INFORMATIVO MENSAL DO SINDICATO DOS ENGENHEIROS … · nadora regional do Senge Jovem em Londrina,...

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INFORMATIVO MENSAL DO SINDICATO DOS ENGENHEIROS NO ESTADO DO PARANÁ engenheiro Filiado à Ação do Senge Jovem em Londrina em trote soli- dário foi reconhecida com o Prêmio Boas Práticas Solidárias da UEL. Trote reuniu 200 calouros em reformas do Nuselon, entidade que atende crian- ças em situação de vulnerabilidade e risco pessoal e social | Página 3 • Nº 08 ANO II | JULHO 2017 jornal do Veja quem faz parte da nova diretoria do Senge em Curitiba e nas regionais de Campo Mourão, Cas- cavel, Foz do Iguaçu, Londrina, Maringá, Ponta Grossa e Sudoeste. Cerimônias de posse em todo o Paraná marcaram o início da gestão . ..........Página 8 Um trote solidário Engenheiros da Itaipu e a regional do Senge em Foz do Iguaçu doaram valor referente às taxas recolhidas com o custeio de campanha salarial do Acordo Coletivo de Trabalho para entidades bene- ficentes da região. Veja quais foram as entidades e confira as fotos. / Página 12 • Ação beneficente em Foz Gestão que encerrou atividades deixa um lega- do de conquistas e de batalhas travadas em prol dos engenheiros e da sociedade. Debates, cursos, manifestações, palestras e uma série de atividades marcaram as ações ao longo dos três últimos anos. Rememore essa luta. | Página 4 • O Senge não para! A luta que se renova em defesa dos engenheiros

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  • INFORMATIVO MENSAL DO SINDICATO DOS ENGENHEIROS NO ESTADO DO PARANengenheiro

    Filiado

    Ao do Senge Jovem em Londrina em trote soli-drio foi reconhecida com o Prmio Boas Prticas Solidrias da UEL. Trote reuniu 200 calouros em reformas do Nuselon, entidade que atende crian-as em situao de vulnerabilidade e risco pessoal e social | Pgina 3

    N 08 ANO II | JULHO 2017jornal do

    Veja quem faz parte da nova diretoria do Senge em Curitiba e nas regionais de Campo Mouro, Cas-cavel, Foz do Iguau, Londrina, Maring, Ponta

    Grossa e Sudoeste. Cerimnias de posse em todo o Paran marcaram o incio da gesto. ..........Pgina 8

    Um trote solidrio

    Engenheiros da Itaipu e a regional do Senge em Foz do Iguau doaram valor referente s taxas recolhidas com o custeio de campanha salarial do Acordo Coletivo de Trabalho para entidades bene-ficentes da regio. Veja quais foram as entidades e confira as fotos. / Pgina 12

    Ao beneficente em Foz

    Gesto que encerrou atividades deixa um lega-do de conquistas e de batalhas travadas em prol dos engenheiros e da sociedade. Debates, cursos, manifestaes, palestras e uma srie de atividades marcaram as aes ao longo dos trs ltimos anos. Rememore essa luta. | Pgina 4

    O Senge no para!

    A luta que se renova em defesa dos engenheiros

  • 2 3Curitiba, JULHO de 2017 | jornal do engenheiro Curitiba, JULHO de 2017 | jornal do engenheiro

    A nova edio do Jornal do Engenhei-ro traz um resgate das nossas prin-cipais aes e dos fatos mais relevantes para a luta dos trabalhadores nos ltimos trs anos. Junto ao breve balano da ltima ges-to da diretoria do Senge, o jornal apresen-ta os principais desafios vislumbrados pela recm-empossada Diretoria Estadual e pelas Direes Regionais. Em meio a conquistas e avanos da nossa categoria, a conjuntura do Brasil e do Paran no ltimo perodo est marcada por retrocessos.

    Avana o sucateamento e a privatizao de setores estratgicos para a engenharia e para a sociedade em geral. Cai a renda, as oportunidades de emprego - inclusive no campo da engenharia -, e as condies de vida de maneira geral, em decorrncia da crise econmica. Agoniza o sistema demo-crtico, com a permanncia de um governo e de uma maioria parlamentar que atua em causa prpria, atendendo a interesses priva-dos, alheios vontade da populao, que j no se sente mais representada. No toa, a popularidade do governo Michel Temer est em 7%. o menor ndice em 28 anos, confor-me dados do Datafolha, do final de junho. Ainda de acordo com a pesquisa, 65% prefere a renncia do peemedebista.

    Para alm do contedo do programa apli-cado por Michel Temer, a forma de governar e de fazer poltica escancaram o uso de armas esprias. So manobras, trocas de favores, violncia contra manifestaes, cargos, cor-rupo. So inmeras as perdas de direitos trabalhistas e sociais. No entanto, a recm--aprovada reforma trabalhista o smbolo mximo de todas elas. Com nico Projeto de Lei, ela torna a CLT contedo morto e joga os brasileiros em relaes trabalhistas do s-culo passado.

    Mas recuperar o que foram aqueles 36 me-ses tambm serve para refrescar a memria para as aes realizadas pelo sindicato Esta-dual e pelas Regionais, ao lado da categoria. E foram centenas! Todas voltadas para a am-pliao dos direitos dos engenheiros e en-

    EDITORIAL

    Senge-PR

    Diretoria ExecutivaDiretor-PresidenteEng. Agrnomo Carlos Roberto BITTENCOURTVice-PresidenteEng. Eletricista LEANDRO Jos GrassmannDiretora-SecretriaEng. Civil ANGELA DoubekDiretor-Secretrio AdjuntoEng. Civil Valter FANINIDiretor FinanceiroEng. Civil CCERO Martins JuniorDiretor Financeiro AdjuntoEng. Agrnomo MRCIO da Silva

    Diretoria ColegiadaEng. Florestal CLUDIA Sonda; Eng. Agrnomo CLAUDINEI Pedroso Ribas; Eng. Civil CLEVER-SON de Freitas; Eng. Civil EDILENE Pires da Silva Andreiu; Eng. Civil HLIO Sabino DEITOS; Eng.. Civil Joel KRGER; Eng. Eletricista Jorge Irineu DEMTRIO; Eng. Civil JOS RICARDO Var-gas de Faria; Eng. Civil LUCIANA Bruel Pereira; Eng.. Civil Luiz Henrique CALHAU Costa; Eng. Agrnomo MARCOS Valrio de Freitas ANDER-SEN; Eng.. Civil MARIA CRISTINA Graf; Eng. Agrnoma MARY STELA Bischof; Eng. Agrnoma MIRIAM Rocha Loures; Eng. Agrnomo RAUL Henrique Brianese; Eng.. Mecnico Ricardo Esteves MARRAFO; Eng.. Civil SALEM Ibrahim; Eng.. de Produo VICTOR MEIRELES Sampaio de Arajo.

    Diretorias RegionaisCampo Mouro - Eng. Agrnoma LOSANI PetorriCascavel Eng. Civil NELSON Mller JuniorFoz do Iguau - Eng. Eletricista GILSON Branco GarciaLondrina - Eng. Eletricista NILTON Camargo COSTAMaring - Eng. Eletricista SRGIO INCIO GomesPonta Grossa - Eng. Civil MARGOLAINE GiacchiniSudoeste Eng.. Agrnomo Eduardo Martins PORTELINHA

    Conselho EditorialCarlos Roberto BITTENCOURT, Valter FANINI, LEANDRO Jos Grassmann, CCERO Martins Junior, CLUDIA Sonda, JOS RICARDO Vargas de Faria, Luiz Henrique CALHAU Costa

    Senge-PRRua Marechal Deodoro, 630, 22. andar. Centro Comercial Itlia (CCI). CEP 80010-912 - Curitiba-PRTel./fax: (41) 3224 7536. [email protected]

    Redao Alexsandro Teixeira Ribeiro (MTB 9.177/PR)Ednubia Ghisi (MTB 8.997/PR)

    Fotos Joka Madruga

    Acesse: www.senge-pr.org.br /sengepr /sengepr

    Os artigos assinados so de inteira responsabilidade dos autores.

    EXPEDIENTE

    genheiras, para superao de desigualdades, pelo fortalecimento da democracia e pelo desenvolvimento com foco no interesse p-blico - em especial no que tange a atuao no campo da engenharia.

    Para a nova gesto iniciada em junho, os desafios colocados so ainda maiores. Sem dvida, os prximos trs anos esto entre os mais desafiadores do perodo ps-redemo-cratizao do Brasil, se considerarmos a apli-cao prtica dos retrocessos j aprovados. E ainda iminente o risco de aprovao da reforma da Previdncia, considerada a pior das medidas da coalizo que est frente do Executivo e do Legislativo.

    Os posicionamentos expressados pelas Direes Regionais no momento das posses confirmam que a caminhada conjunta entre a direo Estadual e diretorias Regionais se-gue com clareza da conjuntura adversa que o Brasil atravessa, e com coeso na defesa da engenharia, por nenhum direito a menos, e na defesa da soberania nacional.

    Carlos Roberto BittencourtPresidente do Senge-PR

    UM TROTE SOLIDRIOEDITORIAL

    Senge Jovem recebe prmio da UEL por aodo trote solidrio A ao reconhecida reuniu mais de 200 calouros em mutiro de reforma do Ncleo Social Evanglico de Londrina (Nuselon). A medida recebeu o Prmio Boas Prticas Solidrias, promovido pela Universidade Estadual de Londrina Trote reuniu 200 estudantes para ao solidria no Ncleo Social Evanglico de Londrina (Nuselon)

    Aes desta natureza que nos qualifica pelo que fazemos e nos coloca entre as melhores universi-dades do Brasil - Reitora da UEL, Berenice Jordo.

    No Senge Jovem temos o vis da engenharia solidria e h algum tempo estvamos pensan-do nessa ao Tayn da Silva, coordenadora regional do Senge Jovem em Londrina

    Regional de Londrina

    Fugir de um trote univer-sitrio abusivo e violento e plantar boas aes para colher cidadania. Como fazer isso? reu-nindo em Londrina mais de 200 calouros de cursos das mais diver-sas modalidades de engenharia para realizar reparos e reformas no Ncleo Social Evanglico de Londrina (Nuselon), instituio que atende bebs, crianas e ado-lescentes em situao de vulnera-bilidade e risco pessoal e social.

    Realizada em abril deste ano, a ao, que foi promovida sob orientao da regional do Senge Jovem, uma das sete iniciati-vas que teve o reconhecimento da Universidade Estadual de Londrina no Prmio Boas Pr-ticas Solidrias. A premiao, realizada no dia 9 de junho, o reconhecimento de atividades desempenhadas pelos ingressan-tes de graduao de 2017 junto

    comunidade de Londrina.Idealizadora da ao, a coorde-

    nadora regional do Senge Jovem em Londrina, Tayn da Silva, fala sobre como surgiu a motivao e como se desenvolveu a integra-o da entidade com os alunos. A ao surge de uma vontade em realizar algo em conjunto com as engenharias da Uel, promovendo a conexo e unidade entre as enge-nheiras. Vivemos em um contexto em que as pessoas esto cada vez mais individualistas, e acredito que medidas com essa aproxima as pessoas, faz com que ela pen-se no prximo. Temos que ter a conscincia de que as aes tm mais fora quando temos mais pessoas em prol da causa.

    O resultado do trote solidrio mltiplo, e vai desde a melhora na condio de vida e bem-estar de dezenas de crianas carentes at a conscientizao dos futuros

    engenheiros da sua funo social e do emprego do seu conhecimento tcnico para ajudar a sociedade.

    Para Eudes Rafael, estudante do primeiro ano de engenharia eltri-ca, o trote mostrou o impacto so-cial da profisso. O trote solidrio me mostrou o impacto social da engenharia logo no meu primeiro contato com a rea. Naquele dia, eu adquiri a conscincia de que realmente poderia usar tudo o que eu aprendesse dali em diante para ajudar outras pessoas. Vou levar isso comigo pelo resto da minha carreira.

    O reconhecimento da UEL ao trote foi tanto para o curso de en-genharia agronmica quanto para o curso de engenharia eltrica. No trote, alunos dos cursos de agrono-mia e engenharias eltrica e civil ajudaram a Nuselon com plantio de mudas de rvores, reforma dos brinquedos do playground, criao de horta e pintura da fachada da instituio.

    Este o esprito do Senge Jo-vem, da aposta que a direo do Senge faz diariamente com a par-ticipao dos futuros engenheiros nos debates sobre a funo social da engenharia.

    No Senge Jovem temos o vis da engenharia solidria e h al-gum tempo estvamos pensando nessa ao. O trote solidrio veio para agregar ao nosso programa e principalmente agregar o conhe-cimento tcnico, e logicamente, o despertar da solidariedade para os novos ingressantes dos cursos de

    engenharias civil, eltrica e agro-nomia, em medida em conjunto com os acadmicos de arquite-tura. Esta ao demandou tem-po, trabalho e muito esforo de todos os envolvidos, sejam eles os estudantes ingressantes, os membros do Senge Jovem e par-ceiros como os professores e pro-fissionais da rea, afirma Tayn.

    Alm de promover a solida-riedade e mostrar que possvel a realizao de trotes e demais atividades de interao dos no-vos alunos comunidade acad-mica, as iniciativas, na viso da reitora da UEL, Berenice Jordo, ajudam a mostrar a qualidade da instituio na conscientizao e formao de cidados. Aes desta natureza que nos qualifi-ca pelo que fazemos e nos coloca entre as melhores universidades do Brasil declara a reitora Bere-nice Jordo.

    Regional de Londrina Alexsandro Ribeiro

  • 4 5Curitiba, JULHO de 2017 | jornal do engenheiro Curitiba, JULHO de 2017 | jornal do engenheiro

    GESTO 2014/2017

    Junho marcou o encerramento de um ciclo que durou trs anos de desafios, debates e batalhas no Sin-dicato dos Engenheiros no Estado do Paran (Senge-PR). Renovada com o apoio da categoria e com novas dire-toras e diretores, a atual gesto do Sin dicato segue reeleita para o prximo trinio, e carrega consigo um recente legado de conquistas pelos engenhei-ros e pela sociedade.

    frente da entidade na gesto 2014/2017 e reeleito para os prximos trs anos, o presidente do Senge, en-genheiro agrnomo Carlos Roberto Bittencourt, aponta a renovao e apoio da categoria para a continuida-de dos trabalhos como principal pro-va de que o Sindicato segue no rumo certo.

    A aprovao da categoria decor-rente do crescimento da entidade nas

    Em abril de 2015, o Senge celebrou oi-tenta anos de luta e de resistncia. O ano foi marcado por atividades ressaltando o papel do Sindicato na histria paranaen-se, como forte ator em prol da democra-cia e uma das entidades mais compromis-sadas pela justia e pelo patrimnio dos paranaenses.

    Espao de atuao poltica dos pro-fissionais de engenharia, o Senge se des-taca na sociedade pelas contribuies em discusses de polticas pblicas, fruto de extensa experincia e conhecimento espe-cializado da direo da entidade e de seus representados. O comprometimento com a transparncia na administrao pblica somado ao determinante papel do conhe-

    Maior frum estadual de estudantes de engenharia, a Semana do Jovem Enge-nheiro reuniu centenas de acadmicos das mais variadas modalidades para debater o papel dos profissionais de engenharia na defesa da soberania nacional e promover a difuso do conhecimento tcnico. O evento foi encabeado pelo Senge Jovem e

    Cursos, palestras, eventos, debates, aes ju-diciais, manifestaes, greves e muitas outras ati-vidades em defesa da sociedade e dos engenheiros esto entre as medidas tomadas pela diretoria do Senge ao longo da gesto 2014/2017. Rememore na linha do tempo algumas delas.

    batalhas travadas pelos engenheiros e pela sociedade. Isso aponta que as engenheiras e engenheiros querem se-guir avanando nas lutas e ampliando seus direitos. Principalmente, indica que apoiam a forma como conduzi-mos a entidade, aponta Bittencourt.

    Nos trs anos de gesto que pas-saram, foram inmeras aes e atua-es de destaque no cenrio poltico estadual, na imprensa com as contri-

    Trs anos de desafios, lutas e muitas conquistas pela categoria

    Julho de 2014 a dezembro de 2015

    Oito dcadas de defesa dos engenheiros e da engenharia

    Debate forte em polticas pblicas

    Em Foz do Iguau, mais de 400 estudantes de engenharia debatem inovao e tecnologia

    Sindicato em ao constante

    2014 2015

    buies contundentes sobre questes cabais da sociedade, nos fruns com demais entidades de representao do engenheiros e nas empresas, ga-rantindo novos espaos para ampliar os direitos dos engenheiros.

    Foram greves do funcionalismo pblico, enfrentamento de desman-dos do governo estadual e um fat-dico cenrio de barbries no Centro Cvico. Tivemos vitrias na justia e em mesas de negociao, celebramos os oitenta anos da entidade em de-fesa dos engenheiros, e celebramos as cinco dcadas da conquista de um dos principais direitos dos engenhei-ros, a lei que regulamenta o piso pro-fissional. Reveja, a seguir, algumas aes e atividades do Senge ao longo da gesto.

    JUNHOEm Campo Mouro, regional promove debate sobre desti-nao de resduos slidos

    JANEIRORecursos hdricos e o alerta Cantareira tema da revista do Senge junto ao debate nacional

    JULHOSenge firma parceria com o Crea para pro-moo de fiscalizao do pagamento do Piso Profissional nas empresas

    AGOSTOApos denncia do Senge, Ministrio Pblico recomenda exonerao de 54 comissionados irre-gulares na Cohapar

    SETEMBROCapacitao Senge realiza cursos tcni-cos para engenheiros

    OUTUBROMercantilizao do ensino da engenha-ria tema de debate na Revista Diferencial do Senge

    NOVEMBROJunto com a UFPR o Senge realizou o Seminrio Regula-rizao Fundiria e Planejamento Municipal

    DEZEMBRONa Justia Senge entra com ao para cumprimento de Conveno Coletiva no Lactec

    FEVEREIROSenge vai s ruas con-ta medida do governo que afeta a previdn-cia dos engenheiros do servio pblico

    MARODurante ciclo de palestras do Senge e do Instituto Democracia Popular (IDP), o economista Mrcio Pochmann falou sobre estrutura e mobilidade

    ABRILNa Justia, Senge e engenheiros conquistam o reco-nhecimento do piso profissional como salrio de ingresso na Cohapar

    MAIOAto na Sanepar rene engenheiros em defesa da empresa como patrimnio pblico

    JUNHOCinedebate Gnero em Foco: evento pro-movido pelo Senge reuniu engenheiras e engenheiros para debater questes de gnero

    JULHOCom estudantes de engenharia, o Senge e Senge Jovem promovem ciclo de palestras tcnicas

    AGOSTONa Cohab, engenheiros e demais trabalha-dores aprovam greve por reajuste salarial. Mobilizao durou trs dias e profissionais conquistaram aumento no acordo coletivo

    SETEMBROReferncia no debate sobre transporte pblico, Senge defende na imprensa plano de mobilidade integrado para evitar o caos urbano

    OUTUBROSenge participa de debate estadual sobre soberania e desen-volvimento e o papel estratgico da Petrobras para o desenvolvimento nacional

    Nas eleies de 2014, o Senge foi palco de debate sobre polticas pbli-cas, valorizao dos quadros tcnicos de engenharia e sobre compromisso com o desenvolvimento sustentvel do Estado na primeira edio do Debate Paran, ciclo de entrevista com os candidatos ao governo do Paran. Seis dos oito candi-datos ao governo participaram do even-to, realizado em parceria com o Crea.

    As entrevistas foram acompanhadas pela categoria pela internet, por trans-misso ao vivo, e tambm pela socieda-de no Paran Portal. A participao dos candidatos ao mais alto cargo do execu-tivo estadual refora a importncia do Senge no cenrio de polticas pblicas.

    Candidatos ao governo do Paran debatem engenharia no Senge

    Em deciso indita, em 2014, o Tri-bunal Regional Federal da 4 Regio determinou que os trabalhos de assis-tncia e responsabilidade tcnica de empresas de comercializao e arma-zenamento de agrotxicos s podem ser feitos por engenheiros agrnomos. O acrdo da justia favorvel ao Senge, que entende que, por medida de segurana alimentar e sanidade ve-getal e ambiental, tais tarefas so exclu-sivas de profissionais de agronomia.

    Responsabilidade sobre agrotxicos de engenheiros agrnomos, no de tcnicos

    No entendimento do Senge, os engenheiros agrnomos so os pro-fissionais legalmente habilitados para assumir a assistncia e responsa-bilidade tcnica pelo comrcio e ar-mazenamento de agrotxicos. A de-ciso representa uma grande vitria para os profissionais da engenharia agronmica e para o Senge, que est sempre ao lado dos seus representa-dos em defesa da responsabilidade tcnica dos engenheiros agrnomos.

    Completando as oito dcadas em mo-mento de crise nacional, de manifestaes contrrias corrupo e de interesses de terceiros no patrimnio nacional, o Senge demonstra que permanece atuante com a firme posio em defesa da soberania nacional, da democracia, pela punio aos culpados de crimes contra o patrimnio

    pblico e, sobretudo, contrrio a golpes de toda e qualquer natureza.

    Oitenta anos renovado em seus prin-cpios de defesa dos profissionais de en-genharia e no trabalho permanente em favor dessa categoria profissional que tem como marca a presena em todas as fases do desenvolvimento do nosso Pas.

    O Senge esteve presente em toda a luta em defesa dos engenheiros e demais servidores do Paran, pela ga-rantia da aposentadoria e contra a re-duo de direitos. O processo j estava em andamento desde fevereiro, quan-do o governo Richa tentava impor junto Assembleia Legislativa (Alep) projeto de lei que reduzia conquistas dos servidores e que propunha drsti-cas alteraes no Fundo Previdenci-rio, o Paran Previdncia.

    Em uma das maiores greves do setor pblico, que envolveu inme-ras categorias e em manifestaes que reuniu milhares de funcionrios pblicos e o apoio da populao, os trabalhadores junto com as entidades sindicais se puseram contra tais des-mandos do governo.

    Participando ativamente das gre-ves em Curitiba e em vrias regionais, o Senge foi um dos atores ativos na defesa das interesses dos servidores, e manifestou publicamente no ape-nas em seus veculos de informao, mas tambm na imprensa de massa, o repdio represso. Um dia antes, o Senge j havia publicamente con-denado o cerco policial Alep, e o fez tambm no fatdico dia 29 de abril,

    29 de abril: no esqueceremos!

    data em que o Estado usou a fora contra os servidores e professores. As marcas da-quele dia, em que foram feridos centenas de funcionrios pblicos, mestres e edu-cadores que lutavam pelos seus direitos, so cicatrizes permanentes na histria paranaense.

    Um povo sem memria um povo sem histria. E um povo sem histria est fadado a cometer, no presente e no futu-ro, os mesmos erros do passado, apon-tou uma das mais importantes historia-doras brasileiras, Emlia Viotti da Costa.

    Por isso, no podemos perder no tempo as resistncias dos trabalhadores. Resgatar no ficar refm do aconteci-mento no tempo, mas sim se libertar e celebrar as vitrias que vieram nos con-frontos. fazer com que as marcas de nossas conquistas sejam maiores e mais fortes.

    cimento tcnico dos profissionais de enge-nharia para o desenvolvimento da socieda-de tornam do Senge um importante ator e frum de debates de interesse da sociedade paranaense e brasileira.

    Em 2015, dentre as aes em defesa da sociedade, destaca-se a participao do Senge como amicus curiae, na votao do relatrio do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que apontou uma srie de irregula-ridades nas licitaes e contratos do trans-porte de Curitiba. Como parte interessada na votao do Relatrio, o Senge partici-pou de uma das sesses do tribunal com sustentao oral defendendo as irregulari-dades e ressaltando as denncias realizadas pela entidade.

    pela regional do Senge em Foz do Iguau, com total apoio dos estudantes da regio. Foram quatro dias de palestras e discusses sobre a realidade da profisso, projetos ino-vadores e a funo social da engenharia.

    Tamanho foi o impacto do evento para o mundo acadmico e para o Senge Jovem que em 2016 a regional de Londrina levou o evento para l, na primeira edio da semana para os estudantes da regio, e Foz do Iguau tambm promoveu a segun-da edio. Juntos, os trs eventos reuniram mais de mil estudantes e quase uma cente-na de horas de palestras e debates sobre a engenharia.

  • 6 7Curitiba, JULHO de 2017 | jornal do engenheiro Curitiba, JULHO de 2017 | jornal do engenheiro

    GESTO 2014/2017

    2015 2016 2017NOVEMBRO

    Em Maring, regio-nal do Sindicato promove aes a fa-vor dos engenheiros autnomos quanto a procedimentos em obras municipais

    DEZEMBROSenge d suporte aos engenheiros da Codapar em greve por pagamento do dcimo terceiro sal-rio atrasado. Governo cede aps presso da mobilizao.

    JANEIROSenge lana livro sobre os 80 anos de luta em favor dos en-genheiros do Paran e pela justia social

    FEVEREIROJustia determina exonerao de comissionados irre-gulares na Cohapar. Medida motivada por denncia do Senge destaque na imprensa estadual

    MAROSenge Jovem promove o primeiro encontro estadual. Projeto se consolida com repre-sentaes regionais e estudantes de vrias instituies do Paran

    ABRILEm meio a atribu-laes do cenrio poltico nacional, Senge se manifesta em favor da demo-cracia, da legalidade e da liberdade e contra retrocessos que ponham em risco as conquistas da populao brasileira

    MAIONa imprensa, Senge analisa cenrio de crises poltica e econmica nacional e os reflexos na demanda por servios de engenharia, no salrio e no emprego dos engenheiros

    JUNHOEm Londrina, Senge Jo-vem promove a Semana do Jovem Engenheiro, evento que reuniu cen-tenas de estudantes para debater temas estruturais para o desenvolvimento de nossas cidades

    JULHOEm situao similar Cohapar, o Ministrio Pblico recomenda a exonerao de comissionados irre-gulares na Sanepar. A denncia foi feita pelo Senge

    AGOSTOEm Cascavel, regional promove edio do Tecnosenge, evento que debate tecnologia, engenharia e sustenta-bilidade

    SETEMBROSindicato entra com ao coletiva em favor dos engenheiros do setor pblico pelo pagamento de licenas-prmios para quem se aposentou

    OUTUBROSenge conquista na justia pagamento do piso profissional para os engenheiros da OI

    NOVEMBROPiso profissional tema de palestra do Senge em Ponta Grossa, evento pro-movido pela regional

    DEZEMBROCampanha do Senge nas rdios e em ou-tdoor busca valoriza-o dos engenheiros na sociedade

    JANEIROEm ofcio Cmara de Ponta Grossa, Senge se manifesta contrrio aos aumentos de impostos que prejudicam enge-nheiros autnomos do setor de construo

    FEVEREIRONo Jornal do Engenheiro, Sindicato mostra os impactos negativos da reforma da previdncia apre-sentada pelo governo para os trabalhadores

    MAROSenge participa da campanha nas mdias so-ciais: Aposentadoria Sim. Essa Reforma No. Pgi-na mobilizou milhares de compartilhamentos

    ABRILJunto com calouros de en-genharia de vrios cursos da UFPR, Senge Jovem promove trote solidrio com restaurao e limpeza de escola pblica

    MAIOSindicato promove de-bate com engenheiros sobre os prejuzos das reformas da previdn-cia e trabalhista para os trabalhadores

    2016 2017

    Em mobilizaes, audincias p-blicas, debates junto sociedade civil e nas votaes na Assembleia Legislativa o Senge participou ativamente contra a aprovao de projeto do governo que previa a venda do excedente das aes do estado nas duas estatais.

    Defender o patrimnio paranaense defender o futuro da engenharia no estado. A Copel e a Sanepar so empre-sas pblicas que empregam centenas de engenheiros e detm um grande capital

    Um dos principais direitos dos engenheiros, a lei 4.950-A, que regu-lamenta o piso da profisso, comple-tou cinco dcadas em 2016, e o Senge promoveu debates e publicaes so-bre a importncia da histrica con-quista e dos avanos para a efetiva-o.

    Cinquenta anos depois de assina-da a lei, em 22 de abril de 1966, em um quadro de risco para os direitos trabalhistas, o piso profissional uma garantia mnima de remunerao digna e de direitos dos engenheiros, agrnomos, arquitetos, veterinrios e qumicos. Porm, sua efetivao para todos os trabalhadores ainda um desafio. Alm da sempre presente de-fesa do piso nas negociaes salariais e no campo jurdico, especialmente em 2016, ano de aniversrio das cin-

    Muitas vozes sob a tenda em fa-vor da democracia e da constituio. Durante onze dias de agosto de 2016 Curitiba se tornou o centro de um dos principais fruns democrticos sobre educao, poltica, justia, arte, econo-mia e direitos trabalhistas: o Circo da Democracia. O Senge esteve presente nos eventos que reuniram milhares de pessoas, dentre intelectuais e lideran-as sociais e sindicais para debater o

    Senge sai em defesa da Copel e da Sanepar como empresas pblicas

    Lei do piso profissional dos engenheiros completa 50 anos

    Circo da Democracia: maior frum democrtico do pas

    tecnolgico. estratgica a sua manuten-o nas mos da populao, revertendo os ganhos em investimento no prprio estado.

    Apesar dos esforos das entidades, a medida foi aprovada pela maioria dos deputados. Em dezembro passado o governo colocou no mercado as aes da Sanepar venda. Das 207 milhes de aes da estatal vendidas, 45% foram para fundos de investimento e cerca de 40% foram para investidores estrangeiros.

    co dcadas da lei, o Senge promoveu em Curitiba amplo debate sobre os desafios da aplicao da lei.

    O evento contou com forte pre-sena da categoria e tambm de en-tidades de representao das outras modalidades profissionais abrangi-das pela mesma lei federal: qumicos, arquitetos e urbanistas e mdicos ve-terinrios.

    futuro poltico do Pas. Dentre outros objetivos, o evento

    serviu para abrir espao a toda socie-dade num momento em que a Cons-tituio foi atacada aos golpes polticos e que tentam rasgar os direitos dos tra-balhadores e a CLT nos plenrios. Para dar o sinal de alerta contra os bancos que operam para negociar a soberania nacional. O circo para mostrar que a voz do povo no pode ser calada.

    O Coletivo de Mulheres e o Sen-ge Jovem promoveram na regional de Campo Mouro debate sobre a rea-lidade das mulheres no mercado de trabalho e o histrico da luta por direi-

    Um Congresso conservador que aprova sem dificuldades projeto que permite a terceirizao de atividade fins. Um governo federal que para atender aos interesses do mercado financeiro e do capital privado, com muita gana pressiona a aprovao de

    Mulheres de luta debatem gnero em Campo Mouro

    s ruas em defesa dos direitos trabalhistas, pela aposentadoria e pela seguridade social

    tos. Mais de 70 pessoas participaram do evento, que contou com palestras de Rosane Pereira Scapin, engenheira agrnoma e agente de fiscalizao do Crea, Simone Baa Pereira Gomes,

    engenheira qumica e Diretoria da Mulher da Federao Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), e Miria Maria Peres, advogada e profes-sora do curso de direito da Faculdade Integrado de Campo Mouro.

    Segundo dados do mercado de trabalho da engenharia, dos 261 mil postos de trabalho registrados em 2014 em regime celetista, apenas 19% eram ocupados por mulheres. A diferena mais gritante quando passamos do n-mero de vagas para os valores mdios de salrios. Enquanto no mesmo ano os engenheiros receberam, em mdia, remunerao de R$ 10 mil, as enge-

    nheiras ficaram com a mdia salarial de apenas R$ 8,3 mil, abaixo inclusive da mdia geral, de R$ 9,9 mil.

    A proposta do seminrio, um dos principais eventos promovidos pelo Coletivo de Mulheres, foi justamen-te apontar o abismo de direitos e de reconhecimento de papeis que existe sobretudo no mercado da engenharia. Esperamos que esse seja um momen-to em que ns, mulheres, possamos re-fletir e se sentir estimuladas a ocupar o nosso espao. Pois se a gente no ocu-par, no vamos avanar, props Losa-ni Perotti, diretora adjunta da regional do Senge-PR em Campo Mouro.

    reformas que retira direitos dos traba-lhadores. A Consolidao dos Direitos Trabalhistas (CLT) est em risco. Os poucos direitos trabalhistas e o direito previdncia esto berlinda.

    Neste cenrio poltico de total de-solao para os trabalhadores, o Sen-

    ge no se furta de ir luta e nas ruas defender os direitos da sua categoria e se posicionar contra todo e qualquer retrocesso que prejudique os trabalha-dores.

    por isso que principalmente nes-te ltimo ano, a diretoria do Sindicato tem atuado de forma contundente nas manifestaes contra as reformas da previdncia e trabalhista. Em 15 de maro, o Senge esteve presente no ato que reuniu mais de 30 mil trabalhado-res em Curitiba.

    Mulheres, trabalhadores do cam-po, engenheiros que teriam direito a aposentadoria especial e vrios outros profissionais que contribuem todos os meses, por anos, para a previdncia

    sero prejudicados com reformas que propem um retrocesso aos direitos dos trabalhadores. O Senge jamais ser omisso diante de aes como essas. contra tais medidas que promovemos o debate qualificado e que ocupamos as ruas e dizemos No! s reformas do governo federal que derrubam direitos histricos conquistados com a luta do povo, defende o presidente do Senge, Carlos Roberto Bittencourt.

    A entidade tambm participou e ajudou a promover nestes primeiros meses de 2017 em inmeros debates e palestras com especialistas apontando os prejuzos as medidas conservadoras do governo federal contra os trabalha-dores.

  • 8 9Curitiba, JULHO de 2017 | jornal do engenheiro Curitiba, JULHO de 2017 | jornal do engenheiro

    Presidente do Crea-PR, JOEL KRGERJoel Krger, presidente Crea-PR, enalteceu a atuao permanente do Sente tanto

    luta pelos direitos dos engenheiros, quanto pela sociedade paraense e brasileira, e ci-tou como exemplo a luta em defesa da Copel e da Sanepar. Ao falar sobre as reformas em curso no Brasil, reforou que a nova diretoria ter um horizonte de trs anos de muito trabalho. Quando falamos da reforma da Previdncia e da Trabalhista, 80% da nossa vida que est em discusso, frisou. Alm disso, reafirmou a necessidade da defesa dos recursos naturais brasileiros, como os minrios e o petrleo.

    NOVA DIRETORIA

    Renovao, diversidade e unidade marcam a posse da nova diretoria do SengeCerimnia de posse em Curitiba reuniu engenheiros, sindicalistas e lideranas polticas e de movimentos sociais. Nos desafios para a gesto que se inicia esto a resistncia aos retrocessos de direitos trabalhistas e a luta pela democracia.

    Defender as engenheiras e os engenheiros, a engenharia e a soberania nacional, lutar pela proteo social e do trabalho, e pro-por sadas populares e soberanas para a crise, para pautar nos novos rumos do pas. Tais desafios esto entre os principais compromissos assumidos pela nova diretoria do Senge, que assumiu a gesto da en-tidade para os prximos trs anos.

    A cerimnia de posse que mar-cou o incio da gesto 2017/20 da diretoria colegiada do Sindicato reuniu mais de 300 engenheiros, lideranas sindicais e polticas e representantes de movimentos so-ciais e populares em evento realiza-do em 1. de junho em Curitiba. A renovao, a diversidade e a busca pela unidade da entidade nas lutas em prol dos engenheiros marcaram o discurso de posse do presidente reeleito da entidade, engenheiro agrnomo Carlos Roberto Bitten-court.

    Para alguns de ns significa a continuidade de uma jornada, que

    agora recomea com as marcas da renovao e da busca pela unidade. Para os mais jovens de idade ou de militncia, a estreia na constru-o da entidade sindical dos en-genheiros. com essa diversidade que seguimos juntos na defesa da engenharia, dos engenheiros e da soberania brasileira, defendeu Bit-tencourt.

    Para os novos desafios, o enge-nheiro pontua a importncia da participao da categoria, ressaltan-do o fundamental papel dos profis-sionais e das diretorias anteriores e atual do Sindicato. O esforo de cada um e cada uma, usado de maneira coletiva e permanente, a base do Senge. A dedicao volun-tria, cada um com suas qualidades e dentro das possibilidade pessoais diversas que temos, torna possvel a continuidade da atuao em prol dos direitos e do interesse pblico. Um sindicato no se faz apenas de diretores. Se faz de associados par-ticipativos, que a partir de seus lo-cais de trabalho ou no desfrute jus-

    to de sua aposentadoria, mantm viva a convico da necessidade e da urgncia da organizao coletiva dos trabalhadores.

    Sobre o legado da gesto que se encerra e rememorando as lu-tas sindicais do Senge nos ltimos anos, Bittencourt ressaltou o envol-vimento dos jovens como uma das marcas mais promissoras e ousadas da entidade. Hoje, estamos na marca dos 2.600 filiados ao Sen-ge Jovem e somos uma inspirao para outras iniciativas nos quatro cantos do pas. Em cada regional do sindicato h uma clula de mul-tiplicao dos ideais do Senge entre os futuros engenheiros. E em cada uma dessas clulas, est o nosso presente e o nosso futuro, garantiu.

    Demonstrando a pluralidade do Senge da gesto que se renova, o presidente ressaltou a histrica participao das mulheres na nova gesto: Ao longo dos 82 anos de histria do sindicato, toma posse hoje a diretoria com maior presen-a de engenheiras. Elas so 29% da

    composio da nova direo. Essas mulheres esto mudando a histria e para mim uma honra estar na presidncia do Senge ao lado delas.

    Para o presidente, as reformas estruturais que o presidente Mi-chel Temer (PMDB) e maioria do Congresso buscam implementar em nada condizem com o progra-ma aprovado nas urnas nas eleies presidenciais de 2014. Uma coali-zo neoliberal quer reformar o pas colocando abaixo as vigas de sus-tentao dos direitos sociais, tra-balhistas e previdencirios. Fazem isso a despeito da Constituio Federal, numa velocidade incom-patvel com o debate democrtico. Como sadas, Bittencourt aponto a necessidade de avano na unidade entre as foras populares, a sada de Michel Temer da presidncia e a realizao imediata de eleies diretas.

    A mesa de autoridades da ceri-mnia contou com a participao do secretrio de agricultura e de abastecimento do Paran, Nor-berto Anacleto Ortigara; do ex--presidente do Senge e deputado estadual Rasca Rodrigues, repre-sentando a assembleia legislativa (Alep); da vereadora Professora Jo-sete, representando a Cmara Mu-nicipal de Curitiba; do presidente da Federao Interestadual de Sin-dicatos de Engenheiros (Fisenge), Clovis Nascimento; do presidente do Crea-PR, Joel Krger; do dire-tor geral da Regional do Senge em Maring, Srgio Incio Gomes, que representou as diretorias regionais; e da coordenadora estadual do Sen-ge Jovem, estudante de engenharia qumica, Letcia Partala. Veja na pgina ao lado as manifestaes de apoio e congratulaes pela gesto que se inicia.

    Participao de autoridades polticas e sindicais de esfera municipal, estadual e nacional na cerim-nia de posse ressalta a amplitude das lutas e presena do Senge

    Desafio de seguir forte na defesa das enge-nheiras e dos engenheiros, pela engenharia e soberania nacional, e de lutar pela proteo social e do trabalho

    Joka Madruga

    Joka Madruga

    Diretoria colegiada eleita para a nova gesto a que mais tem representao feminina nos 82 anos do Senge

    Joka Madruga Diretoria Colegiada (estadual)

    Diretor-Presidente - Eng. Agr. Carlos Roberto BittencourtVice-Presidente - Eng. Eletric. Leandro Jos Grassmann

    Diretora-Secretria - Eng. Civil ANGELA DoubekDiretor-Secretrio Adjunto - Eng. Civil Valter FaniniDiretor Financeiro - Eng. Civil Ccero Martins Jnior

    Diretor Financeiro Adjunto - Eng. Agr. Mrcio da Silva

    Diretoria ColegiadaEng Florestal Cludia Sonda

    Eng. Agr. Claudinei Pedroso RibasEng. Civil Cleverson de Freitas

    Eng. Civil Edilene Pires da Silva AndreiuEng. Civil Hlio Sabino Deitos

    Eng.. Civil Joel KrgerEng. Eletric. Jorge Irineu Demtrio

    Eng. Civil Jos Ricardo Vargas de FariaEng. Civil Luciana Bruel Pereira

    Eng.. Civil Luiz Henrique Calhau CostaEng. Agr. Marcos Valrio de Freitas AndersenEng.. Civil Maria Cristina GrafEng. Agr. Mary Stela BischofEng. Agr. Miriam Rocha LouresEng. Agr. Raul Henrique Brianese Eng. Mecnico Ricardo Esteves MarrafoEng. Civil Salem IbrahimEng.de Produo Victor Meireles Sampaio de Arajo

    Conselho FiscalTitulares

    Eng. Mec. Augusto Brandini NetoEng. Eletric. Erasmo Felix Benvenutti Filho

    Eng. Agr. Hernani Alves da Silva

    SuplentesEng. Eletric. Rolf Gustavo MeyerEng. Agr. Maria Celeste Marcondes DuarteGelogo Otvio Augusto Boni Licht

    NORBERTO ANACLETO ORTIGARA, se-cretrio de agricultura do Paran

    Ao se pronunciar, Norberto Anacleto Ortigara, secre-trio de abastecimento, representando o governador do Pa-ran, reforou o respeito cultivado pelo Senge ao longo das dcadas. Eu convivo h quase 40 anos com esse sindicato e posso testemunhar a capacidade que ele tem, por represen-tar muito bem as vrias categorias, com forma e firmeza,

    frente do seu tempo, disse. Para Ortigara, o Senge sempre esteve na vanguarda, com posies claras e

    objetivas, polcias pblicas decentes para a sociedade. O secretrio caracterizou a conjuntura brasileira como fuzarca poltica.

    Engenheiro sanitarista CLOVIS NASCIMENTO, presidente da Fisenge

    O presidente da Fisenge, Clovis Nascimento, afirmou o re-conhecimento ao trabalho do Senge-PR, por ser uma entida-de importante na fundao da Federao e por ir alm da luta corporativa, mas principalmente na luta por um Brasil mais justo e igualitrio. E neste cenrio de tentativa de retrocessos aos direitos, Nascimento reforou o posicionamento da Fisen-

    ge na luta poltica que tem sido travada no pas. No podemos, de jeito nenhum, ab-dicar dessa luta, garante. O presidente reiterou o convite para o Simpsio SOS Brasil Soberano. No tem o objetivo de resolver os problemas, mas sim abrir o debate.

    Diretor geral da regional de Maring, SRGIO INCIOSrgio Incio Gomes, diretor da regional de Maring,

    representando as regionais do Senge no Paran, frisou o pa-pel das regionais nesta gesto. As demandas no esto con-centradas numa regio s, na capital. Temas as demandas e precisamos do sindicato presente. No s aos engenheiros, mas a sociedade em geral precisa do Senge, explica. Segundo Gomes, est sendo criado um Frum de Regionais, com a

    inteno de buscar mais atividade de politizao.

    Coordenadora do Senge Jovem, LETCIA PARTALAA coordenadora estadual do Senge Jovem, Letcia Parta-

    la, parabenizou a conquista do Senge ao avanar no aumento da representatividade de jovens e mulheres. Tambm frisou o papel do Senge na formao dos novos engenheiros, em espe-cial em meio crise poltica brasileira. Nessa conjuntura de caos poltico, precisamos de um movimento sindical forte e que nos d norte s nossas lutas, e esse com certeza um dos

    principais desafios da diretoria que toma posse .

    RASCA RODRIGUES, deputado estadual e ex--presidente do Senge

    Rasca Rodrigues, engenheiro e ex-presidente do Senge e atualmente deputado estadual, participou da mesa repre-sentando a Assembleia Legislativa. O Senge goza de res-peito, porque um sindicato correto e no foge das lutas. Pela experincia vivida como integrante do Senge, garante que se trata de um sindicato em que vale a pena participar

    quando se jovem, mas tambm com a avano da vida profissional e na aposen-tadoria. um caminho bom de fazer, bom de trilhar. Com relao s ameaas soberania nacional, em especial com a quebra do regime de partilha do Pr-sal, Rasca Rodrigues afirma que Jos Serra, senador pelo PSDB de So Paulo, prestou um servio e entregou a autonomia e emancipao do pas ao capital privado internacionais.

    VEREADORA PROFESSORA JOSETERepresentando a Cmara Municipal de Curitiba, a

    vereadora Professora Josete (PT) relembrou o perodo em que esteve a frente do Sindicato dos Servidores do Magis-trio Municipal de Curitiba (Sismac), na dcada de 1990: O Senge sempre foi uma referncia pra ns, por ser um sindicato que, alm de fazer a defesa da categoria, sempre foi uma referncia na discusso tcnica de grandes temas.

    A vereadora parabenizou o aumento do nmero de mulheres na gesto: o mo-mento que temos que continuar avanando para termos direitos iguais. Tambm ressaltou a atuao do Senge na defesa da soberania nacional.

  • 10 11Curitiba, JULHO de 2017 | jornal do engenheiro Curitiba, JULHO de 2017 | jornal do engenheiro

    NOVAS DIRETORIAS REGIONAIS

    Um sindicato presente em todo o ParanAs sete regionais do Senge tambm realizaram as cerimnias de posse das diretorias para o trinio 2017/20. Nos eventos, que contou com a presena do presidente do Sindicato, engenheiro agrnomo Carlos Roberto Bittencourt, foi reforada a unio da entidade em todo o estado e a importncia do fortalecimento da entidade na resistncia contra os retrocessos de direitos trabalhistas.

    Regional de Campo Mouro Hoje um desafio muito grande ser mulher em um sindicato, sobretudo da engenharia, rea predominantemente masculina. Mas esse espao deve ser ocupado, e isso vem por meio da luta, afirma nova diretora geral da Regional de Campo Mouro, enge-nheira agrnoma Losani Perotti.

    A defesa marca a posio da primeira engenheira a assumir a diretoria regional, empossada durante ceri-mnia da entidade no dia 7 de junho. No desafio para os prximos trs anos, Losani refora a importncia da participao das mulheres na engenharia e sobretudo

    nos espaos de poder. No dia a dia, na luta no mercado de trabalho, te-mos que ficar provando que somos capazes de fazer nosso trabalho com qualidade e eficcia. Essa uma luta diria, que se soma s outras batalhas com as jornadas triplas ou mltiplas, administrando a casa, a sade da famlia e muito mais. Por muitas vezes diante dessas cir-cunstncias acabamos no assumindo esses espaos em nossas comunidades, no nosso sindicato. Mas digo que fundamental que a gente ocupe esses espaos, para que sejamos protagonistas desta histria, defende Losani.

    Regional de Maring Construir pontes e destruir muros. sob a am-plitude desta bandeira que tomou posse no dia 9 de junho a diretoria da Regional de Maring. A frase, presente no discurso do novo diretor geral da regional, o engenheiro eletricista Srgio Incio Gomes, o desejo acerca do trabalho que pretendemos desenvolver.

    Mostrando a importncia do Sindicato no cenrio social e poltico da regio, a cerimnia de posse reuniu cerca de 80 associados, familiares, dirigentes do Senge de outras regionais e autoridades representando movi-mentos sociais e sindicais, bem como rgos municipais e do legislativo federal.

    No desafio da atual gesto, Srgio Incio aponta a necessidade da unio das entidades de defesa dos tra-

    balhadores e da sociedade na luta contra os retrocessos nacionais. O novo diretor ressaltou a urgncia da resis-tncia contra as nefastas medidas lanadas em esfera federal, de descarado ataque aos direitos sociais e traba-lhistas, com a aprovao de projetos como a terceiriza-o indiscriminada e o desmonte da Consolidao das Leis Trabalhistas (CLT).

    A conjuntura atual se apresenta caracterizada pela intolerncia s ideias alheias sob o pretexto do combate corrupo. nesse ambiente de intolerncia que se es-tabelece as propostas de reformas sindical, trabalhista e previdenciria. A ideia de que os direitos trabalhistas se exerce em detrimento do desenvolvimento uma fal-cia, critica o novo diretor da regional.

    Regional Sudoeste As regionais do Senge dos municpios de Francisco Beltro e de Pato Branco formali-zaram, em cerimnia de posse realizada no dia 23 de junho, a unificao da gesto e uma nica estrutura: a Regional Sudoeste. A juno faz com que as regio-nais existentes nos dois municpios agora passem a funcionar com uma diretoria mista e com sede em Francisco Beltro, onde ocorreu a posse.

    O engenheiro agrnomo Eduardo Martins Por-telinha foi empossado para a diretoria-geral da Re-gional Sudoeste para o prximo trinio. Em seu dis-curso, Portelinha classificou as reformas trabalhista e previdenciria do governo federal como impopu-

    lares e verdadeiras ameaas dignidade dos traba-lhadores.

    O agrnomo reafirmou a necessidade da ao conjunta dos trabalhadores: Em qualquer tempo, principalmente nos momentos de crise, o indivduo de forma isolada dificilmente conseguir mudar ou influenciar o sistema vigente. A histria nos ensina que o indivduo somente amplia seu poder de nego-ciao organizando-se juntamente com outros que possuem necessidades similares, e neste contexto que o Senge cumpre um papel imprescindvel na luta coletiva pelos direitos j conquistados, enfatizou o novo diretor-geral.

    Regional de Ponta Grossa Nesse momento conturbado, eu es-pero que o Senge em Ponta Grossa seja a casa dos engenheiros, e que eles pos-sam usar essa estrutura aqui para que pos-samos melhorar as condies da categoria e possamos fazer a diferena. A afirmao da nova diretora geral da Regional de Ponta Grossa, engenheira agrnoma Josiane Burk-ner dos Santos. A defesa foi durante a ceri-

    mnia de posse da nova gesto. Fico muito feliz por poder participar e prestar um servi-o que possa transformar e mudar a vida das pessoas, completou.

    Depois dos longos 21 anos inativa, de 1993 a 2014, o grupo que retomou a Regional do Senge em Ponta Grossa assume a segunda gesto frente a entidade. A cerimnia foi re-alizada no dia 21 de junho.

    Regional de Cascavel Assumimos o desafio de luta nesta prxima gesto com a garantia de renovao. No apenas em nossa composio, com novos dirigentes e a participao feminina na diretoria, mas tambm com a renovao de foras para seguirmos lutando pelos engenheiros e pela sociedade, afirma o diretor reeleito para a regional, enge-nheiro civil Nelson Mller Junior.

    A cerimnia que marcou o incio da atual gesto na regional foi realizado em 6 de junho e reuniu cerca de 70 associados e lideranas sindicais e polticas da regio para o evento marcado pelo compromisso de renovao na luta sindical.

    De acordo com Nelson, o cenrio poltico recente res-salta a importncia de entidades de luta e resistncia dos trabalhadores e da consolidao de um sindicato formado pela atuao firme de seus representados. Vivemos um momento crtico nacional em que direitos trabalhistas e previdencirios so atacados e precisamos cada vez mais de entidades slidas e combativas como o Senge para nos defender. Isso, claro, no se faz apenas na atuao da dire-toria, mas de todos os engenheiros que compem a cate-goria. por isso que fao um apelo a todos, que venham participar da luta conosco, das reunies do Senge e da luta por uma sociedade mais justa, conclama o diretor.

    Regional de Foz do Iguau As conquistas histricas, acumuladas pela atuao organizada os sindicatos, desde o incio do sculo XX, h mais de 100 anos, esto ameaadas, disse o novo diretor-geral da Regional de Foz do Iguau, engenheiro eletricista Gilson Branco Garcia, na cerimnia de posse da regional no dia 22 de junho.

    Para alm das lutas e demandas locais e corporativas que estaro nos compromissos da nova diretoria no pr-ximo trinio, o novo diretor-geral frisou a gravidade do momento nacional vivido no Brasil. A possibilidade de negociao individual, um dos pontos propostos da refor-ma trabalhista, apresentado pelo engenheiro como um dos piores ataques.

    Estaremos alinhados com a unidade sindical e popu-lar de Foz do Iguau e na corrente de resistncia, estabe-lecida e crescente por todo o todo o Brasil, na defesa dos legtimos direitos da classe trabalhadora a qual ns perten-cemos, garantiu.

    O fortalecimento do Senge Jovem foi apresentado pelo diretor como uma das principais metas da nova ges-to. Para o engenheiro, o projeto com os estudantes uma funo ampliada do Sindicato, um investimento que con-tribui na formao tcnica e cidad dos futuros engenhei-ros. A regional foi pioneira na criao da semana do Jovem Engenheiro em 2015, evento que teve a sua segunda edio em 2016 e incentivou a realizao de outros no Paran.

    Regional de Londrina Para o diretor reeleito em Londrina, engenheiro eletricista Nilton Camargo Costa, o Senge um sindicato de vanguarda, na medida em que est sempre a frente nos debates de temas estruturais da sociedade, nun-ca se furtando em se posicionar a favor dos interesses da sua categoria e da democracia, empunhando a bandeira da valorizao dos profissionais de engenharia. A cerimnia de posse da regional foi no dia 10 de junho e reuniu mais de 220 engenheiros, representantes de entidades de classes e parceiros do Senge.

    No temos como reestruturar um pas continen-tal como o Brasil sem antes ter uma engenharia forte. E temos essa engenharia. O que precisamos dar ateno, valorizar, atuar na presso para que os governos retomem os investimentos em polticas pblicas. Ns defendemos os engenheiros e no iremos nos furtar. Mas vamos alm disso, defendemos a sociedade, nas questes relacionadas

    a engenharia, do olhar tcnico. Prova disso que aqui em Londrina, atuamos fortemente nos conselhos da cidade, como do trabalho e emprego, no de habitao, no da ba-cia hidrogrfica e em outras tantas frentes mais, afirma Nilton.

    Junto aos planos desta gesto que se inicia, o diretor reeleito reafirma o apoio ao projeto na regio e aos dirigen-tes dedicados ao sucesso do Senge Jovem. O Senge de vanguarda e de futuro tambm. Apostamos na juventu-de, trazendo as engenheiras e engenheiros do amanh para dentro do sindicato, para que nos deem novas vises para que a gente possa construir juntos nas aes do presenta o futuro da engenharia e da sociedade mais justa. E isso temos com o desenvolvimento do Senge Jovem, aqui em Londrina tocado com muita garra pelos estudantes que atuam na promoo de eventos, debates e aes como o trote solidrio.

    Regional de Campo MouroDiretora Geral Regional - Eng Agr. Losani PerottiDiretor Regional Secretrio - Eng Agr. Roberto Menezes MeirellesDiretor Regional Financeiro - Eng Civil Sebastio Carlos MauroDiretoria - Eng Civil Vincius A. Bussola; Eng Civil Expedito Goulart Brasil; Eng Prod. Mrio A. Caldani; Eng Agr. Mrcia Helena Laino; Eng Agr. Antnio F. da Costa Neto.

    Regional de LondrinaDiretor Regional - Eng Eletric. Nilton Camargo CostaDiretora Regional Secretria - Eng Eletric. Aline Daniele MalangaDiretor Regional Financeiro - Eng Civil Joo A. Verosa SilvaDiretoria - Eng Agr. Almir Del Padre; Eng Mec. Cndido N. Malaguido; Eng Civil Jlio Cotrim; Eng Agr. Osvaldo de S. Campos Jnior; Eng Agr. Paulo G. Ferreira Ribeiro; Eng Eletric. Widney G. Moreira; Eng Eletric. Wilson Sachetin Maral; Eng Seg. Trab. Wilson A. da Silva.

    Regional de Ponta GrossaDiretora Geral Regional - Eng Agr. Josiane Burkner dos SantosDiretora Regional Secretria - Eng Civil Ana Luiza Kubiak TozettoDiretor Regional Financeiro - Eng Agr. Henrique Luis da SilvaDiretoria - Eng Agr. Lutecia B. dos Santos Canalli; Eng Agr. Adriana Baumel; Eng Agr. Roberto Chueire Vieira; Eng Civil Manoel M. da Silva Martins; Eng. Agr. Roberto Franzini; Eng Civil Guilherme Farhat; Eng Civil Margolaine Giacchini.

    Diretoria da Regional SudoesteDiretor Geral Regional - Eng Agr. Eduardo Martins PortelinhaDiretora Regional Secretria - Eng Civil Kassiana Kamila Pagnoncelli RefatiDiretor Regional Financeiro - Eng Agr. Joo Fernando GuarientiDiretoria Eng Civil Anorosval P. Leirias da Silva Junior; Eng Civil Deonildo L. Bagatini Junior; Eng. Civil Ricardo S. Farias Fregonese; Eng Agr. Rosane Dalpiva Bragatto; Eng Agr. Nilce Maria de Souza.

    Regional de CascavelDiretor Geral da Regional Eng. Civil Nelson Mller JniorDiretor Regional Secretrio Eng. Eletric. Moanir Stabile FilhoDiretor Regional Financeiro - Eng Civil Reni HeerdtDiretoria Eng. Eletric Harry Fockink; Eng. Eletric. Hlcio A. Rodrigues Zilotti; Eng. Agr. Luiz Henrique Klinger; Eng. Civil Dari Paulo Londero; Eng. Civil Bruna Caitano Orizio; Eng. de Alim. Karolline Marques da Silva; Eng. Civil Raiger Moreira Alves.

    Regional de MaringDiretor Geral Regional - Eng Eletric. Srgio Incio GomesDiretora Regional Secretria - Eng Civil Sandra Mara N. CardosoDiretor Regional Financeiro- Eng Agr. Angelo Librio RobertinaDiretoria - Eng Agr. Eduardo Augustinho dos Santos; Eng Florest. Erni Limberger; Eng Qum. Gislaine L. Bussolo; Eng Civil Marcelo Ricardo Dias; Eng Civil Samir Jorge; Eng Civil Yutaka M. K. Jnior; Eng Florest. Ana Paula Aletto.Regional de Foz do Iguau

    Diretor Geral Regional - Eng Eletric. Gilson Branco GarciaDiretor Regional Secretrio - Eng Civil Pablo Braga MachadoDiretor Regional Financeiro - Eng Civil Jorge Oscar DarifDiretoria - Eng Agr. Airton Piana; Eng Eletric. Gilson Nakagaki; Eng Civil Laurindo R. Costa; Eng Civil Newton R. Rutz da Silva; Eng Eletric. Rafael R. Druzian; Eng Eletric. Tacio F. Demarchi; Eng Eletric. Jos Q. Assis Neto.

    Alexsandro Ribeiro

    Alexsandro Ribeiro

    Ednbia Ghisi

    Alexsandro Ribeiro

    Alexsandro Ribeiro

    Ednbia Ghisi

    Ednbia Ghisi

    Conhea as Novas Diretorias

  • 12 Curitiba, JULHO de 2017 | jornal do engenheiro

    AO BENEFICENTE EM FOZ

    Regional do Senge e engenheiros da Itaipu ajudam instituies beneficentes em Foz do Iguau

    Senge participa de projeto social junto Sociedade Barraco

    Doao de R$ 23,6 mil feita pelos profissionais e pelo Sindicato referente s taxas recolhidas pela entidade a ttulo de custeio de campanha salarial do Acordo Coletivo de Trabalho. Confira a prestao de contas das doaes definidas pelos engenheiros

    Seis entidades beneficentes e cente-nas de crianas foram beneficiadas com doao de R$ 23,6 mil feita no incio deste ms por engenheiros da Itaipu e pela Regional do Senge em Foz do Iguau. O valor repassado s instituies referente s taxas de custeio de campanha salarial, recolhidas como encerramento das nego-

    O Senge e o Senge Jovem partici-paro do projeto de assistncia tcnica e urbanizao da rea da Socieda-de Barraco, comunidade de catadores de reciclveis do bairro Boqueiro, em Curiti-ba. O projeto desenvolvido em parceria com o Coletivo Trena, associao sem fins lucrativos que presta assistncia tcnica em arquitetura e urbanismo para comunida-des em situao de vulnerabilidade.

    No ltimo dia 17 de junho, marcando o incio da parceria, o diretor-financeiro do Senge, Ccero Martins Jnior, e os di-rigentes regionais do Senge Jovem, An-derson Mendes e Andr Munhoz, fizeram

    ciaes do Acordo Coletivo da Itaipu.De acordo com o diretor regional de

    Foz do Iguau e engenheiro da Itaipu, Jos Quirilos Assis Neto, a ao em prol das instituies de ao social histrica na regional do Sindicato, e a deciso votada ano a ano pelos profissionais empresa bi-nacional.

    O Senge tem como parte da sua mis-so e seu dever auxiliar a sociedade nas questes de engenharia, promover a soli-dariedade e contribuir para o desenvolvi-mento humano. Neste sentido, anualmen-te a Regional de Foz do Iguau, conforme deliberado em assembleia, recolhe uma contribuio dos seus representados, em-pregados da Itaipu Binacional, para distri-buio s entidades filantrpicas, afirma Jos Assis.

    Ajuda a famlias carentes com forneci-mentos de cestas bsicas, ao de caridade a dependentes qumicos, excludos sociais e pessoas em situao de rua, atendimento com medidas socioeducativas a uma cen-tena de crianas e adolescentes e apoio ao esporte esto entre os projetos que tero continuidade de atividade com a ajuda financeira.

    As entidades que receberam o apoio financeiro so: Fraternidade O Caminho; Ncleo Criana de Valor; Centro Nosso Canto; Um Chute para o Futuro; Centro Esprita Aprendizes Do Evangelho (Ceae); e Associao de Basquete de Foz do Igua-u (Abasfi). O montante total arrecadado

    pelo Senge foi distribudo para cada enti-dade em valores diferenciados relaciona-dos aos projetos indicados pelas prprias instituies. Cada projeto ter acompa-nhamento do Sindicato feito pelos direto-res e pelos associados.

    Jos Assis pontua que a ao de carida-de no seria possvel sem o apoio e deciso dos engenheiros da Itaipu. Isso porque foram os profissionais que definiram em assembleia a destinao da taxa e a escolha das entidades que receberiam os valores.

    Foram os engenheiros que definiram as entidades beneficiadas. E ns da Re-gional do Senge, totalmente apoiadora da deciso, agradecemos a todos que colabo-raram com as doaes, indicao das en-tidades, definio dos projetos, auxlio na distribuio e acompanhamento da execu-o dos projetos. Tenham a certeza de que contriburam para a construo de um mundo melhor, com menos sofrimento, mais justo, mais humano e solidrio. As entregas das doaes foram realizadas pelo diretor da regional, Pablo Braga Machado, acompanhado pela secretria do Senge, Si-mone Leandro Gonalves.

    Uma das instituies que recebeu a doao, a ong Um Chute Para o Futuro atende 240 crianas com promoo de prticas esportivas e educacionais

    Doze famlias moram no espao da antiga fbrica de uma massa falida no bairro Boqueiro. A ao busca a reurbanizao da rea.

    Regional do Senge em Foz do Iguau

    Anderson Mendes Souza

    Visita tcnica comunidade de catadores de reciclveis no bairro Boqueiro para elaborao de projetos hidrulicos e de infraestrutura marca o incio da parceria envolvendo Senge, Senge Jovem e o Coletivo Trena

    visita tcnica comunidade para estudar a viabilidade de elaborao dos projetos hidrulico e de infraestrutura. O objetivo desta primeira aproximao foi conferir a possibilidade de regularizao do abasteci-mento de gua pela empresa de saneamen-to comunidade.

    Contribuir para a melhoria de vida da sociedade e atuar por meio da engenharia no desenvolvimento sustentvel. Foram com tais objetivos que o Senge Jovem foi iniciado h trs anos. E hoje ser convidado a participar de mais um projeto de enge-nharia solidria junto a uma das mais com-bativas comunidades da capital, que h 18

    anos luta pelo seu espao, uma honra para o Senge Jovem e para o Senge, e mos-tra que estamos no rumo certo na promo-o de aes com os estudantes envolven-do a funo social da engenharia, afirma o diretor do Sindicato, Ccero Martins.

    Outras visitas tcnicas e reunies com os integrantes da Sociedade Barraco sero realizadas nas prximas semanas para de-bater e apresentar o estudo preliminar do abastecimento de gua e esgoto do espao,

    bem como definir um plano de trabalho para demais projetos de reurbanizao da rea.

    Primeira comunidade a ter direito a usucapio coletivo no Paran, em 2013, a Sociedade Barraco composta por 12 fa-mlias de catadores de material reciclvel. Desde 1999 ocupam um terreno de uma massa falida no bairro Boqueiro, entre as ruas Professor Jos Maurcio Higgis e O Brasil para Cristo.