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BACIAS AREAS E O SEU IMPACTO NO GERENCIAMENTO E CONTROLE DA POLUIO ATMOSFRICA NA REGIO METROPOLITANA DE SO PAULO

Grupo AndressaAlves DiogoEiji EtienneS.Oliveira LaisGuedes GabrielaMazzaia

1.

OBJETIVOS 2.RESUMO 3. INTRODUO 4. DESENVOLVIMENTO 5. CONCLUSO 6. REFERNCIAS

Sumrio Geral

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1.Objetivos1.1Gerais a)Apresentarosconceitosde:BaciasAreas,SaturaoeConceitoBolha; b)ApresentarosdecretosdoEstadodeSoPaulo.

1.2Especficos a)IlustrarosImpactosEconmicoseSociais; b)ExporasprincipaisfontesepoluentesnaregioMetropolitanadeSoPaulo; c)Proporsoluesparaminimizaroimpactosdospoluentes;

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2.ResumoEstetrabalhotemcomotemaasBaciasAreaseosimpactosadvindosdo gerenciamentodestasnaeconomiaenasociedade. Deformageral,taisconceitosenglobamosnveisdepoluioemcertas regies,queinterferemdiretamentenapopulao,nomeioambientee nosbensmateriaisenasrespectivasmedidasparacontroledas emisses. Acompreensodessesconceitosinfereprincipalmentenogerenciamento adotadopelasempresasergoslegislativos,noqueserefereao controledeemisseseacompanhamentodasmedidaspaliativas tomadas.Assim,nessetrabalhoseroapresentadosemdetalhesesses conceitos,osdecretosrelacionadosnaregiometropolitanadeSoPaulo

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3.Introduo3.1OquesoBaciasAreas? 3.2OConceitoBolha

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3.1OquesoBaciasAreas?As Bacias Areas consistem de um espao tridimensional, limitado pela topografia da regio, onde os ventos circulam porrotaspreferenciais.ASaturaodestasbaciassedpelo acmulo de poluentes, que ficam aprisionados pelos limites topogrficos. Assimcomoaguaquesedistribuinoterritrioemformade bacia (a bacia hidrogrfica), tambm o ar apresenta uma disperso por uma rea geogrfica conhecida como bacia area

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As bacias podem ser utilizadas para monitoramento da qualidade do ar, pois esta mesma topografia delimita e influencia na disperso atmosfrica, ou seja, o transporte deumidade,poluentesematerialparticulado

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3.2OConceitoBolha

OConceitoBolhaolimiteimaginriocolocado comoartifcioacimadasfontesdepoluiodoar.

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Ao invs de regulamentar uma s fonte em uma planta industrial,passaafixarumlimitemximodeemissopara diversas fontes existentes numa planta, ou grupo de plantas, do mesmo empreendimento, como se estas estivessem sob uma grande bolha, com uma nica aberturanotopo.

RIO-ARegioMetropolitanado Riotemcaractersticasgeogrficas quedificultamadispersode poluentes.PoluioAtmosfrica2013 10

Para atingir esse objetivo, a empresa dever compensar esse acrscimo de emisso da Unidade (C), reduzindo emisses provenientes das unidades (A e B) existentes dentro da bolha, ou emisses de unidades externasbolha. No Brasil, o Estado de SoPaulo foipioneiro na aplicao do Conceito Bolha,cujoinciodatade 1985 no Municpio de Cubato, em plena vigncia do Programa de Controle de Poluio desenvolvido pela CETESB.

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4.Desenvolvimento4.1ImportncianombitoNacional,EconmicoeSocial 4.2FontesdePoluentesAtmosfricos 4.3TiposdePoluentesEmitidoseOefeitodaDispersodesses naAtmosfera 4.4ImpactosnaSadeHumana,MeioAmbienteeBensMateriais 4.5MonitoramentoeAvaliaodaLegislaoVigente 4.6PropostasdeSoluesparaaMinimizaodasEmissesde Poluentes

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4.1 Importncia no mbito Nacional, Econmico e Social

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4.2 Fontes de Poluentes Atmosfricos

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4.3 Tipos de Poluentes Emitidos e O efeito da Disperso desses na AtmosferaNOx CO CO2 HC O3 CH4 SO2 COVs CFC MP PoluioAtmosfrica2013

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4.4 Impactos na Sade Humana, Meio Ambiente e Bens Materiais-

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Emmateriaisocorremprocessosdecorrosodemetais, mrmore,alteraodepinturasdecarros,tecidosetintas eenfraquecimentodeborracha. Emvegetais,destroemtecidoseestruturase consequentementeseumetabolismo. Emseres-humanosocorremproblemas,emgeral, respiratrios,securanagargantaenosolhos,malestar, tosse,irritaonapele,entreoutrossintomas.

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4.5 Monitoramento e Avaliao da Legislao Vigente-

Ocorrerammodificaorelacionadasaogerenciamentoe controledasemissesatmosfricasnalegislaodoEstado deSoPauloapartirdapublicaodoDecretoEstadual 48.523/04,alteradopelosDecretos50.753/06e52.469/07 eentoforaminstitudosdoismecanismosde gerenciamentodeemissesdepoluentesatmosfricosem reassaturadasouemviasdesaturaonaRegiodeSo Paulo:

1)ProgramadeReduodeEmissesAtmosfricasPrea; 2)CompensaodeEmissesAtmosfricas.

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-DevidoasdificuldadesoperacionaisdoDecreto50.753/06 foipromovidaapublicaopeloGovernodoEstadoo Decreto52.469/07.Dentreosavanospresentesno decreto,temos: - melhoriadaclassificaodassub-regiessaturadas, conformeograudeseveridade,estabelecendotrsnveis distintos:Moderado,SrioeSevero; - adisposiodequeaCetesbpublicaranualmente,a partirdaclassificaodograudesaturaodassubregies,oinventriodeemissesdasfontesfixase mveis;asmetasdereduodasemisses;eo valor/titularidadedoscrditosdisponveisemcadasubregio; - ainstituiodaclassificaoquantoaograudesaturao dassub-regies.

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4.6 Propostas de Solues para a Minimizao das Emisses de PoluentesAlgunspontosaserimplementadossugeridospelaFIESP: - Estipularumaquantidadedeemissodepoluentes permitidaemcadaregiodoestadodeSoPaulo; - Definirmetaspararecuperaodereassaturadas,paraa reduodeemissoporregioeporfonteeparao gerenciamentoecontroledasemissesdefontesmveis; - Ageraoeimplementaodeumsistemagestorde crditosdeemisses;

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Resumindo ...

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5.ConclusoPode-se concluir que a importncia do monitoramento das bacias areas em mbito nacional para os setores da economia e para a sociedade em si est diretamente relacionada com o crescimento das cidades, tanto industrial quanto econmico Sendo assim, asconsequnciasdessecrescimentoinduziulegislaoa procurarummeiodeconciliarasquestesambientaiscom asquesteseconmicas Com base nos dados coletados e analisados desse monitoramento, estratgias e aes mitigadoras podem ser planejadas e sendo assim, ser base para o estudo e viabilizao de projetos que visam trazer vantagens ambientaiseeconmicasparaaRMSP.

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6.REFERNCIAS[1] BARBOZA, R. S.. Caracterizao das Bacias Areas e Avaliao de Chuva Oculta nos Contrafortes da Serra do Mar. 2007 61f. Dissertao (Mestrado em Cincias Ambientais e Florestais). Instituto de Florestas, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropdica RJ. 2007. [2] Fabio Ferreira Ferling.Gesto de bacias areas como instrumento de gesto ambiental: estudo de caso em projetos de gerao de energia no Estado de So Paulo. 2008. Dissertao (Mestrado em Energia) - Instituto de Eletrotcnica e Energia da Universidade de So Paulo,2008. 22 [3] SALVADOR, N. N. B., SANTOS, E. L.. Avaliao