Telessade Informa Mar§o de 2012

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Os destaques dessa edição são as mudanças para o SIAB e para o NASF em 2012 e a reportagem sobre o Telessaúde, seus serviços e histórias de equipes que participam e já perceberam a diferença. Além de dicas de filmes, vídeos, eventos e a programação das webs em março!

Transcript of Telessade Informa Mar§o de 2012

  • Telessade InformaBoletim Informativo mensal do Ncleo de Telessade SC

    telessaude.sc.gov.brtelessaude@saude.sc.gov.br Maro de 2012

    Entrevista com Maria Catarina da Rosa, uma das coordenadoras da GEABS

    As definies para os NASFs, feitas pela Poltica de

    Ateno Bsica de 2011

    Tudo sobre o Telessade, seus servios e histrias de equipes

    que perceberam a diferenapgina 3 pgina 4 pgina 6

    Telessade: educao a distncia para a construo do SUS

  • Telessade InformaBoletim Informativo mensal do Ncleo de Telessade SC

    telessaude.sc.gov.brtelessaude@saude.sc.gov.br Julho de 2011

    Telessade InformaBoletim Informativo mensal do Ncleo de Telessade SC

    telessaude.sc.gov.brtelessaude@saude.sc.gov.br Maro de 2012

    Fique ligado:

    Portal para Educao a Distncia

    da SBMFCA Sociedade Brasileira de Medicina

    de Famlia e Comunidade lanou,no incio de 2012, o seu portal de inter-net para Educao a Distncia que

    recebeu a denominao de UNI-MFC. http://www.sbmfc.

    org.br

    III Congresso Sul-Brasileiro de Medicina de Famlia e

    Comunidade

    At o dia 19 de abril de 2012 as inscries e pagamentos sero recebidos on-line. Aps esta data, o preenchimento da ficha de ins-crio ser efetuado, porm o pagamento poder ser feito so-mente no local do evento. http://www.sulbrasileiromfc.com.br

    Programa Sade na Escola - PSEAdeso Semana Sade na Escola comeou no dia 20 de janeiro. Ao aderir campanha, o municpio indica as equipes de Sade da Famlia e as escolas que se comprometero a planejar e executar aes j planejadas para 2012. http://dab.saude.gov.br/noticia/noticia_ret_detalhe.php?cod=1465

    Programa de Va-lorizao do Profissional

    da Ateno Bsica - PROVABIncentiva mdicos, enfermeiros e cirur-

    gies dentistas que optarem por atuar nas equipes de Sade da Famlia e outras estratgias de organizao da Ateno Bsica, inclusive das populaes ri-

    beirinhas, quilombolas, assenta-das e indgenas. http://mi-

    gre.me/7VOUv

    Avaliao externa do PMAQNo primeiro ano de implantao do PMAQ, a avaliao externa ocorrer, para todos os muni-cpios participantes, seis meses aps a adeso ao Programa. Mais informaes no Manual Ins-trutivo do PMAQ: http://189.28.128.100/dab/docs/sistemas/Pmaq/pmaq_manual_instrutivo.pdf

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  • Telessade Informa: O SIAB uma ferramenta que recolhe e monitora informaes referentes Ateno Bsica. Como ela funciona e como as equipes da Sade da Famlia po-dem utiliz-la corretamente? Maria Catarina: O Sistema de In-formao da Ateno Bsica (SIAB) foi concebido como instrumento para a gesto de sistemas locais de sade, permitindo a construo de indicadores populacionais e o acom-panhamento e a avaliao contnua das atividades realizadas pelas equipes.Para utiliz-lo corretamente, os pro-fissionais dependem de trs ins-trumentos principais. Um deles, o cadastramento, traz informaes sciodemogrficas das famlias co-bertas pelas equipes. Alm disso, h mais duas fichas: a de acompanha-mento de grupos com informaes sobre prioridade, e a de registro de procedimentos e notificaes para o

    acompanhamento das aes e ser-vios desenvolvidos pelas equipes.

    TI: Trata-se uma ferramenta relati-vamente nova, implantada apenas em 98. H ainda muitos pontos em que ela deixa a desejar, ou que pode ser melhorada? Catarina: Infelizmente, comum a perda total dos dados, por v-rios motivos: vrus e formatao de mquina so os principais. E justa-mente por isso, importante que os municpios faam, mensalmente, backup de sua base de dados, para que seja possvel reinstalar o SIAB e restaurar a base, caso necessrio.Sugere-se que cada municpio tenha um responsvel pelo SIAB, que faci-lite a coleta dos dados, o repasse das informaes e que mantenha contato com o responsvel pela GERSA ou com a GEABS de forma regular, para enviar a base de dados com frequncia e checar as diferen-as entre os nmeros registrados e a realidade diria do municpio.

    TI: Em 2011, algumas mudanas

    foram definidas pelo governo. Que modificaes foram essas e como elas afetam os profissionais que trabalham diretamente com o SIAB?Catarina: Uma delas diz respeito incluso de campos relacionados ao cadastramento familiar e ao registro de informaes sobre famlias ins-critas em algum Programa Social do Governo Federal. A nova ficha reque-re alguns detalhes das consultas mdicas (como o tipo de demanda, cuidado continuado e urgncia com observao), em casos de sade mental, usurios de drogas ou de lcool, classifica os tipos de atendi-mento mdico e de enfermagem e destaca os procedimentos realiza-dos pelo cirurgio dentista quanto aos tipos de atendimento, encami-nhamentos ateno secundria e diagnsticos de alterao da muco-sa.Na prtica, cada profissional ter uma ficha de trabalho e manuseio. Nela, os mdicos, enfermeiros, au-xiliares ou tcnicos de enfermagem e ACS vo registrar todas as ativida-des e procedimentos que realiza-rem. Nela deve ser feito tambm o registro dos marcadores.Ao fim do ms, essas fichas so con-solidadas pela equipe e enviadas para a digitao (quando esta no feita na prpria unidade de sa-de). Ento possvel obter relatrios que mostraro tudo o que a equipe produziu no ltimo ms. Essas infor-maes devem ser analisadas pela equipe, pelo gestor municipal e por todos os interessados. 3

    SIAB comea 2012 com algumas mudanasUma das ferramentas mais importantes para a reestruturao do SUS, o SIAB encerrou 2011 com algumas mudanas

    Maria Catarina da Rosa uma das coordenadoras de Fortalecimento da Ateno Bsica da GEABS e trabalha diretamente com o Extremo Oeste de Santa Catarina. Ela esclarece algumas dvidas

    Outubro de 2011

    Telessade InformaBoletim Informativo mensal do Ncleo de Telessade SC

    telessaude.sc.gov.brtelessaude@saude.sc.gov.br Maro de 2012

  • Os Ncleos de Apoio Sade da Famlia - NASFs foram criados com o objetivo de ampliar a abrangncia e o escopo das aes da Ateno Bsica, bem como sua resolubilidade. Os NASFs fazem parte da Ateno Bsica, mas no se constituem como servios com unidades fsicas independentes ou especiais, e no so de livre acesso para atendimento individual ou coletivo (estes, quando necessrios, devem ser regulados pelas equipes de Ateno sica).

    As equipes so compostas por profissionais de di-ferentes reas de conhecimento, que devem atuar de maneira integrada e apoiando os profissionais das Equi-pes Sade da Famlia, Ateno Bsica para Populaes Especficas (consultrios na rua, equipes ribeirinhas e fluviais, etc.) e Academia da Sade, compartilhando as prticas e saberes em sade e atuando diretamente no apoio matricial s equipes das unidades s quais o NASF est vinculado e no territrio destas equipes.

    A responsabilizao compartilhada entre as equipes prev a reviso da prtica do encaminhamento com base nos processos de referncia e contrarreferncia, ampliando-a para um processo de compartilhamento de casos e acompanhamento longitudinal de respon-sabilidade das equipes de Ateno Bsica, atuando no fortalecimento de seus princpios e no papel de coor-denao do cuidado nas redes de ateno sade. Os NASFs devem buscar contribuir para a integralidade do cuidado aos usurios do SUS principalmente por inter-mdio da ampliao da clnica, auxiliando no aumento da capacidade de anlise e de interveno sobre pro-blemas e necessidades de sade, tanto em termos cl-nicos quanto sanitrios.

    So exemplos de aes de apoio desenvolvidas pe-los profissionais dos NASFs: discusso de casos, aten-dimento conjunto ou no, interconsulta, construo conjunta de projetos teraputicos, educao perma-nente, intervenes no territrio e na sade de grupos

    populacionais e da coletividade, aes intersetoriais, aes de preveno e promoo da sade, discusso do processo de trabalho das equipes e etc. Todas as atividades podem ser desenvolvidas nas Unidades Bsicas de Sade, academias da sade ou em outros pontos do territrio.

    Os NASFs devem utilizar as Academias da Sade como espaos que ampliam a capacidade de interven-o coletiva das equipes de Ateno Bsica para as aes de promoo de sade, buscando fortalecer o protagonismo de grupos sociais em condies de vul-nerabilidade na superao de sua condio.

    Quando presente no NASF, o profissional sanitaris-ta pode reforar as aes de apoio institucional e/ou matricial, ainda que elas no sejam exclusivas dele, tais como: anlise e interveno conjunta sobre ris-cos coletivos e vulnerabilidades, apoio discusso de informaes e indicadores de sade (bem como de eventos-sentinela e casos-traadores e analisadores), suporte organizao do processo de trabalho (acolhi-mento, cuidado continuado/programado, aes coleti-vas, gesto das agendas, articulao com outros pon-tos de ateno da rede, identificao de necessidades de educao permanente, utilizao de dispositivos de gesto do cuidado, etc).

    Os NASFs podem ser organizados em duas moda-lidades, NASF 1 e NASF 2. A implantao de mais de uma modalidade de forma concomitante nos munic-pios e no Distrito Federal no receber incentivo finan-ceiro federal.

    O NASF 1 dever ter uma equipe formada por uma composio de profissionais de nvel superior escolhi-dos dentre as ocupaes listadas abaixo, que renam as seguintes condies:

    I - a soma das cargas horrias semanais dos mem-bros da equipe deve acumular no mnimo 200 horas semanais;

    Ncleos de Apoio Sade da FamliaParte da Ateno Bsica, os NASFs no se constituem como servios, mas devem atuar em parceria com outras redes de sade para potencializar seus escopos e resolubilidades

    COMPARTILHANDO: Poltica Nacional de Ateno Bsica

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    II - nenhum profissional poder ter carga horria semanal menor que 20 horas; e

    III - cada