Sabadao 90

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Máxima: 29C° Minina: 20C° Máxima: 28C° Minina: 17C° HOJE AMANHÃ Fonte: Climatempo 8 DE NOVEMBRO DE 2014 - EDIÇÃO Nº 90 - ANO 3 - LENÇÓIS PAULISTA - CIRCULAÇÃO REGIONAL I | Secretário da Assistência visita município de Borebi |Ecopontos desordenados expõe problema crônico Hospital ficará sem o dinheiro do repasse aprovado na Câmara Herculano e Rita Passos agradecem votos obtidos em Lençóis Paulista Agressão contra estudante gera indignação geral na internet VISITAS - Com vereador Nardeli da Silva, o casal esteve com a prefeita Izabel Lorenzetti e na Câmara, deputados demonstraram otimismo com nova mandato da presidente Dilma Rousseff A violência entre ado- lescentes, ocorrida den- tro ou nas proximidades de escolas da cidade marcou a semana em Lençóis Paulista. Ao menos quatro ‘brigas’ de maior violência acon- teceram entre alunos e não alunos, em três delas aconteceram do lado de fora de escolas estaduais e uma dentro do ambiente escolar, em uma unidade da rede municipal. No caso que ganhou maior repercus- são, uma adolescente foi agredida na rua, de- pois de sair da escola e desmaiou, tendo que ser socorrida pelo Cor- po de Bombeiros. As imagens da agressão tiveram quase 16 mil vi- sualizações até o final de semana em uma página do Facebook. Conflitos em porta de escola são comuns e ocorrem entre estudan- tes de todas as idades, com maior ou menor violência. Para o Ca- pitão da Policia Militar Jovercy Bergamaschi, este tipo de ocorrência em Lençóis não tem um número relevante, mas demonstra a perda de valores importantes da sociedade. Página 4 O Projeto de Lei que per- mite ao SAAE devolver o valor correspondente às par- celas pagas pela Prefeitu- ra de Lençóis Paulista pelo financiamento feito para a construção da ETE (Estação de Tratamento de Esgoto), junto à Caixa Econômica Federal, foi aprovado na ses- são de segunda-feira, dia 3, da Câmara. Mas, durante a discussão do projeto os ve- readores acreditavam que a administração municipal fa- ria o repasse do recurso re- cebido para o hospital Nossa Senhora da Piedade, o que foi desmentido durante a semana pela assessoria de imprensa. Até o momento da votação do projeto, os vereadores ti- nham a informação de que os R$ 276 mil, pagos pela Prefei- tura entre os meses de janeiro a setembro de 2014, seriam recebidos pela administração e repassados ao hospital, que tem déficit mensal de mais de R$ 150 mil, e deve chegar a dezembro com um déficit de R$ 1.700 milhão. Página 3 O secretário estadual de Desenvolvimento Social, Rogerio Hamam, esteve em Borebi, nesta sexta-feira, dia 7, onde foi recepcio- nado pelo prefeito Manoel Frias Filho (PR), durante a formatura da primeira turma do curso de assistente admi- nistrativo, oferecido no mu- nicípio através do programa São Paulo Solidário. Após a cerimônia, o se- cretário elogiou as ações promovidas pela adminis- tração de Mané Frias, para garantir que cada vez mais famílias borebienses con- sigam manter um melhor padrão de vida, com menor risco de vulnerabilidade social e menor dependên- |Gravação narra morte de PM durante assalto O jornal Sabadão do Povo teve acesso à gravação que nar- ra parte do enfrentamento da Polícia Militar a bandidos que tentaram assaltar dois carros- -fortes, na cidade de Aguaí, no último dia 30. Na ação, o cabo Alaor Branco Júnior, de 45 anos, foi atingido por um tiro de fuzil e morreu no local. Os suspeitos do crime fugiram e não foram localizados. Pág.4 O Meio Ambiente voltou a pauta de muitos jornais no mês de outubro e permanece até agora devido a forte estiagem que assola parte do Brasil. Em Lençóis Paulista o des- pejo irresponsável de entulho pelos arredores da cidade e o lixo nos Ecopontos expõe a fra- gilidade e falta de consciência na forma de utilizá-los. Veja matéria completa na Página 5 cia do poder público. “O desenvolvimento social é o que temos que impulsionar, justamente para quem tem a condição de mobilidade social. Página 7 DOE 1 LITRO DE LEITE INTEGRAL E GANHE 1 SQUEEZE! O LEITE ARRECADADO SERÁ DOADO À CASA AMORADA DE LENÇÓIS PAULISTA. A TROCA OCORRERÁ APENAS NA FARMÁCIA HOMEOPÁTICA DA AVENIDA PADRE SALÚSTIO. Matriz Rua Anita Garibaldi, 650 Centro - Lençóis Paulista/SP (14) 3264-3340 3263-3985 Filial Av. Pe. Salútio R. Machado, 563 Centro - Ao lado do Fórum (14) 3264-8248 Billy Mao A deputada estadual Rita Passos e seu esposo Hercu- lano Passos, ex-prefeito de Itu e eleito deputado federal nas eleições de outubro, es- tiveram em Lençóis Paulis- ta nos dias 6 e 7, visitando instituições como o hospital Nossa Senhora da Piedade e Adefilp. Rita Passos foi reeleita para seu terceiro mandato pelo PSD, enquanto Her- culano se elegeu para o primeiro mandato como deputado federal, pelo mesmo partido. A visita à cidade atendeu ao convite do vereador Nardeli da Silva (Pros). Na quinta-feira, o casal foi recebido pela prefeita Izabel Lorenzetti (PSDB), em seu gabinete, e na sexta- -feira, a recepção foi na sede administrativa da Câ- mara, pelo presidente Hum- berto Pita (PR) e demais vereadores. No Legislativo, Rita e Herculano atenderam a im- prensa e falaram da necessi- dade das reformas política e econômica apresenta- das pela presidente Dilma Rousseff (PT), confirmadas em um encontro do PSD, em Brasília, na quarta-feira, dia 5. O partido está na base de apoio do governo federal e, segundo Herculano, irá contribuir para a superação do momento delicado da economia e para que o país mantenha seu desenvolvi- mento social. Página 7 JUNTOS - O secretário e a primeira dama Ide
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    HOJE AMANH

    Fonte: Climatempo

    8 DE NOVEMBRO DE 2014 - EDIO N 90 - ANO 3 - LENIS PAULISTA - CIRCULAO REGIONAL

    I

    |Secretrio da Assistnciavisita municpio de Borebi

    |Ecopontos desordenados expe problema crnico

    Hospital ficar sem o dinheiro dorepasse aprovado na Cmara

    Herculano e Rita Passos agradecem votos obtidosem Lenis Paulista

    Agresso contra estudante geraindignao geral na internet

    VISITAS - Com vereador Nardeli da Silva, o casal esteve com a prefeita Izabel Lorenzetti e na Cmara, deputados demonstraram otimismo com nova mandato da presidente Dilma Rousseff

    A violncia entre ado-lescentes, ocorrida den-tro ou nas proximidades de escolas da cidade marcou a semana em Lenis Paulista. Ao menos quatro brigas de

    maior violncia acon-teceram entre alunos e no alunos, em trs delas aconteceram do lado de fora de escolas estaduais e uma dentro do ambiente escolar,

    em uma unidade da rede municipal. No caso que ganhou maior repercus-so, uma adolescente foi agredida na rua, de-pois de sair da escola e desmaiou, tendo que

    ser socorrida pelo Cor-po de Bombeiros. As imagens da agresso tiveram quase 16 mil vi-sualizaes at o final de semana em uma pgina do Facebook.

    Conflitos em porta de escola so comuns e ocorrem entre estudan-tes de todas as idades, com maior ou menor violncia. Para o Ca-pito da Policia Militar

    Jovercy Bergamaschi, este tipo de ocorrncia em Lenis no tem um nmero relevante, mas demonstra a perda de valores importantes da sociedade. Pgina 4

    O Projeto de Lei que per-mite ao SAAE devolver o valor correspondente s par-celas pagas pela Prefeitu-ra de Lenis Paulista pelo financiamento feito para a construo da ETE (Estao de Tratamento de Esgoto),

    junto Caixa Econmica Federal, foi aprovado na ses-so de segunda-feira, dia 3, da Cmara. Mas, durante a discusso do projeto os ve-readores acreditavam que a administrao municipal fa-ria o repasse do recurso re-

    cebido para o hospital Nossa Senhora da Piedade, o que foi desmentido durante a semana pela assessoria de imprensa.

    At o momento da votao do projeto, os vereadores ti-nham a informao de que os R$ 276 mil, pagos pela Prefei-

    tura entre os meses de janeiro a setembro de 2014, seriam recebidos pela administrao e repassados ao hospital, que tem dficit mensal de mais de R$ 150 mil, e deve chegar a dezembro com um dficit de R$ 1.700 milho. Pgina 3

    O secretrio estadual de Desenvolvimento Social, Rogerio Hamam, esteve em Borebi, nesta sexta-feira, dia 7, onde foi recepcio-nado pelo prefeito Manoel Frias Filho (PR), durante a formatura da primeira turma do curso de assistente admi-nistrativo, oferecido no mu-nicpio atravs do programa So Paulo Solidrio.

    Aps a cerimnia, o se-cretrio elogiou as aes promovidas pela adminis-trao de Man Frias, para garantir que cada vez mais famlias borebienses con-sigam manter um melhor padro de vida, com menor risco de vulnerabilidade social e menor dependn-

    |Gravao narra morte de PM durante assalto

    O jornal Sabado do Povo teve acesso gravao que nar-ra parte do enfrentamento da Polcia Militar a bandidos que tentaram assaltar dois carros--fortes, na cidade de Agua,

    no ltimo dia 30. Na ao, o cabo Alaor Branco Jnior, de 45 anos, foi atingido por um tiro de fuzil e morreu no local. Os suspeitos do crime fugiram e no foram localizados. Pg.4

    O Meio Ambiente voltou a pauta de muitos jornais no ms de outubro e permanece at agora devido a forte estiagem que assola parte do Brasil.

    Em Lenis Paulista o des-

    pejo irresponsvel de entulho pelos arredores da cidade e o lixo nos Ecopontos expe a fra-gilidade e falta de conscincia na forma de utiliz-los. Veja matria completa na Pgina 5

    cia do poder pblico. O desenvolvimento social o que temos que impulsionar, justamente para quem tem a condio de mobilidade social. Pgina 7

    DOE 1 LITRO DE LEITE INTEGRAL E

    GANHE 1 SQUEEZE!O LEITE ARREcADADO SER DOADO cASA AmORADA DE LENIS PAULISTA.

    A TROcA OcORRER APENAS NAFARmcIA HOmEOPTIcA

    DA AvENIDA PADRE SALSTIO.

    MatrizRua Anita Garibaldi, 650

    Centro - Lenis Paulista/SP(14) 3264-3340

    3263-3985

    FilialAv. Pe. Saltio R. Machado, 563

    Centro - Ao lado do Frum(14) 3264-8248

    Billy Mao

    A deputada estadual Rita Passos e seu esposo Hercu-lano Passos, ex-prefeito de Itu e eleito deputado federal nas eleies de outubro, es-tiveram em Lenis Paulis-ta nos dias 6 e 7, visitando instituies como o hospital Nossa Senhora da Piedade e Adefilp.

    Rita Passos foi reeleita para seu terceiro mandato pelo PSD, enquanto Her-culano se elegeu para o primeiro mandato como deputado federal, pelo mesmo partido. A visita cidade atendeu ao convite do vereador Nardeli da Silva (Pros).

    Na quinta-feira, o casal foi recebido pela prefeita Izabel Lorenzetti (PSDB),

    em seu gabinete, e na sexta--feira, a recepo foi na sede administrativa da C-mara, pelo presidente Hum-berto Pita (PR) e demais vereadores.

    No Legislativo, Rita e Herculano atenderam a im-prensa e falaram da necessi-dade das reformas poltica e econmica apresenta-das pela presidente Dilma Rousseff (PT), confirmadas em um encontro do PSD, em Braslia, na quarta-feira, dia 5. O partido est na base de apoio do governo federal e, segundo Herculano, ir contribuir para a superao do momento delicado da economia e para que o pas mantenha seu desenvolvi-mento social. Pgina 7

    JUNTOS - O secretrio e a primeira dama Ide

  • OPINIO2LENIS PAULISTA, 8 DE NOVEMBRO DE 2014

    FALE CONOSCO CNPJ: 14.647.331./0001-22

    IE: 416.050.229.111

    Jornalista Responsvel: Tnia Morbi - Mtb: 52.193Redao e administrao Lenis Paulista

    Rua Andr Bacili, 45 Telefone (14) [email protected]

    CONTATO COMERCIAL: (14) 99658-9731Sugesto de Pautas: (14) 3263-1740

    Registrado no Cartrio de Registros de Pessoas Jurdicasde Lenis Paulista sob nmero 008 - Folha 15 - Livro B1

    TODOS OS ARTIGOS SO DE RESPONSABILIDADEDE SEUS AUTORES

    Tiragem: 3.000 exemplaresNa internet: http://issuu.com/billymao/docsCaderno DeCasaEmCasa: 20.000 exemplaresLenis Paulista - Borebi - Agudos - Macatuba

    O amor fala mais alto pr. antonio carlos cabral

    billY Mao

    Fazendo amigos: no importa onde, no importa quando

    railson rodrigues

    Sobre Doritos, Carla Marins e Poltica

    Imagem e significado

    Sabado online: issuu.com/billymao/docs/

    Reflexo

    Charges do Duke

    A Bblia conta a historia de um homem por nome Abrao, patriarca e pai da f para os hebreus e cristos atuais. Quando Abrao tomou conhecimento do plano de Deus para destruir as cidades de Sodoma e Gomorra por causa de seus pecados, entre eles o da imoralidade, decidiu interceder por elas por causa de possveis justos que nelas habitas-sem. Se nelas houver cinquenta justos. o Senhor no destruir as cidades? Se nelas houver cinquenta justos, no destruirei as cidades. Quarenta e cinco?, quarenta?, trinta?, vinte?, dez? Por amor aos dez, no destruirei as cidades (Gen. 18.22-33). Anteriormente, Deus j havia mandado o dilvio como punio para o pecado do povo (Gen. 7 e 8).

    Em nossa sociedade se fomenta perigosa confrontao entre hteros e homossexuais, em nome da defesa de minorias e assim aqueles que defendem a f e a moral da famlia, passam a ser vistos como conserva-dores, moralistas, intolerantes e insensveis. A Bblia a Palavra de Deus e como tal tida como regra de f e conduta para aqueles que assim a aceitam. Ela no interpretada luz da cultura vigente,mas a partir dos princpios nela descritos, que so vlidos em qualquer poca e cultura para o ser hu-mano, tando do sculo XX a.C. como para o do sculo XXI.

    Firmeza doutrinria no significa falta de misericrdia, porm mais importante

    obedecer a Deus que aos homens (At. 5.29). Se no existe a lei moral, ento o certo e o errado no possui existncia real e passam a ser apenas costumes e convenes humanas que variam de sociedade para sociedade. Sem Deus, tudo lcito. Jesus Cristo orde-nou a seus seguidores que amassem a todos indistintamente, expressando a graa e a misericrdia de Deus (Joo 13.34, Levit. 19.18). O princpio cristo no autoriza ningum a julgar ou condenar seu prximo, ms am-lo (Mat. 7.1-2). No entanto, aceitar qualquer atitude que no esteja estabelecida na Bblia, dever ser repudiada.

    O zelo doutrinrio, no se traduz por intolerncia e falta de misericrdia, com qualquer ser humano que no comunga com os princpios bblicos. O papel da igreja

    demonstrar o amor de Cristo ao pecador e querer salv-lo, como Abrao fez com as cidades de Sodoma e Gomorra e deixando para Deus o julgamento final. Em nenhum lugar do Novo Testamento, vemos Jesus condenando pecadores, mas sim, levando--os a se arrependerem de seus pecados e a viverem uma nova vida como discpulos seus. Seu grande amor pelos pecadores sempre falou mais alto. Agora, v e no peques mais (Joo 8.11). Pois o Filho do homem, veio buscar e salvar o que se havia perdido (Luc. 19.10). O dio, a vingana, justia pelas prprias mos ou qualquer tipo de retaliao, no fazem parte da atitude de um cristo. Entretanto, a verdade bblica precisa ser mostrada e dita que Deus Pai no tem prazer na morte de um pecador (Ezeq. 18.23,32). O Salvador tem esperana para todos, oferecendo-lhes libertao para uma vida de amor ao prximo e servio til. Portanto, se algum est em Cristo nova criatura e as coisas velhas j passaram (II Cor. 5.17).

    Qualquer ensinamento que no se en-quadre nas Sagradas Escrituras, deve ser rejeitado, mesmo que faa chover milagres todos os dias (Martinho Lutero).

    Antnio Carlos Cabral Bacharel em Teologia pela Faculdade Teolgica Batista Grande ABC.

    Os salgadinhos eram febre entre a molecada na poca em que eu corria, de ps descalos, pelas ruas. Acima dos salgadinhos, a gente gostava mes-mo era dos saudo-sos tazos, que acabavam sendo mais atrativos.

    Qualquer troca-do que sobrava - e isso era raro de acontecer - era juntado para comprar o salgadinho e aumentar um tazo para a coleo.

    Precisava escolher bem o sabor do salga-dinho, pois nunca sabia quanto tempo levaria para conseguir comprar o prximo. Mesmo que o mais importante fosse o brinde, tinha meus sabores favoritos.

    Uma lembrana ruim que tenho da primeira vez que resolvi comprar um Doritos. Achei o sabor horrvel. Forte demais. Gastei o dinheiro que tanto juntei, em algo que no valeu a pena. Mas, ao menos, tinha o tazo dentro do paco-tinho, ento superei.

    Outra coisa que me lembro que era cos-tumeiro ver a atriz Carla Marins como coad-

    juvante nas histrias globais (no sei se hoje ela costuma aparecer nas tramas de alguma emissora).

    No alto de meus seis, sete, nove anos de idade, eu no via graa nenhuma nela. Bonita mesmo, para mim, era a Ana Paula Arsio. Mas eu era um pequeno menino, de hormnios ainda domveis.

    E por falar em domar hormnios e instintos, outro assunto controverso para mim, foi a po-ltica. At meus 18 ou 19 anos de idade, tinha um pezinho nas polticas de Direita. Deixava--me levar, muitas vezes, pelo senso comum ou pelo que a mdia, subliminarmente, queria me fazer pensar. Muitas vezes, tinha ideias econo-micamente liberais. Era favorvel defesa do cidado de bem. E cheguei a ser contrrio s cotas raciais.

    Pois bem, estou aqui justamente para falar sobre esses conceitos que acabam mudando conforme a gente amadurece e aprende.

    Depois que provei o queijo nacho, passei at a escolher o Doritos para comer ao invs dos meus salgadinhos prediletos de outrora. Foi uma lio para mim, como no mito da caverna, de Plato, quando a gente conhece a verdadeira forma de algo.

    Outra coisa curiosa, foi que depois de muito tempo sem assistir novelas, j na casa dos vinte

    e poucos anos, vi a atriz Carla Marins, e fiquei assustado, pois os sentidos ficaram aflorados. Foi quando me perguntei: Como pude achar essa mulher pouco atraente um dia? Ela linda! Mais que a Arsio!

    E, para finalizar, depois de amadurecer minha viso de mundo e ler bastante sobre sociologia, antropologia, poltica, histria, organizao do estado e direito, notei como j havia sido in-fluenciado pelo que a elite, os lderes polticos e religiosos gostariam de me ver pensar.

    Hoje, para mim, o liberalismo uma cruel-dade diante da desigualdade social. Cidado de bem uma expresso comumente utilizada para embasar o ponto de vista de pessoas ego-stas e preconceituosas. J as cotas raciais, vejo que so mais do que necessrias para caminhar-mos para o progresso e igualdade.

    Um dia, torci o nariz para assuntos importan-tes como regulamentao das drogas, aborto e uma infinidade de temas. Mas o conhecimento libertador. Faz com que a gente amadurea. Assim, s tive a ganhar, e hoje tenho um sa-bor de salgadinho a mais para apreciar; uma mulher bonita a mais para contemplar e tenho um mundo melhor pelo qual lutar. Tente voc tambm, liberte-se.

    Railson Rodrigues estudante de Direito

    Cada clula, todo fio de cabelo. Falando assim parece exagero. Mas se

    depender de mim, eu vou at o fim.

    engenHeiros do HaWaii

    Minha personalidade de falar bastante, quando me encontro confortvel com qual-quer interlocutor. Isso normalmente acontece quando estou com amigos que j esto fami-liarizados com minha dialtica. Sem papas na lngua, gosto de uma boa conversa.

    Esta semana tive o prazer de conhecer um cidado, quase lenoense, Jos Pereira Farias. Mineiro de Jaramb, norte de Minas Gerais, que trocou uma prosa de aproximada-mente uma hora comigo. Falamos sobre tudo. Poltica, Lenis Paulista, o governo federal, o lixo acumulado nos terrenos baldios e sobre outros tantos. Figura fcil, de olhar sereno e uma pegada mineira tpica. Fala desconfiada com um toque de desprendimento.

    A conversa foi, em princpio, de um certo embate de opinies, sem agresso

    verbal. Pensei que fosse parar por ali. Mas no. A riqueza de detalhes na fala mansa de Jos, sua feio de quem trs na baga-gem da vida muita experincia e histria, me remeteu para os tantos imigrantes que hoje formam nossa sociedade. Nordesti-nos, mineiros, nortistas, sulistas, enfim, muita gente que encontrou em Lenis Paulista uma razo para aqui permanecer, apoitar seu barco e continuar a vida. No caso de Jos Pereira, o que fez conter sua andana depois de trabalhar por tantos cantos, foi um corao apaixonado.

    uma sensao bacana quando nos deixa-mos levar pelas palavras alheias, pelas his-trias de algum que a gente, at ento, no conhecia. Quando enxergamos o outro, sem preconceitos, independente de suas opinies,

    aprendemos mais do que ensinamos. Parece que Jos Pereira faz parte de meu crculo de amizades h muito mais tempo que os quase 60 minutos nos quais nos deparamos.

    Me sinto feliz de conseguir manter amigos que considero muito, por tanto tempo. Me sinto feliz quando me deparo com pessoas simples, como Jos, que poderia ser Pedro, poderia ser Paulo, Maria, Alce, Joo ou qualquer outro nome. Me sinto entristecido quando lembro de outros amigos que pas-saram por minha vida e se foram. Se foram porque a vida assim o quis, ou porque assim eles mesmos quiseram. Contudo, me sinto fe-liz de ainda hoje, continuar fazendo amigos.

    Billy Mao jornalista reprter-fotogrfico e escreve para o Sabado do Povo

    Quem que nunca encarou ou fugiu de uma briga na sada da escola, ou ao menos, foi ameaado por um outro aluno. A fantasia do mais forte contra o mais fraco no ambiente escolar sempre existiu, mas o que se v atualmente uma completa dissociao das regras deste jogo, que levava os estudantes de todas as sries, especialmente os adolescentes, ao cerco dos oposito-res para ver quem levava a melhor, ou pior. O que aconteceu no Ncleo Luiz Zillo esta semana, em Lenis Paulis-ta, mostra que a violncia est gratuita e debochada, e ferindo de forma mais cruel e profunda, mesmo quando no causa hematomas visveis.

    Ao menos quatro casos de briga em escolas ou no ambiente prximo a elas ocorreram esta semana. Ao menos um deles foi dentro da unidade escolar. At o registro do fato, no h novida-de. Mas um dos casos mostra um fa-ceta moderna do que uma briga de escola hoje em dia. O que deveria ser uma troca de tapas, chutes e puxes de cabelo entre duas adolescentes, j estava programado para ser filmado e exibido pelas redes virtuais, mostran-do que aparecer nas imagens do ce-lular mais importante do que acertar as contas.

    A troca de agresses nem chegou a acontecer j que a jovem atacada pela outra desmaiou depois de cair com a cabea no cho. Felizmente, sem fe-rimentos graves, a jovem apenas teve que se recuperar do impacto psicolgi-co causado pela violncia inesperada, como ocorreria com qualquer um.

    Nenhuma violncia deve ser tole-rada, mas a sociedade no pode ser hipcrita e se comportar como se fos-se absolutamente normal ou o fim do mundo duas jovens brigarem. A gra-tuidade do caso, a premeditao, a preocupao com a visibilidade que chama a ateno para este fato.

    Depois de postadas as imagens, o compartilhamento e comentrios ultra-passaram a casa dos milhares. Con-sequncia que pode ser entendida de forma positiva, j que na imensa maio-ria das consideraes, a reao foi de crtica e reprovao pela forma como a jovem foi agredida, ao mesmo tempo que houve a cobrana para que aes sejam tomadas contra este tipo de vio-lncia pelas autoridades competentes.

    Considerando as palavras de uma autoridade policial que opinou sobre o fato, com a experincia de quem lida com jovens problemticos diariamen-te, aes como esta demonstram a quebra de valores familiares que po-deriam evitar muitas tragdias ocorri-das em nome de banalidades. O fato visvel, para quem tenta enxergar a sociedade sem rtulos ou preconcei-tos, mas com a claridade necessria.

    Mas, de nada vai adiantar trancar jovens e crianas em ambientes car-cerrios para depois permitir que eles se matem alm dos portes. Do mes-mo modo, lavar as mos enquanto autoridade policial, professor, educa-dor ou dirigente escolar s vai contri-buir para que a situao fique cada vez mais grave.

    preciso olhar com ateno e cui-dado para fatos que deveriam ser cor-riqueiros, mas que hoje trazem em si um mensagem de medo e descrena com a humanidade.

  • POLTICA 3LENIS PAULISTA, 8 DE NOVEMBRO DE 2014

    ESCORRE | Vereadores Tip e Andr discutiram sobre projeto de repasse de dinheiro do SAAE: Deveria ir para hospital

    por tania Morbi

    NA PAUTA

    Repasse do SAAE aprovado, masdinheiro no vai para hospital Aprovao ocorreu sob a informao de que dinheiro iria para entidade, mas Prefeitura negou durante a semana destinao para ajudar HNSP

    Fotos: Billy Mao

    O vereador Nardeli da Silva (Pros), voltou a pedir que a Prefeitura de Lenis Paulista tome providncias para garantir o desassorea-mento do lago e crrego da Prata, ressaltando a impor-tncia do sistema como fu-tura fonte de abastecimento da cidade. Ele tambm lem-brou de importantes obras do municpio que garanti-ram a expanso da rede e o abastecimento, realizadas h cerca de 20 anos.

    Temos que cuidar do rio Lenis e do rio da Prata. H 10 anos eu dizia que a captao de gua para abastecer a cidade seria na ento prainha (lago da Pra-ta). Temos que pr a mo na massa, ir ao Governo (do Estado), trazer as dragas, temos que afundar a represa do rio da Prata, desassorear urgentemente para termos reserva maior de gua. No sei porque a draga nunca mais voltou para Lenis, faz muito anos, um benef-cio que o governo da, mas

    Nardeli volta a pedir draga para Prata

    no vem, alertou.O pedido de ateno do

    sistema da Prata foi rei-terado por Nardeli depois das publicaes do jornal Sabado do Povo que aler-tam para as condies de nascentes do rio Lenis,

    que esto secando por falta de preservao, e da falta de manuteno no crrego, que apresenta forte sinais de assoreamento. Na edio do ltimo sbado, o especia-lista em sustentabilidade corporativa Sidney Aguiar

    Os vereadores aprovaram projeto do Executivo que muda a cobrana do ITBI (Imposto sobre Transmisso de Bens e Mveis), em caso de venda judicial, que agora ser calculado sobre o valor da venda e no da avaliao inicial feita pelo juiz. Porm, a mesma lei mantm cobrana do imposto sobre valor de ava-liao da Prefeitura em caso de transao comercial.

    Segundo a justificativa do projeto, a proposta tem objeti-

    vo de adequar a tributao em consonncia com as decises reiteradas nos tribunais, mas a justificativa tambm defende que a adequao necessria para evitar questionamentos legais contra a Prefeitura.

    A alterao da lei no faz outra adequao questionada pelo setor imobilirio da cidade que a cobrana do mesmo imposto, em caso de compra e venda comercial. Nesse caso, a cobrana do ITBI continua sendo calculada sobre o valor

    de avaliao da Prefeitura e no o valor da transao de compra e venda. Assim, um imvel ven-dido por R$ 50 mil, pode ter a incidncia da cobrana do ITBI sobre R$ 100 mil, se a avaliao da Prefeitura determinar que este o valor de mercado do imvel, por exemplo.

    O fato mantm a indigna-o do mercado imobilirio, segundo o vereador Ailton Tip (PV), que questionou a Prefeitura, durante a aprovao da alterao da lei. A pessoa

    obrigada a pagar no cartrio o valor arbitrado, e tem mui-tas pessoas que esto sendo acionadas judicialmente. A diferena do ITBI, entre a es-critura registrada e o valor que a Prefeitura definiu, acredito que invaso de privacidade, porque se a Prefeitura entende isso, ela que faa representao no Ministrio Pblico dizendo que a pessoa est sonegando imposto, avaliou.

    Nardeli da Silva (Pros) tam-bm questionou a alterao de

    apenas parte da lei. Quando Judicial, se obedece e cum-pre as regras. Quando est no informal, ningum consegue fazer justia. A questo da tabela do cartrio tem que ser seguida, se o cartrio disse que um imvel custa R$ 200 mil e lavra-se escritura neste valor, R$ 200 mil, no pode a Prefeitura chegar e dizer que vale mais, afirmou.

    A n d r P a c o l a S a s s o (PSDB), defendeu que a ava-liao da cobrana do impos-

    to sobre a venda comercial seja mantida como est, j que teria sido aprovada pelo Legislativo em gestes pas-sadas. No caso do ITBI tem defasagem na tabela, e o ITBI cobrado no valor prximo do real. A gente sabe que mui-tas pessoas passam escritura no valor abaixo, e tem essa evaso de receita. Se a gente concorda ou no essa a linha que existe, foi aprovada por outra legislatura e hoje assim que feito, resumiu.

    ressaltou que o lago da Prata deve abastecer parte de lenis em 15 anos.

    Para quem quiser ver, s ficar em qualquer uma das pontes que ficam nas ruas transversais do centro (da cidade). D para ficar de p, d na canela a gua do rio Lenis. Temos que ter iniciativa. Em Lenis ainda estamos bem porque, l atrs, teve investimento. Tivemos um grande reser-vatrio de gua feito pelo prefeito Ideval (Pacola), depois o Dingo (ex-prefeito Admilson Vanderlei Bernar-des) tratou destas questes, relembrou Nardeli

    Para ele, outras obras importantes, foram feitas pelo ex-prefeito Jos Prado de Lima, que previram o crescimento habitacional da cidade. Se hoje pode-mos estender a cidade por milhares de casas acima da Cecap, porque tem reser-vatrio. Seno tivesse feito, ns estvamos com balde na mo tambm, afirmou.

    Projeto corrige cobrana de ITBI apenas sobre imvel leiloado

    Aqui no - O vereador Ailton tipo (PV) pediu para a mesa da Cmara que coloque em votao o projeto do SAAE que determina a adequao das redes pluvial e de esgoto em imveis do municpio. O verde quer aprovar as emendas que fez ao projeto, desobrigando propriet-rios de imveis que j tenham o Habite-se da Prefeitura de ter que fazer a adequao. Para Tip, apenas quem ainda no tem autorizao para ocupar os imveis deve ser cobrado da adequao. O projeto est com pedido de vistas do vereador Manoel dos Santos e deve entrar em pauta na prxima sesso.

    Sou, no sou - O vereador Andr Pacola Sasso, o Caga-rete, colocou um ponto final em possveis dvidas sobre sua liderana na Cmara. Ele afirmou, em resposta a Tip, que lder do partido, o PSDB, e no da prefeita, como eventualmente era aventado em plenrio. No tenho problema nenhum em ser lder do PSDB. No vejo problema nenhum em falar, tenho orgulho em ser do PSDB. Eu sou o lder do partido. Este da prefeita no sei, resumiu.

    Disse, no disse - Tip e Cagarete tiveram um passa-geiro entrevero na sesso da Cmara, durante a votao do projeto que permite ao SAAE devolver dinheiro para a Prefeitura do financiamento feito e pago pela admi-nistrao para a construo da ETE. Para Cagarete, Tip no poderia discursar dizendo que s votaria o repasse se fosse para o hospital. Para Tip, houve um mal-entendido e faltou informao da base do PSDB sobre a destinao dos recursos, j que a bancada foi surpreendido pela informao.

    Menos ... - A possibilidade de reforma administrati-va no Executivo foi novamente sugerida por Tip, que usou, desta vez, a influncia do vice-prefeito Marise para sensibilizar a prefeita Izabel Lorenzetti a reduzir os cargos de confiana da administrao. Tip j havia usado o exemplo do municpio de Macatuba, que reduziu seu quadro, e do ento candidato Acio Neves, (PSDB), que pregava em campanha ter reduzido os cargos de confiana e o prprio salrio para equilibrar as contas do Estado de Minas, quando governador.

    ...Mais - Desta vez, Tip usou um exemplo mais prxi-mo ao ninho tucano local. Recebi uma notcia, e fiquei feliz. Alckmin estuda cortar cinco secretarias, a notcia do Estado (jornal). Marise, voc o presidente do PSDB em Lenis, voc vice prefeito, foi prefeito duas vezes, todos sabemos que a maioria dos diretores indicao sua, que a maioria das funes gratificadas foi indicao sua. Ento, voc tem que convencer a prefeita. Ouam o clamor das pessoas. Ningum suporta tantos cargos de confiana, faltando tantas coisas para o social, afirmou.

    Fala que eu te escuto - O vereador Anderson Prado quer ouvir na Cmara o diretor de Tecnologia da In-formao Eder Paccola Santa Brbara, para esclarecer dvidas quanto Contribuio de Iluminao Pblica e para isso pediu apoio para a convocao, dentro da sesso para que sejam amplamente divulgadas suas explicaes e para que a cidade saiba do que se trata. Tramita na Cmara projeto de lei do Executivo que au-menta o valor da cobrana da CIP, com argumento que necessrio para a adequao do servio pela Prefeitura.

    Legal - Aprovado projeto da Cmara que regulamenta uso do veculo oficial do Legislativo, com controle de itinerrio, datas, destino, gastos, etc. Aprovado por una-nimidade, a proposta atende recomendao do TCE/SP. Uso incorreto j foi alvo de processo do TC e da Justia Criminal em gesto passada.

    Campees de verba - O vereador Jonas resolveu escla-recer algumas coisas na sesso da Cmara de segunda. Para ele, a populao deve saber a verdade sobre o fato de vereadores conquistarem verbas para o municpio. O vereador foi para Braslia buscar recurso, o recurso para a cidade limitado. Se liberado para um, outro no consegue. E se tiver verba destinada especifica, todos os vereadores tm condies de buscar, mas com limite, explicou?

    Visita - A deputada Rita Passos e o deputado federal Herculano Passos passaram a tarde de quinta-feira em Lenis Paulista e na manh de sexta-feira foram rece-bidos com caf da manh na Cmara Municipal. Sempre ciceroneados pelo vereador Nardeli, a dupla disse que est disposta a trabalhar por Lenis Paulista.

    Tnia MorbiO Projeto de Lei que

    permite ao SAAE devol-ver o valor corresponden-te s parcelas pagas pela Prefeitura de Lenis Pau-lista pelo financiamento feito para a construo da ETE (Estao de Trata-mento de Esgoto), junto Caixa Econmica Federal, foi aprovado na sesso de segunda-feira, dia 3, da Cmara. Mas, durante a discusso do projeto os ve-readores acreditavam que a administrao municipal faria o repasse do recurso recebido para o hospital Nossa Senhora da Pieda-de, o que foi desmentido durante a semana pela as-sessoria de imprensa.

    At o momento da vota-o do projeto, os vereado-res tinham a informao de que os R$ 276 mil, pagos pela Prefeitura entre os me-ses de janeiro a setembro de 2014, seriam recebidos pela administrao e repas-sados ao hospital, que tem dficit mensal de mais de R$ 150 mil, e deve chegar a dezembro com um dficit de R$ 1.700 milho.

    A informao foi con-sultada pelos vereadores, durante a sesso, em conta-to com a diretoria do hospi-tal e empresrios que com-pem o grupo consultivo na administrao da entidade.

    Ailton Tip (PV), por exemplo, anunciou que votaria contra o projeto, mas mudou o voto aps

    receber a informao de que o hospital seria bene-ficiado. Estes R$ 276 mil vo ajudar em muito cobrir parte do prejuzo do hospi-tal, sou a favor de que este dinheiro seja verba carim-bada, a prefeita tem con-dies de suprir a falta de dinheiro, cortando cargo de confiana, e o hospital no tem, anunciou.

    Nardeli da Silva (Pros) foi cauteloso e reforou que o projeto apenas pre-via a devoluo por parte do SAAE, e aproveitou para cobrar os repasses em atraso por parte do gover-no do Estado das parcelas do programa Pr-Santa Casa (ver abaixo).

    Sobre a devoluo, An-derson Prado (PV), disse que achava pouco o valor, e que a autarquia poderia repassar mais dinheiro para a entidade. Em relao ao oramento deste ano, (o SAAE) vai ter quase R$ 3 milhes a mais (em 2015). Valor pequeno perto do crescimento do oramento do SAAE, avaliou.

    O lder do PSDB na Cmara, Andr Paccola Sasso, disse que no tinha informao sobre a des-tinao especfica para o hospital, mas que ser fa-vorvel caso fosse defini-da. O projeto foi aprovado em regime de urgncia.

    Por e-mail, na quinta-feira, dia 6, a assessoria da Prefeitura informou que o dinheiro repassado

    pelo SAAE, retorna para o caixa da Prefeitura, que vai utilizar o recurso con-forme o planejamento e a necessidade, para uso nor-mal das despesas da Prefei-tura, sem citar o hospital.

    No vai pagarNardeli da Silva afirmou

    que, na semana passa-da, teve a confirmao de que o Governo do Estado no far o pagamento das parcelas em atraso do pro-grama Pr-Santa Casa de forma integral ao hospital Nossa Senhora da Pieda-de. O pagamento deve ser parcelado, diferentemente do que esperava o diretor da entidade, Ricardo Con-ti, que contava com o total

    dos recursos para reduzir o dficit anual da entidade, conforme afirmou ao jor-nal Sabado do Povo.

    Estive com a secretaria da deputada Rita Passos na Secretaria de Sade e l tivemos a informao de que o governador vai pa-gar trs parcelas agora, trs daqui uns dias, no ano que vem mais duas. A menos que acontea o que vem acontecendo, se a gente fica quieto o governador no paga nada, mas como estou falando, talvez ama-nh o governador avise algum da regio que vai pagar tudo, s para quebrar nosso discurso. Se for para conseguir o benefcio, no tem importncia, julgou.

    MO NA MASSA | Nardeli cobrou ao para preserva lago e crrego da Prata.

  • GERAL4LENIS PAULISTA, 8 DE NOVEMBRO DE 2014

    Diretora do Rubens Pietraria fala das aes na escola para cooperar na conteno da violncia

    Da redaoO jornal Sabado do Povo

    teve acesso gravao que narra parte do enfrentamento da Polcia Militar a bandidos que tentaram assaltar dois car-ros-fortes, na cidade de Agua, no ltimo dia 30. Na ao, o cabo Alaor Branco Jnior, de 45 anos, foi atingido por um tiro de fuzil e morreu no local. Os suspeitos do crime fugiram e no foram localizados.

    Na gravao, possvel identificar a troca de tiros e o momento em que o policial que est ao lado do cabo Alaor (que no teve o nome divulgado), notifica a rede de comunicao da polcia. A 402 de Agua, policial baleado, policial bale-ado!, gritou o PM que estava prximo ao policial atingido.

    Positivo, viatura a cami-nho, QSL (entendeu)? Viatura

    Gravao mostra desespero de PM ao ter companheiro morto em troca de tiros

    a caminho!, respondeu a ope-radora do Copom (Centro de Operaes da Polcia Militar), que atendeu ao chamado.

    Durante a conversa entre os policiais que deram apoio, alm de prestar o socorro ao companheiro atingido, o policial faz o alerta para que os demais soldados tivessem cuidado ao se aproximar do local, j que parte da quadri-lha permanecia em apoio aos bandidos que atacaram um dos carros de transporte.

    No entra no trevo, no entra no trevo, alertou o poli-cial que dava apoio ao compa-nheiro ferido, devido ao risco de nova investida dos bandi-dos. Ai meu Deus! O tiro de fuzil atingiu provavelmente a cabea, gritou o PM. Pronto Socorro, QSL? Vou deslocar para o Pronto Socorro, QSL?

    Tirando a viatura da rodovia. Eles esto esperando a viatura no trevo, orientou.

    Entre as conversas de ou-tros policiais que constam na gravao, o soldado que socorreu o companheiro de-sabafa, antes de sair da rede de contato. Estou chegando na Santa Casa, QSL?

    O cabo Alaor morreu ainda no local, segundo a Secre-taria de Segurana Pblica noticiou. Natural de Santos, o cabo estava na corporao h 24 anos e nove meses e deixou esposa e dois filhos.

    A gravao continua, e outros policiais que davam

    apoio ocorrncia, tentam lo-calizar e prender os bandidos, inclusive quando a quadrilha enfrenta a Polcia Rodoviria. Veculo prata, sentido muni-cpio de Campinas, troca de tiros com a rodoviria, diz uma voz no identificada.

    Em determinado momen-to, parte do policiamento da regio, foi ao encontro dos bandidos, na tentativa de det--los. Eu to de Mogi sentido a Agua para trombar com os caras ai, disse outro policial.

    Eles esto em vrios ve-culos sob a rodovia, cautela as viaturas que esto chegando a, diz outra voz, alertando os

    Agalmo Moro Filho/Jornal Correio de Agua

    Da redaoA violncia entre adoles-

    centes, ocorrida dentro ou nas proximidades de escolas da cidade marcou a semana em Lenis Paulista. Ao me-nos quatro brigas de maior violncia aconteceram entre alunos e no alunos, em trs delas foram do lado de fora de escolas estaduais e uma dentro do ambiente escolar, em uma unidade da rede mu-nicipal. No caso que ganhou maior repercusso, uma adolescente foi agredida na rua, depois de sair da escola e desmaiou, tendo que ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros. As imagens da agresso tiveram quase 16 mil visualizaes at o final de semana em uma pgina do Facebook.

    Conflitos em porta de es-cola so comuns e ocorrem entre estudantes de todas as idades, com maior ou menor violncia. Para o Capito da Policia Militar Jovercy Bergamaschi, este tipo de ocorrncia em Len-is no tem um nmero relevante, mas demonstra a perda de valores importan-tes da sociedade.

    So registrados vrios casos de pequenas coisas que acabam tomando pro-poro muito grande e as pessoas acabam partindo para a violncia e agresso. Vivemos hoje, infelizmen-te, em uma sociedade into-lerante, avaliou.

    Agresso contra estudante tm milhares de visualizaes e gera revolta geralInvestida de adolescente contra aluna, no Ncleo, teve milhares de visualizaes, comentrios e compartilha-mentos no Facebook Billy Mao, mas foi uma, de pelo menos quatro brigas entre alunos esta semana com ligao escolar em bairros distintos da cidade

    Este tipo de comporta-mento de adultos reflete entre os adolescente, na opinio do capito. A gen-te percebe que muitos dos casos acontecem com os adolescentes. Em virtude de situaes familiares acabam agindo assim tambm. O ponto principal a educa-o familiar, opinou.

    Para ele, os jovens per-deram parte da capacidade de se relacionarem, devido ao uso extremo de equipa-mentos tecnolgicos em ambientes virtuais. Mas, principalmente, no esto sendo educados para aceitar o no. Em sua opinio, essa situao da sociedade que gera a violncia, as vezes extrema, por motivos fteis e banais.

    No s neste caso, mas em ouras ocorrncias que a gente acompanha, a gente percebe isso. O jovem no est sendo educado para ou-vir no. E a falta deste no acaba gerando a maioria das agresses, avaliou.

    O policial afirmou que nem sempre em caso de brigas de adolescentes pr-ximas a escolas a polcia acionada. Apenas em ca-sos que extrapola e chama a ateno. Muitas agresses e brigas ocorrem e, as vezes, nem a direo da escola fica sabendo, disse.

    A Ronda Escolar vem ocorrendo na cidade normal-mente, segundo Bergamas-

    chi, com maior ateno no horrio vespertino, a partir da sada dos alunos do tur-no da manh e entrada dos estudantes da tarde. Na opi-nio do capito, este tipo de patrulhamento feito por uma viatura suficiente, uma vez que registrado baixo n-mero de ocorrncias graves envolvendo estudantes.

    Na redeA cena de uma jovem,

    que saia da escola, carre-gando material e usando uniforme escolar, que agarrada pelos cabelos e jogada no cho, permane-cendo desmaiada, enquan-to a agressora se afasta sorrindo, gerou uma onda de comentrios e protestos no Facebook, depois de ser distribuda atravs do pro-grama WhatsApp.

    O caso aconteceu na Ave-nida Naes Unidas, no Ncleo Luiz Zillo, na ter-a-feira, dia 4. A violncia, aparentemente gratuita, de uma garota de 17 anos con-tra a estudante de 16, reper-cutiu, embora no contenha luta entre elas, agresses mtuas, chutes e socos, como fcil encontrar em gravaes disponibilizadas na internet.

    Mas, foi vista por mais de 15 mil pessoas, sendo comentada por quase 300 e compartilhada por outras cerca de 300 pessoas. Entre os comentrios, a indigna-

    o foi pela gratuidade da violncia e a impossibili-dade de defesa da menina agredida, que passava ao lado da a-gressora. Mas, algumas pediam mais puni-o ao jovens e maior pre-

    sena da polcia prximo a escolas.

    Que absurdo, que cena horrvel!, Revoltante!, Esses jovens esto violen-tos demais, Meus Deus, que horror!, Acho que a

    educao vem de casa, me pergunto onde esto os pais dessa garota, No vejo briga alguma, vejo uma grande covardia at mesmo porque notvel que a pes-soa que desmaiou foi pega de surpresa!, Infelizmen-te lei pra menor no existe e vai sendo com mais vio-lncia que eles acham que se defendem! Infelizmente Brasil isso!, so alguns das mais de duas centenas de comentrios que foram publicados no Facebook.

    Aps a repercusso, a jo-vem agressora foi ouvida na Delegacia de Polcia e libe-rada. A adolescente agredida, segundo apurou o jornal, no teve ferimentos, permaneceu sob observao no Pronto Socorro, mas deveria voltar para a escola, s que acom-panhada de um adulto, na entrada e sada das aulas. Veja o video: https://www.facebook.com/video.php?-v=10202725289642807&se-t=vb.1516300095&type=2&-theater

    A equipe da Escola Rubens Pietraria sob a direo de Rosemery Mara Garcia no de-correr desse ano de 2014 tem realizado um constante trabalho preventivo no que diz respeito ao ser humano, bem como tudo aquilo que o cerca, ou seja, a intolerncia, a discriminao e a indisciplina, que por sua vez, caracteriza a violncia, a qual eventualmente pode desencade-ar no ambiente escolar. Violn-cia essa, inerente aos humanos, independente de etnia, crena e poder econmico.

    Para tanto, a escola desde 2012 conta com o Sistema de Proteo

    Escolar por meio da mediao de conflitos, cuja tarefa tem sido a de promover eventos, bem como a de criar projetos em parceria com educadores e comunidade que visem a arte do convvio, mesmo porque de conhecimento universal que viver fcil. O di-fcil conviver. Com foco nessa constatao, a escola no mediu esforos para alavancar projetos e palestras de alta relevncia como Doenas Sexualmente Trans-missveis abordando orientao sexual, gravidez precoce e cuida-dos com a sade, ministradas por agentes de sade do municpio, Primeiros Socorros coordenado

    pelo Corpo de Bombeiros, proje-tos Bem Querer e Por um ano mais humano.

    Ambos com objetivos de despertar e resgatar a sensibi-lidade e o respeito ao prximo, palestras de Preveno Contra as Drogas promovida pela Casa do Oleiro, projeto Salaman-ca desenvolvido por todos os professores e alunos da sala de leitura com intuito de trabalhar a incluso, projeto Que Tal um Natal Mais Humano,incluindo a Escola da Famlia aos finais de semana que objetiva manter contato direto com a comunida-de atravs de projetos.

    policiais para novo confronto.Prximo do final da grava-

    o, um policial narra a per-seguio a p a um suspeito, e alerta para o risco de novo confronto. 321 para informar, Indivduo de colete preto, a p, sentido a base de Aguai, de colete preto, armado, tem uma viatura nossa chegando ai, saiu correndo a p

    O crimeA tentativa de assalto aos dois

    carros-fortes aconteceu no km 200 da Rodovia Doutor Adhe-mar Pereira de Barros (SP-340), entre Agua e Casa Branca (SP).

    Os veculos blindados se-

    guiam de Campinas para Poos de Caldas. Segundo a Polcia Rodoviria, pelo me-nos 12 suspeitos, em quatro carros, participaram da ao. Uma parte do grupo abordou um dos carros-fortes prximo ao trevo que de acesso a So Joo da Boa Vista.

    Eles atiraram no veculo e feriram um funcionrio da em-presa de transporte de valores.

    Os suspeitos usaram ex-plosivos de pedreiras para destruir o cofre. Apenas um detonou, mas o sistema de segurana bloqueou o acesso ao dinheiro e eles no conse-guiram levar nada.

    O motorista do segundo carro-forte voltou pela con-tramo e foi seguido por um veculo da quadrilha. Cerca de dois quilmetros depois, parou na base da Polcia Ro-doviria, onde os bandidos atiraram granadas e trocaram tiros com os seguranas da empresa e com o policial, que ficou ferido na regio da cintura, sem gravidade.

    Enquanto isso, quatro ho-mens com fuzis, que estavam em um carro vigiando a estra-da, atiraram contra trs viatu-ras da PM que foram atender a ocorrncia.

    O helicptero guia da Polcia Militar auxiliou nas buscas dos suspeitos, mas eles no foram encontrados. (Com g1.globo.com)

    CHOCOU | Jovem agride estudante na rua, aps sada da escola; milhares viram cena

    SOM | Carro forte atingido; desespero de parceiro est em gravao

    FOGO | Interior de carro blindado, que foi explodido, e carro queimado por quadrilha

    Imagem do WhatsApp

  • GERAL 5LENIS PAULISTA, 8 DE NOVEMBRO DE 2014

    TERCEIRIZAO

    Ex-funcionrias fazem B.O. contra empresa terceirizada contratada pela Prefeitura

    Da redaoDuas ex-funcionrias de

    uma empresa que presta ser-vio para a Prefeitura de Len-is Paulista registraram um Boletim de Ocorrncia na Delegacia de Polcia Local por enfrentarem dificuldades em ter acesso a direitos traba-lhistas depois de trabalharem durante um ano em prdios pblicos municipais e serem demitidas por reclamar das supostas falhas da empresa na Prefeitura. Apesar disso, a empresa mantm contrato de fornecimento de mo de obra com a Prefeitura e, na ltima semana, funcionrias traba-lhavam na creche do Jardim Caju. O caso foi registrado em um boletim de ocorrncia na delegacia de polcia de Lenis.

    Segundo relataram Djanira de Souza, de 45 anos, e Iris Carol Venncio, de 28 anos, as duas foram demitidas no dia 17 de setembro, depois de reclamarem junto diretoria de Educao do municpio os problemas que enfrentavam na empresa contratada pela Prefeitura. Entre outros pon-tos, dizem que os salrios atra-savam constantemente, assim como o fornecimento da cesta bsica. As duas trabalharam

    um ano na empresa, atuando na escola Maria Zlia Camar-go Prandini, no Jardim Caju.

    Aps a demisso, se passou um ms e as duas ex-funcio-nrias no haviam conseguido fazer a homologao de sua demisso para dar entrada no Seguro Desemprego. Segundo elas, o caso foi registrado em um boletim de ocorrncia, pois a carteira de trabalho das duas permaneceu durante todo este tempo em poder da empresa, que faltou reunies no posto do Ministrio do

    Trabalho local, para realizar a homologao da demisso.

    Em uma das reunies no posto do MT em que a em-presa participou, de acordo com as ex-funcionrias, o pa-gamento de valores referente a direitos das duas no foi feito, por isso, no puderam encerrar o caso.

    De acordo com Djanira e Iris, os problemas continu-aram ocorrendo com outras funcionrias, aps a sua de-misso, j que a me de Iris, Maria Jos de Souza continu-

    ava trabalhando na empresa, no prdio da escola Maria Zlia, e relatava ocorrncias semelhantes com outras tra-balhadoras.

    As duas contam que fize-ram reclamaes na diretoria de Educao, mas a resposta foi que a Prefeitura no pode-ria fazer nada sobre o caso e que elas teriam que acertar a situao com o dono da em-presa. A dispensa de Djanira, segundo ela, aconteceu por telefone, aps a reclamao na diretoria municipal.

    Segundo o site da Trans-parncia da Prefeitura, para o pagamento dos servios prestados pela empresa, a di-retoria de Educao destinou R$ 502.884,58 para limpeza e conservao de escolas do en-sino fundamental e de creches. Os recursos so provenientes do Fundeb (Fundo de Manu-teno e Desenvolvimento da Educao Bsica).

    J a diretoria de Assistncia e Promoo Social contratou a mesma empresa pelo valor de R$ 14.196,00, recursos que destinou do programa de Pro-teo Social de Mdia e Alta Complexidade para pagar pela limpeza do prdio do CREAS. As duas contrataes foram feitas mediante licitao p-

    blica, na modalidade prego.Segundo a assessoria da

    Prefeitura, so tomadas as medidas necessrias para evi-tar a contratao de empresas terceirizadas que apresentem problemas trabalhistas, com exigncia da documentao necessria, sendo desclassi-ficadas aquelas que no cum-prem os requisitos.

    No caso especfico da em-presa alvo das denncias, foram apresentados na lici-tao todas as CNDs e outras comprovaes exigidas, e naquele momento no havia nada que a desabonasse e que a impedisse de ser contrata-da, disse a nota.

    Porm, as empresas po-dem apresentar problemas posteriormente celebrao do contrato, por isso, a Pre-feitura tem feito fiscalizao rigorosa durante a prestao dos servios para aferir o cum-primento das suas obrigaes trabalhistas, tendo inclusive bloqueado pagamentos de empresas que apresentaram problemas, at a soluo dos mesmos, garante.

    Quando identificada ir-regularidades, a empresa notificada para regularizao e apresentao de defesa, que dependendo de sua gravidade,

    so aplicadas penalidades, nos termos da lei e do contrato, podendo at mesmo, levar sua resciso, conclui.

    S queramos os nossos direitos, mas nos sentimos desamparadas quando procu-ramos a Educao e disseram que no podiam fazer nada. Ai, logo em seguida fomos mandadas embora. No justo. E as meninas que ainda esto trabalhando, e com sal-rio atrasado, sem cesta bsica. Ns vamos conseguir receber nossos direitos, nem que seja na Justia, mas a Prefeitura no devia contratar empresas que fazem este tipo de coisa e depois, simplesmente, lavas as mos, disse Djanira.

    Billy Mao - Especial para o Sabado

    O Meio Ambiente voltou a pauta de muitos jornais no ms de outubro e permanece at agora. Devido a forte estiagem que assola parte do Brasil, o assunto fica evidente quando se trata de consumo. Porm, o Meio Ambiente mais com-plexo do que apenas a aparente falta dgua.

    A deliberada forma com que o meio est sendo agredido extrapola o proposto por regu-lamentaes ambientais.

    Em Lenis Paulista o des-pejo irresponsvel de entulho pelos arredores da cidade j foi motivo de vrias matrias neste peridico. A administrao municipal buscou, atravs do governo estadual, a implanta-o de uma usina de reciclagem de entulho, mas, a empreitada dever ter incio em 2015. Uma alternativa paliativa diante do problema crnico que a cidade est inserida.

    Enquanto isso o municpio VerdeAzul parece tambm pati-nar nas aes prticas propostas pelo programa. No que seja falta de empenho do municpio, mas pelo fato de serem proble-mas to srios que resolv-los parece uma vitria distante.

    Lanado pelo governo es-tadual em 2007, um programa ambiental que se prope ser inovador da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, tem como objetivo ganhar eficincia na gesto ambiental atravs da descentralizao e valorizao da base da sociedade e que ser-viria para avaliar a capitao de recursos da pasta ambiental. O Programa ainda visa estimular e capacitar as prefeituras a imple-mentarem e desenvolverem uma agenda ambiental estratgica.

    Das 10 diretivas, onde os municpios concentram seus esforos para desenvolvimen-to da agenda ambiental que so: Esgoto Tratado, Resduos Slidos, Biodiversidade, Ar-borizao Urbana, Educao Ambiental, Cidade Sustentvel, Gesto das guas, Qualidade do Ar, Estrutura Ambiental e Conselho Ambiental, parte delas supostamente funcionaria na cidade.

    Atravs de relatrios tudo estaria indo bem e a cidade al-canou a 8 posio. Na prtica e no dia a dia, a realidade bem diferente.

    Quanto ao esgoto tratado, a captao feita pelo SAAE tem se mostrado eficiente. J o tratamento por si s, pode ser questionado. Enquanto o esgoto captado no permetro urbano de Lenis Paulista, a quantidade de espuma, derivada de uma possvel poluio, con-tinua escorrendo pelas escadas de aerao que saem das lagoas da ETE.

    At o momento, o SAAE no apresentou e nem divulgou ne-nhum relatrio de vistoria dos estabelecimentos que, suposta-mente, lanariam os sabonceos na rede o que, segundo o pr-prio SAAE, seriam os causado-res da espuma constante no rio e, consequentemente, causando a poluio baixo da descarga das lagoas da ETE.

    Na questo dos resduos slidos, assunto pesado para o Meio Ambiente e de difcil resoluo, o cenrio parece ser ainda mais drstico.

    Os Ecopontos, criados para beneficiar a populao de forma direcionada, estariam causando mais transtornos que eficincia.

    Durante esta semana a re-portagem do Sabado do Povo esteve no Ecoponto situado atrs do Senai e l constatou a formao de um lixo cu aberto.

    Alm de muito lixo resi-dencial, existe no local uma grande quantidade de entulho e mveis despejados por toda a rea. Restos de animais mortos causam um odor putrificado no ar, prprio de lixes.

    Para algum moradores pr-ximos ao local, o Ecoponto estaria servindo de criadouro de insetos e ratos. Isso, segundo as pessoas ouvidas, devido a demora no processo de limpeza.

    O diretor de Meio Ambiente, Benedito Martins disse que a limpeza feita diariamente nos locais dos Ecopontos, porm, a demanda muito grande. muito difcil de controlar o que jogado e como isso feito. Muitos no respeitam e despejam vrios dejetos fora da caamba, causando os transtor-nos que a populao aponta.

    A reportagem constatou v-rias formaes de larvas de mosca-varejeira em avanado processo de desenvolvimento. Essas moscas acabam vindo parar aqui na casa da gente por mais que voc mantenha

    Meio ambiente em maus lenis

    a residncia limpa, disse uma moradora.

    Outra mulher que pediu para no ser identificada disse que o maior problema, segundo sua avaliao, quanto o despejo de lixo domstico. Tem muita gente que vem aqui e despeja lixo trazido de carro, caminho-nete. Acho estranho porque tem coleta de lixo em todos os bairros, contou.

    No Ecoponto da Cecap a displicncia de despejo tambm est em alta. L esto sendo despejados todo tipo de resduo e lixo. Foi necessrio a mudan-a de local, porm, os proble-mas continuam e moradores reclamam. Um novo espao dever abrigar a caamba de entulho.

    No Parque do Povo, um usurio do local apontou que alm de desordenado, a imagem de lixo no final da pista de caminhada completamente in-condizente com o que se espera do local. Pedindo anonimato, um lenoense contou que ami-gos e parentes ao fazerem uma visita cidade, resolveram ir at o parque. Quando se depa-raram com a quantidade de lixo, ficaram estarrecidos. O pior que bem onde est o Ecoponto no existe nada de rvore e

    o prprio Lago da Prata est desprotegido de arborizao, as rvores que existem so antigas, de outros tempo, mostrou.

    Martins disse que at carcaa bovina foi encontrada no local. Para colocar algum vigiando e acompanhando quem despeja nestes locais o custo fica alto. Alm disso, muita gente joga coisas como essa ossada em horrios variados.

    No que diz respeito a Cidade Sustentvel o que evidente e positivo a coleta seletiva feita pela cooperativa que fun-ciona na Usina de Reciclagem e Compostagem de Lixo. O trabalho efetuado pela Adefilp tambm valoriza a questo de sustentabilidade.

    Por outro lado, nenhum setor pblico ou aes de susten-tabilidade so praticados no municpio. Dentro de Lenis Paulista cabe s empresas pra-ticarem aes que beneficiam o Meio Ambiente e, essas sim, so colocados em prtica cons-tantemente.

    O assunto que est exposto exausto o que diz respeito a forma com que a ciudade trata a gesto das guas. Na capital paulista so exemplos dirios sobre a falta de gesto.

    Em Lenis Paulista no pare-ce ser muito diferente. A cidade conta com a captao da gua para consumo de poos profun-dos, feitos em administraes passadas e um perfurado em 12 anos do atual governo. O rio Lenis que a mais importante fonte de captao sofre com a fal-ta de ateno em suas nascentes como tambm j foi mostrado em reportagem deste jornal.

    Em vrios anos, apenas uma ao envolvendo a iniciativa

    privada foi realizada nas nas-centes do rio. A dificuldade de aplicar aes positivas talvez se deva pelo fato das nascentes estarem em outro municpio. Porm, gesto criar aes que busquem a resoluo dos proble-mas e administra-los. Fizemos vrias aes no que diz respeito s nascentes. Pouca coisa foi possvel diante da dificuldade de propor mudanas em outras administraes, contudo, temos conhecimento do que est ocor-rendo no rio, disse Benedito.

    Enquanto o rio Lenis se mantm com seus afluentes, ini-ciativas privadas e espordicas vo ocorrendo para a preserva-o do que resta de mata ciliar nestes afluentes e na bacia do rio Lenis.

    Lenis Paulista no uma cidade industrial onde gran-des empresas despejam po-luio no ar. As que existem, seguem as leis ambientais e mantm filtros em chamins de suas produes. Com exce-o de uma empresa de fertili-zantes implantada no distrito industrial que despeja fumaa diariamente sem que tenha uma sistema de filtragem causando incmodo na vizi-nhana, segundo reclamaes ouvidas pela reportagem.

    Neste ponto o Conselho Ambiental deveria mostrar suas virtudes. Qual o prejuzo para o Meio Ambiente uma empresa que despeja diariamente gs carbnico no ar? Outra questo: se existe um conselho, porque no busca apoio da sociedade para problemas que ela mesma estaria causando? So pergun-tas necessrias em um momento to peculiar envolvendo nossa condio de vida.

    REGISTRADO | Trabalhadoras ficaram sem acerto de acesso a direitos; prefeitura mantm contratao de empresa

    LIXES | Em Ecoponto atrs do Senai, moscas tomam conta, e prximo ao Parque do Povo at carcaa de boi foi encontrada

    LIXES II| Despejo irregular predomina

    Fotos: Billy Mao

  • GERAL6LENIS PAULISTA, 8 DE NOVEMBRO DE 2014

    LEI MUNICIPAL N. 497 /2014

    CRIA EMPREGO PBLICO DE AGENTE DECOMBATE S ENDEMIAS E D OUTRAS

    PROVIDNCIAS

    MANOEL FRIAS FILHO, Prefeito do Municpio de Borebi, Estado de So Paulo, no uso das atribuies que me so conferidas por Lei, FAO SABER que, a Cmara Municipal de Borebi, APROVOU, e eu SANCIONO e PROMULGO a seguinte Lei Municipal: Art. 1 - Em razo do disposto no 1 do art. 9-A, da Lei Federal 11350/06, acrescentado pela Lei 12.994/14,

    fica criada a Faixa Salarial denominada AC, no valor de R$ 1.014,00 (um mil e quatorze reais), a qual ser atribuda exclusivamente ao emprego pblico de Agente Comunitrio de Sade e ao emprego pblico criado no caput do art. 2 desta Lei.

    Art. 2 - Fica criado o seguinte emprego pblico abaixo especificado:Emprego Vagas Padro venci-

    mentoJornada sema-

    nalAgente de combate s

    endemias01 AC 40 horas

    1 - O emprego criado no caput deste artigo submete-se ao regime jurdico estabelecido pela Consolidao das Leis do Trabalho CLT e seu provimento depender de processo seletivo pblico de provas ou de provas e ttulos, sendo requisitos para o exerccio da atividade: I concluso, com aproveitamento, curso introdutrio de formao inicial e continuada; e II concluso do ensino fundamental.2 - So atribuies do emprego de Agente de Combate s Endemias, o exerccio de atividades de vigilncia, preveno e controle de doenas e promoo da sade, desenvolvidas em conformidade com as diretrizes do SUS e sob superviso do gestor municipal de sade.Art. 3 - Em decorrncia do disposto no 2 do art. 9-A da Lei Federal 11.350/06, includo pela Lei n. 12.994/14,

    o emprego pblico de Agente Comunitrio de Sade passar a ter sua jornada semanal fixada em 40 horas.

    Art. 4 Fica autorizado o Poder Executivo Municipal a pagar a diferena entre o padro de vencimento AC, previsto para os empregos de Agente Comunitrio de Sade e Agente de Combate s Endemias, com eventuais alteraes que venham a ocorrer no 1 do art. 9-A da Lei Federal 11.350/06, que criou o Piso Salarial desses pro-fissionais.

    Art. 5 - As despesas decorrentes da presente lei sero suportadas por dotaes prprias consignadas no ora-mento vigente.Art. 6 - Esta lei entrar em vigor na data de sua publicao.Borebi, 7 de novembro de 2014.

    MANOEL FRIAS FILHO

    Prefeito do Municpio de Borebi

    Publicada na Diretoria dos Servios Administrativos em 7 de novembro de 2014.CARLOS ROBERTO DE PAULA LIMA

    Chefe do Setor de Finanas

    EXPOSIO DE MOTIVOSTenho a honra de apresentar o presente Projeto de Lei que Cria Emprego Pblico de Agente de Combate s En-demias e d outras providncias.O art. 2 do presente Projeto de Lei cria o emprego citado, com base nas disposies da Lei Federal 11.350/06, com alteraes da Lei 12.994/14, o que prev:a) jornada semanal de 40 horas;b) piso salarial fixado em R$ 1.014,00;c) provimento mediante processo seletivo pblico de provas ou provas e ttulos;d) requisito para o exerccio da atividade, a concluso, com aproveitamento, de curso introdutrio de formao inicial e continuada, bem como do ensino fundamental.Cabe esclarecer que a criao do emprego em tela decorre da adeso pelo Municpio ao programa de combate s

    endemias do Governo Federal, o qual repassar recursos financeiros, conforme Lei 11.350/06.H que se consignar que referida Lei Federal 11.350/06 sofreu alteraes pela Lei 12.994/14, passando a prever o piso salarial profissional aos Agentes Comunitrios de Sade e de Combate s Endemias no valor de R$ 1.014,00, justificando a criao de uma faixa salarial especfica para referidos profissionais, conforme constou do art. 1 do presente projeto de lei.

    A alterao dada pela Lei 12.994/14 ainda fez com que a jornada de trabalho desses profissionais passasse a ser de 40 horas, o que motivou a redao do art. 3 deste projeto de lei.Por fim, o piso salarial desses profissionais poder sofrer alteraes futuras por ato do Governo Federal, com a

    modificao do 1 do art. 9-A da Lei Federal 11.350/06, sendo que o art. 4 do presente projeto de lei autoriza o Poder Executivo Municipal a pagar eventual diferena com a Faixa Salarial ora criada. Esses so os motivos que justificam a aprovao do presente projeto de lei.

    MANOEL FRIAS FILHO

    Prefeito de Borebi

    ANEXO 01

    Impacto Oramentrio

    Cargo: Agente de Endemias Vagas: 01 Carga Horria: 40 horas Semanais Salrio Base: R$ 1.014,00

    Salrio Base 1/3 Frias 13 Salrio INSS 22% FGTS 8%R$ 1.014,00 R$ 28,17 R$ 84,50 R$ 223,08 R$ 81,12

    Total R$ 1.349,75

    CARLOS ROBERTO DE PAULA LIMA

    Chefe do Setor de Finanas

    LEI MUNICIPAL N 496 / 2014

    De Autoria do Vereador Reginaldo Cesar Martins

    D DENOMINAO A VIA PBLICA DE BOREBI.

    MANOEL FRIAS FILHO, Prefeito Municipal de Borebi, Estado de So Paulo, no uso de suas atribuies legais, fao saber que, a Cmara Municipal de Borebi aprovou, e eu SANCIONO e PROMULGO a seguinte Lei Municipal: Art. 1. - Fica denominada AVENIDA MARIA EDUARDA DE SOUSA DOS REIS a via que liga o permetro urbano de Borebi, at a Rodovia da Amizade (BRI) 002, anteriormente denominado acesso IIIArt. 2 - A nova Avenida ter incio no quilmetro 02 da referida Rodovia at cruzar com a Rua Sete de Setembro, nas imediaes do Posto de Sade Joo Raposo dos Reis. Art. 3 - Esta lei entrar em vigor, na data de sua publicao, revogadas as disposies em contrrio.Borebi, 7 de novembro de 2014.

    MANOEL FRIAS FILHO

    Prefeito do Municpio de BorebiPublicada na Diretoria dos Servios Administrativos em 7 de novembro de 2014.CARLOS ROBERTO DE PAULA LIMA

    Chefe do Setor de Finanas

    EXPOSIO DE MOTIVOSReferida denominao saudosa MARIA EDUARDA DE SOUSA DOS REIS, tem objetivo de homenagear um Senhora que juntamente com sua famlia contribuiu para o desenvolvimento de nossa querida Borebi. Hoje podemos ver o nosso Posto de Sade, onde ela e seu esposo fizeram doao da rea para a construo da nossa unidade mista de Sade, que hoje atende toda nossa populao de Borebi.Diante disto que solicito dos nobres pares a aprovao do presente projeto, para homenagear esta ilustre Senhora

    REGINALDO CESAR MARTINS

    Vereador

    crdito Fcil de 10 a 260 Mil liberao no MesMo dia para todas as classes so-

    ciais, seM consulta ao spc ou serasa, para pessoas Fsicas, Jurdicas, autnoMos, para abrir negcios,

    coMprar iMVel, reForMar. FaZer capital de giro. para todo o brasil

    DIARIAMENTE DAS 8H S 20H. - EXEMPLOS:

    VeJa outros Valores e praZosPLANTO SBADO E DOMINGO

    (0XX31) 30630702 (FIXO) (0XX31) 82375694 (CLARO)(0XX31) 94245096 (TIM)

    CRDITO PRESTAO CRDITO PRESTAO

    10 MIL R$ 85,00 50 MIL R$ 298,00

    15 MIL R$ 104,00 60 MIL R$ 347,00

    20 MIL R$ 314,00 70 MIL R$ 426,00

    30 MIL R$ 198,00 80 MIL R$ 505,00

    40 MIL R$ 254,00 90 MIL R$ 594,00

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    Aviso de Processo Seletivo

    A Prefeitura Municipal de Borebi avisa a todos os inte-ressados que se encontram abertas as inscries do Processo Seletivo Simplificado para possvel preenchimento, por prazo determinado, de 01 (uma) vaga de Auxiliar de Dentista. As inscries devero ser realizadas no perodo de 10 14 de Novembro de 2.014, no horrio das 08:00 s 11:00 e das 13:00 s 16:00, na Prefeitura Municipal de Borebi. O Edital completo est disponvel no site www.borebi.sp.gov.br

    Borebi, 04 de Novembro de 2014.

    Manoel Frias Filho - Prefeito Municipal

  • HORSCOPO/GERAL 7LENIS PAULISTA, 8 DE NOVEMBRO DE 2014

    HORSCOPO

    ARIE

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    PEIX

    ESQuanto mais acolhedora estiver a unio, mas vai querer estar com o ama-do. Invista na privacidade e nos momentos a dois.

    Invista em seus dons. Trabalhar em casa ser produtivo e voc contar com o apoio da famlia. Manter os gastos sob contro-le evitar preocupaes. Reencontro com pessoas queridas esto favorecidos nesse perodo.

    A dois, preocupe-se pri-meiro em dar e vai ver que acabar recebendo em do-bro. Dedicar-se ao amado ser a melhor maneira de

    expressar o que sente. Esquematize suas tticas. O emprego ser um passaporte para o seu progresso material. Cuidado com compras s para se agradar. Fatos ligados sade de algum familiar podem causar preocupao.

    Cultive o dilogo na vida afetiva. Se j tem um amor ao lado, saiba melhorar o astral da vida a dois e con-vencer seu par. Aproveite melhor sua capacidade de

    argumentao no trabalho. Assuma a po-ltica da boa vizinhana, e ganhar visibi-lidade. Suas finanas exigem ateno. No deixe que assuntos mal resolvidos distan-cie voc das pessoas que ama.

    Cuidado: cime nem sem-pre sinnimo de amor. Deixe-se levar por sua se-xualidade que est a toda prova. Demonstre ao par toda a sua paixo. Se mos-

    trar seu talento, s ter a ganhar. Poder fa-turar com vendas. Reserve uma grana para o lazer. Esteja bem atenta e receptiva, pois algo novo poder ser vivido em seu lar jun-to de seus parentes.

    No cobre sem ter inves-tido na relao. na sim-plicidade que o par e voc iro se entender. Na cama, momentos quentes. Melho-re sua autoconfiana para

    no ficar dependente dos outros. Seu pique no servio vai trazer recompensas para seu bolso. No ambiente domstico, h sinal de melhorias financeiras. Cuidado em querer controlar a vida dos parentes.

    Resolva antigas mgoas. Chances de romance secre-to. Se est s, cuidado para no se isolar e espantar os pretendentes. Tenha discri-o e fuga da rivalidade no

    ambiente profissional. Poder faturar com trabalhos feitos em casa. Volte sua aten-o vida familiar e no adie certas de-cises to necessrias. E no se aborrea com imprevistos.

    Se seu corao tem dono, no faltar companheiris-mo e, na hora H, cada um dar o melhor de si. Na cama, aproveite as altas temperaturas. Conte com

    o apoio dos amigos, mas no se iluda com idealismo. Evite gastar dinheiro com suprfluos. Voc ter momentos prazero-sos com os amigos. Mas no deixe de dar ateno aos seus familiares.

    Se est s, poder topar com uma pessoa capaz de fazer voc tremer. Saia com amigos para aumentar suas chances. Esforce-se para melhorar a vida a dois. Par-

    cerias na vida profissional esto recebendo as bnos dos astros. Suas finanas pedem moderao. Viver dias interessantes den-tro de casa. Lembre-se de descansar e de se divertir.

    O romance est em alta. Pro-gramar um passeio para um lugar diferente ou conhecer outra cidade ser agradvel. A dois, inove para apimentar a relao. Invista em aperfei-

    oamento no trabalho e amplie seus hori-zontes. Ateno com gastos imprevistos. Reencontros com parentes distantes e mu-danas podem tirar voc e os seus familia-res da rotina.

    O romance estar envolven-te, mas com altos e baixos quer podem causar desen-contros, em palavras ou em caminhos. Avalie com carinho perspectivas de mu-

    danas profissionais, pois novas reas devem chamar sua ateno. Planeje gastos e reveja suas finanas. Boa semana para rever sua postura familiar e promover mudanas para melhor.

    Aproveite a influncia dos astros e seu desejo de sentir-se apaixonada para fazer a cama tremer com o seu parceiro. No trabalho, acelere o passo, reserve

    energia e d o seu melhor. Com sua grana, acredite em sua criatividade, mas no abu-se da sorte. Com boa vontade e alto astral, voc vai mandar embora qualquer aborreci-mento em famlia.

    Se tem parceiro, abra os olhos com cobranas. tempo de curtir a vida. Na intimidade, demonstre atrevimento. No trabalho, as chances de sucesso se-

    ro maiores se aceitar a contribuio das pessoas de sua equipe. Grana inesperada dever cruzar seu caminho. Voc ter um papel importante no universo domstico: mantenha os parentes unidos.

    Receitaspara voc!Chef Paulo Campanholi

    MODO DE PREPARO:1. Aquecer a panela e espalhar o leo por toda sua superfcie interna. Fritar o ovo por alguns segundos desmanchando em peque-nos pedaos. 2. Junte a cebola e depois a cenoura e frite um pouco. Acrescente o presunto, o cama-ro e o arroz, tempere com sal, pimenta e o glutamato. 3. Frite os ingredientes por alguns minutos em fogo alto mexendo-os rapidamente . 4. Finalizar com a cebolinha e um fio de leo de gergelim. Bom apetite!!

    ARROZ CHINS

    ingredientes:Presunto cozido em cubos peq. 12 xcarasCamaro 7 barbas limpo e cozido 01 xcaraPimenta Branca moda Quanto Baste

    Na ltima quinta-feira, dia 6, o grupo que faz parte dos trabalhos para a elaborao do Plano de Mobilidade Urbana, de Lenis Paulista, realizou seu segundo e l-timo encontro antes das audincias pblicas que sero realizadas para que a populao poder participar sugerindo propostas ao plano que vem sendo coordenado pela equipe da Diretoria de Planejamento. As audincias ainda no tm datas

    Audincias pblicas definiro Plano de Mobilidade

    Secretrio ressalta desenvolvimento Social em visita a cidade de Borebi

    definidas.Durante a reunio desta semana,

    os participantes fizeram apresenta-o das propostas dos cinco grupos de trabalhos, formados em 28 de agosto. Nestes dois meses, os grupos se reuniram para discutir ideias ao plano.

    At maio de 2015, em atendi-mento Lei Federal 12587/2012, todos os municpios brasileiros devero elaborar e aprovar o Plano

    Municipal de Mobilidade Urbana, que tem por objetivo a integra-o entre os diferentes modos de transporte visando a melhoria da acessibilidade e da mobilidade das pessoas e cargas no territrio do municpio. Esse plano estabelecer condies e metas de curto, mdio e longo prazo, que determinaro como o municpio dever se de-senvolver, garantindo qualidade de vida da populao no que tange

    locomoo.A Poltica Nacional de Mo-

    bilidade Urbana tambm visa contribuir para o acesso universal cidade, o fomento e a concretiza-o das condies que contribuam para a efetivao dos princpios, objetivos e diretrizes da poltica de desenvolvimento urbano, por meio do planejamento e da gesto democrtica do Sistema Nacional de Mobilidade Urbana.

    A estudante Nicoly Bea-triz Witzel Raymundo, do 7 Ano B, da escola estadual Professora Antonieta Grassi Malatrasi se classificou para a prxima etapa do Concurso Cartaz da Paz promovido pelo Lions Clube. Com abrangn-cia internacional, o concurso tem a inteno de incentivar a arte e despertar a reflexo sobre o tema proposto.

    Escolas municipais, estadu-ais e particulares de Lenis Paulista participaram e duas alunas se classificaram. O projeto teve como tema Paz,

    Aluna da escola Malatrasi se destaca em concursodo Lions Clube

    Amor e Compreenso e foi julgado pela originalidade, mrito artstico, criatividade e expresso.

    Alm disso, a aluna e a escola receberam a pre-miao e certificao de vencedoras do concurso juntamente com a professo-ra Carolina Macedo Ramos Romano e o coordenador Leandro Ferraz de Arru-da, no jantar festivo, que reuniu scios, familiares das vencedoras, jurados, professores e gestores das escolas participantes.

    O secretrio estadual de Desenvolvimento Social, Ro-gerio Hamam, esteve em Borebi, nesta sexta-feira, dia 7, onde foi recepcionado pelo prefeito Manoel Frias Filho (PR), durante a formatura da primeira turma do curso de assistente administrativo, oferecido no municpio atra-vs do programa So Paulo Solidrio. Com ele estava a diretora regional de assistn-cia de Bauru Maria Perroni.

    Aps a cerimnia, o secre-trio elogiou as aes promo-vidas pela administrao de Man Frias, para garantir que cada vez mais famlias bore-bienses consigam manter um melhor padro de vida, com menor risco de vulnerabilidade social e menor dependncia do poder pblico. O desenvol-

    vimento social o que temos que impulsionar, justamente para quem tem a condio de mobilidade social. Esta a mensagem que queremos dei-xar para Borebi, que entendam

    o apoio que recebem como incentivo, e foi percebido aqui que este incentivo pela busca da mobilidade social passa pela capacitao, por condies mais dignas de vida e por isso

    tenho certeza que a parceria que temos com a prefeitura est levando o municpio por um caminho de mais dignidade, disse o secretrio.

    Em 2011, o governo estadual mapeou Borebi e identificou 215 famlias com algum tipo de privao nas reas de Educao, Sade e Padro de Vida. Destas, 22 em estado prioritrio. At 2010, quase 70% da populao de Borebi apresentava vul-nerabilidade social altssima, segundo o governo do Estado.

    Para promover a mobilida-de social desta populao, o Governo do Estado repassou, em 2014, R$ 122 mil para a cidade, que vm sendo apli-cados pela Prefeitura. Temos que dar justamente para os que mais precisam nosso apoio, concluiu Hamam.

    A deputada estadual Rita Passos e seu esposo Hercula-no Passos, ex-prefeito de Itu e eleito deputado federal nas eleies de outubro, estiveram em Lenis Paulista nos dias 6 e 7, visitando instituies como o hospital Nossa Senho-ra da Piedade e Adefilp.

    Rita Passos foi reeleita para seu terceiro mandato pelo PSD, enquanto Herculano se elegeu para o primeiro man-dato como deputado federal, pelo mesmo partido. A visita cidade atendeu ao convite do vereador Nardeli da Silva (Pros).

    Na quinta-feira, o casal foi recebido pela prefeita Izabel Lorenzetti (PSDB), em seu gabinete, e na sexta-feira, a recepo foi na sede adminis-trativa da Cmara, pelo presi-dente Humberto Pita (PR) e demais vereadores.

    No Legislativo, Rita e Her-culano atenderam a imprensa e falaram da necessidade das reformas poltica e econmica apresentadas pela presidente Dilma Rousseff (PT), con-firmadas em um encontro do PSD, em Braslia, na quarta--feira, dia 5. O partido est na base de apoio do governo

    federal e, segundo Herculano, ir contribuir para a supera-o do momento delicado da economia e para que o pas mantenha seu desenvolvimen-to social.

    Vimos a proposta da pre-sidente de mudanas. Vamos trabalhar forte pela reforma poltica e tributria, que a muito se fala e nada foi feito. O povo brasileiro um s e a democracia tem que ser respei-tada. Nossa expectativa que ela ir fazer um bom mandato e o PSD vai apoiar o governo. Nossa expectativa para me-lhor e acredito que o Brasil vai melhorar, disse o deputado federal. Herculano disse ainda que na esfera federal ir atuar na defesa dos municpios e em alguns setores especiais como a Sade Pblica.

    A deputada tambm se disse otimista com o novo mandato da presidente Dilma e com os rumos do pas. Sou otimista e acredito muito no Brasil. Como a presidente mesmo dis-se, esta semana, embora seja continuidade, ela vai trabalhar pela mudana e pela reforma. E eu acredito muito nela. Ela espera que todos se unam pelo pas, comentou.

    Neste sbado, dia 8, dia de vacina contra a Poliomielite. Quem tem filhos com idade entre seis meses e cinco anos incompletos deve procurar um posto de sade para realizar a vacinao. importante levar a caderneta de vacinao da crianas.

    O atendimento ser das 8h s 17h. So esperadas mais de quatro mil crianas nesta faixa etria. Quem no puder comparecer amanh, pode procurar uma unidade de sade durante a semana, ou aproveitar o segundo dia D da campanha, que ser em 22 de novembro.

    O Estado de So Paulo no registra nenhum caso de paralisia infantil desde 1988. No entanto, como o vrus da poliomielite ainda circula em pases da frica

    e da sia, fundamental que todas as crianas me-nores de cinco anos sejam imunizadas.

    A imunizao ser ofereci-da na Ambulatrio de Especia-lidades Dr. Antnio Tedesco (Avenida Brasil, 686); UBS Dr. Joo Paccola Primo, N-cleo Luiz Zillo; ESF Jardim Monte Azul; UBS Dr. Ant-nio Leo Toci, Cecap; ESF Dra. Irene Alcdia da Costa Andrade, Jardim das Naes; ESF Winter Malatrasi, Jlio Ferrari; ESF Victrio Boso, Alfredo Guedes; ESF Dr. Luis Fernando Lellis de Andrade, Caju II; ESF Dr. Jos Nege, Vila Cruzeiro; ESF Vereador Carlos Alberto Baptistella, Vila Mamedina; Ambulatrio de Sade Mental e Hospital Dia Vereador Nicanor Pereira de Godoy.

    Hoje dia de vacinacontra a poliomielite

    JUNTO | A diretora da Drads Bauru Maria Perroni, o secretrio Hamam e Man Frias

    Deputados estadual e federal Rita e Herculano Passos visitam Lenis

    Tania Morbi

    Divulgao

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    EM VISITA POR LENIS - A deputada estadual Rita Passos e seu esposo Hercu-lano Passos, eleito deputado federal nas eleies de outu-bro permaneceram por dois dias em Lenis na semana que passou. Visitaram a Adefilp e o hospital Nossa Senhora da Piedade, onde conversaram com a volun-tria Gertrudes Campanari, mas tambm foram rece-bidos pela prefeita Izabel Lorenzetti. Na Cmara, em visita ao presidente Pita e vereadores falaram com a imprensa e agradeceram os votos obtidos na cidade.

  • DISPE SOBRE A CRIAO DOS RGOS E CRIAO DE CARGOS EM COMIS-SO DO PODER EXECUTIVO DO MUNICPIO DE BOREBI E D PROVIDNCIAS

    MANOEL FRIAS FILHO, Prefeito do Municpio de Borebi, Estado de So Paulo, no uso das atribuies que me so conferidas por Lei, FAO SABER que, a Cmara Municipal de Borebi, APROVOU, e eu SANCIONO e PROMULGO a seguinte Lei Complementar Municipal:

    1. DA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA

    CAPITULO I

    DOS PRINCPIOS NORTEADORES DA AO ADMINISTRATIVA

    Art. 1 - O Poder Executivo adotar o planejamento como instrumento de ao para o desenvolvimento fsico-territorial, econmico-social e cultural da comunidade, bem como para a apli-cao dos recursos humanos, materiais e financeiros do governo municipal.

    Art. 2- O planejamento compreender a elaborao dos seguintes instrumentos bsicos:

    I. Plano Plurianual;

    II. Diretrizes Oramentrias;

    III. Oramento Anual;

    IV. Plano diretor de desenvolvimento e expanso urbana;

    V. Cdigo tributrio;

    1 - O Programa Municipal de Governo resultar do conhecimento objetivo da realidade do Municpio, em termos de problemas, limitaes, possibilidades e potencialidades e compor-se- de diretrizes gerais de desenvolvimento, definindo objetivos, metas e polticas globais e setoriais do Governo Municipal.

    2 - O Plano Diretor Participativo que ser realizado nos termos, prazo e forma que a lei federal determinar, define a poltica de desenvolvimento urbano a ser executada pelo poder pblico municipal a longo prazo, tendo por objetivo principal o desenvolvimento ordenado da ci-dade e do Municpio, o bem estar da comunidade, o uso social da propriedade e a preservao dos recursos naturais, dever servir de norteador para as aes de governo, devendo o Plano Plurianual, a Lei de Diretrizes Oramentrias e a Lei Oramentria Anual serem elaborados em consonncia com os objetivos almejados por aquela norma.

    3 - O Plano Plurianual estabelecer as diretrizes, objetivos e metas da Administrao, por um perodo de 4 (quatro) anos, de forma setorizada, para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de durao continuada, obedecendo a sua edio ao disposto na legislao de regncia, inclusive, devendo observar os objetivos preconizados pelo Plano Diretor Participativo.

    4 - A Lei de Diretrizes Oramentrias trata-se de um plano anual, de curto prazo, que definir as prioridades para o exerccio seguinte e orientar na elaborao da pea oramentria, obedecendo a sua elaborao o disposto na legislao de regncia;

    5 - A Lei Oramentria Anual conter dispositivos referentes a previso de receitas e a fixao de despesas do exerccio, obedecendo a sua elaborao o disposto na legislao de regncia;

    6 - Os Projetos Setoriais definiro as estratgias e aes da Administrao Municipal no campo dos servios pblicos, a partir das polticas especficas a serem desenvolvidas no Municpio, e em consonncia com o Plano Diretor Participativo;

    7 - O Poder Executivo dar prioridade a implantao de aes para planejamento da receita e despesa, buscando a excelncia na gesto financeira e oramentria, bem como priorizar a reorganizao das polticas pblicas na rea da ao social e sade, sendo todas as aes a serem efetivadas de forma direta pelos Diretores das respectivas Pastas.

    Art. 3 - As atividades da administrao municipal e especialmente a execuo de planos e programas de governo, sero objeto de permanente coordenao.

    Art. 4 - A coordenao ser exercida em todos os nveis da administrao, mediante atua-o dos rgos de forma individual, realizao sistemtica de reunies com a participao das chefias subordinadas e a instituio e funcionamento de comisses de coordenao em cada nvel adminis-trativo.

    Art. 5 - Para a execuo de seus programas a Prefeitura poder utilizar-se de recursos colocados sua disposio por entidades pblicas e privadas, nacionais e estrangeiras ou consorciar--se com outras entidades para a soluo de problemas comuns e melhor aproveitamento de recursos financeiros e tcnicos, bem como de servios voluntrios.

    Art. 6 - A administrao municipal dever dispor de instrumentos de acompanhamento e avaliao de resultados da atuao dos diversos rgos e agentes.

    Art. 7 - Os servios municipais devero ser permanentemente atualizados, visando a mo-dernizao e racionalizao dos mtodos de trabalho, com o objetivo de proporcionar melhor atendi-mento ao pblico.

    Art. 8 - O Poder Executivo, poder recorrer a pessoas ou entidades de direito pblico ou privado, bem como a organizaes sociais, sempre que o bom andamento das obras e servios assim o requisitar, desde que mediante contrato.

    Art. 9 - A Prefeitura buscar elevar a produtividade dos seus servidores mediante trei-namento e aperfeioamento dos servidores existentes e da seleo rigorosa de novos servidores, evitando o crescimento demasiado do seu quadro de pessoal, possibilitando o estabelecimento de nveis adequados de remunerao.

    Art. 10 - Na elaborao e execuo de seus programas a Prefeitura estabelecer o critrio de prioridade, segundo a essencialidade da obra ou servio e o atendimento do interesse coletivo.

    CAPITULO II

    DA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA

    Art. 11 - A Estrutura Administrativa da Prefeitura Municipal de Borebi/SP. compe-se dos seguintes rgos da Administrao Direta, sendo que o Gabinete do Prefeito se constitui em rgo de Administrao Superior, a ser exercida nos termos desta lei:

    I. Gabinete do Prefeito;

    II. Diretoria Municipal de Sade;

    III. Diretoria Municipal de Agricultura Meio Ambiente;

    IV. Diretoria Municipal de Ao Social;

    V. Diretoria Municipal de Esportes e Lazer;

    VI. Diretoria Municipal de Educao e Cultura;

    VII. Diretoria Municipal de Planejamento, Administrao e Finanas;

    VIII. Diretoria de Obras, Engenharia e de Servios Pblicos;

    IX. Diretoria dos Negcios Jurdicos.

    1 - A Administrao direta do Poder Executivo ter a seguinte estrutura, organizada abai-xo, de forma hierrquica decrescente:

    I. Gabinete do Prefeito;

    II. Diretoria;

    III. Diretoria de Coordenao;

    IV. Assessoria.

    2 - As Diretorias devero comunicar aos rgos competentes da Administrao todas as medidas por elas adotadas, para assegurar o pleno entrosamento da Administrao Municipal.

    3 - O Chefe do Poder Executivo poder, de acordo com a necessidade e complexidade do trabalho, manter rgos e servios vinculados de forma direta, sem observar a hierarquia descrita no 1 deste artigo.

    4 - Esta lei ser regulamentada por decreto, o qual criar o Regulamento Interno da Pre-feitura, com a discriminao completa da estrutura administrativa interna dos rgos, suas atribuies e das respectivas sub-unidades administrativas.

    Art. 12 - Na medida em que forem instalados os rgos que compem a estrutura adminis-trativa da Prefeitura Municipal, prevista nesta lei, sero extintos automaticamente os atuais rgos, podendo ser realizadas as transferncias de pessoal, verbas, atribuies e instalaes que se fizerem necessrias por conta da nova estrutura.

    2. CAPITULO III

    DA COMPETNCIA

    Art. 13 - O Gabinete do Prefeito o rgo encarregado de coordenao do Poder Executivo, objetivando viabilizar a administrao do respectivo Poder, competindo-lhe ainda:

    I. assistir ao Prefeito nas suas funes poltico-administrativas;

    II. planejar, coordenar e controlar os demais rgos da Prefeitura na execuo de polticas, programas, planos, projetos, metas e diretrizes da ao de governo do municpio;

    III. avaliar os resultados alcanados pelos rgos da Prefeitura;

    IV. cuidar de todo o expediente do Prefeito, bem como de suporte sua plena atuao executiva;

    V. recepcionar visitantes e autoridades, recepcionar e informar o pblico, e elaborar a agenda de audincias do Prefeito;

    VI. assistir e assessorar o Prefeito na estipulao de polticas, programas, planos, projetos, diretrizes e metas quanto aos aspectos institucionais e jurdicos do municpio;

    VII. operacionalizar, coordenar e controlar os assuntos de natureza jurdica, fixando prioridades, diretrizes, normas e padres para todo o municpio;

    VIII. realizar trabalhos relacionados com o estudo e a divulgao da legislao municipal;

    IX. zelar pelo estrito cumprimento da legislao municipal, oficiando s autoridades municipais competentes, nos casos necessrios;

    X. Propor alteraes da legislao municipal;

    XI. responsabilizar-se pela recepo, anlise, encaminhamento e acompanhamento de providncias que visem a otimizao dos servios pblicos e a satisfao da comunidade;

    XII. receber, analisar e encaminhar sugestes de muncipes, em relao s atividades e servios desenvolvidos pela Prefeitura;

    XIII. Dar assessoria Jurdica ao Prefeito;

    XIV. Exercer a coordenao superior de Todos os rgos e servios existentes por meio do Chefe do Poder Executivo ou a quem ele Delegar.

    XV. executar outras atividades correlatas ou que lhe forem atribudas pelo Prefeito Municipal.

    Art.14 - A Diretoria Municipal de Sade o rgo responsvel pela coordenao das atividades de atendimento mdico, odontolgico e de sade pblica populao local, mediante a administrao de postos, unidades bsicas de sade e de outras entidades correlatas, da distribuio de medicamentos populao, sendo de sua competncia tambm o desenvolvimento de programas preventivos de sade, inclusive em relao sade bucal, alm de coordenar a vigilncia sanitria e epidemiolgica, competindo-lhe ainda:

    I. promover campanhas de educao sanitria e de controle profiltico, promover a fiscalizao de vetores e a apreenso de animais que exponham a risco, de qualquer forma, a populao;

    II. supervisionar, coordenar e controlar a administrao e execuo de convnios da rea da sade, com os rgos competentes nas diversas esferas de governo;

    III. fiscalizar a qualidade de gneros e alimentos, compreendido o teor de seu contedo nutricional, bem como, de bebidas para o consumo humano;

    IV. criar e manter servios e programas de preveno e orientao contra o alcoolismo, tabagismo, substncias entorpecentes e drogas afins;

    V. executar outras atividades pertinentes rea de sade que lhe vierem a ser atribudas pelo Prefeito Municipal.

    Art. 15 - A Diretoria da Agricultura e Meio Ambiente o rgo responsvel pela coordenao das atividades de estmulo de desenvolvimento da Agricultura e de projetos para recuperao e conservao do meio ambiente, de consultoria suplementar para aprovao de loteamentos urbanos, na matria adstrita sua rea, juntamente com os demais rgos da Prefeitura Municipal, competindo-lhe ainda:

    I. elaborar e executar programas de auxlio alimentao da populao rural e urba-na, como plantaes de hortas caseiras, escolares e comunitrias;

    II. fiscalizar a sanidade e os preos dos produtos hortifrutigranjeiros e dos produtos de origem animal em consonncia com outros j existentes;

    III. contribuir para o desenvolvimento do ensino agrcola e da pesquisa agropecuria;

    IV. garantir a realizao dos planos, programas e projetos, por intermdio das asses-sorias e Diretorias;

    V. garantir a proteo ao homem s formas de vida e ao patrimnio ambiental;

    VI. garantir, no territrio do Municpio a utilizao dos recursos ambientais de interesse local;

    PREFEITURA MUNICIPAL DE BOREBI - EDITAISLEI COMPLEMENTAR - N. 498 /2014

    EDITAIS 9LENIS PAULISTA, 8 DE NOVEMBRO DE 2014

  • I. garantir o incentivo ao desenvolvimento de tecnologias apropriadas de reciclagem e proteo ambiental;

    II. supervisionar as unidades que lhe so subordinadas;

    III. incentivar os estudos e pesquisas objetivando a orientao das atividades da inds-tria, comrcio, servios e agropecuria;

    IV. executar outras atividades correlatas que lhes forem atribudas pelo Prefeito Municipal.

    Art. 16 - A Diretoria da Ao Social o rgo responsvel pela coordenao das atividades relacionadas as polticas inerentes a ao social a ser realizada pelo Municpio, competindo-lhe ainda:

    I. assistir e assessorar o Prefeito na estipulao de polticas, programas, planos, pro-jetos, diretrizes e metas, no que se refere aos assuntos de promoo e assistncia sociais, que orien-taro a ao geral de governo do municpio;

    II. efetuar o levantamento de dados e informaes sobre as carncias da populao, visando a planificao quanto ao atendimento e soluo;

    III. prestar servio de assistncia e integrao social, e desenvolvendo atividades comu-nitrias no municpio;

    IV. organizar e manter oficializado cadastro das entidades assistenciais do municpio, ela-borar relatrios estatsticos e de avaliao do trabalho social desenvolvido pela Prefeitura, bem como realizar estudos sobre problemas sociais no municpio;

    V. formular e executar a poltica municipal relativa criana, ao adolescente e ao idoso, no tocante aos esforos do municpio, dos rgos pblicos estaduais e fede