Jornal agosto 2014

download Jornal agosto 2014

of 8

  • date post

    07-Nov-2014
  • Category

    Documents

  • view

    131
  • download

    3

Embed Size (px)

description

 

Transcript of Jornal agosto 2014

  • 1. Queridos irmos e irms em Cristo A Igreja nos convida neste ms de Agosto a refletir sobre a vocao, ou seja, ao ato de chamar, de escolha e de disposio para algo ou para alguma misso. Neste sentido, Deus em seu infinito amor por ns deixou os Sacramentos. atra- vs deles que caminhamos na Igreja. Tendo inicio com o Batismo, no qual passamos a fazer parte do povo de Deus, inseridos na comunidade. A partir do batismo, todos somos chamados santidade, f e ao seguimento de Jesus. E por derradeiro temos a deciso de servir a Deus como religiosos e religiosas consagrados ou formamos a igreja domestica atravs do casamento. Desta forma, a vocao crist deve ser vista assim, como um servio a Deus, a Igreja e aos irmos e no como uma ascenso social ou busca de uma posio privilegiada na Igreja ou na sociedade. Que tenhamos tempo para Deus e saibamos, na fora do Esprito Santo decidir positivamente ao chamado de Deus, pois, a deciso, ser sempre nossa. Boa leitura! Deus abenoe!!! PASCOM Pai... Obrigado! Ms de agosto reservado para homenagear os Pais, co-autores da nossa existncia responsveis por ser o que somos. Que importncia tem um Pai em nossa vida? O que ele representa em nossa formao? aquilo que ele projetou para cada um de ns? Somos espelho de sua vida? Como me vejo diante desses questionamentos? Vamos caminhar um pouco nesse universo maravilhoso que ser Pai No existe coisa mais sublime para o homem do que ver projetado na figura do recm nascido o seu EU como continuidade da sua exis- tncia, pois ser pai ser fonte de amor, de esperana e de sabedoria, pois tudo que sabemos e somos, aprendemos com ele. Ele mostrou- -nos a vida com exemplos e assim crescemos, fazendo e aprenden- do, sempre vendo em seus gestos um modelo, um amigo a ensinar e se espelhar. E como um grande presente, nos prepara na caminha- da da vida para crescer e se tornar adulto, honesto e independente. Pai palavra mgica, pequena, mas gigante diante da proposta e segurana que ela representa para os filhos. De voc Pai, trazemos gotas e pedacinhos, verdadeiros smbolos de amor e carinho, que se unem a nossa vida, fazendo parte do nosso ser. Muitos j no tm a sua presena em nosso meio, outros esto velhos, acamados ou esto debilitados na memria. Quando olhamos para esses pais devemos ter orgulho, amor, por tudo que fizeram, que com as suas limitaes financeiras, culturais e tantas outras, nunca desistiram de sua misso, nunca faltou o amor, a ateno, a presena e a dedicao para o bem do nosso futuro. Ser pai no apenas dar o seu DNA para algum, algo bem mais profundo. um presente divino que ganhamos de Deus, sempre ter esperana, e saber que os filhos so prova do amor que foi dado como presente. Ser pai ter confiana, dar a vida pelos seus sem nada em troca receber, exemplo de amor, mesmo que o filho no seja seu, pois pai verdadeiro no o que gera, mas sim aquele que aceita o filho como seu, que ama, educa, ensina, d uma famlia, nome e um lar. Pai no s o pai verdadeiro, pai aquele que gosta, que cuida, d carinho, apoio, e est sempre do nosso lado. E por isso que s vezes quem ganha uma homenagem o padrasto, o tio, ou um amigo da famlia. Se hoje estamos aqui e so- mos o que somos porque esse pai nos preparou para esse mo- mento, e nesse dia que o home- nageamos, o maior presente que ele deseja ganhar a certeza de que mesmo adultos os filhos e filhas continuem a amar, apesar de todas as limitaes. Pai, obrigado pela vida, obrigado por acreditar quando ningum mais cr e pelo ser que voc nos transformou!!!!!! Wagner Raposo Pimentel ASemente ParquiaSoJos BraganaPaulista/SP AnoIX-Edion91-Agosto/2014 EDITORIAL MENSAGEM DO MS NESTA EDIO Pgina 2 Pgina 8 Pgina 3 Pgina 4, 5, 6 e 7Cajado do Pastor e Palavra do Papa Coluna Jovem, N. S. do Bom Parto, Dia Mundial da Amamentao Dizimistas Aniversariantes e Agenda Aconteceu na Matriz e nas Comunidades Pastoral da Comunicaco PASCOM Parquia So Jos
  • 2. A Alegria do Evangelho - EVANGELIZADORES COM ESPRITO Chegamos ao ltimo captulo da Exortao do Papa Francisco, A Alegria do Evangelho. O Papa prope algumas reflexes acercadoespritoda nova evangelizao. Insiste nas motivaes para umrenovado impulso missionrio: Evangelizadores com esprito quer dizer evangelizadores que se abrem sem medo ao do Esprito Santo. Evangelizadores com esprito quer dizer evangelizadores que rezam e trabalham. Precisocultivar sempre um espao interior que d sentido cristo ao compromisso e atividade. O Papa cita, neste contexto uma bela figura: a Igreja no pode dispensar o pulmo da orao.E insiste: Se no sentimos o desejo intenso de comunicar Jesus, precisamos nos deter em orao para lhe pedir que volte a cativar-nos.Pois, Jesus quer evangelizadores que anunciem a Boa- Nova no s com palavras, mas, sobretudo, com uma vida transfigurada pela presena de Deus. Numa splica, pede que o Esprito venha renovar, sacudir, impelir a Igreja a uma decidida sada para fora de si mesma, afim de evangelizar todos os povos. Para ser evangelizador com esprito, preciso tambm desenvolver o prazer espiritual de estar prximo da vida das pessoas, at chegar a desco- brir que isso se torna fonte de uma alegria superior. O Papa descreve estasituao como o prazer es- piritual de ser povo. Por isso,recomenda que em nossa ao devemos nos inserir a fundo na socie- dade, partilhar a vida com todos, ouvir as suas pre- ocupaes, colaborar material e espiritualmente nas suas necessidades, alegrar-nos com os que esto alegres, chorar com os que choram e comprometer- -nos na construo de um mundo novo, lado a lado com os outros. Isso como opo pessoalque nos en- che de alegria e nos d uma identidade. O Papa, de forma insistente, descreve a ao missionria como a plenitude do viver de cada cris- to, pois, o amor s pessoas uma fora espiritual que favorece o encontro em plenitude com Deus. Portanto, cada vez que nos encontramos com um ser humano no amor, tornamo-nos capazes de des- cobrir algo de novo sobre Deus Cada vez que os nossos olhos se abrem para reconhecer o outro, ilu- mina-se mais a nossa f para reconhecer a Deus. E Conclui: Se queremos crescer na vida espiritual,no podemos renunciar a ser missionrios. E mais, a misso no corao do povo no uma parte da minha vida, ou um ornamento que posso por de lado; no um apndice ou um momen- to entre tantos outros da minha vida. algo que no posso arrancar do meu ser, se no quiser me destruir.Eu sou uma misso nesta terra, e para isso estou neste mundo. Ao encerrar a Exortao sobre o anncio do evangelho no mundo atual, o Papa lembraque junto com o Esprito Santo sempre est Maria no meio do povo. Maria foi o dom de Jesus ao seu povo. O Se- nhor no quer que caminhemos sem uma me. No do agrado do Senhor que falte sua Igreja o cone feminino. Sempre que olhamos para Maria, volta- mos a acreditar na fora revolucionria da ternura e do afeto. O documento termina comuma profunda e rica splica Virgem Maria. Conrado Vasselai Queridos amigos... Estamos no ms de agosto, ms que a Igreja nos prope uma reflexo sobre a vocao humana, o ser Pai/Me, o ser Padre, o ser Catequista, o viver em Famlia, o ser Cristo. Diante da proposta, gostaria de refletir com vo- cs o viver em Famlia, realidade de todos ns. A concepo religiosa de famlias era obvia desde a poca dos patriarcas de Israel, para a procriao, destinada a transmitir os patrimnios e garantir a proteo de seus membros, fossem parentes pelo sangue, pelo casamento ou pela adoo. Hoje es- ses pressupostos deixaram de ser admitidos, pois sabemos que a famlia e as estruturas de parentes- co so multiformes nas diferentes culturas e assim, somos tentados a dizer que a famlias apenas uma instituio social- e alguns exageram essa afir- mao ao dizer que essa construo inimiga da liberdade individual, ou da expanso afetiva, ou da igualdade de sexos. O contexto contemporneo , na sociedade acidental, o de uma crise da famlia tradicional, e a globalizao da economia tende a provocar se- melhante situao critica no interior de outras cultu- ras, e diante dessa crise, e pelo fato de no ser um acontecimento fora da Igreja, devemos dar respos- tas exatas luz do Evangelho. Diante disso, que- ro pegar emprestada a frase que Chapelle, quando nos fala sobre a crise familiar: Famlia uma ideia nova, ainda por descobrir- isso significa que ainda devemos aprender a viver como famlia. Em sua visita ao Brasil, o Papa Bento XVI nos falou claramente sobre a importncia da famlia e sai em sua defesa nos deixando algumas frases em seu discurso que aproveito para enriquecer esse pequeno texto: A Igreja quer apenas indicar os va- lores morais de cada situao e formar os cidados para que possam decidir consciente e livremente. Nesse sentido, no deixar de insistir no empenho que dever ser dado para assegurar o fortalecimen- to da famlia- como clula-me da sociedade. Ten- de, sobretudo, um grande respeito pela instituio do sacramento do matrimnio. No poder haver verdadeira felicidade nos lares se, ao mesmo tem- po, no houver fidelidade entre os esposos. O ma- trimnio uma instituio de direito natural, que foi elevada por Cristo dignidade de sacramento; um grande dom que Deus fez `humanidade. Respeita- -o, venera-o. Ao mesmo Tempo Deus vos chama a respeitar-vos tambm no namoro e no noivado, pois a vida conjugal que, por disposio divina, est des- tinada aos casados somente fonte de felicidade e de paz na medida em que souberdes fazer da castidade, dentro e fora do matrimnio, um baluar- te das vossas esperanas futuras. Repito aqui para todos vs que o eros quer conduzir para alm de ns prprios, para Deus, mas por isso mesmo re- quer um caminho de renncias, purificaes e sa- neamentos. Papa Bento XVI Que atravs de uma Espiritualidade familiar, pos- samos nos encontrar com Deus e com os irmos. Um abrao fraterno Pe. Jeferson Flvio Mengali 2 Souza Silva CORRETORA DE SEGUROS Souza Silva Adm. Corr. Seguros Ltda. Rua Tupi, 153 - Sala 04 -