Tempo aberto: ~ 20

    Transitabilidade (trfego pedonal): ~ 4 h

    Tempo de espera para a betumao: ~ 4 h

    Durao da mistura (+23C e 50% H.R.) 30 - 40

    Temperatura de aplicao: de +5C a +30C

    Aderncia ao suporte segundo a norma EN 12004 (N/mm2)- aps 24 h:- aps 28 dias:- aps imerso em gua:- aps ao do calor:

    ~ 1,3~ 1,7~ 1,1~ 1,5

    Consumo (kg/m2): cerca de 1,4 (por mm de espessura)

    tabela 2

    foto 5Betumao das juntasdo revestimento cermicocom SEWAMENT 2

  • 10|

    SEWAMENT 2 composto por uma mistura de cimentos especiais, inertes selecionados em

    curva granulomtrica, aditivos retentores de gua e polmeros em p, resistente agresso

    qumica produzida pelo cido sulfrico provocada pela oxidao bactrica do cido sulfdrico

    derivante da fermentao anaerbica dos esgotos civis e industriais.

    SEWAMENT 2, misturado com gua, transforma-se num betume de consistncia plstica,

    fcil de trabalhar, indicado para juntas at 15 mm de largura. Se aplicado corretamente,

    permite obter juntas com timas resistncias qumicas ao contacto com as guas residuais

    fortemente cidas, elevadas resistncias s sulfobactrias e abraso produzida pelas guas

    com elevados contedos de areia. Apresentando baixas retraes, no manifesta problemas

    de fissurao.

    3.1.2| Preparao do suporte com SEWAMENT 3 PRIMER (s em caso de aplicao manual de SEWAMENT 10) Descrio: argamassa cimentcia monocomponente a utilizar como primrio de

    aderncia, antes da aplicao manual de SEWAMENT 10.

    Particularmente indicado para: deve ser sempre utilizado como ponte de aderncia

    no ciclo de reabilitao manual de cubas, paredes e pavimentos de condutas de esgotos

    em beto e alvenaria, sistemas de saneamento, canais de recolha das guas negras de

    indstrias zootcnicas.

    SEWAMENT 3 PRIMER utiliza-se para melhorar a aderncia ao suporte de SEWAMENT 10,

    quando a interveno de reabilitao for executada manualmente com colher de pedreiro.

    Aps ser misturado com gua, SEWAMENT 3 PRIMER transforma-se numa argamassa de

    consistncia fluda, fcil de aplicar com pincel, que, aps endurecimento, garante uma tima

    aderncia ao suporte de SEWAMENT 10.

    foto 6Aplicao a pincel

    de SEWAMENT 3 PRIMER

  • |11

    A reabilitao dos sistemas de saneamento

    3.1.3| Reabilitao com SEWAMENT 10 Descrio: argamassa cimentcia monocomponente fibrorreforada, para a

    reabilitao e proteo de sistemas de saneamento e condutas de esgotos.

    Particularmente indicado para: revestimento anticorrosivo interior de tanques em

    beto degradado pela agresso qumica das guas residuais urbanas ou mistas,

    urbano/industrial. Revestimento anticido e anti-desgaste de condutas em beto

    armado para o transporte de guas residuais com elevado contedo de elementos

    slidos em suspenso. Execuo ou reconstruo das paredes impermeveis das

    condutas de esgotos. Enchimento rgido de juntas de elementos em beto

    prefabricado em esgotos (caixas de visita). Enchimento rgido de juntas de estruturas

    em vazamentos de beto para tanques e sistemas de saneamento.

    SEWAMENT 10 utiliza-se para a reabilitao do beto degradado em sistemas de

    saneamento das guas residuais urbanas. Reabilitao e proteo de condutas de esgotos e

    sistemas de saneamento em beto, quer vazado em obra, quer prefabricado. SEWAMENT 10

    pode ser aplicado numa espessura mxima por camada no superior a 20 mm.

    Graas sua composio, SEWAMENT 10 resistente agresso qumica produzida

    pelo cido sulfrico provocada pela oxidao bactrica do cido sulfdrico derivado da

    fermentao anaerbica dos esgotos civis e industriais. A elevada resistncia agresso

    qumica, pouco usual para uma argamassa cimentcia, foi confirmada e certificada pelo

    Departamento de Microbiologia do Instituto de Botnica da Universidade de Hamburgo, que

    submeteu SEWAMENT 10 a condies de agressividade oito vezes superiores relativamente

    a aquelas que, geralmente, existem nos sistemas de saneamento de uma grande cidade

    industrial.

    Graas aos resultados obtidos SEWAMENT 10 indicado para a reabilitao, realizada de

    forma manual ou por projeo por via hmida, de sistemas de saneamento degradados.

    foto 7Aplicao por projeode SEWAMENT 10numa conduta de esgoto

  • 12|

    SEWAMENT 10 apresenta as seguintes caractersticas prestacionais:

    3.1.4| Reabilitao com SEWAMENT 40 Descrio: argamassa cimentcia monocomponente fibrorreforada, de presa e

    endurecimento rpidos, para a reabilitao e proteo anticida de sistemas de

    saneamento e condutas de esgotos, mediante aplicao manual ou por projeo.

    Particularmente indicado para: reabilitao do beto submetido corroso cida

    dos esgotos. Revestimento interior de tanques em beto degradado pela agresso

    qumica das guas residuais urbanas ou mistas e urbano/industriais. Revestimento

    anticido e anti-desgaste de condutas em beto armado para o transporte de guas

    residuais com elevado contedo de elementos slidos em suspenso. Enchimento

    rgido de juntas de elementos em beto prefabricado em esgotos.

    SEWAMENT 40 utiliza-se para a reabilitao manual ou por projeo por via seca do beto

    degradado em sistemas de saneamento das guas residuais urbanas. Reabilitao parcial

    ou total de condutas de esgotos em beto ou alvenaria, mediante aplicao manual ou por

    projeo por via seca .

    SEWAMENT 40 pode ser aplicado numa espessura mxima no superior a 20 mm. Graas

    sua composio, SEWAMENT 40 resistente agresso qumica produzida pelo cido

    sulfrico provocada pela oxidao bacteriana do cido sulfdrico derivado da fermentao

    anaerbica dos esgotos civis e industriais. A elevada resistncia agresso qumica, pouco

    usual para uma argamassa cimentcia, foi confirmada e certificada pelo Departamento

    de Microbiologia do Instituto de Botnica da Universidade de Hamburgo, que submeteu

    SEWAMENT 40 a condies de agressividade oito vezes superiores relativamente a aquelas

    Caractersticas Prestao de produto

    Massa volmica da mistura (kg/m3): 2.000 2.200

    pH da mistura: > 12

    Tempo de trabalhabilidade: 60 (a +5C), 45 (a +23C), 30 (a +30C)

    Resistncia compresso (+23C e 50% H.R.) (N/mm2): > 35 (aps 28 dias)

    Resistncia flexo (+23C e 50% H.R.) (N/mm2): > 6 (aps 28 dias)

    Resistncia compresso (+10C e 90% H.R.) (N/mm2): > 15 (aps 7 dias)

    Resistncia flexo a (+10C e 90% H.R.) (N/mm2): > 4 (aps 7 dias)

    Tempo para a colocao em exerccio: 10 dias (a +5C)7 dias (a +10C)3 dias (a +20C)

    Aderncia direta ao beto a (+23C e 50% H.R.) (N/mm2)- Aplicao manual sobre suporte tratado com SEWAMENT 3 PRIMER:- Aplicao por projeo sobre suporte no tratado com SEWAMENT 3 PRIMER:

    > 1,5 (aps 28 dias)> 1,5 (aps 28 dias)

    Consumo (kg/m2): cerca de 18,5 (por cm de espessura)

    tabela 3

  • |13

    A reabilitao dos sistemas de saneamento

    que, geralmente, existem nos sistemas de saneamento de uma grande cidade industrial.

    Graas aos resultados obtidos, SEWAMENT 40 indicado para a reabilitao, realizada de

    forma manual ou por projeo por via seca, de sistemas de saneamento degradados.

    SEWAMENT 40 apresenta as seguintes caractersticas prestacionais:

    foto 8Paredes de uma condutareabilitadas comSEWAMENT 40

    Caractersticas Prestao de produto

    Massa volmica da mistura (kg/m3): 2.000 2.200

    pH da mistura: > 13

    Tempo de trabalhabilidade: 40 (a +5C), 15 (a +23C), 10 (a +30C)

    Resistncia compresso (+23C e 50% H.R.) (N/mm2): > 40 (aps 28 dias)

    Resistncia flexo (+23C e 50% H.R.) (N/mm2): > 7 (aps 28 dias)

    Resistncia compresso (+10C e 90% H.R.) (N/mm2): > 15 (aps 8 h)

    Resistncia flexo (+10C e 90% H.R.) (N/mm2): > 4 (aps 8 h)

    Tempo para a colocao em exerccio: 10 h (a +5C), 8 h (a +10C), 4 h (a +20C)

    Aderncia direta ao beto a (+23C e 50% H.R.) (N/mm2):- aplicao manual sobre suporte tratado com o mesmo produto aplicado com consistncia fluda:- aplicao por projeo sobre beto rugoso saturado com gua com superfcie seca:

    > 1,5 (aps 24 h)

    > 1,5 (aps 28 dias)

    Consumo (kg/m2): cerca de 18,7 (por cm de espessura)

    tabela 4

  • 14|

    3.1.5| Reabilitao com SEWAMENT 100 Descrio: argamassa cimentcia bicomponente fibrorreforada anticida, para

    a reabilitao e proteo de sistemas de saneamento e condutas de esgotos,

    mediante aplicao manual ou por projeo por via hmida.

    Particularmente indicado para: reabilitao do beto submetido corroso

    cida dos esgotos. Revestimento anticorrosivo interior de tanques em beto

    degradado pela agresso qumica das guas residuais urbanas ou mistas, urbano/

    industriais. Revestimento anticido e anti-desgaste de condutas em beto armado

    para o transporte de guas residuais com elevado contedo de elementos slidos

    em suspenso. Revestimento anticido de cubas de condutas de esgotos.

    Revestimento anti-desgaste de pavimentos de condutas com elevado transporte de

    materiais slidos em suspenso. Camada anti-desgaste para docas de esgotos.

    Enchimento rgido de juntas de elementos em beto prefabricado em esgotos.

    SEWAMENT 100 utiliza-se para a reabilitao do beto degradado em sistemas de

    saneamento das guas residuais urbanas. Reabilitao e proteo de condutas de esgotos e

    sistemas de saneamento em beto, quer vazado em obra, quer prefabricado.

    SEWAMENT 100 pode ser aplicado numa espessura mxima por camada no superior a 35 mm.

    Graas sua composio e sua total impermeabilidade (segundo DIN 1048), SEWAMENT 100

    resistente agresso qumica produzida pelo cido sulfrico provocada pela oxidao bacteriana

    do cido sulfdrico derivado da fermentao anaerbica dos esgotos civis e industriais.

    A elevada resistncia agresso qumica, pouco usual para uma argamassa cimentcia, foi

    confirmada e certificada pelo Departamento de Microbiologia do Instituto de Botnica da

    Universidade de Hamburgo, que submeteu SEWAMENT 100 a condies de agressividade

    oito vezes superiores relativamente a aquelas que, geralmente, existem nos sistemas de

    foto 9Aplicao por projeo

    de SEWAMENT 100

  • |15

    A reabilitao dos sistemas de saneamento

    saneamento de uma grande cidade industrial.

    Graas aos resultados obtidos, SEWAMENT 100 indicado para a reabilitao, realizada de

    forma manual ou por projeo por via hmida, de sistemas de saneamento degradados.

    SEWAMENT 100 apresenta as seguintes caractersticas prestacionais:

    3.2| Produtos da linha MAPEGROUT REABILITAO COM MAPEGROUT FMR

    Descrio: argamassa tixotrpica bicomponente de retrao controlada resistente

    aos sulfatos, reforado com fibras flexveis em liga metlica, particularmente indicada

    para a reabilitao de estruturas em beto onde requerida uma maior flexibilidade.

    Caractersticas Prestao de produto

    Massa volmica da mistura (kg/m3): 2.100

    pH da mistura: > 13

    Tempo de trabalhabilidade: 60 (a +5C), 45 (a +23C), 30 (a +30C)

    Resistncia compresso (+23C e 50% H.R.) (N/mm2): > 50 (aps 28 dias)

    Resistncia flexo (+23C e 50% H.R.) (N/mm2): > 10 (aps 28 dias)

    Mdulo elstico compresso (N/mm2): 20.000 22.000 (aps 28 dias)

    Tempo para a colocao em exerccio: 5 dias

    Aderncia direta ao beto a (+23C e 50% H.R.) (N/mm2):- aplicao manual:- aplicao por projeo:

    > 2 (rotura do suporte aps 28 dias)> 2 (rotura do suporte aps 28 dias)

    Consumo (kg/m2): cerca de 21 (por cm de espessura)

    tabela 5

    foto 10Aplicao por projeo deMAPEGROUT FMR numa conduta de esgotos

    foto 11Pormenor de fibrasem liga metlica

  • 16|

    Particularmente indicado para: reconstruo da camada de recobrimento de

    estruturas em cimento armado. Reabilitao de superfcies sujeitas forte abraso

    e choque (canais, pavimentaes industriais, rampas). Regularizao de paredes de

    diafragmas e galerias.

    Com MAPEGROUT FMR realiza-se a reabilitao de estruturas com beto degradado, quer

    em superfcies verticais, horizontais ou tetos. A argamassa caracterizada por melhores

    prestaes mecnicas flexo, compresso e elevada capacidade de resistir aos choques.

    Para garantir a uma expanso do ar durante os primeiros dias de cura, o produto pode ser

    aditivado com MAPECURE SRA, aditivo especial lquido capaz de reduzir a retrao hidrulica

    e a formao de microfissuras. As fibras flxiveis em metal conferem argamassa melhores

    prestaes em termos de flexibilidade e incrementam sensivelmente a sua capacidade de

    resistir ao choque. A aplicao pode ser executada com mtodo tradicional com colher de

    pedreiro ou por projeo com mquina de projetar, numa espessura mxima por camada

    no superior a 50 mm. As superfcies de beto alvo da interveno de reconstruo, devero

    ser tornadas speras para que na argamassa, por via dos elevados valores de aderncia e

    o notvel contedo de fibras, se desenvolva uma coao interior que, por conceito, pode

    ser comparada com aquela que se verifica no beto atravs da pr compresso. O produto

    responde aos requisitos mnimos requeridos pela EN 1504-3 para argamassas estruturais da

    classe R4.

  • |17

    A reabilitao dos sistemas de saneamento

    MAPEGROUT FMR apresenta as seguintes caractersticas prestacionais:

    CaractersticasMtodo de

    ensaio

    Requisitos mnimos segundo a EN 1504-3

    para argamassas da classe R4

    Prestao de produto

    Massa volmica da mistura (kg/m3): / / 2.200

    pH da mistura: / / > 12,5

    Durao da mistura: / / cerca de 1 h (a +20C)

    Resistncia compresso (MPa): EN 12190 45 (aps 28 dias) > 64 (aps 28 dias)

    Resistncia flexo (MPa): EN 196/1 / 11 (aps 28 dias)

    Mdulo elstico compresso (GPa): EN 13412 20 (aps 28 dias) 27 (aps 28 dias)

    Aderncia ao suporte (MPa): EN 1542 2 (aps 28 dias) > 2 (aps 28 dias)

    Resistncia fissurao: O Ring Test /nenhuma fissura aps 180 dias

    Resistncia carbonatao acelerada: EN 13295

    profondidade de carbonatao do beto de referncia (tipo MC 0,45 relao a/c=0,45)

    segundo UN 1766

    especificao ultrapassada

    Impermeabilidade gua - profondidade de penetrao - (mm):

    EN 12390/8 / < 5

    Absoro capilar (kg/m2 h0,5): EN 13057 0,5 < 0,08

    Resistncia extrao das barras de ao- tenso de aderncia - (MPa):

    RILEM-CEB-FIP RC6-78

    / > 25

    Compatibilidade trmica aos ciclos de gelo-degelo com sais descongelantes medida como aderncia EN 1542 (MPa):

    EN 13687/1 2 (aps 50 ciclos) > 2

    Reao ao fogo: EN 13501-1 Euroclasse A1

    Consumo (kg/m2): / /19

    (por cm de espessura)

    Caractersticas das fibras

    Relao comprimento dimetro l/d: / / 125

    Comprimento (mm): / / 30

    Resistncia trao (MPa): / / > 1.900

    Caractersticas mecnicas utilizando 17% de gua:

    tabela 6

  • 18|

    3.2.1| Reabilitao de caixas de visita, tampas e pavimentos de condutas com MAPEGROUT SV Descrio: argamassa cimentcia fluda de retrao controlada, de presa e

    endurecimento rpidos, para a reabilitao de beto e a fixao de caixas de visita,

    tampas e mobilirio urbano.

    Particularmente indicado para: reabilitao de pavimentos em beto

    ou pavimentaes em geral que devem ser utilizadas em tempos rpidos. Fixao

    rpida de tampas de caixas de visita.

    Com MAPEGROUT SV realiza-se a reabilitao de estruturas com beto degradado que requerem a

    utilizao de argamassas fludas. Variando oportunamente a quantidade de gua, MAPEGROUT SV

    toma uma consistncia fluda ou superfluida que torna a argamassa adequada para ser vertida, mesmo

    em espessuras elevadas (at 5 cm), sem risco de segregao, dentro de uma cofragem oportunamente

    predisposta. Para enchimentos superiores aos 5 cm, ao MAPEGROUT SV devem ser adicionados 40%

    de inertes 6-10. Graas ao rpido endurecimento, torna-se transitvel, mesmo por meios com rodas,

    aps cerca de 2 horas da sua aplicao a uma temperatura de 20C. A particular composio e os

    aditivos especiais contidos, conferem ao produto elevadas prestaes mecnicas, mesmo ao longo

    prazo, impermeabilidade gua e notvel resistncia abraso. O produto responde aos requisitos

    mnimos requeridos pela EN 1504-3 para argamassas estruturais da classe R4.

    foto 12Preparao da superfcie para a

    reparao de uma tampa de visita

    foto 13Tampa de visita fixada ao

    pavimento com MAPEGROUT SV

  • |19

    A reabilitao dos sistemas de saneamento

    MAPEGROUT SV apresenta as seguintes caractersticas prestacionais:

    CaractersticasMtodo

    de ensaio

    Requisitos mnimossegundo a EN 1504-3 para argamassas da classe R4

    Prestao de produto

    Massa volmica da mistura (kg/m3): / / 2.300

    pH da mistura: / / > 12

    Temperatura de aplicao permitida: / / de +5C a +35C

    Temperatura de aplicao: / / +5C +10C +20C

    Durao da mistura: / / 60 20 15

    Fim de presa: 100 60 35

    Caractersticas mecnicas utilizando 13% de gua:

    Temperatura de aplicao: +5C +10C +20C

    Resistncia compresso (MPa): EN 12190 45 (aps 28 dias)

    2 h 4 15 20

    4 h 20 25 25

    1 gg 34 34 34

    7 dias 45 45 45

    28 dias 55 55 55

    Resistncia flexo (MPa): EN 196/1 /

    2 h 2 4 4

    4 h 4 5 5

    1 dia 7 7 7

    7 dias 8 8 8

    28 dias 9 9 9

    Mdulo elstico compresso (GPa): EN 13412 20 (aps 28 dias) 25 (aps 28 dias)

    Aderncia ao suporte (MPa): EN 1542 2 (aps 28 dias) > 2 (aps 28 dias)

    Resistncia carbonatao acelerada: EN 13295

    profondidade de carbonatao de beto de referncia (tipo MC 0,45 relao a/c=0,45)

    segundo UN 1766

    especificao ultrapassada

    Compatibilidade trmica aos ciclos de gelo-degelo com sais descongelantes medida como aderncia EN 1542 (MPa):

    EN 13687/1

    2 (aps 50 ciclos) > 2

    Reao ao fogo: EN 13501-1 Euroclasse A1

    Consumo (kg/m2): / / cerca de 20 (por cm de espessura)

    Composio e caractersticas do microbeto base de MAPEGROUT SVComposio da mistura: 100 partes de MAPEGROUT SV 40 partes de inertes 6-10 14 partes de gua

    Massa volmica da mistura (kg/m3): EN 12350-6 / 2.360

    Consistncia da mistura (slump em cm): EN 12350-6 / 25

    Resistncia compresso (MPa):EN

    12390-3/

    +5 +10 +20

    1 h - - 15

    2 h 4 14 20

    4 h 20 25 34

    Consumo (kg/m2):14,5 por cm de espessura

    (5,7 de inertes 6-10)

    tabela 7

  • 20|

    3.2.2| Reabilitao de caixas de visita, tampas e pavimentos de condutas com MAPEGROUT SV FIBER Descrio: argamassa cimentcia fluda de retrao controlada, fibrorreforada

    com fibras rgidas em ao, de presa e endurecimento rpidos e elevada ductilidade,

    para aplicaes at -5C, a misturar para a reabilitao de beto.

    Particularmente indicado para: reabilitao de estruturas em beto, onde

    particulares espessuras e especificaes de degradao impem a utilizao de

    argamassas fludas, mesmo com baixas temperaturas. Reabilitao de

    pavimentaes em beto. Reabilitao de estruturas hidrulicas (evacuadores de

    cheias, canais, condutas foradas).

    Com MAPEGROUT SV FIBER realizam-se vazamentos em cofragens, numa espessura entre

    10 e 50 mm.

    Misturado com gua, MAPEGROUT SV FIBER transforma-se numa argamassa fluda,

    adequada para ser aplicada mediante vazamento em cofragens oportunamente predispostas,

    se o risco de segregao, numa espessura entre 10 e 50 mm.

    Para espessuras superiores a 50 mm, a argamassa deve ser aditivada de 30 a 50% em peso

    do produto com inertes de granulometria adequada espessura pretendida. O vazamento

    dever ser oportunamente contrastado com armadura metlica introduzida a cerca metade

    da espessura e ligada s armaduras velhas existentes. Por fim ser necessrio saturar com

    gua as superfcies alvo da reconstruo.

    O produto responde aos requisitos mnimos requeridos pela EN 1504-3 para argamassas

    estruturais da classe R4.

    foto 14Reabilitao de um pavimento

    em beto com MAPEGROUT SV FIBER

    foto 15Permenor de fibras rgidas

    em ao latonado

  • |21

    A reabilitao dos sistemas de saneamento

    MAPEGROUT SV FIBER apresenta as seguentes caractersticas prestacionais:

    CaractersticasMtodo

    de ensaio

    Requisitos mnimossegundo a EN 1504-3 para argamassas da classe R4

    Prestao de produto

    Massa volmica da mistura (kg/m3): / / 2.350

    pH da mistura: / / > 12

    Temperatura de aplicao permetida: / / de -5C a +35C

    Durao da mistura: / / cerca de 20 (a +20C)

    Caractersticas mecnicas utilizando 13,5% de gua:

    Temperatura de aplicao: -5C 0C +20C

    Resistncia compresso (MPa): EN 12190 45 (aps 28 dias)

    2 h 10 14 234 h 15 18 308 h 18 23 40

    1 dia 27 32 507 dias 57 60 6528 dias 70 70 70

    Resistncia flexo (MPa): EN 196/1 /

    20C

    1 dia 157 dias 18

    28 dias 20

    Mdulo elstico compresso (GPa): EN 13412 20 (aps 28 dias) 29 (aps 28 dias)

    Aderncia ao suporte (MPa): EN 1542 2 (aps 28 dias) > 2 (aps 28 dias)

    Resistncia fissurao:O Ring Test

    /nenhuma fissura aps

    180 dias

    Resistncia carbonatao acelerada: EN 13295profondidade de carbonatao do beto de referncia (tipo MC 0,45 relao a/c=0,45)

    segundo UN 1766

    especificao ultrapassada

    Impermeabilidade gua-profondidade de penetrao - (mm):

    EN 12390/8 / < 5

    Absoro capilar (kg/m2 h0,5): EN 13057 0,5 < 0,35

    Resistncia extrao das barras de ao- tenso de aderncia - (MPa):

    RILEM-CEB-FIP RC6-78

    / > 25

    Compatibilidade trmica aos ciclos de gelo-degelo com sais descongelante medida como aderncia EN 1542 (MPa):

    EN 13687/1 2 (aps 50 ciclos) > 2

    ndice de tenacidade:- cargo da primeira fissurao:- ndice de tenacidade:

    ASTM C1018

    nenhum> 20 kNI20

    > 20

    Reao ao fogo: EN 13501-1 Euroclasse A1

    Consumo (kg/m2): / / cerca de 20 (por cm de espessura)

    Caractersticas das fibras

    Comprimento (mm): / / 30

    Dimetro (mm): / / 0,38

    Resistncia trao (MPa): / / > 2.600

    tabela 8

  • 22|

    3.3| MAPE-ASPHALT REPAIR 0/8 APLICAO DE MAPE-ASPHALT REPAIR 0/8 Descrio: asfalto reativo monocomponente pronto a usar, a aplicar a frio, para a reparao de buracos em estradas e a fixao de tampas de caixas de visita. Particularmente indicado para: reparao rpida de pavimentaes de estradas e pavimentos industriais em asfalto, sem interrupo do trfego e para a fixao de tampas de caixas de visitas, aps a aplicao de MAPEGROUT SV.

    Graas a um processo qumico especial MAPE-ASPHALT REPAIR 0/8 endurece em contacto

    com o ar e a gua, permitindo a reparao rpida de estradas, sem interrupo do trfego.

    Com MAPE-ASPHALT REPAIR 0/8 possvel reparar buracos com espessura entre 20 e

    70 mm numa s camada. Para o enchimento de cavidades maiores possvel realizar mais

    camadas sobrepostas de produto, tendo o cuidado em molhar e compactar cada camada.

    MAPE-ASPHALT REPAIR 0/8, aps endurecido, no sofre qualquer amolecimento, mesmo

    com temperaturas elevadas, resiste ao gelo e chuva, garantindo um resultado duradouro e

    estvel no tempo, em todo, similar a um asfalto tradicional aplicado quente.

    MAPE-ASPHALT REPAIR 0/8 apresenta as seguintes caractersticas prestacionais:

    foto 16Aplicao

    de MAPE-ASPHALT REPAIR 0/8

    Caractersticas Prestao de produto

    Massa volmica da mistura (g/cm3): 2,3

    Temperatura de aplicao permitida: de +5C a +35C

    Temperatura de amolecimento no estado endurecido: 70-75C

    Transitabilidade: imediata

    Consumo: cerca de 23 kg/m2 por cm de espessura (cerca de 11 l de volume por balde)

    tabela 9

  • |23

    A reabilitao dos sistemas de saneamento

    Notas:

  • 24|

    Notas:

  • Lusomapei S.A. - Business Parque Tejo XXI - EN 1 - km 29 2600-659 Castanheira do Ribatejo

    Tel. 263 860 360 - Fax. 263 860 369 - www.mapei.pt - [email protected]

    MK

    7029

    60 (P

    ) 2/1

    7

    A reabilitao dos sistemas de saneamento

    ADESIVOS IMPERMEABILIZANTES PRODUTOS QUMICOS PARA A CONSTRUO