Manhanelli - Estrategias eleitorais

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    04-Mar-2016
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Manhanelli - Estrategias eleitorais

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  • Carlos Augusto Manhanelli

    ESTRATGIAS ELEITORAISM a r k e t in g Po ltic o

    l i.

    :

    s u m m u s e t io r ia i

  • Dados de Catalogao na Publicao (CIP) Internacional (Cmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

    Manhanelli, Carlos Augusto.M244e Estratgias eleitorais : marketing poltico / Carlos

    Augusto Manhanelli. So Paulo : Summus, 1988.(Coleo novas buscas em comunicao

    : v. 25)

    1. Campanhas eleitorais 2. Campanhas eleitorais Brasil 3. Propaganda poltica I. Ttulo. II. Srie : Novas buscas em comunicao, v. 25.

    CDD-324.788-0032 -324.70981

    ndices para catlogo sistemtico:1. Brasil : Campanhas eleitorais : Cincia poltica

    324.709812. Brasil : Marketing poltico : Cincia poltica 324.73. Campanhas eleitorais : Tcnicas : Cincia poltica

    324.74. Marketing : Campanhas polticas : Cincia poltica

    324.75. Propaganda poltica : Cincia poltica 324.7

  • ESTRATGIAS ELEITORAIS Marketing PolticoCopyright 1988by Carlos Augusto Manhanelli

    Capa de: Roberto Strauss

    Ilustraes de: Camila C. Costa

    Conselho Editorial da Coleo:Adisia SFrancisco Gaudncio Torquato do RegoJos Marques de MeloLuis Fernando SantoroMuniz SodrSrgio CaparelliTereza Lucia Halliday Levy

    Proibida a reproduo total ou parcial deste livro, por qualquer meio e sistema, sem o prvio consentimento da Editora.

    Direitos desta ediio reservados porSUMMUS EDITORIAL LTDA.Rua Cardoso de Almeida, 1287 05013-001 - So Paulo, SP Telefone (011) 3872-3322 Caixa Postal 62.505 - CEP 01214-970 http://www.summus.com.br e-mail: [email protected]

    Impresso no Brasil

  • NOVAS BUSCAS EM COMUNICAO

    O extraordinrio progresso experimentado pelas tcnicas de comunicao de 1970 para c representa para a Humanidade uma conquista e um desafio. Conquista, na medida em que propicia possibilidades de difuso de conhecimentos e de informaes numa escala antes inimaginvel. Desafio, na medida em que o avano tecnolgico impe uma sria reviso e reestruturao dos pressupostos tericos de tudo que se entende por comunicao.

    Em outras palavras, no basta o progresso das telecomunicaes, o emprego de mtodos ultra-sofisticados de armazenagem e reproduo de conhecimentos. preciso repensar cada setor, cada modalidade, mas analisando e potencializando a comunicao como um processo total. E, em tudo, a dicotomia terica e prtica est presente. Impossvel analisar, avanar, aproveitar as tecnologias, os recursos, sem levar em conta sua tica, sua operacionalidade, o benefcio para todas as pessoas em todos os setores profissionais. E, tam bm, o benefcio na prpria vida domstica e no lazer.

    O jornalismo, o rdio, a televiso, as relaes pblicas, o cinema, a edio enfim, todas e cada uma das modalidades de comunicao , esto a exigir instrumentos tericos e prticos, consolidados neste velho e sempre novo recurso que o livro, para que se possa chegar a um consenso, ou, pelo menos, para se ter uma base sobre a qual discutir, firmar ou rever conceitos. Novas Buscas em Comunicao visa trazer para o pblico que j se habituou a ver na Summus uma editora de renovao, de formao e de debate textos sobre todos os campos da Comunicao, para que o leitor ainda no curso universitrio, o profissional que j passou pela Faculdade e o pblico em geral possam ter balizas para debate, aprimoramento profissional e, sobretudo, informao.

  • Dedico este livro a meus pais, irmos, esposa e filhos

    e, principalmente, a meu irmo Marcos Antonio Manhanelli,

    pelo apoio e incentivo.

  • AGRADECIMENTOS

    Agradeo a: Antonio de Pdua Prado Jr., Carlos Estevam M artins, Neysa Furgler, Prof. Mrio Srgio de Camargo e Waldir Vec- chio pelo incentivo; aos senhores: Amauri Parreira e Jos Costa (Esprito Santo), W anda Torres (Maranho), Maninho (Cear), Ronei Orsini e Dr. Leopoldo Justino Girardi (Rio Grande do Sul), Tadeu Comerlato (Santa Catarina e Curitiba), Sr. Francisco Maia e Tom Eisenlohr (Braslia), Prof. Cid Pacheco (Rio de Janeiro), Dra. Glucia (Amazonas), Prof. Francisco Gracioso e Emmanuel Publio Dias (Escola Superior de Propaganda e Marketing), que no deixaram m orrer um bom projeto, e ao amigo e companheiro Ronald Kuntz.

    Na 3? Edio, a Paulo Guimares (Teresina-PI), por ter-me proporcionado a oportunidade de se desenvolver um bom trabalho no Nordeste; aos companheiros de luta: Elias Azulay (S. Luis-MA), Ge- nival Ribeiro (J. Pessoa-Paraba), M auro Bonna (Belm-PA), Mon- talvo (Aracaju-SE)r Pblio O. Souza (Natal-RN), Proff Maria Nilza (Belo Horizonte-MG), Lauro Letzow (Curitiba-PR), Ailso B. Corra (Goinia-GO), Tales A. Lima (Recife-PE), Zilmar Silveira (Salvador-BA) c a orientao para minha formao acadmica efetuada pelo amigo Prof. Jos Roberto W hitaker Penteado Filho (Escola Superior de Propaganda e Marketing-RJ).

  • NDICE

    Prefcio 3? edio ..................... ................................................. 11P refcio ................................ ............................................................. 13

    1. Estratgia................................................................................. 152. Definio Estratgica.................................................. .......... 173. Eleio G uerra.................................................................... 214. Estratgia Inicial..................................................................... 335. Avaliao da C am panha..................................................... 376. Previso e Planejam ento..................................................... 417. Oramento da Cam panha.................................................... 458. Cronograma de A tividades............................ .................... 519. Recursos Humanos nas Campanhas E leitorais......... 53

    10. Plataform a e Program a de Ao Parlam entar............ 5911. O Candidato............................................................................ 6312. A Mdia em Campanhas Eleitorais................................... 6913. O Palanque Eletrnico ou a Televiso Eleitoral............ 7314. Outdoor or not ou tdoor? .................................................... 7915. Prticas para um Cabo Eleitoral......................................... 8116. Campanha Eleitoral no N ordeste.................................. 8517. Pesquisas........................ ........................................................ >718. O Marketing Poltico Ps-E leitoral.................................. 11'19. Modelo de Instrues para Fiscais de Boca de Urmi"

    e Mesa A puradora................................................................. 12920. Histrias que a Poltica Escreveu...................................... 1 "Bibliografia....................................................................................... 1 '7O A u to r ............................................................................................ 1,19

  • PREFCIO 3? EDIO

    Aps 14 anos de militncia em campanhas eleitorais no sul do pas, resolvi acompanhar de perto campanhas eleitorais no nordeste, pois muito se fala destas campanhas e sobre as diferenas existentes nas tcnicas e tticas empregadas no Sul e no Nordeste.

    Aproveitando um convite que me foi feito para assumir a superintendncia comercial/Marketing de uma emissora de televiso no Nordeste (em Teresina/PI), comeei a pesquisar e a participar de campanhas eleitorais nesta regio.

    Nesta terceira edio, procuro descrever o processo eletivo que vem sendo empregado no nordeste do pas e posso garantir aos leitores que as diferenas so muito poucas a nvel estratgico. Respeitando-se a regionalidade, somos levados a acreditar que as aes e estratgias empregadas no sul do pas so as mesmas usadas no nordeste do pas.

    Quanto mudana de paginao, ouvi muitos leitores e crticos sobre a dificuldade de se acompanhar o raciocnio exposto nos captulos do livro quando comevamos a explanar sobre pesquisas elei torais, que uma matria mais tcnica. Isto posto, aloquei este captulo ( Pesquisas ) no final do livro.

    Espero que esta ampliao e nova paginao sejam de seu ugindo.

    Boa lcitimi

    11

  • PREFCIO

    O empirismo e a desorganizao, que norm alm ente tm caracterizado as cam panhas polticas, tan to para cargo m ajoritrio como para deputado e vereador, encontram nesse livro de Carlos Augusto M anhanelli o seu extertor.

    Com m aestria, o au tor indica o clima e a atm osfera que devem presidir um a cam panha: trata-se de um a guerra. E, assim sendo, so necessrias estratgias e organizao.

    O receiturio vem lcido, ao m ostrar que h tcnicas prprias para a venda do produto: o candidato. O marketing poltico desponta, portanto, como um setor especfico, com caractersticas prprias, que exigem anlise do produto dentro do quadro poltico, abrangendo o desejo dos eleitores, os concorrentes, os segmentos a serem atingidos, os materiais de propaganda,, as condies financeiras, a colaborao da fam lia do candidato etc.

    O au tor revela, por exemplo, a necessidade de um trabalho em unssono de assessores e cabos eleitorais em to rno da plataform a, devendo, m orm ente os candidatos a cargos proporcionais, atuar sobre determ inados segmentos nos quais tenham respaldo.

    M as a prim eira grande m eta do au tor diante da consagraao da privao na cam panha poltica a de vender o prprio markctiny, poltico, ou seja, m ostrar sua im portncia e seus resullados, puni o que lana m o de interessante relato de experincias passadas, como a cam panha do PT em V itria, no Esprito Sanlo.

    Im portantes so tam bm as indicaes sobre o 01 p.anogi ama ilr um comit de cam panha eleitoral e sobre os recursos humanos 1 sc

    13

  • rem arregim entados; polticos, sim patizantes, cabos eleitorais, bem como o treinam ento a que devem ser subm etidos.

    P or fim , resta produzir o produto o candidato , tendo em vista sua pos