Caderno de Resumos - MIOLO.pdf

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  • Luiz Pedro San Gil Jutuca Reitor da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

    Evelyn Goyannes Dill Orrico

    Pr-Reitora de Ps-Graduao e Pesquisa

    Claudia Alessandra Fortes Aiub Pr-Reitora de Extenso e Cultura

    Ivan Coelho de S

    Decano do Centro de Cincias Humanas e Sociais

    Tereza Cristina Moletta Scheiner Coordenadora do Programa de Ps-Graduao em Museologia e Patrimnio

    Elizabete de Castro Mendona

    Diretora da Escola de Museologia

    Grupo de Pesquisa Memria e Preservao da Museologia no Brasil

    Lder Ivan Coelho de S

    Pesquisadores

    Anna Laudicea Itaborai Echternacht Gustavo Oliveira Tostes

    Henrique Vasconcelos Cruz Ribeiro Luana da Conceio Martins

    Natlia Figueirdo Biserra Raquel Villagran Reimo Mello Seoane

    Saulo Moreno Rocha

    Estudantes Arabelle Siqueira Chafin Diego de Oliveira Arajo

    Dominic Zaira Pimentel de Carvalho Isaura Paiva de S

    Juliana Gomes Novaes dos Santos Las Barroso Perry

    Poliana Martins Santos

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    APRESENTAO

    Durante o ano de 2015, o Ncleo de Memria da Museologia no Brasil comemorou sua primeira dcada de funcionamento. Na oportunidade, alm de fazer um balano das atividades realizadas at o momento, pretendemos gerar espaos de reflexo, tanto no sentido de aprofundar os trabalhos em andamento, como de instigar novos questionamentos e a criatividade de nossos pesquisadores, dos alunos da Escola de Museologia, do Programa de Ps-Graduao em Museologia e Patrimnio PPG-PMUS / UNIRIO / MAST e dos demais interessados no estudo da Histria da Museologia no Brasil.

    com este esprito de celebrao que convidamos a todos para

    refletir e discutir sobre alguns pontos fundamentais de interface com as colees do NUMMUS.

    A programao est dividida entre conferncias e mesas

    redondas especiais, que sero realizadas por conhecidos pesquisadores dos temas a serem discutidos, bem como de debates acerca dos principais temas que os pesquisadores do NUMMUS, em nvel de mestrado e doutorado, tm trabalhado ao longo destes dez anos.

    Aproveitaremos a oportunidade para prestar merecida homenagem

    a um muselogo multifacetado: Clvis Bornay. Desde j, agradecemos a todos os conferencistas, palestrantes,

    mediadores e todos os participantes do Seminrio, esperando que estes quatro dias possam ser bastante produtivos e enriquecedores para todos.

    . Sejam bem-vindos!

    Ivan Coelho de S Coordenador do NUMMUS

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    29/03/2016 Tera-feira

    14:00h - Mesa de Abertura Prof. Dr. Luiz Pedro San Gil Jutuca - Reitor da UNIRIO Prof. Dr. Evelyn Orrico - Pr-Reitora de Pesquisa e Ps-Graduao Prof. Dr. Claudia - Pr-Reitora de Extenso e Cultura Prof. Dr. Ivan Coelho de S - Decano do Centro de Cincias Humanas e Sociais Prof. Dr. Tereza Scheiner - Coordenadora do Programa de Ps-Graduao em Museologia e Patrimnio Prof. Dr. Elizabete de Castro Mendona - Diretora da Escola de Museologia 14:30 - Fala de Abertura - Retrospectiva NUMMUS 10 anos - Prof. Dr. Ivan Coelho de S, Decano do CCH e Coordenador do NUMMUS

    15:00 - Conferncia de Abertura: De acervo instituio de um programa de Histria Oral: a experincia no AGCRJ. Pesquisadora Convidada: Prof. Dr. Beatriz Kushnir, Diretora-Geral do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro. Mediao: Prof. Dr. Regina Abreu Resumo: A metodologia conhecida como histria oral cada vez mais adotada em pesquisas que buscam uma abordagem poltica. O interessante que, nesse mtodo, o historiador capaz de gerar sua prpria fonte atravs do contato direto com o entrevistado, que lhe possibilita acessar as emoes deste indivduo, tendo uma perspectiva que nenhum outro mtodo lhe proporcionaria. Neste sentido, a sua utilizao to importante quanto a dos documentos oficiais, que tambm devem ser confrontados com outras fontes e teorias para que seja possvel compreender acontecimentos passados. Por esta razo, uma instituio como o AGCRJ tem obrigao de pensar projetos de histria oral que digam respeito cidade do Rio de

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    Janeiro e complementem o seu acervo, auxiliando tanto a pesquisa interna, quanto a externa. Palavras-chave: histria oral, pesquisa, arquivo, Rio de Janeiro, AGCRJ. 16:00 NUMMUS em Debate 01: Conceitos e Prticas de Polticas Pblicas para Museus. Mediao: Prof. Dr. Bruno Brulon (UNIRIO) Os primeiros congressos nacionais de museus no Brasil e sua importncia para o desenvolvimento de uma poltica nacional museal. Daniel Campelo de Oliveira (mestrando PPGHIS / UNIRIO) Resumo: O objetivo deste trabalho fazer uma anlise especfica nos trs primeiros congressos nacionais de museus, realizados entre os anos de 1954 e 1963, nas cidades de Ouro Preto - MG, So Paulo - SP e Salvador BA, identificando os atores sociais envolvidos, tais como muselogos e demais profissionais responsveis pela organizao e funcionamento dos museus que participaram dos encontros; alm de destacar os principais temas abordados nas discusses. Em um momento em que os museus brasileiros buscavam se alinhar as intencionalidades de investimentos do Governo, os sujeitos envolvidos nestes encontros se destacaram pela organizao indita neste sentido no pas. Ao dar luz a estes congressos pretendemos vislumbrar sua importncia perante aos rumos que os museus e a museologia tomaram a partir de sua realizao. Acervos, tais como do arquivo do NUMMUS, vem contribuindo de forma imprescindvel para que o levantamento de fontes primrias acontea de uma forma ampla, uma vez que nos deparamos com uma grande escassez de material sobre estes eventos destacados. Palavras-chaves: poltica de museus; congressos nacionais de museus; museologia; museu Constituindo autonomias: a experincia do Departamento de Museologia do Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais

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    Manoela Edna de Lima (mestranda PPG-PMUS); Prof. Dr. Tereza Scheiner Localizado na cidade do Recife, o Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais (IJNPS) viabilizou a experincia de um Departamento de Museologia, que foi capaz de determinar autonomias para a Museologia nas Regies Nordeste e Norte do Brasil, a partir da dcada de 1970. Detendo o interesse de desenvolver uma conscincia museolgica brasileira, contou com a disposio de profissionais como Maria Regina Batista e Acio de Oliveira, atravs de aes culturais e de formao profissional para museus. A anlise da conjuntura, que caracteriza a implantao e a ascendncia do Departamento de Museologia do IJNPS, compreende o desenvolvimento da Poltica Nacional de Cultura, promovida pelo Ministrio da Educao e Cultura (MEC), como um elemento determinante para a realizao de aes emblemticas para a Museologia nacional, como a produo do Encontro Nacional de Dirigentes de Museus e a posterior publicao dos Subsdios para a Implantao de uma Poltica Museolgica Brasileira. A caracterizao do Departamento de Museologia busca sugerir a qualificao de uma experincia coletiva, agregando complexidades ao campo museolgico no Brasil. Palavras-chave: Departamento de Museologia; Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais; Polticas Culturais; Poltica Museolgica Brasileira. DE ESTAO DE MUDA A MUSEU: o surgimento do Museu Rodovirio de Paraibuna e a formao da coleo museolgica Zenilda Ferreira Brasil (museloga FCRB); Prof. Dr. Marcio Ferreira Rangel Resumo: A pesquisa analisa o surgimento do Museu Rodovirio de Paraibuna e o processo de formao da coleo museolgica. nico com essa temtica no pas, localizado no municpio de Comendador Levy Gasparian, Distrito de Monte Serrat (RJ), se encontra instalado na 8 Estao de Muda de cavalos denominada Paraibuna, remanescente das doze estaes construdas, na Estrada Unio e Indstria no sculo XIX. Sua

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    instalao serviu como parada na Estrada para substituio dos cavalos das diligncias e descanso dos passageiros nas viagens entre Petrpolis (RJ) e Juiz de Fora (MG). Idealizadas por Mariano Procpio Ferreira Lage, a Estrada e as Estaes foram construdas pela Companhia Unio e Indstria. Adquirido em 1950 pelo Departamento Nacional de Estradas de Rodagem para ser transformado em museu, tombado pelo Servio do Patrimnio Histrico e Artstico Nacional em 1967 e aberto ao pblico em 1972. Os objetos musealizados narram a trajetria dos primeiros caminhos e estradas, dos transportes e meios de locomoo terrestres no pas. O acervo consta de objetos da rea da Cincia e Tecnologia (C&T) na sua maioria das Engenharias Civil e dos Transportes. Na construo de nossa pesquisa utilizamos diversas fontes do Ncleo de Memria da Museologia no Brasil (NUMMUS). Palavras-chave: museu; coleo; objetos de C&T. 18:00 Conferncia: A preservao da memria cultural: desafios necessrios, possveis e impossveis. Pesquisadora Convidada: Lygia Guimares (IPHAN) Mediao: Prof. Junia Guimares Resumo: atribuda a So Francisco de Assis a frase: primeiro deve ser feito o necessrio; em seguida, o possvel e por ltimo [talvez] o impossvel. Como estas palavras santas podem nos ajudar na preservao da memria cultural? Elas nos indicam que existe uma hierarquia nas tomadas de deciso. Sendo assim, somente a partir de um planejamento de aes, possveis de execuo, poderemos empreender a difcil tarefa de prolongar a vida til dos nossos acervos/colees, nas melhores condies possveis. Este desafio vai demandar a atuao de todos os agentes envolvidos: a comunidade, profissionais da rea e o Estado. A comunidade a principal interessada e deveria ser a verdadeira responsvel e guardi de seus valores culturais, e tanto quanto possvel, decidir sobre a proteo dos bens culturais e a sua destinao, no exerccio pleno da sua autonomia e cidadania. Os profissionais devem se empenhar e estarem preparados

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    tecnicamente para propor e supervisionar e executar atividades que venham corroborar em todas as estancias da preservao dos objetos que rep