Abordagem Classica Da Administracao

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UMA ABORDAGEM CLÁSSICA DA ADMINISTRAÇÃO Como a administração é uma disciplina aplicada, voltada para resultados práticos é sempre melhor fazer um estudo ou uma especie de resumo das teorias passadas, mas este estudo é importante por diversas razões dentre elas se destacam as seguentes: a) As teorias guiam as decisões da administração Os estudos das teorias nos ajudam a compreender os processos fundamentais e, baseados nisso, a escolher uma linha eficaz de acção. Na sua essência uma teoria é um conjunto corrente de pressupostos elaborados para explicar as relações entre dois ou mais factos observaveis. Portanto as teorias validas permite nos prever o que acontecerá sobre certas situações. b) As teorias dão forma á nossa visão das organizações O estudo das teorias de administração também mostra de onde retiram algumas ideias sobre as organizações e sobre as pessoas que participam delas. Veja um exemplo simples, a linha de montagen de Herry Ford. Ela é uma aplicação bastante pratica da teoria de administração cientifica, a idéia de que os administradores podem determinar cientificamente o melhor modo de se realizar qualquer tarefa. c) As teorias nos conscientizam do ambiente empresarial A mediada que vamos estudando diferentes teorias, notamos que cada uma delas é o produto do seu proprio ambiente, da forças sociais, económica, politica e tecnologicas presentes num dado 1

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UMA ABORDAGEM CLSSICA DA ADMINISTRAO Como a administrao uma disciplina aplicada, voltada para resultados prticos sempre melhor fazer um estudo ou uma especie de resumo das teorias passadas, mas este estudo importante por diversas razes dentre elas se destacam as seguentes: a) As teorias guiam as decises da administrao Os estudos das teorias nos ajudam a compreender os processos fundamentais e, baseados nisso, a escolher uma linha eficaz de aco. Na sua essncia uma teoria um conjunto corrente de pressupostos elaborados para explicar as relaes entre dois ou mais factos observaveis. Portanto as teorias validas permite nos prever o que acontecer sobre certas situaes. b) As teorias do forma nossa viso das organizaes O estudo das teorias de administrao tambm mostra de onde retiram algumas ideias sobre as organizaes e sobre as pessoas que participam delas. Veja um exemplo simples, a linha de montagen de Herry Ford. Ela uma aplicao bastante pratica da teoria de administrao cientifica, a idia de que os administradores podem determinar cientificamente o melhor modo de se realizar qualquer tarefa. c) As teorias nos conscientizam do ambiente empresarial A mediada que vamos estudando diferentes teorias, notamos que cada uma delas o produto do seu proprio ambiente, da foras sociais, econmica, politica e tecnologicas presentes num dado tempo e lugar. Este conhecimento ajudanos a saber porque que certas teorias so apropriadas a diferentes circunstancias. d) As teorias so uma fonte de novas ideias Como notavel as teorias nos do a chance de assumir um ponto de vista diferente com relao as situaes do quotidiano. Por mais que nos sinta-mos confortavel com uma teoria no com a outra importante perceber que no ha nenhuma teoria geral unificado ou denominado a este campo de conhecimento.

1. ADMINISTRAO CIENTFICA1

O fundado da administrao cientfica chama se Frederick Winslow taylor (1856_1915), viveu nos Estados Unidos , na Filadlfia , . Foram dois os periodos de estudo Taylor ,o qual dividem se em primeiro periodo e segundo periodo deTaylor: 1. Primeiro perodo de Taylor O primeiro peropdo de Taylor corresponde pocaaa da publicao do seu livro intitulado shop managment 91903), sobre as tcnicas de racionalizao do operrio , por meio de estudos de tempo e movimentos . Ele comeou por fazer um estudo por baixo , junto com os operrios no nivel de execuo , efectuando um paciente trabalho de anlise das tarefa de cada funcionrio decompondo os seus movimentose processos de trabalho para aperfeio los e racionaliza los. Em essncia Taylor diz em shop managment o seguinte: O objectivo da administrao pagar melhores salrios e reduzir os custos unitrios de produo.

Para realizar tal objectivo , a administrao deve aplicar metodos cientficose estabelecer processos padronizados que permitam o controle dos operrios.

Os empregados devem ser cientficamente selecionados para que as normas possam ser cumpridas.

Os empregados devem ser cientficamente treinados para aperfeioar as suas aptides e execuar uma tarefa para que a produo normal sejam cumpridas.

A administrao precisa criar ma atmosfera de ntima e cordial cooperao com os trabalhadores para garantir a permanncia desse ambiente psicolgico.

2.Segundo periodo de Taylor

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Corresponde publicao do seu livro the principles of scientific management(1911), quando concluiu que a racionalizao do trabalho deve ser acompanhada de uma estruturao geral para tornar corrente a aplicao dos seus principios na empresa como um todo . Para Taylor as industrias de sua poca padeciam de trs males:a) vadiagem sistematica dos opeerrios , que reduziam a produo acerca de um

tero , do que seria normal , para evitar a reduo das tarifas de salrios pela gerncia. b) Desconhecimento, pela gerncia das rotivas de trabalho e do tempo necessrio para a sua realizao.c) Falta de uniformidades das tcnicas e dos mtodos de trabalhp.

A teoria da administrao cientfica surge em parte, da necessidade de se aumentar a produtividade. Nos EUA principalmente havia escassez de m-de-obra especializada durante o inicio do Sec. XX deste modo a unica maneira de expandir a produtividade era aumentar a eficincia dos trabalhadores. Deste modo alguns homens conhecedores do assunto como Frederick W. Taylor, Herry L. Gantt e outros delinearam o conjunto de principios conhecidos como teoria da administrao cientfica. Frederick W. Taylor (1856-1915) baseou seu sistema de administrao no estudos do tempo nas linhas de produo. Ao invs de confiar nos mtodos tradicionais no trabalho, ele analisou e cronometrou os tempos dos movimentos dos operrios siderurgicos realizando uma serie de trabalho. Usando como base o estudo de tempos, ele dividiu cada funo em seus componentes e projetou os mtodos melhores e mais rapidos para executar cada um destes componetes. Com isso Taylor estabeleceu quanto os trabalhadores deveriam ser capazes de produzir com equipamentos e materiais disponiveis, tambm encorajou os patres a pagar aos empregados mais produtivos uma tarifa isto , taxa de pagamento por unidade produzida mais alta para os demais a tarifa mais alta era cuidadosamente calculada e baseada no maior lucro que resultaria de maior produo. Assim os trabalhadores eram incitados a ultrapassar seus padres de desenpenho anterires para ganhar mais. Taylor chamou ao seu modelo de Sistema de tarefas diferenciadas. Ele acreditava que os trabalhadores que3

alcanassem os padres mais elevados no precisariam ter medo de ser despedidos pois as empresas se beneficiariam da sua maior produtividade. Pagamentos maiores eram assegurados porque as tarefas eram cientificamentes corretas estabelecidas num nivel que eram melhor para a empresa e para o trabalhador. Ele ensistia em que ningum seria prejudicado pelo sistema diferenciado porque os trabalhadores que produzissem abaixo dos padres encontrariam outro trabalho em um ou dois dias devido a falta de mo-de-obra de trabalho. Apesar dos mtodos do Taylor ao aumento dramtico da produtividade e a maiores salarios em varios casos, os trabalhadores e os sindicatos comearam a opor se sua abordagem, temendo que se trabalhassem mais intenssamente e mais rapidamente acabariam com o trabalho disponivel, causando demisses. O fato de alguns trabalhadores terem sidos despedidos em algumas empresas que adoptaram o mtodo de Taylor aumentou esse temor ,ao mesmo tempo que as ideias de Taylor se espalhavam tambm se espalhavam as oposies a elas. Em 1912 a resistncia ao taylorismo havia provocado uma greve no Watertown Arsenal, em Massachustts e congressistas contrarios aos mtodos de Taylor convocaram-no para suas ideias e tcnicas. Taylor baseou a sua filosofia em quatro principios basicos:I.

O desenvolvimento de uma verdadeira cincia da administrao, de modo que podesse ser determinado o melhor mtodo para realizar cada tarefa.

II.

A seleo cientfica dos trabalhadores, de modo que cada um deles ficasse responsvel pela tarefa a qual fosse mais bem habilitado.

III. IV.

Educao e desenvolvimento cientfico do trabalhador. Cooperao intima e amigavel entre a adminstrao e os trabalhadores. 2.ADMINISTRAO CIENTFICA Racionalizar as tarefas, isto , utilizar o mtodo cientifico para determinar a melhor

maneira de excutar cada tarefa. O gerente devem projetor o mtodo de trabalho para aumentar a efincincia em sua execuo. Selecionar as pessoas mais adquedas para execuo das tarefas. O gerente deve combinar de cada operario com as demandas de cada trabalho.

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Treinar as pessoas para executar o trabalho de acordo com o metodo estabelecido. O gerente deve ensinar cada operario o uso de mtodos padronizados projetados para o seu trabalho. Monitorar o desenpenho do trabalho para garantir que aquilo que foi planejado foi

realmente executado. Taylor afirmava que o sucesso desses principios exigiam uma completa revuluo mental por parte da administrao e dos trabalhadores. Ao invs de descutir sobre quais seriam seus lucros os dois lado deveriam tentar aumentar a produo; fazendo isso, os lucro cresceriam tanto que trabalhadores e administraco no precisariam brigar por eles. Enfim Taylor acreditava que a administrao e os trabalhadores tinham um interesse comun no aumento da produtividades. 3.Contribuies Da Teoria Da Administrao Cientifica A moderna linha de montagem despeja produtos acabados mais rapidamentes do que Taylor ja mais poderia ter imaginado. Esse milagre de produo apenas um dos legados da administrao cientfica. Alem disso, suas tcnicas de eficincia foram aplicadas a muitas organizaes no-industriais, desde as lanchonetes aos treinamentos dos cirurgies, tornando-os consiente de que qualquer tarefa pode ser realizada de um modo mais eficinte e racional. A influncia da administrao cientfica tambm pode ser vista na nfase que muitas organizaes do ao projeto de trabalho e a seleo e o desenvolvimento cientfico dos trabalhadores. Assim a administrao cientfica fomentou uma abordagem racional para a soluo dos problemas organizacionais. Mais importante ainda ela estabeleceu os alcerces para a profissionalizao da administrao.

4.Limitaes Da Teoria Da Administrao Cientfica Este tipo de administrao foi limitada por se basear em pressupostos que ela fazia a respeeito dos seres humanos. O modelo do comportamento humano popular na poca dizia que as pessoas eram racionais e motivadas principalmente para a satisfao das suas necessidades econmicas e fisicas. No entanto este modelo no enxergava o desejo de satifao no trabalho e as necessidades sociais dos trabalhadores como grupo, deixando de considerar as tenses criadas quandos essas necessidades eram frustradas.5

Alem do mais, a nfase na produtividadee, por extenso na lucratividade, levava alguns administradores a explorar operrios e clientes, como resultado disto mais trabalhadores entravam para os sindicatos reforando um padro de suspeitas e desconfiana que coloriu a relao entre a administrao e os trabalhadores durante dcadas.

5. Criticas Da Teoria Da Administrao Cientfica

a) Mecanicismo da administrao cientfica A administrao cientca reestringui se s tarefas e aos factores directament realcionados com o cargo e a funo do operrio. Embora a organizao seja constituida por pessoas , deu se pouca atenoao elemento humano e concebeu se a organiza,co como uma maquina , construido por um conjunto de pas especificaes. O facto de supor que o empregado age motivado pelo interesse do ganho material e financeiro, produzindo o maximo possivel mas sem levar em conta outros factores motivacionais importantes foi sem duvida um aspecto mecanicista tipico dessa teoria. b) Superespecializao do operrio Na busca da da eficincia a administrao cientfic preconizava a especializao do operrio por meio da diviso e sub diviso do trabalho de toda operaco em todos os seus elementos constituitivos . essas formas de organizaes de tarefas privam os operrios da satisfao no trabalho e o que pior violam a dignidade humana. O Tayorismo prope diminuir o numero de atribuies de cada individuo e especializar as atribuies e cada chefe . isso a nega,co de apreender a situao total em cada nivel. Qualquer aumento na especializao do trabalho no redunda necessariamente no aumento da produo. c) Viso microscopica do homem e

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A administrao cientfica visualizava cada empregado individualmente , ignorando que o trabalhador um ser humano e social . visualizava o ser humano como uma pessoa preguiosa e ineficiente . O trabalho do homem foi sendo abordado como um processo acessorio da mquina O desempenho humano passou a ser estudado dentro de seus limites fsicos , em termos de carga , velocidade e fadiga .abrangeu se somente a variavel fisiologica do homem. d) Ausncia de comprovao cientifica A administrao cientfica criticada por pretender criar uma cincia sem o cuidado de apresentar comprovao cientifica dos seus principios e argumentos. e) Abordagem incopleta da organizao A administrao cientfica incopleta , parcial e inacabada por se limitar apenas aos aspectos formais da organizao , omitindo a parte informal e os aspectos hiumanos da organizao . tambm omite certas variaveis crticas , como o compromisso pessoal e a orientao professional dos membros da organizao ,o conflito entre objectivos individuais e organizacionais. f) Limitao do campo de aplicao g) Abordagem prescritiva e normativah) A administrao cientfica caracteriza se pela procupao em prescrever princpios

normativos que devem ser aplicados como receituario em todas as circustnciaspara que o administrador sejambem sucedido. uma abordagem com receitas antecipadas , solues enlatadas ne principios que regem o como fazer as coisas dentro da organizao ao invs de explicar seu funcionamento.

i) Abordagem do sistema fechado

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A administrao cientfica visualiza as organizaes como se elas existissem no vcuo ou como se fossem entidades autnomas , absolutas e fechadas a qualquer influncia vinda de fora delas.

CAPITULO2 1.TEORIA CLSSICA DA ADMINISTRAO A administrao cientfica se precupava com o aumento da produtividade da fbrica e do trabalhador individualmente. O outro ramo da admnistrao clssica-a teoria clssica das administrao-surgiu da necessidade de se encontrar linhas mestras para administrar organizaes complexas como as fbricas. Henry Fayol (1841-1925) geralmente venerado como fundador da escola clssica da administrao no por ter sido o primeiro a investigar o comportamento dos administradores, mas por ter sido o primeiro a sistematiza-lo. Fayol acreditava que a boa prtica da administrao segue certos padres que podem ser identificados e analizados, apartir dessa idia ele esquematizou uma tica corrente da administrao, doutrina que at hoje mantm muito a sua fora. Ele tambm acreditava que com previso cientifica e mtodos adequados a administrao, os resultados satisfatorios eram inevitaveis, em sua f no mtodo cientifico Fayol era paracido com o seu contemporneo Taylor. Enquanto este se precupava com funes organizacionais, Fayol se interessava pela organizao total. Apartir da sua experincia de muitos anos como administrador Fayol dividiu as operaes empresariais em 6 actividades intre-relacionadas: I. II. III. IV. V. Tcnica-produo e fabricao de produtos; Comercial-compra de materia-prima e venda de produtos; Finaneira-aquisio e uso de capital; Segurana-proteo dos trabalhadores e propriedades; Contbil;8

VI.

Administrao.

Dentre essas, focalizou a administrao, porque sentia que era o mais negligenciado das operaes empresariais. Fayol tambm apresentou os 14 principios da administrao pois segundo ele precisava aplicar com mais frequncia, e ainda ecolheu cuidadosamente o termo principio, ao invs de regras ou leis justificando do seguente modo: Eu prefiro a palavra principios para evitar qualquer idia de rigidez, j que no h nada rigido ou absoluto nas queste administrativas: tudo uma questo de grau. O mesmo principio dificilmente aplicado duas vezes exatamente do mesmo modo, porque precisamos levar em conta circunstncias diferentes e que se modificam, seres humanos igualmente diferentes e sujeitos a mudanas, e muitos outos elementos variaveis. Os principios so tambm flexiveis, e podem ser adaptados para atender a todas necessidades; somente uma questo de saber como usa-las. Antes do Fayol, acreditava se geralmente que os administrador nascem prontos, e no so feitos. Mas ele insistia, entrentanto, que a administrao era uma habilidade como qualquer outra, uma habilidade que podia ser ensinada, uma vez que se compreende se os seus principios.

2.Os 14 Principios Da Administrao Do Fayol I. Diviso do trabalho: quanto mais as pessoas se especializavam, mais eficientemente podem realizar o seu trabalho. Este principio ilustrado pela moderna linha de montagem. II. Autoridade: os administradores devem dar ordens para que as coisas sejam feitas. Apesar da sua autoridade formal lhe dar o direito de comandar, os administradores nem sempre induziro obedincia, a no ser que tenha tambm autoridade passoal.III.

Disciplina: os menbros de uma organizao precisam de respeitar as regras e acordos que a governam. Para Fayol a disciplina resulta de uma boa liderana em todos os niveis da organizao, de acordos justos e de penalidade jurisdicionamente aplicada, para as infraes.

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IV.

Unidade de comando: cada empregado deve receber instrues de apenas uma pessoa. Fayol acreditava que, quando um empregado respondia a mais de um administrador, o resultado eram instrues conflitantes e confuses de autoridade.

V.

Unidade de direo: dentro da organizao, as operaes que tem os mesmos objectivos devvem ser dirigidas apenas por um administrador usando um unico plano.

VI.

Subordinao do interesse individualao bem comun: em qualquer empreendimento, os interesses dos empregados no devem ter organozao como um todo. precedncia sobres os interesses da

VII.

Remunerao: a compenso pelo trabalho realizado deve ser justa, tanto para os empregados bem como para os empregadores.

VIII.

Centralizao: a diminuio do papel dos subordinados na tomade de desises centralizao; o seu numero descentralizao.

IX.

Hierarquia: a linha de autoridade numa organizao-frequentimente representada hoje em dia pelos quadros e rectas de um organograma-vai, por ordem de escales, da alta administrao at os niveis mais baixos da empresa.

X. XI.

Ordem: os materiais e as pessoas devem estar no lugar certo na hora certa. Equidade: os administradores devem ser amigaveis e justo para com seus subordinados.

XII.

Estabilidade de pessoal: uma alta taxa de rotatividades dos empregados estraga o funcionamneto eficinte de uma organiza.

XIII.

Iniciativa: os subordinados sevem ter liberdade de conceber a concretizar os seus planos, ainda que isso possa resultar alguns erros.

XIV.

Espirito de equipe: a promoo de um espirito de equipe dar um sentido de unidade a organizao. Para Fayol, at mesmo pequenos factores podem ajudar a desenvolver esse espirito.

3.Teoria da administrao Os autores clssicos pretendem criar uma teoria da administrao baseda em diviso do trabalho , especializao , coordenao actividades de linha e de staff.10

1. Adminnistrao como cincia O ponto de partida dos autores da teoria clssica da admniistrao o estudo cientfico da administrao , substituindo o impirismo e a improvisao por tcnicas cientficas . Fayol defendia a necessidade de um ensino organizado e mtodico da administrao , de caracter geral. 2. Teoria da organizao A teoria classica concebe a organizao como uma estrutura . a estrutra organizacional constitui uma cadeia de comando , ou seja uma linha de autoridade que interliga as posies da organizao e define que se subordina a quem.. Para a teroia clssica , a estrutura organizacional analisada de cima para baixo e de todo para as partes ao contrrio da anlise da abordagem cientifica. 3. Diviso do trabalho e especializao A organizao se caracterzava por uma diviso do trabalho claramente definida . a diviso do trabalho conduz a especilizao e diferenciao das tarefas. A diviso do trabalho pode se dar emdas direces :Vertical e horizonta. 4. Coordenao Fayolinclura a coordenao como um dos elementos da administrao , enquato outros autores clssicos a incluem no principio da administrao . Para Fayol a coordenao a reunio , a unificao e a harmonizao de toda actividade e esforo , enquanto para Gulick , se a diviso de trabalho indispensavel a coordenao obrigatria.para Mooney , a coordenao a distribuio ordenada do esforo do gruopo , a fim de obter unidade de aco na consecuo de um fio comum.

4.Contribuies Da Teoria Clssica Da Organizao Bao parte da teoria clssica das organizaes sobreviveu. Por exemplo, o conceito de que as habilidades dos administradores se aplicam a todos os tipos de actividades em grupo no11

minimo aumentou de importancia. O conceito de que certos principios identificaveis so basicos ao comportamento administrativo eficaz, e de que esses principios podem ser ensinados, tambm continua sendo valido. Apesar da teoria clssica da organizao ter sido criticada por outros teorico, ela foi bem recebida durante algum tempo por administradores na pratica. Talvez porque a teoria clssica das organizaes tenha ajudado a isolar para o administrador actuante as principais reas de importancias praticas, acima de tudo a escola clssica das organizaes tornou os administradores conscientes dos tipos basisco de problemas que eles teriam de enfrentar em qualquer organizao. 5.Limintaes Da Teoria Clssica Das Organizaes As criticas a teoria classica das organizaes dizem que ela era mais adequada no passado, quando as organizaes estavam num ambiente relativamente estavel e previsivel, do que no presente quando os ambientes so mais turbulentos. Por exemplo os toricos clssicos insistiam que os administradores mantivessem sua autoridade formal; porem, os empregados de hoje em dia com melhor educao aceitam menos a autoridade formal, especialmente quando aplicada arbitrariamente. As orientaes da organizao clssica tambm tem sido criticadas como sendo generalizadas demais para as organizaoes complexas de hoje em dia, onde a especializao cada vez maior fez com que as linhas de autoridade ficassem indistintas. O engenheiro de manuteno, por exemplo pode receber ordens do gerente de fabrica e do engenheiro-chefe, assim, temos um conflito entre os principios clssicos da diviso do trabalho e da unidade do comando.

6.Critica A Teoria Clssica 1.abordagem simplificada da organizao formal Os autores clssicos concebem a organizao em termos lgicos , formais , rgidos e abstractos sem considerar seu conteudo pscologico e social com a devida importnica . limitam se organizao formal estabelecendo esquemas lgicos e preestabelecidos sendo as12

quais as organizaes devem ser construidos e governados . nesse sentido s~ao preescritivos e normativos. 2.Ausncia de trabalhos experimentais A teoria classica pretendeu elaborar uma ci6encia de administrao para estudar e tytratar da admiistrao substituindo o empirismo e a improvisao por tcnicas cientficas . porm, os autores clssicos fundamentaram os seus conceitos na observao e no senso comum. Seu mtodo impirico e concreto baseado na experincia directa e no pragmatismo e no confrontam a teoria comelementos de prova . 3.Extremo racionalismo na concepo da administrao Os autores clssicos preocupam se com a apresentao racional e lgica das suas proposies sacreficando a clareza das suas ideias .

3.teoria da mquina A teoria clssica recebe a denomina,co da teoria da mquina pelo factoo de considerar a organizao sob o prisma do comportamento mecanico de uma mquina a abordagem mecanica , lgica e deterministica da organizao foi o factor que conduziu erradamente os clssicos busca de uma cincia da administrao. 4.abordagem incopleta da organizao Tal como aconteceu com a administrao cientfica a teoria clssica preocupou se apenas com a organizao formal descuidando se da organizao informal . o foco na forma e nfase na estrutura levaram a exageros. Aesta teoria no ignorava os problemas humanos porm no conseguiu dar um tratamento sistematico a integrao entre pessoas e grupos informais. 6.abordagem do sistema fechado A teoria clssica trata a organizao como seela fosse um sistema fechado , composto de algumas variveis perfeitamente conhecidas eprevisveis e de alguns aspectos que so manipulados , pormeio de prncipios gerais e universais.

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BIBLIOGRAFIA Comportamneto organizacional/ Stephen P. Robbins, 9 edio, So Paulo 2002 Idalberto chiavenato, administrao de empresas -uma abordagem contigencial 3

edio Idalberto chiavenato, teoria geral de administrao 7 edio 2003 14

Administrao, James A. F. Stoner & R. Edward Freeman

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