Revisão Modificação Data Autor Aprovo - Portal...

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Revisão Modificação Data Autor Aprovo Especialidades: Autores do Documento: CAU/ CREA UF Matrícula Rubrica 1. Arquitetura Thais Vieira Faciola A35.545-3 13.545-36 2. Fundações e estrutura de concreto Eric Teixeira Pena 13.049-D PA 14.278-28 3. Estrutura metálica Eric Teixeira Pena 13.049-D PA 14.278-28 4. Hidrossanitário Eric Teixeira Pena 13.049-D PA 14.278-28 5. Climatização Sérgio Nery 9.017-D PA 19.292-09 Sítio AEROPORTO INTERNACIONAL DE SÃO LUÍS Área do sítio BLOCO ADMINISTRATIVO Data JANEIRO 2013 Especialidade / Subespecialidade GERAL Autor Rubrica CONFORME LISTA ACIMA Tipo / Especificação do documento ESPECIFICAÇÕES TECNICAS PARA A IMPLANTAÇÃO DO NOVO PRÉDIO ADMINISTRATIVO DO SBSN Coordenador de Projetos (Validador) Rubrica ARQ.JOSELANE GOMES Matrícula: 95.583-69 Tipo do empreendimento CONSTRUÇÃO Classe geral PROJETO BÁSICO Gerente de Engenharia (Aprovador) Rubrica Eng. Sérgio Brandão Peralta Matrícula: 41.871-15 Substitui a SN. 17/201.92/00789/00 Substituída por Rubrica do Autor Reg. do Arquivo Codificação SN. 17/201.92/00789/01
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  • Reviso Modificao Data Autor Aprovo

    Especialidades: Autores do Documento: CAU/ CREA UF Matrcula Rubrica

    1. Arquitetura Thais Vieira Faciola A35.545-3 13.545-36 2. Fundaes e estrutura de concreto Eric Teixeira Pena 13.049-D PA 14.278-28 3. Estrutura metlica Eric Teixeira Pena 13.049-D PA 14.278-28 4. Hidrossanitrio Eric Teixeira Pena 13.049-D PA 14.278-28 5. Climatizao Srgio Nery 9.017-D PA 19.292-09

    Stio

    AEROPORTO INTERNACIONAL DE SO LUS

    rea do stio

    BLOCO ADMINISTRATIVO

    Data

    JANEIRO 2013

    Especialidade / SubespecialidadeGERAL

    Autor Rubrica

    CONFORME LISTA ACIMA

    Tipo / Especificao do documento ESPECIFICAES TECNICAS PARA A IMPLANTAO DO NOVO PRDIO ADMINISTRATIVO DO SBSN

    Coordenador de Projetos (Validador) Rubrica ARQ.JOSELANE GOMESMatrcula: 95.583-69

    Tipo do empreendimento

    CONSTRUO

    Classe geral

    PROJETO BSICO

    Gerente de Engenharia (Aprovador) RubricaEng. Srgio Brando PeraltaMatrcula: 41.871-15

    Substitui a

    SN. 17/201.92/00789/00

    Substituda por

    Rubrica do Autor Reg. do Arquivo Codificao

    SN. 17/201.92/00789/01

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    SUMRIO

    1. INTRODUO ..................................................................................................................................... 4 1.1. OBJETIVO ........................................................................................................................................... 4 1.2. GLOSSRIO ........................................................................................................................................ 4 1.3. NORMAS A SEREM UTILIZADAS........................................................................................................ 4 2. CONSIDERAES GERAIS................................................................................................................ 63. EQUIVALNCIA OU SIMILARIDADE ................................................................................................... 7 4. PARTE A SERVIOS INICIAIS ......................................................................................................... 7 4.1. DISPOSIES GERAIS ...................................................................................................................... 7 4.2. MOBILIZAO E DESMOBILIZAO .................................................................................................. 7 4.2.1. Mobilizao de mo de obra, mquinas e equipamentos ...................................................................... 7 4.2.2. Desmobilizao de mo de obra, Mquinas e equipamentos ................................................................ 8 4.3. ADMINISTRAO DA OBRA............................................................................................................... 9 4.3.1. Administrao local .............................................................................................................................. 9 4.4. INSTALAES PROVISRIAS ......................................................................................................... 10 4.4.1. Canteiro de obras............................................................................................................................... 10 4.4.2. Tapume da Obra em compensado...................................................................................................... 11 4.4.3. Placa de Obra .................................................................................................................................... 12 4.5. LOCAO DE ANDAIME................................................................................................................... 13 4.6. MANUTENO E OPERAO DO CANTEIRO................................................................................. 13 5. PARTE B ............................................................................................................................................ 15 5.1. ESTUDOS E PROJETOS ................................................................................................................... 15 5.1.1. Projeto Executivo de Fundaes e Estruturas de concreto .................................................................. 15 5.1.2. Projeto Executivo de Estrutura Metlica.............................................................................................. 16 5.1.3. Projeto as built ................................................................................................................................. 17 5.2. SERVIOS PRELIMINARES.............................................................................................................. 17 5.2.1. Locao da obra................................................................................................................................. 17 5.2.2. Regularizao do terreno com aterro compactado .............................................................................. 18 5.3. FUNDAO ....................................................................................................................................... 18 5.3.1. Escavao manual de valas/cavas ..................................................................................................... 19 5.3.2. Reaterro compactado ......................................................................................................................... 19 5.3.3. Sapatas e vigas baldrames................................................................................................................. 19 5.3.4. Formas............................................................................................................................................... 21 5.3.5. Concreto ............................................................................................................................................ 22 5.4. ESTRUTURA METLICA................................................................................................................... 25 5.4.1. Fabricao ......................................................................................................................................... 25 5.4.2. Cortes ................................................................................................................................................ 26 5.4.3. Aplainamento de bordas..................................................................................................................... 26 5.4.4. Produtos laminados ............................................................................................................................ 26 5.4.5. Construo parafusada ...................................................................................................................... 26 5.4.6. Construo soldada............................................................................................................................ 26 5.4.7. Pintura de fbrica ............................................................................................................................... 27 5.4.8. Controle dos chumbadores e acessrios ............................................................................................ 28 5.4.9. Suportes temporrios ......................................................................................................................... 29 5.4.10. Tolerncias de montagem .................................................................................................................. 29 5.4.11. Conexes........................................................................................................................................... 29 5.4.12. Garantia da qualidade ........................................................................................................................ 30 5.5. PAREDES E PANIIS........................................................................................................................ 31 5.5.1. Painis de vedao parede externa (placa cimentcia) ........................................................................ 31 5.5.2. Impermeabilizao ............................................................................................................................. 33 5.5.3. Divisria painel cego .......................................................................................................................... 34 5.5.4. Divisria painel/vidro/painel ................................................................................................................ 34 5.6. COBERTURA E ACESSRIOS ......................................................................................................... 35 5.6.1. Telha trapezoidal isotrmica ............................................................................................................... 35 5.6.2. Cumeeira trapezoidal ......................................................................................................................... 35 5.6.3. Calha metlica ................................................................................................................................... 37 5.6.4. Rufo metlico ..................................................................................................................................... 37 5.6.5. Platibanda .......................................................................................................................................... 37 5.7. ESQUADRIAS .................................................................................................................................... 38

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    5.7.1. Esquadrias e artefatos de alumnio ..................................................................................................... 38 5.7.2. Esquadrias e artefatos de madeira ..................................................................................................... 40 5.7.3. Esquadrias e artefatos de ao ............................................................................................................ 41 5.8. VIDROS E ESPELHOS ...................................................................................................................... 42 5.8.1. Vidro .................................................................................................................................................. 42 5.8.2. Espelhos ............................................................................................................................................ 43 5.9. REVESTIMENTOS DE PISO.............................................................................................................. 43 5.9.1. Piso cimentado ................................................................................................................................... 43 5.9.2. Cermica Grs ................................................................................................................................... 44 5.10. REVESTIMENTOS DE PAREDE ........................................................................................................ 44 5.10.1. Revestimento cermico ...................................................................................................................... 45 5.10.2. Argamassa de assentamento ............................................................................................................. 45 5.10.3. Argamassa de rejuntamento ............................................................................................................... 46 5.11. FORRO.............................................................................................................................................. 46 5.11.1. Forro de PVC ..................................................................................................................................... 46 5.12. PINTURA ESMALTE SINTTICO....................................................................................................... 47 5.13. BANCADAS E ARREMATES EM GRANITO....................................................................................... 48 5.13.1. Bancadas ........................................................................................................................................... 49 5.13.2. Prateleiras .......................................................................................................................................... 49 5.13.3. Soleiras .............................................................................................................................................. 50 5.14. LOUAS E COMPLEMENTOS .......................................................................................................... 50 5.14.1. Bacia .................................................................................................................................................. 51 5.14.2. Lavatrio ............................................................................................................................................ 51 5.14.3. Assento .............................................................................................................................................. 51 5.15. ACESSRIOS.................................................................................................................................... 51 5.15.1. Papeleira ............................................................................................................................................ 52 5.15.2. Saboneteira ........................................................................................................................................ 52 5.15.3. Porta papel......................................................................................................................................... 52 5.15.4. Cabide ............................................................................................................................................... 53 5.16. METAIS SANITRIOS........................................................................................................................ 53 5.16.1. Torneira.............................................................................................................................................. 54 5.16.2. Ducha higinica.................................................................................................................................. 54 5.16.3. Chuveiro............................................................................................................................................. 55 5.17. INSTALAES HIDROSSANITRIAS ............................................................................................... 55 5.17.1. Instalaes de gua fria e esgoto ....................................................................................................... 55 5.17.2. Drenagem de guas pluviais .............................................................................................................. 56 5.17.3. Sistema de tanque sptico, filtro ......................................................................................................... 56 5.18. SISTEMA DE CLIMATIZAO........................................................................................................... 57 5.18.1. Descries gerais ............................................................................................................................... 57 5.18.2. Quadro de distribuio dos equipamentos .......................................................................................... 58 6. BOTA FORA ...................................................................................................................................... 59 7. LIMPEZA FINAL ................................................................................................................................. 59 8. OBSERVAES................................................................................................................................ 60

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    1. INTRODUO

    1.1. OBJETIVO

    O objetivo deste documento especificar os materiais empregados e as normas que devero ser obedecidas durante os servios para construo da edificao provisria da administrao do Aeroporto Maestro Wilson Fonseca Santarm/PA.

    Far parte do escopo dos servios, o fornecimento de todos os materiais, incluindo acessrios e peas necessrias ao perfeito acabamento dos servios, mesmo quando no expressamente mencionados nesta especificao. A Contratada dever entregar os servios em um ambiente limpo e em perfeito estado de funcionamento.

    1.2. GLOSSRIO

    Sero usadas neste documento, as seguintes convenes e abreviaturas:

    INFRAERO Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroporturia, empresa pblica da Unio, contratante dos servios;

    CONTRATADA Pessoa jurdica contratada para execuo do escopo contratado;

    FISCALIZAO Atividade exercida de modo sistemtico pela INFRAERO, atravs de pessoa ou grupo de pessoas especialmente designadas, com o objetivo de verificao do cumprimento das disposies contratuais.

    1.3. NORMAS A SEREM UTILIZADAS

    Alm do que estiver explicitamente indicado nestas Especificaes Tcnicas, e nos desenhos referentes ao projeto, sero obedecidas as seguintes Normas:

    Prticas de Projeto, Construo e Manuteno de Edifcios Pblicos Federais;

    Normas da ABNT e do INMETRO;

    Cdigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas Federais, Estaduais e Municipais, inclusive normas de concessionrias de servios pblicos;

    Instrues e Resolues dos rgos do Sistema CREA-CONFEA.

    A execuo de servios de arquitetura dever atender tambm s seguintes Normas e Prticas Complementares:

    Prticas de Projeto, Construo e Manuteno de Edifcios Pblicos Federais;

    Normas da ABNT e do INMETRO:

    NBR 5732 - Cimento Portland Comum/Especificao;

    NBR 9396 - Elastmeros em Soluo para Impermeabilizao;

    NBR 9690 - Mantas de Polmeros para Impermeabilizao (PVC);

    NBR 11706 - Vidro na Construo Civil;

    EB-44 - Aparelhos sanitrios de material cermico;

    EB-368 - Torneiras;

    MB-111 - Aparelhos sanitrios de material cermico;

    NBR-6498 - Bacias sanitrias de material cermico;

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    PB-7 - Lavatrios de material cermico;

    NBR-6500 - Mictrio;

    PB-134 - Torneiras.

    Normas Estrangeiras;

    DIN -106 (Deutsche Institute fr Nrning)

    Cdigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas Federais, Estaduais e Municipais, inclusive normas de concessionrias de servios pblicos;

    Instrues e Resolues dos rgos do Sistema CREA-CONFEA.

    Independente da no informao de outras normas pertinentes a estes servios, estas devero ser seguidas, caso necessrio, de forma a garantir a qualidade final dos servios.

    Cdigos, Normas, Leis, Decretos, Portarias e Regulamentos dos rgos Pblicos e Concessionrios que estejam em vigor e sejam atinentes execuo dos servios.

    Caso a CONTRATADA prefera utilizar normas de uma associao tcnica no includa na lista acima, as mesmas devero ser submetidas apreciao da INFRAERO para aprovao, em lngua portuguesa, devendo estas, serem iguais ou mais exigentes que as indicadas acima.

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    2. CONSIDERAES GERAIS

    Nos preos unitrios finais e globais, devero estar includas todas as despesas diretas e indiretas, tais como: aquisio de materiais, emprego de equipamento, instalao e manuteno de canteiro de obra, encargos sociais, seguros e controles tecnolgicos.

    Durante a execuo dos servios, devero ser tomados cuidados especiais, no sentido de evitar danos a instalaes e facilidades existentes. A CONTRATADA dever apresentar formalmente Fiscalizao/administrao do Aeroporto o planejamento da execuo dos servios. Neste dever constar o dimensionamento das equipes de trabalho, o nmero de frentes de servio, as datas de aquisio e disponibilizao na obra dos insumos, a estratgia que adotar para atacar os servios e demais informaes necessrias.

    Durante a execuo dos servios, alm do preenchimento dirio do livro Dirio de Obras, semanalmente dever elaborar relatrio contendo no mnimo a relao de nomes dos funcionrios que atuaram no perodo e a frequncia destes; a relao de servios iniciados, de servios em andamento com o respectivo percentual em relao ao planejamento e de servios concludos; relao de mquinas, equipamentos e ferramentas; relao de entrada e sada de materiais; condies dos canteiros; acidentes, se ocorrerem; paralisaes dos servios e seus motivos; justificativas para os atrasos; comunicaes Fiscalizao e demais informaes pertinentes.

    Mensalmente, ser elaborado relatrio consolidando as informaes contidas nos relatrios semanais, o qual ser parte integrante da documentao exigida para liberao do pagamento da medio, alm das cpias assinadas pelo responsvel tcnico do livro Dirio de obras.

    Ambos os relatrios citados devero conter registros fotogrficos dos servios executados.

    Qualquer servio constante da planilha de oramento analtico somente poder ser iniciado aps a emisso do formulrio LIBERAO DOS SERVIOS, emitido pela Fiscalizao da INFRAERO, de acordo com o modelo contido no MAGES Manual de Gesto de Engenharia Volume I Empreendimentos, CAPITULO 7 Fiscalizao de Obras, anexo IV, o qual dever ser preenchido em todos os campos e assinado pelo fiscal e responsvel tcnico da CONTRATADA, ficando o original com o primeiro e uma cpia arquivada nas instalaes da administrao do canteiro.

    Em todas as medies dever ser elaborada a memria de clculo, em conjunto com a Fiscalizao, contendo todos os itens medidos, detalhando as quantidades de servios realizados, a qual dever ser anexo integrante do boletim de medio.

    Os relatrios citados e os boletins de medio devero ser apresentados Fiscalizao impressos, em papel A4, com a logomarca da CONTRATADA, devidamente assinados pelo responsvel tcnico e tambm em mdia eletrnica (CD-R ou CD-RW), em Office 2007 ou superior, sendo os documentos de texto com extenso docx e as planilhas xlsx.

    Toda a sinalizao necessria, se houver, deve ser executada por pessoal especializado e com equipamentos mecnico adequados.

    Quando qualquer material, que no esteja obedecendo s exigncias das Especificaes ou projetos, que tenham sido entregue no local da obra ou incorporados aos servios, ou quando qualquerservio for considerado de qualidade inferior, tais materiais e/ou servios devem ser desconsiderados e devem ser removidos, refeitos e tornados satisfatrios.

    A CONTRATADA deve entregar os servios totalmente concludos, com todas as reas ocupadas e anexos livres de sobras ou qualquer outro vestgio remanescente.

    Todas as instalaes provisrias devero ser desmontadas e retiradas do local ao trmino dos servios, quando convier ao CONTRATANTE.

    A CONTRATADA somente iniciar a desmobilizao da obra aps a concluso de todos os servios.

    A CONTRATADA s poder entregar a obra aps o recebimento da FISCALIZAO que constatar a qualidade dos servios prestados. Ser verificado o funcionamento de todas as instalaes

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    e servios constantes do Edital, ficando a cargo da CONTRATANTE a substituio de qualquer item considerado insuficiente ou em desacordo como especificado pela CONTRATADA.

    Todo o entulho e restos de materiais devero ser retirados do local da obra, a expensas da CONTRATADA, devendo a mesma, ao final dos servios, entregar o Dirio de Obra Comisso de Recebimento.

    A CONTRADA se obriga a fornecer um perodo de garantia de eficincia do produto aplicado. Esta garantia no dever ser inferior a 4 (quatro) anos, contados a partir do incio da operao dasinstalaes do prdio, ou seja, entrega definitiva da obra.

    O modelo do boletim de medio ser fornecido pela Fiscalizao.

    3. EQUIVALNCIA OU SIMILARIDADE

    Todos os fabricantes e referncias citados nestas especificaes podero ser substitudos por outros equivalentes tcnicos normatizados, desde que a qualidade do material seja comprovadamente igual ou superior e que a FISCALIZAO autorize tal substituio, conforme Lei 8.666/93.

    4. PARTE A SERVIOS INICIAIS

    4.1. DISPOSIES GERAIS

    Esto agrupados sob este ttulo os servios de mobilizao/desmobilizao, administrao da obra, instalaes provisrias e implantao e operao do canteiro. Os servios contratados sero executados rigorosamente de acordo com as Especificaes Tcnicas e com os documentos nelas referidos, especialmente as Normas Tcnicas vigentes, as especificaes de materiais e equipamentos descritos e os Projetos em anexo;

    As instalaes descritas a seguir devero ser completamente independentes de quaisquer construes existentes no local.

    Todos os materiais, salvo o disposto em contrrio nas Especificaes Tcnicas, sero fornecidos pela empresa responsvel pela execuo das obras, doravante denominada CONTRATADA;

    Toda mo de obra, salvo o disposto em contrrio nas Especificaes Tcnicas, ser fornecida pela CONTRATADA;

    Sero impugnados pela FISCALIZAO da INFRAERO, doravante denominada FISCALIZAO, todos os trabalhos que no satisfaam s condies contratuais;

    Ficar a CONTRATADA obrigada a demolir e a refazer os trabalhos impugnados logo aps o recebimento da Ordem de Servio correspondente, ficando por sua conta exclusiva as despesasdecorrentes dessas providncias.

    4.2. MOBILIZAO E DESMOBILIZAO

    A mobilizao abrange dentre outros, sem a isso se limitar, os seguintes servios:

    4.2.1. Mobilizao de mo de obra, mquinas e equipamentos

    Mobilizao de mo de obra, mquinas e equipamentos para a preparao da instalao e execuo dos primeiros servios, compreendendo os custos de transporte da mo de obra indireta necessria preparao da instalao do Canteiro de Obras e dos equipamentos necessrios execuo dos primeiros servios, conforme previsto no inciso XIII do Art. 40 da lei 8.666/93.

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    Compreende este servio o transporte, carga e descarga de materiais para a montagem do canteiro de obra, montagem de equipamentos fixos de obra, transporte, hospedagem, alimentao e despesas diversas do pessoal prprio ou contratado para a preparao da infraestrutura operacional da obra, bem como aluguel horrio de equipamentos especiais para carga e descarga de materiais.

    Mobilizao de mo de obra: recrutamento e habilitao do empregado no local das obras.

    Toda mquina ou equipamento a ser empregado na obra dever estar em perfeito estado de funcionamento e ser previamente aprovado pela Fiscalizao. O Executante dever dispor, na obra, de todo equipamento necessrio execuo dos servios previstos.

    A CONTRATADA dever apresentar um relatrio mensal sobre a obra, em quatro vias, dentro dos moldes orientados pela Fiscalizao, bem como fornecer todo material de escritrio solicitado, incluindo calculadora cientfica, material de desenho, papel e tinta para impressora.

    No preo unitrio devero estar includos os veculos utilizados para o transporte dos materiais do canteiro, equipamentos e maquinrios, ou seja, todos os custos diretos e indiretos referentes completa execuo dos servios de mobilizao e desmobilizao. Dever ser cotado preo global para a mobilizao e desmobilizao. No caso do pagamento dever ser considerada a quantidade realizada no perodo da medio.

    Mobilizao de mquinas e equipamentos: transporte de veculos e equipamentos, ferramentas e montagem de equipamentos.

    Mobilizao de mo de obra: recrutamento, transporte (areo ou terrestre), seleo de pessoal, qualificado ou no, e habilitao do empregado no local das obras.

    Critrio de medio:

    Este servio ser medido em unidade, conforme descrito no cronograma fsico financeiro. Os servios devero ser pagos pelos preos unitrios contratuais, em conformidade com a medio.

    4.2.2. Desmobilizao de mo de obra, Mquinas e equipamentos

    A desmobilizao abrange dentre outros, sem a isso se limitar, os seguintes servios:

    Desmobilizao de mquinas e equipamentos: transporte de veculos e equipamentos, ferramentas e montagem de equipamentos.

    Desmobilizao de mo de obra: transporte (areo ou terrestre), do empregado no local das obras.

    Compreende este servio o transporte, carga e descarga de materiais para a desmontagem do canteiro de obra, desmontagem de equipamentos fixos de obra, transporte, hospedagem, alimentao e despesas diversas do pessoal prprio ou contratado para a preparao da infra-estrutura operacional da obra, bem como aluguel horrio de equipamentos especiais para carga e descarga de materiais.

    A CONTRATADA dever apresentar um relatrio mensal sobre a obra, em quatro vias, dentro dos moldes orientados pela Fiscalizao, bem como fornecer todo material de escritrio solicitado, incluindo calculadora cientfica, material de desenho, papel e tinta para impressora.

    No preo unitrio devero estar includos os veculos utilizados para o transporte dos materiais do canteiro, equipamentos e maquinrios, ou seja, todos os custos diretos e indiretos referentes completa execuo dos servios de mobilizao e desmobilizao. Dever ser cotado preo global para a mobilizao e desmobilizao. No caso do pagamento dever ser considerada a quantidade realizada no perodo da medio.

    Desmobilizao de mquinas e equipamentos: transporte de veculos e equipamentos, ferramentas e montagem de equipamentos.

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    Critrio de medio:

    Este servio ser medido em unidade (un), conforme descrito no cronograma fsico financeiro.Os servios devero ser pagos pelos preos unitrios contratuais, em conformidade com a medio.

    4.3. ADMINISTRAO DA OBRA

    A administrao da obra abrange dentre outros servios o seguinte:

    4.3.1. Administrao local

    Neste item devero ser includas despesas referentes Anotao de Responsabilidade Tcnica (ART).

    Sob esta denominao abrigam-se os responsveis tcnicos pela conduo dos servios com cargas horrias dirias de duas a oito horas conforme abaixo:

    Engenheiro Civil

    O servio contratado ser dirigido por engenheiro civil residente, devidamente inscrito no seu respectivo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia - CREA.

    Ser devidamente comprovada pela CONTRATADA a experincia profissional do seu engenheiro ou arquiteto, adquirida na superviso de obras de caractersticas semelhantes contratada. Dever ser o mesmo profissional apresentado na habilitao do processo licitatrio ou outro com experincia equivalente ou superior, desde que aprovado pela FISCALIZAO.

    A INFRAERO entende como engenheiro-residente o profissional que esteja presente na obra enquanto qualquer servio contratual estiver sendo desenvolvido. Sua falta implicar na paralisao dos servios.

    A INFRAERO poder exigir da CONTRATADA a substituio do engenheiro residente, desde que verifique falhas que comprometam a estabilidade e a qualidade do empreendimento, inobservncia dos respectivos projetos e das especificaes constantes do Caderno de Encargos, bem como atrasos parciais do cronograma fsico que impliquem prorrogao do prazo final da obra.

    Todo o contato entre a FISCALIZAO e a CONTRATADA ser procedido atravs do engenheiro residente. Eventualmente, o contato poder ser realizado por outro profissional do quadro da CONTRATADA, desde que o mesmo possua autonomia para decises tcnico-administrativas rotineiras.

    Encarregado

    O encarregado auxiliar e comandar os servios contratados, tendo por este motivo, a permanncia obrigatria do profissional na frente do servio na conduo do trabalho da implantao do prdio administrativo provisrio do Aeroporto de Santarm.

    O elemento para ocupar o cargo dever possuir experincia adquirida no exerccio de funo idntica, em obras de caractersticas semelhantes contratada. Esta experincia ser devidamente comprovada pela CONTRATADA, a qual deve ter sido adquirida na superviso de obras de caractersticas semelhantes contratada.

    Dever possuir, no mnimo, grau de escolaridade mdia. Hbitos sadios de conduta sero exigidos ao encarregado.

    A CONTRATANTE poder exigir da CONTRATADA a substituio do encarregado se o profissional possuir vcio de alcoolismo ou demonstrar incompetncia para o cargo.

    Ser devidamente comprovada pela CONTRATADA a experincia profissional do encarregado, adquirida na superviso de obras de caractersticas semelhantes contratada. Dever ser o mesmo profissional apresentado na habilitao do processo licitatrio.

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    A INFRAERO poder exigir da CONTRATADA a substituio do encarregado, desde que verifique falhas que comprometam a estabilidade e a qualidade do objeto contratado, inobservncia dos respectivos projetos e das especificaes constantes do Caderno de Especificaes, bem como atrasos parciais do cronograma fsico que impliquem prorrogao do prazo final da obra. Todavia, a substituio se dar por profissional com qualificao igual ou superior daquele apresentado na fase de licitao.

    Todo o contato entre a FISCALIZAO e a CONTRATADA ser realizado atravs do representante da CONTRATADA. Eventualmente, o contato poder ser realizado por outro funcionrio do quadro da CONTRATADA, desde que o mesmo possua autonomia para decises tcnicas -administrativas rotineiras.

    A INFRAERO exigir a plena ordem do canteiro, no que tange a limpeza e organizao documental, podendo a CONTRATADA ser penalizada, nos termos do instrumento contratual, pelo descumprimento deste.

    Tal funcionrio necessariamente dever compor a folha de pagamento da obra.

    Critrio de medio:

    Este servio dever ser medido e remunerado mensalmente com valor proporcional ao percentual de execuo financeira, previsto no cronograma fsico-financeiro da Infraero ou efetivamente realizado pela Contratada nos limites da programao de desembolso, em atendimento s recomendaes do Tribunal de Contas da Unio (ref.: Acrdo n 3103/2010 - TCU Plenrio).

    Os valores referentes Administrao Local, previstos e no realizados, em decorrncia de no cumprimento do cronograma fsico, tero seus saldos realocados para os meses subsequentes e sempre acompanharo o percentual de realizao financeira do perodo, no isentando a Contratada das cominaes legais previstas em contrato, caso tenha dado causa ao atraso.

    Nos casos de prorrogao ou acrscimo nos prazos de execuo, por atraso ou incluso de novos servios, devidamente instrudo e formalizado em termo de aditivo contratual, a Contratada no ter direito a remunerao do item Administrao Local se for considerada causadora do atraso ou incluso de novos servios.

    Unidade de medida: conjunto (CJ)

    Obs. A CONTRATADA ter que comprovar que o engenheiro e o encarregado cumpriram as horas determinadas para o ms da medio, atravs de folha de ponto.

    4.4. INSTALAES PROVISRIAS

    As instalaes provisrias abrangem dentre outros servios o seguinte:

    4.4.1. Canteiro de obras

    Barraco

    a etapa prioritria, precedendo todas as demais. Corresponde s atividades necessrias ao perfeito desempenho das atividades da contratada, que dever estar adequadamente apta, dispor de todos os equipamentos indispensveis perfeita execuo dos servios contratados, atendendo s recomendaes quanto aos aspectos tcnicos e ao cronograma previsto.

    Nessa etapa, esto includas despesas relativas mobilizao de pessoal, transporte de equipamentos, viaturas, ferramentas e mobilirio, entre outros, de propriedade da contratada e necessrias execuo de todos os servios contratados.

    Ser disponibilizada a empresa contratada as instalaes do barraco da obra com instalaes eltricas e hidrossanitrias, as quais dever ser mantidas em bom estado de conservaes e efetuadaspequenas manutenes quando necessrias.

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    Caber contratada a responsabilidade de operao e manuteno do canteiro de obras, onde devero ser assinalados os locais previstos, depsitos, maquinrios, circulao de pedestre e viaturas, entre outras.

    No caso de no haver infra-estrutura nas proximidades da obra, caber contratada o transporte e instalao dos equipamentos e materiais que garantam a exeqibilidade dos servios contratados. A FISCALIZAO dever aprovar previamente os sistemas a serem adotados, que podero utilizar tambores de gua, geradores de energia, geradores a diesel, etc.

    As instalaes do canteiro devero obedecer s normas de segurana e higiene do trabalho (NR18) e devem estar de acordo com as exigncias mnimas da sade pblica.

    Os prdios ocupados pela FISCALIZAO devero ser considerados como instalao do canteiro de obras, estando sujeitos ao mesmo tratamento estabelecido nos subitens precedentes.

    O armazenamento dos materiais adquiridos pela contratada assim como seu controle e guarda devero ser de sua responsabilidade exclusiva. Todos os equipamentos a serem instalados, assim como os materiais fornecidos pela contratante, devero ser armazenados pela contratada em seu almoxarifado geral, cabendo mesma prestar os seguintes servios: descarga, recebimento, vistoria, registro, armazenamento, transporte horizontal e vertical at o local de montagem.

    A contratada estar obrigada plena e incondicional observncia de todas as normas legais vigentes, assim como s normas de segurana do Ministrio do Trabalho e da contratante.

    O item se refere construo de um barraco de madeira com cobertura com telha de fibrocimento, com rea de aproximadamente 61,70m, para depsito de material e ferramentas, em local definido pela fiscalizao. Quando necessrio, todo o fechamento da rea do barraco dever ser feito em painis modulares nas dimenses de 220 cm x 220 cm, estruturado em caibro de madeira de 5cm x 5cm e fechado em compensado laminado (110cm x 220cm) com espessura 12mm.

    Dever seguir disposio, leiaute e especificaes conforme desenho a ser disponibilizado pela FISCALIZAO.

    A CONTRATADA dever apresentar croquis, com a indicao dos locais de instalao do tapume para aprovao da FISCALIZAO.

    Ligaes provisrias

    A ligao de gua necessria aos servios da Empresa contratada dever ser providenciada pela mesma a partir do ponto de gua fornecido pela INFRAERO. A drenagem da rea do canteiro dever ter interligao com a rede do aeroporto.

    A contratada dever prover-se de luz e fora, indispensveis execuo da obra, solicitando a ligao rede pblica ou interligando sua rede a pontos de fora fornecidos pela INFRAERO. Nesse caso, a contratada dever pagar pelo consumo de energia.

    A contratada ser responsvel pelo perfeito funcionamento do canteiro, incluindo a ordem, segurana, limpeza e manuteno, bem como instalao e ligaes provisrias de gua, energia eltrica, telefone e esgoto.

    Critrio de medio:

    Este servio dever ser medido em metro quadrado (m) de barraco em conformidade com o descrito na planilha de servios e quantidades.

    4.4.2. Tapume da Obra em compensado

    Toda a rea dever ser cercada por tapume de chapa de compensado, largura de 1,10m e espessura de 12 mm. Os tapumes tero altura de 2,20m e devero ser pintados com cal e logomarca da INFRAERO nos locais a serem definidos pela FISCALIZAO.

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    A estrutura ser em caibros de madeira, no permetro definido pela CONTRATADA e aprovado pela fiscalizao. Os montantes e travessas para estruturao dos tapumes sero constitudos por peas de madeira com seo de 6x6cm. Os montantes sero espaados entre si 1,10m, de eixo a eixo.

    Os tapumes levaro rodaps e chapins de tbuas.

    Todo tapume, inclusive os rodaps e chapins, recebero pintura protetora nas cores convencionais da INFRAERO, inclusive logomarca de acordo com a NI 21.02/E CSO.

    Critrio de medio:

    Este servio dever ser medido em metro quadrado (m) de tapume em conformidade com o descrito na planilha de servios e quantidades.

    4.4.3. Placa de Obra

    Deve ser posicionada em local definido pela fiscalizao e estar de acordo com o modelo a seguir, o qual sugere suas dimenses e propores:

    Para aplicao da marca INFRAERO, dever ser observada a norma NI-21.02/C(CSO).

    Para aplicao da marca do Governo Federal, dever ser observado o contido no Manual de Identidade Visual fornecido pela SECOM/PR Novembro de 2011.

    Na confeco da placa, dever ser mantida a proporo do desenho acima.

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    Sugesto para dimensionamento da placa, com x= 55 cm.

    Durante o perodo eleitoral dever ser suprimida a expresso BRASIL PAS RICO PAS SEM POBREZA.

    Critrio de medio:

    Este servio ser medido em metro quadrado (m), e em conformidade com o descrito na planilha de servios e discriminao na planilha de composio de custo unitrio.

    4.5. LOCAO DE ANDAIME

    Este servio compreende a utilizao de andaimes metlicos tubulares para auxlio execuo dos demais servios.

    Sua montagem dever obedecer norma NR-18 que trata de segurana em obras. O piso dever ser protegido contra danos causados pela movimentao dos andaimes.

    A estrutura deve ser convenientemente contraventada e ancorada ou estaiada, obtendo-se ausncia total de oscilaes. A frequncia dessas amarraes para os andaimes de fachada deve ser deno mnimo uma para cada 36,00 m, distando entre si no mximo 6,00 m em ambas as direes. Os montantes devem estar perfeitamente aprumados. Devero obedecer rigorosamente NBR-6494.

    Os profissionais devero usar cinto paraquedista em trabalhos em altura superior a 2,00m alm dos demais EPIs necessrios. A rea onde ser executado o servio dever ser isolada e sinalizada para evitar possveis acidentes.

    Critrio de medio:

    Este servio ser medido em metro quadrado (m), e em conformidade com o descrito na planilha de servios.

    4.6. MANUTENO E OPERAO DO CANTEIRO

    A manuteno do canteiro abrange dentre outros servios o seguinte:

    Alimentao (almoo e caf da manh), vale-transporte, EPIs, para a equipe de profissionais que ir trabalhar no decorrer da obra.

    Antes do incio dos servios a CONTRATADA dever providenciar o credenciamento de todo o pessoal, mquinas e veculos na Gerncia de Segurana do Aeroporto e a realizao dos cursos de AVSEC e SGSO. Os operadores de equipamentos e motoristas devero possuir o Curso de Direo Defensiva aceito pela INFRAERO. Os custos de realizao destes cursos correro por conta da CONTRATADA.

    Neste item, a CONTRATADA deve compor os custos tanto com a manuteno e operao das instalaes provisrias construdas, como tambm com a locao e/ou aquisio de equipamentos, necessrios para a execuo da obra. Nesta composio devem ser includos o fornecimento mensal 01 (um) uniforme e um conjunto de Equipamentos de Proteo Individual (EPIs) para cada operrio, de acordo com o Art. 166 da CLT, NR-6 e NR- 18 da Lei n 6.514/77 quais sejam:

    Equipamentos de proteo individual

    Sero obrigatrios os seguintes equipamentos, obedecido ao disposto na Norma Regulamentadora NR-18:

    Equipamentos para proteo da cabea

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    Capacetes de segurana: para trabalhos em que haja o risco de leses decorrentes de queda ou projeo de objetos, impactos contra estruturas de outros acidentes que ponham em risco a cabea do trabalhador. Nos casos de trabalhos realizados junto a equipamentos ou circuitos eltricos ser exigido o uso de capacete especial.

    Protetores faciais: para trabalhos que ofeream perigo de leso por projeo de fragmentos e respingos de lquidos, bem como por radiaes nocivas.

    culos de segurana contra impactos: para trabalhos que possam causar ferimentos nos olhos.

    culos de segurana contra radiaes: para trabalhos que possam causar irritao nos olhos e outras leses decorrentes da ao de radiaes.

    Equipamentos para proteo auditiva

    Protetores auriculares: para trabalhos, realizados em locais em que o nvel de rudo for superior ao estabelecido na NR-15.

    Equipamentos para proteo das mos e braos

    Luvas e mangas de proteo: para trabalhos em que haja possibilidade do contato com substncias corrosivas ou txicas, materiais abrasivos ou cortantes, equipamentos energizados, materiais aquecidos ou quaisquer radiaes perigosas. Conforme o caso, as luvas sero de couro, de lona plastificada, de borracha, ou de neoprene.

    Equipamentos para proteo dos ps e pernas

    Botas de borracha ou de PVC: para trabalhos executados em locais molhados ou lamacentos, especialmente quando na presena de substncias txicas.

    Botinas de couro: para trabalhos em locais que apresentem riscos de leso do p.

    Equipamentos para proteo contra quedas com diferena de nvel

    Cintos de Segurana: para trabalhos em que haja risco de queda.

    Equipamentos para proteo respiratria

    Respiradores contra poeira: para trabalhos que impliquem produo de poeira.

    Mscara e avental para trabalhos com solda.

    Dever ser includo nesse item o deslocamento (transporte coletivo) dos colaboradores, de sua residncia ao trabalho e vice-versa, bem como duas refeies dirias (caf da manh e almoo), assim como plano de sade individual para cada colaborador e credenciamento com crach conforme norma interna da CONTRATADA.

    A empresa obriga-se a fornecer todas as ferramentas manuais necessrias a boa execuo dos servios, bem como a manuteno dos equipamentos, despesas administrativas (material de escritrio, medicamentos, licenas de funcionamento, etc.).

    Critrio de medio:

    Este servio ser medido por ms e em conformidade com o descrito na planilha de servios e discriminao na planilha de composio de custo unitrio.

    Os servios devero ser pagos pelos preos unitrios contratuais, em conformidade com medio, com comprovao do consumo atravs de NF da concessionria ou similar.

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    5. PARTE B

    5.1. ESTUDOS E PROJETOS

    5.1.1. Projeto Executivo de Fundaes e Estruturas de concreto

    Elaborao de projeto executivo de Fundaes e Estruturas em concreto armado para a rea indicada em projeto. O projeto dever ser elaborado com base nos ensaios de sondagem, no Projeto Bsico de Estruturas e no Projeto Arquitetnico, seguindo estritamente suas dimenses, nveis, cotas e demais solues apontadas.

    Todos os levantamentos necessrios elaborao do referido projeto ficaro a cargo da Contratada.

    Para elaborao do projeto de fundaes e estruturas em concreto armado, devero ser seguidas todas as normas aplicveis da ABNT que se encontram em vigor, destacando-se a NBR 6118:2003, Projeto de estruturas de concreto Procedimento, a NBR 6120, Cargas para o clculo de estruturas de edificaes e a NBR 6122:1996, Projeto e Execuo de Fundaes.

    O concreto a ser considerado no dimensionamento da estrutura (fck = 25MPa). O projeto dever ser elaborado por profissional habilitado, registrado no sistema CREA CONFEA, conter todo detalhamento necessrio execuo da obra, de acordo com as caractersticas indicadas neste documento e as normas da ABNT em vigor, para aprovao pela Contratante.

    A execuo da estrutura s poder ser iniciada aps o Projeto Executivo ter sido analisado e aprovado pela Contratante, por meio da Fiscalizao. Para tanto, a Contratada dever apresentar, em tempo hbil, em arquivo eletrnico e cpia impressa assinada, os seguintes documentos:

    - relatrio da sondagem realizada no terreno (formato PDF);

    - projetos executivos de fundaes e estruturas (formato DWG ou DXF), incluindo desenhos de locao, formas, armaes e todo detalhamento necessrio correta execuo do mesmo, acompanhado da respectiva Anotao de Responsabilidade Tcnica do CREA; devero estar graficamente representados, em nmero mnimo de 3 (trs) pranchas em formato A0.

    - especificaes complementares de materiais e servios (formato DOC), nos padres estabelecidos INFRAERO, sendo estas toda e qualquer especificao no mencionada neste documento que, a critrio do responsvel pelo projeto, deva ser estabelecida;

    - quantitativos de materiais e servios (formato XLS);

    - memria de clculo, em conformidade com as normas da ABNT (formato DOC), contendo indicao clara do modelo estrutural adotado, dados dos materiais considerados, condies de apoio ehipteses de clculo. Os clculos devero ser apresentados numa lgica, de modo que as solicitaes edimensionamento sejam facilmente entendidos, interpretados e verificados. As frmulas aplicadas devem figurar antes da introduo dos valores numricos, bem como os smbolos no usuais devem ser bem definidos. Dever ser indicada, ainda, a referncia bibliogrfica consultada. Caso os clculos sejam realizados com auxlio de computadores e o programa utilizado seja de uso corrente no meio tcnico, o mesmo dever ser identificado; caso o programa utilizado seja particular ou pouco conhecido, deveroestar explcitas no memorial de clculo as bases tericas empregadas, hipteses e idealizaes feitas, procedimentos matemticos usados nos clculos, com indicao clara dos dados de entrada e relao dos resultados fornecidos pelo programa.

    A anlise e aprovao, pela Contratante, dos projetos apresentados pela Contratada, no exime esta das responsabilidades decorrentes do exerccio das atividades de Engenharia e Arquitetura, reguladas pela lei n 5.194, de 24/12/1966 e pelas resolues do CONFEA.

    As quantidades dos itens referentes a fundaes e estruturas de concreto armado, descritas na planilha contratual, foram estimadas para efeito de referncia, considerando a soluo de fundao em sapatas isoladas. Aps a apresentao dos reais quantitativos da obra, pela Contratada, e a aprovao dos mesmos pela Fiscalizao e pela Contratante, devero ser procedidos os devidos ajustes conforme o art. 65 da Lei 8.666/93. Devero ser observados os critrios estabelecidos no art. 12 da referida lei.

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    Critrio de medio:

    Este servio ser medido por preo de unidade (un), em conformidade com o descrito na planilha de servios.

    5.1.2. Projeto Executivo de Estrutura Metlica

    Elaborao de projeto executivo, em estrutura metlica, para todas as reas indicadas no projeto arquitetnico. O projeto dever ser elaborado com base no Projeto Bsico de Arquitetura, seguindo estritamente suas dimenses, nveis, cotas e demais solues apontadas, respeitando suas limitaes,principalmente com relao geometria.

    Para elaborao do projeto em ao devero ser seguidas todas as normas aplicveis da ABNT que se encontram em vigor, destacando-se a NBR 6123:1988, Foras devidas ao vento em edificaes, a NBR 8681:2003, Aes e segurana nas estruturas - Procedimento, a NBR 8800:1986, Projeto e execuo de estruturas de ao de edifcios (mtodo dos estados limites) e a NBR 14762:2001, Dimensionamento de estruturas de ao constitudas por perfis formados a frio -Procedimento.

    O projeto dever ser elaborado por profissional habilitado, registrado no sistema CREA CONFEA, conter todo detalhamento necessrio execuo da estrutura, de acordo com as caractersticas indicadas neste documento e as normas da ABNT em vigor, para aprovao pela Contratante. Para o projeto executivo devem ser considerados todos os perfis metlicos das obras, incluindo os perfis para a fixao das divisrias externas e internas.

    A execuo da obra s poder ser iniciada aps o projeto ter sido analisado e aprovado pela Contratante, atravs da Fiscalizao. Para tanto, a Contratada dever apresentar, em tempo hbil, em arquivo eletrnico e cpia impressa assinada, os seguintes documentos:

    - Desenhos em planta, vista e cortes (formato DWG ou DXF) que identifiquem claramente a estrutura a ser executada, contendo o detalhamento dos perfis utilizados e de todas as ligaes metlicas e ligaes com a estrutura de concreto, quadros resumo de materiais, com indicao dos pesos unitrios e totais dos perfis, bem como todos os demais detalhes necessrios correta compreenso e execuo da estrutura, acompanhados da respectiva Anotao de Responsabilidade Tcnica junto ao CREA; devero estar graficamente representados, em nmero mnimo de 15 (quinze) pranchas em formato A0.

    - Especificaes complementares de materiais e servios (formato DOC ou PDF), nos padres estabelecidos pela INFRAERO;

    - Quantitativos de materiais e servios (formato XLS), nos padres estabelecidos pela INFRAERO;

    - Memrias de clculo, em conformidade com as normas da ABNT (formato DOC ou PDF).

    As quantidades dos itens referentes ao projeto executivo de estruturas metlicas, descritas na planilha contratual, foram estimadas para efeito de referncia. Aps a apresentao dos reais quantitativos da obra, pela Contratada, e a aprovao dos mesmos pela Fiscalizao e pela Contratante, devero ser procedidos os devidos ajustes conforme o art. 65 da Lei 8.666/93. Devero ser observadosos critrios estabelecidos no art. 12 da referida lei.

    Critrio de medio:

    Este servio ser medido por preo de unidade (un), em conformidade com o descrito na planilha de servios

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    5.1.3. Projeto as built

    O Projeto Como Construdo o conjunto de informaes elaboradas na fase de superviso e fiscalizao das obras com o objetivo de registrar as condies fsicas e econmicas da execuo da obra, fornecendo elementos considerados relevantes para subsidiarem futuras intervenes na obra, como: reformas, ampliao e/ou restaurao.

    Ao trmino da produo e aps a entrega da obra, o Projeto Como Construdo deve representar fielmente o objeto construdo, com registros das alteraes verificadas durante a execuo.

    As alteraes dos projetos que implicam em novos dimensionamentos sero tratadas, exclusivamente, pelos respectivos projetistas, devendo o Projeto de Como Construdo ser elaborado a partir destes projetos alterados. O custo dessas alteraes no incide sobre o Projeto Como Construdo, devendo integrar o custo do projeto executivo.

    O projeto Como Construdo deve ser constitudo de todos os elementos grficos constantes do Projeto Bsico ou Executivo. Quando ocorrerem as alteraes, as mesmas integraro o Projeto Como Construdo.

    A apresentao grfica do Projeto Como Construdo deve compreender os seguintes volumes:

    a) Relatrio descritivo texto informativo, constando as alteraes processadas durante a obra formato A4;

    c) Projeto as built representao grfica, constando todas as alteraes processadas durante a obra nos projetos de arquitetura e engenharia, no formato A0 ou formato mais adequado;

    Devero estar graficamente representados, em nmero mnimo de 25 pranchas em formato A0

    Dever, tambm, ser entregue o Projeto Como Construdo, atravs de tecnologia digital.

    Critrio de medio:

    Este servio ser medido por unidade (und) conformidade com o descrito na planilha de servios e discriminao na planilha de composio de custo unitrio.

    5.2. SERVIOS PRELIMINARES

    5.2.1. Locao da obra

    A locao da obra no terreno ser realizada a partir das referncias de nvel e dos vrtices de coordenadas implantados ou utilizados para a execuo do levantamento topogrfico.

    A locao da obra ser feita com equipamentos compatveis com os utilizados para o levantamento topogrfico. Cumprir ao Contratante o fornecimento de cotas, coordenadas e outros dados para a locao da obra.

    Os eixos de referncia e as referncias de nvel sero materializados atravs de estacas de madeira cravadas na posio vertical ou marcos topogrficos previamente implantados em placasmetlicas fixadas em concreto. A locao dever ser global, sobre quadros de madeira que envolvamtodo o permetro da obra . Os quadros, em tbuas ou sarrafos, sero perfeitamente nivelados e fixados de modo a resistirem aos esforos dos fios de marcao, sem oscilao e possibilidades de fuga da posio correta.

    A locao ser feita sempre pelos eixos dos elementos construtivos, com marcao nas tbuas ou sarrafos dos quadros, por meio de cortes na madeira e pregos. A locao de sistemas virios internos e de trechos de vias de acesso ser realizada pelos processos convencionais utilizados em estradas e vias urbanas, com base nos pontos de coordenadas definidos no levantamento topogrfico.

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    Critrio de medio:

    Esse item dever ser medido em metro quadrado (m), conforme indicado na planilha de preo, O desembolso dever ser feito de acordo com o cronograma fsico-financeiro, mediante a comprovao por parte da contratada, junto fiscalizao, de cada item componente da composio de custos unitrios.

    5.2.2. Regularizao do terreno com aterro compactado

    A regularizao do terreno com aterro compactado obedecer aos elementos tcnicos fornecidos no projeto, sendo precedidos pela execuo dos servios de limpeza e obras necessrias drenagem do local, incluindo bueiros e poos de drenagem.

    O lanamento do material para a construo dos aterros dever ser feito em camadas sucessivas, no superiores a 20 cm, tais que permitam seu umedecimento e compactao mecanizada, de acordo com as caractersticas especificadas. Recomenda-se que a primeira camada de aterro seja constituda por material granular permevel, que atuar como dreno para as guas de infiltrao no aterro.

    Os trechos que no atingirem as condies mnimas de compactao devem ser escarificados, homogeneizados, levados umidade adequada e novamente compactados, de acordo com ascaractersticas especificadas.

    A construo dos aterros dever preceder das estruturas prximas a estes; em caso contrrio, devero ser tomadas medidas de precauo, a fim de evitar o aparecimento de movimentos ou tenses indevidas em qualquer parte da estrutura.

    Durante a construo, os servios j executados devero ser mantidos com boa conformao e permanente drenagem superficial.

    Nos locais de difcil acesso aos equipamentos usuais de compactao os aterros devero ser compactados com o emprego de equipamento adequado como soquetes manuais e sapos mecnicos. A execuo ser em camadas, obedecendo s caractersticas especificadas no projeto de terraplenagem. O acabamento da superfcie dos aterros ser executado mecanicamente, de forma a alcanar a conformao prevista no projeto de terraplenagem.

    Os taludes de aterro sero revestidos e protegidos contra a eroso, de conformidade com as especificaes de projeto.

    Critrio de medio:

    Esse item dever ser medido em metro cbico (m), conforme indicado na planilha de preo, O desembolso dever ser feito de acordo com o cronograma fsico-financeiro, mediante a comprovao por parte da contratada, junto fiscalizao, de cada item componente da composio de custos unitrios.

    5.3. FUNDAO

    Em todos os servios, devero ser observadas rigorosamente as recomendaes dos fabricantes dos materiais utilizados, quanto ao mtodo executivo e s ferramentas apropriadas a empregar.

    adotada neste documento a numerao prevista nas Prticas SEDAP, conforme o DecretoFederal n 92.100, de 10 Dezembro 85, Portaria n 2.296, de 23 de Julho de 1997, da Presidncia da Repblica, considerando os itens pertinentes ao presente projeto.

    Em caso de divergncia entre esta especificao e os desenhos, prevalece o indicado nestedocumento e nas Prticas supra mencionadas.

    Integram este projeto os: desenhos e documentos de Estrutura de Concreto:

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    5.3.1. Escavao manual de valas/cavas

    Execuo de escavao manual, at o nvel de assentamento dos elementos de fundao como indicado no projeto. O tempo decorrido desde a escavao das referidas cavas at a execuo das cintas no dever prolongar-se por perodo que exponha o fundo da cava variao relevante da umidade do solo (intempries) sob pena da necessidade de aprofundamento da respectiva cava.

    Durante a execuo devero ser tomados os cuidados necessrios manuteno da integridade das estruturas anexas.

    Critrio de medio:

    A medio ser efetuada metro cbico m, de vala escavada em conformidade com o descrito na planilha de servios.

    5.3.2. Reaterro compactado

    Execuo de reaterro compactado das valas das fundaes. O material a ser utilizado no aterro dever estar totalmente isento de matria orgnica, entulhos, lixo ou qualquer outro material que no a prpria terra. A compactao do terreno dar-se- em camadas que no excedero 20 cm de espessura. Devero ser observados os valores do ndice de compactao do solo e da umidade tima de compactao.

    Critrio de medio:

    A medio ser efetuada metro cbico (m), de reaterro compactado em conformidade com o descrito na planilha de servios.

    5.3.3. Sapatas e vigas baldrames

    Os servios em concreto armado sero executados em estrita observncia s disposies do projeto estrutural. Para cada caso, devero ser seguidas as Normas Brasileiras especficas, em sua edio mais recente.

    Nenhum conjunto de elementos estruturais poder ser concretado sem a prvia e minuciosa verificao, por parte da Contratada e da Fiscalizao, das frmas e armaduras, bem como do exame dacorreta colocao de tubulaes eltricas, hidrulicas e outras que, eventualmente, sejam embutidas na massa de concreto. As passagens das tubulaes atravs de vigas e outros elementos estruturais devero obedecer ao projeto, no sendo permitidas mudanas em suas posies, a no ser com autorizao do autor do projeto. Dever ser verificada a calafetao nas juntas dos elementos embutidos.

    Sempre que a Fiscalizao tiver dvida a respeito da estabilidade dos elementos da estrutura, poder solicitar provas de carga para avaliar a qualidade da resistncia das peas. Para todo concreto a ser utilizado nas peas estruturais, dever ser fornecido o laudo de rompimento do corpo de prova destes, para se confirmar a resistncia (fck) indicada no projeto.

    Armaduras e Acessrios

    As barras de ao utilizadas para as armaduras das peas de concreto armado, bem como sua montagem, devero atender s prescries das Normas Brasileiras que regem a matria, a saber: NBR 6118/2003, NBR 7187 e NBR 7480.

    De um modo geral, as barras de ao devero apresentar suficiente homogeneidade quanto s suas caractersticas geomtricas e no apresentar defeitos tais como bolhas, fissuras, esfoliaes ecorroso. Para efeito de aceitao de cada lote de ao a Contratada providenciar a realizao dos correspondentes ensaios de dobramento e alm destas especificaes, os materiais devero atender s caractersticas tcnicas e de utilizao preconizadas pelos fabricantes e processos patenteados de protenso a ser empregados. O ao para protenso dever ser ensaiado em laboratrio idneo e aceito

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    pela Fiscalizao, segundo as Normas NBR 6349 e NBR 7483, no que se referem aos limites mnimos de carga de ruptura e carga a 1% de alongamento.

    Processo Executivo

    A Contratada dever fornecer, cortar, dobrar e posicionar todas as armaduras de ao, incluindo estribos, fixadores, arames, amarraes e barras de ancoragem, travas, emendas por superposio ou solda, e tudo o mais que for necessrio execuo desses servios, de acordo com as indicaes do projeto e orientao da Fiscalizao.

    Cobrimento

    Qualquer armadura ter cobrimento de concreto nunca menor que as espessuras prescritas na Norma NBR 6118/2003. Para garantia do cobrimento mnimo preconizado em projeto, sero utilizados distanciadores de plstico.

    Limpeza

    As barras de ao devero ser convenientemente limpas de qualquer substncia prejudicial aderncia, retirando as camadas eventualmente agredidas por oxidao. A limpeza da armao dever ser feita fora das respectivas frmas.

    Quando realizada em armaduras j montadas em frmas, ser executada de modo a garantir que os materiais provenientes da limpeza no permaneam retidos nas frmas.

    Corte

    O corte das barras ser realizado sempre a frio, vedado utilizao de maarico.

    Dobramento

    O dobramento das barras, inclusive para ganchos, dever ser realizado com os raios de curvatura prevista no projeto, respeitados os mnimos estabelecidos na Norma NBR 6118/2003. As barras de ao sero sempre dobradas a frio. As barras no podero ser dobradas junto s emendas comsolda.

    Emendas

    As emendas por traspasse devero ser executadas de conformidade com o projeto executivo. As emendas por solda, ou outro tipo, devero ser executadas de conformidade com as recomendaes da Norma NBR 6118/2003. Em qualquer caso, o processo dever ser tambm aprovado atravs de ensaios executivos de acordo com a Norma NBR 6152.

    Fixadores e Espaadores

    Para manter o posicionamento da armadura durante as operaes de montagem, lanamento e adensamento do concreto, devero ser utilizados fixadores e espaadores, a fim de garantir o cobrimento mnimo preconizado no projeto.

    Estes dispositivos sero totalmente envolvidos pelo concreto, de modo a no provocarem manchas ou deteriorao nas superfcies externas.

    Montagem

    Para a montagem das armaduras devero ser obedecidas as prescries da Norma NBR 6118/2003.

    Proteo

    Antes e durante o lanamento do concreto, as plataformas de servio devero estar dispostas de modo a no acarretar deslocamento das armaduras. As barras de espera devero ser protegidas contra a oxidao, atravs de pintura com nata de cimento e ao ser retomada a concretagem, sero limpas de modo a permitir uma boa aderncia.

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    Recebimento

    Para o recebimento dos servios sero verificadas todas as etapas do processo executivo, conforme descrito nos itens anteriores.

    Critrio de Medio:

    O ao ser medido e pago por quilo aplicado conforme planilha e em seus preos devem est inclusos todos os servios, mo de obra, controle tecnolgico, materiais para sua elaborao e execuo do Kgde ao.

    5.3.4. Formas

    Materiais

    As madeiras devero ser armazenadas em locais abrigados, onde as pilhas tero o espaamento adequado, a fim de prevenir a ocorrncia de incndios. O material proveniente da desforma, quando no mais aproveitvel, ser retirado das reas de trabalho.

    Processo Executivo

    A execuo das frmas dever atender s prescries da Norma NBR 6118/2003. A Fiscalizao no autorizar o incio dos trabalhos antes de ter recebido e aprovado os planos e projetos correspondentes.

    As frmas e seus escoramentos devero ter suficiente resistncia para que as deformaes, devido ao das cargas atuantes e das variaes de temperatura e umidade, sejam desprezveis. As frmas sero construdas de forma a respeitar as dimenses, alinhamentos e contornos indicados no projeto.

    No caso de concreto aparente, as frmas devero ser executadas de modo a que o concreto apresente a textura e a marcao das juntas exigidas pelo projeto arquitetnico adequado ao plano deconcretagem. Os painis sero perfeitamente limpos e devero receber aplicao de desmoldante, no sendo permitida a utilizao de leo. Dever ser garantido a estanqueidade das frmas, de modo a nopermitir a fuga de nata de cimento. Toda vedao das frmas ser garantida por meio de justaposio das peas, evitando o artifcio da calafetagem com papis, estopa e outros materiais.

    A manuteno da estanqueidade das frmas ser garantida evitando-se longa exposio antes da concretagem.

    A amarrao e o espaamento das frmas devero ser realizados por meio de tensor passando por tubo plstico rgido de dimetro adequado, colocado com espaamento uniforme. A ferragem ser mantida afastada das frmas por meio de pastilhas de concreto.

    Lanamento do Concreto

    Antes do lanamento do concreto, as medidas e as posies das frmas devero ser conferidas, a fim de assegurar que a geometria da estrutura corresponda ao projeto, com as tolerncias previstas na Norma 6118/2003. As superfcies que ficaro em contato com o concreto sero limpas, livres de incrustaes de nata ou outros materiais estranhos, e convenientemente molhadas e calafetadas, tomando-se ainda as demais precaues constantes da Norma NBR 6118/2003.

    Desforma

    As frmas sero mantidas at que o concreto tenha adquirido resistncia para suportar com segurana o seu peso prprio, as demais cargas atuantes e as superfcies tenham adquirido suficientedureza para no sofrer danos durante a desforma. A Contratada providenciar a retirada das frmas, obedecendo a Norma NBR 6118/2003, de modo a no prejudicar as peas executadas, ou a um cronograma acordado com a Fiscalizao.

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    Reparos

    As pequenas cavidades, falhas ou imperfeies que eventualmente aparecerem nas superfcies sero reparadas de modo a restabelecer as caractersticas do concreto. As rebarbas e salincias que eventualmente ocorrerem sero reparadas. A Contratada dever apresentar o trao e a amostra da argamassa a ser utilizada no preenchimento de eventuais falhas de concretagem. Todos os servios de reparos sero inspecionados e aprovados pela Fiscalizao.

    Recebimento

    Para o recebimento dos servios, sero verificadas todas as etapas do processo executivo, conforme descrito nos itens anteriores.

    Critrio Medio:

    A forma ser medida e paga por metro quadrado conforme planilha e em seus preos devem estar inclusos todos os servios, mo de obra, controle tecnolgico, materiais para sua elaborao e execuo do metro quadrado (m) frma.

    5.3.5. Concreto

    Cimento

    O cimento empregado no preparo do concreto dever satisfazer as especificaes e os mtodos de ensaio brasileiros. O cimento Portland comum atender Norma NBR 5732 e o de alta resistncia inicial Norma NBR 5733. vedado o uso do cimento tipo CPIII.

    Para cada partida de cimento ser fornecido o certificado de origem correspondente. No caso de concreto aparente, no ser permitido o emprego de cimento de mais de uma marca ou procedncia.

    O armazenamento do cimento no canteiro de servio ser realizado em depsitos secos, prova dgua, adequadamente ventilados e providos de assoalho, isolados do solo, de modo a eliminar a possibilidade de qualquer dano, total ou parcial, ou ainda misturas de cimento de diversas procedncias. Tambm devero ser observadas as prescries das Normas NBR 5732 e NBR 6118. O controle de estocagem dever permitir a utilizao seguindo a ordem cronolgica de entrada no depsito.

    Agregados

    Os agregados, tanto grados quanto midos, devero atender s prescries das Normas NBR 7211 e NBR 6118/2003, bem como s especificaes de projeto quanto s caractersticas e ensaios.

    Agregado Grado

    Ser utilizado o pedregulho natural ou a pedra britada proveniente do britamento de rochas estveis, isentas de substncias nocivas ao seu emprego, como torres de argila, material pulverulento, gravetos e outros materiais. O agregado grado ser uniforme, com pequena incidncia de fragmentos de forma lamelar, enquadrando-se a sua composio granulomtrica na especificao da Norma NBR 7211.

    O armazenamento em canteiro dever ser realizado em plataformas apropriadas, de modo a impedir qualquer tipo de trnsito sobre o material j depositado.

    Agregado Mido

    Ser utilizada areia natural quartzosa ou artificial resultante da britagem de rochas estveis, com uma granulometria que se enquadre na especificao da Norma NBR 7211. Dever estar isenta de substncias nocivas sua utilizao, tais como mica, materiais friveis, gravetos, matria orgnica, torres de argila e outros materiais. O armazenamento da areia ser realizado em local adequado, demodo a evitar a sua contaminao.

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    gua

    A gua usada no amassamento do concreto ser limpa e isenta de siltes, sais, lcalis, cidos, leos, matria orgnica ou qualquer outra substncia prejudicial mistura.

    Em princpio, dever ser utilizada gua potvel. Sempre que se suspeitar de que a gua disponvel possa conter substncias prejudiciais, devero ser providenciadas anlises fsico-qumicas. Devero ser observadas as prescries do item 8.1.3 da Norma NBR 6118.

    Processo Executivo

    Ser exigido o emprego de material de qualidade uniforme, correta utilizao dos agregados grados e midos, de conformidade com as dimenses das peas a serem concretadas. A fixao do fator gua-cimento dever considerar a resistncia, a trabalhabilidade e a durabilidade do concreto, bem como as dimenses e acabamento das peas.

    No caso do concreto aparente, este fator dever ser o menor possvel, a fim de garantir a plasticidade suficiente para o adensamento, utilizando-se aditivos plastificantes aprovados pela Fiscalizao, de forma a evitar a segregao dos componentes.

    A proporo dos vrios materiais usados na composio da mistura ser determinada pela Contratada em funo da pesquisa dos agregados, da granulometria mais adequada e da correta relao gua-cimento, de modo a assegurar uma mistura plstica e trabalhvel. Dever ser observado o disposto nos itens 8.2, 8.3 e 8.4 da Norma NBR 6118/2003.

    A quantidade de gua usada no concreto ser regulada para se ajustar s variaes de umidade nos agregados, no momento de sua utilizao na execuo dos servios. A utilizao de aditivos aceleradores de pega, plastificantes, incorporadores de ar e impermeabilizantes poder ser proposta pela Contratada e submetida aprovao da Fiscalizao, em consonncia com o projeto estrutural. Ser vedado o uso de aditivos que contenham cloreto de clcio.

    Todos os materiais recebidos na obra ou utilizados em usina sero previamente testados para comprovao de sua adequao ao trao adotado. A Contratada efetuar, atravs de laboratrio idneo e aceito pela Fiscalizao, os ensaios de controle do concreto e seus componentes de conformidade com as Normas Brasileiras relativas matria e em atendimento s solicitaes da Fiscalizao, antes e durante a execuo das peas estruturais.

    O controle da resistncia do concreto obedecer ao disposto na norma NBR 12655/96.

    O concreto estrutural dever apresentar a resistncia (fck) indicada no projeto. Registrando-se resistncia abaixo do valor previsto, o autor do projeto estrutural dever ser convocado para, juntamentecom a Fiscalizao, determinar os procedimentos executivos necessrios para garantir a estabilidade da estrutura.

    O mdulo de elasticidade deve tambm ser controlado e deve atingir, no mnimo, ao valor especificado em projeto executivo. Devem ser ensaiados dois corpos de prova da mesma amassada, para cada 100 corpos de prova ensaiados para controle da resistncia do concreto.

    Mistura e Amassamento

    vedada a utilizao de amassamento mecnico do concreto estrutural no canteiro, somente podendo-se utilizar concreto produzido em central. Mistura em canteiro somente ser permitida caso l seja instalada uma mini usina para fabricao de concreto e controle.

    Transporte

    O concreto ser transportado at s frmas no menor intervalo de tempo possvel. Os meios de transporte devero assegurar o tempo mnimo de transporte, a fim de evitar a segregao dos agregados ou uma variao na trabalhabilidade da mistura. O trfego de pessoas e equipamentos no local da concretagem dever ser disciplinado atravs de tbuas e passarelas. Dever ser obedecido o disposto na Norma NBR 6118/2003.

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    Lanamento

    O lanamento do concreto obedecer ao plano apresentado pela Contratada e aprovado pela Fiscalizao, no se tolerando juntas de concretagem no previstas no planejamento. No caso de concreto aparente, dever ser compatibilizado o plano de concretagem com o projeto de modulao das frmas, de modo que todas as juntas de concretagem coincidam em emendas ou frisos propositadamente marcados por convenincia arquitetnica.

    A Contratada comunicar previamente Fiscalizao, em tempo hbil, o incio de toda e qualquer operao de concretagem, que somente poder ser iniciada aps a liberao pela Fiscalizao. O incio de cada operao de lanamento ser condicionado realizao dos ensaios de abatimento (Slump Test) pela Contratada, na presena da Fiscalizao, em cada betonada ou caminho betoneira.

    O concreto somente ser lanado depois que todo o trabalho de frmas, instalao de peas embutidas e preparao das superfcies seja inteiramente concludo e aprovado pela Fiscalizao. Todas as superfcies e peas embutidas que tenham sido incrustadas com argamassa proveniente de concretagem devero ser limpas antes que o concreto adjacente ou de envolvimento seja lanado. Especiais cuidados sero tomados na limpeza das frmas com ar comprimido ou equipamentos manuais, especialmente em pontos baixos, onde a Fiscalizao poder exigir a abertura de furos ou janelas para remoo da sujeira. O concreto dever ser depositado nas frmas, tanto quanto possvel e praticvel, diretamente em sua posio final, e no dever fluir de maneira a provocar sua segregao.

    A queda vertical livre alm de 2,0 metros no ser permitida. O lanamento ser contnuo e conduzido de forma a no haver interrupes superiores ao tempo de pega do concreto. Uma vez iniciada a concretagem de um lance, a operao dever ser contnua e somente terminada nas juntas deconcretagem preestabelecidas. A operao de lanamento tambm dever ser realizada de modo a minimizar o efeito de retrao inicial do concreto. Cada camada de concreto dever ser consolidada at o mximo praticvel em termos de densidade. Devero ser evitados vazios ou ninhos, de tal forma que o concreto seja perfeitamente confinado junto s frmas e peas embutidas. A utilizao de bombeamento do concreto somente ser liberada caso a Contratada comprove previamente a disponibilidade de equipamentos e mo-de-obra suficientes para que haja perfeita compatibilidade e sincronizao entre os tempos de lanamento, espalhamento e vibrao do concreto. O lanamento por meio de bomba somente poder ser efetuado em obedincia ao plano de concretagem, para que no seja retardada a operao de lanamento, com o acmulo de depsitos de concreto em pontos localizados, nem apressada ou atrasada a operao de adensamento.

    Adensamento

    Durante e imediatamente aps o lanamento, o concreto dever ser vibrado ou socado continuamente com equipamento adequado sua trabalhabilidade. O adensamento ser executado de modo a que o concreto preencha todos os vazios das frmas. Durante o adensamento, devero ser tomadas as precaues necessrias para que no se formem ninhos ou haja segregao dos materiais. Dever-se- evitar a vibrao da armadura para que no se formem vazios em seu redor, com prejuzo da aderncia. Especial ateno ser dada no adensamento junto s cabeas de ancoragem de peas protendidas.

    O adensamento do concreto ser realizado por meio de equipamentos mecnicos, atravs de vibradores de imerso, de configurao e dimenses adequadas s vrias peas a serem preenchidas. Para as lajes, podero ser utilizados vibradores de placa. A utilizao de vibradores de frma estar condicionada autorizao da Fiscalizao e s medidas especiais, visando assegurar a indeslocabilidade e indeformabilidade dos moldes. Os vibradores de imerso no sero operados contra frmas, peas embutidas e armaduras. Sero observadas as prescries do item 13.2.2 da Norma NBR 6118.

    Cura

    Ser cuidadosamente executada a cura de todas as superfcies expostas com o objetivo de impedir a perda de gua destinada hidratao do cimento. Durante o perodo chuvas, de endurecimento do concreto, as superfcies devero ser protegidas contra secagem, mudanas bruscas de temperatura, choques e vibraes que possam produzirfissuras ou prejudicar a aderncia com a armadura.

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    Para impedir a secagem prematura, as superfcies de concreto sero abundantemente umedecidas com gua durante pelo menos 3 dias aps o lanamento. Como alternativa, poder ser aplicado um agente qumico de cura, para que a superfcie seja protegida com a formao de uma pelcula impermevel. Todo o concreto no protegido por frmas e todo aquele j desformado dever ser curado imediatamente aps ter endurecido o suficiente para evitar danos nas superfcies. O mtodo de cura depender das condies no campo e do tipo de estrutura.

    A cura adequada tambm ser fator relevante para a reduo da permeabilidade e dos efeitos da retrao do concreto, fatores essenciais para a garantia da durabilidade da estrutura.

    Reparos

    No caso de falhas nas peas concretadas, sero providenciadas medidas corretivas, compreendendo demolio, remoo do material demolido e recomposio com emprego de materiais adequados, a serem aprovados pela Fiscalizao. Registrando-se graves defeitos, dever ser ouvido o autor do projeto.

    Recebimento

    Para o recebimento dos servios, sero verificadas todas as etapas do processo executivo, de conformidade com os itens anteriores.

    Critrio de Medio

    O concreto ser medido e pago por metro cbico (m) conforme planilha e em seus preos devem estar inclusos todos os servios, mo de obra, controle tecnolgico, materiais para sua elaborao e execuo do metro cbico de concreto.

    Aceitao da Estrutura

    Satisfeitas as condies do projeto e desta Prtica, a aceitao da estrutura se far mediante as prescries da Norma NBR 12655/96.

    Impermeabilizao

    As vigas baldrames sero impermeabilizadas com pintura base de asfalto com um espessura mnima de 1mm.

    5.4. ESTRUTURA METLICA

    Esta ETE tem como finalidade estabelecer as diretrizes gerais para a execuo dos servios de fabricao e montagem da estrutura metlica a ser montada para abrigar o Prdio Administrativo de Santarm.

    As modificaes de projeto que eventualmente forem necessrias durante os estgios de fabricao e montagem da estrutura devero ser submetidas aprovao da Fiscalizao e do autor do projeto.

    Todas as medidas devem ser verificadas antes as montagem e instalao da escada.

    5.4.1. Fabricao

    Matria Prima

    O ao a ser utilizado na fabricao da escada deve ser o ASTM A36, galvanizado com ligaes atravs de soldas e parafusos de alta resistncia ASTM A490.

    O ao e os elementos de ligao utilizados na fabricao das estruturas metlicas obedecero s prescries estabelecidas nas especificaes de materiais. Somente podero ser utilizados na fabricao os materiais que atenderem aos limites de tolerncia de fornecimento estabelecidos no projeto. Sero admitidos ajustes corretivos atravs de desempeno mecnico ou por aquecimento

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    controlado, desde que a temperatura no ultrapasse a 650C. Estes procedimentos tambm sero admitidos para a obteno de pr-deformaes necessrias.

    5.4.2. Cortes

    Os cortes por meios trmicos devero ser realizados, de preferncia, com equipamentos automticos. As bordas assim obtidas devero ser isentas de entalhes e depresses. Eventuais entalhes ou depresses de profundidade inferior a 4,5 mm podero ser tolerados. Alm desse limite devero serremovidos por esmerilhamento. Todos os cantos reentrantes devero ser arredondados com um raio mnimo de 13 mm.

    Os elementos devero ser posicionados de tal modo que a maior parte do calor desenvolvido durante a solda seja aplicado ao material mais espesso. As soldas sero iniciadas pelo centro e seestendero at as extremidades, permitindo que estas estejam livres para compensar a contrao da solda e evitar o aparecimento de tenses confinadas. As peas prontas devero ser retilneas e manter a forma de projeto, livre de distores, empenos ou outras tenses de retrao.

    5.4.3. Aplainamento de bordas

    No ser necessrio aplainar ou dar acabamento s bordas de chapas ou perfis cortados com serra, tesoura ou maarico, salvo indicao em contrrio nos desenhos e especificaes. Bordas cortadas com tesoura devero ser evitadas nas zonas sujeitas formao de rtulas plsticas. Se no puderem ser evitadas, as bordas devero ter acabamento liso, obtido por esmeril, goiva ou plaina. Asrebarbas devero ser removidas para permitir o ajustamento das partes que sero parafusadas ou soldadas, ou se originarem riscos durante a construo.

    5.4.4. Produtos laminados

    A no ser que sejam estabelecidas exigncias especiais, os ensaios para a demonstrao da conformidade do material com os requisitos de projeto sero limitados aos exigidos pelas normas e especificaes. Se o material recebido no atender s tolerncias da ASTM A6 relativas curvatura, planicidade, geometria e outros requisitos, ser admitida a correo por aquecimento ou desempeno mecnico, dentro dos limites indicados na norma. Os procedimentos corretivos para recondicionamento de chapas e perfis estruturais recebidos da usina podero tambm ser utilizados pelo fabricante da estrutura se as anomalias forem constatadas ou ocorrerem aps o recebimento dos produtos. Procedimentos mais restritivos devero ser cordados com a Fiscalizao, de conformidade com o estabelecido nas especificaes. Os materiais retirados do estoque devero ter qualidade igual ou superior exigida pelas especificaes. Os relatrios elaborados pela usina podero ser aceitos para a comprovao da qualidade. Os materiais de estoque adquiridos sem qualquer especificao no podero ser utilizados sem a aprovao expressa da Fiscalizao e do autor do projeto.

    5.4.5. Construo parafusada

    Se a espessura da chapa for inferior ou no mximo igual ao dimetro nominal do parafuso acrescido de 3 mm, os furos podero ser puncionados. Para espessuras maiores os furos devero ser broqueados com seu dimetro final. Os furos podero ser puncionados ou broqueados com dimetros menores e posteriormente usinados at os dimetros finais,desde que os dimetros das matrizes sejam,no mnimo, 3,5mm inferiores aos dimetros finais dos furos. No ser permitido o uso de maarico para a abertura de furos. Durante a parafusagem devero ser utilizados parafusos provisrios para manter a posio relativa das peas, vedado o emprego de espinas para forar a coincidncia dos furos, alarga-los ou distorcer os perfis. Coincidncia insuficiente dever originar recusa da pea pela Fiscalizao. Todos os materiais e mtodos de fabricao obedecero especificao para conexes estruturais paraparafusos ASTM A325, na sua mais recente edio. O aperto dos parafusos de alta resistncia ser realizado com chaves de impacto, torqumetro ou adotando o mtodo de rotao da porca do AISC.

    5.4.6. Construo soldada

    A tcnica de soldagem, a execuo, a aparncia e a qualidade das soldas, bem como os mtodos utilizados na correo de defeitos, devero obedecer s sees 3 e 4 da AWS D 1.1.As superfcies a serem soldadas devero estar livres de escrias, graxas, rebarbas, tintas ou quaisquer outros materiais estranhos. A preparao das bordas por corte a gs ser realizada, onde possvel, por maarico guia do mecanicamente. As soldas por pontos devero estar cuidadosamente alinhadas e

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    sero de penetrao total. Devero ser respeitadas as indicaes do projeto de fabricao, tais comodimenses, tipo, localizao e comprimento de todas as soldas. As dimenses e os comprimentos de todos os filetes devero ser proporcionais espessura da chapa e resistncia requerida.

    Todas as soldas sero realizadas pelo processo de arco submerso, de conformidade com o Code for StructuralWelds da AWS. Os servios sero executados somente por soldadores qualificados,conforme prescrio do StandardCode for Welding for Building Construction da AWS.Os trabalhos de soldagem devero ser executados,sempre que possvel, de cima para baixo. Na montagem e juno de partes da estrutura ou de elementos pr-fabricados,o procedimento e a sequencia de montagem sero tais que evitem distores desnecessrias e minimizem os esforos de retrao. No sedo possvel evitar altas tenses residuais nas soldas de fecho nas conexes rgidas, o fechamento ser realizadonos elementos de compresso. Na fabricao de vigas com chapas soldadas s flanges, todas as emendas de oficina de cada componente devero ser realizadas antes que seja soldado aos demais componentes. Vigas principais longas ou trechos de vigas principais podero executadas com emendas de oficina, mas com no mais de trs subsees. O pr-aquecimento temperatura adequada dever levar a superfci