25ª Edição do Informativo do Senge-GO

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Informativo do Sindicato dos Engenheiros no estado de Goiás | Janeiro 2013 Visite nosso site acessando: www.senge-go.org.br Não deixe de anotar o nome do SENGE-GO na Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), no campo “Entidade de Classe”. É uma contribuição indispensável para o combate do exercício ilegal da profissão e uma importante receita para a nossa entidade manter todos os serviços prestados aos associados. Portanto não esqueça de preenchê-la, lembrando que os profissionais não sindicalizados também devem fazer a anotação. ART Chegou a hora da contribuição sindical RECURSOS SãO ESSENCIAIS PARA QUE O SENGE-GO MANTENHA A REPRESENTATIVIDADE DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA PERANTE OS óRGãOS PúBLICOS E NO MEIO POLíTICO, ALéM DE LUTAR PELA VALORIZAçãO DA CLASSE. PÁG. 03 SINDICATO FECHA 2012 COM HOMENAGEM A PROFISSIONAIS UNIMED ABRE PRAZO DE CONVêNIO SEM CARêNCIA Confraternização do Dia do Engenheiro é marcada pela entrega de certificados a engenheiros que se destacam pela contribuição à prática sindical em suas carreiras. PáG. 06 Plano de saúde firmado pelo sindicato não tem taxas de administração e demais encargos cobrados por outras operadoras, e garante 50% de desconto em consultas, exames e Guia de Tratamento Ambulatorial. PáG. 05

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Versão on-line do informativo impresso do Sindicato dos Engenheiros no Estado de Goiás

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  • Informativo do Sindicato dos Engenheiros no estado de Gois | Janeiro 2013Visite nosso site acessando: www.senge-go.org.br

    No deixe de anotar o nome do SENGE-GO na Anotao de Responsabilidade Tcnica (ART), no campo Entidade de Classe. uma contribuio indispensvel para o combate do exerccio ilegal da profisso e uma importante receita para a nossa entidade manter todos os servios prestados aos associados. Portanto no esquea de preench-la, lembrando que os profissionais no sindicalizados tambm devem fazer a anotao.

    ART

    Chegou a hora da contribuio sindicalRecuRsos so essenciais paRa que o senge-go mantenha a RepResentatividade dos pRofissionais de engenhaRia peRante os Rgos pblicos e no meio poltico, alm de lutaR pela valoRizao da classe. PG. 03

    SindiCato feCha 2012 Com homenagem a profiSSionaiS

    Unimed abre prazo de Convnio Sem CarnCia

    Confraternizao do Dia do Engenheiro marcada pela entrega de certificados a engenheiros que se destacam pela contribuio prtica sindical em suas carreiras. Pg. 06

    Plano de sade firmado pelo sindicato no tem taxas de administrao e demais encargos cobrados por outras operadoras, e garante 50% de desconto em consultas, exames e Guia de Tratamento Ambulatorial. Pg. 05

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    PResidenTegerson TertulianoEng Eletricista

    diReToRiAJoo Batista TibiriEng CivilAntnio Augusto soares FrascaGelogoAnnibal Lacerda MargonEng AgrnomoCludio Henrique B. AzevedoEng EletricistaJos Augusto L. dos santosEng Eletricista

    TRinio 2010/2013

    Rgo de divuLgAo do sindiCATo dos engenHeiRos de goisexpediente

    Circulao gratuita entre os associadosendereo: Av. Portugal n 482Setor Oeste, Goinia-GOTelefones: 3251-8181 / 3251-8967email: [email protected]: www.senge-go.org.br

    Todos os artigos e citaes aqui divulgadas so de responsabilidade da Diretoria. As matrias assinadas so de responsabilidades dos

    autores e no correspondem necessariamente opinio do Jornal.

    Caio Antnio de gusmoEng Civiledson Melo FilizzolaEng CivilMarcelo Pontes PereiraEng CivilLuiz Carlos Carneiro de oliveiraEng EletricistaJoo dib FilhoEng Eletricistaeduardo James de MoraesEng CivilMarcelo emilio MonteiroEng AgrnomoWanderlino Teixeira de CarvalhoGelogo

    ConseLHo FisCALeduardo Joaquim de sousaEng CivilAntonio Carlos das C. AlvesEng CivilAdelita Afonso Boa sorteEng EletricistaLeonardo Martins de C. TeixeiraEng CivilJos Luiz Barbosa ArajoEng Agrnomo

    RePResenTAnTesJunTo F.n.eAnnibal Lacerda MargonEng Agrnomo

    Marcos Rogrio nunesEng AgrnomoWanderlino Teixeira de CarvalhoGelogo

    PRoduoWanessa de AlmeidaJornalista responsvelvincius AlvesProjeto Grfico e Diagramaostylo grficaImpresso

    Chegamos a mais um final de ano com a ale-gria de termos cumprido quase todas as metas traadas e com o sentimento de que 2013 ser um ano de muitas lutas e tambm de muitas realizaes.

    Nosso sindicato cresceu e ganhou visibilidade. Hoje somos presena ativa em todas as questes que envolvem a Engenharia. Participamos do F-rum de Engenharia Goiana, interagimos com as grandes representaes empresariais, como o Sin-duscon-GO e a Ademi-GO. No Conselho Regional de Engenharia e Agronomia, Crea-GO, temos par-ticipao ativa com nove conselheiros e seus res-pectivos suplentes, sempre prontos a representar e buscar melhorias para nossa categoria. Ocupamos ainda a vice-presidncia da entidade.

    Na Federao Nacional dos Engenheiros, FNE, em recente eleio nacional, dobramos nossa re-presentatividade e hoje ocupamos duas diretorias regionais, em reconhecimento grandeza de nos-so Senge-GO.

    Somado s causas trabalhistas, tambm fo-camos nossa atuao em questes econmicas e polticas, contribuindo no campo das ideias e indi-cando caminhos para os principais problemas rela-cionados Engenharia e infraestrutura do Estado e da nao. Sediamos um dos encontros regionais-da CNTU (Confederao Nacional dos Trabalhado-res Universitrios Regulamentados) com o tema Infraestrutura e Desenvolvimento, sendo que suas propostas foram incorporadas ao documento Brasil Inteligente, entregue a nossos representan-tes do Executivo estadual e federal.

    Apesar do avano na implantao do Salrio M-

    mensagem de final de ano

    gerson tertuliano: engenheiro eletricista e de segurana do trabalho e presidente do senge-go

    nimo Profissional, previsto em lei, ainda temos um longo trabalho para que o mesmo seja realmente aplicado na totalidade das empresas pblicas e privadas. Destacamos a parceria com o Crea-GO que, atravs do presidente Gerson Taguatinga, de-terminou a atuao firme da fiscalizao para que os empregadores cumpram essa obrigao legal.

    Para o prximo ano, devemos, entre outras metas, centrar esforos para buscarmos a valori-zao profissional e a implementao de planos de carreira e salrios, considerando que com a implantao do Salrio Mnimo Profissional, o mesmo tambm est se tornando o Salrio Mxi-mo Profissional, o que se transforma em um gra-ve problema de desmotivao para quem j est h algum tempo no mercado.

    O bom momento da economia com o cres-cimento da indstria da construo e do agro-negcio, somado a realizao da Copa de 2014 e das Olimpadas de 2016, alm da promessa do petrleo no pr-sal, deve ser visto como oportu-nidade para ns, profissionais de engenharia.

    No podemos ter medo de 2013. Os empre-srios devem acreditar no Brasil e na sua capaci-dade empreendedora. Os profissionais devem se aperfeioar e compreender que o mercado ser ainda mais competitivo e que somente os melho-res podero vencer. Estamos prevendo uma nova onda migratria de profissionais europeus nos prximos anos, devido s dificuldades de seus pases. Aos sindicatos, ao Crea-GO e aos rgos de controle caber a fiscalizao e a regulao da vinda desses tcnicos, preservando nossos pos-tos de trabalho e nossa soberania nacional.

    FinALizAndo, deseJAMos A TodA nossA vALoRosA CATegoRiA uM FeLiz nATAL e uM 2013 RePLeTo de ReALizAes.

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    a ContribUioSindiCal garante: Fortalecimento e valorizao da categoria profissional. Melhor representatividade perante rgos pblicos e no meio poltico. O profissional poder questionar e exigir sua representatividade perante sua entidade sindical nas negociaes coletivas e atividades reivindicatrias em geral.

    Contribuio Sindical fortalece categoria profissio nal Com EssEs rECursos quE o sEngE-go mantm a rEprEsEntativiDaDE Da CatEgoria pErantE rgos pbliCos E no mEio poltiCo

    Anualmente, engenheiros, arquitetos, agrnomos, gelogos e gegrafos que atuam em Gois devem pagar a contribuio sindical, dinheiro recolhido pelo Senge-GO, conforme estabelecido pela Consolidao das Leis do Trabalho (CLT) no seu no artigo 585, aprovado pelo Decreto Lei n 5.452 de 1 de maio de 1943. Para 2013, o valor calculado pela Federao Nacional dos Engenheiros (FNE) juntamente com a Confederao Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitrios Regulamentados (CNTU) de R$ 186,60. com esses recursos que o sindicato mantm a representativa da categoria profissional perante os rgos p-blicos e no meio poltico, alm de lutar pela valorizao da classe.

    Segundo o artigo 599 do mesmo decre-to, os profissionais liberais que no realiza-rem o pagamento sero penalizados com a suspenso do exerccio profissional at a necessria quitao. Nesses casos, o Senge--GO deve promover a respectiva cobrana judicial mediante ao executiva, valendo como ttulo de dvida a certido expedida pelas autoridades regionais do Ministrio do Trabalho e Emprego (MTE). Com isso, o nome e o registro do profissional constaro na relao de inadimplentes junto ao minis-trio e ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-GO).

    Considerando tambm a Nota Tcnica/SRT/ TEM/ n. 201/2009, publicada no Dirio Oficial da Unio de 03 de dezembro de 2009 e aprovada pelo MTE, o profissional inadimplente com o recolhimento da con-tribuio sindical da sua categoria profis-sional poder ser au-tuado pelo Crea-GO e ser denunciado ao rgo regional do ministrio para as devidas provi-dncias, alm do risco de ter o registro profissional suspenso.

    Fica esclarecido ainda que como a con-tribuio sindical est prevista em lei e regu-lamentos do MTE, obrigatria para todos que participam de uma determinada cate-goria econmica ou profissional. Assim, a contribuio sindical deve ser recolhida em beneficio da entidade sindical que repre-senta a categoria.

    O profissional deve recolher sua contri-buio sindical no ms de fevereiro, em guias prprias a serem disponibilizadas no site do Senge-GO (www.senge-go.org.br). O paga-mento fora do prazo ser acrescido da multa

    Atendimento Odontolgico na sede do Sindicato Adultos Atendimento s quintas-feiras, mediante agendamento prvio com Idlia pelo telefone: (62) 3251-8181 Crianas e adolescentes de 0 a 17 (Preveno odontolgica) Atendimento todos os dias, mediante agendamento prvio com Idlia pelo telefone: (62) 3251-8181

    Assistncia Jurdica Trabalhista e Previdenciria na sede do Sindicato Marcar horrio antecipadamente pelo telefone: (62) 3251-8181 Convnios com desconto Especialidades Odontolgicas, Mdicos, Clnicas e Laboratrios Plano de Sade Unimed Oferecemos plano de sade da Unimed com condies exclusivas para os sindicalizados e seus dependentes. Informe-se: (62) 3251-8181

    os atendimentos sero realizados com tabela prpria

    Servios oferecidos pelo Senge

    de 10% nos primeiros 30 dias com adicional de 2% por ms subsequente de atraso, juros de mora de 1% ao ms e correo monetria. O sindicato no tem poderes e autonomia para fazer acordo de multas e juros.

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    retrosPectiva 2012

    Um rio em busca de vida

    Desde os primrdios da civilizao, a re-lao HOMEM-NATUREZA pela sobre-vivncia se fazia com o conhecimento humano de como se utilizar os recursos natu-rais. Ao passar dos tempos, o HOMEM domi-nou as tcnicas mais bsicas de subsistncia e isso passou a ser fundamental para a longa jornada da humanidade no planeta.

    Ao aculturar-se, o homem tornou-se ca-paz de suprir as suas necessidades vitais, e um novo modo de vida se estabeleceu. O tempo passou e o grande problema surgiu quando o homem comeou a produzir em ritmo indus-trial, sem se preocupar com a existncia de re-cursos em quantidades razoveis para suprir a demanda cada vez maior.

    Quanto ao processo de desenvolvimen-to, no existia inicialmente uma preocupa-o com a forma de como o ambiente estava sendo transformado. Durante muito tempo, acreditou-se que o desenvolvimento e o meio ambiente eram faces de uma mesma moeda, porm antagnicas. Dessa maneira, os recursos naturais foram sendo utilizados sem a preocu-pao com o impacto no ambiente, visto que acreditava-se que eram inesgotveis, pensa-mento este difundido por seus exploradores.

    Em certo momento, os sinais de esgota-mento comeavam a aparecer. A natureza que era considerada como a me bondosa e aco-lhedora, tornou-se uma madrasta m e vin-gativa. Assim, o homem teve que tomar uma postura de que deveria haver uma racionali-dade e sustentabilidade no uso dos recursos naturais, pois hoje consumimos muito mais do que a natureza capaz de gerar e decompor os nossos resduos.

    Em Gois, uma situao ambiental est dando o sinal de alerta de que a falta de ini-ciativas e planejamento governamental esto

    fazendo com que a desejada sustentabilidade no esteja sendo atingida: a poluio e degra-dao das guas do Rio Meia Ponte.

    A bacia hidrogrfica da regio do entorno de Goinia composta de 55 cursos dgua, sendo o Meia Ponte o grande vertedouro des-sas guas. Os estudos indicam que o rio, genui-namente goiano, est em descompasso am-biental em seus 550km, desde suas nascentes nos limites dos municpios de Itauu e Taquaral at sua desembocadura no Rio Paranaba, no municpio de Cachoeira Dourada, sendo a Ca-pital, com 60km de caos ambiental, o principal contribuinte desse desastre ecolgico. Com a instalao da Estao de Tratamento de Esgoto de Goinia, alguma coisa melhorou, mas ainda possvel visualizar no leito da malha hdrica dezenas de pontos de despejo de esgotos clan-destinos, o que agrava cada vez a meta de atin-gir uma sustentabilidade desejada.

    Um estudo da Agncia Nacional de guas (ANA) j comprovou a pssima qualidade das guas do Meia Ponte na regio metropolitana de Goinia, sendo que mais recentemente a Fundao SOS Mata Atlntica confirmou os da-dos da ANA e classificou as guas do rio como ruins. Em ambos os casos, o Meia Ponte foi comparado ao Rio Tiet, em So Paulo.

    Assim, imperioso o estabelecimento de uma poltica pblica no sentido de prover uma sustentabilidade ecolgica nossa mais envol-vente veia hdrica, pois o Meia Ponte, em seu percurso, tem a misso de promover a sua be-leza cnica com qualidade de vida para quase 3 milhes de goianos que habitam os 38 munic-pios em que suas guas circundam. A respon-sabilidade maior dos governantes promover um ambiente sustentvel para as futuras gera-es, com o uso dos diversos instrumentos e meios, pois a vida precisa respirar melhor.

    AnniBAL LACeRdA MARgonENGENHEIRO AGRNOMO, DIRETOR DO SENGE-GO E COORDENADOR DA COMISSO DE MEIO AMBIENTE DO CREA-GO

    assessoria jurdica atende mais de 300 engenheiros

    O ano foi de muito trabalho para a as-sessoria jurdica do Senge-GO. At novembro, a equipe liderada pelo advogado Isonel Bruno realizou um total de 266 recises trabalhistas. A assessoria para assuntos de Direito Previdencirio tambm

    foi bem procurada. Ao todo, 57 filiados se be-neficiaram do servio e segundo o advogado Walisson Henrique Justo e Lemes, as dvidas mais frequentes apresentadas foram acerca do fator previdencirio e o do direito aposenta-doria especial. O trabalho foi positivo, embora

    tenha encontrado algumas dificuldades para efetivar o direito dos engenheiros no que se re-fere aos interstcios especiais, pois muitos no possuem o PPP (Perfil Profissiogrfico Previ-dencirio), documento hbil para comprovar o exerccio da atividade de risco, alerta Walisson.

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    Profissionalizao

    Plano de sade

    Sindicato inscreve para curso de autoCadFoCo sEr Em DEsEnhos tCniCos Em 2D E 3D a partir Dos rECursos bsiCos Do programa. aulas tEro inCio Em 28 DE janEiro.

    O Senge-GO est com inscries abertas para um curso de formao completa em AutoCAD. A capacita-o tem como principal objetivo possibili-tar aos participantes o desenvolvimento de desenhos tcnicos em 2D e 3D a partir dos recursos bsicos do programa.

    O curso ser realizado de 28 de janeiro a 7 de maro, prazo sujeito formao de tur-ma. As aulas sero ministradas de segunda a sexta, das 19h s 22h, na sede do Senge--GO (Av. Portugal n 482 Setor Oeste). necessrio levar notebook

    As aulas sero presenciais com resolu-o de exerccios, sem avaliao. Os alunos que obtiverem no mnimo 70% de presena recebero um certificado emitido pelo SE-NAI (Servio Nacional da Indstria).

    Para participar, imprescindvel ter co-nhecimentos bsicos de informtica e do sistema operacional Windows, alm de expe-rincia em elaborao de projetos. O investi-mento de R$ 80 para profissionais filiados ao sindicato e de R$ 120 para no filiados.

    Para mais informaes, entre em contato com o Senge-GO pelos telefones (62) 3251-8181/8967.

    ementa Introduo ao AutoCAD- Desenho digital 2D- Conhecendo o AutoCAD Fluxo de trabalho para desenho digital- Otimizao do trabalho para reduo de

    prazo e garantia da qualidade no projeto Configurao do AutoCAD- Interface- Opes de comandos- Ferramentas de preciso Formatao da Matriz de Projetos- Definindo as unidades- Organizao das camadas (Layers)- Estilos de texto e cotas- Layouts Comandos de desenho e modificao- Conhecendo as ferramentas de desenho- Conhecendo as ferramentas de modificao- Conhecendo as ferramentas

    complementares- Conhecendo as ferramentas avanadas- Trabalhando com sistemas de coordenadas- Trabalhando com parametrizao Digitalizao e Georrefenciamento- Vetorizao e escalonamento de imagens

    bitmap

    - Aplicao de um sistema de referncia em uma imagem de satlite ou mapa

    Integrao do AutoCAD com Aplicativos- Excel integrado ao AutoCAD (extenso

    para clculos em projetos)- SketchUp integrado ao AutoCAD

    (expanso das possibilidades do projeto) Maquete eletrnica- Conhecendo as ferramentas de desenho

    tridimensional- Modelagem de slidos (boxmodeling)- Operaes booleanas- Noes bsicas de texturizao,

    iluminao e renderizao Projeto- Desenho de um projeto 3D simples (estudo

    volumtrico)- Desenho do projeto 2D automaticamente

    a partir da maquete eletrnica- Aplicao de estilos no projeto Plotagem- Criao de layouts- Impresso de layouts- Apresentao do projeto- Arquivamento- Portflio

    Unimed goinia abre prazo de convnio sem carncia

    At 25 de janeiro, os profissionais fi-liados ao Senge-GO podem aderir ao plano de sade firmado com a Unimed Goinia sem prazo de carncia para aproveitar os principais servios ofe-recidos. Devido parceria, o plano no tem taxas de administrao e demais encargos cobrados por outras operadoras, e garante 50% de desconto em consultas, exames e Guia de Tratamento Ambulatorial GTA.

    Os conveniados tambm tm acesso ao SOS UNIMED, servio que funciona 24h e equipado com uma UTI Mvel

    terrestre e area, alm de uma equipe de mdicos, paramdicos e enfermeiros especializados em atendimentos de ur-gncia e emergncia.

    O plano de sade tambm inclui gastos com atendimento, medicamentos, taxas de servios ou gastos materiais. Podem ser inscritos como beneficirios os titulares da prestao dos servios contratados e pes-soas com vnculo de carter profissional, classista ou setorial com o Senge-GO. Para mais informaes, entre em contato com o sindicato pelo telefone (62) 3251-8181.

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    comemorao

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    Cmara homenageia engenheiros

    Para celebrar o Dia do Engenheiro, co-memorado em 11 de dezembro, a Cmara Municipal de Goinia realizou uma sesso especial para a entrega de diplo-mas de honra ao mrito a profissionais que se destacaram em 2012. Ao todo, 61 engenhei-ros civis, eletricistas, agrnomos, agrimenso-res, mecnicos, florestais, qumicos, da com-putao, de controle e automao, de minas e gelogos receberam a homenagem.

    A sesso contou com o apoio do Sen-ge-GO, do Conselho Regional de Enge-nharia e Agronomia (Crea-GO) e do Clube de Engenharia. Tokarski abriu a cerimnia lembrando que em 11 de dezembro de 1933 foi regulamentada a profisso de en-genheiro no Brasil e ressaltou a importn-cia do profissional para o crescimento do Pas. Com tantas e plurais representaes, esta sesso , sem dvida, um momento de confraternizao, de encontro de toda a nossa categoria. Somos construtores de sonhos e de realidades, destacou.

    Foram convidados para compor a ban-

    cada da sesso o deputado estadual licen-ciado e secretrio municipal de planejamen-to e engenheiro agrnomo, Lvio Luciano, o presidente do Senge-GO, Gerson Tertuliano, o presidente do Crea-GO, Gerson Taguatin-ga, o presidente da Federao das Indstrias do Estado de Gois (FIEG), Pedro Alves de Oliveira, e o presidente do Clube de Enge-nharia de Gois, Dolzonan da Cunha Mattos.

    Entre os homenageados, destaque para o engenheiro civil, ttila Moraes Jardim J-nior, que atua na Saneago e foi indicado pelo Senge-GO para receber o diploma, o pre-sidente do Sindicato da Indstria da Cons-truo no Estado de Gois (Sinduscon-GO), Justo Oliveira DAbreu Cordeiro, e o reitor do Instituto Federal de Educao, Cincia e Tec-nologia de Gois (IFG), Paulo Csar Pereira.

    dia do engenheiro no Senge-go

    No dia 14 de dezembro, o Senge-GO realizou uma confraternizao para fechar 2012 e celebrar o Dia do En-genheiro, comemorado em 11 de dezem-bro. Na oportunidade, a diretoria do sindica-to prestou uma homenagem a profissionais de engenharia que se destacam pelo apoio prtica sindical durante suas carreiras. Cada um recebeu um certificado, entregues por membros da diretoria. Foram eles:

    01 - marisa pignataro de santanna graduou-se em engenharia civil pela ufg em 1982. trabalha na saneago h 30 anos e atualmente est disposio da secretaria de estado das cidades, atuando como gerente de polticas de saneamento e projetos especiais. 02 - ana maria de deus engenheira eletricista pela ufg, curso que concluiu em 1985. J no ano seguinte, comeou a trabalhar na celg. atualmente, uma das grandes lideranas da companhia, emprestando suas opinies oportunas sempre que necessrio. 03 - fbio tokarski engenheiro civil e professor licenciado da ufg. grande nome da luta sindical, vereador e 1 suplente de deputado federal por gois e presidente estadual do pcdob, partido ao qual filiado h 32 anos. 04 - francisco antonio silva de almeida (centro) graduado em agronomia pela ufg. sempre ativo na luta pelos direitos dos engenheiros, j ocupou a presidncia do crea-go da associao de engenheiros agrnomos do estado de gois (aeago). 05 - Wanderlino teixeira de carvalho ( esquerda) graduou-se em geologia na unb em 1968. desde ento, sempre um nome ativo na luta sindical. J passou por diversas entidades de classe, como o crea-go e a fne, e atualmente diretor do senge-go.

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    Foto: WaneSSa de almeida

    vereador fbio tokarski (pc do b) discursa em homenagem aos engenheiros

    FotoS: WaneSSa de almeida

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    No dia 22 de novembro, foi realizada a solenidade de entrega da premiao da 11 edio do Prmio Crea Gois de Meio Ambiente. Cerca de 450 convidados prestigiaram o evento, que aconteceu no Espao Unique, em Goinia. A comisso julgadora, liderada pelo coordenador da Comisso de Meio Ambiente, Annbal Lacerda Margon, determinou os oito projetos premiados mais duas menes honrosas.

    Em seu discurso, Annbal fez uma retrospectiva histrica sobre as mudanas na relao entre a natureza e o ser humano. O prmio se destaca principalmente pelo seu empenho em valorizar quem realmente se preocupa com a preservao da vida e est consciente da importncia de deixar

    como legado um meio ambiente mais sustentvel para as futuras geraes, enfatizou.

    Foram contemplados os trabalhos que obtiveram as duas primeiras colocaes em cada uma das quatro modalidades. Na modalidade Meio Bitico, receberam o prmio o projeto Criao da reserva particular de patrimnio natural nascentes do Araguaia, do Esplio de Milton Fries, e o projeto Cerrado vivo na seleo pblica do Programa Petrobrs Ambiental 2008, da Associao de Trabalhadores Rurais da Fazenda.

    Na modalidade Meio Fsico, os premiados foram o Programa Produtores de gua de Rio Verde, da Secretaria de Agricultura da cidade, e o projeto Utilizao do Sistema Passivo de

    Coleta de Poluentes Atmosfricos para Monitoramento de Metais e Particulados Totais, do engenheiro qumico e doutor Carlos Henrique HoffBraitt e do doutor Nelson Roberto.

    A TV Anhanguera foi premiada na modalidade Imprensa com o programa A fora do Araguaia. O outro projeto premiado foi a reportagem Caminho Livre para a Preservao, publicada pela jornalista Karen Farias no Suplemento do Campo do jornal O Popular.

    J na modalidade Meio Econmico, foram premiados os projetos Produo mais limpa e sustentvel com resduo zero, da Pontal Engenharia, e Reestruturao das caladas da Rua 10, Avenida Universitria, Rua 261 e requalificao da Praa Universitria.

    Nos dias 21, 22 e 23 de novembro, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indstrias Urbanas no Estado de Gois (STIUEG) promoveu o 11 Congresso dos Urbanitrios de Gois, em Goinia. O evento teve como principal foco a discusso da subdelegao dos servios da SANEAGO, em quatro cidades do interior do Estado, com a participao de representante do Ministrio Pblico Estadual. Diretor do Senge-GO e tambm do STIUEG, Heliomar Palhares (foto) defendeu, no ltimo dia de congresso, o fortalecimento do movimento em defesa do setor eltrico, especialmente da Celg, que atualmente enfrenta a falta de pessoal qualificado.

    O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou, em novembro, a ao do Senge-GO em favor do pagamento do piso salarial aos engenheiros da Celg Distribuio Celg D. O sindicato props a ao em 2008, reivindicando o direito dos profissionais que previsto pela Lei n 4.950-A, de 1966.

    Antes de seguir para o STF, a ao j tinha sido julgada procedente na 6 Vara do Trabalho de Goinia, onde foi distribuda, no Tribunal Regional da 18 Regio e no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Segundo o advogado do Senge-GO, Isonel Bruno, a deciso do supremo j transitou em julgado e em 12 de dezembro, os autos foram devolvidos vara de origem para que a mesma execute a ao.

    Crea-go

    11 CongreSSo doS UrbanitrioS de goiS

    Stf reConheCe piSo Salarial para engenheiroS da Celg d

    Foto: Silvio SimeS

    Foto: Site StiUeG

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    Setor eltrico deve servir ao desenvolvimento

    Em qualquer projeto de expanso eco-nmica, absolutamente central e estratgica a questo energtica de modo geral e em particular o setor eltri-co. Possuidor de uma matriz privilegiada, com grande parte de sua gerao de fonte hdrica e potencial significativo para outras modalidades limpas, como elica e solar, o Brasil vive momento de incertezas nessa rea, que vem acumulando falhas.

    Como tragdia inicial, vieram as privati-zaes dos anos 90, por meio das quais o Es-tado, em vrios casos, abriu mo, de um s golpe, de importante patrimnio e do con-trole de servio essencial. Apesar da pro-paganda que anunciava a desestatizao como panaceia a todos os males nacionais, elevaram-se tarifas e reduziu-se a qualidade do atendimento. No incio dos anos 2000, como resultado da falta de planejamento e investimentos, o Pas foi forado a um racio-namento de energia.

    O modelo do setor foi revisto em 2004, mas os problemas no foram totalmente sanados. A populao continuou a amar-gar falhas, frequentemente denunciadas pelos rgos de defesa do consumidor sem grandes conse quncias. Ao longo de 2012, foram inmeras as intermitncias no forne-cimento de energia, os populares apages. E soma-se a isso a altssima tarifa que pesa no bolso do cidado e prejudica a produo e a gerao de riquezas, conforme alardea-do pela Fiesp (Federao das Indstrias do Estado de So Paulo).

    Nesse cenrio, e com o objetivo de re-duzir as tarifas ordem de 20%, o governo federal editou, em 11 de setembro ltimo, a Medida Provisria 579. Basicamente, essa determina a renovao por 30 anos

    murilo celso de camPos Pinheiro

    das concesses com vencimento previsto para at 2017 a partir de 1 de janeiro de 2013, condicionada reduo do preo da energia. Findo o prazo para adeso, em 4 de dezembro, no aceitaram as condies empresas pblicas estaduais como Cesp, Cemig, Celesc e Copel. Concordaram com o menor valor da tarifa o Grupo Eletrobras e as paulistas Cteep (de transmisso), CPFL (distribuio) e a gacha CEEE (gerao e transmisso). Se prevalecerem as regras propostas na MP, essas mantero a conces-so pelo prazo restante no mximo qua-tro anos , ao fim do que tero de disput--la em nova licitao.

    As razes alegadas pelas concessio-nrias para a postura foi quebra de receita inadmissvel com as novas regras. De toda forma, merece ateno o impacto que a me-dida ter sobre as estatais que sobreviveram s privatizaes, cuja capacidade de opera-

    o adequada deve ser mantida. De modo geral, sejam as empresas pblicas ou no, preciso assegurar sua viabilidade, o que inclui os investimentos necessrios em ma-nuteno, expanso e inovao, assim como a capacidade tcnica e, claro, os empregos.

    Sem adotar o mero recuo diante de eventuais chantagens do mercado, talvez habituado demais no Brasil ao ganho ex-cessivo e sem risco, a prudncia recomen-da a necessidade de avaliar todas as varian-tes dessa equao e, eventualmente, fazer ajustes MP, que precisa ser votada no Congresso at fevereiro. Acima de tudo, o setor eltrico brasileiro, alm de atividade lucrativa, deve se destinar a ser instrumen-to do desenvolvimento nacional e do bem--estar da populao.

    MuRiLo CeLso de CAMPos PinHeiRoPRESIDENTE DA FNE