Aula 02 seguran+ºa em instala+º+áes el+®tricas

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Segurança em Instalações Elétricas – A Norma Regulamentadora 10 Projeto e Instalações Eléticas Prof. João Ricardo da Mata Soares de Souza

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  • 1. Segurana em Instalaes Eltricas A Norma Regulamentadora 10 Projeto e Instalaes Elticas Prof. Joo Ricardo da Mata Soares de Souza
  • 2. A Norma Regulamentadora 10 (NR 10)A Norma Regulamentadora 10 (NR 10)A Norma Regulamentadora 10 (NR 10)A Norma Regulamentadora 10 (NR 10) O Ministrio do Trabalho e Emprego (MTE) emitiu uma srie de normas regulamentadoras para tratar sobre questes relacionadas a segurana no trabalho.relacionadas a segurana no trabalho. A NR 10 a norma regulamentadora que trata sobre o trabalho em instalaes eltricas.
  • 3. A Norma Regulamentadora 10 (NR 10)A Norma Regulamentadora 10 (NR 10)A Norma Regulamentadora 10 (NR 10)A Norma Regulamentadora 10 (NR 10) A NR 10 foi publicada inicialmente em 1978 e sofreu atualizaes em 1983 e 2004.
  • 4. Nveis de TensoNveis de TensoNveis de TensoNveis de Tenso Nvel Limite inferior Limite Superior Extra-baixa Tenso - 50 V Baixa Tenso 50 V 1000 V Alta Tenso 1000 V - Corrente Alternada Alta Tenso 1000 V - Nvel Limite inferior Limite Superior Extra-baixa Tenso - 120 V Baixa Tenso 120 V 1500 V Alta Tenso 1000 V - Corrente Contnua
  • 5. Trabalhadores Habilitados, Qualificados,Trabalhadores Habilitados, Qualificados,Trabalhadores Habilitados, Qualificados,Trabalhadores Habilitados, Qualificados, Capacitados e AutorizadosCapacitados e AutorizadosCapacitados e AutorizadosCapacitados e Autorizados Qualificado Concluiu curso especfico na rea eltrica reconhecido pelo Sistema Oficial de Ensino (tcnicos e engenheiros). Habilitado Possui registro em conselho deHabilitado Possui registro em conselho de classe CREA (tcnicos e engenheiros). Capacitado Recebeu capacitao por parte da empresa e trabalha sob a responsabilidade de um profissional habilitado e qualificado (eletricista).
  • 6. Trabalhadores Habilitados, Qualificados,Trabalhadores Habilitados, Qualificados,Trabalhadores Habilitados, Qualificados,Trabalhadores Habilitados, Qualificados, Capacitados e AutorizadosCapacitados e AutorizadosCapacitados e AutorizadosCapacitados e Autorizados A Capacitao s tem validade para a empresa que o capacitou e nas condies estabelecidas pelonas condies estabelecidas pelo profissional habilitado e autorizado responsvel pela capacitao.
  • 7. Trabalhadores Habilitados, Qualificados,Trabalhadores Habilitados, Qualificados,Trabalhadores Habilitados, Qualificados,Trabalhadores Habilitados, Qualificados, Capacitados e AutorizadosCapacitados e AutorizadosCapacitados e AutorizadosCapacitados e Autorizados Autorizado Trabalhadores qualificados, habilitados e capacitados com anuncia formal da empresa. A empresa somente poder concederA empresa somente poder conceder autorizao ao profissional que tiver aproveitamento satisfatrio no curso de 40 horas especificado na NR 10.
  • 8. Ementa doEmenta doEmenta doEmenta do TreinamentTreinamentTreinamentTreinament EstabelecidoEstabelecidoEstabelecidoEstabelecido pela NR 10pela NR 10pela NR 10pela NR 10 1. Introduo segurana com eletricidade 2. Riscos em instalaes e servios com eletricidade 3. Tcnicas de Anlise de Risco 4. Medidas de Controle do Risco Eltrico 5. Normas Tcnicas Brasileiras NBR da ABNT: NBR-5410, NBR 14039 e outras 6. Regulamentaes do MTE6. Regulamentaes do MTE 7. Equipamentos de proteo coletiva 8. Equipamentos de proteo individual 9. Rotinas de trabalho Procedimentos 10. Documentao de instalaes eltricas 11. Riscos adicionais 12. Proteo e combate a incndios 13. Acidentes de origem eltrica 14. Primeiros socorros 15. Responsabilidades
  • 9. Zonas de Risco, Controlada e LivreZonas de Risco, Controlada e LivreZonas de Risco, Controlada e LivreZonas de Risco, Controlada e Livre
  • 10. Zonas de Risco, Controlada e LivreZonas de Risco, Controlada e LivreZonas de Risco, Controlada e LivreZonas de Risco, Controlada e Livre PE Ponto energizado. SI Superfcie isolante, de material resistente e dotada de todos os dispositivos de segurana. ZR Zona de risco. Restrita a trabalhadoresZR Zona de risco. Restrita a trabalhadores autorizados e com a adoo de tcnicas, instrumentos e equipamentos apropriados. ZC Zona controlada. Restrita a trabalhadores autorizados. ZL Zona livre.
  • 11. Medidas de ControleMedidas de ControleMedidas de ControleMedidas de Controle As empresas so obrigadas a manter esquemas unifilares atualizados das instalaes eltricas dos seusinstalaes eltricas dos seus estabelecimentos com as especificaes do sistema de aterramento e demais equipamentos e dispositivos de proteo.
  • 12. Medidas de ControleMedidas de ControleMedidas de ControleMedidas de Controle
  • 13. Medidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo Coletiva Desenergizao
  • 14. Medidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo Coletiva PassosPassosPassosPassos para apara apara apara a DesenergizaoDesenergizaoDesenergizaoDesenergizao 1. Seccionamento; 2. Impedimento de reenergizao; 3. Constatao da ausncia de tenso; 4. Instalao de aterramento temporrio com4. Instalao de aterramento temporrio com equipotencializao dos condutores dos circuitos; 5. Proteo dos elementos energizados existentes na zona controlada; 6. Instalao da sinalizao de impedimento de reenergizao.
  • 15. Medidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo Coletiva PassosPassosPassosPassos para apara apara apara a DesenergizaoDesenergizaoDesenergizaoDesenergizao 1. Seccionamento; 2. Impedimento de reenergizao; 3. Constatao da ausncia de tenso; 4. Instalao de aterramento temporrio com4. Instalao de aterramento temporrio com equipotencializao dos condutores dos circuitos; 5. Proteo dos elementos energizados existentes na zona controlada; 6. Instalao da sinalizao de impedimento de reenergizao.
  • 16. Medidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo Coletiva PassosPassosPassosPassos para apara apara apara a DesenergizaoDesenergizaoDesenergizaoDesenergizao
  • 17. Medidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo Coletiva PassosPassosPassosPassos para apara apara apara a DesenergizaoDesenergizaoDesenergizaoDesenergizao 1. Seccionamento; 2. Impedimento de reenergizao; 3. Constatao da ausncia de tenso; 4. Instalao de aterramento temporrio com4. Instalao de aterramento temporrio com equipotencializao dos condutores dos circuitos; 5. Proteo dos elementos energizados existentes na zona controlada; 6. Instalao da sinalizao de impedimento de reenergizao.
  • 18. Medidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo Coletiva PassosPassosPassosPassos para apara apara apara a DesenergizaoDesenergizaoDesenergizaoDesenergizao
  • 19. Medidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo Coletiva PassosPassosPassosPassos para apara apara apara a DesenergizaoDesenergizaoDesenergizaoDesenergizao 1. Seccionamento; 2. Impedimento de reenergizao; 3. Constatao da ausncia de tenso; 4. Instalao de aterramento temporrio com4. Instalao de aterramento temporrio com equipotencializao dos condutores dos circuitos; 5. Proteo dos elementos energizados existentes na zona controlada; 6. Instalao da sinalizao de impedimento de reenergizao.
  • 20. Medidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo Coletiva PassosPassosPassosPassos para apara apara apara a DesenergizaoDesenergizaoDesenergizaoDesenergizao
  • 21. Medidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo Coletiva PassosPassosPassosPassos para apara apara apara a DesenergizaoDesenergizaoDesenergizaoDesenergizao 1. Seccionamento; 2. Impedimento de reenergizao; 3. Constatao da ausncia de tenso; 4. Instalao de aterramento temporrio com4. Instalao de aterramento temporrio com equipotencializao dos condutores dos circuitos; 5. Proteo dos elementos energizados existentes na zona controlada; 6. Instalao da sinalizao de impedimento de reenergizao.
  • 22. Medidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo Coletiva PassosPassosPassosPassos para apara apara apara a DesenergizaoDesenergizaoDesenergizaoDesenergizao
  • 23. Medidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo Coletiva PassosPassosPassosPassos para apara apara apara a DesenergizaoDesenergizaoDesenergizaoDesenergizao 1. Seccionamento; 2. Impedimento de reenergizao; 3. Constatao da ausncia de tenso; 4. Instalao de aterramento temporrio com4. Instalao de aterramento temporrio com equipotencializao dos condutores dos circuitos; 5. Proteo dos elementos energizados existentes na zona controlada; 6. Instalao da sinalizao de impedimento de reenergizao.
  • 24. Medidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo Coletiva PassosPassosPassosPassos para apara apara apara a DesenergizaoDesenergizaoDesenergizaoDesenergizao
  • 25. Medidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo Coletiva PassosPassosPassosPassos para apara apara apara a DesenergizaoDesenergizaoDesenergizaoDesenergizao 1. Seccionamento; 2. Impedimento de reenergizao; 3. Constatao da ausncia de tenso; 4. Instalao de aterramento temporrio com4. Instalao de aterramento temporrio com equipotencializao dos condutores dos circuitos; 5. Proteo dos elementos energizados existentes na zona controlada; 6. Instalao da sinalizao de impedimento de reenergizao.
  • 26. Medidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo Coletiva PassosPassosPassosPassos para apara apara apara a DesenergizaoDesenergizaoDesenergizaoDesenergizao
  • 27. Medidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo ColetivaMedidas de Proteo Coletiva PassosPassosPassosPassos para apara apara apara a ReenergizaoReenergizaoReenergizaoReenergizao 1. Retirada das ferramentas, utenslios e equipamentos; 2. Retirada da zona controlada de todos os trabalhadores no envolvidos no processo de reenergizao;reenergizao; 3. Remoo do aterramento temporrio, da equipotencializao e das protees adicionais; 4. Remoo da sinalizao de impedimento de reenergizao; 5. Destravamento, se houver, e religao dos dispositivos de secciona mento.
  • 28. Medidas de Proteo IndividualMedidas de Proteo IndividualMedidas de Proteo IndividualMedidas de Proteo Individual Equipamentos de Proteo IndividualEquipamentos de Proteo IndividualEquipamentos de Proteo IndividualEquipamentos de Proteo Individual Detalhados na NR 6.
  • 29. Medidas de Proteo IndividualMedidas de Proteo IndividualMedidas de Proteo IndividualMedidas de Proteo Individual Equipamentos de Proteo IndividualEquipamentos de Proteo IndividualEquipamentos de Proteo IndividualEquipamentos de Proteo Individual vedado o uso de adornos !!!
  • 30. Segurana em ProjetosSegurana em ProjetosSegurana em ProjetosSegurana em Projetos obrigatrio que os projetos de instalaes eltricas especifiquem dispositivos de desligamento de circuitos que possuam recursos para impedimento de reenergizao,recursos para impedimento de reenergizao, para sinalizao de advertncia com indicao da condio operativa.
  • 31. Segurana em ProjetosSegurana em ProjetosSegurana em ProjetosSegurana em Projetos O projeto de instalaes eltricas deve considerar o espao seguro, quanto ao dimensionamento e a localizao de seus componentes e as influncias externas,componentes e as influncias externas, quando da operao e da realizao de servios de construo e manuteno.
  • 32. Segurana em ProjetosSegurana em ProjetosSegurana em ProjetosSegurana em Projetos Os circuitos eltricos com finalidades diferentes, tais como: comunicao, sinalizao, controle e trao eltrica devem ser identificados e instalados separadamente,ser identificados e instalados separadamente, salvo quando o desenvolvimento tecnolgico permitir compartilhamento, respeitadas as definies de projetos.
  • 33. Segurana em ProjetosSegurana em ProjetosSegurana em ProjetosSegurana em Projetos
  • 34. Segurana em ProjetosSegurana em ProjetosSegurana em ProjetosSegurana em Projetos O projeto das instalaes eltricas deve ficar disposio dos trabalhadores autorizados, das autoridades competentes e de outras pessoas autorizadas pela empresa e deve serpessoas autorizadas pela empresa e deve ser mantido atualizado.
  • 35. Segurana em ProjetosSegurana em ProjetosSegurana em ProjetosSegurana em Projetos O projeto das instalaes eltricas deve ficar disposio dos trabalhadores autorizados, das autoridades competentes e de outras pessoas autorizadas pela empresa e deve serpessoas autorizadas pela empresa e deve ser mantido atualizado.
  • 36. Segurana em ProjetosSegurana em ProjetosSegurana em ProjetosSegurana em Projetos O projeto eltrico deve atender ao que dispem as Normas Regulamentadoras de Sade e Segurana no Trabalho, as regulamentaes tcnicas oficiaisregulamentaes tcnicas oficiais estabelecidas, e ser assinado por profissional legalmente habilitado.
  • 37. Segurana em ProjetosSegurana em ProjetosSegurana em ProjetosSegurana em Projetos O memorial descritivo do projeto deve conter, no mnimo, os seguintes itens de segurana: Especificao das caractersticas relativas proteo contra choques eltricos, queimaduras e outros riscos adicionais; Indicao de posio dos dispositivos de manobra dos circuitos eltricos: (Verde - "D", desligado eVermelho - "L", ligado) Descrio do sistema de identificao de circuitos eltricos e equipamentos,Descrio do sistema de identificao de circuitos eltricos e equipamentos, incluindo dispositivos de manobra, de controle, de proteo, de intertravamento, dos condutores e os prprios equipamentos e estruturas, definindo como tais indicaes devem ser aplicadas fisicamente nos componentes das instalaes; Recomendaes de restries e advertncias quanto ao acesso de pessoas aos componentes das instalaes; Precaues aplicveis em face das influncias externas; O princpio funcional dos dispositivos de proteo, constantes do projeto, destinados segurana das pessoas; e Descrio da compatibilidade dos dispositivos de proteo com a instalao eltrica.
  • 38. Segurana em ProjetosSegurana em ProjetosSegurana em ProjetosSegurana em Projetos Os projetos devem assegurar que as instalaes proporcionem aos trabalhadores iluminao adequada e uma posio de trabalho segura, de acordo com a NR 17 -trabalho segura, de acordo com a NR 17 - Ergonomia.
  • 39. Segurana na Construo, MontagemSegurana na Construo, MontagemSegurana na Construo, MontagemSegurana na Construo, Montagem Operao e ManutenoOperao e ManutenoOperao e ManutenoOperao e Manuteno As instalaes eltricas devem ser construdas, montadas, operadas, reformadas, ampliadas, reparadas e inspecionadas de forma a garantir a seguranainspecionadas de forma a garantir a segurana e a sade dos trabalhadores e dos usurios, e serem supervisionadas por profissional autorizado, conforme dispe esta NR.
  • 40. Segurana na Construo, MontagemSegurana na Construo, MontagemSegurana na Construo, MontagemSegurana na Construo, Montagem Operao e ManutenoOperao e ManutenoOperao e ManutenoOperao e Manuteno Nos trabalhos e nas atividades referidas devem ser adotadas medidas preventivas destinadas ao controle dos riscos adicionais, especialmente quanto a altura, confinamento,especialmente quanto a altura, confinamento, campos eltricos e magnticos, explosividade, umidade, poeira, fauna e flora e outros agravantes, adotando-se a sinalizao de segurana
  • 41. Segurana na Construo, MontagemSegurana na Construo, MontagemSegurana na Construo, MontagemSegurana na Construo, Montagem Operao e ManutenoOperao e ManutenoOperao e ManutenoOperao e Manuteno
  • 42. Segurana na Construo, MontagemSegurana na Construo, MontagemSegurana na Construo, MontagemSegurana na Construo, Montagem Operao e ManutenoOperao e ManutenoOperao e ManutenoOperao e Manuteno Nos locais de trabalho s podem ser utilizados equipamentos, dispositivos e ferramentas eltricas compatveis com a instalao eltrica existente, preservando-se as caractersticas de proteo, respeitadas as recomendaes do fabricante e as influncias externas.fabricante e as influncias externas. Os equipamentos, dispositivos e ferramentas que possuam isolamento eltrico devem estar adequados s tenses envolvidas, e serem inspecionados e testados de acordo com as regulamentaes existentes ou recomendaes dos fabricantes
  • 43. Trabalhos Envolvendo Alta TensoTrabalhos Envolvendo Alta TensoTrabalhos Envolvendo Alta TensoTrabalhos Envolvendo Alta Tenso Os servios em instalaes eltricas energizadas em AT, bem como aqueles executados no Sistema Eltrico de Potncia - SEP, no podem ser realizados individualmente.SEP, no podem ser realizados individualmente.
  • 44. Trabalhos Envolvendo Alta TensoTrabalhos Envolvendo Alta TensoTrabalhos Envolvendo Alta TensoTrabalhos Envolvendo Alta Tenso Para se executar um servio emAT deve-se: Ter uma Ordem de Servio especfica; Fazer uma avaliao prvia; Procedimentos especficos;Procedimentos especficos; Bloquear o religamento automtico; Ter equipamento de comunicao permanente com os demais membros da equipe ou com o centro de operao.
  • 45. Proteo contra Incndio e ExplosoProteo contra Incndio e ExplosoProteo contra Incndio e ExplosoProteo contra Incndio e Exploso As reas onde houver instalaes ou equipamentos eltricos devem ser dotadas de proteo contra incndio e exploso, conforme dispe a NR 23 - Proteo Contra Incndios.dispe a NR 23 - Proteo Contra Incndios.
  • 46. Proteo contra Incndio e ExplosoProteo contra Incndio e ExplosoProteo contra Incndio e ExplosoProteo contra Incndio e Exploso Os processos ou equipamentos susceptveis de gerar ou acumular eletricidade esttica devem dispor de proteo especfica e dispositivos de descarga eltrica.descarga eltrica.
  • 47. Sinalizao de SeguranaSinalizao de SeguranaSinalizao de SeguranaSinalizao de Segurana Nas instalaes e servios em eletricidade deve ser adotada sinalizao adequada de segurana, destinada advertncia e identificao, obedecendo ao disposto na NR-26 - Sinalizaoobedecendo ao disposto na NR-26 - Sinalizao de Segurana, de forma a atender, dentre outras, as situaes a seguir: Identificao de circuitos eltricos; Travamentos e bloqueios de dispositivos e sistemas de manobra e comandos;
  • 48. Sinalizao de SeguranaSinalizao de SeguranaSinalizao de SeguranaSinalizao de Segurana Identificao de circuitos eltricos;
  • 49. Sinalizao de SeguranaSinalizao de SeguranaSinalizao de SeguranaSinalizao de Segurana Travamentos e bloqueios de dispositivos e sistemas de manobra e comandos;
  • 50. Sinalizao de SeguranaSinalizao de SeguranaSinalizao de SeguranaSinalizao de Segurana Restries e impedimentos de acesso;
  • 51. Sinalizao de SeguranaSinalizao de SeguranaSinalizao de SeguranaSinalizao de Segurana Delimitaes de reas;
  • 52. Sinalizao de SeguranaSinalizao de SeguranaSinalizao de SeguranaSinalizao de Segurana Sinalizao de reas de circulao, de vias pblicas, de veculos e de movimentao de cargas;
  • 53. Sinalizao de SeguranaSinalizao de SeguranaSinalizao de SeguranaSinalizao de Segurana Sinalizao de impedimento de energizao;
  • 54. Sinalizao de SeguranaSinalizao de SeguranaSinalizao de SeguranaSinalizao de Segurana Identificao de equipamento ou circuito impedido.
  • 55. Situao de EmergnciaSituao de EmergnciaSituao de EmergnciaSituao de Emergncia Os trabalhadores autorizados devem estar aptos a executar o resgate e prestar primeiros socorros a acidentados, especialmente por meio de reanimao cardiorrespiratria.de reanimao cardiorrespiratria.
  • 56. Situao de EmergnciaSituao de EmergnciaSituao de EmergnciaSituao de Emergncia A empresa deve possuir mtodos de resgate padronizados e adequados s suas atividades, disponibilizando os meios para a sua aplicao.