revista apologética crista n 2

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  • 7/29/2019 revista apologtica crista n 2

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    www.sadoutrina.cjb.net

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    A MODA DA VEZNingum vos domine a seu bel prazer com pretexto de humildade e culto dos anjos,envolvendo em coisas que nunca viu; estando debalde inchado na sua carnal

    compreenso,enoligadocabea,daqualtodoocorpo,providoeorganizadopelasjuntas e ligaduras, vai crescendo em aumento de Deus ( ).Colossenses2:18e19

    essada a empolgao dos apologistas doG-12 e dos seus discpulos (apesar de focos do fogomanterem-se vivos em algumas Igrejas e denominaesem nosso Pas), resta-nos perquirir:

    que esse movimento de nenhuma outra coisaseocupa,senodedizereouviralgumanovidade,comoos atenienses e estrangeirosmencionados em

    Toda essa novidade, criada muitas vezes para satisfazero egocentrismo de lderes inconstantes e a ganncia na-da altrusta de mestres de si mesmos, tem sido, quasesempre, fogo de palha (felizmente). Mas o fogo queimae destri, causando feridas de difcil cicatrizao.

    Ao longo da histria do Cristianismo, a Igreja tem sidoafligida por avalanches de novidades, quase sempreacompanhadas de prticas pags e erros doutrinrios. Oque acontece atualmente no diferente:

    ., Demons-tram a escalada da apostasia e a apatia doutrinria doscrentesepastoresnosltimosdias.

    Como membros do Corpo de Cristo, devemos estaratentos, quais verdadeiros atalaias, sempre prontos,

    (

    ). E devemos ser sempre bons bombeiros,lutando com gua pura, que a mensagem escrita deDeus, contra o fogo assolador das heresias, o inimigovoraz da f crist, conforme a histria da Igreja compro-vaamplamente.

    qual ser a prxi-ma novidade do movimento neo-pentecostal-caris-mtico?

    a falcia dodente de ouro, o fenmeno do sopro e do cai-cai, osorriso, a msica , o pagode, o samba, o leoungido, o G 12, a uno de Bogot etc

    Atos 17:21.

    gospel

    para responder com mansido e temor a qualquerque nos pedir a razo da esperana que h em ns 1

    Pedro 3:15

    Nesta Segunda edio de S Doutrina

    ?

    , Trazemos obrado firme e bblico de homens aguerridos em defesada f que uma vez foi dada aos santos. Em

    , , ana-lisa as bases do movimento de , e

    se insurge contra esse modismo conduzido pela histe-ria de fim e incio de milnio. J em

    , nos leva a refletir,

    Sesso deDescarrego - A obsesso doentia pelo mundo dos esp-ritos malignos exempli gratia Wilson Franklim

    Batalha Espiritual

    Por que ungircom leo o Pr. Dinelcir Souza

    luz do contexto bblico, sobre as diversas situaes emque

    como condio fun-damental para a repen-saremoqueestofazendoemnomedeDeus.

    Trazemos o artigo do Pastorextrado da revista Chamada da Meia-Noite,

    onde o autor analisa de forma bblica o Senhor Jesus re-velado nas Escrituras, contrastando-o com os diversosjesus modernos, to em moda na teologia das igre-

    jas herticas e no mundo contemporneo. Ele nos con-vida a conhecer o verdadeiro Jesus da Bblia e a ter comEleverdadeiracomunho.

    Os demais artigos guardam tamanha eficcia na preser-vao da s doutrina. Apontamos para o primoroso te-ma ,onde o autor, Pastor , faz uma eficazanlisedediversashiptesesenvolvendoonomeeapo-sio de Maria no contexto da Igreja, concluindo que ocristianismo neotestamentrio e histrico anunciado

    por Jesus e seus apstolos, se firma na verdade e no naareia movedia das especulaes e das hipteses mira-

    bolantes.

    Inclinemos, pois, os nossos ouvidos e ouamos da terrapalavras de incomensurvel sabedoria:

    (). E tu,

    ( ).

    QueDeusnosabenoe!

    aunocomleoerapraticada,desafiandoosqueadotam tal prtica nos dias atuais

    a cura milagrosa e unilateral

    T. A. McMahon: QualJesus?,

    Se Maria abortasse, o que seria do mundoTimofei Diacov

    Desa como

    chuva minha doutrina, minha palavra se espalhe co-mo orvalho, como chuvisco sobre a relva que viceja eaguaceiro sobre a grama verdejante... pois dou-vosboa doutrina; no deixeis a minha lei Deuteron-mio 32:2; Provrbios 4:2 d instruo ao s-bio, e ele se far mais sbio; ensina o justo e ele au-mentar em doutrina Provrbios 9:9

    ?

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    Filhos dos homens, at quando convertereis a minha glria em infmia?At quando amareis a vaidade e buscareis a mentira? ( ).

    Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honrarame serviram mais a criatura do que o Criador, que

    bendito eternamente. Amm. ( ).

    Salmo 4:2

    Romanos 1:25

    mentira uma das maneiras mais su-tis que Satans usa para matar, roubar e destruir.Eumadasformasqueamentiraseapresentaho-diernamente exsurge travestida de ataques B-

    blia, uma v tentativa de descredenci-la en-quantolivrosagrado.Quandonoataques,ensa-iosnosentidodefrustraroacessodaspessoasaoseuusoeleituradirios.

    O artigo publicado via internet com o te-ma Leia a Bblia? (www.monfort.org.br/ca-

    dernos/leiabblia1.html) mais uma das menti-ras espalhadas para confundir aqueles que bus-cam a Verdade. E uma mentira de tal quilate nomerecepassarembranco.

    Principia o autor do artigo referido afir-mando que

    . O

    embuste j a emerge: jamais se proclamou, du-rante a reforma ou aps ela, atravs das Igrejasleais Bblia, a infalibilidade do homem. E

    cada protestante uma "igreja",no podendo, de fato, existir a Igreja de Cristo.O protestantismo se ergue contra o poder infa-lvel do Papa, e, para combat-lo, proclama ainfalibilidade individual de cada "crente"

    exatamente por isso que no cremos na infalibi-lidadepapal.

    Citando textos bblicos, diz o referido ar-tigo que as Sagradas Escritura no contm ne-nhum texto que diga: "Leia a Bblia". Ora, paraque ocultar a verdade se

    ( )?A Bblia para ser lida sim. Lida peloscrentes. o que ensina :

    .Se no for suficiente esse texto, leiamos

    ento o que est escrito em : . (...). Outrotexto bblico que desfaz a esdrxula tese est em

    a palavra de Deus vivaeeficaz,emaispenetrantedoqueespadaalguma de dois gumes, e penetra at a divisoda alma e do esprito, e das juntas e medulas,e apta para discernir os pensamentos e in-

    tenesdocorao

    Bemaventuradoohomemquenoandasegundooconselho dos mpios, nem se detm no cami-nho dos pecadores, nem se assenta na rodados escarnecedores. Antes tem o seu prazernaleidoSenhor,enasualeiMEDITAdediaedenoite

    Bus-cai no livro do Senhor, e LEDE

    Hebreus 4:12

    Salmo 1:1-2

    Isaas 34:16

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    Joo 5:39Salmo 119

    Apocalipse 1:3

    Habacuque 2:2

    Levtico 25:18

    Josu 1:8

    : ....Veja agora o que diz o :

    (vs. 5 e6); ... (v.

    8);

    (v.9);

    (vs. 17 e 18);

    . (v. 57); (e noOSMEUSOUVIDOS)

    (v.148).Em , Jesus Cristo adver-te:

    .No livro de Neemias, captulo 9, verscu-

    lo 3, lemos que os filhos de Israel

    . J no livro de ( )est escrito:

    .Ao rei escolhido para dirigir o povo de

    Israel na Terra Prometida, Deus ordena-o que te-nha consigo uma cpia do Livro Santo,

    .

    Outros textos que claramente demons-tram que a Bblia deve ser lida:

    ( );

    ( ).

    No podemos nos esquecer o exemplodos Bereanos eles foram mais nobres que os ju-deusdeTessalnica,

    EXAMINAIasescrituras

    Quemderaqueosmeuscaminhosfossemdi-rigidos a OBSERVAR os teus mandamentos.Ento no ficaria confundido, ATENTANDOeu para todos os teus mandamentos

    OBSERVAREI os teus estatutos

    Com que purificar o jovem o seu cami-nho? OBSERVANDO-o conforme a tua pala-vra Faze bem ao teu servo, para queviva e OBSERVE a tua palavra. Abre tu osmeus OLHOS, para que veja as maravilhasda tua lei O Senhor a minhaporo; eu disse que OBSERVARIA as tuaspalavras Os meus OLHOS

    anteciparamavigli-as da noite, para MEDITAR na tua palavra

    Bem-aventurado aquele que L, e os queouvem as palavras desta profecia, e guardamas coisas que nela esto escritas; porque otempoestprximo

    LERAM nolivro da Lei do Senhor, seu Deus, uma quartaparte do dia

    Ento o Senhor me respondeu, edisse: Escreve a viso e torna bem legvel so-bre tbuas, para que a possa LER quem pas-sacorrendo

    neleLER todos os dias da sua vida, para queaprenda a temer ao Senhor seu Deus, paraguardar todas as palavras desta lei, e estesestatutos,paracumpri-lo

    E OBSER-VAREIS os meus estatutos, e guardareis osmeusjuzos,eoscumprireis;assimhabitareisseguros na terra No seapartedatuabocaolivrodestalei;antesME-DITA nele dia e noite, para que tenhas cuida-do de fazer conforme a tudo quanto nele estescrito; porque ento fars prosperar o teucaminho,eserbemsucedido

    porquedebomgradore-

    ceberam a palavra, EXAMINANDO cadadia nas Escrituras se estas coisas eram as-sim

    E conhecereis a VERDADE e a VER-DADE vos libertar

    .Ah, se cada Cristo, seja ele catlico,

    protestante ou de qualquer outra corrente religi-osa, lesse diariamente as Escrituras! Como seriadiferente o Cristianismo se ns fssemos bons

    bereanos, examinando as Escrituras ao invsde receber tudo o que nos ensinam a tradio e omagistrio (dos homens) como verdade imut-vel!

    QuantosseconverteramapsleremaB-blia? Historicamente, podemos citar JustinoMrtir, Atengoras, Tefilo de Antioquia, den-tre inmeros outros. E quantos outros indicarama leitura da Bblia como forma de encontrar averdade? Os ensinamentos Catlicos fogem da

    Verdade Bblica, por isso o medo da leitura e doconhecimento.Na histria recente, quantos catlicos se

    converteram a Cristo, deixando as suas idolatri-as, aps a leitura da Bblia? Foram muitos, o que

    justifica a preocupao em negar a Bblia comoumlivroparaserlido.

    Qui seja correto dizer que a Bblia nocontm nenhuma passagem que diga LEIA ABBLIA. No literalmente. Mas h diversasque diz EXAMINAI AS ESCRITURAS, OB-SERVAI-A, etc.

    Se no se encontra nas Sagradas Escritu-ras o termo LEIA A BBLIA, muito menosdelas se extrai os diversos dogmas da Igreja Ro-mana. E isso se constitui em um paradoxo tre-mendo: no havendo na Palavra texto que digaliteralmente LEIA A BBLIA, tampouco hque autentique as diversas prticas pags e osdogmas extrabblicos adotados pelo Catolicis-mo.

    E voc, caro amigo, de que lado ficar?ComaBblia,quevivaeeficaz,oucomamen-tira?

    ( ). Portanto,LEIAABBLIA!

    Joo 8:32

    *Diretor da Revista S Doutrina

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    Dinelcir de Souza Lima*

    e repente s se ouve falar em leo un-gido e em uno com leo nas seitas neo-pente-costais.Claroqueumexagero,porquetambmse ouve falar em outras coisas, como banho dedescarrego com sal grosso e arruda (a IURD estfazendo propaganda da Tera do Descarrego nasua Catedral Mundial da F, com direito a pastorvestido de pai-de-santo e tudo). Triste que nono somente nas seitas neo-pentecostais, po-rm,tambm,emarraiaisquesedenominamba-tistas mas esto bandeando franca e abertamente

    para o neo-pentecostalismo, apesar de continu-aremfazendoquestodatabuletadebatistas.

    Mas, vamos aoassunto. Por que ungir comleo?Seesperasseresposta,talvezouvissequeexcelente para a cura milagrosa de enfermida-des, porque o irmo Tiago teria ensinado assimemsuaepstolasigrejasdeCristo.

    Teria ensinado mesmo? Estaria ensinandoa cura milagrosa atravs da uno de leo e ora-o quando disse que se estivesse algum enfer-mo entre os irmos que se orasse por ele e o un-gisse com leo e que ficaria curado milagrosa-mente? Tenho certeza absoluta que o pastor Tia-gonoensinouissosigrejasdeCristo.Sehes-se comportamento, a origem da idia outra,mas no vem da Bblia. Se no, vamos observaro que textos bblicos nos mostram a respeito daunocomleo.

    1. No Velho Testamento, quando hreferncia a um determinado leo para un-o no sentido religioso, essa referncia

    especfica. H sempre a expresso leo dauno (em hebraico shemen mishchah)xodo 25:6; 29:7,21. No h a expresso

    leo ungindo, porm leo da uno.Isto demonstra que era qualquer leo, mas umleoespecfico:

    mirra fluida quinhentos siclos,de cinamomo odoroso a metade, a saber, duzen-tosecinqentasiclos,edeclamoaromticodu-zentos e cinqenta siclos, e de cssia quinhentossiclos, segundo o siclo do santurio, e de azeitedeoliveiraumhim.

    Deus ordenou a Moiss quetransmitisse o recado ao seu povo de que este (oleo da uno, composto da maneira que cita-mos acima) seria o seu leo sagrado da unonas geraes do povo de Israel. Ordenou, inclu-sive, que fosse eliminado do meio do povo aque-le que pusesse o leo da uno sobre qualquer

    pessoa estranha ao povo de Israel.

    Deus ordenou a Moissque ungisse, com o leo da uno, o tabernculoe tudo o que nele havia, consagrando tudo aDeus. Mas no havia a conotao de consagra-o somente de coisas, porm de pessoas tam-

    bm. Em lemos de Moiss der-ramando leo da uno sobre Aro e seus filhos,consagrando-os, tambm, a Deus, para o sacer-dcio.Enote-sequeficoucomrestriesquantoao seu comportamento e vestimentas.

    a) que era preparado pelo sacerdote

    b) que tinha, inclusive, uma composi-o especfica

    c) que era apenas para os judeus

    d) que representava separao,consagrao a Deus

    2. Ungir com leo (shemen) tinha o

    (xodo30:25;37:29erefs).

    :

    xodo 30:31-33.

    xodo 40:9; Levtico8:10,12,30; 21:10,12.

    Levtico 8:12, 30

    aaaaaaaaa

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    significado, tambm, de se enfeitar,

    aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

    aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

    significado, tambm, de se enfeitar, pente-tar os cabelos 2 Samuel 14:2; Salmo 23:5

    3. No Novo Testamento aparece sem-pre sem a expresso da uno e nuncaem sentido de consagrao religiosa para

    Deus Lucas 10:34; Tiago 5:14

    a) Como medicamento

    b) Como reconhecimento de valor, dedignidade, como smbolo de boa acolhidaao visitante

    -

    -

    .

    - O primeiro texto fala de uma mulher que, parachegar ao rei Davi, deveria estar com aparnciade sofrimento, desgrenhada, sem o cabelo ungi-docomleo.Osegundo,umSalmo,faladasitu-

    ao de felicidade dada por Deus ao seu servodiante dos seus inimigos. Uma mesa farta e a ca-bea ungida. Nada de tristezas, nada de aparn-cia de desespero.

    Aparece,principalmente, com os seguintes significados:

    O primeiro ver-

    sculo fala do samaritano que cuidou dos feri-mentos do judeu, deitando-lhe azeite de oliveira

    no o composto que Deus ordenara aMoiss que preparasse como o leo da uno.Era apenas azeite (leo de oliva) que era consi-derado medicamento. Da mesma forma, no tex-to seguinte, vamos encontrar Tiago aconselhan-doaqueseorepelosenfermos,masquesecuidedele, tambm, com medicamentos, no caso azei-te,emnomedoSenhor.

    -Em encontramos Je-sus repreendendo seu anfitrio, que criticava amulher que o ungira com ungento, porqueaquelenoungirasuacabea.

    ( )elaion

    Lucas 7:46

    tos, mas j h quem se refira a estes sm-

    aaaaaaaaaaaaaaaaaaa

    tados, mas j h quem se refira a estes smboloscomoseofossem),pastoresgostamdedizerqueso sacerdotes, lugar de reunio das igrejas pas-saram a ser considerados como templos, lugaresdo plpito como altares em lugares santssimos,

    pastores so olhados como seres superiores noaspecto espiritual, tendo uma ligao mais espe-cial com Deus etc. Junto com essas prticas, esta utilizao velada do que os catlicos chamamdecrisma,quetantoseriaoritualdeconfirma-o do menino, quanto o leo com especiariasque derramado sobre ele.

    Concluindo, podemos dizer que a uno

    ooooooooooooooooooooooooooooooo

    uma prtica mstica milagrosa para a cura de en-fermidades. No aspecto religioso representava,apenas, a separao, consagrao para Deus.Que no Novo Testamento no h mais este tipode prtica, at mesmo porque no cristianismono existe mais o sacerdotalismo.A idia foi tra-

    zida pelos romanos para o seio da Igreja de Ro-ma, fazendo um sincretismo entre costumes pa-gos romanos (o leo seria um fetiche) e do ju-dasmo, fazendo adaptao a um pseudo-cristi-anismo.

    Nos nossos dias h um retorno s prticasintroduzidas pela igreja romana do cristianis-mo. Ritos j voltam a ser considerados comosacramentos (batismo e ceia no so sacramen-

    Concluindo, podemos dizer que a unocom leo nunca foi apontada na Bblia como

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    as a nova cabea da HIDRA CA-RISMTICA vai alm. Firmando posio con-

    tra o movimento, a Igreja Universal assim falou:Semelhante ao que encontrado nas religiesocultistas e movimentos esotricos, o G12 tam-

    bm se utiliza de smbolos e modelos fortementerejeitados pelas igrejas evanglicas como a cha-mada RODA DE ORAO que consta do Ma-nual do Discpulo Construindo Relacionamen-tos. O modelo quase igual s MANDALAS(smbolo esotrico) e mapas onde constam ossignos do Zodaco...tornando complicado o en-

    sino da Palavra...Os lderes do G12 ensinam queonovohomemnascedeumaconscinciaajusta-da e harmoniosa...alcanada pela observnciade cinco cdigos sagrados...Conscincia, inova-o, inteno, proposta e juramento...Na invo-cao diz: 'Invoco vossa presena viva na for-mao de um ncleo de vulos pensantes e mul-tiplicadores do bem..'...No juramento diz: 'No

    posso jurar diante de vs porque sou terrqueo efalvel...' Em um outro livrete do movimentoG12, seus membros afirmam que j est com-

    provado que 'espritos demonacos controlam asvidas, impedindo-as de se desenvolverem comoCRISTOS autnticos.' Da a necessidade dosretiros que permitem a cada novo crente experi-mentar uma proximidade mais genuna do Se-nhor e sentir a influncia do E. Santo no processo de libertao interior.- A Folha Universal,13-2-00. At tu, Brutus!! Ser que tais retirosaproxima ou distanciam os novos crentes do Se-nhor?oqueveremosnoprximonmero.

    Epararatificar tudoquantojfoidito,vejam as heresias descobertas pelo Pr. Silair Al-meida Flrida EE.UU - em pesquisas feitas atra-

    vs de materiais da chamada VISO 12, consti-tuindo-se n'um PACOTO que os encontran-

    tes levam para casa a fim de passar aos outrossem direito a qualquer acrscimo ou adaptao.Maldio hereditria - Confisso positiva Evan-gelho da Prosperidade - Possesso demonacauniversal Todos so possessos e precisam delibertao - Batismo com o E. Santo uma Se-gunda bno Negao total do direito de pen-sar e inquirir como coisa do diabo - Imputaode falso sentimento de culpa nos outros Senti-mento de orgulho e superioridade doutrinria,

    uma vez que s nos encontros que se adquire averdadeira santificao na base de vidas impac-tadas pelo Senhor Jesus - Teologia do empurra-sopra e cai - Proibio de comunicao interpes-soal durante o encontro p.4 iten.4. Todo peca-do pessoal uma porta aberta para Satans en-trar na vida do crente P. 46. Ver e

    . - A necessidade de confisso de pe-cadodesdeainfnciaatopresente...

    (O diabo no respei-ta ordens meramente humanas. Ele s teme o

    poder de Deus em Cristo Jesus) Todo pecadolibera uma quantidade de demnios e atrai mal-dies, tornandolegal sua ao na vida doscren-tes. PP. 46,47 e 66. (Veja o que diz

    . - O diabo tem seus territri-

    os de ao que lhe so consagrados ou legalmen-te adquiridos por meio do pecado. P.70 - H v-riostiposdemaldio:a)Hereditria Estare-

    I Jo.1.8,10Ef.2.5-6

    Ef.1.3; IJo.1.7; Isa.43.23

    Se no fi-zer a pessoa perde o direito a todas as bn-

    os do cu. p.47. Ver Ef.1.3. - Dilogocom Satans. P. 63. Quando o diabo qui-ser prender-lhe no passado, voc vai dizer:'Satans, cala a boca!!...

    ..............................................................................................................

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    al nos crentes atravs dos seus antepassados nabase de pecados cometidos como sejam: Prosti-tuio, rebelio, mentira, feitiaria etc. P.70.Da a necessidade do crente confessar seus peca-dos e os de seus antepassados. b)Voluntria -Resultante do pecado voluntrio. c) InvoluntriaAcontece quando os pais ou autoridades bati-

    zam seus subordinados na igreja catlica roma-na ou os levam para sesses de macumba. d)

    Nacional Esta vem de uma colonizao amaldi-dioada como o caso do Brasil. - Os traumashumanos como: rejeio, abuso sexual, violn-cia, medo, brigas, acidentes, abandono, falta deamor, palavras duras, divrcio, ausncia pater-nal, namoros ilcitos, aborto etc, desdea infnciaat a idadeadultasoentradasdedemniosnoscrentes. P.71. Segundo testemunha ocular, aqui

    so citados exemplos de traumas como a lnguapesada de Moiss e o complexo de inferioridadede Mirian. - PECADO SER TRADICIONAL.O crente tradicional pior do que o mpio.Disse o palestrante. - Quais so as pessoas que

    precisam de cura interior? P.87,88. So todas asque j experimentaram ameaas, chantagens,confuso, racionalizao, prazer nos infortniosalheios, desvalorizao do sucesso alheio,ausncia de sonhos e aspiraes, desconfiananos outros, hipocondria, cimes, TRISTEZA EANGSTIA, alegria exagerada, compulsivida-de, mesquinhez econmica, gastos exorbitantes,dificuldade de negar-se aos outros, sentimentode inferioridade, fraqueza de vontade, desconfi-ana nos outros, timidez, pesadelos, insatisfaosexual no casamento, masturbao etc. Assimsendo, ningum fica livre das garras ENCON-TRANTES do G12. Conforme , nemJesus sobra. Ou pga!! - A rejeio uma dasmaiores portas de acesso a cadeias, correntes,

    grilhes e demnios. P.89,99.Aqui est a chavedo processo de regresso quando se libera per-do para todos e at Deus, conforme supra cita-do. Na hora do relaxamento e da regresso, to-dos so ordenados pelo lder a visualizar o en-contro do espermatozide do pai com o vulo dame e a partir da, avanam nas diversas fasesdo desenvolvimento...ordens so dadas para quetodos liberem perdo ao pai, me, irmos, fami-liares, DEUS. Ufa! A hidra est violenta mes-

    mo. At Deus pecou contra ns. Aqui se cumpreas previses de Paulo e Joo em e.

    Mt.26.38

    II Tm.3.2Ap. 13.5

    Prosseguindo na pesquisa do pastor Silairnos Manuais de Encontros G12, vejam o que sesegue: O Dom de lnguas como evidncia do ba-tismo no E. Santo. P.131. Neste momento, todossoincentivadosafalaremlnguasecaremparatrs, tendo uma equipe de obreiros treinados pa-ra segurar os cadentes a fim de evitar acidentes

    moda do hertico Benny Hinn. Esse ESPRITOs presta para derrubar as pessoas e no para se-gur-las a fim de evitar o pior. Declaraes ne-gativas so de influncia diablica. S as positi-vas expressam f. P.143. Ver e

    . QUESTIONAR COISA DO DIA-BO. P. 148. -

    (Chanta-gem emocional para conservar os infelizes in-

    cautos bem seguros nas garras da HIDRA)

    vol.II p.37. Que blasfmia!!Isso o fim. - O crente e a pobreza. . Jesus foi

    pobre porque escolheu ser maldito por ns. Lo-go a pobreza maldio. P.38, vol.II. Todostemos de ser libertos da possesso demonacauniversal. Uma prova de tal possesso consisteno crente sofrer necessidade das coisas na basede longos perodos de escassez. Todos esses

    pontos foram tirados do Manual de Realizaodo Encontro do Pr. Ren Terra Nova e do livroENCONTRO de Csar Castellanos, vol. I e II

    pelo pastor SilairAlmeida.

    Lc.17.10 Mt.13.57

    A famlia dos encontrantespode ser usada pelo diabo para desanim-los e faz-los desistir da VISO

    Odiabo entra nas crianas quando esto noventre da me

    .

    Conforme j foi colocado, o verdadeirocrente no precisa de tais retiros para se libertardenadaquesejacompatvelcomopoderdastre-vas. Como nova criatura, lavado pelo Sangue deJesus e habitao do Esprito Santo de Deus, eleest livre para sempre de qualquer ao prpria

    das garras aduncas do diabo. O argumento G12para levar pessoas aos seus retiros mentiroso eantibblico tal como o da serpente no Eden. Seique h muitos sendo tragados pela nova cabeada HIDRA CARISMTICA. Mas isso umaconstante desde os tempos primitivos quandoPaulo escreveu aos Glatas nos seguintes ter-mos: Surpreendo-me de que to depressa

    passsseis daquele que vos chamou graade Cristo para OUTRO EVANGELHO

    ...Mas ainda que ns mesmos ou um anjodo cu vos anuncie OUTRO EVANGE-LHO alm do que j vos tenho anunciado,

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    P.S. O Pr. Samuel Barreto autor do livroNO CONTEXTO DO FIM

    sejaANTEMA(maldito).O grande susto apostlico varou scu-

    los e chegou at ns em face dos avanos caris-mticos, envolvendo igrejas e pastores no mias-mtico pntano ecumnico onde so tragados

    pelos golpes certeiros de suas mltiplas cabe-as que ainda se contorcem sob fogo cerrado daPalavra de Deus. Nesta hora de angstia e per-

    plexidade geral prevista pelo Senhor Jesus, omacaru na BOA TERRA to forte que hmuitos fazendo de tudo para chegar condiode SUPER-IGREJAS atravs das trilhas escusasdo G12 na base de uma estranha megalomaniareligiosa.

    Caso no haja srias providnciasdoutrinrias em termos de liderana denomina-

    cional, a chamada IDENTIDADE BATISTA se-r totalmente submersa e destruda no pntanoecumnico de segurana mxima onde se abri-gam as monstruosas cabeas da HIDRA CA-RISMTICA.

    Deus ama ao que d comalegria (2 Co 2:9)

    Esta obra feita com muito amor causadivina.

    Se voc gostou da revista e desejacontribuir financeiramente, envie-nos a sua

    colaborao atravs de cheque, vale postalouordemdepagamento.

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    RevistaA/C MARCOS A. F. MARTINS

    P. Gerson Sales n 42, 1 andar, B. AltoMaron, CEP 45.045-020 - Vitria da

    Conquista/BA. E-mail:

    S DOUTRINA

    [email protected]

    Q" uisera eu me suportsseis um pouco mais na minha loucura. Suportai-me,

    pois. Porque zelo por vs com zelo de Deus; visto que vos tenho preparado para vos apresentarcomovirgempuraaumsesposo,queCristo.Masreceioque,assimcomoaserpenteenganoua Eva com a sua astcia, assim tambm sejam corrompidas as vossas mentes, e se apartem dasimplicidade e pureza devidas a Cristo. Se, na verdade, vindo algum, prega outro Jesus queno temos pregado, ou se aceitais esprito diferente que no tendes recebido, ou evangelho dife-rente que notendesabraado, aesses deboamenteo tolerais" ( ).

    "Ento lhes perguntou: Mas vs, quem dizeis que eu sou? Respondendo, Pedro lhe disse:Tu s oCristo" ( ).

    2Corntios11.1-4

    Marcos 8.29

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    rmo, eunoestouinteressadoemqualquer conversa sobre doutrinas que nos divi-dam.Anicacoisaquemeimportasaberseal-gumamaaJesus.SeelemedizqueamaaJesus,nomeinteressaaqualigrejavai;euoconsidero

    meu irmo em Cristo. Naquele momento, nome pareceu que fosse a hora e o lugar certo paraargumentar com a pessoa que dizia isso. No en-tanto, eu me senti compelido a fazer uma per-gunta para ela antes que a conversa se encerras-se: "Quando voc fala com algum que lhe dizamar a Jesus, voc nunca lhe pergunta: 'QualJesus?'"

    Aps um breve momento de reflexo, tal pessoamerespondeuquenuncafariatalpergunta."No

    seria simptico".Sempre que visito alguns amigos de um outroestado,humhomemquemeesforoemencon-trar. Ele a alegria em pessoa, um dos homensmais amigveis que conheo. Mesmo sendo ummuulmano consagrado, ele se declara ecum-nico, e orgulha-se do fato de compartilhar algu-mas das crenas tanto dos judeus como dos cris-tos. Ocasionalmente ele freqenta uma igrejacom um de meus amigos e de fato aprecia aexperincia e a comunho. Certa vez em umrestaurante, ele estava expondo o seu amor porJesus para mim e nossos amigos cristos, eencerrou a sua declarao com as seguintes

    palavras: "Se eu pudesse rasgar a minha carne detal maneira que todos vocs entrassem em meucorao, vocs saberiam o quanto eu amo aJesus." Os sentimentos que envolveram suas

    palavras foram impressionantes; na verdade,

    incomum ouvir este tipo de declarao todevotada,atmesmoemcrculoscristos.

    ESTAMOS FALANDODA MESMA PESSOA?

    Voltando agora para o meu dilema inicial. Eu es-tava admirando a expresso de amor de meuamigo quando um pensamento preocupante to-mou conta de mim: Qual Jesus? Um breve con-flitomentalaconteceu.Penseiseeudeviaouno

    lhe fazer tal pergunta. Minhas palavras, no en-tanto, saram antes que minha mente tomasseuma deciso. "Fale-me sobre o Jesus que voc

    ama." Meu amigo muulmano nem hesitou:"Ele o mesmo Jesus que voc ama." Antes deme tornar muito "doutrinrio" com meu amigo,achei que deveria mostrar-lhe como era impor-tante definirmos se estvamos realmente falan-dosobreomesmoJesus.

    Eu usei o seu vizinho, que um grande amigonosso, como exemplo. Ele e eu realmente ama-mos esse cidado. Depois de concordarmos so-

    bre nossos sentimentos mtuos, eu comecei adar uma descrio das caractersticas fsicas denosso amigo comum: "Ele tem um metro e se-tenta de altura, totalmente careca, pesa mais oumenos uns 150 quilos e usa um brinco em suaorelha esquerda..." Na verdade, eu no pude irmuito longe, pois logo algumas objees foramfeitas. "Espere a... ele tem quase dois metros, eu

    gostariadetertodoocabeloqueeletem,eeleohomem mais magro que eu conheo!" Meu ami-go acrescentou que certamente no estvamosfalando sobre a mesma pessoa. "Mas isto real-mente faz alguma diferena?", perguntei. Eleme olhou com incredulidade. "Mas claro quefaz! Eu no tenho um vizinho que se encaixacom a sua descrio. Talvez voc esteja falandode uma outra pessoa, mas no de meu bom vizi-nho e amigo." Ento destaquei o fato de que se

    ns verdadeiramente aceitssemos a descrioque eu acabara de dar, certamente no estva-mosfalandodamesmapessoa.Eleconcordou.

    A seguir continuei descrevendo o Jesus que euconhecia. "Ele foi crucificado e morreu na cruz

    pelos meus pecados. O Jesus que voc conhecefezomesmo?"

    "No, Al o levou para o cu logo antes da cruci-ficao.Judasquemmorreunacruz."

    "O Jesus que eu conheo o prprio Deus, quesetornouhomem.OseuJesusassim?"

    Ele negou com a cabea e disse: "No, Al onicoDeus.Jesusfoiumgrandeprofeta,masso-mente um homem." A discusso prosseguiu arespeito das muitas caractersticas que a Bbliaatribui a Jesus. Em quase todos os casos, meuamigo muulmano tinha uma perspectiva dife-rente. Mesmo mantendo-se convencido de queele tinha o ponto de vista correto sobre Jesus, o

    fato de que nossas convices contraditrias nopodiam ser reconciliadas pareceu reduzir o seuzeloemproclamaroseuamorporJesus.

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    DISCUSSO DOUTRINRIA SECTARISMO?

    Alguns enxergam este meu questionamento co-mo algo no amoroso como uma prova do sec-tarismoquea discusso doutrinria produz. Eu ovejo como uma tentativa de clarear o caminho

    para que meu amigo tenha um relacionamentogenuno com o nico Salvador verdadeiro, onosso Senhor Jesus Cristo no com algum queele ou outros homens, intencionalmente ou no,tmimaginadoouinventado.

    Doutrinas, simplesmente, so ensinamentos.Elas podem ser verdadeiras ou falsas. Uma dou-trina verdadeira no pode ser divisiva de manei-ra prejudicial; esta caracterstica se aplica so-menteaensinosfalsos.

    Jesus, que a Ver-dade, s pode ser conhecido em verdade e so-mente por aqueles que buscam a verdade (

    ). O prprio Cristocausou diviso ( ),divisoentrea verdadee oerro( ).

    "Qual Jesus?" uma pergunta importantssima

    para todo crente em Cristo. Ns deveramos pri-meiro nos questionar, testar nossas prpriascrenas sobre Jesus ( ). In-compreenses sobre o Senhor inevitavelmentese tornam obstculos em nosso relacionamentocom Ele. Aavaliao tambm pode ser vital comrespeito nossa comunho com aqueles que sedizem cristos. Recentemente, durante uma r-

    pida viagem area, um dos meus amigos, preo-cupado o suficiente, fez algumas perguntas cru-

    ciais pessoa prxima a ele sobre o relaciona-mentodela com Jesus. Mesmo tendoconfessadoser um cristo, participando h quatro anos de

    "Rogo-vos, irmos, que

    noteis bem aqueles que provocam divises eescndalos, em desacordo com a doutrinaque aprendestes; afastai-vos deles" (

    ; veja tambm ).Rm 16.

    17 Rm 2.8-9

    Jo 14.6; 18.37; 2 Ts 2.13; Dt 4.29

    Mt 10.35; Jo 7.35; 9.16; 10.19Lc 12.51

    2 Co 13.5; 1 Ts 5.21

    uma comunidade crist, essa pessoa na verdadeno conhecia a Jesus nem entendia o evangelhoda Salvao. Meu amigo o levou ao Senhor an-tesqueoavioaterrizasse.

    Com muita freqncia, frases parecidas com

    "ns teremos comunho com qualquer um queconfessar o nome de Cristo", esto sensivelmen-te impregnadas de camuflagens ecumnicas. O

    A "UNIDADE CRIST"

    medodedestruiraunidadedominaosquelevama srio este tipo de propaganda antibblica, atmesmo ao ponto de desencorajar qualquer me-nor interesse em lutar pela f. Surpreendente-mente, "a unidade crist" agora inclui a colabo-rao para o bem moral da sociedade com qual-querseita"queconfessaonomedeJesus."

    Os ensinamentos herticos sobre Jesus incluemtodo tipo inimaginvel de idias sem base bbli-ca. O "Jesus Cristo" dos mrmons, por exemplo,no poderia estar mais longe do Jesus da Bblia.O Jesus inventado por Joseph Smith, que a se-guir inspirou o nome de sua igreja, o primeirofilho de Elohim, tal como todos os humanos, an-

    jos e demnios so filhos espirituais de Elohim.Este Jesus mrmon se tornou carne atravs derelaesfsicasentreElohim(Deus,oPai,oqualtinha um corpo fsico) e a virgem Maria. O Jesusmrmon meio-irmo de Lcifer. Ele veio ter-ra para se tornar um deus. Sua morte sacrificialdar imortalidade para qualquer criatura (inclu-indo animais) na ressurreio. No entanto, seuma certa criatura, individualmente, vai passar asua eternidade no inferno ou em um dos trs c-us,istoficaporcontadeseucomportamento(in-cluindoocomportamentodosanimais).

    O Jesus Cristo das seitas da cincia da mente(Cincia Crist, Cincia Religiosa, Escola Uni-tria do Cristianismo, etc.) no diferente dequalqueroutroserhumano."Cristo"umaidiaespiritual de Deus e no uma pessoa. Jesus nemsofreu nem morreu pelos pecados da humanida-de, porque o pecado no existe. Ao invs disto,ele ajudou a humanidade a desacreditar que o

    pecado e a morte so fatos. Esta a "salvao"

    "JESUS",O IRMO DE LCIFER

    "JESUS",UMA IDIA ESPIRITUAL

    ensinadapelatalCinciaCrist.

    As Testemunhas de Jeov tambm amam a Je-sus, mas no o Jesus da Bblia. Antes de nascer

    nesta terra, Jesus era Miguel, o Arcanjo. Ele um deus, mas no o Deus Jeov. Quando o Jesusdeles se tornou um homem, parou ento de ser

    "JESUS",O ARCANJO MIGUEL

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    um deus. No houve ressurreio fsica do Jesusdos Testemunhas de Jeov; Jeov suscitou o seucorpo espiritual, escondeu os seus restos morta-is, e agora, novamente, Jesus existe como umanjo chamado Miguel. A Bblia promete que, aomorrer um crente em nosso Senhor e Salvador, a

    pessoa imediatamente estar com Jesus (

    ). Com o Jesus deles, no entanto,somente 144.000 Testemunhas de Jeov teroeste privilgio mas no depois da morte, porqueeles so aniquilados quando morrem. Ou seja,eles gastam um perodo indefinido em um esta-do inativo e inconsciente; de fato deixam deexistir. Minha comunho com Jesus bblico, noentanto,inquebrveleeterna.

    Os catlicos romanos tambm amam a Jesus. Eutambm o amei da mesma forma durante vinte e

    poucos anos de minha vida, mas ele era muitodiferente do Jesus que eu conheo e amo agora.Algumas vezes ele era apenas um beb ou, nomximo, um garoto protegido pela sua me.Quando queria a sua ajuda eu me assegurava re-zando primeiro para sua me. O Jesus para quemeu oro hoje j deixou de ser um beb por quase

    2000 anos. O Jesus que eu amava como catlicomorava corporalmente em uma pequena caixa,parecida com um tabernculo que ficava no altarde nossa igreja, na forma de pequenas hstias

    brancas, enquanto que, simultaneamente, mora-va em milhes de hstias ao redor do mundo.MeuJesus,naverdade,oFilhodeDeusressus-citado corporalmente; Ele no habita em objetosinanimados.

    O Jesus dos catlicos romanos que eu conhecia

    era o Cristo do crucifixo, com seu corpo conti-nuamente dependurado na cruz, simbolizando,de forma apropriada, o sacrifciorepetido perpe-tuamente na missa e a Sua obra de salvao in-

    2 Co 5.

    8; Fp 1.21-23

    "JESUS",

    AINDA PRESO NUMA CRUZ

    completa.Aproximadamentehdoismilnios,oJesus da Bblia pagou totalmente a dvida dosmeus pecados. Ele no necessita mais dos setesacramentos, da liturgia, do sacerdcio, do pa-

    pado, da intercesso de Sua me, das indulgn-cias, das oraes pelos mortos, do purgatrio,

    etc. para ajudar a salvar algum. Os catlicos ro-manos dizem que amam a Jesus, mesmo quandose chamam de catlicos carismticos, catlicos

    morte na cruz prova o nosso valor infinito paracom Deus e que isto a base para nosso valor

    pessoal. No somente existe uma variedadeenorme de "jesuses" que promovem o ego hu-mano hoje em dia, como tambm estamos ou-vindo em nossas "igrejas" psicologizadas que a

    verdade sobre Jesus pode no ser to importantepara o nosso bem psicolgico do que nossa pr-pria percepo sobre Ele. Esta a base para o en-

    evanglicos", ou catlicos renascidos, mas naverdade eles amam um Jesus que no o Jesus

    bblico. Ele "um outro Jesus".

    At mesmo alguns que se dizem evanglicospromovem um Jesus diferente. Os chamados

    pregadores do movimento da f e da prosperida-de promovem um Jesus que foi materialmente

    prspero. De acordo com o evangelista JohnAvanzini, cujas roupas chiques refletem o seuensino, Jesus vestia roupas de marca (uma refe-rncia sua capa sem costura) semelhantes svestidas por reis e mercadores ricos. Usandouma argumentao distorcida, um pregador dosucesso chamado Robert Tilton declarava queserpobrepecado,ejqueJesusnotinhapeca-

    do, ento, obviamente, ele devia ter sido extre-mamente rico. O pregador da confisso positivaFred Price explica que dirige um Rolls Roycesimplesmente porque est seguindo os passos deJesus. Oral Roberts sustenta a idia de que, pelofato de terem tido um tesoureiro (Judas), Jesus eSeusdiscpulosdeviamtermuitodinheiro.

    AlmdapregaosobreumCristoqueeramate-rialmente rico, muitos pregadores do movimen-to da f, tais como Kenneth Hagin e KennethCopeland, proclamam um Jesus que desceu aoinfernoefoitorturadoporSatansafimdecom-

    pletar a expiao pelos pecados dos homens. Es-tenooJesusqueeuconheoeamo.

    O Jesus de Tony Campolo habita em todas aspessoas. O televangelista Robert Schuller apre-

    senta um Jesus que morreu na cruz para nos as-segurar uma auto-estima positiva. Para apoiarsua tese sobre Jesus, psiclogos cristos e nume-rosos pregadores evanglicos dizem que Sua

    "JESUS", O BILIONRIO

    O "JESUS" DO MOVIMENTODA F E DAS IGREJAS

    PSICOLOGIZADAS

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    sinoatual do integracionista psicoespiritual NeilAnderson e outros que promovem tcnicas no-

    bblicas de cura interior. Eles dizem que ns de-vemos perdoar Jesus pelas situaes passadas,nas quais ns sentimos que Ele nos desapontouou nosferiu emocionalmente. Mas, qual Jesus?

    A comunho com Jesus o corao do Cristi-anismo. No algo que meramente imagina-mos,masumarealidade.Eleliteralmentehabi-ta em todos que colocam nEle a sua f como Se-nhor e Salvador ( ). O re-lacionamento que temos com Ele ao mesmotempo subjetivo e objetivo. Nossas experincias

    pessoais genunas com Jesus esto sempre emharmonia com a Sua Palavra objetiva ( ).O Seu Esprito nos ministra a Sua Palavra, e esteconhecimento o fundamento para nossa comu-nho com Ele ( ). Nosso amor por Ele demonstrado e aumenta atravs de nossaobedincia aos Seus mandamentos; nossa confi-ana nEle fortalecida atravs do conhecimentodo que Ele revela sobre Si mesmo (

    ). Jesus disse:

    Na proporoem que ns crentes aceitarmos falsas doutrinas

    CONCLUSO

    Cl 1.27; Jo 14.20; 15.4

    Is 8.20

    Jo 8.31; Fp 3.8

    Jo 14.15; Fp1.9

    Jo 18.37

    "Todoaquelequedaverda-

    de ouve a minha voz" ( ).

    conhecem a Jesus e O esto servindo. Para estes,um dia, Ele falar estas solenes palavras:

    Mes-

    mo que sejamos considerados divisivos por per-guntarmos "Qual Jesus?", entendam que este

    pode ser o ministrio mais amoroso que pode-mosterhojeemdia.Porquearespostadestaper-guntatrazconseqnciaseternas.

    "...Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim,os que praticais a iniqidade" ( ).Mt 7.23

    sobre Jesus e Seus ensinamentos, tambm mina-remosnossorelacionamentovitalcomEle.

    Nada pode ser melhor nesta terra do que a ale-gria da comunho com Jesus e com aqueles queO conhecem e so conhecidos por Ele. Por outrolado, nada pode ser mais trgico do que algumoferecer suas afeies para outro Jesus, inventa-doporhomensedemnios.NossoSenhorprofe-tizou que muitos cairiam na armadilha daquelagrande seduo que viria logo antes de Seu re-torno ( ). Haver muitos que, por causa de sinais e maravilhas, como so chama-dos, feitos em Seu nome, se convencero de que

    Mt 24.23-26

    lgum escreveu e muitos adotam isso, como uma base para a sua f crist: . Temos que entender, desde cedo, que nos ensinos bblicos, noencontramos lugar para hipteses. Quando Deus enviava seus profetas a levar a sua mensagem para

    EseMariaabortasse, o que seria do mundo?

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    um determinado povo, ou mesmo Israel, a suapalavra era Assim diz o Senhor, quer ouam,quer deixem de ouvir. Deus jamais apresentouuma mensagem que suscitasse dvidas, ou paraque o povo discutisse a palavra de Deus, mas

    para que fosse aceita. Em relao a essaafirmao, ou a essa hiptese:

    , o profeta que anuncia o nascimentodeJesus,diz:Eisqueavirgemconceberedarluzumfilho....Evangelhosegundo

    . Ora o que tem o poder de fazer uma virgemconceber, no ter poder de fazer que oconcebido seja preservado? E a afirmao do

    profeta : Dar luz. Nada de admitir a hiptesede abortar.

    Mas, por qu dessa hiptese? Sem dvida, para

    preservar a idia da intermediao de Mariaentre Deus e os homens. A isso responde oapstolo Paulo em : Porque hum s Deus e um s mediador entre Deus e oshomens, Jesus Cristo homem. No NovoTestamento na encontramos nenhum texto quenos autoriza a pensar em Maria comointermediria entre Deus e tambm como co-redentora. Isso na existe. Algum disse quequerer fazer isso ou querer encontrar

    fundamento para essa doutrina o mesmo

    se Maria

    abortasse

    Mateus 1:23

    I Timteo 2:5

    que querer encontrar chifre na cabea de ca-valo. tentar fundamentar a doutrina no nada,naquilo que no existe. Quando o Senhor Jesusestava em Can da Galilia, num casamento on-de Ele iniciou a realizaodos seus milagrese aofaltar o vinho, a sua me veio ao seu encontroedisse-lhe: Eles na tm vinho. E qual foi a rea-o de Jesus diante disso?: Mulher, que tenhoeu contigo?. E qual foi a atitude que ela tomou

    diante dessa palavra?: Fazei tudo o que Ele vosdisser.VejaissonoEvangelhosegundo. A pior coisa que pode ocorrer a uma pes-

    soa ela ficar deslocada, estar fora do seu lu-gar. Maria, a me do Salvador, tem seu lugar, lu-gar que Deus lhe deu: a misso de trazer ao mun-do, dentro do seu ventre, o Salvador do mundo.

    No temos nada contra a pessoa bendita da medo Salvador, pelo contrrio, fazemos o que nosmandoufazer:FazeitudooqueElevosdisser.

    Outra hiptese de ela,. Mas a Bblia fala da sua virgindade

    Joo 2:1-12

    Maria, ter permaneci-do virgem

    ao conceber Jesus. No diz mais nada a respeitodesse assunto. Alis, os evangelistas Mateus eLucas falam do seu relacionamento, ou seja, deJos e Maria: E no a conheceu, at que deu luzoseufilho,oprimognito.Apalavraprimo-gnito o primeiro de uma srie, ou o primeiroentre dois, como o caso de Esa e Jac. Eram

    doisirmosgmeos,EsaoprimeiroeJacose-gundo. Veja isso em e . Ese Maria permaneceu virgem, como explicar aquesto dos filhos dela? No evangelho segundo

    Mateus 1:25 Lucas 2:7

    Mateus 13:55-56lemos: No este o filho docarpinteiro? E no se chama a sua me Maria, eseus irmos Tiago, Jos, Simo e Judas? E noesto entre ns as suas irms? Veja tambm emAtosdosApstolos,captulo1,verso14:Eper-severaram unicamente em oraes e splicas

    comasmulhereseMaria,medeJesusecomosseus irmos. bom salientar a idia de que emIsraelumamulherquenogerassefilhos,sesen-tia envergonhada, ela considerava isso um opr-

    brio, veja isso em I Samuel captulo dois. E Ma-ria no poderia ser exceo a isso. Alm de tudo,na consta na Bblia que Maria e Jos houvessemfeito voto de castidade. Ora como viver juntosnuma casa como marido e mulher sem se rela-cionar? Quem faz voto de castidade ou virginda-

    de,nosecasa.ComodizoreiSalomoemPro-vrbios: Quem toma em seu seio brasas sem sequeimar? Sexo no casamento no pecado.Alm disso, o Senhor disse: No bom que ohomem fique s, far-lhe-ei uma coadjutora. Is-so est escrito no livro de Gnesis, captulo doisverso18.

    Outra hiptese a questo de ser.Deusnopodeterme,poisEleeter-

    no.Elenofoicriado.Eleocriadordetodasas

    coisas. Esta doutrina se firma num sofisma:Ora,seJesusDeuseMariamedeJesus,lo-go ela me de Deus. No podemos apresentarou nos firmar numa informao incompleta.MariamedeJesushomem.LogoMariamede Jesus na parte humana e no divina. Ora, seeladefatomedeDeus,Comoexplicarotrata-mento que Jesus lhe deu, conforme a narrativa:Eis que tua me e teus irmos te procuram e es-to l fora? E Ele lhes respondeu, dizendo:

    Quemminhameemeusirmos?Eolhandoao redor para os que estavam assentados, disse:eis aqui minha me e meus irmos. Portanto,

    Maria a Mede Deus

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    qualquerquefizeravontadedeDeus,essemeuirmo, minha irm e minha me. Veja isso em

    e . Ora, no setratava da pessoa da sua me? Por que ento nolheabriramaala,paraqueelaentrasse?Comose

    pode perceber, ela na conseguiu se aproximar deJesus, apesar de ser a sua me. Isso bom que se

    saiba que no foi desprezo, e sim para deixarbem claro que para Deus no h lugar para pa-rentesco e sim para os que ouvem a palavra e acolocamemprtica.Noteveparentes,masne-

    Marcos 3:32-35 Mateus 12:45-50

    nhum deles teve acesso arca, s No, seus trsfilhos, trs noras e a sua esposa, aqueles que fo-ram obedientes palavra de Deus. Assim sersempre e assim foi sempre. A princpio os irm-osdeJesusnocriamnEle,conformeanarrativade .

    Outra hiptese a questo de. Em lugar nenhum da

    bblia encontramos essa hiptese. Pelo contr-rio,elanos falaclaramente:Porque peca-ram e destitudos esto da glria de Deus Eps-tola aos . Ela mesma se reconhe-ceu pecadora quando disse: A minha alma en-grandece a Deus meu Salvador, veja isso em

    . No verso 48 ela diz: Porqueatentou na baixeza de sua serva.Podemos ligaressa hiptese ao que ela disse em relao a umoutroassunto muito importante, o senhoriodela.Ela chamada de nossa senhora, enquanto queela mesma se considera serva: Eis aqui a servadoSenhor, veja issoem . a bblia dizem e : H um s Deus e um sSenhor e em e diz: ParaqueaonomedeJesussedobretodojoelhodos

    Joo 7:5

    Romanos 3:23

    Lucas 1:47-48

    Lucas 1:38Efsios 4:5 6

    Filipenses 2:10 11

    Maria ter sidoconcebida sem pecado

    todos

    escrever o seu evangelho diz para quem ele sedirige: Para que conheas a certeza das coisas.

    isso mesmo, ns escrevemos o que escreve-mos para que quem o ler conhea a certeza dascoisas ocorridas nos tempos apostlicos. melhor conhecer a verdade e viver nela do queviversobdvidas,vocnoacha?Ouprefereserenganado? Hiptese no verdade e verdadeno hiptese. Verdade verdade. Deus disse aMoiss que as coisas reveladas so para o ho-mem e as coisas no reveladas s para Deus, li-vro de . Jesus disse em

    e : Conhecereis a verdade e a verda-de vos libertar e se pois o filho vos libertar,verdadeiramente sereis livres. Deus o abenoe.Portanto, firmemo-nos nas coisas reveladas porDeus. Deus seja louvado por tudo isso. A Ele se-

    ja dada a glria e a honra, hoje e sempre.Amm eamm. O cristianismo de Jesus se firma na ver-dadeenonashipteses.

    Deuteronmio 29:29 Jo-

    o 8:32 36

    que esto nos cus e na terra. E toda lngua con-fesse que Jesus Cristo o Senhor, para a glriadeDeusPai.

    A sua f, distinto leitor, se firma em hiptese?Por que no firmar-la em fatos, em coisas reais,coisas reveladas pela palavra de Deus? Lembre-

    se que se firmar em hipteses firmar-se no na-da,construirumacasasemoalicerce.Oalicer-ce verdadeiro sobre o qual devemos edificar anossa casa espiritual Jesus, veja isso em

    , . a Bblia Sagrada arevelao completa do que ns, seres humanos,

    precisamos saber. Portanto, conhea a palavrade Deus e no viva mais sob hipteses. Lucas ao

    Mate-us 7:24-28 Efsios 2:20

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    os ltimos anos, em especial a partirda dcada de 1990, surgiram as denominaesneopentecostais com prticas estarrecedoras atmesmo para os pentecostais clssicos. Uma des-sas prticas tem sido a guerra espiritual que criaem seus adeptos uma obsesso doentia pelos es-

    pritos malignos. Muitos esto fascinados pelomal. Todavia, algumas igrejas desse movimentodescambaram para uma posio mais exticaque chamamos de ps-pentecostal. Estesadotaram como base doutrinria a teologia da

    prosperidade, e a guerra espiritual com prticaslitrgicas do espiritismo e candombl (sessodo descarrego, fechamento de corpo, e objetossantificados).

    . Felizmente isto noocorre nos segmentos pentecostais clssicos eneoclssicos. Ao contrrio, eles tem demonstra-do preocupao e at combatido essa prxis .

    quatrofontesemgeral). Neuza Itioka, neo-

    pentecostal, em seu livroapresenta como fonte principal(primria) fatos constatados e verificados nas

    (1)

    Pessoas com essa cosmoviso pas-

    sam a ver Satans em qualquer coisa. Desderesfriados comuns, dores de cabea, proble-mas matrimoniais e at no comportamentoanormal dos filhos

    (2)As Bases da Prtica de Batalha Espiritual(a. Experincias pessoais

    A Igreja e a BatalhaEspiritual

    ministraes pessoais, e depoimentos de ex-pais de santo. Com essas constataes ela seconvenceu de que salvos podem ficar endemo-ninhados. Veja, sua doutrina comea emsuas experincias... A Bblia usada em se-gundoplano.

    . Outrodefensor do movimento de batalha espiritual Peter Wagner. Em um de seus artigos escreveque a hierarquia satnica est dividida em seis

    potestades mundiais: Asmodeo, Beellezebub,rios, Damio, Memguelesh e Nosferatus, queesto diretamente subordinados ao diabo. Essesnomes, segundo Wagner, foram descobertos porRita Cabezas, que pesquisou tal hierarquiausando mtodos que Wagner prefere no

    citar. Uma leitura nas obras de Rita,facilmente se identifica as fontes usadas paradescobrir a hierarquia satnica. Ela cita que tevelongos dilogos com demnios (atravs de pes-soas endemoninhadas), os quais lhes revelaramseus nomes e suas funes. Embora reconheaquenocorretobasearsuateologianessesrela-tos,Cabezasacrescenta...tenhoaimpressodequeaqueledemniodiziaaverdade.

    . A pesquisa cientfi-

    ca tem sido outra fonte de conhecimento espiri-tual extrabblico. Devemos obter, da cincia,todaajudaquepudermosparaidentificaracausa

    (3)

    b. Revelaes dos prprios demnios

    (4)

    (5)c. Pesquisas da psicologia

    Mas o Esprito expressamente diz que em temposposteriores alguns apostataro da f, dando ouvido aespritosenganadores,eadoutrinadedemnios(ITm4.1)

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    ..............................................................................................................

    do sofrimento humano. Todavia, no fcil dis-tinguir distrbios mentais de possesso demon-aca.NossoSenhoreosapstolosnotinhamne-nhuma dificuldade, mas gozavam de uma posi-oespecialquenonospareceseramesmaqueos cristos de hoje ocupam. Alguns estudi-osos da rea da psicologia pastoral tm procura-

    do distinguir a possesso demonaca de doenasmentais. O psiclogo e pastor C. Rosik fazuma advertncia aos pastores: diagnosticarDMP (distrbios de mltipla personalidade) co-mo sendo possesso inaceitvel porque ex-tremamente prejudicial ao doente. Portantoprecisomuitacautela.

    . GaryGreenwald outro defensor do movimento bata-lha espiritual, afirma que os espritos malignos

    podem ser transferidos para os crentes de seismaneiras: viver em associao com incrdulos,morar numa cidade onde os espritos dominan-tes seduzem os crentes, assistir filmes pornogr-ficos ou violentos, transferncia de espritos an-tepassados mpios, imposio de mos por pes-soaserradas,elderesespirituaisquenosoho-mens de Deus. verdade que algumas das si-tuaes acima so prejudiciais ao salvo, mas daconcluir que elas transferem maus espritos aoscrentesafastar-sedemaisEscrituras.

    O maior problema que observo nesses movi-mentos, so as pessoas convertidas das reli-gies afro-brasileiras, que acreditam em rogar

    pragas, mal olhado, casa mal assombrada e ou-tras crendices. Estas pessoas sem aprender a Pa-lavradeDeussepemaensinar.Piorainda,adi-rigircultosdelibertaoeagoraastaissess-es de descarrego com seus lderes uniformiza-dos, vestidos de branco, exatamente iguais aoespiritismo e candombl.

    Os perigos para as pessoas, mesmo as crists,que adotam uma demonizao, de tudo, sodevastadores. Nosso povo precisa estar alerta

    para no cair nessa teia aracndea.

    (6)

    (7)

    (8)

    d. Conceitos pagos sobre demnios

    (9)

    1. Reducionis-modeDeus,edesuaPalavraemfavordeele-

    Algumas Conseqnciasdessa Distoro.

    Tende cui-dado para que ningum vos faa presa sua, pormeio de filosofias e vs sutilezas, segundo a

    tradio dos homens e rudimentos do mundo, eno segundo Cristo (Cl 2.8).

    vao de seus lderes. Quando, na igreja o es-tudo responsvel das Escrituras substitudopelo folclrico e irresponsvel colecionar deexperincias, O Deus soberano, trocado porum deus acuado, impotente, que contemplaassustado a batalha espiritual travada nocosmo entre anjos maus e bons, sob o

    comando esperto de modernos gurus (10)

    2. Cultocentralizado na guerra contra o diabo.

    3 . Substituio da f pelomisticismo.

    4. Explorao excessiva

    da emoo em detrimento da razo.

    (11)5. Temor doentio e decepo.

    1. impossvel que o salvo fique sobpossessodemonacaoudemonizado(12)

    . Aose perder de vista a soberania de Deus, aconseqncia exagerar os poderes de satans ea sua liberdade de atacar os salvos.

    impressionante, mas se Deus destrusse hoje omaligno e seus demnios, muitos ministriosfechariam suas portas. Perderiam a razo de suaexistncia.

    Essaamaisperniciosadetodasas

    conseqncias. Porque distorce, afasta edesvirtua a natureza da revelao de Deus nasEscrituras, para coloca-las em pessoas (lderes)que pensam poder dominar o mundo dosespritos. A maior calamidade que

    Narealidade esse misticismo no liberta, mas,escraviza. Uma vez que mantm seus adeptosdistantes do Evangelho, do verdadeiro poder delibertao ( ).

    Aemoofaz parte do ser humano, o problema acontecequando as pessoas so cegamente guiadas pelasemoes. Em toda Bblia somos chamados auma vida dirigida pelo entendimento. Observeque no maior mandamento nosso Senhor Jesus,diz

    Paulo afirma queo culto deve ser racional ( ). Isso porqueumdospontosfracos,dentreoutros,deumavidaguiada pelas emoes a maior facilidade paratentaes.Viver o cristianismo em termos de batalhaespiritual, leva a uma forte tendncia de se verconexes sinistras entre dificuldades do dia-a-d i a c om a ti v id ad es d em on ac as . E mconseqncia, ocorre o pnico e tambm a umcomportamento paranico, trazendo sempremuitadecepoaseuspraticantes.Cuidado!

    sem f impossvel agradar a Deus (Hb 11.6).

    Rm 1.16

    Amars ao Senhor teu Deus de teuentendimento... (Lu 10.27).

    Rm 12.1

    O Que Ensina a Bblia Sobre as

    Adversidades da Vida.

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    (1)

    (2)

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    (4)

    (5)

    (6)(7)

    (8)

    (9)

    (10)(11)

    (12)

    (13)

    Estudiosos da religio, como Paulo D. Siepierski em Ps-pentecostalismo e poltica no Brasil, 1997, p.52, divide o pen-tecostalismo em 4 grupos: Pentecostais clssicos, neo-cls- sicos,neopentecostais e ps-pentecostais.

    Os escritores da Assemblia de Deus, Paulo Romero, emEvanglicos em Crise (So Paulo: Mundo Cristo, 1995), e PauloC.Lima em O que est por trs do G-12(CPAD, 2000) fazem severascrticas ao movimento de batalhaespiritual.

    Neusa Itioca, A Igreja e a Batalha Espiritual: Voc est em

    Guerra! em Srie Batalha Espiritual (So Paulo: Edi-tra Sepal, 1994),

    pp.29-30;61-64C. Peter Wagner, Territorial Spirits and Wold Missions, em

    Evangelical Missions Quartely,(1989) p.159,284Rita Cabezas, Desmascarado. So Paulo: Renascer, 1996, p.

    216.Augustus Nicodemus, Batalha Espiritual, p.66Dois autores que faz uma abordagem desta Samuel Southard e

    Donna Southard, Demonizing and Mental Illness (III): explanation andtreatment, Seoul.Em Pastoral Psychology, (1986), pp. 132-151.

    Christopher Rosik, Multiple personalite disorder: an in- troductionforpastoralCare,(outonode1992)pp.291-298

    Gary Greenwald, The dangelus transference of spirits, emCharisma & ChristianLife,(Out 1990) pp.110-120

    Cludio Marrain Augustus Nicodemus,Batalha Espi-ritual, p.8C. S. Lewis, Cartas do Diabo ao seuAprendiz. Petrpolis: Vozes,

    2000,p.17Os defensores da batalha espiritual afirmamque demonizao

    diferente de possesso. Enquanto a posses- so total, ademonizao parcial, ou seja, existem graus diferentesem que umapessoa, mesmo um crente, possa estar com alguma rea de sua vidadominada por satans. Advirto, biblicamente essa tese insustentvel.

    DaltonS. Lima,A BatalhaEspiritual.Manuscrito,2001. p. 15

    Se algum est em Cristo, nova criatura...(II Co 5.17).

    Ef 2.1-3

    Rm 8.1 Rm 8.1-17

    I Co 3.16

    I Jo 5.18

    Rm 8.18-25

    Senhor, acaso no atenta-ram os teus olhos para a verdade? Feriste-os,

    porm no lhes doeu; consumiste-os, pormrecusaram a receber a correo; endurecerama sua face mais que uma rocha; recusaram avoltar (Jr 5.3).

    Ap 9.20-21;16.8-11

    O Novo Testamento destaca anovarelaoqueaquelequeestemJesus,man-tm com Deus. Antes era filho da ira, dominado

    pela carne, pelo mundo e pelo diabo, e ainda es-tava debaixo do juzo de Deus ( ).Ao re-ceber a Jesus como seu nico salvador, foi per-

    doado e adotado como filho de Deus em Cristo,agoranenhumacondenaohcontraele(). guiado pelo Esprito Santo ( ),

    com qual mantm ntima relao ( ).Razo pela qual Joo chega mesmo a afirmarque maligno no toca nos filhos de Deus (

    ). Portanto, satans no tem mais nenhumaautoridade ou direito sobre os salvos, emboraaindapossatent-losaopecado.

    obvio, que o diabo nos ronda como leo e queseus demnios esto sempre procurando nosatacar, tentando-nos, para nos levar ao pecado.Devemos resistir firme na f no Todo Poderoso.Entretanto, a Bblia mostra que os espritos ma-lignos no so a nica causa para o sofrimentoda humanidade. O homem responsvel peloseu pecado e pelas conseqncias do mesmo.Vivemos em um mundo decado, onde a criaogeme, suportando as dores debaixo do cativeiroda corrupo por causa desse pecado humano

    ( ).

    As conseqncias do juzo de Deus podem tra-zer sofrimento.

    Deus muitas vezes, intervm nahistria em julgamento, trazendo por vezes de-

    sastres, sofrimentos e dores, objetivando levar ohomem ao arrependimento (ver tb)

    .Hca-sos de pessoas endemoninhadas e h casos depessoas portadoras de distrbios mentais e emo-

    2.OPecadoCausaSofrimento.

    3.OJuzodeDeustambmtrsadversidades

    .

    O fenmeno da possesso demonaca em pes-soas incrdulas inegvel. A Bblia relata v-rios casos. Por outro lado, nem todo desequi-lbrio mental ou emocional, doena e adversi-

    dadedavidasodeorigemdemonaca

    CONCLUSO

    cionais. Cada um requer tratamento diferente eapropriado. Como discernir? Somente atravsdo conhecimento das Escrituras, da orientaodoEspritoSantoedousodobomcensoO ps-pentecostalismo procura sempre se focarem cima da religiosidade popular. Tal fato propi-cia, em seus cultos, o uso indiscriminado de

    exorcismos e objetos "santificados" ("leo san-to", "gua ungida", "sal grosso", "cruz de Cris-to", "rosa do amor"). Com isso romperam com o

    pentecostalismo clssico; afastando-se cada vezmais do protestantismo histrico.Aprofundam acontradio com ambos ao adotar prticas pa-gs. uma forte ruptura na cosmoviso pente-costal clssica, e ainda mais com o protestan-tismo histrico. S o tempo vai demonstrar asreais conseqncias dessa apostasia. Que Deus

    nos guarde.

    (13)

    (*) O Autor Prof. STB de Niteri,

    Mestrando em Teologia pela Mackenzie, ps-graduado em Novo Testamento, Contatos, Cel.: [email protected]

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    regar um grande mistrio e, de igual modo, o crescimento da igreja, e, por isso queambosjamaisseroesgotados.Pensoqueaparboladasementeedogrodemostardailustrambemoque estou colocando, pois, para mim, tanto a pregao como o crescimento da igreja, ainda que de-

    pendam da participao do homem, so, em ltima anlise, obras do Deus Eterno e Todo Poderoso navida do pregador e da igreja. , logo no estarei compartilhandode forma acadmica, nem idias ou estratgias de crescimento de igreja, pois isto os irmos tm emabundncianoslivros e manuaisde crescimentode igreja.

    O texto bblico ser minha prioridade

    Procurarei demonstrar nesta preleo, tendo co-mo base

    , que aigreja cresce quando abenoada por uma pre-gao bblica, pois, como diz o Dr. Martyn Llo-yd-Jones:

    A Segunda

    Carta Timteo nos leva ao primeiro sculo dahistria da igreja. Cerca do ano 67 AD., PauloestavapelasegundavezpresoemRoma.NaPri-meira Carta, ele expressou um temor de que no

    pudesse retornar a feso. Agora aguardava o pi-or:asuaexecuoiminente!Nessahoracrticae

    o texto neotestamentrio acima, a his-tria e a experincia presente da igreja

    A pregao a tarefa primordial daigreja, e, por conseguinte, o mnus do ministroda igreja; e, que, tudo mais subsidirio a isso,inclusive o crescimento da igreja1

    negra, da mida cela romana, esquecendo de simesmo, o velho apstolo aos gentios anseia re-verseuamadofilhonaf.Assim,dominadopelo

    pensamento do fim de seus dias,Paulo, num l-

    timo e apaixonado apelo, admoestou Timteo aser fiel ministro do Senhor Jesus, cumprindoplenamenteo seu ministrio.

    Portanto, amados, se desejamos ardentemente oprogresso da igreja de Cristo, ns que vivemos deste mundo secularizado,materialista e terrivelmente violento; e, que pre-senciamos o crescimento da apostasia na igrejado Senhor, havemos de atentar para a Palavra doSenhor. Em ltima anlise, importa, como fiis

    pregadores, cumprir plenamente o nosso minis-trio, buscando a edificao e o crescimento da

    igreja do Senhor Jesus. A exortao dirigida aTimteo tem validade e aplicao permanenteaos pregadores e igreja do Senhor em toda equalquer poca. Em toda e qualquer poca a ta-refa primordial de todo pregador a proclama-o do Evangelho para edificao, consolao erenovao da esperana. Uma pergunta neces-sria: Que tipo de pregao produz edificao eo crescimento da Igreja de Cristo? H muitos fa-

    tores, porm, luz do texto que serve de base esta reflexo, sugerimos trs razes fundamen-tais:

    os ltimos dias

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    A pregao que produzedificao e o crescimento da Igreja

    do Senhor Jesus...

    I. DEVE ESTAR CENTRADAEMDEUS, (v.1)

    Conjuro-te diante de Deus e de CristoJesus, que h de julgar os vivos e os mortos,pela sua vinda e pelo seu reino...A expanso vertiginosa da igreja primitiva emJerusalm, nos primeiros Cinqenta anos de suaexistncia, que segundo alguns estudiosos do

    Novo Testamento teria alcanado milhares demembros s nos primeiros seis meses, um de-safio perene para a igreja atual.Apenas para re-

    lembrar, no livro mais importante da histria daigreja primitiva, Atos dos Apstolos, lemossobre o seu

    somos in-formados que as igrejasConcisamente, nos diz Lucas

    Di-ante de tantas maravilhas realizadas pelo poderde Deus, vemos o testemunho de Tiago diante

    dos ancios da igreja em Jerusalm, em

    luz da histria da igreja primitiva em Jerusa-lm,edaPalavradeDeus,notamosqueocresci-mento fantstico desta igreja seguiu um padro

    bem definido, conforme lemos emAtos 2.41-47.No texto, podemos verificar que h quatro tipos

    de crescimento

    Tanto crescimento, resultava,naturalmente, da ao de Deus atravs da vidados apstolos e dos discpulos. O autor de Atosafirma:

    .Eco-mo isto era feito? Sem dvidas, atravs da pre-

    2

    crescimento numrico: Multipli-cou-se o nmero dos discpulos... E crescia a

    Palavra de Deus e... se multiplicava o nmerodos discpulos.(6.1,7) EmAtos 9.31,

    ...multiplicavam-se.: A Palavra do

    Senhor crescia e se multiplicava(12.24).

    Atos 21.20: ...Bem vs, irmos, quantos milhares de

    judeus h que crem, e todos so zelosos dalei.

    : Espiritual, 42,43; Corporativo,isto , no 'Corpo de Cristo', 44-46; Social, 47 ;Numrico, 47b.

    E todos os dias acrescentava o Senhorigrejaaquelesquesehaviamdesalvar

    a

    1.

    2.

    3.

    um forte apelo formal,conjuro-te

    testificar solenemente sob jura-mento

    desde Jerusalm e arredores, eat a Ilria, havia divulgado o evangelho de

    Cristo Rm. 15. 19

    Implicando em tremenda responsabili-dade pessoal

    1 Tm. 5.21; 6.13,14

    ojuzo,aparousiaeoreino.

    Eles ressaltam a esperana e o juzoporvir, pois CristoJesus, h de julgar os vivos e os mortos na sua

    vinda e pelo seu reino.1.O Juzo final (At.

    17.31; Rm. 2.16; 1 Cor. 4.5); 2. A 'Parousia', apalavra aqui 'Epiphaneia', que significa: manifestao, e indica, o ' aparecimento do

    Senhor' que h de vir em poder e grande glriapara buscar a sua igreja (2 Tes.2.8; 2 Tm 4.8);3. O 'Reino', pelo seu reino,

    Mc 1.14,15 . A vinda do rei-no, indica a consumao, o juzo, e isto acen-tua, ainda mais, a gravidade do juramento

    formalidade do juramento,

    pois a palavra aqui empregada, significaliteralmente:

    .Earazodistoque,logoovelhoanci-o e pregador deixaria de existir e, calada a vozdaquele que

    ( ), outro precisaria ocupar oseu lugar.

    , diante de Deus e de Cristo Jesus.Timteo estaria realizando o seu ministrio pas-toral sob os olhos de Deus Pai e Deus Filho. Oolhar perscrutador de Deus acompanhava-o, ob-servando todo o seu trabalho e empenho minis-terial ( ). O grande encargo

    que pesa sobre o jovem pregador acentuado,aindamais,peloapstoloPaulo,aochamarasuaateno para trs eventos fundamentais da fcrist Estes dada asua importncia deveriam receber ateno espe-cial.

    , segundo a teologia paulina,

    Logo, esto em focotrs eventos fundamentais:

    uma aluso aoCristo que reina eternamente. O Reino umtemaconstantenoensinodeJesusenosEvange-

    lhos,ocupandoumlugardedestaquenateologiada igreja primitiva ( )

    . A, como sugerem Bro-

    adman, Carl Spain e Lock entre outros apontanestecontexto,paraafiguradeumtribunalonde

    3

    gao e do testemunho da igreja. Assim, o con-tundenteapeloapostlicodirigidoaojovempre-

    gador no sentido de que o mesmo se aplicasse apregao do Evangelho, pode ser visto da se-guinteforma:

    Timteo presta juramento solene. Este no ou-tro,senootribunaldoDeusTrino,oEternoSal-vador!

    Sobre os ministros do Evangelho e as igrejas dosdias atuais, a mesma responsabilidade erecaem

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    ..............................................................................................................

    dores, nos diz Marcos: E depois que Joo foientregue priso, veio Jesus para a Galilia,

    pregando o Evangelho do reino de Deus, e di-zendo: O tempo est cumprido, e o reino deDeus est prximo. Arrependei-vos e crede no

    Evangelho

    .

    Segundo o evangelho de Lucas, quando JesusestevenaSinagogadeNazar,eledescreveuaSimesmo como divinamente enviado

    ( ). O Dr. John A Broadus, diz:

    a pregarboas novas ao pobre... a proclamar liberdadeaos cativos... a anunciar o ano aceitvel do Se-nhor Lc. 4.16-21

    OsEvangelhosnosapresentamquadrosines-quecveis do pregador itinerante, nas sinago-

    gas, nos montes, beira-mar, indo de vila emvila, arrastando aps si multides quase incon-tveis, deixando o povo abismado e eletrizado

    desafios. Seremos fiis ao Senhor e ao minist-rioquerecebemosdele?Da nossa fidelidade ao Senhor, enquanto prega-dores e membros de sua igreja, depende o desti-nodestageraocaticaesemrumoqueseafas-tadeDeuscadavezmais.

    O Deus eterno, o Supremo Juiz do Universo e asua glria, deve ser o nosso alvo dirio. Comopregadores do evangelho e membros de suaigrejadevemosbuscar aglriadoSenhor.

    Uma rpida incurso contextual sobre a prima-zia da pregao no ministrio do Senhor, dosapstolos e da Igreja primitiva se faz necessria.Ela fundamental para entendermos o contun-dente apelo de So Paulo a Timteo:

    . Sobre Jesus,Prega a

    Palavra o Prncipe dos prega-

    A pregao que produza edificao e o crescimento da igreja

    do Senhor Jesus...

    II. DEVE ESTAR ALICERADA

    NAPALAVRA( v.2;5 )

    Prega a Palavra, insta a tempo e forade tempo, admoesta, repreende, exorta,com toda longanimidade e ensino... Tu, po-rm,ssbrioemtudo,sofreasaflies,fa-

    ze a obra de um evangelista, cumpre bem oteu ministrio.

    com as suas palavras de graa e autoridade doseu ensino... A prdica de Jesus era um clamor,mui insistente por Sua compaixo, e poderoso

    por sua urgncia

    keirussein,proclamar ou anunciar

    Euaggelzestai, que enfatiza a natureza damensagem proclamada como boas novas

    didaskein, utilizada com osentido de ministrar aos homens a verdade di-vinaedeinstru-losnaretido

    sermo do monte A prdica, segundo o signi-ficado e o propsito de Jesus, inclua todos oselementos calculados com o fito de mover amente em todas as suas funes e levar o ho-mem a ver, sentir avaliar, e tomar decises mo-rais

    para que

    . Temos ns conscincia des-te clamor ingente? Desta insistente compaixo eurgncia?QueapregaodoEvangelhoatare-faprincipaldaigrejaindiscutvel.

    No entanto, o que significa pregar o evangelho?O vocbulo geralmente empregado em o NovoTestamento para quesignifica . Outro

    .Umaterceira palavra

    .tambmlivre-

    mente empregado para indicar a prdica a multi-des. Todos esses elementos encontramos no

    .

    . Assim, de uma forma simples e resumi-da, luz do Novo Testamento, pregar o Evange-lho anunciar as Boas Novas de Salvao em

    CristoJesus,nossoSenhoreSalvador.

    Ao constituir o corpo apostlico, percebemosque o propsito do Senhor Jesus foi

    4

    5

    pregao

    estivessem com ele, e os mandasse a pregar;e para que tivessem autoridade de expulsaros demnios Mc. 3.14,15

    veiopregando o evangelho do reino de Deus

    ( ). Jesus ,o Prncipedos pregadores, nos diz os Evangelhos:

    ,e,or-denou aos seus discpulos que fizessem o mes-

    mo. Pregar ao mundo o Evangelho de Cristo, eisa suprema tarefa dos apstolos e da igreja cristemtodosostempos.

    Que a a tarefa principal de Timteoe, por conseguinte de toda a igreja, repito, in-discutvel.

    . A situao era crtica, po-rm, com base em sua prpria experincia de

    pregador e missionrio, apela a Timteo para

    que assuma O ministrio da pregao do evan-gelho, como a tarefa suprema de sua vida. Paraenfatizar a tarefa principal do jovem pregador,

    pregao

    Da formalidade, Paulo, o pastor,passa intimidade

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    isto , a pregao do evangelho, Paulo utiliza-sede . Estes, enfatizam o amor Palavra, verdade e ao ministrio. Este contun-dente apelo pastoral aponta de forma clara e in-cisiva para o tipo de pregao que produz edifi-caoeocrescimentodaigreja.

    . , traduz o verbo e significa literalmente:

    . APalavra, traduz: , e, significa o , a tarefa suprema para a qual Ti-mteo fora chamado. Nas Pastorais, tal termoassume um significado mais formal, indicando

    , conforme Paulo lhehavia transmitido. Seria a proclamao do

    em toda a sua plenitude, con-formesEscrituras nos revelam( ).

    Paulo incisivo em seu apelo: , o que

    , ou ainda: .A respeitada traduo bblica In-

    Glesa, , diz:

    cincoimperativos

    1. Esta deve estar fundamentada noamoraPalavradeDeus.

    Prega a Palavra' Pregakeiruss, anunciar

    pu blicamente; proclamar em alta vozLogos

    Evangelho

    o evangelho ortodoxoLo-

    gos encarnado1Tm3.16

    insta a tempo efora de tempo permanecefirme todo o tempo quer sinta ouno oposio

    mostra-te urgentssimo, a

    significa

    RSV

    tempoeforadetempo

    Qual a grande crise da igreja na atualidade?

    6.

    a do abandono da Palavra de Deus. O abando-no da pregao autntica e alicerada na Palavrade Deus, levou o Dr. Martyn Lloyd-Jones, um

    vra no grego tem dupla conotao: Primeira-mente, o sentido bsico

    O segundodependendo do contexto

    A ao pastoral de Timteo, acima de tudo deve-ria ser pautada pela longanimidade, ou seja,

    pelapacincia e tolerncia.

    confortar, Con-solar os fiis ( 2Cor 1.4,6). , reco-mendar (Rm.12.8), .

    dos maiores pregadores do final do sculo XX, aafirmar:

    .

    Enquanto os homens criam nas Es-crituras como a Autoritria Palavra de Deus, e

    falavam alicerados sobre essa autoridade, t-

    nhamos grandiosas pregaes. Porm, umavez que isso desapareceu e os homens comea-ram a especular, a postular teorias, a apresen-tar hipteses, e assim por diante, a eloquncia,a grandiosidade da palavra falada passaram adeclinarecomearamadesvanecer.Nosendo

    portanto, surpreendente que a pregao come-asseadeclinar

    7

    2. Fundamentada no amora verda-de revelada.

    Atravs de trs imperativos, Paulo enfatizao caminho ministerial que Timteo ter de

    percorrer:

    Admoesta/corrige, isto , apela para atcnico,

    reprimenda refu-tao provar que estar errado

    .

    Repreende, isto , apela para a

    advertircomseriedade

    Exorta, isto , apela para a

    razo

    conscincia.

    vontade.

    . um termo usado na filosofia ou naLei, com referncia ao processo de acareao.Sua forma nominal indica ,

    , ou ainda, .Eisotrabalhomaisconstantedopastor

    Constantemente usado nos sinticos, refere-se acensura moral. E, significa no grego literalmen-te: .Aqui o foco so osfalsos mestres e suas falsas doutrinas, bem comoos falsos irmos. Estes devem ser comba- tidos

    com veemncia, e ainda os crentes ortodo- xosquanto a doutrina, e no quanto a vida. Esta uma contradio impossvel para quem professaafcrist.

    A pala-

    3. Fundamentado no amor ao mi-nistrio

    Tu, porm, a expresso enfatiza o con-

    traste entre o verdadeiro ministro e os her-ticos.

    S sbrio, ou seja

    inchados de orgulho de mente cor-rupta insensatos enganando esendo enganados

    Sofre as aflies

    2 Tm.2.3; 3.12; 1 Pe. 1.21

    , conserva os olhos bemabertos o tempo todo. Paulo esperava que Ti-mteo, evitasse o mundo nebuloso da

    em que os seus opositores viviam (3.4),

    (3.8), (3.9), (3.8). Que tremendo desafio

    para um jovem pregador! , fi-

    gura proveniente do mundo militar, e que apelapara a prontido, mesmo em tempo de profundacrise e sofrimento ( ).

    pregaofantasiosa

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    Que os jovens pastores e as igrejas de hoje ar-damdeamoraPalavraeasalmasperdidas!Que este Seminrio ensine aos jovens vocaci-onadosoamoraDeus,suaPalavraeIgreja!

    Queapaixopelapregaobblicainflameoco-raodoschamadosporDeusparaoministrio!

    (Continuanoprximonmero)

    nhar almas, leva algum a CristoCumpre

    bem o teu ministrio -d a medida completa

    4.17; Lc.1.1; At. 12.25

    . Note a for-a dramtica e a urgncia do apelo:

    como servo fiel, o quesignifica: , assim comoeu tenho dado ( ), e a Deusdtodaaglria!

    A Igreja s crescer na medida em que a Palavrade Deus for ensinada, obedecida, vivida e prega-da.

    Est escrito na Bblia Sagrada

    Maldito o homem que faz imagem de escultura oufundida, coisa abominvel para o Senhor, obra das mos dosartfices e a coloca num lugar escondido; e todo o povoresponder e dir:Assim seja ( ).

    Todo homem se tornou nscio com a sua cincia (dos

    dolos); a prpria esttua (do dolo) a vergonha de todo o seuartista, porque fundiu uma e um corpo sem alma(Profecia de ).

    Deuteronmio 27:15

    Jeremias 10:14falsidade

    de Deus. bastante conhecida, diz Roberto

    Sumner,

    8a clssica ilustrao do ateu no in-

    cndio da igreja. Quando um conhecido brin-coucomele,dizendo-lhequeeraaprimeiravezque o via na igreja, o ateu respondeu imediata-mente: a primeira vez que a igreja pega fo-

    go!

    A Igreja depende de pastores fiis, que vivam oquepregamepreguemoquevivemparaaglria

    8. Roberto L SUMNER. Evangelizao: A Igreja em

    Chamas. So Paulo, SP: Imprensa Batista Regular,1980, p. 7.

    1. D. Martyn LLOYD-JONES. Pregao e Pregadores.

    Traduo de Joo Marques Bentes, So Paulo: Fiel,1984, p. 19.

    MARSHALL. Atos Introduo e Comentrio. Tradu-o de Gordon Chown, So Paulo: Mundo Cristo,1985.

    . C om en t ri o B b li co B RO AD MA N: N ov oTestamento, II Corintios-Filemon, Vol 11. EditorGeral: Clifton J.Allen. Tra- duo de Adiel Almeida deOliveira. Rio de Janeiro, JUERP, 1985, p. 424-26.

    3

    2. Frank STAGG. O Livro dos Atos dos Apstolos.

    Traduo do Ver. Waldemar W. Wey, 2 Edio. Rio deJaneiro, RJ: JUERP, 1982, p. 68-9. Ver I. Howard

    4

    5

    . John A BROADUS. O Preparo e a Entrega deSermes. Traduo do Ver. Waldemar W. Wey, Rio deJaneiro: Casa Pu- blicadora Batista, 1960, p.2.

    . Cf. BROADUS, Op. Cit. p. 3.

    6

    7

    . Cf. BROADMAN, Op. Cit. p. 424.

    . Cf. LLOYD-JONES, Op. Cit. p. 9.

    crise e sofrimento ( ).A pregao do Evangelho sempre acarretar in-cmodos e perseguio ( ),

    pois implica na participao nos sofrimentos deCristo ( ).

    , que literalmente significa: . E, tambm,

    2 Tm.2.3; 3.12; 1 Pe. 1.21

    2.9; Fil.1.7,13,14,17

    2.11-13 Faze a obra de um evange-lista Prega o

    Evangelho esfora-te para ga-

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    Veja

    20:4-5; 34:15 19:2632:17 10:14, 19, 20

    113:11-16; 134:15-18 9:207:195:12

    2:11

    Veja a diferena

    Falsos sacerdotes

    Porque eu, o Senhor, no mudo

    os verdadeiros adoradores

    Deus Esprito

    :

    xodo Atos dosApstolosDeuteronmio 1 EpstolaAos CorntiosOs Salmos Apocalipse de So JooProfeciadeEzequielProfeciadeMiquiasProfeciadeSofonias

    Os textos bblicos citados acima so da Bblia Sagrada. Traduzida da Vulgata e Anotada peloPe.MatosSoares.9Edio.EdiesPaulinas.

    :Maria bendita ( ) Aimagem de escultura maldio

    ( )Maria bem-aventurada ( ) A imagem de escultura falsidade

    ( ).

    Ningum mais do que os crentes em Jesus Cristo respeita e honra o nome de Maria, a benditaMe de Jesus, rejeitando as mistificaes, embustes e blasfmias que contra ela falsos sacerdotesimpingem s massas ao enganar-lhes com suas imagens de escultura, obra dasmos dosartfices.

    Moiss, primeiro escritor da Bblia, escreveu contra as imagens de escultura; Joo, ltimoescritor,escreveucontraasimagensdeescultura.

    ABbliaSagrada,doincioaofim,condenaasimagensdeescultura.fazem erra o povo, com culto das imagens de escultura, querendo fazer de

    Deusumserdeduaspalavras,oumutvel.Vejamos o que a Palavra de Deus diz sobre Deus: ...

    ( ).Deus no homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa. Porventura

    diriaela,e nofaria?Oufalaria,e noconfirmaria?( ).Todaaboaddivaetododomperfeitovemdoalto,descendodoPaidasluzes,emquemnoh

    mudana nem sombra de variao (Epstola Universal de So ).Est escrito na Bblia, Deus no muda; Deus imutvel. No passado, Deus condenou o culto

    das imagens de escultura; sem dvida alguma, hoje, daqui a mil anos, um milho de anos, Deuscontinuarsendoomesmo.

    AsimagensdeesculturaroubamocultoquesaDeusdeveserdado.

    Mas a hora vem, e agora , em que adoraro o Pai em esprito eem verdade;porque o Pai procura a taisque assim o adorem.

    , e importa que os que o adoram o adorem em esprito e em verdade(Evangelho Segundo ).

    VELHO TESTAMENTO NOVO TESTAMENTO

    Deusnomuda

    Deus Esprito:

    Lucas 1:42Deuteronmio27:15

    Lucas 1:48Jeremias 10:14

    Malaquias3:6

    Nmeros 23:19

    Tiago1:17

    Joo 4:23-24

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    Quanto de mistrio envolveu aquela noite!

    Um menino nascia,sua me o aqueciae o colocava numa manjedoura.

    Alguns animais, palhas...Ao longe alguns pastores

    Seria apenas mais umaentre tantas noites em Belm

    no fosse todo o mistrio daquele nascimento.Quanto de mistrio nos trouxe aquela noite!

    Um sublime silncio na terra:A paz!

    No cu, a festa dos anjos.A glria!

    Toda a plenitude da divindadeincorporada, sobre as palhas, numa criana!

    Se no fossem os mistrios daquela noite...Vida morte vida,

    barreiras destrudas,por algum que nascia para morrer,

    morrer por ti, por mim, por amor!Sangue puro e imaculado

    Sangue do meu Senhor!Nascido com um destino:

    Morrer e ser Redentor!Naquela noite misteriosa,

    uma visita honrosaabenoava o mundo...

    Mais que incenso, ouro ou mirra,

    aos homens Ele trazia a reconciliaoPelo seu corpo e sua carnetrazia a salvao!

    Esconderijo dos tesouros da cincia e da sabedoria,aquele nascimento revelaria todo o mistrio de Deus,

    trazendo em sua glriao maior de todos os seus segredos:

    Sua Igreja para ser irrepreensvel, inculpvel!- Eis o grande mistrio daquela noite!

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    Cremos:1- Na inspirao plena das Sagradas Escrituras naslnguas originais, preservadas com exatido einfalibilidade como Palavra de Deus, a nicaautoridadeemmatriadefeprtica.2- Na existncia e personalidade sobrenatural de umsDeus:Pai,FilhoeEspritoSanto.3- Na divindade do Senhor Jesus Cristo, assim comoa sua humanidade, que se fez em tudo semelhante aohomem,todavia sempecado.

    4- Na concepo sobrenatural pelo Esprito Santo eno nascimento virginal do nosso Senhor JesusCristo.5- Na sua morte vicria e expiatria, em que Ele deusua vida vertendo seu imaculado sangue para salvaro pecador, por efeito unicamente da soberana graaatravsdafenoporobras;enasuaressurreionomesmocorpoemquefoicrucificado.6- Na vinda pessoal, corporal e iminente de JesusCristo, para buscar a sua Igreja, e na Sua segundavinda com poder e grande glria para estabelecer seureinado, cumprindo, assim, as promessas feitas aoseupovo.7- Na salvao do homem efetuada nica eexclusivamente pela soberana graa de Deus, atravsda f, no por meio de obras, sendo que todos oshomenssopecadoresperdidoscarecendodagraaeglriadeDeus.8- Na necessidade de manter a pureza da igreja, tantona doutrina como na prtica, julgando todas as coisas

    pela Bblia e por ela sendo julgado.9- No batismo com o Esprito Santos no momentoqueopecadorrecebeaJesusCristocomoseunicoe

    todo suficiente Salvador pessoal; e, que os dons doEsprito Santo concedidos Igreja, precisam sercompreendidosluzdetodooNovoTestamentoedahistriadaIgrejadeCristo.10- Na necessidade de manter um louvor reverenteque consulte o carter e a dignidade do nosso Deus ePaireveladoemCristoJesus,oSenhor.11- Na separao Bblica de todo aquele que nega afesecomprometecomoerro,eaapostasia.12- Na prtica da fidelidade f, e no compromissodiriodeanunci-laatodacriatura.

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