Manual de Arborização Urbana e Paisagismo · SECRETARIA DE HABITAÇÃO, MEIO AMBIENTE E...

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Manual M De l de Arborização Urb Paisagismo Município de Pindamonhangaba epartamento de Meio Ambiente 2018 bana e
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  • Manual de Arborizao Urbana

    Municpio de Pindamonhangaba

    Departamento

    Manual de Arborizao Urbana

    Paisagismo

    Municpio de Pindamonhangaba

    Departamento de Meio Ambiente

    2018

    Manual de Arborizao Urbana e

  • SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    Manual de Arborizao Urbana

    Paisagismo

    Secretaria Municipal de Habitao, Meio Ambiente e Regularizao Fundiria

    Departamento

    MUNICPIO DE PINDAMONHANGABA ESTADO DE SO PAULO

    SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE

    Manual de Arborizao Urbana

    Paisagismo - Verso I

    Municpio de Pindamonhangaba

    Secretaria Municipal de Habitao, Meio Ambiente e Regularizao Fundiria

    Departamento de Meio Ambiente

    2018

    1

    Manual de Arborizao Urbana e

    Secretaria Municipal de Habitao, Meio Ambiente e Regularizao Fundiria

  • SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    Sumrio

    Equipe: ................................................................

    Introduo ................................

    O que Arborizao Urbana?

    Conhecendo Pindamonhangaba

    O Paisagismo e a Arborizao Urbana em Pindamonhangaba

    A Arborizao Urbana e o Paisagismo

    Planejamento da Arborizao Urbana Municipal

    Por que plantar? ................................

    O que plantar? ................................

    Onde plantar? ................................

    Caladas: ................................

    Canteiros centrais ou laterais:

    Rotatrias: ................................

    Praas: ................................

    Quando e como plantar? ................................

    Melhores pocas: ................................

    Tcnicas de plantio ................................

    Selecionando as mudas

    Demarcao do canteiro para plantio

    Abertura de bero para plantio

    Adubao: ................................

    Tipos de adubos: ................................

    Irrigao: ................................

    O que fazer depois de plantar?

    Poda de vegetao urbana:

    Supresso de indivduos arbreos:

    Transplante de indivduos arbreos:

    Adubao: ................................

    Irrigao: ................................

    ANEXO I Lista de espcies indicadas

    MUNICPIO DE PINDAMONHANGABA ESTADO DE SO PAULO

    SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE

    ................................................................................................

    ................................................................................................................................

    Urbana? ................................................................................................

    Conhecendo Pindamonhangaba ................................................................................................

    O Paisagismo e a Arborizao Urbana em Pindamonhangaba ................................

    A Arborizao Urbana e o Paisagismo ................................................................

    Planejamento da Arborizao Urbana Municipal ................................................................

    ................................................................................................

    ................................................................................................

    ................................................................................................................................

    ................................................................................................................................

    Canteiros centrais ou laterais: ................................................................................................

    ................................................................................................................................

    ................................................................................................................................

    ................................................................................................

    ................................................................................................

    ................................................................................................

    ................................................................................................

    Demarcao do canteiro para plantio ................................................................

    Abertura de bero para plantio................................................................................................

    ................................................................................................................................

    ................................................................................................

    ................................................................................................................................

    O que fazer depois de plantar? ................................................................................................

    da de vegetao urbana: ................................................................................................

    Supresso de indivduos arbreos: ................................................................

    Transplante de indivduos arbreos: ................................................................

    ................................................................................................................................

    ................................................................................................................................

    cies indicadas ................................................................

    2

    .................................................... 3

    .............................................. 4

    ............................................ 4

    ........................................ 4

    ......................................................... 5

    ................................................................... 6

    ............................................. 6

    ................................................................. 7

    .................................................................... 8

    ................................... 10

    ....................................... 10

    ..................................... 12

    .................................... 13

    ........................................... 14

    .................................................. 15

    ......................................................... 15

    ....................................................... 16

    ................................................ 16

    ......................................................... 17

    .................................... 18

    ..................................... 19

    ........................................................... 21

    ....................................... 23

    ........................................ 24

    .......................................... 24

    .............................................................. 27

    ........................................................... 27

    ..................................... 28

    ....................................... 28

    ................................................................. 29

  • SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    Equipe:

    Prefeito Municipal

    Isael Domingues

    Secretrio de Habitao, Meio Ambiente e Regularizao Fundiria

    Marcus Vinicius Faria

    Diretor de Meio Ambiente

    Frederico Lcio de Almeida Gama

    Encarregado de Setor

    Rafael Ribeiro Cavalcante de Souza

    MUNICPIO DE PINDAMONHANGABA ESTADO DE SO PAULO

    SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE

    Secretrio de Habitao, Meio Ambiente e Regularizao Fundiria

    Marcus Vinicius Faria Carvalho

    Diretor de Meio Ambiente

    Frederico Lcio de Almeida Gama

    Encarregado de Setor Departamento de Meio Ambiente

    Rafael Ribeiro Cavalcante de Souza

    3

  • SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    Introduo

    O que Arborizao Urbana?

    Para toda a vegetao que compe o cenrio urbano das cidade

    arbustiva ou arbrea, ao seu conjunto damos o nome de Arborizao Urbana

    Para fins de planejamento e tcnicas de manejo

    como: reas verdes que incl

    referem vegetao de ruas e avenidas das cidades

    arborizao urbana uma terceira categoria que se refere aos

    vegetao inserida, tais como jardins particulares, terrenos baldios, e quintais de residncias e

    estabelecimentos comerciais

    particularidades de cada uma destas reas

    similares, facilitando o planejamento

    Conhecendo Pindamonhangaba

    Pindamonhangaba, a Princesa do Norte, possui uma populao de

    habitantes e est situado na poro leste do Estado de

    entre as duas maiores cidades do pas, localizado a aproximadamente 140 km da cidade de So

    Paulo, capital do estado, e a 280 km da cidade do Rio d

    localizado entre a depresso do Rio Paraba do Sul, tendo ao Sul a Serra do Mar, e ao Norte a Serra

    da Mantiqueira. Estando a menos de 100 km tanto do litoral paulista como da regio serrana

    de So Paulo. Pindamonhangaba

    altitude mdia de 550 metros em relao ao nvel do mar, e seu ponto mais alto

    com o Municpio de Campos do Jordo, com 1700 metros de altitude.

    Cortado pelas guas do Rio Paraba do Sul, de onde so captadas as guas que abastecem

    todo o municpio. Pindamonhangaba tem ao longo de toda sua extenso, importantes microbacias

    tributrias que cortam suas terras em seu caminho at as margens do Rio Paraba do Sul, ta

    o Piracuama, o Ribeiro Grande, o Una, o Tapanho, o Curtume, dos Surdos, o Barranco Alto, e o

    Ipiranga.

    Com a temperatura mdia anual variando em torno de 22,4 C e precipitao mdia anual

    de 1436,9 mm, o Municpio de Pindamonhangaba possui clim

    MUNICPIO DE PINDAMONHANGABA ESTADO DE SO PAULO

    SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE

    O que Arborizao Urbana?

    Para toda a vegetao que compe o cenrio urbano das cidade

    arbustiva ou arbrea, ao seu conjunto damos o nome de Arborizao Urbana

    Para fins de planejamento e tcnicas de manejo, a arborizao urbana dividida

    reas verdes que incluem locais como praas, bosques e parques; e vias pblicas, que se

    referem vegetao de ruas e avenidas das cidades. Alm disto, ainda podemos incluir na

    uma terceira categoria que se refere aos locais particulares que possuem

    tais como jardins particulares, terrenos baldios, e quintais de residncias e

    comerciais. Esta classificao ocorre principalmente devido

    particularidades de cada uma destas reas, de maneira a criar grupos de reas

    planejamento e os cuidados inerentes a cada uma destas reas

    Conhecendo Pindamonhangaba

    Pindamonhangaba, a Princesa do Norte, possui uma populao de

    habitantes e est situado na poro leste do Estado de So Paulo, na regio do Vale do Paraba, eixo

    entre as duas maiores cidades do pas, localizado a aproximadamente 140 km da cidade de So

    Paulo, capital do estado, e a 280 km da cidade do Rio de Janeiro. Pindamonhangaba tem seu relevo

    localizado entre a depresso do Rio Paraba do Sul, tendo ao Sul a Serra do Mar, e ao Norte a Serra

    da Mantiqueira. Estando a menos de 100 km tanto do litoral paulista como da regio serrana

    Pindamonhangaba possui grande variao de altitude, estando sua rea central a

    altitude mdia de 550 metros em relao ao nvel do mar, e seu ponto mais alto

    com o Municpio de Campos do Jordo, com 1700 metros de altitude.

    guas do Rio Paraba do Sul, de onde so captadas as guas que abastecem

    todo o municpio. Pindamonhangaba tem ao longo de toda sua extenso, importantes microbacias

    tributrias que cortam suas terras em seu caminho at as margens do Rio Paraba do Sul, ta

    o Piracuama, o Ribeiro Grande, o Una, o Tapanho, o Curtume, dos Surdos, o Barranco Alto, e o

    Com a temperatura mdia anual variando em torno de 22,4 C e precipitao mdia anual

    de 1436,9 mm, o Municpio de Pindamonhangaba possui clima ameno e historicamente est inserido

    4

    Para toda a vegetao que compe o cenrio urbano das cidades, seja ela rasteira,

    arbustiva ou arbrea, ao seu conjunto damos o nome de Arborizao Urbana ou Floresta Urbana.

    a arborizao urbana dividida em categorias

    e vias pblicas, que se

    ainda podemos incluir na

    locais particulares que possuem

    tais como jardins particulares, terrenos baldios, e quintais de residncias e de

    devido s caractersticas e

    de maneira a criar grupos de reas com caractersticas

    a cada uma destas reas.

    Pindamonhangaba, a Princesa do Norte, possui uma populao de mais de 140.000

    do Vale do Paraba, eixo

    entre as duas maiores cidades do pas, localizado a aproximadamente 140 km da cidade de So

    Pindamonhangaba tem seu relevo

    localizado entre a depresso do Rio Paraba do Sul, tendo ao Sul a Serra do Mar, e ao Norte a Serra

    da Mantiqueira. Estando a menos de 100 km tanto do litoral paulista como da regio serrana do leste

    possui grande variao de altitude, estando sua rea central a

    altitude mdia de 550 metros em relao ao nvel do mar, e seu ponto mais alto, prximo a divisa

    guas do Rio Paraba do Sul, de onde so captadas as guas que abastecem

    todo o municpio. Pindamonhangaba tem ao longo de toda sua extenso, importantes microbacias

    tributrias que cortam suas terras em seu caminho at as margens do Rio Paraba do Sul, tais como:

    o Piracuama, o Ribeiro Grande, o Una, o Tapanho, o Curtume, dos Surdos, o Barranco Alto, e o

    Com a temperatura mdia anual variando em torno de 22,4 C e precipitao mdia anual

    a ameno e historicamente est inserido

  • SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    parte em regio de Mata Atlntica,

    Densa e parte em regio de Cerrado, com vegetao nativa classificada como Campos de Cerrado.

    O Paisagismo e a

    Assim como em diversas cidades brasileiras, Pindamonhangaba tambm enfrenta grandes

    desafios para harmonizar a arborizao urbana com os demais elementos que constituem a

    paisagem das cidades. Devido a diversos fatores

    urbano prevendo a incluso de rvores,

    assim como a cultura popular de equipara

    embalagens, o convvio nem sempre harmonioso dos diversos elementos urbanos

    conflitos, acarretando na maior parte das vezes no prejuzo ao verde,

    predatrias ou da supresso desnecessria

    Para o cuidado com a

    legislao capaz e atualizada, uma estrutura administrativa prpria que conte com profissionais

    especializados e equipamentos especficos

    quadros do Departamento

    Municipal de Habitao, Meio Ambiente e Regularizao Fundiria, e tem como objetivo a

    manuteno das polticas pblicas voltadas para a conservao e melhoria das condies ambientais

    oferecidas populao, com foco na preservao da biodiversidade e aumento da qualidade de vida

    de moradores e visitantes da cidade.

    Utilizando o conceito de Florestas Urbanas surgido nos Estados Unidos e Canad, na dcada

    de 1.960, o Municpio de Pindamonhan

    ampliar a cobertura vegetal d

    introduzir a idia de enriquecimento

    conectividade entre fragmentos florestais prximos

    reintroduzir a ocorrncia da fauna nativa nas reas urbanizadas

    tpico aos centros urbanos. Para este fim

    e tcnicas para a manuteno dos elementos vegetais da paisagem urbana, e

    educao ambiental fundamental, sendo este o

    e Paisagismo.

    MUNICPIO DE PINDAMONHANGABA ESTADO DE SO PAULO

    SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE

    em regio de Mata Atlntica, com sua vegetao nativa classificada como Floresta Ambrfila

    Densa e parte em regio de Cerrado, com vegetao nativa classificada como Campos de Cerrado.

    O Paisagismo e a Arborizao Urbana em Pindamonhangaba

    Assim como em diversas cidades brasileiras, Pindamonhangaba tambm enfrenta grandes

    desafios para harmonizar a arborizao urbana com os demais elementos que constituem a

    evido a diversos fatores adversos, como: a falta de planejamento do espao

    incluso de rvores, o uso de espcies inadequadas em caladas e canteiros,

    assim como a cultura popular de equiparao das folhas cadas a sujidades

    m sempre harmonioso dos diversos elementos urbanos

    conflitos, acarretando na maior parte das vezes no prejuzo ao verde, que ocorre

    desnecessria do vegetal.

    Para o cuidado com a vegetao urbana necessrio na maior parte das vezes

    legislao capaz e atualizada, uma estrutura administrativa prpria que conte com profissionais

    especializados e equipamentos especficos. No Municpio de Pindamonhangaba

    to de Meio Ambiente, que se encontra inserido dentro da Secretaria

    Municipal de Habitao, Meio Ambiente e Regularizao Fundiria, e tem como objetivo a

    manuteno das polticas pblicas voltadas para a conservao e melhoria das condies ambientais

    populao, com foco na preservao da biodiversidade e aumento da qualidade de vida

    de moradores e visitantes da cidade.

    o conceito de Florestas Urbanas surgido nos Estados Unidos e Canad, na dcada

    o Municpio de Pindamonhangaba atualmente busca criar condies

    liar a cobertura vegetal da cidade com o intuito de elevar a qualidade de vida da populao

    duzir a idia de enriquecimento do patrimnio ambiental e paisagstico da cidade,

    dade entre fragmentos florestais prximos. Inclusive como forma de estimular e

    reintroduzir a ocorrncia da fauna nativa nas reas urbanizadas, mitigando o desequilbrio ambiental

    ara este fim, aumentar a proximidade com a comunidade,

    e tcnicas para a manuteno dos elementos vegetais da paisagem urbana, e

    fundamental, sendo este o principal foco deste Manual de Arborizao Urbana

    5

    a como Floresta Ambrfila

    Densa e parte em regio de Cerrado, com vegetao nativa classificada como Campos de Cerrado.

    o Urbana em Pindamonhangaba

    Assim como em diversas cidades brasileiras, Pindamonhangaba tambm enfrenta grandes

    desafios para harmonizar a arborizao urbana com os demais elementos que constituem a

    a falta de planejamento do espao

    em caladas e canteiros,

    o das folhas cadas a sujidades como papel e

    m sempre harmonioso dos diversos elementos urbanos geram graves

    que ocorre atravs de podas

    maior parte das vezes alm de uma

    legislao capaz e atualizada, uma estrutura administrativa prpria que conte com profissionais

    No Municpio de Pindamonhangaba conta-se com os

    de Meio Ambiente, que se encontra inserido dentro da Secretaria

    Municipal de Habitao, Meio Ambiente e Regularizao Fundiria, e tem como objetivo a

    manuteno das polticas pblicas voltadas para a conservao e melhoria das condies ambientais

    populao, com foco na preservao da biodiversidade e aumento da qualidade de vida

    o conceito de Florestas Urbanas surgido nos Estados Unidos e Canad, na dcada

    criar condies para conservar e

    com o intuito de elevar a qualidade de vida da populao e

    do patrimnio ambiental e paisagstico da cidade, criando

    nclusive como forma de estimular e

    o desequilbrio ambiental

    com a comunidade, aprimorar leis

    e tcnicas para a manuteno dos elementos vegetais da paisagem urbana, e utilizar ferramentas de

    Manual de Arborizao Urbana

  • SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    A Arborizao Urbana

    Planejamento da Arborizao Urbana Municipal

    No processo de construo de um ambiente urbano mais verde, indispensvel o aumento

    do nmero de rvores e canteiros plantado

    existentes, entretanto, para o bom desenvolvimento destes canteiros e rvores

    um bom planejamento anterior a

    questionamentos, tais como:

    como plantar?; e O que fazer depois de plantar?

    possveis solues a estas questes. C

    srie de orientaes que permeiam toda

    paisagismo e da arborizao urbana

    prticas adotadas para cada uma destas atividades

    Inicialmente importante esclarecer que t

    mesmo aqueles exticos plantados em locais pblicos ou privados so considerados e protegidos

    pelas leis ambientais federais, estaduais e municipais, desta forma, sendo necessrio o

    acompanhamento e por vezes o licenciamento junto aos rgos

    ou a necessidade de interferncia nesta vegetao, portanto, em caso de dvidas sempre

    aconselhvel buscar orientao do rgo ambiental mais prximo.

    De modo geral em Pindamonhangaba cabe

    supresses de exemplares arbreos

    urbanas pblicas ou privadas, que estejam fora de locais como: reas de preservao permanente

    APP, parques, reservas, estaes ecolgicas e

    protegida, tais como as reas naturais tombadas; as reas de proteo ambiental

    da vida silvestre; e as reservas particulares do patrimnio natural

    licenciados junto aos rgos ambientais estaduais.

    O Municpio de Pindamonhangaba

    estaduais referentes ao tema

    de setembro de 2009, que institu

    Paisagismo, que amplia os mecanismos para gesto da vegetao urbana.

    MUNICPIO DE PINDAMONHANGABA ESTADO DE SO PAULO

    SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE

    o Urbana e o Paisagismo

    Planejamento da Arborizao Urbana Municipal

    No processo de construo de um ambiente urbano mais verde, indispensvel o aumento

    e canteiros plantados na cidade assim como a conserv

    para o bom desenvolvimento destes canteiros e rvores

    anterior a sua implantao. Este planejamento deve levantar

    s, tais como: Por que plantar?; Onde plantar?; O que plantar?

    O que fazer depois de plantar?; e apresentar propostas e orientaes quanto a

    estas questes. Com este objetivo oferecemos este Manual

    rie de orientaes que permeiam toda a prtica envolvida com o processo de manuteno

    da arborizao urbana municipal, apresentando metodologias

    prticas adotadas para cada uma destas atividades.

    Inicialmente importante esclarecer que todos os vegetais nativos e em alg

    exticos plantados em locais pblicos ou privados so considerados e protegidos

    pelas leis ambientais federais, estaduais e municipais, desta forma, sendo necessrio o

    acompanhamento e por vezes o licenciamento junto aos rgos ambientais quando se h o interesse

    ou a necessidade de interferncia nesta vegetao, portanto, em caso de dvidas sempre

    aconselhvel buscar orientao do rgo ambiental mais prximo.

    e modo geral em Pindamonhangaba cabe ao Municpio o licenciamento

    supresses de exemplares arbreos isolados, nativos ou exticos, vivos ou mortos

    privadas, que estejam fora de locais como: reas de preservao permanente

    APP, parques, reservas, estaes ecolgicas e, tambm, de toda e qualquer rea especialmente

    protegida, tais como as reas naturais tombadas; as reas de proteo ambiental

    as reservas particulares do patrimnio natural RPPN,

    junto aos rgos ambientais estaduais.

    O Municpio de Pindamonhangaba alem de se pautar nas legislaes ambientais federais e

    estaduais referentes ao tema da arborizao urbana, possu tambm a Lei Municipal n 4.957 de 01

    de setembro de 2009, que institui o PROAR Programa Municipal de Arboriza

    mecanismos para gesto da vegetao urbana.

    6

    No processo de construo de um ambiente urbano mais verde, indispensvel o aumento

    s na cidade assim como a conservao daqueles j

    para o bom desenvolvimento destes canteiros e rvores necessrio que haja

    ste planejamento deve levantar

    O que plantar?; Quando e

    postas e orientaes quanto a

    este Manual, que contem uma

    ida com o processo de manuteno do

    metodologias para uso das melhores

    odos os vegetais nativos e em alguns casos at

    exticos plantados em locais pblicos ou privados so considerados e protegidos

    pelas leis ambientais federais, estaduais e municipais, desta forma, sendo necessrio o

    ambientais quando se h o interesse

    ou a necessidade de interferncia nesta vegetao, portanto, em caso de dvidas sempre

    ao Municpio o licenciamento para podas e

    nativos ou exticos, vivos ou mortos, situados em reas

    privadas, que estejam fora de locais como: reas de preservao permanente -

    , tambm, de toda e qualquer rea especialmente

    protegida, tais como as reas naturais tombadas; as reas de proteo ambiental APA; os refgios

    RPPN, que devero ento ser

    pautar nas legislaes ambientais federais e

    tambm a Lei Municipal n 4.957 de 01

    Programa Municipal de Arborizao Urbana e

  • SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    Por que plantar

    Alm dos benefcios

    urbana trazem diversas melhorias

    divididos em benefcios ecolgicos, estticos, econmicos e sociais.

    Os benefcios ecolgicos

    a reinsero da fauna, ou seja

    excessiva proporcionando sombra,

    refrescando ruas e casas prximas

    solo, sendo til tambm como abrigo e alimento para a

    Os benefcios estticos so aqueles diretamente vinculados a sensao de bem estar e

    qualidade de vida da populao,

    ambiente urbano, criando identidade visual

    flores e ornamentaes vegetais que aumentam a ocorrncia de cores e formas ao ambiente,

    reduzindo a monotonia dos pisos e construes de alvenaria tpicos im

    Os benefcios econmicos e sociais so aqueles referentes a promoo da cidade,

    apresentando-se atravs de ganhos diretos ou indiretos a populao ou ao poder pblico,

    percebido, por exemplo, atravs do

    ao ar livre pela populao, do

    atrativos, da valorizao de imveis onde h reas arborizadas,

    fachadas de imveis por ao das

    nos imveis devido ao uso de ar condicionado

    Outro grande benefcio do emprego consciente e planejado do paisagismo e da arborizao

    urbana a oportunidade gerada em relao a educao ambie

    pois com a apresentao sadia destas prticas possvel populao observar e entender de forma

    prtica e direta as diferenas positivas e negativas entre

    arborizados.

    Entretanto, importante

    condicionada ao bom planejamento e organizao d

    todos aqueles envolvidos ou com interesse em se envolver no assunto possam trabalhar de

    alinhada e construtiva no desenvolvimento de uma cidade

    interesses da populao.

    MUNICPIO DE PINDAMONHANGABA ESTADO DE SO PAULO

    SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE

    Por que plantar?

    m dos benefcios de embelezamento inerentes a atividade, o paisagismo e a arborizao

    elhorias funcionais para a cidade e sua populao,

    divididos em benefcios ecolgicos, estticos, econmicos e sociais.

    Os benefcios ecolgicos se referem em geral a vantagens vinculadas ao microclima local e

    reinsero da fauna, ou seja, a presena das rvores urbanas auxilia na

    sombra, reduzem a velocidade dos ventos, aumenta

    prximas, alem de amenizar a poluio atmosfrica e acstica

    sendo til tambm como abrigo e alimento para a fauna local.

    Os benefcios estticos so aqueles diretamente vinculados a sensao de bem estar e

    qualidade de vida da populao, e se referem a adio de paisagens mais orgnicas e harmnicas ao

    biente urbano, criando identidade visual s ruas e reas verdes atravs da

    flores e ornamentaes vegetais que aumentam a ocorrncia de cores e formas ao ambiente,

    reduzindo a monotonia dos pisos e construes de alvenaria tpicos imagem das cidades.

    Os benefcios econmicos e sociais so aqueles referentes a promoo da cidade,

    se atravs de ganhos diretos ou indiretos a populao ou ao poder pblico,

    percebido, por exemplo, atravs do aumento de disponibilidade e de uso de espaos de convivncia

    do aumento do turismo em locais onde as rvores ou o paisagismo so

    a valorizao de imveis onde h reas arborizadas, da reduo da degradao de ruas e

    fachadas de imveis por ao das chuvas e dos raios solares, e da reduo no consumo de energia

    nos imveis devido ao uso de ar condicionado.

    Outro grande benefcio do emprego consciente e planejado do paisagismo e da arborizao

    urbana a oportunidade gerada em relao a educao ambiental formal e informal populao,

    pois com a apresentao sadia destas prticas possvel populao observar e entender de forma

    prtica e direta as diferenas positivas e negativas entre os locais arborizados e aqueles no

    mportante se faz frisar que a ocorrncia dos benefcios acima descritos

    condicionada ao bom planejamento e organizao do paisagismo e da arborizao urbana

    todos aqueles envolvidos ou com interesse em se envolver no assunto possam trabalhar de

    alinhada e construtiva no desenvolvimento de uma cidade cada vez mais bonita e focada

    7

    , o paisagismo e a arborizao

    para a cidade e sua populao, e so comumente

    em geral a vantagens vinculadas ao microclima local e

    na absoro da insolao

    aumenta a umidade do ar

    a poluio atmosfrica e acstica, e proteger o

    Os benefcios estticos so aqueles diretamente vinculados a sensao de bem estar e

    referem a adio de paisagens mais orgnicas e harmnicas ao

    s ruas e reas verdes atravs da insero de rvores,

    flores e ornamentaes vegetais que aumentam a ocorrncia de cores e formas ao ambiente,

    agem das cidades.

    Os benefcios econmicos e sociais so aqueles referentes a promoo da cidade,

    se atravs de ganhos diretos ou indiretos a populao ou ao poder pblico,

    so de espaos de convivncia

    aumento do turismo em locais onde as rvores ou o paisagismo so

    a reduo da degradao de ruas e

    a reduo no consumo de energia

    Outro grande benefcio do emprego consciente e planejado do paisagismo e da arborizao

    ntal formal e informal populao,

    pois com a apresentao sadia destas prticas possvel populao observar e entender de forma

    locais arborizados e aqueles no

    os benefcios acima descritos

    da arborizao urbana, para que

    todos aqueles envolvidos ou com interesse em se envolver no assunto possam trabalhar de forma

    cada vez mais bonita e focada com os

  • SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    O que plantar?

    A escolha de espcies vegetais para a composio do paisagismo urbano uma tarefa

    dinmica e de construo e

    conhecimento com tempo relativamente curto de estudo, principalmente quando se refere a

    espcies da flora local para uso no paisagismo urbano.

    Ao se pesquisar sobre o assunto

    utilizao de espcies e de

    ocorre, pois no Brasil, ainda existem poucos estudos cientficos voltados para a elaborao

    listagens de espcies vegetais

    considerada a mudana de comportamento dos vegetais em

    clima e solo oferecidas a eles

    Desta forma, coube at o mom

    conhecimento difundido e na

    educativos e instrues normativas para a criao de perfis florsticos/paisagsticos e

    manejo para utilizao em suas cidades, onde

    Identificao da vegetao primitiva

    Caracterizao geral de clima e solo da regio;

    Anlise de possvel toxicidade e ocorrncia de espinhos no veg

    Levantamentos sobre a

    Levantamentos sobre a

    Anlise sobre caractersticas e perodo

    Levantamentos sobre aspecto

    E anlise para a no introduo

    Com base nas caractersticas acima apres

    paisagstico pretendido com a insero de cada

    vegetais, segundo suas similaridades, como forma de direcionar o paisagismo implantado no

    municpio, criando harmonia e maior sensao de segurana aos usurios dos ambientes verdes da

    cidade.

    Quanto classificao b

    Herbceas: Se tratam, por definio, de plantas com caule macio, no lenhoso, quase sempre

    rasteiras ou com dimenses pequenas. No pai

    geral para duas finalidades. A

    MUNICPIO DE PINDAMONHANGABA ESTADO DE SO PAULO

    SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE

    A escolha de espcies vegetais para a composio do paisagismo urbano uma tarefa

    dinmica e de construo e reconstruo contnua, principalmente por se tratar de rea de

    o relativamente curto de estudo, principalmente quando se refere a

    espcies da flora local para uso no paisagismo urbano.

    o se pesquisar sobre o assunto comum se deparar com informaes e orientaes de

    de prticas de manejo desencontradas e, por vezes, contraditrias. Isto

    ocorre, pois no Brasil, ainda existem poucos estudos cientficos voltados para a elaborao

    listagens de espcies vegetais prprias para uso em ambientes urbanos, principalment

    a mudana de comportamento dos vegetais em decorrncia das diversas alte

    aps sua introduo no ambiente urbano.

    Desta forma, coube at o momento aos municpios, com base na literatura especfica

    na experincia de seus colaboradores, a elaborao de

    instrues normativas para a criao de perfis florsticos/paisagsticos e

    ara utilizao em suas cidades, onde de forma geral so consideradas caractersticas como:

    vegetao primitiva as cidades;

    de clima e solo da regio;

    oxicidade e ocorrncia de espinhos no vegetal a ser utilizado

    Levantamentos sobre aspectos, formas e tamanho dos vegetais;

    Levantamentos sobre aspectos, formas e tamanho das razes;

    aractersticas e perodos de florao dos vegetais;

    Levantamentos sobre aspecto e tamanho dos frutos;

    ntroduo de espcies invasoras ou com limitaes fitossanitrias.

    Com base nas caractersticas acima apresentadas e com foco no retorno ambiental e

    com a insero de cada planta, realizada uma forma de classificao desses

    vegetais, segundo suas similaridades, como forma de direcionar o paisagismo implantado no

    criando harmonia e maior sensao de segurana aos usurios dos ambientes verdes da

    classificao botnica, separamos para efeitos deste trabalho

    e tratam, por definio, de plantas com caule macio, no lenhoso, quase sempre

    rasteiras ou com dimenses pequenas. No paisagismo urbano, utilizamo-nos das herbceas, de modo

    . A primeira como forrao de terreno, com plantas com altura que no

    8

    A escolha de espcies vegetais para a composio do paisagismo urbano uma tarefa

    reconstruo contnua, principalmente por se tratar de rea de

    o relativamente curto de estudo, principalmente quando se refere a

    informaes e orientaes de

    , por vezes, contraditrias. Isto

    ocorre, pois no Brasil, ainda existem poucos estudos cientficos voltados para a elaborao de

    prprias para uso em ambientes urbanos, principalmente quando

    as diversas alteraes de

    na literatura especfica, no

    experincia de seus colaboradores, a elaborao de instrumentos

    instrues normativas para a criao de perfis florsticos/paisagsticos e de prticas de

    geral so consideradas caractersticas como:

    a ser utilizado;

    de espcies invasoras ou com limitaes fitossanitrias.

    entadas e com foco no retorno ambiental e

    uma forma de classificao desses

    vegetais, segundo suas similaridades, como forma de direcionar o paisagismo implantado no

    criando harmonia e maior sensao de segurana aos usurios dos ambientes verdes da

    mos para efeitos deste trabalho da seguinte forma:

    e tratam, por definio, de plantas com caule macio, no lenhoso, quase sempre

    nos das herbceas, de modo

    , com plantas com altura que no

  • SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    costumam ultrapassar 0,15 metros

    desta categoria temos as gramas como So Carlos e Esmeralda, e

    forrageiro. A segunda, para arranjos baixos

    sem dificultar a viso das pessoas que circulam pelo local.

    at 0,5 metros de altura com cores e formas variadas.

    Arbustivas: Referem-se normalmente a

    ramificao prxima ao solo e costumam criar o aspecto de moita, em geral possuem dimenses

    menores do que rvores, no ultrapassando,

    utilizado para a criao de adensamentos vegetais de porte mdio

    arranjos de dimenses mais baixas. Devem ser utilizados de forma muito criteriosa em locais onde

    possam dificultar a circulao de pedestres, cadeirantes, ciclistas e veculos.

    Arbreas: Esta a definio

    que constituem as matas e florestas.

    segundo seu porte de desenvolvimento em sua fase madura, a fim de facilitar

    concepo de seus melhores usos. Para fins de classificao por porte adotaremos as seguintes

    medidas referenciais, conforme apresentado na tabela

    Classificao / Porte:

    Arbreo de Pequeno Porte

    Arbreo de Mdio Porte

    Arbreo de Grande Porte

    Tabela

    MUNICPIO DE PINDAMONHANGABA ESTADO DE SO PAULO

    SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE

    costumam ultrapassar 0,15 metros de altura, podendo ou no ser resistentes ao

    desta categoria temos as gramas como So Carlos e Esmeralda, e forraes como o Amendoim

    para arranjos baixos utilizados para dar forma, textura e cores ao ambiente,

    pessoas que circulam pelo local. So utilizadas para este fim

    m cores e formas variadas.

    se normalmente a plantas lenhosas ou semilenhosas que

    ramificao prxima ao solo e costumam criar o aspecto de moita, em geral possuem dimenses

    menores do que rvores, no ultrapassando, em geral, a altura de 3,0 metros. No paisagismo urbano

    utilizado para a criao de adensamentos vegetais de porte mdio ou de forma isolada no meio de

    arranjos de dimenses mais baixas. Devem ser utilizados de forma muito criteriosa em locais onde

    dificultar a circulao de pedestres, cadeirantes, ciclistas e veculos.

    sta a definio utilizada quando nos referimos a todos os portes de

    tas e florestas. Neste trabalho classificaremos as espcies arb

    segundo seu porte de desenvolvimento em sua fase madura, a fim de facilitar

    concepo de seus melhores usos. Para fins de classificao por porte adotaremos as seguintes

    medidas referenciais, conforme apresentado na tabela 1:

    Altura na fase adulta: Dimetro na fase adulta:

    Arbreo de Pequeno Porte At 6,00 metros At 6,00 metros

    De 6,01 12,00 metros De 6,01

    Acima de 12,00 metros Acima de

    Tabela 1 - Classificao de porte das espcies arbreas

    9

    resistentes ao pisoteio, dentro

    forraes como o Amendoim-

    utilizados para dar forma, textura e cores ao ambiente,

    o utilizadas para este fim plantas com

    que tenham o inicio da

    ramificao prxima ao solo e costumam criar o aspecto de moita, em geral possuem dimenses

    em geral, a altura de 3,0 metros. No paisagismo urbano

    ou de forma isolada no meio de

    arranjos de dimenses mais baixas. Devem ser utilizados de forma muito criteriosa em locais onde

    todos os portes de rvores lenhosas,

    este trabalho classificaremos as espcies arbreas ainda

    segundo seu porte de desenvolvimento em sua fase madura, a fim de facilitar o planejamento e a

    concepo de seus melhores usos. Para fins de classificao por porte adotaremos as seguintes

    Dimetro na fase adulta:

    At 6,00 metros

    De 6,01 12,00 metros

    Acima de 12,00 metros

  • SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    Figura

    Tendo em mente estes e outros aspectos relevantes, apresentamos

    Manual, indicaes de espcies vegetais para o uso nos diversos tipos de reas verdes do Municpio

    de Pindamonhangaba, bem como suas classificaes, portes e origens. importante salientar que

    estas espcies so meramente indicaes

    consultado o rgo municipal competente antes da introduo de quaisquer plantas em locais

    pblicos, a fim de evitar conflitos destas plantas com os demais elementos vegetais ou dos

    elementos urbansticos atualmente implantad

    Onde plantar?

    O paisagismo e a arborizao urbana so colocados em prtica atravs do plantio e

    conservao do patrimnio natural vegetal de uma cidade, sejam eles locais pblicos, como praas,

    caladas ou canteiros, ou privados, como jardins e quintais de lojas e residncias. Entretanto, com o

    objetivo de trazer harmonia e reduzir os conflitos de utilizao dos ambientes pblicos de nossa

    cidade, apresentaremos abaixo orientaes quanto aos cuidados necessrios

    o plantio de novas rvores ou arranjos paisagsticos quanto a suas localizaes especficas nos

    espaos pblicos.

    Caladas:

    MUNICPIO DE PINDAMONHANGABA ESTADO DE SO PAULO

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    DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE

    Figura 1 - Classificao de porte das espcies arbreas

    Tendo em mente estes e outros aspectos relevantes, apresentamos

    indicaes de espcies vegetais para o uso nos diversos tipos de reas verdes do Municpio

    bem como suas classificaes, portes e origens. importante salientar que

    estas espcies so meramente indicaes de opes a serem adotadas, devendo sempre ser

    consultado o rgo municipal competente antes da introduo de quaisquer plantas em locais

    pblicos, a fim de evitar conflitos destas plantas com os demais elementos vegetais ou dos

    elementos urbansticos atualmente implantados ou com projetos de implantao no local.

    e a arborizao urbana so colocados em prtica atravs do plantio e

    do patrimnio natural vegetal de uma cidade, sejam eles locais pblicos, como praas,

    iros, ou privados, como jardins e quintais de lojas e residncias. Entretanto, com o

    objetivo de trazer harmonia e reduzir os conflitos de utilizao dos ambientes pblicos de nossa

    cidade, apresentaremos abaixo orientaes quanto aos cuidados necessrios

    rvores ou arranjos paisagsticos quanto a suas localizaes especficas nos

    10

    Tendo em mente estes e outros aspectos relevantes, apresentamos no ANEXO I deste

    indicaes de espcies vegetais para o uso nos diversos tipos de reas verdes do Municpio

    bem como suas classificaes, portes e origens. importante salientar que

    m adotadas, devendo sempre ser

    consultado o rgo municipal competente antes da introduo de quaisquer plantas em locais

    pblicos, a fim de evitar conflitos destas plantas com os demais elementos vegetais ou dos

    os ou com projetos de implantao no local.

    e a arborizao urbana so colocados em prtica atravs do plantio e

    do patrimnio natural vegetal de uma cidade, sejam eles locais pblicos, como praas,

    iros, ou privados, como jardins e quintais de lojas e residncias. Entretanto, com o

    objetivo de trazer harmonia e reduzir os conflitos de utilizao dos ambientes pblicos de nossa

    cidade, apresentaremos abaixo orientaes quanto aos cuidados necessrios ao planejar e executar

    rvores ou arranjos paisagsticos quanto a suas localizaes especficas nos

  • SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    O espaamento de canteiros para o plantio de rvores em caladas deve ser uma grande

    preocupao, pois, realizado de forma adequada, assegura o plantio em locais onde haja condies

    mnimas para a convivncia saudvel entre a rvore e os demais elementos, assim como estabelece

    critrios para a seleo da espcie de rvore a ser plantada em funo do espao dispo

    calamento e da proximidade de equipamentos urbanos.

    sempre importante lembrar

    objetivo principal das caladas a circulao de pedestres e c

    necessrios estudos referentes ao impacto do plantio

    pelo local. Necessrio tambm observar a disposio de outros elementos urbanos, tais como

    postes, bocas-de-lobo, placas de transito e fiao de fornecimento eltrico, para

    conflito entre estes elementos j presentes e o vegetal plantado durante o desenvolvimento deste

    ltimo.

    Segue abaixo tabela

    caladas e o porte do espcime vegetal plantado.

    Largura mnima de calada (m)

    Largura mnima de canteiro (m)

    Espao mnimo de canteiro (m)

    Distncia mnima entre muda e guia (m)

    Distncia mnima de esquinas (m)

    Distncia mnima de postes (m)

    Distncia mnima de guias rebaixadas ou faixa de pedestres

    (m) Distncia mnima de placas de

    sinalizao de trnsito (m)Distncia mnima de hidrantes (m)

    (Equipamentos de segurana)Distncia mnima de instalaes

    subterrneas (m) (gua, Esgoto, Gs, guas pluviais)

    Distncia mnima de mobilirio urbano (m)

    MUNICPIO DE PINDAMONHANGABA ESTADO DE SO PAULO

    SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE

    O espaamento de canteiros para o plantio de rvores em caladas deve ser uma grande

    izado de forma adequada, assegura o plantio em locais onde haja condies

    mnimas para a convivncia saudvel entre a rvore e os demais elementos, assim como estabelece

    critrios para a seleo da espcie de rvore a ser plantada em funo do espao dispo

    calamento e da proximidade de equipamentos urbanos.

    sempre importante lembrar quando se pretenda plantar uma rvore nestes locais

    objetivo principal das caladas a circulao de pedestres e cadeirantes, desta forma, so

    dos referentes ao impacto do plantio sobre a capacidade de circulao de pessoas

    pelo local. Necessrio tambm observar a disposio de outros elementos urbanos, tais como

    lobo, placas de transito e fiao de fornecimento eltrico, para

    conflito entre estes elementos j presentes e o vegetal plantado durante o desenvolvimento deste

    Segue abaixo tabela 2 que relaciona o espaamento mnimo necessrio para o plantio em

    o porte do espcime vegetal plantado.

    Espcies Arbustivas

    Espcies arbreas de

    Pequeno Porte

    Espcies arbreas de Mdio Porte

    *D

    Largura mnima de calada (m) *A 1,9 2,0

    Largura mnima de canteiro (m) *A 0,70 0,80

    Espao mnimo de canteiro (m) *A 0,49 0,64

    Distncia mnima entre muda e guia *A 0,35 0,40

    Distncia mnima de esquinas (m) *A 5,0 5,0

    Distncia mnima de postes (m) *A 3,0 4,0

    Distncia mnima de guias rebaixadas ou faixa de pedestres

    *A 1,0 1,0

    mnima de placas de sinalizao de trnsito (m)

    *A *C *C

    Distncia mnima de hidrantes (m) (Equipamentos de segurana)

    *A 1,0 2,0

    Distncia mnima de instalaes

    (gua, Esgoto, Gs, guas pluviais)

    *A 1,0 2,0

    Distncia mnima de mobilirio *A 2,0 2,0

    11

    O espaamento de canteiros para o plantio de rvores em caladas deve ser uma grande

    izado de forma adequada, assegura o plantio em locais onde haja condies

    mnimas para a convivncia saudvel entre a rvore e os demais elementos, assim como estabelece

    critrios para a seleo da espcie de rvore a ser plantada em funo do espao disponvel no

    quando se pretenda plantar uma rvore nestes locais que o

    adeirantes, desta forma, so

    sobre a capacidade de circulao de pessoas

    pelo local. Necessrio tambm observar a disposio de outros elementos urbanos, tais como

    lobo, placas de transito e fiao de fornecimento eltrico, para que no haja

    conflito entre estes elementos j presentes e o vegetal plantado durante o desenvolvimento deste

    que relaciona o espaamento mnimo necessrio para o plantio em

    Espcies arbreas de Mdio Porte

    Espcies arbreas de

    Grande Porte

    *B

    *B

    *B

    *B

    *B

    *B

    *B

    *B

    *B

    *B

    *B

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    (bancas, telefones pblicos)

    Distncia mnima de galerias (m)

    Distncia mnima de caixa de inspeo (m)

    Distncia mnima de transformadores (m)

    Distncia mnima entre espcimes vegetais (m)

    Tabela 2

    *A No indicado o plantio de espcies arbustivas em caladas.*B No indicado o plantio de espcie *C A vegetao no dever cobrir a viso das placas.*D No indicado o plantio de espcies de mdio porte sob a fiao de fornecimento de eletricidade.

    Figura

    Canteiros centrais ou laterais:

    Os canteiros so definidos pelo cdigo de trnsito brasileiro como obstculos fsicos

    construdos como separador de duas pistas de rolamento,

    Aproveitando esta definio, utilizamos o termo canteiro lateral para definir o obstculo separador

    entre pista de rolamento e uma ciclovia ou calada; estes canteiros possuem caractersticas prprias

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    SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

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    (bancas, telefones pblicos)

    Distncia mnima de galerias (m) *A 1,0 1,0

    Distncia mnima de caixa de *A 2,0 2,0

    *A 3,0 4,0

    mnima entre espcimes *A 5,0 8,0

    - Distanciamento mnimo da vegetao inserida em caladas

    No indicado o plantio de espcies arbustivas em caladas. No indicado o plantio de espcie arbreo de grande porte em caladas. A vegetao no dever cobrir a viso das placas. No indicado o plantio de espcies de mdio porte sob a fiao de fornecimento de eletricidade.

    Figura 2 - Ilustrao de vegetao inserida em caladas urbanas

    Canteiros centrais ou laterais:

    Os canteiros so definidos pelo cdigo de trnsito brasileiro como obstculos fsicos

    construdos como separador de duas pistas de rolamento, referindo-se

    Aproveitando esta definio, utilizamos o termo canteiro lateral para definir o obstculo separador

    entre pista de rolamento e uma ciclovia ou calada; estes canteiros possuem caractersticas prprias

    12

    *B

    *B

    *B

    *B

    Distanciamento mnimo da vegetao inserida em caladas

    No indicado o plantio de espcies de mdio porte sob a fiao de fornecimento de eletricidade.

    Os canteiros so definidos pelo cdigo de trnsito brasileiro como obstculos fsicos

    se a canteiros centrais.

    Aproveitando esta definio, utilizamos o termo canteiro lateral para definir o obstculo separador

    entre pista de rolamento e uma ciclovia ou calada; estes canteiros possuem caractersticas prprias

  • SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    aos das caladas, pois apesar de, em gera

    estar prximos da circulao de bicicletas e veculos automotores.

    De forma geral, os canteiros permitem o plantio de plantas ao longo de toda a sua extenso

    devendo-se ter cuidado seleo das espcie

    para que em momento algum este vegetal invada os limites de circulao dos veculos.

    Em relao ao espaamento destes vegetais aos demais equipamentos

    as referencias apresentadas na tab

    Espao mnimo de canteiro plantio (m)

    Distncia mnima entre muda e guia (m)

    Distncia mnima de postes (m)

    Distncia mnima de guias rebaixadas ou faixa de pedestres

    (m) Distncia mnima de placas de

    sinalizao de trnsito (m)Distncia mnima de instalaes

    subterrneas (m) (gua, Esgoto, Gs, guas pluviais)

    Distncia mnima de transformadores (m)

    Distncia mnima entre espcimes vegetais (m)

    Tabela 3 - Distanciamento mnimo de vegetao inserida em canteiros centrais ou laterais

    *A No indicado o plantio de espcie arbreo de grande porte em canteiros.*B A vegetao no dever cobrir a viso das placas.*C No indicado o plantio de espcies

    Rotatrias:

    As rotatrias, assim como os canteiros, no costumam suportar a circulao de pedestres

    ou a instalao de grande variedade de elementos urbanos, como equipamentos de segurana, ou

    mobilirios urbanos, sendo os mais comuns elementos presentes nestes locais:

    de conduo de energia eltrica e as placas de sinalizao.

    Nas rotatrias h uma grande liberdade para o plantio de vegetais, pois existe pouca

    concorrncia de espao, sendo o principal cuidado assegurar que as plantas no interfiram de forma

    MUNICPIO DE PINDAMONHANGABA ESTADO DE SO PAULO

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    DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE

    aos das caladas, pois apesar de, em geral, no suportarem a circulao de pedestres, costumam

    estar prximos da circulao de bicicletas e veculos automotores.

    De forma geral, os canteiros permitem o plantio de plantas ao longo de toda a sua extenso

    se ter cuidado seleo das espcies empregas e a boa conduo do crescimento destas,

    para que em momento algum este vegetal invada os limites de circulao dos veculos.

    Em relao ao espaamento destes vegetais aos demais equipamentos

    apresentadas na tabela 3:

    Espcies Arbustivas

    Espcies arbreas de

    Pequeno Porte

    Espcies arbreas de Mdio Porte

    *C

    Espao mnimo de canteiro para 0,02 0,49 0,64

    Distncia mnima entre muda e guia 0,4 0,7 0,8

    Distncia mnima de postes (m) 2,0 3,0 4,0

    Distncia mnima de guias rebaixadas ou faixa de pedestres

    1,0 1,0 1,0

    Distncia mnima de placas de sinalizao de trnsito (m)

    *B *B *B

    Distncia mnima de instalaes

    Esgoto, Gs, guas pluviais)

    1,0 1,0 2,0

    2,0 3,0 4,0

    Distncia mnima entre espcimes 5,0 5,0 10,0

    Distanciamento mnimo de vegetao inserida em canteiros centrais ou laterais

    No indicado o plantio de espcie arbreo de grande porte em canteiros. A vegetao no dever cobrir a viso das placas. No indicado o plantio de espcies de mdio porte sob a fiao de fornecimento de eletricidade.

    As rotatrias, assim como os canteiros, no costumam suportar a circulao de pedestres

    ou a instalao de grande variedade de elementos urbanos, como equipamentos de segurana, ou

    obilirios urbanos, sendo os mais comuns elementos presentes nestes locais:

    de conduo de energia eltrica e as placas de sinalizao.

    Nas rotatrias h uma grande liberdade para o plantio de vegetais, pois existe pouca

    de espao, sendo o principal cuidado assegurar que as plantas no interfiram de forma

    13

    l, no suportarem a circulao de pedestres, costumam

    De forma geral, os canteiros permitem o plantio de plantas ao longo de toda a sua extenso

    s empregas e a boa conduo do crescimento destas,

    para que em momento algum este vegetal invada os limites de circulao dos veculos.

    Em relao ao espaamento destes vegetais aos demais equipamentos urbanos definem-se

    Espcies arbreas de Mdio Porte

    Espcies arbreas de

    Grande Porte

    *A

    *A

    *A

    *A

    *A

    *A

    *A

    *A

    Distanciamento mnimo de vegetao inserida em canteiros centrais ou laterais

    de mdio porte sob a fiao de fornecimento de eletricidade.

    As rotatrias, assim como os canteiros, no costumam suportar a circulao de pedestres

    ou a instalao de grande variedade de elementos urbanos, como equipamentos de segurana, ou

    obilirios urbanos, sendo os mais comuns elementos presentes nestes locais: os postes, as fiaes

    Nas rotatrias h uma grande liberdade para o plantio de vegetais, pois existe pouca

    de espao, sendo o principal cuidado assegurar que as plantas no interfiram de forma

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    prejudicial na circulao de veculos. Assim, no se aconselha o uso de quaisquer espcies que

    possam obstruir a viso dos motoristas ou que estejam muito prximas s gui

    forma geral, recomenda-se o uso de plantas que

    como se desaconselha a utilizao de grandes macios de vegetao.

    Praas:

    As praas so os locais urbanos que melhor suportam a insero de macios vegetais, junto

    s reas de preservao permanente

    convvio social da populao, sendo utilizadas para o lazer, para a prtic

    simplesmente para a contemplao e relaxamento.

    Nas praas e reas similares possvel a concepo de uma grande variedade de arranjos e

    disposies de vegetao, por se tratarem de locais amplos e com pouca interferncia relativa. Nas

    praas, por serem locais de convvio, comum a presena de mobilirios urbanos e equipamentos de

    segurana.

    O espaamento mnimo

    equipamentos inseridos nas praas

    Espao mnimo de canteiro (m)fora da calada

    Distancia mnima de calada (m)

    Distncia mnima entre muda e guia (m)

    Distncia mnima de esquinas (m)

    Distncia mnima de postes (m)

    Distncia mnima de guias rebaixadas ou faixa de pedestres

    (m) Distncia mnima de placas de

    sinalizao de trnsito (m)Distncia mnima de hidrantes (m)

    (Equipamentos de segurana) Distncia mnima de instalaes

    subterrneas (m) (gua, Esgoto, Gs, guas pluviais)

    Distncia mnima de mobilirio

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    DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE

    prejudicial na circulao de veculos. Assim, no se aconselha o uso de quaisquer espcies que

    possam obstruir a viso dos motoristas ou que estejam muito prximas s gui

    se o uso de plantas que no ultrapassem a altura de 0,5

    como se desaconselha a utilizao de grandes macios de vegetao.

    As praas so os locais urbanos que melhor suportam a insero de macios vegetais, junto

    s reas de preservao permanente APPs e aos parques urbanos. So importantes locais de

    convvio social da populao, sendo utilizadas para o lazer, para a prtic

    simplesmente para a contemplao e relaxamento.

    Nas praas e reas similares possvel a concepo de uma grande variedade de arranjos e

    disposies de vegetao, por se tratarem de locais amplos e com pouca interferncia relativa. Nas

    aas, por serem locais de convvio, comum a presena de mobilirios urbanos e equipamentos de

    O espaamento mnimo a ser adotado como referncia entre a vegetao e os demais

    equipamentos inseridos nas praas :

    Espcies Arbustivas

    Espcies arbreas de

    Pequeno Porte

    Espcies arbreas de Mdio Porte

    *C

    Espao mnimo de canteiro (m) 0,02 0,16 0,20

    Distancia mnima de calada (m) 0,50 1,00 1,50

    Distncia mnima entre muda e guia *A 0,35 0,40

    Distncia mnima de esquinas (m) *A 5,00 5,00

    Distncia mnima de postes (m) 2,00 3,00 4,00

    Distncia mnima de guias rebaixadas ou faixa de pedestres

    *A 1,00 1,00

    Distncia mnima de placas de (m)

    *A *B *B

    Distncia mnima de hidrantes (m) (Equipamentos de segurana)

    1,00 1,00 2,00

    Distncia mnima de instalaes

    (gua, Esgoto, Gs, guas pluviais)

    1,00 1,00 2,00

    Distncia mnima de mobilirio 2,00 2,00 3,00

    14

    prejudicial na circulao de veculos. Assim, no se aconselha o uso de quaisquer espcies que

    possam obstruir a viso dos motoristas ou que estejam muito prximas s guias da rotatria. De

    no ultrapassem a altura de 0,50 metros, assim

    As praas so os locais urbanos que melhor suportam a insero de macios vegetais, junto

    aos parques urbanos. So importantes locais de

    convvio social da populao, sendo utilizadas para o lazer, para a prtica de esportes ou

    Nas praas e reas similares possvel a concepo de uma grande variedade de arranjos e

    disposies de vegetao, por se tratarem de locais amplos e com pouca interferncia relativa. Nas

    aas, por serem locais de convvio, comum a presena de mobilirios urbanos e equipamentos de

    referncia entre a vegetao e os demais

    Espcies arbreas de Mdio Porte

    Espcies arbreas de

    Grande Porte

    0,25

    2,00

    *A

    *A

    5,00

    *A

    *A

    4,00

    4,00

    4,00

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    urbano (m) (bancas, telefones pblicos)

    Distncia mnima de galerias (m)

    Distncia mnima de caixa de inspeo (m)

    Distncia mnima de transformadores (m)

    Distncia mnima entre espcimes vegetais (m)

    Tabela 4

    *A No indicado o plantio de *B A vegetao no dever cobrir a *C No indicado o plantio de espcies de mdio porte sob a fiao de fornecimento de eletricidade.

    Quando e como plantar?

    O paisagismo e a arborizao urbana como conceitos novos que so, possuem muitos de

    seus conhecimentos originados

    da reconstituio vegetal de reas degradas, importando destes setores muitas de suas prticas de

    manejo e manuteno. Entr

    aplicabilidade quando falamos de florestas urbanas, j que seus fins diferem. Assim, apresentamos a

    seguir, prticas teis para a manuteno saudvel

    levam a adotar certos cuidados.

    Melhores pocas:

    Diferentemente do plantio de lavouras e rvores para fins produtivos, os plantios, assim

    como as podas de vegetao

    melhores pocas anuais, isto por que

    desenvolvimento da forma mais rpida possvel, mais sim

    saudvel de forma ordenada e controlada, para que atinja seu potencial mximo nos quesitos

    paisagsticos e de cunho ecolgico e ambiental.

    Ainda assim, existem cuidados a serem administrados

    das atividades paisagsticas nas cidades,

    realizada, devido as caractersticas das estaes na regio

    resposta da vegetao e da fauna a estas caractersticas.

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    (bancas, telefones pblicos) Distncia mnima de galerias (m) 1,00 1,00 2,00

    Distncia mnima de caixa de 2,00 2,00 2,00

    2,00 3,00 4,00

    espcimes - 3,00 4,00

    4 - Distanciamento mnimo de vegetao inserida em praas

    No indicado o plantio de arbusto e espcie arbreo de grande porte em caladasA vegetao no dever cobrir a viso das placas. No indicado o plantio de espcies de mdio porte sob a fiao de fornecimento de eletricidade.

    Quando e como plantar?

    O paisagismo e a arborizao urbana como conceitos novos que so, possuem muitos de

    dos nos estudos voltados ao plantio de lavouras, pomares comerciais e

    da reconstituio vegetal de reas degradas, importando destes setores muitas de suas prticas de

    manejo e manuteno. Entretanto, apesar disto, muitas prticas utilizadas no campo no t

    aplicabilidade quando falamos de florestas urbanas, j que seus fins diferem. Assim, apresentamos a

    seguir, prticas teis para a manuteno saudvel da vegetao urbana, assim como as razes que

    levam a adotar certos cuidados.

    :

    Diferentemente do plantio de lavouras e rvores para fins produtivos, os plantios, assim

    de vegetao em reas urbanas no possuem limitaes ou restries quanto a

    melhores pocas anuais, isto por que o que se espera deles no se refere

    forma mais rpida possvel, mais sim a um desenvolvimento constante e

    saudvel de forma ordenada e controlada, para que atinja seu potencial mximo nos quesitos

    paisagsticos e de cunho ecolgico e ambiental.

    , existem cuidados a serem administrados durante a implantao e manuteno

    das atividades paisagsticas nas cidades, dependendo da poca do ano e do tipo de atividade

    realizada, devido as caractersticas das estaes na regio onde nosso municpio e

    resposta da vegetao e da fauna a estas caractersticas.

    15

    4,00

    4,00

    6,00

    6,00

    Distanciamento mnimo de vegetao inserida em praas

    ladas.

    No indicado o plantio de espcies de mdio porte sob a fiao de fornecimento de eletricidade.

    O paisagismo e a arborizao urbana como conceitos novos que so, possuem muitos de

    plantio de lavouras, pomares comerciais e

    da reconstituio vegetal de reas degradas, importando destes setores muitas de suas prticas de

    etanto, apesar disto, muitas prticas utilizadas no campo no tm

    aplicabilidade quando falamos de florestas urbanas, j que seus fins diferem. Assim, apresentamos a

    da vegetao urbana, assim como as razes que

    Diferentemente do plantio de lavouras e rvores para fins produtivos, os plantios, assim

    em reas urbanas no possuem limitaes ou restries quanto a

    o que se espera deles no se refere produtividade ou o

    um desenvolvimento constante e

    saudvel de forma ordenada e controlada, para que atinja seu potencial mximo nos quesitos

    durante a implantao e manuteno

    e do tipo de atividade a ser

    nosso municpio esta inserido, e da

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    Desta forma apresentamos abaixo alguns cuidados a serem tomados durante as execues

    em cada estao do ano:

    Primavera e Vero: Este perodo anual caracterstico por sua constn

    perodo adequado para a implantao de novos plantios de mudas, pois dispensa a necessidade de

    irrigao das mudas em seu perodo mais crtico, entretanto para a realizao de podas e retirada de

    rvores, arbustos ou arvoretas, deve

    reproduo de muitas aves que costumam utilizar os galhos destes vegetais para a construo de

    seus ninhos.

    Outono e Inverno: Durante as estaes frias a ocorrncia de chuvas mais esparsa, ca

    um perodo do ano mais seco, desta forma, exige

    de mudas ou arranjos, pois ser inevitavelmente necessria a irrigao complementar destes locais

    ao menos durante as primeiras semanas aps sua im

    comum que se opte pelas podas mais intensas durante este perodo do ano, pois para muitas

    espcies de plantas com caractersticas decduas, uma poca de dormncia de sua brotao,

    causando um impacto visual menor para a populao e uma capacidade regenerativa mais acentuada

    para estas rvores.

    Tcnicas de plantio

    O ambiente urbano naturalmente um local

    situaes estressantes a que esto expostas,

    temperaturas do meio urbano

    solo, a ocorrncia de leses em galhos e tronco devido a batidas ocasionadas por veculos ou por

    depredao, entre outros. De

    plantio utilizados com o intuito de aumentar as chances de que estas novas mudas vinguem e

    sobrevivam at o pice de seu ciclo vital.

    Selecionando as mudas

    A seleo das mudas a serem utiliz

    seguir critrios para garantia da sade fitossanitria do espcime, deve tambm cuidar de fatores

    que garantam o porte adequado para o plantio nas referidas reas, de acordo com a classificao do

    vegetal empregado. Isto ocorre, pois

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    DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE

    Desta forma apresentamos abaixo alguns cuidados a serem tomados durante as execues

    Este perodo anual caracterstico por sua constncia de chuvas, sendo um

    perodo adequado para a implantao de novos plantios de mudas, pois dispensa a necessidade de

    em seu perodo mais crtico, entretanto para a realizao de podas e retirada de

    rvores, arbustos ou arvoretas, deve haver o cuidado em relao a fauna, pois trata

    reproduo de muitas aves que costumam utilizar os galhos destes vegetais para a construo de

    Durante as estaes frias a ocorrncia de chuvas mais esparsa, ca

    um perodo do ano mais seco, desta forma, exige-se um maior cuidado em relao a novos plantios

    de mudas ou arranjos, pois ser inevitavelmente necessria a irrigao complementar destes locais

    ao menos durante as primeiras semanas aps sua implantao. Em relao as intervenes de poda,

    comum que se opte pelas podas mais intensas durante este perodo do ano, pois para muitas

    espcies de plantas com caractersticas decduas, uma poca de dormncia de sua brotao,

    l menor para a populao e uma capacidade regenerativa mais acentuada

    Tcnicas de plantio

    O ambiente urbano naturalmente um local adverso para os vegetais devido

    situaes estressantes a que esto expostas, tais como: grande quantidade de poluentes no ar, altas

    do meio urbano, baixa permeabilidade de gua e de concentrao de nutrientes no

    leses em galhos e tronco devido a batidas ocasionadas por veculos ou por

    depredao, entre outros. Desta forma apresentamos a seguir tcnicas de preparao de solo e

    plantio utilizados com o intuito de aumentar as chances de que estas novas mudas vinguem e

    sobrevivam at o pice de seu ciclo vital.

    Selecionando as mudas

    A seleo das mudas a serem utilizadas na arborizao e no paisagismo urbano, alm de

    seguir critrios para garantia da sade fitossanitria do espcime, deve tambm cuidar de fatores

    que garantam o porte adequado para o plantio nas referidas reas, de acordo com a classificao do

    empregado. Isto ocorre, pois a utilizao de mudas com certo grau de desenvolvimento

    16

    Desta forma apresentamos abaixo alguns cuidados a serem tomados durante as execues

    cia de chuvas, sendo um

    perodo adequado para a implantao de novos plantios de mudas, pois dispensa a necessidade de

    em seu perodo mais crtico, entretanto para a realizao de podas e retirada de

    haver o cuidado em relao a fauna, pois trata-se da poca de

    reproduo de muitas aves que costumam utilizar os galhos destes vegetais para a construo de

    Durante as estaes frias a ocorrncia de chuvas mais esparsa, caracterizando

    se um maior cuidado em relao a novos plantios

    de mudas ou arranjos, pois ser inevitavelmente necessria a irrigao complementar destes locais

    Em relao as intervenes de poda,

    comum que se opte pelas podas mais intensas durante este perodo do ano, pois para muitas

    espcies de plantas com caractersticas decduas, uma poca de dormncia de sua brotao,

    l menor para a populao e uma capacidade regenerativa mais acentuada

    para os vegetais devido a vrias

    quantidade de poluentes no ar, altas

    concentrao de nutrientes no

    leses em galhos e tronco devido a batidas ocasionadas por veculos ou por

    apresentamos a seguir tcnicas de preparao de solo e

    plantio utilizados com o intuito de aumentar as chances de que estas novas mudas vinguem e

    adas na arborizao e no paisagismo urbano, alm de

    seguir critrios para garantia da sade fitossanitria do espcime, deve tambm cuidar de fatores

    que garantam o porte adequado para o plantio nas referidas reas, de acordo com a classificao do

    a utilizao de mudas com certo grau de desenvolvimento

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    reduz de forma significativa a depredao destas plantas, aumentando consequentemente o

    percentual de sucesso dos plantios.

    Como orientao de seleo e plantio de novas

    de Pindamonhangaba, instrui

    Para herbceas e arbustos

    para uso no paisagismo urbano

    forma intensa se as mudas empregadas apresentam

    paisagsticas esperadas j no momento do plantio, alem disto, estas espcies normalmente no so

    indicadas para utilizao onde h trafego de pedestres, como caladas

    por vezes impedir a circulao.

    Para arbreos de pequeno, mdio ou grande porte: Para os espcimes arbreos a serem

    utilizados no espao pblico urbano, alem dos cuidados refe

    utilizao de mudas com troncos eretos e com altura mnima de 2,0 metros de atura, de solo a ltima

    folha, e de no mnimo 1,7 metros de altura entre o solo

    Demarcao do canteiro

    Trata-se do ato de delimitar uma rea permevel no

    plantada, a fim de garantir uma boa

    plantas concorrentes que possam nascer ali e dificultar ou impedir o crescimento da pla

    se tenha interesse em desenvolver.

    De forma geral a demarcao da rea do canteiro para plantio esta diretamente ligada ao

    porte da espcie do vegetal

    muda de planta possa se desenvolver causando o menor nvel

    do local.

    Em locais onde o plantio ser realizado em terreno com cobertura impermeabilizante ou

    passiveis de impermeabilizao, tais como: calamentos concretados

    cimentados, e rotatrias cimentadas,

    se refere retirada desta camada de material impermeabilizante em rea proporcional ao porte da

    espcie vegetal a ser plantada

    vegetais que estejam plantados

    com o objetivo de evitar a concorrncia por nutrientes

    sendo plantada. As medidas destes canteiros dependem no somente do vegetal a ser plantado, mas

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    DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE

    de forma significativa a depredao destas plantas, aumentando consequentemente o

    plantios.

    Como orientao de seleo e plantio de novas mudas nos espaos pblicos no Municpio

    de Pindamonhangaba, instrui-se:

    e arbustos: A escolha e seleo de mudas de vegetais nestes portes

    no paisagismo urbano independe do tamanho do espcime, porem deve ser observada de

    intensa se as mudas empregadas apresentam a fitossanidade necessria e

    j no momento do plantio, alem disto, estas espcies normalmente no so

    indicadas para utilizao onde h trafego de pedestres, como caladas, pois costumam dificultar e

    por vezes impedir a circulao.

    Para arbreos de pequeno, mdio ou grande porte: Para os espcimes arbreos a serem

    utilizados no espao pblico urbano, alem dos cuidados referentes a fitossanidade

    mudas com troncos eretos e com altura mnima de 2,0 metros de atura, de solo a ltima

    folha, e de no mnimo 1,7 metros de altura entre o solo e a primeira bifurcao.

    Demarcao do canteiro para plantio

    delimitar uma rea permevel no entorno de onde uma nova planta ser

    plantada, a fim de garantir uma boa drenagem de gua no solo deste local e evitar a ocorrncia de

    plantas concorrentes que possam nascer ali e dificultar ou impedir o crescimento da pla

    esenvolver.

    De forma geral a demarcao da rea do canteiro para plantio esta diretamente ligada ao

    porte da espcie do vegetal que se pretende plantar, pois isso garante, no

    muda de planta possa se desenvolver causando o menor nvel de interferncia prejudicial

    Em locais onde o plantio ser realizado em terreno com cobertura impermeabilizante ou

    eabilizao, tais como: calamentos concretados, canteiros centrais ou laterais

    rias cimentadas, o processo de demarcao e preparo do canteiro para plantio

    se refere retirada desta camada de material impermeabilizante em rea proporcional ao porte da

    vegetal a ser plantada, sendo aconselhada tambm a retirada de gramneas

    estejam plantados dentro deste espao em locais onde no haja a impermeabilizao,

    com o objetivo de evitar a concorrncia por nutrientes destes vegetais com

    plantada. As medidas destes canteiros dependem no somente do vegetal a ser plantado, mas

    17

    de forma significativa a depredao destas plantas, aumentando consequentemente o

    mudas nos espaos pblicos no Municpio

    s de vegetais nestes portes

    independe do tamanho do espcime, porem deve ser observada de

    a fitossanidade necessria e as caractersticas

    j no momento do plantio, alem disto, estas espcies normalmente no so

    , pois costumam dificultar e

    Para arbreos de pequeno, mdio ou grande porte: Para os espcimes arbreos a serem

    fitossanidade, indica-se a

    mudas com troncos eretos e com altura mnima de 2,0 metros de atura, de solo a ltima

    a primeira bifurcao.

    entorno de onde uma nova planta ser

    este local e evitar a ocorrncia de

    plantas concorrentes que possam nascer ali e dificultar ou impedir o crescimento da planta em que

    De forma geral a demarcao da rea do canteiro para plantio esta diretamente ligada ao

    no longo prazo, que esta

    de interferncia prejudicial estrutura

    Em locais onde o plantio ser realizado em terreno com cobertura impermeabilizante ou

    , canteiros centrais ou laterais

    processo de demarcao e preparo do canteiro para plantio

    se refere retirada desta camada de material impermeabilizante em rea proporcional ao porte da

    tambm a retirada de gramneas ou de outros

    ais onde no haja a impermeabilizao,

    com a nova planta que est

    plantada. As medidas destes canteiros dependem no somente do vegetal a ser plantado, mas

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    tambm do tipo de rea a ser vegetada

    mnimo a ser adotado nas diferentes reas podem ser verificados nas

    Onde plantar? deste Manual.

    Abertura de bero

    Bero o nome dado para o

    vem sendo empregado nos ltimos anos em substituio ao termo cova anteriorme

    por retratar melhor a inteno de seu uso, pois no bero se inicia uma vid

    encerra.

    Quando preparamos um bero para o plantio de uma nova muda, vrios fatores devem ser

    cuidados, pois este um momento crucial para

    momento devemos observar fatores

    insero de gel hidroretentor

    necessria, e os controles e adequao

    esta planta.

    As dimenses do bero

    plantada e do torro de terra que envolve suas razes,

    x 0,5m x 0,5m e volume de trs

    arbreas ou arbustivas, enquanto para as espcies herbceas, como normalmente so plantadas em

    macios, costuma-se haver uma troca de solo complet

    em toda a rea do plantio.

    Durante a abertura de beros para o plantio de espcies arbreas ou arbustivas

    importante a ser frisado a forma

    isto , no possurem cantos arredondados, pois os cantos arredondados favorecem o enovelamento

    das razes do espcime, o que pode ocasionar no estrangulamento de seu tronco.

    Abaixo apresentamos esquema com medidas

    arbreas ou arbustivas no Municpio de Pindamonhangaba

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    m do tipo de rea a ser vegetada e do espao disponvel para esta interveno, o espaamento

    mnimo a ser adotado nas diferentes reas podem ser verificados nas tabelas disponveis no titulo

    Onde plantar? deste Manual.

    Abertura de bero para plantio

    nome dado para o buraco onde de fato a nova muda ser plantada, este nome

    vem sendo empregado nos ltimos anos em substituio ao termo cova anteriorme

    por retratar melhor a inteno de seu uso, pois no bero se inicia uma vida, enquanto na cova ela se

    Quando preparamos um bero para o plantio de uma nova muda, vrios fatores devem ser

    pois este um momento crucial para o bom desenvolvimento de uma nova planta, neste

    observar fatores como: a troca do solo, a insero de adubao adequada, a

    insero de gel hidroretentor, a profundidade adequada para a colocao da muda, a irrigao

    e adequao de possveis pragas ou interferncias

    As dimenses do bero para plantio variam de acordo com o tamanho da rvore a ser

    plantada e do torro de terra que envolve suas razes, porem costuma ter medidas

    trs a cinco vezes ao do torro quando se trata do plantio de espcies

    arbreas ou arbustivas, enquanto para as espcies herbceas, como normalmente so plantadas em

    aver uma troca de solo completa a uma profundidade de 0,1 a 0,2 metros

    Durante a abertura de beros para o plantio de espcies arbreas ou arbustivas

    ser frisado a forma destes beros, que devem ter formatos cbicos

    isto , no possurem cantos arredondados, pois os cantos arredondados favorecem o enovelamento

    das razes do espcime, o que pode ocasionar no estrangulamento de seu tronco.

    Abaixo apresentamos esquema com medidas referenciais para o plantio de espc

    arbreas ou arbustivas no Municpio de Pindamonhangaba:

    18

    e do espao disponvel para esta interveno, o espaamento

    tabelas disponveis no titulo

    ser plantada, este nome

    vem sendo empregado nos ltimos anos em substituio ao termo cova anteriormente utilizado,

    a, enquanto na cova ela se

    Quando preparamos um bero para o plantio de uma nova muda, vrios fatores devem ser

    o bom desenvolvimento de uma nova planta, neste

    como: a troca do solo, a insero de adubao adequada, a

    , a profundidade adequada para a colocao da muda, a irrigao

    de possveis pragas ou interferncias que possam prejudicar

    para plantio variam de acordo com o tamanho da rvore a ser

    medidas mnimas de 0,5m

    quando se trata do plantio de espcies

    arbreas ou arbustivas, enquanto para as espcies herbceas, como normalmente so plantadas em

    a uma profundidade de 0,1 a 0,2 metros

    Durante a abertura de beros para o plantio de espcies arbreas ou arbustivas, outro fator

    destes beros, que devem ter formatos cbicos e cantos vivos,

    isto , no possurem cantos arredondados, pois os cantos arredondados favorecem o enovelamento

    das razes do espcime, o que pode ocasionar no estrangulamento de seu tronco.

    para o plantio de espcies

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    Figura 3 - Ilustrao demonstrativa de medidas mnimas para plantio de mudas arbreas e arbustivas

    Adubao:

    Como qualquer organismo vivo, a planta tambm precisa se alimentar para crescer de

    forma saudvel. Quando se aduba

    adequado de nutrientes para que

    papel no paisagismo urbano.

    equilibrada concentrao de nutrientes. Esses nutrientes, utilizados como alimento pelas plantas, so

    classificados em macronutrientes, consumido

    necessrios em menor quantidade, mas igualmente importantes para sua sade.

    Abaixo, uma rpida descrio destes nutrientes e algumas de suas caractersticas:

    Macronutrientes:

    Nitrognio (N): Tem ao na parte v

    ele a planta no pode realizar a fotossntese e no cresce saudvel, seu tamanho fica estacionado e

    com um nmero reduzido de folhas.

    MUNICPIO DE PINDAMONHANGABA ESTADO DE SO PAULO

    SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE

    Ilustrao demonstrativa de medidas mnimas para plantio de mudas arbreas e arbustivas

    Como qualquer organismo vivo, a planta tambm precisa se alimentar para crescer de

    se aduba uma planta, enriquece-se o solo disponibilizando um estoque

    adequado de nutrientes para que esta se desenvolva de forma saudvel e frondosa

    Um solo rico contm todos os componentes essenciais e apresenta uma

    equilibrada concentrao de nutrientes. Esses nutrientes, utilizados como alimento pelas plantas, so

    classificados em macronutrientes, consumidos em grandes quantidades;

    necessrios em menor quantidade, mas igualmente importantes para sua sade.

    Abaixo, uma rpida descrio destes nutrientes e algumas de suas caractersticas:

    Tem ao na parte verde da planta e atua em crescimento e em suas brotaes. Sem

    ele a planta no pode realizar a fotossntese e no cresce saudvel, seu tamanho fica estacionado e

    com um nmero reduzido de folhas. Pode ser encontrado em adubos qumicos ou orgnicos como:

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    Ilustrao demonstrativa de medidas mnimas para plantio de mudas arbreas e arbustivas

    Como qualquer organismo vivo, a planta tambm precisa se alimentar para crescer de

    se o solo disponibilizando um estoque

    se desenvolva de forma saudvel e frondosa e cumpra o seu

    Um solo rico contm todos os componentes essenciais e apresenta uma

    equilibrada concentrao de nutrientes. Esses nutrientes, utilizados como alimento pelas plantas, so

    uantidades; e micronutrientes,

    necessrios em menor quantidade, mas igualmente importantes para sua sade.

    Abaixo, uma rpida descrio destes nutrientes e algumas de suas caractersticas:

    erde da planta e atua em crescimento e em suas brotaes. Sem

    ele a planta no pode realizar a fotossntese e no cresce saudvel, seu tamanho fica estacionado e

    Pode ser encontrado em adubos qumicos ou orgnicos como:

  • SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    Ureia, Sulfato de Amnio, Salitre do Chile e adubos compostos com grande percentual de N na sua

    formulao. Alm de esterco bovino e de aves, hmus de minhoca e farinha de peixe.

    Fsforo (P): essencial s plantas e atua principalmente na florao, matura

    e no crescimento das razes e na multiplicao das clulas. A falta de fsforo provoca sintomas como:

    o atraso no florescimento, flores quebradias e pequeno nmero de frutos e de sementes.Pode ser

    encontrado em adubos qumicos como:

    com alto percentual de P na sua formulao. Alm de adubos orgnicos como: farinha de ossos e

    farinha de peixe.

    Potssio (K): Essencial para o crescimento e responsvel pelo equilbrio de gua nas

    tamanho e na qualidade dos frutos e na resistncia a doenas e falta de gua. A

    nutriente pode provocar sintomas como:

    fracos e muito flexveis e formao de sementes e f

    em adubos como: Cloreto de Potssio, Sulfato de Potssio,Cinza de madeira, esterco bovino e em

    adubos compostos com alto percentual de K na sua formulao.

    Macronutrientes secundrios

    Clcio (Ca): Principal componente da parede celular, auxiliando no desenvolvimento de frutos, razes

    e caule. A falta deste nutriente pode provocar sintomas como:

    pontas murchas e retorcidas nas folhas mais novas, e razes fracas e mal formadas.Pode

    encontrado em adubos como: calcreodolomtico, farinha de ossos e cinza de madeira.

    Magnsio (Mg): Principal componente da molcula de clorofila, o magnsio fundamental para que

    a planta realize a fotossntese. A falta do magnsio provoca

    com pouca colorao apesar das nervuras permanecerem verdes, isto ocorre devido a falta de

    clorofila. encontrado em adubos como: calcreodolomtico, cinza de madeira e hmus de minhoca.

    Enxofre (S):Juntamente com o nitrognio,

    folhas no se desenvolvem bem e caem com facilidade, perdem a colorao verde e ficam com uma

    tonalidade avermelhada. Ocorre tambm a diminuio no volume de flores e de frutos.Pode ser

    encontrado em adubos como: Sulfato de Amnio, superfosfato simples, esterco de frango e de boi.

    Micronutrientes:

    Boro (B): Atua na formao dos frutos que, em sua falta, tornam

    tambm nas folhas novas, que se tornam deformadas e caem.

    Cloro (Cl): Atua nas reaes hdricas da planta. Normalmente presente nos solos, necessrio em

    quantidades mnimas.

    MUNICPIO DE PINDAMONHANGABA ESTADO DE SO PAULO

    SECRETARIA DE HABITAO, MEIO AMBIENTE E REGULARIZAO FUNDIARIA

    DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE

    eia, Sulfato de Amnio, Salitre do Chile e adubos compostos com grande percentual de N na sua

    formulao. Alm de esterco bovino e de aves, hmus de minhoca e farinha de peixe.

    essencial s plantas e atua principalmente na florao, matura

    e no crescimento das razes e na multiplicao das clulas. A falta de fsforo provoca sintomas como:

    o atraso no florescimento, flores quebradias e pequeno nmero de frutos e de sementes.Pode ser

    encontrado em adubos qumicos como: Superfosfatos, Fosfitos, Termofosfatos e adubos compostos

    com alto percentual de P na sua formulao. Alm de adubos orgnicos como: farinha de ossos e

    Essencial para o crescimento e responsvel pelo equilbrio de gua nas

    tamanho e na qualidade dos frutos e na resistncia a doenas e falta de gua. A

    nutriente pode provocar sintomas como: crescimento lento, razes pouco desenvolvidas, caules

    fracos e muito flexveis e formao de sementes e frutos pouco desenvolvidos.Pode ser encontrado

    em adubos como: Cloreto de Potssio, Sulfato de Potssio,Cinza de madeira, esterco bovino e em

    adubos compostos com alto percentual de K na sua formulao.