Brasil offshore 2013 3

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  • 2 BR A SIL OFF SHOR E MACA, QUINTA-FEIRA, 13 DE JUNHO DE 2013

    EXPEDIENTE - JORNAL BRASIL OFFSHORE UMA PUBLICAO ANUAL Propriedade: EJORAN - Editora de Jornais, Revistas e Agncias de Notcias Sede e Parque Grfico Prprios. Rua: Be-nedito Peixoto, 90 Centro Maca/RJ Tel. (22) 2106-6060 - CNPJ: 29699.626/0001-10 Registrado na forma da lei Diretor Presidente: Oscar Pires Editor: Mrcio Siqueira ([email protected]) Jornalista: Mrcio Siqueira e Patrcia Lucena Edio Grfica: Weberth Freitas ([email protected]) Fotos: Wanderley Gil , Kan manhes e Marianna Fontes ([email protected]) Acesse: www.odebateon.com.br E-Mail: [email protected] A direo de O DEBATE no se responsabiliza e nem endossa os conceitos emitidos por seus colabo-

    radores em aes ou artigos assinados, sendo de total responsabilidade do autor. Filiado ADJORI - RJ Associao dos Diretores de Jornais do Estado do Rio de Janeiro e ADI Brasil ANJ Associao Nacional de Jornais.

    COMEOU ONTEM A RODADA DE NEGCIOS DA BRASIL OFFSHORE

    ARodada de Negcios costuma ser o mo-mento mais aguarda-do da Brasil Offshore. E no para menos. Durante os dias da rodada, muitos ne-gcios podem surgir, movimen-tando ainda mais a economia do setor petrolfero.

    Uma das novidades da feira deste ano foi a Rodada Tecno-lgica, onde pequenas empre-sas de bases tecnolgicas que desenvolvem novos produtos apresentaram suas solues para os grandes contratantes.

    Na tera-feira, as empresas de grande porte, de servios ou de petrleo, tiveram oportunidade em assistir a apresentao de diversas empresas, com produ-tos novos e inovaes tecnol-gicas, explicou Alfredo Renault, superintendente da Organiza-o Nacional da Indstria do Petrleo (ONIP).

    Segundo ele, essa uma primeira oportunidade para as grandes empresas conhece-rem as tecnologias que esto disponveis e em desenvolvi-mento no Brasil. Isso pode, inclusive, fomentar parcerias entre as empresas demandan-tes desses produtos e contri-

    mandas prioritrias em que elas sentem falta de fornecedores e ns buscamos no mercado po-tenciais fornecedores para en-trarem em contato com essas empresas, destacou Alfredo.

    Durante a abertura da feira, o vice-presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, organizadora do evento, Paulo Otvio Pereira de Almeida, afirmou que a ex-pectativa que sejam gerados R$ 200 milhes em negcios, um crescimento significativo em relao ao ano passado, quando o volume foi de R$ 170 milhes.

    Na avaliao de Alfredo,

    esse nmero previsto foi ape-nas uma regra de trs em fun-o do nmero de encontros da ltima reunio para essa.

    Foi um valor tirado como uma estimativa a partir do incre-mento que ns teremos em nmero de encontros. um nmero inicial, que pode flutu-ar para mais ou para menos. O importante a dimenso que esse encontro tem e, princi-palmente, o fato de que uma grande oportunidade para as pequenas empresas estarem em contato com companhias maiores. Isso to importante quanto o volume de negcios que pode ser gerado.

    buir na prpria evoluo do desenvolvimento tecnolgico.

    Aps essas apresentaes, comeou ontem (12) a Roda-da de Negcios, em seu for-mato tradicional das edies anteriores, onde as pequenas empresas tm contato dire-to com grandes companhias para apresentar seus produ-tos e servios, gerando futu-ros negcios. De acordo com Alfredo, esse j um formato que est mais centrado na re-alizao efetiva de negcios e contratos, deixando um pouco de lado a questo tecnolgica.

    As grandes empresas apre-sentam quais so as suas de-

    Segundo Alfredo Renault, superintendente da ONIP, essa uma oportunidade para as empresas estarem em contato

    Rodada Tecnolgica estreia na Brasil Offshore 2013

    BR A SIL OFF SHOR E

    Patricia [email protected]

  • MACA, QUINTA-FEIRA, 13 DE JUNHO DE 2013 BR A SIL OFF SHOR E 3

    PORTO DE R$ 1,5 BILHO SEGUE PARA ANLISE NA ANTAQProjeto pode estar entre os registrados nos ltimos dias junto a Agncia Nacional de Transportes Aquavirios

    Aconsolidao do projeto de construo do novo porto, cujo investimen-to pode alcanar R$ 1,5 bilho, em rea do So Jos do Barreto registrou nos ltimos dias mais uma fase positiva. O Termi-nal Logstico de Maca (Terlom), proposta que visa atender as de-mandas de logstica de empre-sas que atuam na explorao e produo de petrleo na Bacia de Campos, pode estar entre os novos pedidos de autorizao em anlise pela Agncia Nacional de Transportes Aquavirios (Antaq).

    Segundo dados divulgados nesta semana pela Agncia, entre as em-

    presas que apresentaram projetos para autorizao est a Queiroz Galvo Desenvolvimento de Neg-cios, responsvel pela elaborao e consolidao do projeto final do novo porto de Maca, cujo poten-cial j despertou o interesse, no oficializado, da maior companhia petrolfera em atividade na Bacia de Campos, a Petrobras.

    Para garantir a realizao das obras, o Terlom precisa passar pela avaliao de uma srie de rgos li-gados a legislao federal e estadual referente a instalao de terminais porturios na costa brasileira. Alm da Antaq, o projeto deve ser anali-sado pela Nacional da Unio, assim como pela Agncia Nacional do Pe-trleo e Gs (ANP), devido a movi-mentao de materiais para unidades

    de explorao e produo, e a Receita Federal, para questes alfandegrias.

    Em fevereiro deste ano, foi ini-ciado o processo de licenciamento ambiental do projeto. A expectativa que as obras sejam iniciadas no segundo semestre do prximo ano, com previso de concluso em 2017.

    No ms passado, o Terlom foi apresentado pela equipe tcnica da Queiroz Galvo Desenvolvimento de Negcios durante a reunio da Comisso Municipal da Firjan. O encontro contou tambm com a participao do governo municipal, que defende a construo do porto como um dos grandes empreendi-mentos projetados atravs do Ma-croplan, pacote de obras que esto sendo planejadas para alavancar o desenvolvimento da cidade.

    Elaborado ao longo dos ltimos dois anos, o novo porto passou a ser o principal projeto para insta-lao de bases martimas, voltado a indstria do petrleo, na regio Norte Fluminense. A expectativa

    que, alm de atender as atuais demandas das empresas offshore, a base seja capaz de dar suporte lo-gstico s operaes direcionadas a explorao e produo de petrleo nas reservas do pr-sal.

    Mrcio [email protected] Parte da rea

    para instalao do novo porto j foi doada pela Prefeitura

  • 4 BR A SIL OFF SHOR E MACA, QUINTA-FEIRA, 13 DE JUNHO DE 2013

    FIRJAN APOSTA EM UMA RODADA DE NEGCIOS SIGNIFICATIVA

    Aterceira maior feira de petrleo e gs do mundo no movimen-ta apenas os negcios onshore e offshore, mas os se-tores da economia como um todo. Hotis com ocupao mxima, comrcio e restau-rantes registram movimento intenso, taxistas faturam com os turistas e por a vai.

    Alexandre dos Reis, diretor da Federao das Indstrias

    do Rio de Janeiro (Firjan), es-teve presente no primeiro dia da Brasil Offshore, na ltima tera-feira, e disse que a ins-tituio aposta muito no even-to. Aqui conseguimos tratar a questo da indstria como um todo. A feira est melhor, maior, as empresas exposito-ras esto com mais qualidade e acreditamos que temos tudo para ter uma rodada de neg-cios muito boa.

    Durante a abertura, Paulo Otvio Pereira de Almeida, vice-presidente da Reed Exhi-

    No sei se chegamos a R$ 200 milhes, mas se o resulta-do dessa rodada regional ficar acima de R$ 100 milhes j um belssimo valor. O merca-do de petrleo e gs est mui-to aquecido e ficou ainda mais animado com as rodadas dos leiles, avaliou Alexandre, da Firjan.

    Segundo ele, alm de esti-mular a economia macaense, a feira atinge o estado do Rio de Janeiro de um modo geral.

    O evento mexe com tudo. Empresas de diversas cida-

    des vm para c. Os servios de todos os setores acabam sendo impactados.

    Hotis esto com a ocu-pao mxima, vendas do comrcio esto aquecidas e o movimento dos restauran-tes grande. Esses so ape-nas alguns exemplos de como a Brasil Offshore mexe com o municpio de um modo geral e no apenas os negcios que acontecem na prpria feira. A cidade inteira comemora a chegada do evento, aps me-ses de preparao.

    bitions Alcantara Machado, organizadora do evento, afir-mou que a expectativa para a Rodada de Negcios neste ano

    Para Alexandre dos Reis, Brasil Offshore impulsiona a indstria como um todo

    Patricia [email protected]

    aqui conseguimos tratar a questo da indstria como um todo. a feira est melhor e as empresas esto com mais qualidade

    que sejam gerados R$ 200 milhes em negcios.

    Rodada Tecnolgica estreia na Brasil Offshore 2013

  • MACA, QUINTA-FEIRA, 13 DE JUNHO DE 2013 BR A SIL OFF SHOR E 5

    ESPAO DA FEIRA FOI REFORMADO PELA PREFEITURA

    Osucesso da Brasil Offshore comeou antes mesmo do evento acontecer. Isso porque a feira movimenta diversos setores do municpio, o que beneficia a populao macaense de uma forma geral. Entre as reas mais influencia-das esto: rede hoteleira, co-mrcio, restaurantes e turis-mo. No entanto, para receber milhares de visitantes durante o perodo, a cidade precisa se preparar.

    O Centro de Convenes Jornalista Roberto Marinho recebeu uma srie de aes de manuteno durante os l-timos meses. Segundo a Pre-feitura, as medidas no visam apenas a realizao da feira,

    mas tambm tm o objetivo de manter o espao pronto a receber grandes eventos.

    Entre as aes, foram feitas a recuperao dos elevado-res e dos mastros de ban-deira, recuperao de troca das grades e do muro de con-teno do estacionamento e uma preparao da rea para receber as tendas e os participantes da feira. O local tambm recebeu a reviso e a recuperao das instalaes eltricas, hidrulicas e das caixas de bombeiro. O restau-rante, a cozinha, os banheiros, o auditrio, as instalaes de ar condicionado, o pavilho