TN Petróleo 72

Click here to load reader

  • date post

    31-Mar-2016
  • Category

    Documents

  • view

    284
  • download

    9

Embed Size (px)

description

Revista Brasileira de Tecnologia e Negócios de Petróleo, Gás, Petroquímica, Química Fina e Biocombustíveis

Transcript of TN Petróleo 72

  • op

    ini

    o

    A energia descriminada, de Antonio E. F. Muller, presidente da Abdan (Associao Brasileira do Desenvolvimento das Atividades Nucleares)

    224 bilhes de dlares eminvestimentos

    Ano XII mai/jun 2010 Nmero 72 www.tnpetroleo.com.br

    Entrevista exclusiva

    John Forman, vice-presidente da HRT Oil & Gas

    De volta ao Eldorado

    O outro Brasil do petrleo Parte 3

    Wrtsil: com fora total

    Lanado ao mar primeiro navio fluminense do Promef

    Primeiro porta-contineres construdo no Brasil

    A hora do pr-sal e dos pequenos produtores de petrleo e gs, por Haroldo Lima

    Modalidades de transporte e escoamento de leos no convencionais, por Clenilson da Silva Sousa Junior

    A evoluo do licenciamento ambiental das atividades de E&P, por Maria Alice Doria

    CADERNO DE SUSTENTABILIDADEMichelin Challenge Bibendum: mobilidade sustentvel

    Frum Internacional de Comunicao e Sustentabilidade: dilogo necessrio

    Conferncia Internacional do Instituto Ethos 2010

    Mais de 2 milhes para Piatam V

    Rev

    ista

    Bra

    sile

    ira

    de T

    EC

    NO

    LOG

    IA e

    NE

    G

    CIO

    S d

    e P

    etr

    leo,

    Gs

    , P

    etro

    qum

    ica,

    Qu

    mic

    a F

    ina

    e B

    ioco

    mbu

    stv

    eis

    ESPECIAL: PLANO DE NEGCIOS DA PETROBRAS 2010-2014

  • de 2 anosde 9 funcionrios

    Se a sua empresa tem

    Estas solues so para voc:

    Estratgias EmpresariaisVoc ser capaz de fazer uma anlise completa do seu ambiente empresarial, identi cando pontos fortes e fracos, rede nindo misses e metas corporativas. Tambm ir elaborar e implementar um plano de ao estratgica.

    Gesto da InovaoDescubra que inovao no s tecnologia. E, sim, uma nova forma de pensar e geriro negcio: fazendo diferente.

    InternacionalizaoPrepare sua empresa para conquistar o mercado global, tornando seu produto ou servio mais competitivo dentro e fora do Pas.

    www.sebrae.com.br

    EmpretecUm seminrio desenvolvido pela ONU que lhe motiva a promover mudanas no seu comportamento, aperfeioando suas habilidades de negociao e gesto, proporcionando maior segurana nas decises e aumentando a chance de sucesso da sua empresa.

    Gesto FinanceiraCompreenda todas as informaes nanceiras da sua empresa e transforme-as em ferramentas para decises seguras e e cientes. Mtodo prtico: voc aprende enquanto aplica o contedo na empresa.

    Encontros EmpresariaisAprenda com a experincia de empresrios do seu ou de outros setores. Compartilhe solues j testadas e amplie sua rede de parceiros e de contatos.

  • de 2 anosde 9 funcionrios

    Se a sua empresa tem

    Estas solues so para voc:

    Estratgias EmpresariaisVoc ser capaz de fazer uma anlise completa do seu ambiente empresarial, identi cando pontos fortes e fracos, rede nindo misses e metas corporativas. Tambm ir elaborar e implementar um plano de ao estratgica.

    Gesto da InovaoDescubra que inovao no s tecnologia. E, sim, uma nova forma de pensar e geriro negcio: fazendo diferente.

    InternacionalizaoPrepare sua empresa para conquistar o mercado global, tornando seu produto ou servio mais competitivo dentro e fora do Pas.

    www.sebrae.com.br

    EmpretecUm seminrio desenvolvido pela ONU que lhe motiva a promover mudanas no seu comportamento, aperfeioando suas habilidades de negociao e gesto, proporcionando maior segurana nas decises e aumentando a chance de sucesso da sua empresa.

    Gesto FinanceiraCompreenda todas as informaes nanceiras da sua empresa e transforme-as em ferramentas para decises seguras e e cientes. Mtodo prtico: voc aprende enquanto aplica o contedo na empresa.

    Encontros EmpresariaisAprenda com a experincia de empresrios do seu ou de outros setores. Compartilhe solues j testadas e amplie sua rede de parceiros e de contatos.

  • sumrio edio n 72 maio/jun 2010

    entrevista exclusiva

    Produtores independentes parte 3

    especial: PN 2010-2014

    28 Cesso onerosa e capitalizao da Petrobras

    36 Vivendo no paraso38 Produo independente de leo

    e gs beneficia economias regionais39 Banho de gua fria40 A hora do pr-sal e dos pequenos

    produtores de petrleo e gs, por haroldo Lima

    43 Trajetria de muita energia

    com John Forman, vice-presidente da hrT oil & Gas

    De volta ao Eldorado

    Petrobras vai investir uS$ 224 bilhes at 2014

    O outro Brasil do petrleo

    Wrtsil: com fora total

    14

    42

    20

    30

    entrevista exclusiva

    14 TN Petrleo 72 TN Petrleo 72 15

    EldoradoJohn Forman Milne Albuquerque Forman,

    vice-presidente da HRT Oil & Gas

    negro e no dourado o ouro que a HRT Oil & Gas pretende explorar na regio amaznica, que j foi chamada de Eldorado brasileiro em tempos politicamente mais obscuros. A Bacia de Solimes tem um potencial muito bom, afirma o gelogo paraense John Forman Milne Albuquerque Forman. Sou de Santa Maria de Belm do Gro Par. Voc no v minha cara de ndio?, brinca o vice-presidente da mais jovem companhia petrolfera do pas, ao falar sobre os 21 blocos na Bacia do Solimes, que somam cerca de 48 mil km, cujo controle foi adquirido pela HRT no segundo semestre do ano. por Beatriz Cardoso

    Por que o PoTeNcial muiTo bom? Geologia uma coisa curiosa, pois traba-lha com correlaes. Se refletirmos sobre a evoluo geolgica e lembrarmos que os continentes um dia foram conectados, vamos ver que essa bacia tem correlao com a regio norte da frica. e o que temos l? Petrleo e gs em grandes quantidades, diz o executivo, horas antes de comear o perodo de silncio exigido pela comisso de Valores mobilirios (cVm) para qualquer empresa que vai abrir seu capital.

    o ex-diretor da agncia Nacional de Petrleo, Gs Natural e biocom-bustveis (aNP) aposta em uma ca-pitalizao bem sucedida, a despeito de ocorrer na mesma poca de pro-cesso similar na Petrobras. Somos detentores da segunda maior rea sob concesso no brasil. com apenas um tero das nossas reservas avaliadas, j temos mais de 2 bilhes de bar-ris, destaca Forman. Sem falar no potencial dos trs blocos em guas

    profundas, no offshore da Nambia, acrescenta o gelogo especializado em geologia de minerao e mestre em cincias pela universidade de Stan-ford, califrnia (eua).

    estas primeiras concesses inter-nacionais da HrT esto prximas ao campo de Kudu, onde j foi descoberto 1,3 trilho de ps cbicos (TcFs) de gs natural. e a empresa j assegurou mais dois blocos no pas africano ao adquirir a lbrea Petrleo, que tem participao de 10% em quatro con-cesses em terra. reafirmando sua aposta em reas nas quais, a despeito dos riscos, o potencial inegvel, a HrT pretende intensificar suas ope-raes esse ano, a todo gs!

    TN Petrleo Vai comear o perodo do silncio exigido para a capitaliza-o da HRT. Qual a expectativa da empresa?

    John Forman quando a HrT o&G foi criada, no ano passado, j havia a

    ideia de que ela deveria caminhar para um iPo (sigla para a expresso em in-gls initial Public offering que significa a abertura do capital de uma empresa no mercado acionrio, quando ela emi-te um volume de aes equivalentes ao seu valor de mercado ou parte do mesmo), em funo do posicionamento de nossos investidores. Trabalhamos para estarmos prontos para essa ca-pitalizao em julho, quando vamos avaliar se o mercado est ou no com apetite para este iPo.

    Quais os grandes atrativos da HRT O&G que favorecem essa abertura de capital praticamente na mesma poca da capitalizao da Petrobras?

    Temos importantes ativos na bacia de Solimes, a maior bacia produtora onshore do pas (e a segunda maior em gs), e ativos offshore na cos-ta da Nambia. (A HRT tem 40% do controle das concesses adquiridas na Nambia, sendo o restante dividido entre

    SomoS deTeNToreS da

    SeGuNda maior rea

    Sob coNceSSo No

    braSil. com aPeNaS

    um Tero daS NoSSaS

    reSerVaS aValiadaS,

    j TemoS maiS de

    2 bilHeS de barriS.

    De volta ao

    20 TN Petrleo 72 TN Petrleo 72 21

    como era de Se eSPerar, a rea de explorao e produo (E&P) receber mais da metade dos in-vestimentos previstos pelo Plano de Negcios da Petrobras para o pero-do de 2010 a 2014 (PN 2010-2014): ficar com US$ 118,8 bilhes, que representa 53% do total de US$ 224 bilhes de recursos que sero alocados para projetos no Brasil e no exterior.

    O montante 14% superior aos investimentos estimados no plano anterior (2009-2014). A segunda maior receita ficou com a rea de abastecimento (que engloba, alm de refino, transporte e comerciali-zao), que vai receber US$ 73,6 bilhes, equivalentes a cerca de 33% do total.

    Os investimentos em novos projetos somam US$ 31,6 bilhes (pouco mais de 14% do total), sen-do que o E&P vai receber 62% (US$ 19,7 bilhes), ficando a rea de gs e energia com 21% (US$ 6,5 bilhes) e o abastecimento, com 16% (US$ 5,1 bilhes).

    No PN 2010-2014, houve uma reduo de US$ 17 bilhes de re-

    tirada e redefinio de outros pro-jetos e foram agregados 155 novos empreendimentos. O presidente da Petrobras, Jos Sergio Gabrielli, afirmou que, no total, 686 projetos de grande porte integram o plane-jamento atual, para o perodo de 2010 a 2014. No plano anterior, com investimentos para o pero-do de 2009 a 2013, a previso era executar 531 projetos do mesmo porte cada um com mais de US$ 25 milhes.

    Produo revistaNo PN 2010-2014, a meta de

    produo no Brasil e exterior para 2014 de 3,907 milhes de barris

    de leo equivalente por dia, o que corresponde a um crescimento anual de 9,4% nesses quatro anos, toman-do como base o projetado para 2010, de 2,723 milhes de barris.

    Do total previsto para 2014, no Brasil sero extrados 2,980 milhes de barris de petrleo, sendo 152 mil barris de reser