28ª edição do Informativo impresso do Senge-GO

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Versão online do informativo impresso do Sindicato dos Engenheiros no Estado de Goiás.

Transcript of 28ª edição do Informativo impresso do Senge-GO

  • Informativo do Sindicato dos Engenheiros no estado de Gois | Abril 2013Visite nosso site acessando: www.senge-go.org.br

    No deixe de anotar o nome do SENGE-GO na Anotao de Responsabilidade Tcnica (ART), no campo Entidade de Classe. uma contribuio indispensvel para o combate do exerccio ilegal da profisso e uma importante receita para a nossa entidade manter todos os servios prestados aos associados. Portanto no esquea de preench-la, lembrando que os profissionais no sindicalizados tambm devem fazer a anotao.

    ART

    FNE empossa nova diretoria para o trinio 2013-2016

    POR UMA VERDADEIRA CAIXA DE ASSISTNCIA

    SINDICATO FECHA ACORDO COM CELG G&T

    Diretor geral da Mtua Gois h um ano e trs meses, Francisco Antnio Almeida fala ao Senge-GO em Notcias sobre suas propostas para expandir a atuao da entidade no Estado. PG. 06

    Companhia se comprometeu a pagar o piso salarial aos engenheiros e 50% das diferenas salariais retroativas a 2004, alm de cumprir o salrio mnimo profissional em concursos. PG. 03

    SOLENIDADE REUNIU MAIS DE 500 PESSOAS EM BRASLIA. O PRESIDENTE DO SENGE-GO, GERSON TERTULIANO, ASSUMIU A DIRETORIA DA REGIONAL CENTRO-OESTE. J O DIRETOR DO SINDICATO CLUDIO HENRIQUE BEZERRA AZEVEDO FICAR FRENTE DA DIRETORIA DE RELAES ACADMICAS. PG. 05

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    EDITORIAL

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    PRESIDENTEGerson TertulianoEng Eletricista

    DIRETORIAJoo Batista TibiriEng CivilAntnio Augusto Soares FrascaGelogoAnnibal Lacerda MargonEng AgrnomoCludio Henrique B. AzevedoEng EletricistaJos Augusto L. dos SantosEng Eletricista

    TRINIO 2010/2013

    RGO DE DIVULGAO DO SINDICATO DOS ENGENHEIROS DE GOISExpediente

    Circulao gratuita entre os associadosEndereo: Av. Portugal n 482Setor Oeste, Goinia-GOTelefones: 3251-8181 / 3251-8967Email: [email protected]: www.senge-go.org.br

    Todos os artigos e citaes aqui divulgadas so de responsabilidade da Diretoria. As matrias assinadas so de responsabilidades dos

    autores e no correspondem necessariamente opinio do Jornal.

    Caio Antnio de GusmoEng CivilEdson Melo FilizzolaEng CivilMarcelo Pontes PereiraEng CivilLuiz Carlos Carneiro de OliveiraEng EletricistaJoo Dib FilhoEng EletricistaEduardo James de MoraesEng CivilMarcelo Emilio MonteiroEng AgrnomoWanderlino Teixeira de CarvalhoGelogo

    CONSELHO FISCALEduardo Joaquim de SousaEng CivilAntonio Carlos das C. AlvesEng CivilAdelita Afonso Boa SorteEng EletricistaLeonardo Martins de C. TeixeiraEng CivilJos Luiz Barbosa ArajoEng Agrnomo

    REPRESENTANTESJUNTO F.N.EAnnibal Lacerda MargonEng Agrnomo

    Marcos Rogrio NunesEng AgrnomoWanderlino Teixeira de CarvalhoGelogo

    PRODUOWanessa de AlmeidaJornalista responsvelVincius AlvesProjeto Grfico e DiagramaoStylo GrficaImpresso

    A medida provisria MP-579, transformada em lei, afetou diretamente o setor eltrico e vem causando muita preocupao aos sindicatos de tcnicos e engenheiros. Essa medida imps srias perdas de receita s empresas geradoras, deixando--as a beira de verdadeira bancarrota financeira. A holding Eletrobras ter sua arrecadao reduzida em 47%, o que a obrigar a adotar a necessidade de reduzir custos, que via de regra, recai em reduo de pessoal como, por exemplo, vem sendo sinalizado atravs dos programas de demisso voluntria, os famosos PDV, que, num primeiro momento, atinge os trabalhadores mais experientes e mais prximos da aposentadoria.

    Ao contrrio do que deveria ser, nessa hora que as empresas mais necessitam do conhecimento tcnico acumulado pelos anos frente dos servios e da experincia acumulada, to necessria para evi-tar erros simples. Enfim, do jogo de cintura de quem domina as empresas de cima para baixo. O que se tem presenciado que as empresas penalizam e dis-pensam exatamente esses profissionais na hora de adequar custos. Existe uma clara tendncia nas com-panhias de se aposentar os mais velhos. No Brasil de hoje, quase todas as companhias adotam essa prtica e o limite de aposentadoria beira os 60 anos.

    No h estudos que mostrem quando um pro-fissional est no pice de sua capacidade. Existem muitos engenheiros com mais de 60 que tm a vontade de garotos e, portanto, no h razo para se dispensar em massa engenheiros e tcnicos ex-perientes, quando atingem essa idade. H empresas que precisam da fria dos mais jovens para promo-ver as grandes inovaes e romper os de setores car-comidos, e em outras, a experincia fundamental para, por exemplo, lidar com conflitos, fazer restru-

    turaes e colocar as companhias numa rota estvel. Com a escassez de profissionais experientes no

    mercado, a lgica mais acertada seria a de manter es-ses bons profissionais mais prximos aos jovens, mos-trando a eles que h espao para crescer na empresa, que a fila anda, mas que a troca de comandos precisa ocorrer no momento em que a nova gerao esteja pronta para assumir os postos sem desprezar o co-nhecimento tcnico dos mais antigos. A soluo est, portanto, no meio termo: nem dispensar quem che-ga prximo aos 60 anos, pois no se pode abrir mo da experincia, nem impedir que a fila ande. Isso o que a maioria das empresas do mundo est fazendo e adaptar-se a uma fora de trabalho mais velha ser um dos grandes desafios para as empresas do sculo 21.

    Gerir o desafio de reduzir despesas e quadro funcional, aproveitando os trabalhadores mais ve-lhos, requer uma abordagem semelhante para as novas geraes. preciso dar desafios, envolv-los nas decises e, acima de tudo, valorizar seu conhe-cimento e coloc-lo para trabalhar junto aos jovens.

    Outra soluo para a escassez de mo de obra qualificada aproveitar esses profissionais na forma de consultoria ao invs de contratar consultorias externas, porque eles conhecem muito melhor as empresas e normalmente so mais baratos.

    Esse desafio de reduzir despesas e manter quali-dade ser preponderante para se manter a grandiosi-dade do setor eltrico brasileiro. Caso contrrio, alm da bancarrota financeira, estaremos presenciando, como j tem ocorrido, a bancarrota tcnica e a perda de qualidade dos servios e isto no se compra com dinheiro e medidas provisrias, mas sim com capaci-dade e experincia adquirida ao longo da vida pro-fissional. Portanto, senhores gestores, pensem muito antes de dispensar o que no pode ser dispensvel.

    A Eminente aposentadoria da memria tcnica

    GERSON TERTULIANOEngenheiro Eletricista e de Segurana do Trabalho e Presidente do Senge-GO

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    Atendimento Odontolgico na sede do Sindicato Adultos

    Atendimento s quintas-feiras, mediante agendamento prvio com Idlia pelo telefone: (62) 3251-8181 Crianas e adolescentes de 0 a 17 (Preveno odontolgica)

    Atendimento todos os dias, mediante agendamento prvio com Idlia pelo telefone: (62) 3251-8181

    Assistncia Jurdica Trabalhista e Previdenciria na sede do Sindicato

    Marcar horrio antecipadamente pelo telefone: (62) 3251-8181 Convnios com desconto

    Especialidades Odontolgicas, Mdicos, Clnicas e Laboratrios Plano de Sade Unimed

    Oferecemos plano de sade da Unimed com condies exclusivas para os sindicalizados e seus dependentes. Informe-se: (62) 3251-8181

    Os atendimentos sero realizados com tabela prpria

    Servios oferecidos pelo Senge

    Sindicato fecha acordo com Celg G&T para pagamento do piso salarial de EngenhariaEMPRESA TAMBM SE COMPROMETEU A PAGAR 50% DAS DIFERENAS SALARIAIS RETROATIVAS A 2004 E A CUMPRIR O SALRIO MNIMO PROFISSIONAL NOS PRXIMOS CONCURSOS PBLICOS

    O Senge-GO aceitou a proposta de acordo feita pela diretoria da Celg Gerao e Distribuio SA (Celg G&T) para o reenquadramento na carreira dos engenheiros da empresa, bem como para o pagamento de diferenas salariais retroativas a 2004, conforme o salrio m-nimo profissional.

    Segundo o acordo, fechado em 21 de maro e vlido a partir de 1 de abril, a Celg G&T se comprometeu a reenquadrar os analistas tcnicos com funo de en-

    genheiro em consonncia com o cargo e considerando as faixas de classificao da Tabela Salarial para cargos de Nvel Supe-rior, com remunerao compatvel ao piso salarial de Engenharia e seguindo as pro-moes por mrito anteriores ao acordo.

    A proposta, fechada diretamente com o presidente da Celg G&T, Jos Fernando Navarrete Pena, tambm corrobora o pa-gamento da diferena salarial a cada enge-nheiro da empresa de 2004 at agora, cujo clculo ser feito com a superviso direta

    do sindicato. No total, os profissionais re-cebero 50% do valor apurado. A empresa garantiu ainda ao sindicato que ir obede-cer o piso salarial nos prximos concursos a serem realizados para o preenchimento de seus cargos de Engenharia.

    O sindicato manter negociaes cons-tantes com a Celg G&T para tratar de temas relevantes para os engenheiros da empre-sa, especialmente no que se refere rees-truturao organizacional, reviso de PCR e ao cumprimento desse acordo.

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    ENTREVISTA / JOS FERNANDO NAVARRETE

    A Eletrobras que controla o destino da CelgEm entrevista ao Senge-GO em No-tcias, o presidente da Celg PAR e da Celg G&T, Jos Fernando Navarrete, falou sobre a situao da companhia e so-bre as responsabilidades da Eletrobras para garantir a segurana energtica do sistema, em especial no que se refere manuteno de mo de obra qualificada. Havia, quando a gesto da Celg D era da CelgPar, uma vi-so clara da necessidade de se organizar um concurso pblico. Acredito que a atual ges-to, fed